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24/10/21 – Esdras 3 – Baixardo áudio.
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Transcrição
Estamos continuando no nosso estudo do livro de Esdras, tempo de restauração.
Continuamos também no capítulo 3. Na aula passada nós falamos sobre o altar, que é o ponto de partida, é o princípio da restauração.
Primeira coisa que eles restauraram antes de colocar fundamentos na casa de Deus, antes de fazer outras coisas, era levantar o altar.
E eles estavam focados na casa de Deus. Temos visto que toda a restauração, todo o processo chamado, o objetivo de voltar para Israel, era restaurar a casa de Deus.
Mas antes de fazer outras partes, na verdade o altar faz parte da casa de Deus, ficava no átrio, fora da cobertura, mas fazia parte da casa, de todos os aspectos da casa.
Mas era a primeira coisa que eles tinham que restaurar antes de mais nada. Hoje nós já vamos falar, está no capítulo 3 também.
Mas depois que restauraram o altar, como eles estavam todos reunidos ali no sétimo mês, que é o mês das últimas três festas.
Então eles estavam, eles foram celebrar a última das sete festas, a festa dos tabernáculos. Então essa é a, nós chamamos a festa da consumação. É a última festa e é o final de tudo aquilo que as festas querem demonstrar.
Então nós vamos orar, vamos pedir, nós estamos falando então do primeiro passo para a restauração e hoje nós vamos falar sobre essa festa que representa o final.
Então o princípio de tudo que é o altar e o final de tudo que é a festa dos tabernáculos.
É interessante como as duas coisas são vistas uma ao lado da outra e queremos entender como Deus quer fazer a restauração nos nossos dias, nesse tempo do fim.
Senhor, nós te agradecemos por Tua palavra que revela tantas verdades, tantos tesouros, tantas coisas maravilhosas escondidas aqui.
Nós queremos realmente saber como restaurar o altar em primeiro lugar e como chegar a esse final de todas as coisas.
Queremos entender aquilo que o senhor pretende fazer nesse final dos tempos, nessa nossa geração, tanto o que deve ser feito em primeiro lugar antes de mais nada, mas também para onde estamos caminhando a festa que simboliza a consumação.
Revela-nos, guia-nos, abre os nossos olhos, dá-nos visão, ajuda-nos a entender o Teu propósito, o Teu coração. Queremos ser pessoas não que achem que sabem de tudo, que têm todo o conhecimento.
Nós dependemos de Ti em cada situação, não entendemos muitas coisas, dependemos de Ti, mas o Senhor revelou algumas coisas que são importantes e nós queremos realmente ser pessoas amigas Tuas.
Queremos ser pessoas que se interessam pelo Teu plano e que tenham algum conhecimento daquilo que o Senhor revelou para nós.
Abre o nosso entendimento, nessa hora pedimos em nome de Jesus.
Então, nosso texto, nossa base para falar sobre esses dois aspectos é que, em Esdas 3, versículo 2, eles edificaram o altar do Deus de Israel antes de mais nada. E depois, no versículo 4, então, segundo o que está escrito,
celebraram a festa dos Tabernáculos e ofereceram holocaustos diários conforme um número ordenado para cada dia.
Então, esses são esses dois aspectos que estamos querendo colocar em contexto e entender o que significa.
Antes de falar, mas antes de falar sobre essa festa da consumação, queremos só retomar algumas coisas que vimos na última aula e algumas coisas que não pudemos completar por falta de tempo sobre o altar.
Então, lembrando que o altar é o ponto de partida. Essa aqui é a relação de nós fizemos um panorama na história.
Aqui eu só quero chamar a atenção que, como a gente falou sobre a centralidade do altar e demos uma olhada geral, claro que tem muitas coisas a mais, na Bíblia.
E eu quero falar novamente sobre essa apostila. É uma apostila bem rústica, bem simples, feita no tempo que a gente fazia as coisas nos anos 80, 1980.
Fazíamos tudo com mimiógrafos, com impressoras muito simples, mas é uma apostila muito rica, chama o altar na Bíblia.
Então, é um estudo maravilhoso que realmente entra em profundidade no altar, na Bíblia inteira.
E como é um tema muito importante desde o início, como falei, não tinha o altar no Jardim do Éden, mas a partir do capítulo 4 de Gênesis, mesmo sem mencionar o nome altar,
já vemos esse tema central de como agradar a Deus, de como se comunicar com Deus, de como oferecer as coisas a Deus, então nós temos isso como um tema na Bíblia inteira.
Mas nessa relação, só queria chamar a atenção, que essa relação aqui, coloquei dez passos, dez pontos do altar na Bíblia toda, eu não inclui, como nós estamos estudando o livro de Esdras, eu não inclui,
entraria aqui no número, entre o número 6 e 7, o altar que nós estamos estudando aqui em Esdras 3, então só para lembrar que essa centralidade do altar, eu não coloquei nessa relação,
porque faz parte do que nós estamos estudando agora, mas se a gente quiser dar uma olhada no altar, na história do altar e como Deus foi trabalhando durante a história,
seria importante incluir aqui, aí daria 11 e o número 7 seria esse altar em Esdras 3, então isso seria só para a gente lembrar desse aspecto.
E o outro que nós também vimos na aula passada, que falamos só muito rapidamente no final da aula, mas são esses aspectos do significado do altar,
e aqui a gente percebe que são vários aspectos, não existia sacrifício sem sangue, então evidentemente isso é um tema central do altar,
eu não estou dando ênfase ao sangue de remissão pelos pecados, porque eu estou querendo mostrar que o altar vai além disso, nós sabemos, Hebreus fala que sem sangue não há remissão de pecados,
sem sangue não tem aliança, então o sangue é um elemento central, é o sangue de Jesus da nova aliança, então o sangue também é um tema central na Bíblia por causa do pecado,
mas estamos querendo ver um significado do altar que vai além de ser um lugar, simboliza a cruz, nós vimos isso que o altar na nova aliança tem uma relação muito próxima com a cruz,
a cruz na sua centralidade, a cruz como Paulo falou, não quero saber outra coisa a não ser a cruz de Cristo, então nós podemos dizer que como o altar não podia faltar no Antigo Testamento,
no relacionamento do homem com Deus sempre tinha o altar, na nova aliança não existe nada sem a cruz de Cristo, então nós temos também essa relação muito importante com a cruz,
vimos que esse altar, esse lugar de oferecer algo a Deus é um lugar de dar satisfação a Deus, de dar prazer a Deus, vimos em Hebreus dois aspectos que falam de como nós agradamos a Deus,
com o fruto dos nossos lábios, gratidão, louvor, apreço, isso fala não de uma coisa distante de nós temos que apaziguar, nós temos que falar muito de Deus,
se não ele fica bravo com a gente, mas fala de uma expressão, não existe uma relação de amor, não existe uma relação de adoração sem uma expressão verbal,
então o sacrifício contínuo a Deus tem muita relação com a nossa expressão diária de amor por Deus, de gratidão e de louvor a Ele,
então Hebreus 13 fala desse sacrifício contínuo e também fala de como nós podemos agradar a Deus dando, sendo generoso, abençoando outras pessoas,
isso é algo que agrada profundamente o coração de Deus, então é só antes de continuar, de começar agora falando sobre a festa da consumação, eu queria dar um foco,
dar um pequeno toque no aspecto de que o altar como parte da casa de Deus, nós lemos aquele texto em Êxodo 29 que fala do altar como um lugar de ofertas contínuas,
então eu queria ressaltar duas coisas, uma que nós falamos que está aqui nessa relação que é a comunicação com Deus, não tem jeito de ter uma casa de Deus,
não tem jeito de restaurar a casa de Deus e tem alguns aspectos que talvez a gente não compreenda plenamente, mas quando nós falamos sobre Babilônia, sobre lugar de cativeiro,
e estamos pensando em como Deus, nesse livro de Esdas, está mostrando esse padrão de restauração, esse momento cairosa, esse momento no plano de Deus, quando a igreja, não uma pessoa individual,
nós podemos sempre ser restaurados pessoalmente quando nós perdemos nosso primeiro amor, quando nós nos afastamos de uma intimidade com Deus,
quando nós nos afastamos de alguma forma da nossa relação com Deus, a restauração pessoal é uma coisa que pode e deve acontecer continuamente,
e existe um aspecto também de restauração contínua na igreja que é voltar, voltar também para o primeiro amor, voltar para cultivar, para se interessar pela presença de Deus,
mas esse aspecto de Babilônia é intrigante porque na Babilônia, como no Egito, não havia altares, Abraão quando ele estava peregrinando e foi para o Egito, ele não fez nenhum altar no Egito,
Jacó quando foi lá para ficar perto de Labão dos parentes e buscar uma esposa, lá fora da terra, fora da herança, fora da posição, ele não fez altar,
Deus até falou com ele lá, mas ele não fez um altar, então não é que na Babilônia nós não podemos ouvir de Deus porque Daniel estava na Babilônia e recebeu visitas de anjos, revelações tremendas,
Daniel tinha uma espera, ele não fez um altar físico, mas Daniel orava três vezes por dia, então ele manteve o significado, a prática interior do altar, ele continuava buscando a Deus continuamente,
então na Babilônia nós podemos buscar a Deus, nós podemos ter contato com ele, mas tem algo que nós estamos vendo aqui, quando eles voltaram para a terra de Israel, para Jerusalém,
eles foram levantar o altar lá e era algo que eles não tinham antes, então a partir daquele momento eles puderam ter o sacrifício contínuo e esse sacrifício contínuo,
eu queria chamar a atenção para esse termo que é muito usado no primeiro testamento de uma oferta, os holocaustos, as ofertas contínuas, era uma coisa que todos os dias continuamente o fogo não se apagava do altar,
essa continuidade simboliza o próprio Jardim do Edem, onde Deus não estava conversando com eles o tempo todo, mas a ideia, Deus vinha falar com Adão e Eva no final do dia,
ele não precisava de um altar para isso, mas nós entendemos que o objetivo de Deus mesmo no Jardim do Edem era crescer no relacionamento com o homem para chegar ao ponto de habitar com o homem,
isso fica implícito, a gente não tem um versículo que fale isso explicitamente, mas a ideia do Jardim do Edem e do homem e a mulher na imagem de Deus enchendo toda a terra com a imagem de Deus,
era que Deus tinha um propósito, como nós vemos no decorrer das Escrituras, que Deus tinha esse desejo meio oculto, meio para ser descoberto pelo homem, é um namoro que um fica esperando pelo outro,
que fale vamos nos casar, vamos ficar juntos para sempre, então o namoro existe não para continuar sempre uma amizade intermitente de vez em quando conversando,
mas a ideia é realmente que possa chegar ao casamento e a morar juntos para sempre, então o objetivo de Deus era habitar, era morar junto,
então a oferta contínua é uma coisa que aponta para isso, aponta para uma comunicação aberta, aponta para uma ligação permanente,
então eu queria mostrar, queria focar, ressaltar esse ponto que o altar era o lugar de oferta contínua e essa oferta contínua aponta para uma comunicação, para uma interação com Deus,
agora porque que precisava ter o altar, o holocausto, tudo tem muito significado, é a nossa expressão a Deus, é Deus se manifestando e falando conosco,
a ideia realmente desse altar é um lugar não só individual, mas é uma coisa coletiva do povo de Deus se reunir ali, de Deus se agradar de nós como povo, de ter uma noiva, de ter um povo, de cumprir aquilo que vemos em Apocalipse 21,
é Deus habitando para sempre com o seu povo, então essa continuidade, nós queremos sair da Babilônia, queremos ter um lugar de um altar a Deus, queremos poder conversar com Deus,
não só eu na minha casa, ou eu na minha família, eu individualmente, nem só como família, mas essa coletividade de Deus habitar no meio do seu povo,
e eu queria lembrar rapidamente de dois altares que podem nos ajudar a entender mais para a gente ver essa questão de comunicação com Deus, em Juízes, capítulo 13, só vou fazer uma referência rápida,
tem uma história em Juízes 13 sobre um casal, sabemos o nome do marido que era Manoá, não sabemos o nome da esposa, eles eram os pais de Sansão,
estava numa época de muita opressão da parte dos filisteus e um anjo apareceu para a esposa de Manoá falando que eles iam ter um filho e esse filho tinha que ser dedicado, separado a Deus,
como Nazireu e que Deus ia usá-lo para libertar seu povo, então Deus falou com a esposa e ela foi falar com o marido, é uma história engraçada nesse sentido, sempre olho esse aspecto de que o anjo foi conversar com a esposa, não foi conversar com o marido,
e aí ela contou para o marido que o anjo veio e o marido ficou, ao invés de ficar assim "que bom o anjo falou e falou com minha esposa, está falado", ele ficou assim "mas eu queria conversar com esse anjo também",
então ele orou a Deus e pediu para que o anjo aparecesse novamente, que ele pudesse também ter essa experiência, e aí ele fala que Deus ouviu a oração mas o anjo foi aparecer para a esposa dele de novo e ele não estava presente na hora,
só que dessa vez acho que ela pediu para o anjo esperar, espere aqui um minutinho, ela correu, chamou o marido e o marido foi lá e conversou com o anjo e aí ele perguntou aquilo que o anjo já tinha falado,
"o que a gente deve fazer, como é que vai ser?" e o anjo falou assim "eu já falei com sua esposa, faça tudo que eu falei com sua esposa", então essa é a parte mais um pouco engraçada da história, mas a parte que eu quero ressaltar aqui é que eles falaram assim,
Juízes 13, versículo 15, "Manuá disse ao anjo do senhor, deixa que te detenhamos e te prepararemos um cabrito", e aqui no decorrer da história vai mostrar que na verdade eles não sabiam que era um anjo,
a mulher chamou de homem de Deus, eles não tinham consciência de que era um anjo, então eles queriam na hospitalidade oferecer um alimento e aí a gente vai preparar um cabrito,
e o anjo disse para Manuá no versículo 16 "eu não vou comer do seu pão, agora se você quiser oferecer um holocausto ao senhor, ofereça a ele", e aí fala que ele não sabia que era um anjo,
então ele até queria saber o nome do anjo, o anjo falou assim "meu nome é maravilhoso, quer dizer, é algo muito grandioso, eu não posso revelar", e depois no versículo 19 ele ofereceu um cabrito com ofertas cereais e tal,
ele improvisou, ele não tinha um altar feito no padrão, tinha o tabernáculo nessa época, mas ele fez um altar ali onde ele estava e na verdade era uma rocha, era uma grande rocha,
então ele ofereceu um cabrito ao Senhor, já que o anjo falou assim "eu não posso comer, ofereça ao Senhor", ele ofereceu o cabrito, versículo 19, sobre a rocha, ofereceu ao Senhor,
e o Senhor fez maravilhas, isso aqui é essa coisa mais misteriosa, porque falou que era um anjo, o anjo, o próprio Deus que apareceu para Abrão, comeu junto com ele,
esse anjo que também pode ser o anjo que era Jesus aparecendo para ele, porque fala anjo e depois fala assim "que o Senhor fez algo maravilhoso quando ele ofereceu o sacrifício",
versículo 19, o Senhor fez maravilhas enquanto Manoás e sua mulher observavam, versículo 20, subindo a chama do altar para o céu, o anjo do Senhor subiu nela, vendo isto Manoás e sua mulher caíram com o rosto em terra,
foi aí que ele descobriu que esse homem que estava falando com eles era um anjo, e talvez era o próprio Jesus, é muito interligado, fala anjo, depois fala que o Senhor está fazendo,
então, mas o ponto principal aqui é mostrar que o altar é um lugar de comunicação com Deus, é mais ou menos, é uma outra figura, uma outra maneira de ver, mas é mais ou menos como o sonho de Jacó,
quando ele viu uma escada entre o céu e a terra e anjos do Senhor subindo e descendo, e quando Jacó acordou, está em Gênesis 28, quando Jacó acordou, ele ficou muito impressionado com o sonho que ele teve,
Deus falou com ele no sonho, mas ele falou assim, este lugar, que era um lugar deserto, não tinha cidade, não tinha nada, ele estava dormindo num lugar deserto,
e ele falou, este lugar não é outro lugar, senão a casa de Deus, e é a primeira vez que fala sobre casa de Deus na Bíblia, e tem essa ligação de que a casa de Deus é um lugar de comunicação,
Deus não fala conosco na hora que a gente quer, do jeito que a gente quer, a gente gostaria que Deus falasse em voz audível, que Ele escrevesse na parede, que Ele mostrasse de uma forma muito clara,
Deus não fala realmente do jeito que a gente gostaria, mas a casa de Deus, o altar de Deus, é um lugar de comunicação, é um lugar de céus abertos, é um lugar de ofertas contínuas,
então aqui mostra que essa chama do holocausto, quando subia ao céu, o anjo que tinha vindo falar com eles, subiu naquela chama, então é essa história muito interessante para mostrar essa comunicação,
sabemos que em várias ocasiões, tem o altar que Elias levantou, tem quando o Tabernáculo foi dedicado, tem quando o templo de Salomão foi dedicado, tem várias ocasiões na Bíblia quando Deus responde com fogo,
então esse fogo que cai em cima da nossa oferta que sobe e todas essas ocasiões que eu estou mencionando, no Tabernáculo, fica em Levítico 9, no templo de Salomão que fica em segundo crônica 5,
no altar de Elias, em primeiro rei 18, então nesses altares que Deus respondia com fogo, em cada uma dessas situações, é Deus respondendo com fogo sobre o altar que está oferecendo um sacrifício a Deus,
então isso nós temos na nova aliança em Atos 2, quando 120 pessoas esperando, se oferecendo a Deus, veio o Espírito Santo e caiu sobre eles com fogo sobre a cabeça de cada um,
então é sempre essa ideia de que um sacrifício para nós ainda é algo muito raro, algo que não acontece sempre, mas a oferta continua, o altar que é esse lugar de oferecer continuamente a Deus é um lugar de comunicação,
comunicação não é só eu falo e peço a Deus ou eu louvo a Deus e acho que está bom, mas é realmente um lugar onde Deus fala, é onde o lugar onde o fogo vem, é um lugar onde realmente a presença de Deus habita,
então a casa de Deus precisa ser esse lugar e tudo começa com o altar, o outro altar que eu queria mencionar está em primeiro crônicas, capítulo 21,
também é uma história que eu vou passar por cima do contexto da história, mas foi quando Davi fez o recenseamento do povo e Deus se desagradou dessa atitude de Davi e veio uma praga que começou a matar muitas pessoas
e Davi clamou a Deus e falou assim, Deus, o que eu posso fazer porque fui eu que peguei, não foram essas pessoas que pecaram e Deus mandou o profeta Gad falar com Davi assim, vá a era de Araúna e levante um altar naquele lugar,
então Davi vai e compra a era de Araúna, então primeiro crônicas 21, versículo 26,
então Davi edificou ali um altar ao Senhor e ofereceu nele holocaustos e ofertas pacíficas e invocou o Senhor o qual lhe respondeu com fogo do céu sobre o altar do holocausto,
então aqui mais uma vez nós temos esse altar de Davi, eu queria chamar a atenção porque no tempo de Davi estava tudo separado, tudo fora de ordem parecendo uma Babilônia,
porque a arca estava fora da casa de Deus, estava num lugar, o tabernáculo estava num lugar, a arca estava em outro lugar, Davi trouxe a arca para Jerusalém, mas ainda fora do tabernáculo
e tinha muita coisa fora dos eixos, fora da restauração, fora daquilo que Deus quer, então muitas pessoas até falam, nós precisamos ver a restauração do tabernáculo de Davi,
pensando naquela tenda onde Davi colocou a arca, mas isso foi algo maravilhoso que Davi fez de trazer a arca, de instituir louvor, de ter louvor diante de Deus,
mas nesse momento aqui de 1º Cronicles 21, Davi já tinha pensado em fazer uma casa para Deus, Deus tinha falado "não é você que vai fazer, é seu filho que vai fazer", então Davi está num momento
em que as coisas estão fora, fora do padrão de Deus, fora e acontecendo toda essa situação aqui e Deus falou com ele "olha, a única maneira de você impedir o juízo de Deus sobre o povo é você levantando um altar",
ele levantou um altar, então nós temos aqui também que embora ele tivesse começado com a arca anos antes, mas o que precisava acontecer para que a casa de Deus fosse restaurada era o altar,
eles tinham falado "olha, no tempo de Saúl ninguém ligava para a arca, foi uma omissão terrível", mas Davi cometeu um outro grande erro antes disso, ele não estava dando atenção ao altar,
ele estava com a arca em Jerusalém, mas ele não estava com o altar, então nesse momento tinha um altar lá no Tabernáculo e talvez estivesse fazendo ofertas, mas Davi não estava dando importância
quando ele falou "Deus, eu quero fazer uma casa", Deus o levou com essa experiência a entender a importância do altar que estava também em esquecimento, no tempo de Elias o altar estava em ruínas, em esquecimento,
então tudo isso está mostrando a importância de ter o altar, e nesse altar que Deus falou com ele "vá à Eira de Araúna e faça um altar ali", Deus deu lugar para ele,
e descobrimos depois que esse lugar que Deus ordenou que ele fizesse um altar foi o mesmo lugar onde Abraham ofereceu Isaac, então que coisa maravilhosa, e é o lugar onde Jesus foi morto na cruz,
talvez não nesse ponto em Jerusalém, mas Jesus também foi oferecido na cruz em Jerusalém, então nesse mesmo lugar geográfico, Deus falou com Davi para fazer um altar,
ele fez um altar, Deus respondeu com fogo, parou com a praga, e Davi descobriu, Davi entendeu, capítulo 1º crônicas 22, versículo 1, "esta é a casa do Senhor Deus, e este é o altar do holocausto para Israel",
então mais uma vez nós estamos vendo a importância do primeiro altar, estamos continuando ainda com esse enfoque, de entender que o altar é o ponto de partida, é o ponto inicial da nossa, da restauração,
a casa de Deus começa com altar, então tem muita coisa, acho que pela aula passada estamos vendo que falar sobre a arca, falar sobre o altar, falar sobre a casa de Deus não é simplesmente fazer uma correspondência,
a casa de Deus somos nós, então onde tem dois ou três já é a casa de Deus, não, claro Jesus vem, Ele está no meio dos dois ou três, isso é maravilhoso, mas nós estamos na Babilônia,
nós estamos precisando restaurar o altar, nós estamos buscando, como Davi, estamos falando de arca, estamos falando "eu quero fazer a casa", mas como que vai fazer a casa, e Deus leva Davi a entender o que é o altar,
e através do altar Davi descobre onde deve ser feita a casa de Deus, em que base, de que maneira essa casa deve ser feita, então isso tudo é tremendo para a gente entender.
Ok, vamos voltar para Esdras 3 e eu quero falar sobre mais um aspecto do altar aqui, talvez eu tenha mencionado, mas é uma coisa muito importante, então em Esdras 3 no versículo 2 fala que eles estavam lá em Jerusalém no 7º mês,
e Jesus, o sacerdote, Zorobabel, todos os seus irmãos, eles começaram a edificar o altar do Deus Israel para oferecer esses holocaustos contínuos, no versículo 3, Esdras 3.3, apesar, acho que tem até umas traduções que até falam assim,
por causa do terror ou apesar do terror, apesar do terror que estava sobre eles, por causa dos povos das outras terras, firmaram o altar sobre as suas bases, e ofereceram sobre ele holocaustos ao Senhor de manhã e à tarde.
E aqui tem uma coisa muito interessante, já falamos que os exilados, o povo que voltou da Babilônia, eles tinham muita coisa para fazer para se estabelecer na terra, reconstruir ou construir suas casas, fazer plantações, eles tinham muita coisa para conseguir se estabelecer na terra,
mas eles entenderam que a casa de Deus era prioridade número 1, e uma outra coisa então que poderia ter feito com que eles não fizessem esse altar, não se preocupassem em primeiro lugar com a casa de Deus,
era que eles estavam ali cercados, não só das nações em volta como até hoje, mas numa situação também semelhante a hoje, eles tinham inimigos dentro da terra,
então quando eles voltaram para Israel, eles encontraram pessoas, nós vamos ver essas pessoas aparecendo já no capítulo 4, e durante todo o tempo dos livros de Esas e Nehemiah, existe a presença, como até hoje, existe a presença de povos dentro da terra,
que não fazem parte do povo de Israel e que são adversários que estão tentando impedir, que estão lutando contra o povo de Israel, então eles estavam com muito medo,
eles estavam com muito medo dos povos que estavam ali, povos de outras terras, mas muitos dentro da própria terra ou perto nos territórios em volta,
agora na lógica, o que seria a primeira coisa a restaurar? Na lógica seria a cidade com as muralhas, com os muros em volta, essa era a proteção, seria a primeira coisa que a gente pensaria em fazer,
nós vamos ficar reféns, nós vamos ser expulsos, nós vamos ser mortos, nós vamos sofrer ataques, antes de pensar em casa de Deus, nós precisamos nos proteger,
se não, como que nós vamos fazer? Não, não foi essa a ordem e o livro de Nehemiah que vai falar sobre essa parte da restauração acontece mais de 100 anos depois, ou em torno de 100 anos depois dessa época,
então não foi só fizeram primeiro a casa e logo em seguida fizeram os muros, isso foi algo que demorou, então olha que coisa interessante, eles apesar do terror que estava sobre eles,
por causa dos povos das outras terras, eles firmaram o altar sobre as suas bases, eles encontraram a base do altar, então outro aspecto é que eles fizeram o altar de acordo com as instruções de Deus,
no lugar onde esse altar estava antes, versículo 2 fala de acordo com o que está escrito na lei de Moisés, então isso são aspectos importantes dessa restauração,
a restauração é de acordo com as escrituras, de acordo com o que Deus tinha mostrado e eles não sei exatamente como eles entenderam isso,
nós temos o princípio de que a maior proteção para eles desse perigo que eles sentiam que estavam enfrentando não era levantar muros, a maior proteção era eles restabelecerem contato com Deus,
então Deus não vai dizer não faça os muros, Deus não vai dizer como a gente pensasse, o que é a maior proteção que eu tenho contra a enfermidade, remédios, vacinas, tratamentos,
Deus não vai falar não use, mas o que vem antes, quando a gente está com medo, quando existem perigos, a primeira coisa que precisa ser restaurada é perigos de perseguição,
perigos de um governo que talvez seja contra Deus, perigos da sociedade, das influências, perigos contra nossos filhos nas escolas, quantos perigos nós temos, qual a proteção contra esses perigos,
como que nós podemos nos precaver, como nós podemos nos proteger contra todas essas coisas, a base de toda proteção é o restabelecimento do altar, é a comunhão com Deus, é a ligação com Deus,
então isso é um ponto muito importante, o versículo 3 nos mostra isso, ok, então de acordo com as escrituras, de acordo com o que Deus tinha mostrado, então nós temos todos esses princípios,
então tem muitas coisas para falar sobre o altar, eu já estou ocupando quase toda essa aula também, mas tem muitas coisas que nós podemos entender, é muito profundo, a mesa do Senhor é algo que representa esse altar coletivo,
em que nós nos lembramos do que Jesus fez, é comunhão uns com os outros, então esse altar contínuo tem uma amplitude muito grande de aplicações, de entendimentos que serve para nós e que devem ser restaurados para que Deus possa começar a restaurar sua casa, ok?
Então agora nós vamos para o versículo 4, que diz, então segundo o que está escrito, também de acordo com as escrituras, eles celebraram a festa dos tabernáculos e ofereceram holocaustos diários conforme o número ordenado para cada dia,
porque de acordo com a lei de Deus, está tudo lá em números, tem uma relação de sacrifícios para cada festa, para cada dia, sábados, as festas marcadas, os dias definidos no calendário de Deus, então eles fizeram tudo de acordo com o que está escrito.
Então nós já falamos em outra aula sobre a importância do sétimo mês, já falamos um pouquinho sobre as festas, mas hoje eu só quero focar um pouquinho, não é um estudo detalhado sobre a festa dos tabernáculos,
mas eu quero falar um pouquinho sobre essa festa da consumação, porque a festa dos tabernáculos é citada poucas vezes na Bíblia, só para uma questão de curiosidade ou fatos, né?
Aqui embaixo eu coloquei assim, nós temos as três festas principais, porque são sete festas, mas na festa da Páscoa tem três festas juntos, na mesma época, na época de Pentecostes, no terceiro mês,
tem no primeiro mês, no terceiro mês e no sétimo mês, então são três épocas fixas no ano. Na festa da Páscoa, no primeiro mês, tinha três festas, tudo junto, na mesma semana.
Na festa de Pentecostes era um dia só, era um dia só, não tinha outra festa, era um dia só. E no sétimo mês tinha três festas também, mas em datas diferentes, não é como na Páscoa que ficava tudo na mesma semana.
No sétimo mês tinha um dia das Trombetas no primeiro dia do sétimo mês, o dia da expiação no décimo dia do sétimo mês e a festa dos tabernáculos que era sete dias, inclusive com o oitavo dia no final.
Então, mas eram essas três épocas no ano que Deus fala em Êxodo 23, que em três épocas do ano todos os homens deveriam se apresentar a Deus, três vezes por ano, então eram essas três épocas.
E olha só, Páscoa era época que eles se lembravam da libertação do Egito, que foi quando a Páscoa foi instituída e toda toda a celebração do Cordeiro da Páscoa era para relembrar como Deus os livrou sobrenaturalmente dessa escravidão do Egito.
Então é uma festa muito importante, aponta para a cruz de Cristo e como nós nos lembramos na ceia e em todos os momentos possíveis nós nos relembramos daquilo que foi feito na cruz, daquilo que foi feito para nos livrar.
Nós lembramos do do Egito, da história de Israel, que nós fomos enxertados, nós também somos herdeiros dessa história, dessa sequência, mas também nós temos um cumprimento na nova aliança.
Como nós temos falado várias vezes, a festa da Páscoa se cumpriu em Jesus, literalmente ele como Cordeiro, no dia que eles celebraram a Páscoa naquele ano, tudo aconteceu exatamente cumprindo a simbologia da festa,
como Deus falou com o povo de Israel para celebrar isso sempre apontando profeticamente para o dia que isso fosse acontecer.
A festa de Pentecostes foi a época que se cumpriu na história do povo de Israel e se cumpriu também na história do povo da nova aliança, no primeiro testamento aconteceu literalmente quando eles estavam 50 dias depois da Páscoa,
quando eles saíram do Egito, 50 dias depois eles estavam no Monte Sinai fazendo uma aliança com Deus, com os dez mandamentos e Deus aparecendo e falando com eles ali.
Então essa aliança, a aliança que foi feita com eles, a festa de Pentecostes lembra disso, quando Deus instituiu a festa de Pentecostes, ele não fala sobre esse cumprimento,
mas nós entendemos que a festa de Pentecostes se efere a isso porque aconteceu isso na data.
E depois que Jesus morreu na data da Páscoa, 50 dias depois, na data histórica, na data do calendário, o Espírito Santo caiu sobre o 120 no Cenáculo.
Então também foi uma festa cumprida literalmente de acordo com as datas do calendário.
Agora as festas relacionadas ao sétimo mês não se cumpriram, porém nós queremos mostrar hoje um pouco assim só rapidamente alguns aspectos dessa festa pra gente entender o significado.
A primeira coisa que eles fizeram foi levantar o altar e a primeira festa citada aqui tem três festas do sétimo mês.
Se eles celebraram a festa das trombetas, o dia da expiação, mas não menciona aqui, o que está registrado aqui em Exas 3, versículo 4 é que eles celebraram a festa dos tabernáculos ou das cabanas.
Então eles cumpriram, eles guardaram essa festa e isso tem um grande significado.
Então na Páscoa lembramos a libertação do Egito e a cruz de Cristo, no Pentecostes nós lembramos da aliança feita no Monte Sinai e no dia que essa lei dada no Monte Sinai foi escrita no coração, porque o Espírito Santo veio sobre os discípulos, foi derramado para que a lei fosse escrita no coração.
Então nós temos a libertação do Egito e nós temos aliança por meio da lei de Deus, no Antigo Testamento uma lei exterior, no Novo Testamento uma lei interior, então essas duas festas fazem lembranças dessas coisas.
E o que que tabernáculos lembra? E sempre tem algo também futuro, algo profético, algo que vai acontecer, principalmente porque tabernáculos não foi cumprido ainda.
No tempo de Israel todas as festas eram proféticas, porque estavam apontando para Jesus, estavam apontando para o Espírito Santo, mas a festa dos tabernáculos não se cumpriu ainda.
Então o que é que é simbolizado na festa dos tabernáculos? Bom, o que nós sabemos é que nessa festa Deus ordenou que eles habitassem em cabanas, em barracas.
Eles tinham que lembrar, e esse é o ponto interessante, porque essas barracas, essas habitações bem provisórias, feitas com ramos, com folhas das árvores, essas cabanas eram feitas para lembrar,
de acordo com Levítico 23, eram feitas para lembrar do tempo que eles viveram no deserto, em tendas.
Então era um tempo, era uma lembrança, era uma lembrança do tempo que eles habitavam em moradias muito precárias, muito temporárias, e Deus cuidou deles no deserto.
Então era para lembrar dessa época e como Deus guardou o povo e guiou o povo até a prometida. Então nós vamos voltar para isso daqui a pouco, para entender essa questão, esse significado.
Então, rapidamente aqui, eu não vou fazer um estudo, tem muitas coisas que nós poderíamos citar a respeito da festa dos tabernáculos, mas eu só quero chamar a atenção, algumas até que a gente já mencionou na outra aula.
A festa dos tabernáculos era a festa da consumação, era a última festa do ano, como nós já mostramos, a festa da Páscoa era a época de grãos temporãos, antes da colheita, mesmo da cevada, que era o primeiro a amadurecer, mas era assim, nem tinha acontecido a colheita ainda, nem da cevada.
Então é como quando a tempo de manga ou de alguma fruta assim, tem algumas que amadurecem antes da época, temporão. Então a festa da Páscoa é a festa das primícias.
Essas palavras confundem bastante, porque usa essas palavras primícias e colheita em mais de uma época, mas vamos entender, a festa da Páscoa não era colheita ainda, era apontando os primeiros grãos, antes da colheita, alguma coisa que ficou maduro antes da hora.
E isso representa Jesus, que ele foi o primeiro ressuscitado dos mortos, ele foi muito antes de qualquer outra pessoa entrar na plenitude da herança como homem.
Então essa festa da Páscoa, a festa de Pentecostes, que vinha no calendário 50 dias depois, aí sim já tinha colheita, era primícias também, mas não primícias de temporão, a festa de Pentecostes é a primeira parte da colheita.
Páscoa não é colheita ainda, é primícias, é uma coisinha que vem antes só para dizer, olha, vai acontecer, Pentecostes já está colhendo, colhendo cevada, colhendo trigo, já está na época de colheita, mas é a primeira parte da colheita.
Então no dia de Pentecostes, Deus trouxe três mil pessoas com a pregação de Pedro, a primeira colheita, primeira colheita, então já é uma primícias também, mas uma primícias já mais abundante, já está acontecendo a colheita.
Tabernáculos é final da colheita e não é mais colheita de grãos, tabernáculos é época de colheita de frutas, a uva, azeitona, vinho, que produzem vinho e azeite, essa colheita era a última colheita do ano.
E isso mostra, acho que em Deuteronômio 16, que fala assim, no final, quando vocês estiverem terminado de fazer a colheita, então a festa dos tabernáculos é a última colheita, é a colheita final.
E outra coisa importante para observar, grãos, aqui nós temos arroz, temos outros grãos, mas grãos naquela região, eles tinham cevada, trigo, eles produzem relativamente rápido, planta e daí uns dias cole, é uma plantação rápida.
Uva demora anos, azeitona então demora muitos anos para a oliveira dar fruto, e o processo também envolve esmagar, passar por pressão, então a colheita de tabernáculos, essa colheita final é uma colheita de frutos do espírito, é uma colheita diferente de grãos, é algo que demora mais,
vem no sétimo mês do ano, é o último mês desse ciclo, do primeiro ao sétimo mês, então é uma colheita final, é o final do ciclo, mas você não tinha isso no primeiro ano que você planta, você não cole já no primeiro ano, então é uma colheita mais demorada e um processo mais duro, apesar que o grão também é triturado.
Todas as colhetas para serem aproveitadas, o fruto da colheita tem que passar por um processo, mas então é o tempo da colheita final, e a Bíblia fala muito sobre, fala em alguns textos sobre uma colheita final.
Então só colocando aqui alguns aspectos dessa festa de consumação, era também um tempo, como eu já falei, de recordação do tempo no deserto, então eles estavam na terra já permanente, eles estavam no lugar, podiam fazer casas permanentes, eles já tinham se estabelecido,
não esse povo que voltou da Babilônia, mas a ideia da festa dos tabernáculos era o povo na terra, eles não tinham como, provavelmente eles nunca celebraram essa festa no deserto, então era um lugar onde eles celebraram essa festa,
depois que eles já tinham casas, eles não estavam mais morando em tendas, mas eles foram recordar, eles foram lembrar de como Deus os guardou no tempo do deserto.
Agora essa recordação, essa construção de cabanas, era uma coisa muito interessante, porque nas outras festas, na festa da Páscoa, eles também saíam de suas cidades e iam para Jerusalém, mas cada um se arranjava,
não fala como eles se viravam para ficar lá uma semana guardando a festa dos Pães Asmos, não fala nada sobre nenhum tipo de habitação provisória, se eles ficavam na casa de amigos,
como é que eles faziam para se alojar nesse período, não é a ênfase da festa de Páscoa, a festa de Piedecostes era um dia só, então não fala nada sobre ficar ali, a festa dos tabernáculos,
a celebração da festa era fazer cabanas, festa dos tabernáculos, festa das cabanas, era uma festa em que eles faziam moradas temporárias para morar juntos,
então eu coloquei aqui "habitação em unidade" e eu fui lembrar assim uma coisa que nunca me chamou atenção, o salmo que todo mundo cita quando fala de unidade, a gente canta, a gente fala,
qual que é o salmo, o salmo curtinho que todo mundo cita sobre unidade, é o salmo 133, ó quão bom e quão suave é que os irmãos vivam, não se encontrem apenas,
não é para estar numa conferência, num evento, tudo bem, a festa dos tabernáculos era um evento, mas era um evento profético, eles estavam, essa festa, a festa da consumação,
é uma festa que aponta para algo futuro, um dia nós vamos morar realmente todo mundo junto, então a festa dos tabernáculos aponta para esse momento, aponta para uma habitação,
então nós temos aqui a habitação em unidade, eles foram, eles moravam, eles moravam durante, moraram uma semana, todo mundo em cabana juntos e olha que coisa interessante,
o rico, o pobre fazia cabana do mesmo jeito, então não tinha diferença de casa muito grande, de casa muito elaborada, muito rica, era todo mundo vivendo junto e habitando junto no mesmo lugar,
e isso é o que aponta Apocalipse 21, a cidade santa, nós vamos todos habitar juntos formando uma habitação para Deus, então habitação em unidade, não só se encontrando,
não só se declarando, mas realmente é um momento, um tempo profético de apontar para uma habitação todo mundo em unidade, todo mundo do mesmo jeito,
todo mundo com o mesmo propósito e ali na presença de Deus, era uma celebração de alegria, já mostramos isso também, especialmente em Deuteronômio 16, que ele fala assim,
é para celebrar essa festa com muita alegria, com alegria porque já receberam todas as bênçãos de Deus para aquele ano, receberam as chuvas, puderam fazer as colhetas, eles estavam felizes, eles estavam protegidos,
então eles foram, eles celebravam essa festa, a festa que mais chama atenção, a alegria, é uma festa que é para celebrar com alegria,
e que alegria maior pode ter do que a festa final de habitar todos juntos com a presença de Deus, então é a plenitude da alegria, essa é uma festa de celebração de consumação,
e uma outra coisa muito interessante é que era uma festa de simplicidade, então a ideia de celebrar essa festa no tempo dos Tabernáculos,
é uma festa de consumação, uma festa que previa, essa festa foi planejada não para ser celebrada na Babilônia, ou antes disso não era para ser celebrada no deserto,
não tinha como, eles tinham que buscar folhas de árvores, não tinha essas árvores no deserto, então essa festa não era possível celebrar no deserto, não era possível celebrar na Babilônia,
é uma festa que aponta para um cumprimento final, mas é uma festa que aponta para as pessoas já vivendo, não no deserto mais, não em tendas mais,
eles têm uma morada permanente, mas eles habitam, moram durante a semana da festa numa posição de simplicidade, eles estavam mostrando, era só assim, algumas estacas com folhas,
uma estrutura em cima com folhas, ramos e folhas, então era uma cabana muito simples, sem proteção, simplicidade, sem proteção alguma, dependendo de Deus,
então lembrando de como Deus guardou, lembrando de como Deus cuidou, mas vivendo no presente também para dizer olha, esse é o lugar que nós queremos habitar,
é um lugar de dependência de Deus, nosso sonho em outras palavras não é como as vezes a gente canta, eu tenho uma mansão no céu, a Bíblia, essa coisa de mansão é porque Jesus falou assim,
eu vou preparar um lugar, uma morada para vocês, João 14, mas essa morada que Jesus foi preparar não é a ideia de que Deus está preparando uma mansão especial
para cada um de nós, para a gente viver separado um do outro, a ideia de uma morada coletiva é justamente de ter uma morada simples,
porém agora esse ponto sempre me cucou bastante de pensar, a festa dos tabernáculos é um tempo para lembrar o deserto, para lembrar a peregrinação,
para lembrar nosso tempo de viver numa habitação temporária, a Bíblia chama, Paulo chama Pedro chama dois apóstolos no novo testamento, chama esse corpo nosso de tabernáculo, nós gememos,
Paulo fala em Segundo os Coríntios 5, nós gememos nesse tabernáculo, o que é tabernáculo? Uma tendinha, um lugar temporário, esse corpo físico nosso é muito frágil,
e Pedro também fala em Segundo Pedro 1, ele fala assim, quando chegar a hora de eu entregar esse tabernáculo, ele estava falando do corpo, então a festa dos tabernáculos celebra como Deus nos guarda,
hoje nós estamos vivendo isso ainda, Deus nos guarda nas nossas moradas temporárias, nas nossas tendas, nesses tabernáculos, porém o aspecto intrigante é que Deus não mandou fazer essas tendas,
os tabernáculos como eles tinham no deserto, eles tinham uma tenda provavelmente de algum tipo de pele de animal, uma tenda de lona, Deus não mandou fazer uma tenda de lona na festa dos tabernáculos,
na terra prometida, Ele mandou fazer uma cabana com ramos de árvores, e são árvores que só tem na terra prometida, não no deserto, não é que não tem em outro país,
mas eles não teriam essas árvores, esses ramos no deserto, e eles não faziam isso na Babilônia também, então nós vamos depois, talvez até em outra aula, nós vamos ver como eles fizeram isso,
mas é muito interessante que é simplicidade em novidade, esses ramos, essas árvores que só tinham na terra prometida e não no deserto, não na Babilônia, representa o nosso corpo glorificado,
é uma coisa simples também, Jesus viveu já depois da Ressurreição no corpo glorificado, então não era uma coisa assim fantástica, ele não tinha asas, poder,
ele não era assim um super-homem, ele viveu na simplicidade, com o corpo glorificado, porém em novidade, porque era diferente, não era aquela coisa antiga, não era aquele tabernáculo antigo,
então era uma simplicidade de cabanas, mas era uma simplicidade nova, feita de ramos de árvores da terra prometida, então eu acho isso muito importante, muito interessante.
Então agora só quero mostrar aqui, quando é no primeiro testamento, quando essa festa dos tabernáculos foi celebrada, isso é interessante, porque mais uma vez, das três épocas,
das três principais festas, a festa da Páscoa é citada muitas vezes na história do povo de Israel, quando eles entraram na terra prometida, eles celebraram a festa da Páscoa de novo,
quando do tempo do reino dividido, quando tinha épocas de apostasia, nos dois reis que são muito detalhados, assim, o rei Ezequias e o rei Josias, esses dois reis, eles restauraram,
eles restauravam a apostasia, eles restauraram o culto a Deus e celebraram a Páscoa, celebravam a Páscoa, então a Páscoa, e vai ser citada aqui em Esdras também,
quando eles terminaram de edificar a casa de Deus, eles celebraram a Páscoa, e tem outras, eu não fiz uma lista, mas tem muito mais citações da celebração da Páscoa no Antigo Testamento.
A festa de Pentecoste não é citada uma única vez no Antigo Testamento, no sentido assim, ah, eles foram celebrar a festa, eles chamavam a festa das semanas,
eles não citam, não tem nenhuma vez que a festa de Pentecostes é celebrada, que tem na história, na história.
Fala em algumas passagens que, como o rei Salomão, por exemplo, que ele celebrava as três festas, mas eu quero dizer assim, eles não citam, não descrevem uma celebração,
como que foi feita a celebração da festa de Pentecostes, eu não sei nem qual exatamente a conclusão disso, mas a festa Páscoa é citada várias vezes, a festa de Pentecostes, nenhuma vez.
A festa dos Tabernáculos é citada quatro vezes, então, assim, eu acho que isso é bem interessante a gente ver quais foram essas quatro vezes.
A primeira vez, inclusive interessante, que não é citada por nome, não fala a festa dos Tabernáculos ou das Cabanas, mas o rei Salomão, quando ele terminou de edificar a Casa de Deus,
ele celebrou, ele dedicou, ele terminou a construção da casa e ele dedicou a casa no sétimo mês, e aí fala que todo o povo veio na época da festa do sétimo mês.
Aí a gente poderia pensar, bom, tem a festa no primeiro dia, que é as Trombetas, tem a festa no décimo dia, que é o dia da expiação, qual festa era?
Mas depois, no final, fala explicitamente que era a festa que eles celebravam por sete dias, inclusive Salomão fez uma celebração dupla, ele celebrou sete dias para dedicar o altar, olha a importância do altar,
ele fez uma festa de dedicação, sete dias só para dedicar o altar, e depois sete dias que seria a festa dos Tabernáculos, mas não cita por nome, só fala que eles celebraram essa festa do sétimo mês.
Então, isso aqui é muito interessante, qual é a casa, qual é o cumprimento, qual é o sentido profético do templo de Salomão? Quem era Salomão no sentido profético?
Ele representa Jesus, Jesus no reino eterno, não no reino eterno não, no reino milenar, Jesus voltando e estabelecendo o seu reino na terra. Ele é o filho de Davi, que Deus falou com Davi, você não vai conseguir construir a casa, mas meu filho, o seu filho vai.
Então, esse filho de Davi, que na história foi Salomão, o filho de Davi é Jesus, é ele que vai edificar uma casa gloriosa, uma casa imensa, no sentido assim, foi uma das maravilhas do mundo antigo.
Então, essa festa, essa casa de Deus que Salomão dedicou e que foi cheia da glória de Deus e Deus veio habitar, aponta para a casa plena, depois que Jesus voltar e nós juntos estivemos com ele formando a habitação de Deus.
Então, é a festa dos tabernáculos, a festa dos tabernáculos, essa foi a primeira vez que na história é citada, mesmo sem citar o nome, mas é o sétimo mês e a festa de uma semana, então era a festa dos tabernáculos, essa foi a primeira vez.
A segunda vez é exatamente essa passagem, essas três, logo depois de restaurar o altar, eles celebraram a festa dos tabernáculos, então a segunda vez que é citada na história quando eles celebraram a festa.
A terceira vez é no livro de Nehemiah, e agora eu quero que vocês vejam uma coisa muito interessante, porque nós temos um processo de restauração, primeiro o altar, depois a casa,
depois muitos anos depois, bastante anos depois, a cidade, os muros com Nehemiah, e depois que Nehemiah restaura os muros e a cidade de Jerusalém é restaurada,
em Nehemiah 8, que nós vamos estudar daqui alguns dias, quando nós chegarmos em Nehemiah 8, eles celebraram a festa dos tabernáculos, então nós temos uma coisa muito interessante,
bem no início do processo de restauração que nós estamos agora, restaurou o altar, celebrou a festa dos tabernáculos, terminou todo o processo de restauração,
altar, casa, falaram bastante sobre a lei de Deus, a cidade de Jerusalém, no final do processo de restauração eles celebraram outra vez,
então eles celebraram no início da restauração e celebraram no final da restauração, então nós temos essa festa dos tabernáculos no início e no final do processo de restauração,
muito interessante isso, e finalmente, nós não vamos ter tempo de ler essas passagens, mas finalmente em Zacarias, que é um profeta dessa época,
Zacarias ele é contemporâneo, aqui desse tempo que nós estamos estudando em Esras, ele é um profeta, ele ageu os dois, eles eram contemporâneos de Zorobabel,
nessa época, não de Nehemiah lá no fim, Zacarias foi nessa época, mas ele profetizou esse número 4 aqui, é Zacarias 14, é o último capítulo do livro de Zacarias,
e lá fala três vezes, em dois ou três versículos, fala três vezes, lá fala assim sobre a avó do Jesus, fala sobre as águas que vão fluir da cidade de Jerusalém,
fazendo paralelo com Apocalipse 22, então fala assim desse reino que Deus vai estabelecer na terra, e lá fala que todas as nações vão subir para Jerusalém,
para celebrar junto com o povo de Israel, junto com Jesus como rei, a festa dos tabernáculos, é muito interessante isso, não fala, eu não estou dizendo que não vai,
mas não fala que todas as nações vão subir para a festa da Páscoa ou festa de Pentecoste, fala que todas as nações vão subir para Jerusalém,
para celebrar junto a festa dos tabernáculos, então é muito interessante isso, são as quatro vezes no primeiro testamento, nas escrituras,
depois nós temos no livro, no Evangelho de João 7, que Jesus também vai para Jerusalém na época da festa dos tabernáculos, mas eu queria ficar,
eu só vou apontar nesse momento, nesse contexto para essas quatro celebrações, e finalmente então para a gente voltar para o nosso contexto aqui em Esdras 3,
em Nehemias 8, nessa última celebração de Nehemias, lá descreve tudo, como eles fizeram cabanas, eles foram buscar folhas, eles fizeram leitura da lei,
lá tem uma descrição da celebração da festa dos tabernáculos, aqui nesse texto que estamos agora em Esdras 3, a gente não sabe,
e tem um versículo até vou ler para vocês, em Nehemias 8, 17, fala assim, que toda a congregação dos que tinham voltado do cativeiro fizeram cabanas,
eles realmente fizeram as cabanas, olha só, muitas vezes eu acho que eles nem celebravam a festa dos tabernáculos,
agora aqui, olha o que está escrito em Nehemias 8, 17, toda a congregação, todos fizeram cabanas e nelas habitaram,
olha só, nunca tinham feito assim os filhos de Israel desde os dias de Josué, filho de Nu até aquele dia,
bom, aqui não está dizendo explicitamente que nunca fizeram cabanas, mas pelo menos fizeram uma celebração do jeito que tinha que fazer como nunca tinha feito,
então isso aqui fala de uma restauração como nunca antes, e a restauração muito ligada à festa dos tabernáculos,
então como mostrei, a festa dos tabernáculos aponta para essas coisas que nós vimos aqui, para uma última colheita,
por uma habitação em unidade, assim, é uma celebração que aponta para aquilo que vai acontecer,
então quando nós celebramos a ceia do Senhor, nós estamos celebrando algo que já foi feito por Jesus na cruz,
mas quando nós pensamos na celebração da festa dos tabernáculos, nós estamos apontando para algo que Deus vai fazer,
nós estamos olhando para Apocalipse 21 e 22, nós estamos olhando para uma habitação permanente,
e olha só, uma coisa que eu não podia deixar de falar, nós vimos aqui que tem essas quatro citações aqui, tem um acontecimento
que não é escrito na Bíblia que aconteceu nessa época, mas existem provas, eu nem vou entrar nisso, mas existem bastante indícios,
não de uma data específica, mas existem bastante sinais, bastante indícios de que Jesus nasceu, não no dia 25 de dezembro,
não tenho nenhum problema de celebrar o nascimento dele no dia 25 de dezembro, não tenho problema nenhum,
mas em época do ano, ele não nasceu nessa época, porque os pastores que guardavam os rebanhos, eles não estariam ali no campo,
no meio do inverno que é no mês de dezembro, então há muitos indícios, alguns indícios, principalmente por causa das ordens,
dos sacerdotes, pessoas que estudam isso, os zacarias, toda aquela assim fazendo contas e tal, e pela época do ano é muito possível,
se não provável, que Jesus nasceu na época da festa dos tabernáculos e seria muito significativo, porque ele veio,
o Evangelho de João 1, que fala "o verbo se fez carne e habitou", essa palavra "habitar" no grego é tabernacular,
a palavra tabernáculo é feito em verbo, então Jesus veio e tabernaculou entre nós, ele habitou num tabernáculo de carne,
como esse tabernáculo nosso, então é muito interessante que a festa dos tabernáculos é um tempo em que nós estamos olhando para o final,
estamos olhando para a consumação, então se em Emias 8 dá a entender que os filhos de Israel nunca tinham guardado,
nunca tinham celebrado uma festa do jeito certinho antes, desde o tempo de Josué, então olhando esse texto agora em Esdras 3,
que fala que eles celebraram a festa dos tabernáculos, o versículo 4, Esdras 3, 4 só fala que eles ofereceram holocaustos,
não fala que eles habitaram em cabanas, então pode ser que eles nem tinham ainda entendimento ou condições de fazer as cabanas,
não sei, mas igual em Emias 8 não fizeram, então eles guardaram essa festa no início da restauração, mas ainda de uma forma muito tímida,
muito incompleta, e é o caso assim, quando nós, o processo de voltar da Babilônia, restaurar o altar, restaurar a observação da festa dos tabernáculos,
ainda é algo ainda muito tímido, ainda estamos olhando para o futuro, nós não temos condições de ter a casa completa de Deus ainda,
mas podemos começar com o altar, não podemos ainda talvez celebrar espiritualmente no sentido completo, que eu nem sei exatamente como seria,
mas nós não temos condições ainda de fazer uma celebração, como vai ser feito no final, ou como vai ser feito no reino milenar,
mas nós podemos já começar a olhar para isso, a festa dos tabernáculos é uma festa profética, nós estamos dizendo, nós um dia vamos habitar juntos,
um dia nós vamos estar em unidade, um dia o próprio Deus, que fala em Apocalipse 21, também fala que o próprio Deus fez o tabernáculo com o seu povo,
então é este, esse é o nosso alvo, esse é o nosso objetivo, então mais uma vez, quando o povo voltou da Babilônia,
eles já começaram no ponto final do plano de Deus, que é a restauração da casa de Deus, mas eles tinham que começar,
então nós temos, vou voltar para o ponto onde nós começamos a aula hoje, esse retorno para Israel, esse processo de restauração,
é ouvir a voz de Deus, ouvir o tempo cairoz de Deus, para voltar para sair de Babilônia, voltar para o lugar certo, encontrar Jerusalém, encontrar unidade, é um lugar onde as coisas fluem,
tinha Josué, o sacerdote, tinha Zorobabel, mas parece que eles não ficavam convocando, instigando, exortando, vamos lá gente, a gente precisa, as ofertas eram voluntárias,
eles foram todos como um só homem para Jerusalém, eles todos queriam fazer o altar, eles todos celebraram a festa dos tabernáculos,
podia não ter sido com cabanas e tudo que tinha que fazer, mas eles estavam proclamando, eles estavam dizendo, nós estamos aqui no ponto inicial, que é o altar,
que é o ponto inicial que está juntos em Jerusalém, mas eles estavam olhando desde o início desse processo, eles já estavam olhando para a consumação,
então veja como a gente pensa, Babilônia é um lugar onde as pessoas estão vivendo, nós temos vivido fora do padrão, lá na Babilônia não tem jeito de fazer o altar,
lá na Babilônia não tem jeito de celebrar as festas, lá na Babilônia, ou aqui na Babilônia onde nós estamos, não tem jeito de ter a comunicação com Deus como ele deseja,
a glória de Deus, o testemunho de Deus, é um lugar onde nasceu a sinagoga, graças a Deus pelas sinagogas, graças a Deus que nós podemos buscar a Deus, graças a Deus que podemos orar,
como Daniel com a nossa janela aberta para Jerusalém, olhando para Jerusalém, mas um dia nós seremos levados e eu reconheço que em algumas medidas, em alguns sentidos,
em alguns momentos na história tem havido um processo assim, não é uma coisa tão fácil de dizer desde o tempo dos apóstolos, nós estamos sempre na Babilônia, nunca houve restauração, eu não posso dizer isso,
mas existe uma restauração que não aconteceu, nós estamos ansiando por isso, nós não vivemos essa unidade, nós não vivemos esse tipo de liderança,
nós não vivemos esse tipo de espontaneidade, nós não vivemos realmente com o altar restaurado como deve ser, então nós estamos aguardando, nós estamos ansiando,
nós temos medo dos nossos inimigos, mas a proteção é estar em Jerusalém, olhando já no sétimo mês, o mês da consumação, ainda distantes, quem estava aqui não sentia que nós estamos quase lá,
a gente olha para a igreja, a igreja está muito distante, mesmo voltando da Babilônia, eles estavam vendo aqui tudo em ruínas, tudo destruído, mas eles estavam olhando para a consumação,
eles não estavam lá atrás no processo de Deus, eles já estavam no sétimo mês, já estavam olhando para a reconstrução da casa de Deus, era voltar aquilo que tinha sido dado,
o altar nas suas bases anteriores, de acordo com as instruções de Deus, Deus restaurando aquilo que Ele tinha propositado, e a festa da consumação, quantos instantes eles estavam,
e eu imagino que eles não celebraram direito, só fala que eles ofereceram sacrifícios certinho, mas eles ainda não tinham condições de celebrar essa festa como deveria ser celebrada, mas eles já estavam olhando para a consumação,
então, que nosso coração possa se encher de esperança sabendo que no tempo de Deus, Ele restaura, Ele redifica, Ele fala, Ele desperta o espírito, Ele nos faz, todos convergir em Jerusalém como se fosse um só homem,
que Deus faça isso, que Deus trabalhe nos nossos corações, que nós possamos ver esse momento glorioso chegar, você não gostaria de estar presente num momento tão histórico, tão portentoso, tão significativo,
ainda que fosse uma coisa humilde, na sequência aqui do capítulo nós vamos ver quando eles lançaram os alicerces da casa de Deus, uns gritavam de alegria e outros choravam, porque era alegria porque estava vindo algo tremendo há muito tempo em decadência,
que glória, que maravilha, está restaurando a casa de Deus, é só os fundamentos, mas já estavam celebrando, só que quem conhecia o templo de Salomão, a glória anterior estava dizendo, puxa, isso aqui não chega nem aos pés, isso aqui é uma coisa muito modesta em relação àquilo que Deus já tinha feito,
então não nos desanimemos com a modéstia, com os poucos números, com a simplicidade, com as ruínas, Deus é capaz de restaurar todas as coisas, e na verdade tudo que será feito antes da volta de Jesus, vai ser feito nessa modéstia,
vai ser feito sim numa simplicidade, mas quem vai colocar glória, quem vai restaurar, quem vai ser o Salomão de verdade, é Jesus. Senhor nós esperamos esse dia e muito obrigado porque tem essa festa da consumação,
e que o Senhor nos chama, mesmo antes de acontecer, o Senhor nos chama a celebrar, o Senhor nos chama a olhar para o futuro, olhar para a unidade, olhar para a restauração plena do altar, da casa e da Tua presença conosco,
e nós desejamos que esse altar seja um lugar de sacrifício contínuo, que nós possamos, com Tua graça, ver esse altar realmente sendo restaurado em toda a terra, a oração, as casas de oração, que tudo isso possa contribuir,
mas que tenha mesmo um lugar que tenha uma chama e que os anjos de Deus possam subir e descer nessa chama da oferta do Holocausto contínuo diante de Ti, pedimos isso em nome de Jesus, amém.
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