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10/10/21 – Esdras 3 – Baixardo áudio.
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Transcrição
Estamos no Livro de Esdras, capítulo 3, começando um novo capítulo, mas continuando na sequência da história do que aconteceu com esse grupo que voltou da Babilônia para Israel.
Um grupo pequeno, modesto, não parecia ser grande coisa, mas era um tempo histórico, um momento histórico, um momento muito especial e é muito bom a gente falar desse tempo, porque é um tempo de esperança, um tempo de alegria,
um tempo de muitos obstáculos, de muita dificuldade, mas um tempo em que vemos realmente que Deus está preparando uma grande restauração, uma coisa que começa pequena, mas que tem promessas de algo muito grande.
Então no capítulo 2 vimos o grupo que voltou e agora eles já estão na terra de Israel, já estão se estabelecendo nas suas cidades e hoje vamos ver no capítulo 3 os primeiros passos, o que eles fizeram logo que chegaram, quais foram os primeiros passos,
porque isso nos interessa como começa o processo de restauração, é um processo, vai levar tempo.
Os livros de Esdras e Nehemiah cobre um período de 100 anos pelo menos, então é um tempo, é um processo até longo, mas como esse processo começou? Então vamos orar, vamos pedir que o senhor nos ajude que possamos também ter uma visão daquilo que Deus quer.
A primeira coisa é que tem que sair de Babylon e voltar para Jerusalém, mas voltando para Jerusalém, quais são os primeiros passos? Está tudo em ruínas, está tudo, eles voltaram para o local mas não tem nada lá, não tem casa de Deus, não tem cidade, não tem nada feito.
Então como que eles vão fazer? Vamos orar. Senhor, nós temos muita expectativa daquilo que o senhor deseja fazer, nós temos essas promessas lá de antigamente quando houve aquele cativeiro, quando o senhor prometeu, tinha prometido séculos, décadas antes que teria esse tempo difícil de cativeiro, esse tempo difícil, escuro.
Longe de Jerusalém, longe do padrão, longe da tua presença. Agora o senhor tinha prometido estar cumprindo, que o senhor traria de volta e nós temos passado por muitos e muitos anos, claro que temos visto o senhor agindo, o senhor também não deixou o povo mesmo nessa época.
Tinha Daniel, tinha Ezequiel, tinha pessoas transmitindo a Tua Palavra, tinha visitações do senhor lá na Babilônia, mas não era a mesma coisa, eles estavam ansiando pelo retorno, pela restauração e por isso nós também estamos nessa expectativa de que o senhor vá realmente cumprir, sabemos que o senhor vai cumprir, mas quem sabe na nossa vida, na nossa geração,
quem sabe também está chegando a hora de retornar da Babilônia e ver esse processo de restauração começando e desenvolvendo no nosso tempo, pedimos a Tua luz, pedimos a Tua graça, pedimos a Deus que o nosso coração se alinhe com o Teu, em nome de Jesus, amém.
Muito bem, então, capítulo 2 terminou com o seguinte versículo, o último versículo do capítulo 2, versículo 70, nós terminamos falando na ultimala sobre como eles, parece mesmo antes de se estabelecerem, de cada um procurar sua herança, seu lugar de morada, eles fizeram uma grande oferta voluntária,
temos enfatizado que todos eles tinham realmente como uma coisa muito clara, eles estavam voltando para edificar a casa de Deus, eles não estavam voltando para ter uma vida melhor, eles não estavam voltando para a felicidade pessoal,
claro que Deus deseja isso para nós, nós nunca seremos mais realizados, mais felizes do que quando nós estamos envolvidos nos propósitos de Deus, mas quando nós colocamos a nossa felicidade, a nossa realização, a nossa casa,
mesmo a nossa família, como o nosso primeiro alvo, nós perdemos o grande propósito da casa de Deus, e eles então ofertaram, foi assim que nós terminamos a última aula, com essa oferta do versículo 68, 69, mas eu só queria retomar agora o versículo 70,
os sacerdotes, os levitas, os cantores, os porteiros, os servidores do templo, estão falando sobre todos esses grupos que nós já vimos, são delineados, são descritos no capítulo 2, todos os grupos diferentes,
todos esses grupos habitaram nas suas cidades, como também todo Israel, quem que é todo Israel? Era o primeiro grupo, o primeiro grupo que é citado aqui no capítulo 2 são as pessoas que eram do povo de Israel, mas que não tinham um chamamento especial,
como sacerdote, como levita, como cantor, o porteiro, outro chamamento, outra vocação específica, mas eram as pessoas que formam o povo de Deus, os sacerdotes, todas essas vocações, essas vocações servem a Deus e servem o povo,
então o povo que forma, sem o povo, Deus chamou um povo para habitar no meio deles, não tem casa de Deus, não tem presença de Deus sem o povo que forma a nação onde ele quer habitar, que forma o reino de Deus,
então a gente às vezes fala assim, tem os líderes e aí tem o resto do povo, tem o povo em geral, como se não fosse importante, na verdade como igreja, como povo de Deus, nós somos povo, nós somos noiva, mas cada um, no meio do povo, dentro do povo, cada um tem uma vocação,
e mesmo que não tenha, às vezes as pessoas falam assim, eu não tenho, eu não tenho uma vocação, eu não tenho um chamamento, eu não tenho um ministério, eu não tenho um dom especial, mas nós somos a causa de tudo, Deus quer habitar no meio do povo dele,
ele quer uma noiva, ele quer um povo que cada um tem sim algo a fazer, não precisa ser necessariamente um sacerdócio, um levita, alguém que tem uma função especial na casa, mas cada pessoa na verdade está contribuindo para formar esse povo onde Deus vai morar.
Então, para a gente iniciar o capítulo 3, precisamos entender o seguinte, o livro de Esdras começa falando sobre o decreto de Ciro, que aconteceu no primeiro ano do reinado de Ciro, já vimos que não era o primeiro reinado dele, mas era o primeiro reinado depois que ele conquistou Babilônia e que isso é algo significativo para o povo de Deus,
então para a história de Deus, para a história do plano de Deus, o livro de Daniel, aqui o livro de Esdras, eles contam como o primeiro ano do rei Ciro, ele já tinha sido um rei há vários anos, mas ele agora tinha acabado de conquistar Babilônia,
onde estava o povo de Israel, o povo que estava no cativeiro, e ele fez o decreto liberando para voltar, então nesse primeiro ano, nós não temos o mês exato, não temos a data exata, mas logo nesse primeiro ano de Ciro, nessa nova etapa do reinado dele,
ele já liberou o povo, ele tinha essa consciência, não sabemos exatamente de que forma, ele tinha essa consciência de que ele tinha o encargo de Deus para liberar o povo para construir a casa para Deus em Jerusalém, reconstruir,
então nós não sabemos em que mês, sabemos que o povo, um grupo se correspondeu, se mobilizou, e no capítulo 2 nós temos essa lista das pessoas que voltaram, então nós não sabemos em que mês eles saíram, em que mês que eles chegaram,
a segunda etapa do retorno que acontece no capítulo 7 desse livro de Esdras, quando o próprio Esdras volta, nessa segunda parte do retorno, a segunda leva, segundo grupo que voltou, lá descreve um pouco mais a viagem,
e a viagem levava 3 a 4 meses, pelo que eu vi aqui, mesmo sem saber talvez a rota exata que eles seguiram, mas seria uma distância de mais ou menos 1200 km de onde eles estavam na Babilônia para voltar para Israel,
então isso a pé com famílias e rebanhos e todas as possessões, isso era um processo, era uma viagem bem lenta, então provavelmente eles levaram, não sei se esse mesmo tempo de 3 a 4 meses, mas eles levaram algum tempo para chegar na sua terra,
o capítulo 3 fala assim, quando chegou o 7º mês, então nós não temos o dado de quanto tempo, mas não podia ser muito tempo que eles, não fazia muito tempo que eles chegaram,
porque no primeiro ano do rei Ciro, não sei se era no primeiro mês, eles levaram um tempo para se organizar, para sair, eles levaram um tempo para viagem, algumas pessoas calculam que eles chegaram talvez no terceiro, quarto mês, sei lá, quinto mês do ano, em Israel,
então, mas o ponto aqui, a gente não sabe exatamente, mas o ponto é, eles teriam muita coisa para fazer, nós nem temos um relatório, o que que eles fizeram? Eles acharam a casa dos avós, a casa que pertencia à família deles, eles encontraram as possessões, eles conseguiram se estabelecer, não fala nada, nós não temos,
olha só, não tem registro, claro que isso seria uma coisa importante para cada família, onde eles vão morar, eles chegaram depois de algumas famílias, eram 50 anos, desde quando Nabucodonosor destruiu Jerusalém, outros tinham saído antes,
então, mas é um período longo de cativeiro, entre 50 e 70 anos, de acordo com quando cada família, cada parte tinha ido para o cativeiro, então era muito tempo, eles tinham que retomar as propriedades, ou achar algum lugar para fazer uma casa,
mas olha só como o foco era, nós viemos para um propósito, nós viemos, claro, nós precisamos ter um lugar para morar, e aí fala, o versículo 70 fala, então todos eles habitaram nas suas cidades,
então, de alguma forma, se fosse um barraco, uma coisa simples, uma tenda, sei lá, alguma coisa provisória, cada um foi morar na sua cidade, onde tinha lugar para morar, mas não teria dado tempo para se estabelecer, não teria dado tempo para retomar sua vida,
eles estavam focados em uma coisa, chegaram, já fizeram oferta, então, nós estamos aqui para ver a casa de Deus levantada, então, não importa se nós vamos precisar desse dinheiro para construir nossa própria casa,
e agora a questão do tempo, não importa que nós tenhamos que começar nossa vida de novo, fazer plantações, lavoura, rebanhos, nós temos que nos preocupar com a nossa vida,
estavam fazendo isso, com certeza, mas o ponto principal, olha como começa o capítulo 3, esse primeiro versículo de Estras 3 é um versículo que chama muita atenção,
porque diante de todos os desafios que eles tinham, além do mais, vai até citar isso no versículo 3, eles tinham medo dos povos, tinha pessoas hostis vivendo dentro da terra, não em outras terras,
tinha gente que era contra eles, dentro das cidades, dentro do território, então eles tinham muitas preocupações, eles tinham muitas coisas para ocupar a atenção,
mas olha como começa o capítulo 3, versículo 1, quando chegou o sétimo mês, então, o sétimo mês do ano, quando chegou o sétimo mês, estando os filhos de Israel já nas cidades,
então eles tinham ido, tinham tido tempo suficiente, a gente não sabe quanto tempo depois que eles chegaram, mas eles tinham tido o tempo mínimo necessário para que cada um estava na sua cidade,
"ajuntou-se o povo", olha essa expressão me enche de alegria, de esperança, é muito inspirador isso, "ajuntou-se o povo", que povo? Todo esse povo que voltou da Babilônia,
"ajuntou-se o povo", reuniu-se o povo como um só homem, "ajuntou-se o povo como um só homem em Jerusalém", então nós temos aqui que não havia só uma parte,
algumas pessoas, só os sacerdotes que estavam preocupados com a casa de Deus, não, era todo, todo esse povo que nós vimos relacionado e classificado no capítulo 2,
todo esse povo se ajuntou como um só homem, é muito difícil, poucas vezes na história de Israel nós temos essa expressão que todos eles como um só homem resolveram fazer alguma coisa,
e nós sabemos nos dias de hoje que tem comunicação, tem televisão, tem internet, tem redes sociais, tem todo o tipo possível de comunicação como, pra nós hoje, jamais,
mesmo pensando, não vamos pensar Brasil, outra nação, como povo em geral, vamos pensar na igreja, quando é que uma igreja, e agora também não vamos só pensar nas igrejas diferentes,
tem um monte de denominações, de doutrinas, de ideias diferentes, pensa numa igreja, pensa numa congregação, quando é que todos se reúnem como se fossem um só homem,
então isso é muito animador, isso é muito inspirador, porque isso não é obra de homem, isso não é uma coisa que simplesmente alguém foi muito, fez uma comunicação,
alguém foi muito carismático, alguém inspirou, isso é obra de Deus, isso não é obra de homem, como que todo esse povo, tudo bem, já era um remanescente, quem voltou da Babilônia pra Israel,
voltou porque tinha um chamado no coração, eles voltaram sabendo que eles estavam cumprindo, estavam saindo, estavam se entregando pra cumprir uma missão, então restauração,
a obra de restauração não é uma obra de cada um fazer o que acha melhor, muitas ênfases diferentes, muitas ideias diferentes, a obra de Deus na restauração é tudo numa direção só,
nós já falamos na última aula sobre a voluntariedade e jamais, jamais alguém seja um líder inspirado, um líder que tenha eloquência, que tenha carisma, que tenha força,
jamais um líder consegue mobilizar todo o povo, jamais isso seria possível, então nós temos aqui algo que é um milagre, um grande milagre,
todos que saíram da Babilônia é um remanescente, é um grupo pequeno, mas é um remanescente que tem como alvo, que tem como chamado ver a casa de Deus restaurada,
olha o que diz no versículo 8, só vou chamar a atenção, isso é lá na frente do capítulo, mas eu só queria mostrar como a escritura, como aqui nós temos muito enfatizado,
o povo voltou da Babilônia com a missão, no segundo ano, isso já é alguns meses depois, no segundo ano da sua vinda,
no segundo ano da sua vinda, esse povo que saiu da Babilônia, eles vieram pra onde? Eles voltaram pra onde? No segundo ano da sua vinda, a casa de Deus,
cada um tinha uma cidade onde ia morar, alguns iam morar em Jerusalém, mas aqui está dizendo, no segundo ano da sua vinda, a casa de Deus, não tinha casa de Deus em Jerusalém,
não tinha casa, mas no segundo ano da sua vinda, a casa de Deus em Jerusalém, então eu só queria chamar a atenção pra essa frase que define, que resume, que mostra que eles tinham um propósito,
eles tinham uma missão, essa unidade, essa clareza que eles tinham daquilo que Deus tinha chamado pra fazer, não tinha divisão, não tinha, cada um tem uma ideia diferente,
cada um tem uma doutrina, cada um tem uma visão diferente, cada um tem uma ideia de como deve ser a casa de Deus, é isso que nós temos hoje,
nós temos muita confusão, aliás, Babilônia, se vocês se lembram, Babilônia significa confusão,
Babilônia começou na torre de Babel quando Deus confundiu as línguas, porque eles estavam unidos sim, mas no propósito errado, eles tinham ali na torre de Babel, em Gênesis 11, eles tinham uma missão que era contra Deus, e Deus disse, olha, se eles se unirem desse jeito, não tem limite do que eles vão poder fazer,
então, Deus fez uma intervenção pra que eles não conseguissem ficar unidos, e nós estamos vivendo debaixo dessa maldição, é uma maldição que afeta o mundo,
línguas diferentes, etnias diferentes, nós temos guerras étnicas, guerras religiosas, divisões nos países, tem países que por anos eram países unidos, e por causa tem os curdos, tem não sei quem, qual povo, tem uma porção,
muitos países têm esse país que está bastante nas notícias hoje, afganistão, cheio de etnias diferentes, guerras civis internos, então nós temos divisões nos países, divisões de raças, racismo, essa divisão, as línguas diferentes,
e isso dentro da igreja, e isso dentro de famílias, famílias que deveriam ser todas unidas, tem divisões, é uma maldição, nós estamos vivendo debaixo de uma maldição, a divisão é uma maldição,
então a restauração que é a chave para que Deus restaure as coisas como era no princípio, a restauração tem que envolver unidade, a restauração aponta para uma reversão dessa divisão, para uma reversão dessa maldição,
então isso é algo que chama muita atenção, então eu vou, depois nós vamos tomar tempo em cada um desses pontos, mas eu até coloquei aqui na folha, tem o esboço que vocês podem seguir também,
mas quais foram os primeiros passos, quais são os primeiros elementos da restauração, eles voltaram a atender o chamado de Deus, voltaram para Israel e já antes de se preocupar com outras coisas eles chegam como um só homem em Jerusalém,
então eu coloquei aqui, vou ler os versículos primeiro e depois a gente olha aqui na folha, então versículo 1, vocês podem identificar aqui os itens que tem, o primeiro versículo já tem dois itens,
o sétimo mês era um tempo determinado, era um tempo de Deus, então já vamos falar sobre isso, o significado do sétimo mês, então quando chegou o sétimo mês, Deus tem um calendário,
quando Deus tem um calendário, o meu calendário, a minha agenda tem que ceder lugar, chegou o sétimo mês, o sétimo mês é o mês no calendário de Deus, mas eu não estou pronto,
eu tenho outras coisas para fazer, não, o calendário de Deus é que determina, é o tempo de Deus, é como o nosso calendário, quando é ano novo, não importa se você está pronto para iniciar o novo ano não,
o novo ano chega, o calendário chega, o tempo é inexorável, então Deus tem um calendário e a gente tem que se adaptar ao calendário de Deus, para nós é importante colocar de lado a nossa agenda,
os nossos compromissos e pensar que época, que tempo no calendário de Deus nós estamos vivendo, então o primeiro elemento é um tempo, nós temos visto já que tinham 70 anos que tinham que se cumprir,
então quando chegou o tempo, quando foi que o Messias veio a primeira vez, na plenitude dos tempos, no tempo que Deus determinou, no tempo que Deus revelou nas 70 semanas para Daniel,
Deus tem um cronograma, Deus tem um calendário, então nós temos que ficar atentos, o sétimo mês, tempo muito significativo, já vamos voltar para isso,
e o segundo elemento também está no primeiro versículo que acabamos de falar, eles se juntaram como um só homem, então é unidade, é todo mundo com o mesmo coração,
todo mundo com o mesmo propósito, mesma coisa no coração de cada um, então todos eles agem como um só, não é lindo, eu estou aqui pensando em todo mundo sendo como um só,
eu estou me lembrando daquela coisa que é lindo assim, tem muitas coisas lindas nos Jogos Olímpicos, mas o nado sincronizado é uma coisa linda, você vê duas pessoas nadando em perfeita sincronia,
e tem danças, tem várias coisas que as pessoas aprendem a fazer em sincronia, perfeita sincronia, e você fica imaginando como pode, como seria possível duas pessoas levantar o braço no mesmo momento,
mergulhar no mesmo momento, levantar a cabeça no mesmo momento, age como um só homem, então ele não está falando de duas pessoas em sincronia, ele está falando aqui sobre 50 mil,
que talvez a gente não sabe se são homens e mulheres, mas seja qual for o número, é muita gente para andar em sincronia, então como um só homem, mas não podemos nos esquecer,
eles se adjuntaram como um só homem para onde? Para Jerusalém, eles foram para Jerusalém, então eu pus tempo certo e eu poderia ter colocado o lugar certo, mas como é hoje na igreja,
e a gente sempre tem falado, essas coisas se cumprem literalmente, as profecias, as promessas de Deus, o propósito de Deus se cumpre literalmente com o povo de Israel, com a nação de Israel,
então tem algo muito importante sobre Jerusalém, sobre Israel, no plano de Deus, para a volta de Jesus, então existe algo que aponta para um lugar geográfico,
mas nós também estamos vivendo o tempo da igreja que não tem um lugar geográfico específico, mas tem o princípio, então ao invés de colocar lugar certo, eu pus o centro certo,
porque nós podemos infelizmente, numa roda, só existe um centro, uma roda não tem mais do que um centro, só existe um centro, mas infelizmente nós temos muitos centros,
e por isso nós não somos unidos, nós não estamos na mesma roda, nós não estamos gravitando para o mesmo lugar, então para que todos hajam como um só homem em perfeita sincronia,
nós precisamos ter o centro certo, e é claro que nós sabemos que o centro é Jesus, mas isso tem vários desdobramentos, isso tem várias maneiras, como Jesus se torna o centro certo,
como nós podemos descobrir Jerusalém, e quem acompanha essas aulas de estudo sistemático há mais tempo sabe que ao longo dos estudos, a gente falou sobre isso lá em Deuteronômio 12, que fala que eles tinham que escolher uma cidade,
então tem esse tema no plano de Deus que precisa achar Jerusalém, precisa achar o lugar para onde nós devemos ir, então eles estavam como um só homem em Jerusalém,
vamos só ler aqui até o versículo 6 para a gente ter esse contexto, e depois vamos falar um pouquinho sobre alguns desses itens aqui,
em versículo 2, então Jesua filho de Josadaque é o sacerdote, seus irmãos os sacerdotes, então Jesua que é descendente do sumo sacerdote, e ele tinha seus irmãos e parentes que eram sacerdotes, então o grupo sacerdotal,
isso aqui está no quarto ponto aqui, Jesua filho de Josadaque, me parece, eu não conferi isso, mas me parece que a única vez, isso é sempre significativo,
por exemplo no novo testamento quando era, no início o nome dele era Saulo, Saulo e Barnabé quando eles foram chamados em Atos 13, começa falando Barnabé e Saulo,
porque Barnabé ele era o mais maduro, ele tinha mais tempo, ele era o chefe da dupla da equipe, só que chega um momento no livro de Atos que inverte e começa a falar,
o nome dele de Saulo para Paulo, começa a falar Paulo e Barnabé, porque Paulo começou a ter mais iniciativa, ele tinha um dom de liderança, de iniciativa, Barnabé era uma pessoa mais de conciliação,
ele era uma pessoa fundamental, mas ele não tinha tanto esse dom de liderança, então a ordem, tem vários outros exemplos, tem o casal Priscila e Aquila,
a mulher vinha primeiro porque ela tinha uma iniciativa maior, era um casal que trabalhavam juntos, então isso é só para dar um exemplo,
os dois líderes mais destacados desse grupo que voltou da Babilônia eram Zorobabel que geralmente vinha em primeiro lugar,
eu como falei assim, eu acho que esse aqui é o único lugar que aparece Jesus primeiro, em quase todas ou todas as outras menções, era sempre Zorobabel que era descendente de Davi da linhagem real e Jesus ou Josué o sacerdote,
mas aqui nesse primeiro passo, nesse primeiro passo Deus não chamou os sacerdotes para serem os governantes, era correto depois que Zorobabel assumisse o primeiro lugar na direção, na liderança,
ele aparece primeiro, mas aqui nesse começo aparece Jesus, o sacerdote em primeiro lugar, então por que isso, vamos entender, mas era um ponto essencial para esses primeiros passos da restauração,
o sacerdócio tinha que estar em primeiro lugar, então isso foi também um elemento, uma coisa muito importante nesses primeiros passos da restauração,
Jesus ele vem em primeiro lugar, ele e os seus irmãos, os sacerdotes, depois vem Zorobabel, porque Zorobabel apesar que vai falar sobre altar, coisas que não tem tanta Zorobabel não vai ter um papel tão importante para restaurar o altar,
as coisas que eles vão fazer primeiro aqui, a realização das festas, realmente tem tudo a ver com sacerdotes, o que eles vão fazer, mas Zorobabel precisa fazer parte,
porque aqui nós temos a união, a harmonia entre o que nós chamamos de ministério ao Senhor, que é dos sacerdotes, eles tinham a preocupação, deveriam ter a preocupação em como ministrar ao Senhor,
como ouvir, como falar "Senhor, o que o Senhor quer?" A liderança tinha que ser por meio do contato entre os sacerdotes e Deus,
então o ministério sacerdotal tinha a primazia aqui, tinha a preeminência, mas o ministério acasa, ministério ao Senhor dos sacerdotes, ministério acasa, o ministério ao povo que era da descendência real,
que era Zorobabel e os administradores civis, então eles eram muito importantes, eles precisam estar unidos, eles precisam estar unidos, os dois juntos,
em outras ocasiões vai ser Zorobabel primeiro e depois Jesus, mas os dois precisam estar juntos, porque Deus separou, Jesus é tudo junto, Jesus é rei, sacerdote, profeta,
Ele é tudo, mas nós como pessoas humanas, esse ministério é sempre separado, os apóstolos falam assim "nós temos que ministrar ao Senhor, vocês precisam colocar outras pessoas pra cuidar dos outros aspectos",
então é tão importante ter as duas coisas, precisa ter pessoas cuidando das pessoas, administrando, governando, mas precisa ter pessoas ministrando ao Senhor.
Então eles tinham uma liderança certa, eles tinham uma liderança que estava dentro do padrão de Deus, daquilo que Deus queria.
Então terminando o versículo 2, eles e seus irmãos começaram a edificar o altar, que é o terceiro ponto aqui, então aqui nós temos os quatro elementos, os primeiros dois versículos,
os primeiros dois versículos aqui nós temos quatro elementos fundamentais para os primeiros passos da restauração, precisa ser o tempo de Deus, nem sempre vai ser sétimo mês, mas isso é simbólico,
eu vou falar qual é o significado desse sétimo mês, tem que ter todo mundo com o centro certo, todo mundo voltado, o versículo 1, o capítulo 3, vamos dizer assim,
o capítulo 3 não começa falando de liderança, o capítulo 3 não começa falando assim, então o sumo sacerdote ou então Zorobabel, que hoje geralmente quem toma as iniciativas, quem manda, quem dá as direções,
é essa linha de governo, o líder, o pastor, o dirigente, geralmente começa com ele, mas essa restauração não começou com liderança, todo mundo quando chegou o sétimo mês,
pelo menos aqui não diz que mandaram uma mensagem, que convocaram, é tempo, é o sétimo mês, vocês precisam vir, assim como não ficaram cobrando ofertas,
essa oferta voluntária do capítulo anterior não precisou, talvez os líderes, talvez eles deram um exemplo, começaram a ofertar, mas tudo aconteceu espontaneamente, voluntariamente,
então aqui também é o que aconteceu no versículo 1, que chegando o tempo de Deus, esse sétimo mês estava no calendário, isso não foi uma coisa mística, não foi uma coisa,
gente, eu estou sentindo que eu devo ir para Jerusalém, não, eles, todos eles sabiam que de acordo com os tempos determinados de Deus, o sétimo mês era o mês em que todos deveriam se apresentar
em Jerusalém, era essa, e fazia 70 anos que eles não estavam fazendo isso, então eles, todos eles, de acordo com o que já estava escrito, de acordo com o que Deus já tinha revelado,
o sétimo mês é o tempo de Deus, agora claro que isso era um sétimo mês especial, porque eles tinham voltado da Babilônia no tempo, lá no cativeiro, eles não puderam fazer isso, ok,
então no primeiro versículo, o sétimo mês, e eles se reunirem como um só homem, em Jerusalém aconteceu pelo que está escrito aqui, sem atuação de liderança,
eles fizeram isso movidos pelo Espírito de Deus, eles fizeram isso porque foram tocados, desde lá na Babilônia, aqueles que Deus despertou, aqueles cujo Espírito Deus despertou,
eles se levantaram como um só homem, em perfeita sincronia, e chegaram em Jerusalém, e aí nós falamos, nós vimos aqui, que a liderança, então, todos se uniram em Jerusalém,
e a liderança tomou a frente para fazer a primeira coisa, então até agora nós estamos falando assim, o mês sétimo, o tempo de Deus, todos se uniram, todos estão unidos,
eles têm uma liderança certa, mas o que é que eles vão fazer, na verdade, esses primeiros passos, vamos reduzir para singular, o primeiro passo,
quer dizer, eles foram para Jerusalém, foi importante a liderança, assumiu que era importante, mas o que eles fizeram, e aí que está um assunto de grande importância,
eu até fui lembrar da minha história, de coisas que a gente estudou em tempos passados, nós fizemos ao longo dos anos, livretos, apostilas, e fizemos também,
às vezes, tinha uma palavra que Deus dava numa reunião de domingo, e a gente fazia uma folha, uma folhinha avulsa, eu acho que até trouxe aqui, mas acho que está em outro lugar, mas nós temos uma folha, eu lembrei, por causa desse capítulo aqui,
eu me lembrei de uma folha antiga, amarela, de tempo, sei lá, anos 70, anos 80, na década de 80, é uma folha escrita assim, "Primeiro o altar", e é muito interessante a gente voltar,
isso é, então, estou voltando quase 40 anos, no tempo, para ver o que Deus estava falando com a gente naquela época, era uma mensagem que meu pai tinha dado, anotações, uma folhinha, uma folha sulfite dos dois lados,
e ele estava falando exatamente sobre esse texto de Estras 3, e falando que na restauração, a primeira coisa que precisa ser feita é restaurar o altar.
Então, só vou terminar de ler até o versículo 6, para a gente, então, agora começar, nós vamos continuar nas próximas aulas também, mas vamos começar a falar sobre esses aspectos aqui.
Então, no versículo 3, apesar do terror que estava sobre eles, olha que informação importante, apesar do terror, todo esse povo, que Jerusalém era uma cidade que não tinha muros,
isso significa que eles eram vulneráveis a qualquer tipo de ataque, e eles estavam morando em outras cidades, e estavam ali com outras pessoas que já estavam morando ali, que eram hostis,
então eles viviam, é até semelhante aquilo que aconteceu no século 20, quando os judeus voltaram para Israel, eles foram viver junto com árabes, com palestinos, e brigando, sentindo hostilidades,
guerra após guerra, então eles estavam vivendo com terror, apesar do terror que estava sobre eles por causa dos povos das outras terras, mas as outras terras, mas que moravam, viviam ali, nas mesmas cidades, no mesmo lugar com eles,
então eles estavam com medo, então além de ter necessidades financeiras, de estabelecer casas, de ter uma organização, de ter uma estrutura, de ter uma defesa, apesar de tudo isso, eles colocaram a casa de Deus em primeiro lugar,
apesar do terror que estava sobre eles por causa dos povos das outras terras, firmaram o altar sobre as suas bases, isso traz também essa ideia de conexão,
eles foram lá para aquele lugar, hoje a gente chama de monte do templo, inclusive onde era, onde hoje é o domo da rocha, onde tem aquela, eles não consideram como mesquita, mas é uma construção islâmica que está no lugar exato onde era o templo,
eles foram para aquele lugar, eles acharam o lugar onde tinha o altar antes, eles encontraram as bases do altar e levantaram o altar no mesmo lugar onde estava antes,
então veja só como tem essa conexão com aquilo que tinha antes, então eles firmaram o altar sobre as suas bases, ofereceram sobre ele holocaustos ao Senhor de manhã e à tarde,
essa era uma das coisas básicas do culto a Deus que Deus instituiu por meio de Moisés, lá no deserto, quando fizeram o tabernáculo, no livro de Êxodo, Deus já colocou,
olha vocês vão fazer um altar de sacrifícios, um altar de holocaustos e nesse altar vocês nunca vão deixar o fogo se apagar e vai ter ofertas diárias de manhã e à tarde, todos os dias, ofertas contínuas,
eu estou dando uma visão geral aqui, mas nós queremos nos aprofundar um pouco em cada um deles depois, o que eram, o que significa sempre essas coisas que Deus colocou,
inclusive com tantos detalhes no primeiro testamento, o que isso significa para nós, o que a nova aliança nos ensina sobre ofertas contínuas,
então tudo isso são coisas que queremos tocar, versículo 4, então segundo o que está escrito, outro elemento importante aqui é que eles não fizeram isso de acordo com a imaginação deles,
de acordo com a cabeça, nós vamos fazer algo, eu acho que assim fica melhor, hoje nós temos toda essa situação, nós estamos na Babilônia gente, uma coisa que futuramente talvez a gente fale também mais detalhadamente,
foi na Babilônia que surgiram as sinagogas e as sinagogas existiram no templo de Jesus mesmo com o templo, eles tinham templo e tinham sinagogas também e hoje os judeus não têm mais um templo em Jerusalém,
mas eles têm as sinagogas, as sinagogas são o que nós chamaríamos de templos, de igrejas, o lugar de culto do judeu era a sinagoga, essas sinagogas, essa instituição, esse lugar, esse tipo de culto de sinagoga surgiu no cativeiro,
porque no cativeiro eles estavam longe da Jerusalém, longe de onde não tinha mais templo e eles queriam um lugar onde eles pudessem se reunir para ouvir a lei, para manter viva a fé, o culto a Deus,
não temos muito assim, existe bastante consenso que as sinagogas surgiram durante o tempo do cativeiro, mas não tem, não acharam nenhuma sinagoga daquela época, escavações, não acharam provas de sinagogos no tempo do cativeiro,
mas a ideia da sinagoga, a ideia de focar como não tinha mais, vamos falar sobre isso depois, mas a casa de Deus, o templo de Deus, a gente sempre fala bastante sobre o Santo dos Santos, o lugar onde tinha arca,
mas o centro, não no sentido de ser lá no centro da construção, mas o foco central do culto a Deus no templo, no primeiro templo e no segundo templo,
no templo, na casa de Deus, que era a continuação do tabernáculo, o centro era o altar, o altar era, eu falo centro porque era aquilo que se fazia diariamente,
então o culto a Deus, o contato com Deus, a relação entre Deus e o seu povo, o foco era o altar, o altar de bronze, tinha o altar de incenso, mas tinha o altar de bronze, o altar de holocausto,
então esse altar que ficava fora, não ficava dentro da construção, ficava no átrio, então esse altar, isso era o centro, isso era o primeiro passo,
então antes de fazer a casa, antes de fazer qualquer outra coisa, eles foram lá e restauraram o altar, então eles fizeram, segundo está escrito, e olha o versículo 4,
eles celebraram a festa dos tabernáculos, a festa dos tabernáculos e ofereceram holocaustos diários conforme o número ordenado para cada dia, eu não coloquei a festa dos tabernáculos aqui nessa lista,
poderia ser considerado um item separado, mas eu estou considerando como parte desse primeiro item do sétimo mês, já vamos falar sobre isso, então eles celebraram a festa dos tabernáculos,
versículo 5, depois disso apresentaram o holocausto regular, então na festa tinha sacrifícios específicos para aquela festa, no primeiro dia, no segundo dia,
tem um capítulo em números, acho que é 29, que fala sobre os sacrifícios de cada dia, mas tem os, então tinha épocas de sacrifícios específicos, mas tinham sacrifícios diários,
então eles apresentaram o holocausto regular e os das Luas Novas, que era o início do mês, de todas as festas fixas do Senhor, como também os dos que traziam ofertas voluntárias ao Senhor,
então tem ofertas diárias no altar, tem as ofertas de datas, de sábado, primeiro dia do mês, de festas, tinha todos os sacrifícios específicos de cada data e tinha as ofertas voluntárias,
outra vez esse foco em voluntário, tem as coisas que são disciplinas, que são todos os dias mantendo as datas de acordo com determinação de Deus e tem aquilo que flui espontaneamente do nosso coração,
versículo 6, desde o primeiro dia do sétimo mês, começaram a oferecer holocaustos ao Senhor, porém ainda não estavam pós os fundamentos do templo do Senhor,
então nós lemos até aqui, não vamos ter tempo para nos aprofundar em todos, mas eu quero começar falando um pouquinho sobre o sétimo mês, que é a primeira coisa que aparece, então veja só,
o sétimo mês está no primeiro versículo do capítulo 3, então quando chegou o sétimo mês todos eles foram como se fossem um só homem para Jerusalém, no versículo 6 nós descobrimos que nesse começo,
eu nem sei se eles talvez, fala quando chegou o sétimo mês, será que eles chegaram um dia ou dois antes, no final do sexto mês, eu não sei, aqui está dizendo que quando chegou o sétimo mês estavam todos lá em Jerusalém,
no versículo 4 eles celebraram a festa dos tabernáculos que foi no sétimo mês, nós sabemos que a festa dos tabernáculos começava no dia 15 do sétimo mês, mas o versículo 6 diz que desde o primeiro dia do sétimo mês eles começaram a oferecer holocaustos,
para começar a oferecer holocaustos tinha que ter o altar, então veja só, eles chegaram no primeiro dia do sétimo mês, o primeiro dia do sétimo mês, juntando todas as informações aqui, nós descobrimos que eles estavam em Jerusalém como um só homem,
esse primeiro dia reúne tudo isso aqui, primeiro dia do sétimo mês, então era um tempo no calendário de Deus, eles se reuniram como um só homem no lugar certo, eles restauraram o altar com a liderança dos sacerdotes, está tudo aí,
então desde o primeiro dia do sétimo mês, os sacerdotes tomaram a iniciativa, talvez eles, não fala como é que eles fizeram esse altar, como eles fizeram isso num dia, deve ter sido talvez até uma coisa provisória, com pedra, sei lá, não sei como é que eles fizeram isso, mas acho que não era um altar de bronze, não teria dado tempo de fabricar esse altar de bronze,
então, porque fala desde o primeiro dia do sétimo mês, eles começaram a oferecer os sacrifícios diários, então eles estavam lá, quem tomou a iniciativa foram os sacerdotes e fizeram o altar e já estava funcionando no primeiro dia do sétimo mês,
então vamos falar só um pouquinho sobre o sétimo mês, tem mais coisas que podemos falar depois sobre a Férsia dos Sabernacos, mas eu quero só falar um pouco sobre o significado do sétimo mês,
no calendário de Deus, o que Deus determinou para o seu povo, Levítico 23 e tenho vários outros textos, na lei de Moisés que fala sobre o calendário de Deus, sobre as datas fixas, sobre os dias que Deus determinou para seu povo,
tinha sete festas, sete festas fixas, então não vamos falar sobre isso hoje, mas no primeiro mês do ano, que não era o nosso calendário, no primeiro mês do ano eles celebravam três festas, mas com ênfase na festa da Páscoa,
Deus falou no primeiro êxodo, quando tirou o povo do Egito, Ele falou esse vai ser o início dos meses para vocês, esse vai ser o primeiro mês do ano, vocês vão contar, igual a gente conta aniversário, quando que eu começo o meu novo ciclo, meu novo ano,
na data que eu nasci, no mês que eu nasci, então aquilo ali para mim é o primeiro mês, foi o primeiro mês da minha existência, então para a nação de Israel, o primeiro mês da sua existência como nação era o mês da Páscoa,
então era primavera no hemisfério norte, é o mês da primavera, cai mais ou menos, os meses não batem com o nosso calendário, com o nosso mês, os meses do nosso ano solar, mas caia mais ou menos entre março e abril, o primeiro mês,
era um tempo de primavera para eles, e eles celebravam três festas, a festa da Páscoa, a festa dos Pães Asmos e a festa das Primícias, ok, então de sete festas, três eram já no primeiro mês do ano para eles,
aí depois dessa primeira festa, tudo isso tem muitos detalhes que eu não vou entrar nisso agora, mas eles contavam cinquenta dias para a quarta festa, o segundo período do ano, que era no terceiro mês, ainda era primavera,
então ainda era no mês de primavera, e era uma festa de um dia só, era a festa de Pentecostes, festa das semanas, então essa era a quarta festa do povo de Israel.
As festas tinham uma relação muito, muito grande, era totalmente ligado ao ano agrícola, às plantações, então a primeira festa da Páscoa, tinha a festa da Páscoa no dia 14, tinha o começo de uma semana de Pães Asmos no dia 15 do primeiro mês,
e no dia seguinte, que seria o dia 16 do primeiro mês, tinha o que eles chamavam festa das Primícias, não era época de colheta ainda, mas já tinha alguns grãos, alguns feches de grãos de cevada,
que já estavam maduros, que já estavam prontos, então era uma esperança de que toda a colheita do ano seria abençoada, e a festa das Primícias, Jesus foi o primeiro que nasceu, que ressuscitou da morte,
então são as Primícias, ele é o primogênito, ele é o primeiro da ressurreição, ter um corpo glorificado e assim por diante, então ele é o primeiro, mas ele é a esperança, porque se ele ressuscitou dos mortos, como Paulo fala, nós também ressuscitaremos,
então esse feche de Primícias de cevada que eles moviam diante de Deus era, olha, o Senhor nos deu os primeiros grãos antes da época de colheta, já tem esses primeiros grãos,
e isso é uma esperança de que o Senhor vai abençoar toda a nossa colheta, então era muito ligado, tudo era ligado ao ano agrícola.
Quando chegou a festa das semanas, que eles contavam os dias e olhavam as plantações, eles observavam desde essa festa da Páscoa, a festa das Primícias, eles olhavam as plantações que ainda estavam, a grande maioria, o trigo, ainda nem estava, não é que não estava maduro, estava começando a brotar, começando a crescer,
então eles falavam assim, a contagem dos dias, contavam 50 dias observando o crescimento e amadurecimento, então a festa de Pentecostes era a festa da primeira colheita, e eles faziam pães,
inclusive com fermento, que em nenhum outro lugar podia oferecer fermento a Deus, mas era uma festa de alegria e uma festa de pães na festa de Pentecostes, porque eles estavam colhendo o trigo, então não era só Primícias, aquele primeiro feixe, eles estavam colhendo grãos,
e nós sabemos, o trigo, o pão era o sustento, era a base de alimentação deles, então era uma das colhetas principais, e o sétimo mês, que é esse mês que nós estamos falando aqui, esse sétimo mês era o mês do final da colheita,
então nós vamos olhar alguns versículos rapidamente aqui, só para sentir esse momento profético, o significado do sétimo mês, então o primeiro mês, o mês do primeiro êxodo, era o mês do resgate da libertação do Egito,
o mês da Páscoa, o mês que eles saíram da escravidão, o mês das Primícias, os primeiros grãos, a festa de Pentecostes era o mês de colheita do trigo, era também o mês em que Deus deu aliança com eles,
era como se fosse aliança de casamento no Monte Sinai, foi o mês em que o Espírito Santo desceu sobre os cento e vinte no cenáculo, então todos esses primeiros quatro, essas primeiras quatro festas, todas elas foram cumpridas,
inclusive na data, Jesus morreu na data específica do calendário de Deus, isso é impressionante, não foi por acaso, Jesus foi o Cordeiro da Páscoa, ele foi oferecido na cruz,
começou o tempo dos Pães Asmos, que é um tempo de tirar todo o fermento, então foi esse começo, esse tempo inicial, depois que ele foi morto, e ele ressuscitou no terceiro dia, que é o dia das Primícias,
ele ressuscitou, então esses três festas foram cumpridas literalmente, o Espírito Santo veio sobre a igreja no dia de Pentecostes, no dia da festa, então essas quatro festas foram cumpridas literalmente na data,
então vem uma grande pergunta, faltam três festas para completar o calendário de Deus, três festas faltam para completar o calendário de Deus, e nós estamos falando sobre restauração,
sobre voltar da Babilônia, sobre voltar para aquilo que Deus, estamos há anos, há séculos, na Babilônia, naquela época foram 70 anos, mas o cativeiro que foi desde quando tanto o povo de Israel foi espalhado pelas nações,
durante dois mil anos, a igreja também, apesar de ter tido sim um início tão glorioso no livro de Atos, mas nunca mais, nunca mais foi como naquela época, nós temos seguido outras coisas, nós não temos o altar,
nós não temos a arca, nós não temos o sacerdócio, existem elementos, aspectos, eu não estou dizendo que Deus não fez nada nesse tempo, mas nós temos na verdade sinagogas, nós temos algo diferente,
algo que serviu um propósito, algo que Deus usou, mas nós não temos a casa de Deus, então agora tem o sétimo mês, o sétimo mês tem três festas, tem uma festa no primeiro dia,
aqui em Esdas 3 não cito o nome dessa festa, mas fala no versículo 6, Esdas 3.6, que no primeiro dia do sétimo mês eles retomaram as ofertas no altar, o que era o primeiro dia do sétimo mês?
Era a festa das trombetas, é uma grande data para os judeus hoje, eles tem uma outra data, tem um outro início de ano, essa festa das trombetas, dia das trombetas,
é chamado Rosh Hashanah, que é o ano novo, é um outro ano novo, mas o ano novo que Deus instituiu era a Páscoa, e o sétimo mês não é, pode ser, é o fim de uma coisa e o começo de outra,
mas na verdade o que é o número 7? O número 7 é o final de um ciclo, é completar o sétimo dia da criação, Deus terminou tudo, então esse sétimo mês quando eles se reuniram em Jerusalém como um só homem,
eles estavam se reunindo, não fala aqui, depois no dia que eles vão citar, cita aqui no versículo 4, a festa dos tabernáculos, mas no primeiro dia do sétimo mês era a festa das trombetas,
e o que era a festa das trombetas? Era o primeiro dia de um mês que representava a consumação, o final, eu já vou ler os textos, mas eu só quero passar esse pensamento aí e não vamos confirmar nos textos bíblicos,
mas o sétimo mês tinha uma festa no primeiro dia que era as trombetas, a trombeta anuncia, era nesse dia, não era no dia da expiação, mas era no sétimo mês que eles anunciavam o ano do jubileu,
mas as trombetas no primeiro dia, tocava trombetas sempre para anunciar um evento, uma assembleia, ou se estava tendo guerra, ou se tinha que ir no deserto, se eles tinham que levantar acampamento,
as trombetas anunciavam que estava chegando, que era um momento importante, está chegando o tempo de Deus, está chegando, essa trombeta como Paulo fala em 1º os 4014,
se a trombeta der um som incerto, ninguém se prepara para a batalha, a função da trombeta não é ficar assim meio como alguém que está aprendendo a tocar e tocar uma nota meio, ninguém sabe o que está tocando,
a trombeta é aquele som firme, forte, alertando todo mundo, chegou o sétimo mês, e o que é o sétimo mês?
Tinha no dia 10, o dia da expiação, que não cita aqui, mas tinha a festa dos tabernáculos, dia da expiação muito importante, uma preparação super importante para a festa dos tabernáculos, mas nós queremos focar aqui,
está registrado aqui que eles celebraram a festa dos tabernáculos, então agora vamos ver, vamos ler rapidamente em Levítico 23, eu vou ler alguns textos, nós não estamos, agora nosso interesse não é falar tudo sobre a festa dos tabernáculos,
eu quero falar sobre o significado do sétimo mês, eu estou querendo falar sobre esse momento, porque é esse momento que acontece já no início, assim que o povo chega de volta para a terra de Israel, já acontece o sétimo mês,
então vejam comigo em Levítico 23 primeiro, Levítico 23 fala aqui no versículo 34, Levítico 23 e 34 fala, aos 15 dias desse sétimo mês serão festas dos tabernáculos ao Senhor por 7 dias,
versículo 39, porém, aos 15 dias do sétimo mês, quando tiveres recolhido os produtos da terra, celebrares a festa do Senhor durante 7 dias,
eu estou lendo esse versículo 39 para mostrar, eu quero focar numa coisa, em várias coisas importantes sobre o sétimo mês, sobre as outras festas e sobre a festa dos tabernáculos,
eles habitavam em sucás, em cabanas, mas não é esse ponto que eu quero enfatizar agora, eu quero falar sobre o tempo específico do sétimo mês, porque o sétimo mês é significativo, de todas as festas e a consumação das 7 datas durante o ano,
a última data que traz mais consumação é a festa dos tabernáculos, as trombetas no dia 1º, o dia da expiação no dia 10, eram preparativos, mas o momento de consumação é a festa dos tabernáculos,
então o sétimo mês é o mês que completa, não é o último mês do ano, o ano tem 12 meses, mas o número 7 significa final, era o final do calendário de Deus,
e a ligação com o ano agrícola era a última colheita, então isso que eu quero que vocês vejam, no Levítico 2339 ele fala, vocês vão celebrar essa festa quando vocês tiverem recolhido os produtos da terra,
vamos confirmar isso agora em Êxodo 23, ele fala no versículo 14, 3 vezes no ano me celebrarei essa festa, mas não são 7 festas? Sim, tem 3 festas na Páscoa,
1 festa no Pentecost, então 3 festas no primeiro mês, 1 festa no terceiro mês e 3 festas no sétimo mês, então eram 3 épocas do ano, 3 ocasiões, 3 vezes por ano me celebrarei essa festa,
no versículo 15 fala da Páscoa e dos Pães Asmos, no versículo 16 fala a festa da cega dos primeiros frutos, que era Pentecoste, lembra que tinha festas, faz confusão, a gente mistura bastante,
mas na época da Páscoa tinha festas primíceas que era uma colheita temporã, era um feixe antes da época da colheita, os primeiros grãozinhos de cevada que era antes do trigo,
então Jesus ele veio muito antes dos outros, ele foi muito tempo antes, então essa é a festa das primíceas, mas a festa de Pentecoste é a primeira colheita,
no dia de Pentecoste caiu o Espírito Santo sobre aqueles 120 e já colheram, 3 mil pessoas na primeira pregação de Pedro, então é a primeira colheita,
mas aí no meio do versículo 16 fala guardarás a festa da colheita, essa é a festa dos tabernáculos, guardarás a festa da colheita a saída do ano, a minha tradução fala aqui, a festa da colheita a saída do ano,
no fim do ano tem uma outra, acho que a NVI fala a festa do encerramento da colheita e uma outra fala festa da colheita do fim do ano,
o que eu quero que vocês vejam é, sétimo mês é a festa da última colheita, é isso que, esse é o significado do sétimo mês, no primeiro dia trombetas anunciam,
mas a festa da colheita é no dia 15 e eles celebraram essa festa, vamos ler também em Deuteronômio 16,
Deuteronômio 16 também fala das três épocas do ano, mas no versículo 13, Deuteronômio 16, 13, celebrarás a festa dos tabernáculos durante sete dias,
quando houveres recolhido os produtos da eira e do lagar, então vamos entender, lá na páscoa tinha os primeiros grãozinhos, antes da época,
sevada, representando Jesus, festa de pentecoste, já tinha a colheita do trigo, festa do sétimo mês, festa dos tabernáculos, colheita da eira e do lagar,
então tinha a festa do trigo, do vinho, das uvas e a festa das azeitonas, do azeite, então, isso completava o ano agrícola lá em Israel,
então você tem três etapas diferentes da colheita, tudo ligado assim, e o sétimo mês, então, significa plenitude, é a última colheita,
tem muita coisa relacionada aqui, mas eu só quero chamar a atenção para esse aspecto, e olha o que diz no versículo 14, 15,
alegratiás na tua festa, tu, teu filho, tua filha, teu escravo, era para todo mundo se alegrar junto, não tinha servos, escravos,
era para ficar junto, igual, sem separação, o levita, o estrangeiro, é uma época de união, é uma época de todo mundo estar junto,
se alegrando, se alegrando, a festa de Pentecostes também fala de alegria, mas isso aqui é mais, essa é a festa mais alegre do ano todo,
é o fim da colheita, Deus reuniu todas as coisas, Deus prosperou, Deus abençoou, e significa tabernáculo, significa Deus morando conosco,
essas coisas são muito, não aparecem, são muito implícitas, mas a gente descobre que Jesus veio em João, capítulo 1,
ele tabernaculou entre nós, isso já no início, mas ele vem em Apocalipse 21 para tabernacular para sempre, então, isso aqui é uma festa de alegria,
todos, órfão, viúva, todo mundo se alegrando juntos, Deus vai acabar com as diferenças, Deus vai acabar com as distinções,
todo mundo celebrando, todo mundo habitando, e todos habitavam em cabanas de maneira igual, então não tinha rico, pobre,
todo mundo estava habitando numa construção, numa coisa simples, mas igual, era todo mundo igual, todo mundo nivelado.
Versículo 15, "Durante sete dias celebrarás a festa ao Senhor teu Deus no lugar", que lugar?
Jerusalém, tem que ter o centro certo, não é qualquer lugar, eu não posso celebrar essa festa na minha denominação,
na minha corrente, na minha doutrina, tem pessoas que não fazem parte de uma denominação, mas tem uma denominação, só que não tem nome,
todo mundo está na sua, mas Jerusalém não é a casa de ninguém, não é a denominação de ninguém, é o centro certo,
todo mundo sai das suas cidades, todo mundo sai da sua tribo, todo mundo sai daquilo que separa e todo mundo habita juntos,
celebrando, isso é restauração, então todo mundo sete dias no lugar que o Senhor escolheu, agora olha o que fala aqui no final do versículo 15,
"Pois o Senhor teu Deus há de abençoar-te em toda a tua colheita e em toda a obra das tuas mãos",
e isso aqui é uma frase que eu acho fantástica, "e a tua alegria será completa", então o sétimo mês é o mês de consumação,
é o final da colheita, isso profeticamente indica que vai ter essa última colheita que fala em Joel 2,
que Pedro citou em Atos 2, em que o Espírito Santo vai ser derramado sobre toda a carne, seus filhos, suas filhas,
ele vai derramar sobre servos e servas, são escravos, ele vai derramar sobre ricos e pobres, ele vai derramar sobre velhos e jovens,
não vai ter diferença de status ou não vai ter diferença de geração, não vai ter diferença de doutrina,
não vai ter diferença porque o mesmo Espírito Santo nos unindo, nos reunindo para receber Jesus, para tabernacular conosco,
então olha que é claro que aqui em Esas 3 não estava acontecendo tudo isso, isso aqui é uma celebração profética,
isso aqui é uma coisa, eles estavam indicando que nós estamos proclamando os judeus quando eles celebram essas festas,
a festa da Páscoa que eles lembram, da saída do Egito, mas a festa dos tabernáculos que eles estão apontando,
não só para que eles habitaram em tendas durante o deserto, mas eles estão olhando para o futuro,
eles estão esperando e proclamando e dizendo que isso é aquilo que vai acontecer, então essa restauração não tem limite,
é um tempo de grande expectativa, como nós vimos em Atos 3, ele vai restaurar todas as coisas, nós estamos na restauração,
nesses movimentos de restauração, não movimento no sentido de grupos, mas no sentido de ações, nós estamos caminhando para Jerusalém,
nós estamos almejando o verdadeiro centro, nós queremos estar em sincronia, eu só quero terminar lembrando disso que nós mostramos na última aula,
nós mostramos aqui, eu só quero fazer essa conexão aqui, que a restauração é trazer de volta aquilo que foi implantado,
então nós vimos que Abraão, Moisés, Josué, Davi e Salomão, Deus foi implantando progressivamente o seu reino,
seu plano de redenção e terminou com Davi e Salomão como a casa de Deus, então quando o povo voltou para Jerusalém,
quando o povo da Babilônia voltou, eles não voltaram para assim, é uma mistura, eu quero mostrar duas coisas aqui que nós vamos desenvolver um pouco mais na próxima aula,
quando eles voltaram, eles já pegaram a casa de Deus, então aquilo que foi a última coisa que eles alcançaram antes do cativeiro,
que foi a construção da casa de Deus, levou séculos para chegar do tempo de Davi e para Davi descobrir que Deus queria uma casa,
então isso foi a última grande coisa que Deus fez na implantação antes do cativeiro, quando eles voltaram eles já retomaram essa parte,
e eu falei eles não precisaram voltar para Abraão, mas agora precisamos lembrar assim para colocar isso no contexto certo,
o que é que Abraão tinha? Abraão não chegou à casa de Deus, no tempo de Abraão ele não tinha casa de Deus, o que que Abraão tinha?
O que que Abraão fazia em cada lugar onde ele morou? Ele fez um altar, então olha que coisa interessante, eu queria só terminar mostrando o 7º mês é o mês de consumação,
eles voltaram para Israel e não celebraram, a primeira coisa que celebraram não foi a Páscoa, eles vão celebrar a Páscoa depois,
a Páscoa não é ultrapassada, eles não vão deixar de celebrar a Páscoa, mas eles voltaram para Israel e a primeira festa,
a primeira época do ano que eles celebraram para Deus foi o 7º mês, então isso está mostrando que eles estão chegando numa época que Deus vai cumprir,
não só as primeiras festas na história, mas ele vai cumprir as últimas, então o movimento de restauração, o tempo de restauração,
ele volta com foco na casa de Deus, ele volta para celebrar o 7º mês, mas ele também volta para estabelecer, para restabelecer as bases e ele pega a base de Abraão,
qual foi a base de Abraão? O altar, então a primeira coisa que eles restauraram naquele local onde depois seria reconstruída a casa de Deus foi o altar,
então olha quanta coisa maravilhosa, tem coisa que nós vamos continuar buscando mais luz de Deus sobre como isso pode acontecer,
lembrando que nessa mesma folha eu mostro que a restauração é um processo, nós estamos esperando algo específico, uma restauração grande de toda a igreja,
de todo o povo de Deus, restauração de Israel, estamos esperando eventos históricos e proféticos no calendário de Deus, mas a restauração é um processo,
aconteceu em épocas diferentes da história, acontece continuamente, mas vai ter uma grande restauração final,
então nós não precisamos dizer, bom, não chegou ainda a época da restauração, então não tem nada para aplicar, não, a restauração ela deve acontecer continuamente,
inclusive na minha vida e na sua pessoal, então tem muitas aplicações, mas realmente nós aguardamos uma restauração grande e completa nos últimos dias, vamos orar.
Senhor, nós ficamos realmente atônicos diante de tanta grandeza, tanta perfeição, o Senhor mostrou tudo nas festas, o Senhor mostrou tudo na história, o Senhor mostrou para Daniel lá na Babilônia que ia acontecer uma restauração,
mas que depois ia acontecer muitas outras coisas, enfim, o Senhor tem mostrado, tem muita coisa para acontecer no teu plano, nós ansiamos por isso,
e especialmente ansiamos para que nos nossos dias, nos dias de hoje, na nossa geração, que aconteça essa restauração contínua, mas que aconteça essa restauração do sétimo mês, que aconteça as preparações,
que as trombetas possam soar, que o altar seja restaurado, que a sincronia perfeita entre todas as partes do teu corpo possa acontecer novamente,
que o som da trombeta seja ouvido por todos, não seja uma coisa só de um grupinho, aqui nesse momento era um remanescente, mas pelo menos era um remanescente unido, que o Senhor possa levantar, que o Senhor possa agir,
e que a trombeta possa soar, que possa chegar ao tempo da colheita final, pedimos que o Senhor nos prepare, que o Senhor aja nos nossos corações, que nós estejamos em sincronia contigo,
e que nós possamos ouvir a Tua voz, que possamos achar o centro em Jerusalém, possamos achar, ó Deus, um lugar conectados a Ti, pedimos isso em nome de Jesus, amém.
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