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Aula 12 – Vol.32 – Primeiro, o altar

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17/10/21 – Esdras 3 – Baixardo áudio.

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Transcrição · gerada automaticamente

Vamos continuar hoje em Esdras, capítulo 3. Estamos vendo, estamos continuando da semana passada, da aula passada, estamos continuando nesses primeiros passos.
Esdras 3 começa o relato do que os exilados, do que o povo remanescente, o povo que voltou da Babilônia, o que eles fizeram logo que chegaram na terra de Israel.
Logo que voltaram da Babilônia, com certeza eles foram se estabelecer, aqui não dá detalhes sobre isso, mas eles foram, cada um morar na sua cidade, de onde vinha, de onde vieram seus pais.
Eles foram se estabelecer, mas não tem nenhuma ênfase, não tem nenhum foco naquilo que eles fizeram para edificar a própria casa, para se estabelecer.
Todo o foco desse relato e realmente da vida deles foi começar a dar passos para restaurar a casa de Deus.
A casa de Deus foi o centro da proclamação de Ciro, foi o centro do convite, da proclamação para quem queria voltar da Babilônia.
A ideia era quem quer voltar e construir a casa de Deus, então realmente o foco da restauração é a restauração da casa de Deus.
Então nós vamos continuar hoje, nosso foco é o altar, porque de tudo que nós vimos na última aula sobre o tempo certo, que era o sétimo mês,
eles estavam todos unidos em sincronia, em uníssono, era uma unidade muito maravilhosa, mas o que eles foram fazer realmente foi restaurar, reedificar o altar.
Então vamos orar para que o senhor nos dê entendimento, o que seria restaurar o altar para nós nos dias de hoje.
Senhor, nós queremos realmente ver a restauração, estamos ansiosos, sabemos que tem várias medidas, as coisas hoje não são tão facilmente delineadas.
Se nós estamos em Babilônia, se já houve alguns retornos, se já houve algumas etapas de restauração, vemos a obra de restauração ao longo da história,
sempre voltando, sempre procurando restaurar aquilo que foi perdido, mas entendemos que há também um retorno histórico,
um momento no teu plano em que o teu povo vai voltar mesmo da Babilônia, em que o senhor vai nos levar para o lugar certo, esse lugar que Jerusalém representa,
e também, literalmente, que o senhor, como aconteceu já no século XX, Jerusalém voltando a ser um lugar importante na terra de Israel, sendo capital, sendo um lugar onde o senhor tem algo a cumprir,
é fascinante ver como o senhor está paralelamente trabalhando com o povo de Israel, com a nação, com o povo judeu e também trabalhando com a igreja e um dia unindo tudo isso em um só propósito para o senhor estabelecer teu reino.
E nós vemos a importância, queremos entender melhor a importância do altar, pedimos, ó Deus, com nosso coração desejoso, sempre falamos de altar, ouvimos falar do altar, lemos sobre o altar,
mas queremos entender melhor como seria essa restauração, por que eles não tinham o altar na Babilônia e por que agora esse altar pôde ser restaurado.
Pedimos luz, entendimento e direção para que nós possamos ver esse altar plenamente restaurado em nossos dias, pedimos em nome de Jesus, amém.
Ok, então só relembrando em Estras 3, versículo 2, no versículo 1 fala do sétimo mês, fala que todos se reuniram como um só homem, no versículo 2 fala do sacerdócio,
eu estou deixando essa folha aqui para a gente lembrar desses quatro aspectos, desses primeiros passos da restauração, de que tinha um tempo dos 70 anos de cativeiro,
que finaram os 70 anos e voltaram, chegou a hora de voltar, então isso já era um tempo determinado por Deus, mas agora também, depois que voltaram, depois que se cumpriram os 70 anos,
quando chegaram em Israel, não sabemos em que mês que eles chegaram lá, mas quando chegaram em Israel, quando chegou o sétimo mês, provavelmente eles chegaram depois do terceiro mês,
seria a época da festa de Pentecoste, então provavelmente eles chegaram em Israel depois das primeiras quatro festas, as festas de Páscoa e Pães Asmos e Primíces,
a festa de Pentecoste no terceiro mês, então quando eles chegaram em Israel, a primeira data marcada no calendário de Deus foram as festas do sétimo mês,
então chegou o sétimo mês, eles estavam na metade da construção da casa própria, se eles nem tinham começado a construir,
se as coisas deles ainda estavam tudo sem organização, sem definição, sem resolução, eles largaram tudo e foram como um só homem para Jerusalém,
então o sétimo mês como um só homem, eles estavam com o centro certo, eles estavam com o tempo certo de Deus, mas aí chegando em Jerusalém,
o que é que eles podiam fazer? Porque todas as festas, todas as datas que Deus determinou no calendário do ano, dependiam de ir a Jerusalém,
bom eles já estão na terra, então tem a cidade de Jerusalém, mas na cidade de Jerusalém eles tinham que ir ao templo, a casa de Deus,
era lá que toda a celebração de todas as festas dependia de ter uma casa, de ter a casa de Deus, o templo, de ter um lugar para oferecer os sacrifícios,
então eles chegaram lá como um só homem, estavam em Jerusalém, mas não tinha nada, não tinha casa, não tinha nada, então a primeira coisa que eles foram restaurar foi o altar,
e como eu mencionei, pode ter sido um altar provisório, aqui não fala, porque no primeiro dia do sétimo mês, quando eles estavam lá já em Jerusalém,
se chegaram um dia ou dois antes, a gente não sabe, mas no primeiro dia do sétimo mês, que era já uma data marcada, a festa das trombetas,
eles já restauraram o altar e já começaram a oferecer sacrifícios, então isso é muito significativo, nosso tema hoje é primeiro altar,
e como eu mencionei na última aula, esse tema é algo importante na minha vida, meu pai ensinava isso, tenho essa folha dos anos 80,
quando foi dado uma palavra exatamente sobre esta parte que estamos estudando, e falando sobre esse aspecto, que o altar era a primeira coisa a ser restaurada, e desde aquela época,
desde antes disso, em toda a história, mas na minha história, desde sempre eu ouço isso, que o altar é de importância central, o altar é o ponto inicial, é o fundamento,
então primeiro o altar, e eu também sempre fui criado, desde novo, com essa ideia de restauração, de que as coisas como estão hoje, não estão do jeito que Deus ordenou,
não estão do jeito que Deus instituiu, nós estamos realmente longe do padrão, longe do jeito que Deus queria, longe de ter a presença de Deus, longe de ter a igreja como Deus quer,
ter uma casa para presença de Deus, e que nós precisamos de restauração, então essas coisas correm nas minhas veias, como meu DNA espiritual, entendendo que algo precisa acontecer,
estamos ansiosos, sabemos que tem medidas, tem aspectos, nós não podemos dizer que Deus não restaurou nada, desde séculos passados, especialmente no século XX,
houve muitos movimentos de restauração, muitas igrejas, muitos líderes, muitos movimentos falavam de restauração, oravam por restauração, então a gente às vezes tem dificuldade de dizer,
mas houve restauração mesmo? Em que ponto nós estamos? Será que ainda estamos na Babilônia? Será que o altar até hoje não foi restaurado? E a gente não pode dizer que nada foi restaurado,
muitas coisas, tem batismo e espírito santo, dons do espírito, ênfase em oração, ênfase em unidade, só que muitas coisas têm sido proclamadas, muitas coisas têm sido ensinadas,
mas ainda pouca coisa podemos dizer que realmente houve uma restauração a ponto de dizer assim, pronto, essa parte já está funcionando, e na verdade a vida espiritual pessoalmente,
individualmente e também como igreja é uma história contínua de restauração, se olhar na história do tempo do reino dividido, depois de Davi e Salomão,
que o reino foi dividido antes do cativeiro, era um sobe e desce, era alguns tempos, alguns momentos o povo estava servindo, adorando a Deus, andando nos seus caminhos,
depois se afastavam, mais ou menos aquele padrão do livro de Juízes, se afastando, voltando, se afastando, voltando, então a história da igreja também é assim,
mas nós queremos ver o que significa essa restauração do altar, e eu queria mostrar mais uma vez, citamos isso na última aula, mas no versículo 2 nós vemos que nós temos dois líderes principais,
geralmente vem Zorobabel antes, o descendente de Davi, representando o governo, representando a administração, o governo do povo de Deus, e tem Jesus, o sacerdote, representando o sacerdócio,
então nós temos esses dois aspectos, Deus sempre queria que houvesse uma separação, não uma pessoa exercendo governo e sacerdócio,
hoje na igreja essa linha de separação não fica tão clara porque Deus não exigiu que pessoas que são pastores ou líderes não sejam sacerdotes, na verdade todos devem ser sacerdotes,
então a gente não tem uma separação, tem essas pessoas que são sacerdotes, e tem essas pessoas que são do governo da igreja, da liderança da igreja,
mas na verdade essas duas funções, esses dois aspectos são aspectos diferentes e com toda certeza Deus usa algumas pessoas com mais função, com mais foco no ministério de sacerdócio ao Senhor,
de ministrar ao Senhor, de buscar a presença de Deus e outras pessoas são usadas mais para cuidar, nós vamos falar sobre isso também daqui a pouco falando sobre o altar,
nós vamos mostrar isso, mas nesse momento, nesse primeiro passo da restauração é significativo que o primeiro, o que se destaca mais, o que tinha mais papel de iniciativa aqui na restauração não foi Zorobabel,
versículo 2 coloca Jesus, filho de Josadaque e seus irmãos, os sacerdotes, Zorobabel também participa, ele estava junto, ele não é alguém que não,
esse aqui não tem a ver comigo, eu não faço parte, ele faz parte, mas ele não é o que está em maior destaque aqui,
e isso é muito importante porque a igreja precisa ter uma proatividade, ela precisa ter uma ação de destaque, uma ação que realmente aparece,
ouvi os profetas, ouvi aqueles que estão na presença do Senhor, a igreja tem estado assim como a história de Israel durante esse tempo dos reis,
às vezes falava do sacerdote, mas o sacerdote não aparecia muito, daí apareciam às vezes os profetas que tem um papel muito semelhante por ouvirem de Deus,
mas no tempo dos reis, o rei determinava se ele não queria ouvir o sacerdote, ele não ouvia, ele que tinha a palavra final, e esse não é o governo de Deus,
o governo de Deus, o reino de Deus é quando o povo todo é governado por Deus, Deus fala, a casa de Deus é o lugar onde Deus vem ao nosso encontro,
e para isso esse primeiro passo, esse primeiro aspecto da restauração é o altar com liderança, com iniciativa dos sacerdotes,
então isso é um ponto acho que de grande relevância para entendermos aqui, então temos aqui que o altar é a prioridade certa e o sacerdócio à frente,
esse aqui é resumido, eu coloquei assim o sacerdócio à frente, o sacerdócio não pode assumir o governo, é uma coisa muito fina como Deus fez,
é assim como esse princípio que todos falam até hoje, a separação entre igreja e estado, dentro do nosso sistema atual das coisas ainda não houve
a restauração do reino de Deus em plenitude, o governo não pode, não deve, muitas vezes faz isso, mas o governo não deve interferir com a igreja,
na verdade nós estamos falando sobre a sociedade civil e Deus, isso aqui é mais assim uma questão de governo do povo de Deus,
então nos dias de hoje seria a igreja, uma nação como o Brasil, Argentina, França, algum país, nunca é como a nação de Israel,
a nação de Israel era naquele tempo, hoje não, era naquele tempo uma teocracia, era o povo de Deus, era onde Deus governava,
hoje Israel tem um propósito no plano de Deus, mas Israel hoje é uma nação, talvez a gente não possa falar como qualquer outra,
porque existe um destino, existe um chamamento, existe algo que Deus controla todas as nações, Deus põe reis e tira reis,
Ele estabelece, mas Deus tem no plano Dele, Ele tem um interesse, Ele tem um foco especial em Israel,
porque lá é um palco para os acontecimentos dos últimos dias e para a volta de Jesus e para o estabelecimento do reino de Deus,
então Israel pode não ser uma nação exatamente como qualquer outra nesse sentido de destino,
mas hoje Israel é uma democracia, tem problemas sérios, tem imoralidade, tem governos corruptos,
tem os problemas que todas as outras nações têm, então quando nós como pessoas que amamos propósitos de Deus,
quando nós oramos por Israel, quando nós apoiamos o direito de Israel existir, nós nunca devemos misturar as coisas,
o governo atual de Israel não representa a vontade de Deus como se tudo que Israel fizesse
ou um governante de Israel fizesse e representasse a vontade de Deus, ok?
Mas voltando aqui, a ideia realmente é que não se misture, que não haja interferência entre a Igreja e o Estado,
isso é mais ou menos para a gente entender, mas o que Deus planejou é que houvesse uma harmonia
entre o sacerdócio e o governo da descendência de Davi, Jesus reúne tudo, Jesus é sacerdote, é rei, é profeta, Jesus é tudo,
mas nenhum homem, nenhum homem, nenhum sistema, nenhum apóstolo, nenhum bispo, nenhum papa,
ninguém consegue reunir em si mesmo todos os dons, ninguém consegue ter um sacerdócio verdadeiro de ouvir de Deus,
de representar a vontade de Deus na terra e ao mesmo tempo ser capaz de governar, de cuidar, de resolver as questões,
nós vamos ver que até na Igreja primitiva eles realmente entendiam isso, mas há momentos em que o sacerdócio,
aqueles que se dedicam ao sacerdócio, ao ouvir de Deus, tem momentos em que eles devem ter realmente a iniciativa, a primazia,
então esse foi um momento assim. Então eles restauraram, versículo 2, és das 3.2, eles começaram a edificar o altar do Deus de Israel,
mas eles já fizeram a partir do versículo 6, desde o primeiro dia do 7º mês, começaram a oferecer holocaustos ao Senhor.
Então hoje nós queremos parar um pouquinho nesse ponto e pensar sobre o significado do altar.
Então aqui tem alguns pontos, lá nos anos acho que foi 79, por aí 80, meu irmão Haroldo fez um seminário que nós estávamos fazendo em Rubiataba,
estado de Goiás, nós estávamos fazendo um seminário e Haroldo deu um estudo muito completo sobre o altar.
Nós temos uma apostila até hoje que chama "O Altar na Bíblia" e é uma apostila bem grande, então tem muita coisa sobre o altar na Bíblia.
Então evidentemente hoje eu só vou dar uma pincelada muito rápida, só quero chamar a atenção para a importância, a centralidade do altar.
Eu quero dar uma pequena visão e na busca de entender realmente o que isso significa, porque no livro de Hebreus, na Nova Aliança,
nós lemos que todas as coisas que tinha na primeira aliança, na aliança antiga que Deus estabeleceu, principalmente através de Moisés,
com todas as revelações do Tabernáculo, as leis, os sacrifícios, os mandamentos e tudo, então tudo que Deus deu ali de acordo com o livro de Hebreus é uma sombra,
não é a realidade, é algo que aponta para algo que é real. Deus mostrou para Moisés, deu a ele uma visão do que era o santuário no céu
e Moisés recebeu aquela visão, aquela planta e deu as instruções para que as pessoas, os artesãos, os construtores, fizessem tudo de acordo com o padrão que ele recebeu.
Então tudo que eles fizeram no Tabernáculo foi para apontar para uma realidade maior, mas vamos dar um breve panorama na Bíblia para a gente pensar até sobre como era importante.
Então a partir de Gênesis 4 não fala especificamente altar, mas fala de Caim e Abel oferecendo, trazendo ofertas para o Senhor e com certeza era algum tipo de altar.
Então Gênesis 4, primeira coisa a observar, não tinha altar no jardim do Éden, então o altar ele começa e é a primeira coisa que fala.
Adão e Eva depois do pecado foram expulsos do jardim e aí Eva teve o primeiro filho Caim, depois teve o segundo filho Abel e os dois foram crescendo e foram desenvolvendo suas vocações diferentes.
Mas o primeiro episódio, a primeira coisa que conta a respeito da vida deles, depois de sair do jardim do Éden, esses filhos que cresceram, é a respeito da oferta que eles trouxeram para o Senhor.
E aí temos aquela história que depois acaba resultando na morte de Abel. Então nós temos, não tinha altar no jardim do Éden.
Então isso assim desde o início a gente já faz uma relação muito importante que é vários significados, várias simbologias, mas o altar era um ponto de contato com Deus, era um ponto de contato com Deus.
Geralmente nós começamos pensando o altar é um lugar de sacrifício, é um lugar que resolve problema de pecado, mas olha só, o primeiro não fala, lembra, não fala, não usa a palavra altar aqui em Gênesis 4, mas a ideia está ali que eles levaram uma oferta, chegou, eles queriam oferecer algo a Deus.
Então eu queria assim, sempre a primeira ocasião, a primeira menção de algo na Bíblia sempre tem um significado especial.
Então eu quero chamar a atenção, não diminuindo o aspecto, que o altar era um lugar de sacrifício, então não tem, o altar tinha esse objetivo, é um lugar de sacrifício, podia ser um monte de pedras, uma coisa muito simples, muito primitivo, mas era um lugar de sacrifício.
Então claro que nós não podemos ignorar que o altar é esse lugar onde o animal era morto, era um lugar de derramamento de sangue, é claro que isso é um aspecto central do altar, mas ao mesmo tempo não devemos nos esquecer que a primeira menção de altar não era que cada um estava dizendo
"Deus, eu peguei um monte e eu quero expiação dos meus pecados", não menciona pecado nesse primeiro histórico sobre o altar, cada um, Caim e Abel, cada um estava levando, estava trazendo para Deus um presente.
Então esse sentido do altar ser um lugar de presente, de oferecer algo que agradasse a Deus, e aí o problema foi que Deus se agradou de um presente e não se agradou do outro.
Então a ideia era, eu quero levar um presente para Deus, eu quero agradá-lo, a gente tem e a gente não sabe, a Bíblia não explica muito o que eles sabiam sobre Deus, o que eles sabiam sobre agradar a Deus,
e nós temos muita contaminação como ideia, tanto assim do primeiro testamento que fala muito sobre pecado, fala muito sobre sangue, fala muito sobre sacrifício de animais,
e nós temos essa ideia também que vem um pouco até do paganismo de que Deus, o nosso Deus, como outros deuses, é alguém que precisa ser aplacado, Deus está muito bravo conosco, Deus fica irado porque a gente vive pecando,
então a gente tem que chegar e trazer algo para aplacar a ira dele, e embora tudo tenha um fundo, é claro que tem o aspecto do pecado, é claro que Deus não gosta do pecado,
mas é muito importante a gente entender que o altar na Bíblia vai muito além esse aspecto de um sacrifício, o altar ser um lugar onde a gente tem que chegar a Deus,
eu sei que o Senhor mal consegue ficar perto de mim porque eu devo feder muito, o meu pecado fede, o meu pecado afasta o Senhor de mim,
então eu chego com sangue, chegamos sempre pedindo perdão pelos nossos pecados e é claro que, como eu falei, o altar é um lugar de sacrifício sim, é um lugar de sangue,
mas nós precisamos entender que o altar realmente é um lugar de fazer um presente a Deus, então, olha só, nós temos as primeiras menções de altar no livro de Gênesis,
nós temos as ofertas de Caim a Bel que não tratavam de pecado, tratavam de como agradar a Deus e Deus estava querendo mostrar, eu gosto desse tipo de presente, eu não gosto desse outro, só que Caim ficou ofendido,
depois nós temos o altar de Noé que está lá em Gênesis 8, depois do dilúvio, não fala de altares em outros momentos, de Enoch ou Noé, não temos relato de outros altares,
mas depois do dilúvio, depois do dilúvio, Noé saiu da arca, a primeira coisa que ele fez foi edificar um altar e oferecer um presente a Deus e lá fala que Deus sentiu o cheiro suave e falou não vou mais fazer isso outra vez,
não vou destruir o mundo todo com água como eu fiz dessa vez, então outra vez isso não se tratava de pecado, Noé não estava fazendo um altar porque ele estava muito preocupado com o pecado e eu preciso já limpar minha barra com Deus,
a ideia não era essa que nós temos pecado, que nós precisamos do perdão de Deus continuamente, isso é verdade, mas o altar, a segunda menção do altar também não era um foco em pecado,
Deus fala, apesar que a imaginação do homem é má continuamente, ele fala da maldade do homem, mas Noé estava oferecendo algo a Deus,
então mais do que, precisamos captar essa mensagem de Deus, de que tem algo que Deus resolveu o problema do pecado, Deus não correu de Adão e Eva porque eles pecaram,
Deus foi ao encontro deles, Deus não tem problema de chegar perto de nós quando nós estamos sujos, contaminados, cheios de culpa, cheios de coisa que a gente nem reconhece,
Deus não tem problema, Ele tem problema com o pecado, Ele não quer o pecado, mas Ele não tem problema de chegar perto de nós e Ele tem a solução, agora esses altares não eram pecado,
vamos adiante, os patriarcas, nós começamos a ver os altares, aí tem muitos altares, Abraão, Isaac, Jacó, todos eles edificaram altares, Abraão edificou vários altares,
Jacó também, Isaac é uma biografia mais curta, mas ele edificou o altar também, então, e o que eram esses altares? Era Abraão ou Isaac ou Jacó dizendo "Deus, eu peguei muito de novo,
eu estou fazendo umas coisas erradas e por favor me perdoa continuamente", não fala de pecado, os altares dos patriarcas, todos os altares, cada vez que fala de um altar tem relação com comunicação,
era comunicação entre o homem e Deus, ok, esse altar tinha um sacrifício de um animal, tinha sangue, então, claro que está embutido ali a ideia de que o sacrifício presente que Deus aceita
vem por esse intermédio, vem com essa base, o sangue que cobre todos os nossos pecados, então, isso é um princípio importante, isso é um tema importante na Bíblia,
de como nossos pecados são perdoados, o que eu quero mostrar é que o altar vai muito além disso, o altar não é uma, assim, você ficar totalmente envolvido, sua mente está só focado assim,
eu tenho pecados, eu tenho pecados, eu tenho pecados, mas é ir além disso, recebemos o altar, a gente pode no novo testamento dizer que a grande base da nossa fé, da nossa comunicação com Deus,
o novo testamento não é mais o altar, é a cruz, é a cruz de Cristo, a cruz é o nosso novo altar, só que a cruz que trata, que tratou e que trata dos nossos pecados é muito além daquilo,
nós não chegamos a Deus sempre preocupados e envolvidos porque isso foi resolvido, nós aceitamos isso, mas naquela época os patriarcas eles nem tinham esse entendimento ainda,
Deus foi explicar sobre a expiação para Moisés, os patriarcas pelo que a gente vê registrado na história deles, eles não tinham, Deus não estava ensinando, vocês têm que entender que eu não suporto o pecado de vocês,
o altar para os patriarcas era um grande meio de comunicação, agora como eu falei no jardim do Eden que tinha comunicação com Deus não precisava de altar,
Deus chegava, andava, conversava com ele, com Adão e Eva, então no jardim do Eden não tinha altar, na nova Jerusalém não tem altar e na visão do santuário do céu não tem altar,
tem arca, tem outros aspectos do santuário de Deus, mas quando você está na presença de Deus, a restauração plena, a presença de Deus não vai precisar de altar,
você tem comunicação, Jesus não precisava de altar para falar com o Pai, mas tem muitas coisas e eu não tenho nenhuma presunção de achar que eu entendo esses aspectos, mas eu quero mostrar que o altar a gente gosta,
eu sei que quando eu olho para a arca, para o altar, para a casa de Deus, para o urim e tumim, sei lá, para várias coisas que tinha naquela época, eu quero saber e a arca é igual a quê?
A gente quer fazer uma correspondência, a gente quer dizer a arca é a presença de Deus, mas isso é simplificar demais, a arca pode representar a presença de Deus, mas a arca era uma caixa,
tinha os dez mandamentos dentro, tem a ver com aliança, tem a ver com muitos aspectos, às vezes a gente fala assim, a arca representa Cristo, o altar representa Cristo, o candelabro representa Cristo,
então a gente fala assim, a gente simplifica, sim, é verdade, tudo aponta para Jesus, mas de que forma e como que isso se torna uma prática na nossa vida hoje, então eu tenho, eu continuo nessa busca,
não estou satisfeito, não acho que eu tenho as chaves que abrem tudo isso aqui, mas estou buscando e eu acho que isso é muito importante para a gente, para entendermos, então os patriarcas eles tinham o altar como um lugar de invocar o nome de Deus,
de Deus falar com eles, de oferecer algo que satisfazia o coração de Deus, então quando você pode pensar de uma oferta, de um presente para Deus, é como assim, se você tem um patrão ruim,
um patrão que só exige, que é muito incompreensível, insensível, se você pensar em dar um presente para um patrão assim, você não está dando um presente desejando agradar o coração dele,
você não gosta dele, você não tem amor por ele, você pode dar um presente simplesmente assim, eu quero dar um presente para ver se ele se melhora a minha condição com ele,
se ele me trata melhor, se ele me dá um pouco mais de favor, e tem muitos presentes que são oferecidos a Deus com essa intenção, as vezes o dízimo é dado para que Deus não nos amaldiçoe,
para que a gente tenha, para que Deus nos trate com mais favor, com mais graça, e presente para Deus não é para isso, presente é como você dá para sua esposa,
como a esposa dá para o marido, como dá para o filho, como presente é algo que você dá para alguém que você ama, para alguém que você já tem um favor, você já tem Deus como pai,
mas você quer um relacionamento, você quer aumentar, você tem um desejo, nós falamos sobre as ofertas voluntárias, as ofertas voluntárias,
tinha sacrifícios voluntários e tinha ofertas em bens materiais para a construção da casa de Deus ou para algum outro propósito, então as ofertas voluntárias elas são dadas com alegria,
porque você deseja agradar, Jesus falou assim, o pai sempre está comigo porque eu sempre faço o que o agrada, então é essa ideia, nós queremos,
nós recebemos presentes de Deus continuamente, Deus derrama muitos presentes sobre nós e nosso desejo deve ser de dar algo a Deus que ele realmente goste,
e aí que vem essa coisa, às vezes até uma pessoa que você ama muito, que você conhece, ou se alguém que você conhece pouco fica mais difícil, às vezes você fala assim, eu quero dar um presente, eu quero dar algo que o agrade,
eu quero agradar alguém, eu lembro há muito tempo um casal, eu conheço até hoje assim, não tenho muito contato, mas um casal que eu conheci assim, e eu lembro da esposa falando,
confidenciando que ela queria muito dar um presente para o marido dela, mas o marido dela não ligava para muitas coisas que você poderia dar, uma roupa ou sei lá, alguma coisa, ela sabia que sim que aquilo não era algo que ela achava difícil,
e às vezes a gente tem esse desejo, eu quero dar um presente para alguém, mas eu fico pensando numa coisa, pensando em outra, então eu só quero mostrar que essa é a ideia,
Caim e Abel foi o começo de ofertas para Deus, foi Caim e Abel os dois, pensando o que eu posso dar para Deus, e realmente Deus não gostou, não gosta de todos os presentes da maneira igual,
a gente pode até falar, a história de Caim e Abel é um enigma até hoje, porque a gente pode falar assim, Caim ofereceu do que ele tinha, como é que ele ia oferecer uma outra coisa, ele trabalhava com plantações e ele pegou o fruto da terra e trouxe para Deus,
mas tem alguma coisa ali nas entrelinhas e a gente não sabe resolver plenamente, a gente sabe que Caim tinha reações muito erradas, tinha uma coisa muito errada no coração de Caim, que ele fosse matar o irmão e que ele reagiu contra o próprio Deus assim,
mas a ideia, claro, Deus aceita o que vem do nosso coração, mas o nosso desejo é, como Davi, ele ficou pensando, Deus me cumpriu todas as promessas, ele me colocou no trono, eu queria dar um presente para Deus, eu queria agradar a Deus,
e Davi teve uma grande inspiração, um grande pensamento quando ele falou assim, Deus quer uma casa, e a gente pode pensar quando você vai dar para alguém que tem muito mais que você, o que você vai dar para Deus?
O salmista fala, o que eu vou dar para Deus? Ele tem tudo, ele é dono do gado em todos os lugares, o que eu posso dar para Deus? Mas tem algo que Deus realmente quer, tem algo que agrada a Deus, então o altar tem a ver com isso.
Ok, então, agora eu quero ler o texto em Êxodo 29, porque esses três anteriores, esses três primeiros, são aspectos do altar, o altar fora do contexto de uma casa para Deus,
mas aqui no ponto 4, aqui nós temos o tabernáculo e depois o templo, que seguiu o mesmo padrão.
Então, em Êxodo, começando no capítulo 25, Deus dá para Moisés todas as instruções para fazer a casa de Deus.
Naquele, aqui em Êxodo, ele começa com o santo dos santos, ele começa com a arca e ele vai de dentro para fora, então ele fala do santo dos santos, depois ele fala sobre as coisas que tem no lugar santo,
depois ele fala assim das coberturas, das cortinas, das coisas que cobriam o tabernáculo, depois, no capítulo 27, que ele vai falar do altar de holocaustos e depois do átrio.
Depois de falar sobre todos esses aspectos da casa, do tabernáculo, desse lugar que seria feito, no capítulo 28 ele fala sobre o sacerdócio, muito importante sobre o sacerdócio e continua no capítulo 29.
Então, depois que ele fala sobre tudo isso, sobre a casa que eles iam fazer, um tabernáculo, mas era um lugar para Deus, e fala sobre o sacerdócio, aí ele fala, nós queremos pegar Êxodo 29,
no versículo 37 ele explica como eles vão consagrar o altar, para que o altar seja santificado, seja um lugar santo, um lugar puro para oferecer as coisas a Deus.
E aí no versículo 38, vamos ler Êxodo 29, 38, isto é o que oferecerás sobre o altar, dois cordeiros de um ano, cada dia, continuamente.
Olha, isso aqui é onde foi instituído algo que se chama a oferta contínua, isso aqui era para oferecer todos os dias, mesmo nos dias que tinha outros sacrifícios especiais de uma festa, mas tinha que ter esse sacrifício também.
Então, é isso que se chama a oferta contínua, isso aparece em vários lugares na Bíblia, que fala sobre a oferta contínua, e eu quero chamar muita atenção para isso,
porque quando nós pensamos na casa de Deus, eu, por exemplo, eu penso muito no Santo dos Santos, por que que tem a casa de Deus? Tem o átrio, tem o lugar santo e tem o Santo dos Santos.
Então, quando eu penso na casa de Deus, as outras coisas, o altar, o lugar santo, são lugares de preparação, mas o objetivo mesmo é chegar no Santo dos Santos,
porque é ali que Deus vem e que Deus conversa e que tem contato com Deus e é uma casa para Deus, para Deus habitar, para Deus estar sempre conosco. Então, realmente, o Santo dos Santos é um lugar muito importante, o mais importante de todos.
Porém, uma coisa que tem vindo, que eu estou meditando bastante, esse aspecto, não só do altar, como nós estamos vendo em essas três, ser a primeira parte do templo a ser restaurada, mas é uma parte de grande, de grande importância.
Então, vamos ler isso aqui, porque essa passagem, é onde nós aprendemos para que que existe o altar e que lugar é esse, qual que é a importância, quando eles restauraram o altar em Estas 3, o que que eles fizeram logo em seguida?
Eles começaram a oferecer o sacrifício contínuo. Então, e aí tem as outras ofertas também, não é só esse, mas esse é o básico, esse é o sacrifício que vai ser oferecido todos os dias e é algo que tem muita importância,
eu não tenho condições de mostrar, mas no tempo do rei Joás, no tempo do rei Ezequias, quando eles estavam voltando a usar o templo, tinham se afastado, eles enfatizam muito, então eles restauravam a casa de Deus, eles nem estavam no cativeiro ainda, mas a casa de Deus estava abandonada.
Então, eles voltavam a restaurar a casa de Deus e o que que eles faziam? O que que chama a atenção? Que eles voltavam a oferecer o sacrifício contínuo.
Então, isso é muito significativo, vamos ler o que que ele fala. Versículo 39, um cordeiro de manhã, outro a tarde, no versículo 40, fala o que que acompanhava, flor de farinha, azeite, vinho, versículo 41, mesma coisa, agora olha só o que que diz aqui, no final do versículo 41.
Então, um cordeiro de manhã, o outro cordeiro a tardinha, oferta de cereais e aí no final do versículo 41 diz, por cheiro suave, oferta queimada ao Senhor, o que que significa cheiro suave? Significa algo que agrada ao Senhor.
Então, esse ponto que eu estou querendo restaurar, porque eu acho que quando a gente pensa em altar, a gente pensa muito no sangue, no pecado, no novo testamento pensamos na morte de Jesus por nós e o sangue de Jesus é para perdoar nossos pecados,
mas nós esquecemos muitas vezes ou deixamos de dar ênfase a outros aspectos que são super importantes que é, eu estou fazendo isso para trazer um presente para Deus.
A ideia é, essa casa, esse tabernáculo, ou mesmo quando era só um altar, é um lugar que vai atrair a presença de Deus, nos patriarcas com Abraão, com Jacó, às vezes Deus falava primeiro e Abraão ou Jacó, eles logo em seguida faziam altar, porque Deus tinha falado, outras vezes eles faziam altar e depois Deus falava.
Mas o importante é que aquele altar era um lugar de comunicação, era um lugar de comunhão com Deus e para nós, na nova aliança que não temos mais um altar com sacrifícios de animais e Jesus fez a oferta uma vez por todas, mas precisamos entender
o que é o cheiro suave, o que é que nós podemos oferecer a Deus e que vai trazer Deus para perto de nós, não é trazer Deus como se a gente tivesse algum jeito de eu faço isso e Deus aparece assim uma coisa mecânica, mas existe algo pessoal, relacional, existe algo que nós queremos fazer, nosso coração deseja oferecer a Deus.
Então aqui é o cheiro suave, oferta queimada ao Senhor, versículo 42, olha só, muito importante, daqui até 46, olha a ênfase e olha a relação entre a oferta contínua e esse propósito de Deus.
Então o povo vai oferecer um cordeiro de manhã, um cordeiro à tarde, como oferta queimada, isso significa que o sacerdote não comia nada daquele sacrifício, então era dado totalmente a Deus, um holocausto oferecido totalmente, 100% a Deus e era um cheiro suave.
E aí ele fala, versículo 42, esse será o holocausto contínuo por vossas gerações, a porta da tenda da congregação, era do lado de fora, esse altar não ficava dentro da casa, ficava a porta no átrio, mas é a porta porque é por ali que Deus passa por qualquer lugar,
mas a porta significa, esse é o caminho, é o caminho para o sacerdote, mas é o caminho para Deus, esse cheiro suave, esse contato entre o homem e Deus, essa é a porta por onde a comunicação, a habitação, a interação entre Deus e o homem começa.
Então a porta da tenda da congregação perante o Senhor, ali vos encontrarei e falarei contigo.
Gente, nós temos muita mania de falar, Deus me falou, Deus falou, eu senti Deus falando e eu não menosprezo isso, eu acho isso muito importante, outras pessoas às vezes acha que Deus nunca fala e acha que é normal, Deus não fala mais, tem a Bíblia, Deus não fala mais,
mas a relação com Deus é nós falando com Deus sim, mas Deus falando conosco, se Deus não está falando individualmente e coletivamente, nós não temos casa de Deus, nós não temos relacionamento com Deus, não existe,
eu posso estar com minha esposa na mesma casa, se a gente não conversa, nós estamos fisicamente juntos, mas não tem união, existem várias maneiras de carinho, de relacionamento, de estar juntos, de fazer coisas um pelo outro e tal,
mas a conversa, o falar, a comunicação é fundamental, não existe relacionamento sem comunicação, se eu não tenho verdadeira comunicação com Deus individualmente, que tipo de relacionamento eu tenho com Ele?
E se Deus não está falando na igreja, que tipo de igreja, que tipo de casa de Deus é essa? E o ponto central que nós estamos querendo mostrar através de tudo isso é que eles saíram da Babilônia onde Deus falava, Deus falou com Ezequiel, Deus falou com Daniel lá no cativeiro,
mas eles não tinham altar, na Babilônia não tem altar e eu estava pensando assim, como é interessante, Abraão quando ele foi para o Egito, ele não fez altar lá, quando ele habitou na terra de Gerar também, ele não fez altar,
quando Jacó foi lá perto de Labão dos parentes dele, ele não fez altar, não que ele tinha que ir, Jacó tinha que ir lá, Abraão talvez não, não deveria ter ido para o Egito,
mas tem algo muito interessante que eles não faziam altar fora do lugar designado por Deus e tem essa simbologia de Jerusalém, então existem, existem as sinagogas na Babilônia, existe a palavra escrita e Deus revelou grandes coisas para Daniel lá na Babilônia,
porém o povo, a casa de Deus não existia, não tinha altar, não tinha casa de Deus, tem coisa ali que eu confesso, eu ainda não consigo captar toda a aplicação disso, mas é muito significativo, eles não podiam fazer um altar,
então isso é que Deus queria, ali vos encontrarei e falarei contigo, ali também, ele está falando com os sacerdotes, mas agora no 43, ali também virei aos filhos de Israel, a tenda será consagrada pela minha glória,
consagrarei a tenda, versículo 45, habitarei no meio dos filhos de Israel e serei o seu Deus, que esse é o propósito que vai consumar, vai ser consumado lá no fim do livro de Apocalipse,
Deus habitando conosco, ele o nosso Deus e nós o povo dele, esse é o objetivo de Deus, versículo 46, eles saberão que eu sou o Senhor seu Deus, que os tirei da terra do Egito, para habitar no meio deles,
Deus não nos tirou do Egito para a gente viver uma vida realizada, Ele faz isso na nossa vida, nós somos realizados, nós somos prósperos, nós somos felizes quando nós estamos servindo a Deus,
mas o objetivo de Deus tirar o povo do Egito ou de Deus retornar o povo da Babilônia, ou de Deus nos transportar do reino das trevas, como diz em Colossenses 1, nos transportar para o reino do filho do seu amor,
é Ele habitar conosco e nós somos facilmente enganados, achamos que tem um culto bom, é Deus falar conosco e muitas vezes não tem realmente Deus falar conosco, muitas vezes nós estamos vivendo como uma sinagoga,
lendo as Escrituras, mantendo nossa fidelidade a Deus, mas sem o altar em funcionamento, então é muito importante, eu vou ter que correr um pouquinho aqui, mas é só para chamar a atenção,
essa passagem de Êxodo 29 realmente é fundamental, então eu só vou citar aqui, eu não vou poder elaborar mais, em Deuteronômio 27 Moisés dá a instrução,
dirigido por Deus, Deus ordena os filhos de Israel, quando eles entrassem na terra prometida, a primeira coisa que eles tinham que fazer era levantar um altar de pedras, então só mostrando essa importância,
eles já tinham um tabernáculo, mas não era o altar do tabernáculo, mas era eles entrar na terra e levantar um altar, então é importante isso, lembra de Elias em 1 Reis 18, povo tudo seguindo o Baal,
afastado de Deus, então Deus levantou Elias como alguém para restaurar, Elias é um homem de restauração, eles não tinham ido para a Babilônia ainda, mas era uma restauração,
e o que Elias fez lá no Monte Carmelo, quando ele queria demonstrar quem era o verdadeiro Deus, para que o povo se voltasse para Deus, ele levantou um altar, um altar com 12 pedras,
representando as 12 tribos, então união, era um altar que estava em ruínas, um altar que não existia mais, então a restauração de Elias era focada no altar.
Agora vamos pensar, esses são alguns exemplos, claro que tem muita coisa no primeiro testamento, nas escrituras do antigo testamento, sobre o altar, mas estou só dando algumas coisas para mostrar a centralidade,
e principalmente essa parte que eu mostrei assim que a arca no Santo dos Santos é a parte mais importante, mas o altar era fundamental para chegar lá, então esse altar,
essa coisa contínua diante de Deus, é algo que precisamos entender, e por que não podia fazer isso em outros lugares, por que não podia levantar um altar em qualquer outro lugar, tinha que ser um altar dentro da base certa,
dentro do contexto certo, então tem muita coisa que acho que não estamos entendendo ainda. Agora também só vou citar, depois nós vamos ler alguma coisa aqui mais no final, mas eu queria mostrar o número 7 e o número 8 na Igreja Primitiva,
então esse 7 seria Atos capítulo 1, quando Jesus falou assim, vocês devem esperar em Jerusalém até que sejam revestidos de poder, então Atos 1 fala que tinha 120 pessoas no cenáculo,
eles estavam unidos em um só acordo, em um só espírito, as últimas ordens de Jesus foram, oh vocês esperem em Jerusalém, e eles esperaram e o fogo do céu caiu em Atos 2, então era um altar,
eles estavam fazendo um altar juntos diante de Deus, era essa prática agora feita assim com coisas vivas, não com altar físico, mas fazendo algo juntos, um só coração, é uma coisa coletiva e algo que realmente trouxe uma resposta de Deus,
porque assim como o fogo caiu sobre os sacrifícios para mostrar que Deus estava aceitando, caiu sobre o altar de Elias, caiu sobre o altar que eles consagraram em Levítico 9,
quando eles faziam o altar parece, a Bíblia não fala, mas é possível que o sacrifício de Abel, que fogo caiu, como ele sabia que Deus tinha aceitado o sacrifício de Abel, a Bíblia não fala,
pode ter sido fogo do céu caindo sobre o sacrifício dele, enfim, Deus mandava fogo para mostrar que era algo que agradava ele, era algo que ele recebia, que era do agrado dele,
então esse altar no Novo Testamento foi em Atos 1 que recebeu o fogo em Atos Capítulo 2, então é um primeiro exemplo de como é preciso levantar um altar,
e tem o altar individual e tem o altar coletivo, e a igreja começou com o altar coletivo, 120 pessoas com um só coração, esperando em Deus, não fazendo uma programação,
não começando um novo projeto, uma igreja, mas esperando em Deus, oferecendo a Deus algo que agradou a Deus, então esse é o nosso primeiro exemplo.
O segundo exemplo, número 8, nós temos dois exemplos aqui, vocês podem anotar duas referências, depois do altar inicial em Atos 1 e 2, nós temos dois exemplos de que,
aí fica essa ligação com sacerdócio e o ministério ao povo, nós chamamos isso de ministério ao Senhor, que é sacerdócio com altar,
ministério ao Senhor é sacerdócio com altar, e ministério ao povo é pegando o que você recebeu de Deus, mas muitas vezes outras pessoas também exercendo isso,
e ministrando as necessidades do povo, então nós temos o exemplo de Atos 6, quando começou a surgir problemas e brigas e algumas pessoas estavam recebendo cuidados e outras pessoas não,
estava desigual, não estava funcionando bem, e os apostos disseram, olha, isso realmente precisa ser resolvido, mas nós não podemos deixar o altar de lado,
precisa ter um altar contínuo, precisa ter um altar sendo levantado a Deus continuamente, senão nós vamos resolver o problema das viúvas e todas as pessoas que estão precisando,
mas nós não vamos ter Deus habitando conosco, então Atos 6, eles designaram os diáconos e falaram assim, nós vamos continuar ministrando ao Senhor,
oração e palavra, mas era um ministério ao Senhor, e o outro exemplo é Atos 13, quando 5 homens estavam ali, jejuando e ministrando ao Senhor e Deus enviou Paulo e Barnabéu,
então eles entendiam essa prioridade, eles entendiam que não tem santo dos santos sem o altar com oferta contínua, se não tem esse contato com Deus,
isso não tem uma fórmula, eu quero citar algo muito significativo que tem acontecido já desde o final do século passado, desde o final dos anos 90,
tem havido, nós conhecemos bem o IHOP na casa de oração nos Estados Unidos com o Mike Bickle, o movimento de oração, não é só dele, mas ele tem sido mais conhecido e tem casos de oração,
tem havido um movimento mundial de oração 24/7, o incenso subindo continuamente, eu acho isso muito significativo, muito importante, uma restauração,
podemos até dizer, isso aponta para a restauração do altar, mas eu só queria dizer que nós nunca devemos, eu sei que tem práticas diferentes e complementações,
mas eu só queria dizer que esse altar, conforme eu entendo, eu sei que falta muita coisa talvez para a gente saber exatamente como implementar, como praticar,
e não existe uma fórmula, não existe um jeito de reduzir isso a uma prática, comece um grupo, um turno de oração 24/7 que já é o altar, não é tão automático assim,
o importante para mim desse altar contínuo é que seja realmente um lugar de comunicação com Deus, eu posso ter um turno de oração e não ter realmente essa comunicação viva com o céu,
não é isso que eu quero dizer então, e outra assim que os turnos de oração às vezes são coletivos, às vezes tem várias pessoas tocando e orando juntos,
mas existe algo quando você lê Atos 6 e Atos 13, tinha algo nesse ministério ao Senhor que era uma unidade, uma sintonia, uma união de corações,
e isso precisa acontecer nas famílias, marido e esposa precisam ter um altar, os filhos a medida que vão crescendo, precisam fazer parte de um lugar de ouvir de Deus,
eu posso ter um culto doméstico e não ter nada, claro que é melhor, tem disciplinas espirituais, todo dia eu oro, todo dia eu leio a Bíblia,
o que eu quero dizer assim, esse sacrifício contínuo ele não tem um jeito de reduzir isso a uma fórmula, eu posso fazer todas as coisas e não ter contato com Deus,
e isso a gente também vê nos profetas do primeiro testamento, leia Isaías 1, leia Malaquias, leia Jeremias que estão me vindo a cabeça agora assim, Deus fala assim, eu aborreço seus sacrifícios,
seus sacrifícios são nojos para mim, ele falou para oferecer todos os dias para não faltar, para ter uma oferta contínua diante dele de cheiro suave,
mas ele fala assim, dependendo de como você faz, não tem valor nenhum para mim, então entendemos que não existem fórmulas, que o altar representa,
hoje eu sinto de enfatizar esses dois aspectos, que é um presente para Deus e que é algo que agrade a Deus, as duas coisas estão interligadas,
você está oferecendo algo a Deus, você não sabe o que oferecer, você não sabe qual presente você pode dar para Deus,
você quer realmente agradar o coração dele, tem que começar com isso, o que eu posso oferecer a Deus?
Tem um salmo que fala assim, o que? Eu quero subir no monte santo, eu quero oferecer, o que eu posso oferecer a Deus?
O que realmente vai agradar a oferta contínua é algo que é um cheiro suave, é uma coisa que alimenta, é chamado pão,
vários textos falam assim, esse é o meu pão, Deus come conosco, ele se alimenta, o Deus que não precisa de nada,
que tem tudo que ele quer, que ele poderia desejar, não tem necessidade, ele quer, ele tem fome de alguma coisa,
então esse altar é um lugar de presente que agrade a Deus, na verdade as duas coisas são realmente a mesma,
as duas coisas são um presente que agrade o coração de Deus, é uma coisa, e o segundo aspecto do altar, eu já vou passar por uma outra folha que coloca isso,
mas a segunda coisa que o altar representa é um lugar de comunicação, então primeiro a gente quer agradar a Deus e segundo a gente quer conversar com ele,
então esses são dois aspectos. Agora vamos dar uma olhada rapidinho no livro de Hebreus,
então a igreja primitiva entendia essa necessidade do altar e agora nós vamos dar uma olhada rapidamente em Hebreus 10 e depois em Hebreus 13,
são dois textos que eu acho que são fundamentais para a gente entender o altar na nova aliança,
sem dúvida alguma se você perguntar para mim o que é o altar na nova aliança, se for fazer uma correspondência eu colocaria a cruz,
porque se o altar é um lugar de sacrifício, então a cruz de Cristo representa o sacrifício perfeito,
então o lugar onde tem um sacrifício que pode ser oferecido a Deus é a cruz de Cristo,
mas Paulo fala, tem outros textos, Romanos 12 que todo mundo conhece, que Paulo nos exorta a oferecer a nossa vida como sacrifício vivo,
então é baseado na cruz, baseado no que Jesus fez, ele é o único sacrifício que tem um cheiro suave para Deus,
mas baseado nele nós nos oferecemos a Deus, mas eu quero ler para vocês porque Hebreus é o livro que fala,
que compara a primeira aliança e a segunda aliança, a antiga e a nova, então fala sobre a casa,
fala sobre o mediador, fala sobre o sacerdócio, Hebreus é o livro que fala assim, tudo é melhor,
então vamos ver o que fala, tem outros textos aqui, mas eu escolhi um que eu acho que sintetiza,
em Hebreus 10 ele está falando sobre o sacrifício, tudo ele fala assim, na nova aliança tem uma coisa superior,
é superior a primeira aliança, então ele fala, ele começa falando em Hebreus 10 versículo 1,
que na antiga aliança sempre oferecia sacrifício, aquela coisa de sacrifício contínuo, tinha sacrifícios todos os dias,
e a pessoa nunca ficava perfeita, nunca ficava apresentável plenamente a Deus,
então ele fala que esse sacrifício, versículo 3, faz recordação de pecados e que o sangue de toros e bodes não pode tirar os pecados,
então nessa questão de pecado, ele está dando assim, olha, tem outro sacrifício melhor,
então vamos ver o que ele diz que é o sacrifício melhor, Hebreus 10 versículo 5,
pelo que ao entrar no mundo diz, sacrifício e oferta não quiseste,
como assim, ele pediu um sacrifício todos os dias, mas aquilo não satisfaz Deus como ele realmente quer,
sacrifício e oferta não quiseste, mas corpo me preparaste, Deus também não quer sangue,
o sangue era necessário, mas ele não quer isso, isso era uma coisa provisória,
Deus quer um altar sim, ele quer algo contínuo, aquilo que ele estava mostrando nas sombras, nas simbologias do antigo testamento,
é para nos mostrar algo importante, mas aí ele fala, o senhor não queria de verdade sacrifício e oferta,
nem te deleitaste em holocausto, então ele sentia o cheiro suave porque ele estava olhando para o cumprimento,
mas Deus não ficava plenamente satisfeito com isso, então não te deleitaste em holocausto e oblações pelo pecado,
e aqui eu quero enfatizar que novamente, outra vez, a nova aliança também não quer que a gente fique sempre lembrando do pecado,
nós nos lembramos continuamente que nós somos pecadores, quem diz que não tem pecado está se enganando,
nós precisamos realmente do perdão, mas o nosso relacionamento com Deus não pode ficar sempre nessa coisa de pecado,
porque além do pecado foi resolvido, mas ele quer um sacrifício que agrade o coração dele, e ele quer ir além,
o sangue de Jesus está sempre presente na nossa vida, na nossa memória, mas ele não quer que o nosso relacionamento fique estagnado nesse ponto,
então ele disse, não te deleitaste em oblações pelo pecado, então eu disse, o que que Deus quer, aqui estou, Jesus falava,
no rolo do livro está escrito de mim para fazer, ó Deus, a Tua vontade, então aqui ele resume qual é o sacrifício contínuo que Deus quer, ok?
Isso tem a ver com Romanos 12, oferecer a nossa vida, e outra vez não é uma coisa assim, quando a gente fala sobre cruz,
o altar na nova aliança é a cruz, então é uma coisa dura, tem que carregar minha cruz, é uma coisa chata, é uma coisa que eu tenho que morrer,
mas na verdade o altar, como falem Hebreus 12, pela alegria que lhe foi proposta, então é uma alegria a gente abandonar aquilo que não traz satisfação,
nem para nós e nem para Deus, então o lugar do altar é um lugar de amizade, é um lugar de comunicação, é um lugar de alegria,
quando o povo de Israel levava as ofertas para serem oferecidas no altar nos dias de festa, eram momentos de alegria, eles se alegravam, comiam juntos, ok?
Então, rapidamente agora Hebreus 13, e aí nós vamos, o novo sacrifício número 9, então é esse sacrifício de Jesus viver, um corpo me preparasse,
Deus, graças a Deus, não é o futuro da casa de Deus, não é um lugar onde vai ter muito sacrifício e muito sangue,
a casa de Deus é um lugar onde tem corpos vivos, onde tem pessoas em relacionamento vivo, oferecendo algo que agrade a Deus,
vamos ver aqui, agora pelo menos que eu vi no novo testamento eu fiquei pensando, onde na nova aliança, onde talvez tenha outras coisas que eu não percebi ainda,
com certeza tem outras coisas que talvez não falem explicitamente, mas que nos ajudem a entender, que seria esse holocausto contínuo?
Por que o altar precisa ser restaurado para retomar os sacrifícios contínuos? O que é esse sacrifício contínuo?
Porque aqui em Hebreus 12 pelo menos nos dá uma ideia, eu vou começar no versículo 10, Hebreus 13 e 10,
possuímos um altar do qual não tem direito de comer os que servem ao tabernáculo, então tem um altar que o sacerdote não participa,
qual é esse altar, qual é esse sacrifício? Era aquele sacrifício do dia da expiação quando eles ofereciam um bode e ele tinha que ser levado para fora do arraial,
para ser queimado fora, então os corpos, versículo 11, os corpos dos animais cujo sangue é trazido para dentro do santo lugar pelo sumo sacerdote
como oferto pelo pecado, são queimados fora do arraial, por isso também Jesus, para santificar o povo pelo seu próprio sangue,
padeceu fora da porta, saímos pois a ele, fora do arraial levando o seu próprio, então aqui tem várias outras coisas que não dá para a gente comentar aqui,
mas assim, o ponto é que esse altar, esse sacrifício perfeito que não precisa ser oferecido outra vez, Jesus levou o próprio para fora do arraial e não foi assim,
só ele que levou o próprio, ele falou assim, nós devemos sair para estar com ele no seu próprio, essa é uma forma de participar do mesmo altar.
Agora aqui, versículo 15, 15 e 16, nós temos aqui uma grande dica, uma grande chave para entender pelo menos uma parte desse sacrifício contínuo,
portanto, versículo 15, ofereçamos sempre, ou seja, continuamente, continuamente, o holocausto contínuo, por meio de Jesus, esse que saiu para fora do arraial,
levando o próprio e que nós vamos sair junto com ele, mas ofereçamos sempre por meio dele, então a cruz, o altar é por meio de Jesus,
mas não é uma coisa ruim, não é uma coisa de tristeza, não é uma coisa de "ai, eu tenho que levar a minha cruz, a vida cristã é muito difícil",
a ideia é, ofereçamos sempre o que? O que nós vamos oferecer? O que é que agrada a Deus? Sacrifício de louvor, que não é só da boca para fora,
isso aqui é um sacrifício que tem que proceder do nosso coração, sacrifício de louvor, que é o fruto de lábios que confessam o seu nome,
e aí você pode ir atrás de muitas passagens do Antigo Testamento e do Novo que mostram que Deus se agrada de louvor, de gratidão, de ações de graças,
o que que você pode fazer que agrade a Deus? O que você pode dar a Deus? Bom, Jesus disse "eu posso dar a minha vida, meu corpo, meu corpo não necessariamente como Marte,
mas o meu corpo, eu estou aqui para fazer a tua vontade, para fazer o que o senhor quer, a gente se oferecer por meio de Jesus, por meio da cruz,
por meio do sangue de Jesus, nós nos oferecemos a Deus e isso agrada a Ele, não é uma coisa para placar, não é uma coisa dura,
o que mais vai nos dar alegria é andar em comunhão com Deus fazendo o que Ele quer fazer, então é a vida e os lábios,
você não fica comovido quando alguém valoriza algo que você fez? Quando alguém fala uma palavra de gratidão, de valorização,
não é uma coisa que é melhor do que um presente, melhor do que qualquer outra coisa, é quando alguém fala, quando alguém pronuncia palavras de gratidão, de amor, de adoração, de comunhão, de engrandecimento,
mas não é uma coisa que a gente tem que fazer, é uma coisa obrigatória, os querubins tem que ficar 24 horas falando santo, santo, santo, para se até uma coisa enfadonha,
mas é uma coisa que procede, uma coisa que é maravilhosa porque a gente sente isso, então algo que agrade a Deus, quando Noé saiu da Arca,
ele ofereceu algo a Deus, que Deus foi assim, é possível, esses homens que tem uma imaginação ruim, são manchados pelo pecado,
mas Noé ofereceu voluntariamente, Deus não mandou, ele ofereceu a Deus, foi algo que agradou o coração de Deus,
então ofereçamos sempre por meio dele sacrifício de louvor, que é o fruto de lábios que confessa o seu nome, agora tem mais coisa aqui,
versículo 16, não vos esqueçais de fazer o bem, o que é fazer o bem? Nunca cometer um erro, nunca fazer uma coisa errada, claro, é maravilhoso a gente não pecar com os lábios,
a gente não ser agressivo, a gente não ser maldoso, mas o que é fazer o bem? Repartir com os outros, não vos esqueçais de fazer o bem e de repartir com os outros,
pois com tais sacrifícios Deus se agrada, olha só, então aqui nós temos algo que tem, nós temos dois aspectos importantes, são contínuos, sempre pronunciando palavras de gratidão e de amor a Deus,
por isso agrada o coração dele e sempre repartindo o que ele nos deu com outros, porque com tais sacrifícios Deus se agrada, ok, então esse é o sacrifício contínuo,
e só vou mostrar que nosso tempo acabou, mas são coisas que a gente já falou aqui, então alguns aspectos do altar, claro, tem o sangue, eu coloquei em primeiro lugar,
não porque eu acho que deve ser sempre o mais enfatizado, mas é claro, no antigo testamento todo altar tinha a morte de um animal, então o sangue estava sempre aparecendo ali,
mas eu quero colocar esses outros aspectos para que a gente entenda e para que a gente vá além do altar como cruz, do altar como sacrifício pelo pecado,
ou até mesmo assim muitas pessoas colocam o altar como lugar de oração, mas até a oração se torna um trabalho, uma coisa difícil, quem consegue ficar uma hora orando, quem consegue ficar duas horas orando,
mas não, o altar é um lugar de dar prazer a Deus, de oferecer um presente a Deus, e é claro que nós só podemos fazer isso por meio de Jesus, mas nós podemos, Jesus veio habitar em nós para que nós tivéssemos algo puro e maravilhoso para oferecer a Deus,
é um símbolo da cruz, que é o sacrifício perfeito, a vida que Jesus deu, é sim o sangue da expiação, o lugar que nós temos para ter comunicação com Deus é sempre coberto,
nossa vida é sempre coberta pelo sangue de Jesus, mas é um lugar de comunicação com Deus, temos enfatizado isso, e em 1 Coríntios 10, que não deu tempo de ler, mas em 1 Coríntios 10 ele fala sobre ser participante da mesa do Senhor,
usando mais ou menos a mesma linguagem como se fosse do altar, então isso nos dá uma ideia da ceia do Senhor, que a igreja primitiva celebrava todos os dias, então também é algo contínuo,
e é quando nós recebemos de Deus o sangue e o corpo de Cristo, mas nós também nos oferecemos a Deus, e esse é o lugar da comunhão, então tem muitas famificações,
quem sabe cada um pode se aprofundar, quem sabe futuramente possamos voltar ao tema, mas dá um pouco de ideia de como o altar tinha que ser a primeira coisa a ser restaurada,
porque sem o altar não adianta tentar construir a casa de Deus, não adianta ter a arca sem esse altar, sem essa comunicação com Deus.
Pai nosso, nós queremos de todo o coração, queremos oferecer a nossa vida a Ti, de tal forma que seja um cheiro suave, de tal forma que o Senhor queira chegar perto de nós, Senhor,
o Senhor tem estado perto de nós, mesmo na nossa sujeira, mesmo na nossa... quando nós estamos tão distantes que não tem esse altar,
eu não entendo plenamente como que a igreja hoje se está na Babilônia, se pode ter altar, se não pode ter altar, é muito interessante isso, mas nós não entendemos plenamente,
porque a igreja na Babilônia não pode realmente ter a restauração do altar, e nós lembramos que em Daniel ele falava muito sobre o tempo do fim,
quando ia tirar o sacrifício contínuo, ia remover, fala muito, várias vezes, vários capítulos de Daniel, ele fala sobre o sacrifício contínuo que lá no fim será suspenso,
o anticristo vai tirar isso, então Senhor, nós queremos que esse sacrifício contínuo, no seu sentido verdadeiro, seja uma realidade na nossa vida,
que possamos ter comunicação, que possamos ter a Tua presença, que possamos aprender como sacerdotes a oferecer algo aprazível, algo agradável a Ti, pedimos isso em nome de Jesus, amém.

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