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Aula 4 – Vol.31 – Desafio de Daniel para revelar o sonho

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02/02/20 – Daniel 2 – Baixardo áudio.

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Transcrição · gerada automaticamente

Bom, só lembrando que, só vou falar mais uma vez, nós temos falado sobre três grupos, no tempo do cativeiro, tinha um povo que tinha ficado em Israel, tinha um povo que vivia nas terras do cativeiro como colônias, como pequenas colônias do povo de Deus,
tinha esse grupo, que era um grupo, na verdade, quatro pessoas, pelo menos que registro no livro de Daniel, nós temos quatro pessoas, mas esse grupo também, gente, é, tem uma época depois, um pouco depois da nossa época, que seria, a gente poderia incluir Mordecai, Ester, como também pessoas que fazem parte desse grupo, desse terceiro grupo, né, isso vai acontecer um pouco mais para frente.
Mas, se classifica nesse mesmo grupo, mas dentro desse tempo do cativeiro, desse tempo do livro de Daniel, na verdade, esse terceiro grupo é composto de quatro pessoas, Daniel e os três amigos dele, que nós conhecemos como pessoas que estavam representando o reino de Deus,
mas dentro do governo, do sistema inimigo, sabe aquelas histórias de espionagem, né, que eles colocam um espião dentro do, né, assim, seja um grupo, uma máfia de drogas, ou seja, dentro de um sistema totalitário, no outro país, né, sempre tem aquelas histórias, algumas são ficção, mas muitas são verdadeiras, né,
há algum tempo atrás eu li a respeito, uma história verdadeira, a respeito de um iraniano, um iraniano que viu isso já faz algum tempo, mas não tantos anos assim, mas ele, ele se converteu, mas eu não sei se no início ele já era convertido,
mas eu sei que ele se decepcionou, ele fazia parte da revolução islâmica no Irã, mas ele começou a ver quanto que todo aquele sistema islâmico não representava o que ele queria, e aí ele permaneceu, ele já fazia parte, não foi plantado lá, ele já fazia parte da, não sei se era da guarda revolucionária, fazia parte do sistema lá do Irã,
só que ele se decepcionou, e ele ofereceu os serviços dele como espião dentro, uma outra história muito semelhante, história verdadeira, é ter um livro chamado "O Filho do Hamas", que é também assim, o filho do, chamado "Filho do Hamas", porque o pai dele foi um dos fundadores do Hamas, né, aquele grupo palestino,
e ele também se converteu e passou a funcionar durante algum tempo como espião, então assim, estou dando esses exemplos para dizer assim, Deus tem espiões dentro do sistema babilônico, né, então é algo assim, você lê, quando é ficção, você fala, eles inventaram isso, né, você assiste um filme, lê um livro assim, você fala assim, isso não poderia ter acontecido,
agora quando você lê uma história verdadeira, porque essas duas que eu mencionei são histórias verdadeiras, um que funcionou durante muito tempo, acho que ele também já, já não está lá mais, "O Filho do Hamas" também precisou sair, né, ele não está mais lá,
mas assim, durante aquele tempo, você lê o livro e vê o quanto que ele fazia e seu coração fica assim, não é possível que alguém possa trabalhar dentro de um sistema inimigo e trabalhando para o outro lado, é muito, é muita tensão, né, não serviria nenhum dia para fazer uma função como essa,
porque assim, é muito difícil você fazer de conta de que você é alguém que você não é, é claro que o sistema de Deus é bem diferente, Daniel nunca fez de conta que ele era, ele foi treinado, nós já vimos o primeiro capítulo, ele foi treinado para fazer parte do sistema babilônico,
então ele foi treinado, ele fez o curso, ele aprendeu todos os sistemas e é, assim, essa, eu queria só fazer essa transição, vamos, vamos reler aqui no capítulo 1, versículo 17, "Ora, estes quatro jovens, Deus deu o conhecimento, a inteligência em toda cultura e sabedoria",
lembra que eles foram, tinha três estratégias, mudou o nome, tinha que fazer o curso e tinha que fazer a alimentação, então foram as três coisas, Daniel traçou a linha, ele foi assim, "eu não posso fazer nada para não mudar meu nome, eu não posso dizer que não vou fazer o seu curso, mas eu não vou comer a sua comida",
então ele traçou essa linha, ele marcou, assim, e é muito importante que a gente saiba porque Deus não nos quer dentro de uma bolha, Deus não nos colocou na terra, em João 17, Jesus falou assim, "eu não peço que os tirem, que os tirem do mundo", Jesus orou isso, em João 17,
"eu não estou pedindo, oh pai, que o senhor tire os meus discípulos do mundo, mas que os guarde do maligno, do mal", então tem um jeito, e esse é o grande desafio, que Deus nos ensine a viver dentro da Babilônia, dentro do cativeiro e não fazer parte,
para Daniel, ele falou assim, "nome tudo bem", mas ele continuou usando o nome dele, então assim, "tudo bem", mas ele não assumiu o nome babilônico, ele continuou se chamando de Daniel, mas ele não fez briga com ele sobre isso, e ele fez todo o curso, ele fez o curso em três anos, ele fez todo o curso,
e agora nós vamos ver no capítulo 2 como é que isso ficou, Daniel aprendeu as matérias que os babilônios ensinaram para ele ou não, então isso é muito importante para a gente entender o que Deus quer de nós na nossa época,
então Deus deu a esses quatro jovens conhecimento e inteligência em toda cultura e sabedoria, então fica assim meio, eles fizeram o curso, eles se saíram bem no curso, eles aprenderam bem, tiraram notas boas, mas a Bíblia fala assim, "que Deus deu", então como que fica isso?
"E Daniel tornou-se entendido em todas as visões e em todos os sonhos", agora isso aqui é muito significativo, vocês já sabem o que vai acontecer no capítulo 2, mas é muito significativo porque é justamente essa área de perito, de conhecimento especial dos babilônios,
eles sabiam muito sobre isso, eles passaram a fazer parte de um grupo que era considerado assim os magos, eles aprendiam coisas, então eles tinham muita relação com magia, com coisas sobrenaturais, mas vocês vão ver como que vai ficar o contrato,
o capítulo 2 vai nos mostrar como que funcionavam os outros sábios e como que Daniel agia, Daniel que fez o mesmo curso com eles, e eu só queria assim, colocar só uma coisa que eu tenho pensado bastante, a gente sempre quer fazer uma aplicação,
nós estamos estudando o tempo do cativeiro, a gente tem mostrado que as profecias tem mais de um cumprimento, por exemplo as profecias sobre Israel tem um cumprimento literal para Israel, mas tem um cumprimento espiritual para a igreja,
então quando você vai lidar com profecias, com o plano de Deus, com os mistérios de Deus, não é uma coisa muito matemática, isso aqui é igual a isso, às vezes eu leio até de pessoas, e são coisas que eu respeito,
mas Watchman E mesmo é uma pessoa que eu aprendi muita coisa com ele, foi um homem que estudou muito, ele mesmo escreveu muitos livros, mas transformaram as palestras dele em livros,
mas ele tinha uma tendência de falar assim, todas as vezes que você lê, qual que é o exemplo, todas as vezes que você lê tal palavra, isso significa isso, e eu parava assim, não sei se a coisa de Deus é tão matemática, quem sou eu para contestar uma coisa que o Watchman E escreveu,
mas assim, eu só estou dando isso como exemplo, até citando o nome dele, para dizer que a gente tem que ter muito cuidado, não foi ele que falou isso, mas eu estou lembrando de um exemplo que às vezes eu paro e penso,
quando você lê arca da aliança no Antigo Testamento, a maioria dos pregadores, dos estudiosos, fala assim, arca da aliança igual a presença de Deus,
então eu chamo isso sim, é uma forma de reduzir, de simplificar, de pegar um símbolo, um ícone, um emblema, e reduzir a presença de Deus, como é que você reduz alguma coisa, a presença de Deus é muito ampla,
mas é um conceito na nossa cabeça, então arca da aliança tem muito significado, tinha os dez mandamentos dentro, era arca da aliança, era um testemunho, era um símbolo de uma condição de Deus estar com o seu povo,
não é que é errado você entender, reino de Deus, reino de Deus sempre fala a respeito de depois que Jesus voltar, não, tem o reino presente e o reino futuro, então mais ou menos isso que estou querendo dizer, que profecias você não pode limitar,
então quando a gente fala sobre o cativeiro, na minha mente, sempre quando eu pensava sobre o paralelo entre a história de Israel e a história da igreja, eu pensava assim, o cativeiro na Babilônia, esse período que estamos estudando, representa um período histórico,
e a gente identifica esse período histórico muito com a idade média, estou colocando a idade média aqui, que é um termo mais histórico, menos pejorativo, mas o que a gente costuma falar é idade escura, idade das trevas,
porque a gente pensa muito na idade média como um tempo de ignorância, até mesmo em áreas de cultura humana, se você pensar na época antes de Cristo, a época dos gregos, a época dos romanos, tinha muito mais brilho na civilização do que na época da idade média,
a idade média foi um tempo de escuridão, de feudalismo, de coisas assim que a gente não associa muita coisa boa com a idade média, e em termos da igreja, foi um tempo, Deus sempre teve seus gigantes, seus homens e mulheres de fé,
tem Francisco de Assis, tem Madame Guion, tem pessoas de muita profundidade, que Deus tinha pérolas tremendas nessa época, mas se você pensar em termos da igreja, a igreja estava no cativeiro, a igreja estava no cativeiro,
poucas pessoas tinham conhecimento da Bíblia, a Bíblia não era um livro aberto, o que se ensinava na igreja era muito ligado a obras, não tinha revelação, não tinha muita coisa à disposição, então foi um período de cativeiro,
mas o que eu queria sugerir é que esse cativeiro não representa só esse período, porque aí você também fala que o cativeiro acabou, nós temos períodos de reforma fora da igreja católica, reforma dentro da igreja católica,
e vem vindo épocas de restauração, onda após onda, eu fui criado, meu pai era um homem que sempre falava da história e sempre falava do que Deus vinha fazendo, então essa ideia de a gente se situar hoje dentro de um momento histórico, eu cresci aprendendo isso,
sempre era uma visão dele, a gente pensar sobre isso, mas o cativeiro não foi apenas um período histórico, mas ele também representa muito esse tempo do fim que nós vamos enfrentar ou já estamos enfrentando hoje.
Então isso é só para a gente ter uma visão, quando nós estamos falando do tempo do cativeiro, nós não estamos falando só sobre um tempo passado, isso já passou, isso já acabou, a igreja, graças a Deus, está restaurada,
porque às vezes a gente olha para a igreja assim, a igreja está restaurada? É isso que a igreja é restaurada? Então nós estamos no cativeiro em muitos sentidos, nós ainda estamos no cativeiro, e a igreja vai passar por um período muito sério de trevas e de luz,
a visão que a bíblia dá dos últimos dias é um período de muita tribulação, de muitas trevas, domínio do anticristo, tudo que é contra Deus, tudo que é contrário a Deus, parece Deus perdendo a batalha,
passando por milênios de histórias para chegar no fim e ver tudo sendo desfeito, tudo que a igreja, que o povo de Deus conquistou sendo desfeito por um governo ante Deus, por uma sociedade ante Deus, nós estamos vendo isso e vamos ver isso mais.
Então eu queria que a gente sentisse esse drama, quando Daniel, esse período do cativeiro, e Ezequiel viveu isso também, Jeremias, eles viveram uma tristeza, Jeremias escreveu lamentações para expressar a tristeza de tudo que Deus tinha feito, séculos,
tirando um povo do Egito, levando para a terra prometida, chegando ao ponto de chegar a Davi, Salomão, fazer uma casa para Deus, toda a história chegou nesse ponto e Jeremias presenciou o Babilônia entrando, destruindo a cidade amada, destruindo o templo, a glória, tem que escrever um livro de lamentações mesmo, porque é terrível.
Então Daniel está vivendo nesse período e eu queria até que vocês pensassem um pouquinho comigo, lembra que nós não temos um registro, mas tudo indica que Daniel e os três amigos eram bem jovens, bem jovens em Daniel 1, bem jovens, e Daniel 2 é quase que a mesma época, é bem logo depois.
Então quando Daniel e os amigos e vários outros foram levados para a Babilônia, eles foram arrancados, a gente tem que pensar nisso, a Bíblia não conta nada sobre os pais, mas a gente tem que imaginar eles sendo arrancados dos seus lares, se eles tinham 16, 17, 18 anos, sei lá quanto, muito jovem ainda.
Então, com toda a probabilidade, eles moravam com os pais, se Daniel, tudo é suposição, mas eu só quero que vocês imaginem um pouco comigo, porque essa história de Daniel ir para aquele terceiro grupo lá e ele ser doutrinado,
toda essa estratégia satânica da Babilônia, que é uma força contrária a Deus, toda essa estratégia, nós vamos pegar esses jovens, talentosos, os que representam o futuro, os futuros líderes de Israel, eles são da nobreza, eles são da realeza,
eles são entendidos, eles têm uma formação, eles são privilegiados, eles não são como qualquer outro jovem de Israel, eles são pessoas em quem a nação de Israel poderia ter esperança, então eles são arrancados do seu lar.
Imagine os pais, se esses 4 jovens, como eu falei, é suposição, tem muitos exemplos na Bíblia de pais ímpios que tinham filhos piedosos, e o inverso também, pais piedosos que tinham filhos que depois não foram fiéis a Deus.
Mas imaginando de onde que Daniel, muito jovem, de onde que ele pegou essa firmeza que ele demonstrou no capítulo 1, de onde que ele adquiriu isso, será que ele não foi da formação?
Então quando a gente pensa nesses jovens, seja qual tenha sido a formação deles, mas é esse medo que eu já passei e continuo passando, e os pais que têm crianças pequenas ainda vão passar, de pensar em filhos que vão passar por todo um sistema.
É educação, mas não é só educação, e Deus não nos chamou para fazer parte de uma bolha, Ele nos chamou para fazer parte disso aqui, nós estamos sendo preparados para enfrentar o tempo do fim.
Então Deus cuidou desses jovens e eles deram um testemunho que é uma coisa que é um marco para todas as gerações. Então é só para vocês sentirem um pouco o drama quando a gente entra nesse capítulo 2 de Daniel.
Então só vou fazer uma menção, eu particularmente gosto muito de ver a cronologia, os fatos, e a Bíblia não é um livro científico, não é um livro histórico no sentido assim, é um livro muito histórico, mas não é história como nós temos hoje, porque a história de hoje como ciência de hoje é tudo muito exato.
Então eu tenho que saber quantos anos, qual idade, qual época, a Bíblia faz algumas menções, então o capítulo 2 começa no segundo ano do reinado de Nabucodonosor.
Então eu só queria levantar uma dúvida que talvez vocês não tiveram, ou se vocês tiveram, mas é uma daquelas dúvidas que eu não tenho exposto, sinto muito, mas a gente não tem uma solução muito clara para isso.
Mas se você lembra do capítulo 1, eles foram levados, até tem um marco histórico, que eles foram levados para Babilônia no terceiro ano do reinado de Joaquim, e aí fala que eles passaram por um período de três anos.
Onde que fala isso? Cinco? É, exatamente, que assim fosse criado por três anos, e depois no versículo 18 fala "al fim dos dias". Quais dias? Os três anos, então o programa foi feito para três anos, e depois no versículo 18 fala "al fim dos dias",
eles fizeram o curso de três anos, no final dos três anos o rei chamou e fez uma avaliação. Aí no capítulo 2 fala "no segundo ano do reinado". Aí você fala assim "bom, se no capítulo 1 falou de três anos, então essa história do capítulo 2 foi antes do final dos três anos".
Aí a gente tem que descobrir, tem as outras pesquisas. No capítulo 1 Nabucodonos ainda não era rei. Quando ele foi, nessa época que ele lutou contra o Egito, são detalhes que talvez para vocês não façam muita diferença e não vai alterar muito a história.
Só para provar que essa história do capítulo 2, sim, deve ter acontecido depois dos três anos. É que no capítulo 1 ele não tinha sido colocado como rei. Nabucodonosor, ele era general no capítulo 1, o pai dele era vivo ainda, e depois tem uma época que ele voltou, que o pai dele tinha morrido e tal.
Então, assim, não dá para a gente encaixar muito certinho, mas a história do capítulo 2 não faria sentido se tivesse acontecido antes, no meio desse período, não faria sentido.
São situações que a Bíblia não faz questão de resolver esses impasses, mas não tem impasse. Aqui, realmente, no capítulo 1 ele não era rei ainda, então a gente não sabe exatamente quanto tempo depois.
Ok, isso é só para a gente pensar nessa questão. Mas vamos lá. A história acontece o seguinte. A primeira parte desse capítulo 2, nós temos poucas personagens, poucas pessoas no Antigo Testamento fora da nação de Israel.
A gente tem algumas informações sobre faraó do Egito, depois tem a história de Esther, que vai também falar sobre alguns personagens da Pérsia, mas Nabucodonosor é uma das pessoas, talvez, fora de Israel, que a gente tem mais histórias sobre ele, que a gente consegue até ver um pouquinho do temperamento dele.
Ele era um cara difícil. Você vai ver aqui nessa história que ele era difícil. Isso é um pouco, talvez, de temperamento, mas isso é um pouco da posição de poder. Ele estava pouco tempo no poder.
Esse é o segundo ano. Ele estava pouco tempo no poder, mas ele já tinha esse sentimento de que tudo que eu quero eu consigo. Então, ele vai pedir uma coisa absurda aqui, que não existe, mas Deus tinha uma grande oportunidade.
No seu esboço eu coloquei a letra "A" com uma grande oportunidade divina. Vai ser uma situação muito assustadora para todos os magos e para Daniel e os amigos dele. Muito assustadora, porque eles foram ameaçados de morte.
Quando você enfrenta uma situação que não tem saída, e ele está pedindo uma coisa absurda, uma coisa impossível, é morte certa, mas era uma oportunidade para Deus.
A gente já sabe o fim da história, então é fácil a gente falar assim "Claro, tem que confiar em Deus, tem que saber que Deus tem um propósito, claro que Deus não ia deixar Daniel na mão, a gente hoje fala assim, mas vá viver essa situação de Daniel lá".
Então, eu acho que eu não vou ler tudo aqui, depois a gente pode pegar alguns versículos, mas vocês conhecem a história, mas vamos só contextualizar.
Nabucodonosor teve um sonho, a história muito parecida com uma outra história na Bíblia, qual é? Essa história aqui de José do Egito, muito, muito semelhante, a diferença que Farol lembrava o sonho dele.
Então, de certa forma, era um pouco mais fácil para José, mas aqui era uma situação impossível, então, ele teve um sonho muito perturbado com o sonho, eu não sei se vocês tiveram alguma experiência semelhante, de você acordar, saber que você sonhou algo muito interessante, muito significativo,
mas não lembrar o que é, talvez você lembre de alguma coisinha, mas ele acordou, a gente não sabe se ele lembrava de algum pedaço, alguma parte, mas ele não lembrava o sonho, mas era um sonho que o tinha deixado muito, muito perturbado.
Então, ele, no meio da noite, versículo 1, no meio da noite, ele não conseguiu dormir mais, não conseguiu dormir mais, e ele, então, como soberano, eu consigo tudo que eu quero, eu consigo tudo que eu quero, é só exigir que eu consigo.
Então, ele mandou chamar, e aqui coloca todas as classificações deles, magos, encantadores, feiticeiros, astrólogos, então, eu li aquele versículo sobre sonhos no capítulo 1, para dizer que Daniel, essa área de sonhos, de astros, isso era uma especialidade deles.
Então, eles tinham, eles tinham aprendizagem, não era uma coisa assim, vou buscar alguma inspiração, eles tinham, com todas as certezas, eles tinham várias coisas, se você ver isso num sonho, hoje tem também bastante estudo sobre isso,
você vai num psicólogo, falar que você sonhou alguma coisa, o psicólogo vai ajudar você a entender o que significa, né, normalmente os psicólogos não vão falar que é uma palavra de Deus, vão falar que é alguma coisa que vem de dentro de você.
Mas você vê que até aqui também, lá na frente, Daniel vai falar assim, então, rei, quando você foi dormir, você estava preocupado com o que ia acontecer, tá, indo lá para frente, versículo 29, estando tu, rei, na tua cama, subiram os teus pensamentos ao que há de ser depois disso.
Então, Daniel não só recebeu a revelação do sonho, mas ele sabia até o que que tinha gerado o sonho. Só que eles, e nesse sentido nós também, porque tanto os pagãos, vamos dizer assim, os egípcios no templo de José, os babilônios, os outros povos ao redor, como o próprio povo de Deus, todos eles entendiam, por isso nós também devemos entender,
lógico que não são todos os sonhos, graças a Deus, tem sonhos que é melhor não ter um significado, mas eles entendiam que Deus podia falar por meio dos sonhos.
Então, ele não só queria lembrar o sonho, não só queria ter uma ideia do que que era o sonho, mas ele entendia que era algo que ele precisava saber, era uma mensagem para ele, era uma mensagem, ele tinha perdido a mensagem.
Era aquela sensação assim, eu recebi uma resposta, veio algo que respondeu umas indagações, ele está no começo do reinado dele, ele já está pensando o que que vem depois, o que que vai acontecer depois de mim, o que que, a gente não sabe, qualquer visão que ele tinha do futuro, mas ele tinha essa ideia assim de que eu quero saber, eu quero saber o que que vem depois.
E ele recebeu, estava assim, veio e escorregou e saiu assim, então ele acordou, tinha uma resposta, mas fugiu, então ele chamou todos esses astrólogos e encantadores e tal.
Agora, por que esse Daniel, aí tem várias coisas que a gente não sabe, por que Daniel não estava nesse grupo?
Daniel tinha feito o curso, ele estava no estágio ainda, não foi considerado ainda que era uma pessoa à altura de estar na presença do rei, não sei, Daniel e os amigos dele não foram chamados, não estavam presentes, mas eles vieram se apresentaram diante do rei, e esse lhes disse, tive um sonho que perturbe o meu espírito, que era saber o que significa.
E aí, no versículo 4, eles falam, olha como assim, ao mesmo tempo eles eram realistas, em nenhum momento eles deram alguma esperança de que eles pudessem descobrir o sonho que ele esqueceu, mas por outro lado, se tivesse o sonho, e aí que entra pra mim a soberania de Deus.
Por que Deus permitiu que Nabucodonosor esquecesse o sonho? Porque se ele não tivesse esquecido o sonho, eles eram muito seguros, eles eram doutores em interpretação de sonhos, então se eles tivessem ouvido o sonho, eles falaram, dizem o sonho no versículo 4 e nós daremos a interpretação, pode deixar, a gente sabe.
E aí que Deus queria confundi-los, queria deixá-los realmente assim, nessa base de impotência, incapacidade, e o rei não tinha nem um pouco de paciência, né?
Ele falou assim, olha, eu já tomei uma decisão, se vocês contarem o sonho e a interpretação, vocês vão receber muitas honras, muitas riquezas, vocês vão receber muita recompensa, mas se vocês não conseguirem, vocês vão morrer, suas famílias, suas casas, assim, vão destruir tudo.
Imagina assim, você agindo debaixo de uma pressãozinha, ou você descobre o sonho, ou você vai morrer, dá um pouquinho de pressão, né?
Então, se não me fizer de saber o sonho e tal, aí eles respondem de novo, não rei, faça isso com a gente, não, isso é absurdo, não fica brincando conosco, fala o sonho, eles repetiram, fala o sonho e a gente interpreta, e aí o rei ficou muito mais bravo, né?
Versículo 8, eu percebo que vocês estão querendo ganhar tempo, mas você já sabe que a minha palavra é irrevogável, eu já tomei uma decisão e não vai voltar atrás, se não me fizer saber o sonho, aí vai ter essa sentença.
Tem um lugar que fala assim, final do versículo 9, portanto, dizem-me o sonho, isso aqui é uma coisa interessante, porque ele está dizendo, até algumas pessoas especulam, mas eu acho que não é, algumas pessoas especulam que ele não esqueceu o sonho, que ele estava colocando isso como prova, aí eu não acho.
Eu acho que ele pode, ele lembrava o suficiente, ou quando Daniel contou, aí trouxe a memória, mas ele sabia dizer que era o sonho que ele tinha sonhado, agora se ele lembrava de alguma coisa, alguma parte, eu não sei, mas ele está dizendo o versículo 9, vocês precisam me dizer o sonho para que eu saiba que você é capaz de me dar interpretação.
Eu não estou querendo apenas essa capacidade que vocês falam que tem para interpretar, vocês vão ter que me dizer o sonho, porque aí sim eu vou saber que você tem capacidade também de interpretar.
Aí versículo 10, gente, versículo 10 são essas situações que eu falo assim, que é uma oportunidade para Deus, todo mundo lembra daquela história do Titanic, quando eles falam assim, nem Deus pode afundar esse navio, ai ai ai, quando falam um negócio desses já, e quando eles falaram versículo 10, eles falaram assim, não há ninguém,
olha, a nata, os caras mais entendidos, os tops dos tops, dos que sabiam de sonhos, o melhor que o mundo tinha para oferecer, eles estão confessando, eles estão declarando, não existe uma pessoa na face da terra que possa fazer isso que o senhor está pedindo.
Não há ninguém sobre a terra que possa declarar a palavra ao rei, e ai eles dão uma, meio que contra o próprio rei, porque, rei, também não teve nenhum rei até hoje que fez um pedido tão absurdo como esse.
Se eles queriam ver o rei bravo, essa era uma hora assim, de realmente, eles ficaram, ele ficou muito, muito ofendido com isso, ele dizia assim, não existe nem um rei, senhor ou dominador que requer tal coisa assim, isso é uma coisa absurda, você não pode pedir isso, isso é uma coisa absurda.
Versículo 11, por quanto a coisa que o rei requer, é difícil, vamos traduzir assim, é impossível, e ninguém há, eles repetem, ninguém há que possa declarar diante do rei, se não os deuses, então eles estão reconhecendo, tem que ser sobrenatural.
Só que mesmo no sobrenatural, eles estão dizendo que o sobrenatural não é acessível, e gente, isso pra hoje seria muito comum, hoje os sábios não iam falar dos deuses, mas eles simplesmente iriam dizer, isso é impossível, isso não tem, nenhuma capacidade humana não existe isso,
não existe um curso, não existe um segredo, não existe uma fórmula que consiga trazer isso, mas eles estavam dizendo que tudo bem, os deuses conseguem ver esse segredo, mas não tem comunicação, então não tem ninguém na terra, ninguém na terra que é capaz de fazer isso,
e também não há comunicação, se os deuses sabem, mas os deuses não vão revelar, porque eles falam assim, se não os deuses cuja morada não é com os homens, e nós sabemos pela Bíblia que tem um deus que tem morada com os homens, tem um deus que se comunica com os homens,
então isso tudo é assim, é um desafio, é um desafio, como o outro desafio que a gente tem na Bíblia é Golias, chegou assim, eu desafio, ninguém pode me enfrentar, então essas coisas são muito fortes, e como eu já disse, nós vamos ver isso cada vez mais, já estamos vendo,
há muitos desafios, tem os desafios no nível natural, o Irã por exemplo falando que vai conseguir a bomba atômica, e o outro que eu não sei se está falando por Deus ou falando por si, que você não vai conseguir a bomba atômica,
e eu fico pensando assim, essas coisas humanas, essas coisas humanas, como que isso é, como que Deus encara, mas o que eu quero dizer assim, pensando nesse tempo de cativeiro, como realmente assim, o tempo do fim, Nabucodonosor é uma espécie assim de figura do anticristo,
ele é um, ele é alguém, ele é o chefe de Babilônia, Babilônia é símbolo, a Bíblia inteira do sistema que é o adversário, é o inimigo, é o concorrente, é o que está desafiando Jerusalém, então Deus permitiu, mas Ele destruiu Jerusalém, Ele arrasou Jerusalém,
então eu estou tentando recriar esse drama para vocês pensarem assim, o que você faria no lugar de Daniel, além de pensar, então deixa só eu ir um pouquinho adiante, versículo 12,
"O rei muito se irou, enfureceu e ordenou que matassem a todos os sábios de Babilônia, saiu o decreto e aí foram buscar Daniel." Então Daniel, ele está nesse grupo que estava sendo sujeitado a uma lavagem cerebral,
a uma tentativa de apagar tudo que ele tinha de Deus e de implantar nele o sistema contrário a Deus, então e Daniel, que depois a gente vê assim que ele tinha muita noção da história, do que isso significava,
ele não era uma pessoa ignorante, ele não era uma pessoa que estava alheio a essas coisas, Daniel, ele podia facilmente ter pensado, "Poxa, mas que momento que a gente está vivendo, acabou Jerusalém, esse homem, toda essa potência de Babilônia, eles ganharam,
nós estamos tudo bem, é por causa dos nossos pecados, mas é um período em que ele poderia pensar, não tem mais solução, não tem, o que eu vou fazer, acho que nós vamos morrer mesmo, acho que nós vamos morrer."
Então eu quero focar hoje nessa atitude de Daniel e eu sei que é uma coisa muito difícil, acho que todos nós lutamos com esse senso de destino, essa identidade, quem sou eu no plano de Deus?
Não eu, individualmente, porque Deus não está preocupado com Daniel em si, Deus está preocupado com a causa dele, Deus está preocupado com a nação, com a redenção,
Deus tem, assim, eu não preciso muito saber quem eu sou, mas eu preciso ter algo, o que eu quero mostrar para vocês é que, lembra, Daniel, vamos só recapitular o capítulo 1 de novo, tinha 3 coisas,
em duas delas, Daniel não fez nenhuma objeção, mas em uma delas ele falou assim, eu não vou, eu não vou, não vou me contaminar, eu já decidi, não vou, aí ele foi e conversou com o chefe lá,
o chefe até ficou amigo dele, gostava dele, mas o chefe falou assim, não, eu não posso fazer isso, porque aí eu que vou morrer, outra vez Daniel falou assim, só sabe, eu tentei, eu tentei, mas como não deu, vamos nessa, não tem jeito.
Não, Daniel continuou e Deus deu para ele uma estratégia, Deus deu para ele uma estratégia, ele falou assim, bom, eu não consegui com o chefão, eu vou falar agora com o cara que tem que trazer comida para nós,
o cozinheiro, o cara que é responsável, eu vou fazer uma proposta para ele, experimenta a gente 10 dias, aquela história, então, por que que Daniel fez isso?
Porque ele tinha convicção, ele tinha convicção, quem que ensinou para ele, você vai lá para o meio de Babilônia, mas Deus tem um propósito para você, ele não sabia o que ia acontecer com ele,
mas ele sabia que tinha uma linha que ele não podia passar e agora aqui acontece isso, na verdade Daniel não sabe quando chega a ordem que ele vai morrer, ele não sabe dessa história que a gente acabou de contar,
ele não sabe de nada disso, ele só sabe que o rei da Babilônia mandou matar todos os sábios, aí você pode pensar, desespero, tá vendo, nós estamos vivendo numa época de derrota,
derrota, Jerusalém foi destruída, nós fomos para o cativeiro, Deus não está olhando mais para nós, é derrota, acho que eu vou morrer mesmo e aceitar assim passivamente, e olha, Deus deu para Daniel calma e uma estratégia e isso vem de um senso de missão,
isso vem de um senso de identidade, isso vem de uma certeza de que Deus não me colocou aqui à toa, e se a gente realmente entender tudo que veio no capítulo 1, que Deus deu favor, tinha sinais, tinha várias coisas indicando que a mão de Deus está sobre nós,
que Deus não nos abandonou, Deus nos deu favor, Deus deu para ele entendimento, então com a maior calma, então versículo 13 vem o decreto e versículo 14, então Daniel falou, eu não sei se a sua Bíblia tem outra palavra,
falou avisada e prudentemente, ele foi prudente, tem alguma outra palavra, bom senso, ele teve discernimento, ele teve calma, ele não se apavorou, essa é a ideia, e Deus deu para ele assim, peraí, é o cara que saiu para juntar o povo para matar,
não é um amigo dele não, não é um amigo dele não, ele pega esse arioque aí, capitão da guarda do rei que tinha saído para matar, é o executor, é o cara que vai matar, o que vai mandar matar,
então ele pega esse homem e ele pergunta assim, gente, ele é um jovem, ele é um escravo, é um exilado, ele não tem direito de nada, e ele fala assim, eu queria entender um pouquinho, por que você está fazendo isso,
gente, vocês estão entendendo, é muita ousadia, é muita ousadia, mas ele falou assim, peraí, peraí, vamos entender, o que aconteceu, qual que é o seu problema, qual que é o problema do rei, quem sou eu para falar isso,
então ele falou assim, por que você apressa tanto o mandado da parte do rei, e Deus, claro que em tudo isso está Deus, porque o homem podia, cala a boca e vai ali que nós vamos matar todo mundo, ele podia não ter dado nenhum espaço para ele,
mas ele explicou, ele explicou o caso a Daniel, ao que Daniel se apresentou ao rei, outra ousadia, ele falou assim, olha, o rei não me chamou, eu tenho direito de ir na presença do rei, porque eu não estava lá, eu não presenciei, não deu uma chance para mim,
então me leve ao rei, não sei, ele conseguiu uma audiência com o rei, se apresentou ao rei e pediu que ele desse tempo, exatamente o que o rei falou que não queria dar para os outros magos, eu sei que vocês estão ganhando tempo,
por que que ele deu tempo para o Daniel e não deu tempo para os outros, mas claro que tinha uma diferença, que os outros falaram com o rei, é impossível, é absurdo, ninguém pode fazer isso,
e Daniel não, pediu que ele desse tempo para que pudesse dar a interpretação, quer dizer, Daniel tem convicção, não nele, mas ele tem convicção de que Deus pode intervir e fazer o milagre,
gente, isso não vem de autoconfiança, isso não vem de soberba, isso vem de convicção, e nós precisamos buscar muito a Deus para que Deus nos dê nesse tempo do fim uma convicção,
essa convicção não é "eu não vou morrer", não é "eu não vou sofrer", não é isso, Daniel podia morrer, nós vamos ver a história no capítulo 3 que os três amigos falaram assim "ó, se é para morrer na formularia, a gente vai morrer",
então eles não tinham a ideia de que eles não iam morrer, mas eles tinham certeza que Deus os tinha plantado nesse terceiro grupo, eles eram espiões, eles eram representantes do rei dentro do sistema,
os outros, esse grupo 2, estavam vivendo na cultura, mas eles foram lá para a sede do poder e eles tinham convicção, como depois a gente vai ver na história de Esther que ela talvez não tivesse inicialmente, mas com a ajuda de Mordecai,
ela entendeu que Deus a tinha enviado para lá para um tempo como esse, não era à toa que Deus deu a ela a posição de rainha, eu não sei, em português, eu não sei se as pessoas, aquele versículo, tem um versículo,
é bem naquela parte da história de Esther, quando Aman já está tramando o plano e Mordecai manda uma mensagem para ela e fala assim "ó, você tem que ir lá e falar com o rei para reverter isso, não pode ficar",
e ai Esther responde para ele "mas meu primo, isso aqui é perigoso, eu sou rainha, mas eu não posso entrar na presença do rei na hora que eu quero", lembra, a história era assim, se eu chegar na presença do rei e ele não estender o seto para mim, eu morro,
e Mordecai falou com ela "mas você já parou para pensar porque você é rainha?" Deus colocou, e a frase, essa frase, muita gente repete, eu não vejo repetir tanto em português, por isso que eu falo assim,
em inglês, uma frase que parece que ressoa mais, eu não sei, mas a resposta de Mordecai é assim "Deus te colocou no palácio para um tempo como esse", ou seja, é justamente por causa desse período de tempo que Deus tem um propósito para a sua vida,
e eu faço parte desse grupo do TJC2, que é Israel Igreja, e tem uma irmãzinha muito abençoada, é uma judia americana que fez aliar a imigração para Israel, e ela faz parte, é uma das que manda e-mails e tal,
eu tive uma experiência maravilhosa assim, que a primeira vez que eu fui numa reunião lá, eles fizeram uma oração, e eu não conhecia ninguém, quase ninguém do grupo, tinha várias pessoas, não era uma reunião do TJC2, não tinha várias pessoas lá,
e aí eles fizeram, tinha um círculo, estavam falando assim, e eu tinha acabado de entrar nessa responsabilidade aqui, então eu estava pedindo oração, e aí eles a juntaram, e ela é baixinha, mais ou menos assim,
e ela veio atrás e pôs as mãos assim, poucas vezes, eu já tive algumas experiências, mas poucas vezes eu tive uma experiência tão forte, de alguém orando assim, uma voz calma assim, alguém orando assim, e sentindo assim a graça de Deus fluindo, foi uma das experiências fantásticas,
mas eu estou falando tudo isso, porque essa irmãzinha, ela termina todos os e-mails dela, por um tempo como este, ela sempre cita esse texto de Esther, que Deus nos chamou para ser uma testemunha dele,
e Deus nos colocou, Deus vai colocar cada um onde ele quer, como ele quer, mas se Deus nos der alguma influência, algum poder, pode ser financeiramente, pode ser em qualquer lugar, qualquer situação,
Deus nos colocou não à toa, não é para o nosso benefício, não é para a nossa exaltação, e Daniel não usou essa expressão, mas o que eu quero dizer assim, ele tinha que ter uma convicção, senão ele não poderia ter feito o que ele fez,
ele tinha que ter uma convicção de que Deus levou, colocou nesse lugar, Deus nos introduziu, e poderia pensar, eu falei no início da aula assim, pensa nos pais desses moços,
eles devem ter pensado, acabou, nossos filhos foram roubados, foram sequestrados de nós, foram levados para fazer uma lavagem cerebral, e Deus perdeu, Deus perdeu, Deus não perde,
Deus é capaz de preservar no meio ali, Daniel é praticamente o exemplo máximo, a gente tem José no Egito, tem Esther, são os três exemplos, mas Daniel assim é um exemplo fantástico de como ficar no meio desse sistema e não ser contaminado,
então ele pediu para dar um tempo, então ele chegou para o rei, ele conseguiu falar com esse chefe do guarda, ele conseguiu uma audiência com o rei e conseguiu um tempo,
com certeza não foi uma semana e dez dias, foi provavelmente até o dia seguinte, ele não deve ter, aqui não fala, mas não deve ter sido muito tempo, ele conseguiu adiar a sentença do rei provavelmente de um dia para outro,
e o que Daniel faz? Versículo 17, Daniel foi para sua casa e fez saber o caso a Ananias, Misael e Azarias, são os três amigos, aqui está usando os nomes hebraicos,
mas não é maravilhoso e isso é tão importante, no Antigo Testamento ainda tem muita coisa que Deus faz com homens sozinhos e nós sabemos que hoje todo o propósito de Deus não é uma Esther,
não é um Daniel, não é um José, não é um Elias, tudo que Deus fez no passado não é um David, é uma geração, é uma coletividade, Deus fez no passado com pessoas individuais,
mas hoje Ele quer fazer algo e aqui nós temos já uma figura disso, que como foi importante Daniel voltar para casa, falar com os três amigos e os quatro orarem juntos,
os quatro colocaram, é lógico que eles estavam no olho furacão também, porque eles também iam morrer, mas eles tiveram essa união, isso para mim é fundamental,
Deus quer fazer uma grande coisa, Ele quer fazer um povo, Ele quer fazer um exército, Ele quer fazer, mas Deus começa com esse núcleo de dois ou três, nós precisamos disso,
eu vejo assim, Deus preparando pessoas nos últimos dias, mas sempre com esses núcleos, sempre com esses grupos, a família né, família já é um núcleo né, mas mesmo a família assim juntando duas, três famílias,
são coisas que nós precisamos ter muita abertura para Deus, porque Deus quer fazer alianças profundas, isso aqui não é um amigo casual,
isso aqui não é uma ligação, sabe aquelas coisas em grupos de WhatsApp, olhem por mim, é válido, é maravilhoso, tem pessoas que oram juntos, mas isso aqui não é uma coisa casual,
tem alguém que, a gente às vezes assim, se é uma pessoa que a gente não conhece, tem alguém que está em perigo de morte, está assim, você até fica assim "ai Deus que coisa", mas aí você esquece,
não é uma pessoa que faz parte, mas esse aqui são, vocês estão entendendo assim, eu estou querendo falar assim, de uma unidade, de um vínculo, de um relacionamento que é fundamental,
não dá, é um grupo pequeno que está aqui na corte do Rei, mas eles têm que estar unidos, então eu, esse versículo 17 para mim é fundamental né, Ele orar com os três,
versículo 18, para que, porque eles chamam de companheiros, eles eram aliançados, eles eram juntos, para que pedisse misericórdia ao Deus do céu sobre este mistério,
a fim de que Daniel e seus companheiros não perecessem com o resto dos sábios de Babilônia, então eles tinham, e isso, lógico aqui o versículo não fala,
eu não estou querendo dizer que Daniel já tinha uma visão, uma ideia de tudo que Deus tinha para ele, mas tinha algo, eu não consigo enxergar Daniel tendo essa convicção,
ele enfrentou essa situação com a mesma tranquilidade do capítulo 1, não, não tem jeito, não, Deus deu uma estratégia, faz um teste, aqui assim, vai matar todo mundo, não, peraí,
o que que aconteceu, por que que é isso aí, então Deus deu para ele, e ele foi na presença do Rei e falou, me dá um tempo que eu vou dar a interpretação,
e aí se você acha que Daniel tinha algum tipo de autoconfiança, eu vou avançar um pouquinho aqui, porque nosso tempo já está acabando, mas versículo 19 é a resposta,
então foi revelado o mistério a Daniel numa visão de noite, pelo que Daniel louvou Deus do céu, a gente quer ler nas entrelinhas, eu não sei se é, você dormiria ou ficaria acordado?
Agora falou sim visão, porque por um lado você pode falar assim, eles oraram os quatro juntos, Deus está em suas mãos e vamos dormir, pode ser que tenha feito isso,
ou pode ser que ele foi assim, eu vou ficar aqui Deus, até o Senhor me mostrar, eu vou ficar aqui, e Deus passou um vídeo, porque Deus deu a ele uma visão,
ele não foi assim, Daniel foi um negócio de uma estátua, não, ele viu, passou a visão para ele, e aí a primeira coisa que Daniel faz é dar uma, fazer um louvor, fazer um reconhecimento a Deus,
então nós vamos ler agora só esse trecho do louvor dele, e só vou antecipar, domingo que vem a gente vai voltar nesse ponto, mas eu queria mostrar que eu acho que é fundamental entender que hoje nosso foco é Daniel,
e sempre a ideia de interpretação ou de ver Deus falar com a gente pelas Escrituras, Deus pode pegar um detalhe numa história que não é o foco central e pode falar com você, não é que Deus não possa fazer isso,
mas quando você quer realmente a mensagem de Deus, qual é a mensagem de Deus em Daniel 2, nós vamos continuar nisso, como todo mundo quer saber né, é o sonho de Nabucodonosor e a interpretação, claro que esse é o foco,
mas a palavra deu muito na Escritura daqui, deu muitos detalhes para mostrar porque isso é importante, quem é Daniel, porque que ele teve essa certeza e qual foi a atitude dele, então vamos ler o louvor dele de 20 a 23,
"diz-se Daniel, seja bendito o nome de Deus para todos sempre, porque dele é a sabedoria e a força", em alguma aula, em algum momento eu quero parar um pouquinho nessa palavra sabedoria,
que é uma palavra muito usada na Bíblia, principalmente em provérbios né, mas em muitos lugares na Bíblia, então em outro momento, quem sabe até na próxima aula, não sei, em algum momento assim a gente parar para pensar um pouco em sabedoria,
porque sabedoria não é conhecimento, sabedoria não é conhecimento, e a Bíblia fala que o princípio da sabedoria é temor ao Senhor, então sabedoria é exatamente o que Daniel está demonstrando aqui,
o que é sabedoria? É saber o que deve fazer, tem alguma coisa mais sábia do que isso? Você saber o que deve fazer? Essa é a sabedoria, você lê os provérbios todos né, mas se pegar provérbios 1, provérbios 3, provérbios 8,
esse é um capítulo que falam muito assim, você precisa de sabedoria né, Salomão fala assim, com toda a sua ânsia de adquirir coisas, riquezas ou postes ou conhecimento, mas acima de tudo isso, consiga sabedoria, você precisa de sabedoria,
então é isso que, e Daniel tinha sabedoria porque ele recebe, e isso vem de Deus, isso não é uma coisa que você estuda, isso não é uma coisa que você aprende, isso acima de tudo, já estou falando um pouquinho né, sobre o que é sabedoria,
eu só queria fazer uma relação, que anos atrás, um texto, acho que a gente colocou isso em uma das revistas Impact, o filho de Bob Manford né, que é autor da Patrulha de Deus, o filho dele, o Eric,
ele deu uma mensagem muito, muito profunda sobre aquela história de Salomão pedir sabedoria né, e em, são dois relatos né, eu tenho o relato de Crônicas e o relato de Reis,
e no relato de Reis, é a palavra quando Deus aparece para Salomão num sonho e fala assim, pede o que você quiser né, que é aquela, todo mundo gostaria de receber, esse é um sonho que gostaria de receber né, e acordar e lembrar dele né,
na verdade, é um sonho, mas ele falava com Deus no sonho, então era um sonho diferente né, era uma visão, sei lá, mas Deus apareceu para ele e falou assim, peça o que você quiser,
e aí, como nós sabemos, Salomão pediu sabedoria, só que a palavra sabedoria em Reis é um coração que houve, então é algo, a sabedoria é você depender de Deus, na verdade assim, essa história toda mostra que Daniel não tinha,
ele não tinha, ele não falou, vou buscar nos livros mesmo, porque ele não sabia o sonho, então o que ele ia buscar nos livros no curso que ele fez, ele não ia conseguir, então, dele é a sabedoria e a força,
é ele que muda os tempos e as estações, remove Reis, estabelece Reis, esse aqui é o tema do livro todo de Daniel, esse aqui é o que o livro de Daniel vai mostrar, e Daniel já está falando isso, a sabedoria vem de Deus, a soberania é de Deus,
ele que muda os tempos, o que é tempos? Tem fases na nossa vida, assim como tem estações, tem estações de calor, estações de frio, de inverno, de primavera, então, é Deus que muda, Deus que muda, não é uma coisa que eu consiga mudar,
existem épocas na nossa vida que você tem que ser fiel, e está sempre para baixo, sempre as coisas não acontecem, as coisas não se encaixam, e é um tempo, e não significa que você vai ficar nesse tempo para sempre,
mas quem pode mudar isso? Quem pode mudar e de repente agora não é esse tempo mais? Ele que muda os tempos e as estações, ele remove Reis, estabelece Reis, ele dá sabedoria ao sábio,
você tem alguém que tem sabedoria? Veio de Deus, gente, para nós, eu estou assim, sentindo quanto que isso é importante, eu sei que parece muito óbvio, todos nós aqui reconhecemos Deus, todos nós, eu acredito assim,
mas quando você tem uma vitória na sua vida, por mais que você faça graças a Deus, não tem aquele pensamento assim, eu consegui porque eu fui esperto, eu fui forte, eu aguentei, eu perseverei, eu orei, não tem isso,
é um pensamento que ataca a gente o tempo inteiro, de você pensar que é por sua causa, e ele está afirmando, e isso é algo que nós precisamos fazer, você faz uma coisa boa, você, vamos supor, você ora por alguém, essa pessoa é curada,
o que você tem que fazer? Você tem que falar isso, Deus, isso não veio de mim, isso foi o Senhor, esse falar, isso mata o pensamento que vem, e tem que falar muitas vezes, continuamente,
de vez em quando eu capto um pensamento, assim, Deus, perdoa-me por esse pensamento, é uma ação consciente, intencional, de você falar assim, isso não é de mim, isso não é minha conquista, isso não é minha sabedoria,
então, por isso que ele está fazendo, ele dá sabedoria aos sábios, conhecimento aos entendimentos, ele revela o profundo escondido, conhece o que está em trevas, com ele mora luz,
ó Deus de meus pais, eu te lovo e celebro, porque me deste sabedoria e força, agora me fizeses saber o que te pedimos, ele está cheio de regozijo, que eles pediram e Deus deu, na mesma noite, Deus deu para eles, agora me fizeses saber o que te pedimos,
porque nos fizeses saber esse assunto do Rei, então, nós vamos voltar, nós vamos continuar, mas eu só queria ir mais um pouquinho, só para ler, para completar essa ideia da atitude de Daniel,
então, ele vai, ele fala com Arioque, Arioque, olha só, assim, só uma entrelinha, versículo 25, Arioque depressa introduziu Daniel na presença do Rei, e Arioque, ele não dá crédito nenhum para Daniel, ele fala assim, eu achei um exilado, eu salvei o Senhor,
essa é a atitude, assim, das pessoas, assim, que querem ganhar glória, eu achei um dentre os filhos dos cativos de Judaco Alfará saber ao Rei a interpretação, e no versículo 26, o Rei então pergunta,
podes tu fazer-me saber o sonho que tive e a sua interpretação, e aí Daniel responde, então, olha essa resposta que ele fala para o Rei, e isso é semelhante a José, José lá no Egito, ele fez a mesma coisa,
ele falou assim, olha, não sou eu, isso é Deus que revela, tem um Deus que é superior aos deuses que vocês têm, não é esse Deus de vocês, mas tem um Deus que fala, tem um Deus que habita com os homens, sim,
e aí ele fala, o mistério que o Rei requer, nem sábios, nem encantadores, nem magos, nem adivinhos, podem descobrir o Rei, aí você pode pensar, então, ele está dizendo, eu sou um cara à parte, mas ele vai resolver essa questão também,
mas há um Deus nos céus o qual revela mistérios, ele faz saber, o Rei Nabucodonosor, o que há de ser no fim dos dias, então, ele aqui mostra que é Deus que revela, e que é Deus que queria falar com Nabucodonosor,
versículo 30, no 29 ele também fala, você estava na cama, e você estava pensando, e aquele que revela mistérios te faz saber o que há de ser, então, isso é outra coisa, Deus não dá esse poder simplesmente para a gente sair ostentando,
Deus deu essa revelação para Daniel que ele tinha um propósito de revelar para o Rei Nabucodonosor, é uma coisa específica, eu acredito que Deus levante profetas, pessoas que tem muitas revelações,
Deus levanta pessoas com dono de cura, Deus usa as pessoas dentro de determinados donos, mas o que a gente precisa saber é que o dono nunca é nosso, Deus nunca faz as coisas porque eu tenho dono e eu tenho capacidade de fazer, nem que seja uma capacidade de Deus,
tenho um objetivo, mas agora aqui, versículo 30, a gente termina aqui, quanto a mim, ele vai reforçar, ele já falou que foi Deus que revelou, que Deus estava respondendo a uma espécie de pedido que Nabucodonosor fez,
mas aí ele fala assim, ele já tinha falado assim, nem o mago pode revelar, agora ele vai fazer assim, mas eu, eu sou alguma pessoa diferente, eu sou melhor do que os outros magos? Não, quanto a mim, me foi revelado esse mistério, não porque eu tenha mais sabedoria do que todos os viventes,
mas para que a interpretação se visesse saber o rei, para que ele entendesse os pensamentos do teu coração, então ele coloca bem assim, eu não sou melhor do que os outros, mas o que ele tinha diferente, ele tinha uma coisa diferente, era essa atitude do coração,
a verdadeira sabedoria é saber que você não sabe, essa é a verdadeira sabedoria, eu sei que eu não sei e eu posso buscar isso de Deus, mas eu tenho muita convicção no plano de Deus, não só na capacidade de Deus, é outra coisa que eu acho que ninguém tem muita dúvida,
só se vem alguma dúvida no nosso coração, mas quando você pede uma cura, uma coisa impossível, sua dúvida se Deus pode, não é se Deus pode, a dúvida é se Deus quer, se você merece, se Deus vai responder sua oração,
a nossa dúvida é dentro da nossa situação, quem sou eu, e aí a gente tem que saber, não é para mim, isso libera a gente, não é para mim, Deus, eu quero estar dentro da minha identidade,
minha identidade é ser um representante teu, que o senhor possa fazer no meio de uma geração e até mesmo das autoridades, que Deus possa fazer algo que vai glorificar o nome dele, então nós vamos falar mais sobre isso, vamos dar continuidade,
Senhor, nós nos sentimos tão pequenos diante disso, tão distantes de uma vida de identidade, de uma vida de convicção, de uma certeza, ó Deus, mas nós cremos que hoje, indiferentemente da nossa capacidade,
da nossa, quem nós somos individualmente, mas o Senhor também tem uma intenção nos nossos dias de demonstrar para as potestades, para demonstrar diante de um mundo que é contra o Senhor, o Senhor quer demonstrar quem o Senhor é,
que nós possamos estar à tua disposição, como Daniel esteve, que nós possamos ter essa certeza e essa convicção de que o Senhor não só pode, mas o Senhor quer revelar, manifestar para autoridades grandes e pequenas aquilo que o Senhor realmente é,
Senhor, dá-nos a sabedoria de Daniel, pedimos em nome de Jesus, amém.

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