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31/10/21 – Esdras 3 – Baixardo áudio.
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Transcrição
Estamos em Esdras 3, agora começando uma outra parte do capítulo, a partir do versículo 7, mas até incluindo uma coisa, uma ligação com o versículo 6,
mas nós estivemos vendo a primeira parte do capítulo 3 de Esdras, fala sobre o sétimo mês, sobre como todos se reuniram ali, com foco especial no altar.
Então, até nós colocamos assim, que o primeiro passo, primeira coisa que eles restauraram foi o altar, nem começaram na construção da casa de Deus,
e se a gente for olhar tanto o tabernáculo quanto o templo de Salomão, eles começaram com a construção da, no tabernáculo, pelo menos a revelação,
começou do santo dos santos e foi indo de dentro para fora, e também quando fala da construção do templo, tinha os fundamentos e tinha toda a parte da construção,
e depois ele fez o altar, na primeira construção, mas aqui nós estamos vendo como a restauração começa com já a parte final, com a parte que tinha sido feito por último,
que é a própria casa de Deus na história, e com o altar, então a restauração começou com o altar, então nós temos esse primeiro passo,
pensando nos passos da restauração, primeiro o altar, antes de restaurar qualquer outra coisa, eles restauraram o altar e vimos que embora a casa de Deus,
a consumação, o clímax da casa de Deus é passar pelo altar, passar pelo lugar santo e chegar no santo dos santos onde é, onde fica a arca e onde tem a comunhão,
a Deus falando, Deus aparecendo, Deus se comunicando com o povo, então o santo dos santos é claro que é a parte principal nesse sentido,
mas quando nós pensamos naquilo que era feito na casa de Deus, o que que era a casa de Deus era para fazer o quê?
Diariamente, duas vezes por dia, em todos os dias, especialmente em épocas especiais de festas e de início de mês, início do ano e tudo mais, eram sacrifícios,
então o altar realmente representava uma parte importantíssima, contínua, a oferta contínua diante de Deus para que Deus pudesse falar com o seu povo e habitar com o seu povo,
então primeiro altar, hoje nós vamos ver segundo passo, segundo os fundamentos, vamos orar, vamos pedir que o senhor revele para nós aquilo que realmente é aplicável,
como nós podemos aplicar isso nos dias de hoje? Senhor, nós também esperamos a restauração, sabemos que ao longo da história tem havido muitos ciclos de afastamento e de retorno a ti,
desavivamentos, reformas, não é só no fim que vai haver restauração, mas nós entendemos que há uma restauração especial, como Pedro falou em Atos 3,
que o senhor está sendo até detido nos céus, o senhor não pode voltar para estar conosco para sempre como o senhor deseja, porque ainda precisa haver uma restauração de todas as coisas,
então nós estamos aguardando, ansiando, desejando essa restauração e vimos que o altar é a primeira coisa a ser restaurada em qualquer processo, em qualquer movimento de retorno a ti,
o altar é a primeira coisa a ser restaurada e hoje nós queremos olhar também para os fundamentos, a segunda coisa que eles restauraram, o segundo passo da restauração.
Senhor, nós queremos, ansiamos por ver isso de uma forma espiritual, interior, coletiva e que isso aconteça de tal forma que o senhor possa retornar e habitar para sempre conosco.
Esse é o nosso desejo, pedimos a Deus a tua revelação, pedimos que o senhor abra o véu para que nós possamos ver aquilo que precisamos entender e ver e que isso faça parte da nossa oração,
da nossa clamor a ti, pedimos isso em nome de Jesus, amém. Muito bem, então estamos aqui, como eu disse, o versículo 6 é mais ou menos uma conexão entre as duas partes desse capítulo,
três diestras tem essas duas partes, a primeira, eles se reuniram como um só homem no sétimo mês, se reuniram todos aqueles que estavam morando em outras cidades ou se estivessem morando em Jerusalém mesmo,
todos se reuniram como um só homem e eles celebraram as festas do sétimo mês, mas o trabalho deles, o projeto deles era restaurar o altar, então isso ocupa os primeiros seis versículos do capítulo 3.
A partir do versículo 7 nós começamos a olhar a segunda etapa, a segunda coisa que foi restaurada e foi alguns meses depois, porque só para a gente ter uma ideia de tempo,
então a primeira parte do capítulo foi no primeiro dia do sétimo mês, eles continuaram lá vários dias, celebraram a festa dos tabernáculos que começa no dia 15 do sétimo mês,
então eles ficaram vários dias em Jerusalém durante o sétimo mês do primeiro ano em que eles estiveram lá, então eles retornaram da Babilônia, voltaram da Babilônia para Jerusalém, para Israel,
e no sétimo mês daquele ano, não que eles tenham chegado no primeiro mês, mas naquele mês, nós não sabemos que mês eles chegaram, mas naquele mês, quando chegou o sétimo mês, eu tenho a impressão que foi depois do terceiro mês,
quer dizer, a festa de Pentecostes, que seria também uma festa, uma ocasião em que todos deveriam se reunir, eu penso que já tinha passado, eles não foram para Jerusalém no terceiro mês,
porque eles não tinham chegado ainda possivelmente, então o primeiro evento, primeira data importante para eles nesse primeiro ano foi o sétimo mês, aí no versículo 8 diz o seguinte,
no segundo ano da sua vinda, então ele já tinha virado o ano, depois da primeira parte do capítulo, no sétimo mês, então completaram os 12 meses do ano, virou o ano,
e no segundo ano, no primeiro mês do segundo ano tinha a festa da Páscoa, talvez eles foram para Jerusalém, aqui não registra, não fala assim se eles celebraram a Páscoa no primeiro mês,
mas no segundo mês, no segundo ano da sua vinda, e olha como expressa, como declara o retorno dos exilados para Israel, não fala assim no segundo ano depois que eles chegaram em Israel,
nem fala assim no segundo ano depois que chegaram a Jerusalém, que seria muito significativo também, mas no segundo ano da sua vinda à casa de Deus em Jerusalém,
então o retorno da Babilônia é um retorno, temos falado isso muitas vezes, mas vamos sempre martelando nesse ponto, porque o retorno da Babilônia não é um retorno,
como muitas vezes fala assim quando eles saíram do Egito, enfatiza muito que eles saíram da escravidão, eles foram libertos da escravidão, eles saíram, dá mais ênfase de, claro, eles saíram do Egito para ir até a prometida, a terra da herança de Deus, o objetivo é o destino,
mas quando a Bíblia fala sobre a saída do Egito, sempre enfatiza, eu tirei vocês do Egito, Deus fala, eu libertei vocês da escravidão, então é uma saída, fala muito assim, de onde eles saíram, e dá essa ênfase, esse sentimento de que, ufa, nós saímos da opressão, nós saímos de algo terrível para nós,
e isso é muito importante, Deus liberta, Deus nos tira de vários tipos de escravidão, escravidão ao pecado, escravidão a nós mesmos, escravidão ao egoísmo, existem todas as formas possíveis de escravidão, mas sempre baseado nessa escravidão do pecado, da natureza caída, da distância de Deus e tudo,
mas quando fala de Babilônia, quando fala do fim do cativeiro, quando fala que nesse livro aqui de Esdas, quando fala várias vezes que eles receberam o decreto do rei Ciro, eles foram liberados, a ênfase não é, nós estamos saindo de uma vida de opressão,
a gente nem tem a impressão exatamente de que eles estavam nessas alturas sendo oprimidos, eles tinham, eles não tinham toda a liberdade, eles não podiam retornar para a sua terra, mas a ideia, tanto que muitas pessoas ficaram lá, que eles tinham se adaptado e estavam vivendo com uma certa liberdade de trabalhar, de criar famílias e tudo mais,
então a ideia do fim do cativeiro, cativeiro tem uma sensação muito ruim, exilado, eu não tenho permissão de voltar para a minha terra, então ser um exilado, estar no cativeiro é muito ruim, mas a ênfase aqui não é, estou tirando vocês de uma opressão, não é esse o foco,
ele está dizendo, eu estou tirando, estou liberando vocês para que vocês possam voltar e voltar para onde? Não somente a terra nossa, o nosso estado, o nosso país, o lugar onde a gente pode ter nossas propriedades, nossas casas, nossa liberdade,
então a ênfase de sair da Babilônia é voltar para casa de Deus, então o versículo 8 fala, no segundo ano da sua vinda à casa de Deus, a casa de Deus não existia, eles voltaram da Babilônia para casa de Deus, mas não tinha casa de Deus, mas tinha um lugar e isso é até hoje, no sentido literal,
o povo de Israel foi permitido já desde o século passado, eles receberam a liberdade em vários estágios, de várias formas desde o início do século 20, os judeus começaram a voltar para Israel e foi aos poucos se estabelecendo lá
e depois em 1948 tiveram o estado, o próprio estado, o primeiro governo próprio por milhares de anos, mas até hoje não tem a casa de Deus, o templo, tem o local, mas diferentemente dessa época que nós estamos estudando aqui,
quando Zorubabel e aquele grupo voltou para Israel, para Jerusalém, não tinha casa de Deus, mas não tinha nada no lugar da casa, tinham um local arrasado, tanto é que agora nós vamos ver que eles lançaram fundamentos,
o que foi feito antes? A Bíblia não explica isso, mas quando Nabucodonosor arrasou, queimou, destruiu a casa de Deus, aparentemente não ficaram nem os fundamentos,
porque aqui eles vão ter que lançar os fundamentos, porque a gente poderia pensar queimou a casa, mas todos os fundamentos que são feitos de pedras estão no lugar, mas nem isso, eles encontraram um lugar limpo, um lugar sem nada,
hoje não é assim, hoje tem uma construção, hoje tem uma mesquita, eles não consideram propriamente uma mesquita, mas o domo da rocha tem uma construção no local, pelo que todos entendem, no local exato onde era o templo,
então hoje as barreiras para se construir uma casa para Deus são enormes, e como existem muitos paralelos, os paralelos entre a história do povo de Deus físico, os descendentes de Abraão, o povo, os judeus, o povo de Israel,
existem muitos paralelos entre a história deles e os acontecimentos que vem acontecendo desde sempre, mas especialmente do século passado para cá, esses acontecimentos de retorno para Israel, de se tornar um estado independente,
de formar uma nação ali, esses acontecimentos tem muitos paralelos com a igreja, com a casa espiritual, e isso nos interessa muito, nós acreditamos que Deus tenha um plano para o povo de Israel,
é separado num certo sentido de que as suas promessas, aquela terra de Israel, o povo, a cidade de Jerusalém, essas promessas que Deus deu a eles serão cumpridas,
mas Deus tem um plano que vai unir esse povo de Israel com o povo que foi redimido de todas as línguas, povos, raças e nações,
então esse paralelo de que o povo de Israel voltou para a terra, mas não consegue edificar um templo, não consegue construir como aqui, era a primeira coisa que eles fizeram,
hoje não é possível, causaria literalmente uma guerra mundial, até de visitar, de orar naquele local, causa tremores de guerras e de ataques em toda a região,
imagina se eles fossem demolir o domo da rocha e construir um templo ali, ou se eles fossem tentar construir um templo mesmo num outro lugar ali por perto,
causaria uma enorme comoção mundial, então hoje não é possível isso, e nós nem sabemos exatamente como Deus vai, como essas coisas vão acontecer,
mas é muito interessante que aqui era a primeira coisa e que hoje nós também como igreja enfrentamos esses obstáculos,
porque além de não ter a casa de Deus como ela deveria existir, nós temos outras construções no lugar da casa de Deus,
eu estou falando em termos espirituais agora, no lugar onde deveria ser uma casa para Deus, nós temos uma construção humana,
totalmente fora, totalmente diferente daquilo que Deus planejou, daquilo que Deus ordenou, então nós temos isso na igreja também,
nós temos construções, nós temos modelos, nós temos uma situação totalmente atípica, fora dos eixos de Deus, fora do padrão de Deus,
então essa é a ênfase, no versículo 8 eles voltaram para a casa de Deus mesmo não tendo casa, então eu acho importante a gente entender esse aspecto aqui,
então voltando para o versículo 6, então primeiro para a gente entender que a ênfase agora, o foco, agora depois do altar, primeiro altar,
número 2, segundo passo, segunda coisa na sequência, nas prioridades para a restauração, agora são os fundamentos,
veja o que ele fala no versículo 6, desde o primeiro dia do 7º mês, do primeiro ano lá, quando eles restauraram o altar,
começaram a oferecer holocaustos ao Senhor, então nós temos essa restauração do altar, então desde o primeiro dia do 7º mês,
começaram a oferecer holocaustos ao Senhor, porém, então aqui faz a conexão, porém ainda não estavam postos os fundamentos do templo do Senhor,
então é muito bom, antes de mais nada, tinha que ter o altar, graças a Deus, eles chegaram lá no 7º mês do primeiro ano e restauraram o altar,
puderam mesmo sem casa, sem ter o Santo do Santo, sem ter todas as outras coisas da casa de Deus, eles já puderam fazer o ato que é mais contínuo,
o ato central da casa de Deus que é oferecer sacrifícios e falamos sobre isso na última aula, acho que na penúltima aula nós falamos sobre esse altar
e os sacrifícios que são oferecidos e isso requer muito aprofundamento, não acho que nós exploramos de jeito nenhum tudo que tem para ser visto aqui,
mas essa casa de Deus com os sacrifícios contínuos diante de Deus é algo que é muito importante e vamos sempre lembrar que no livro de Daniel,
que estudamos recentemente, o livro de Daniel enfatiza muito nas visões lá para frente que quando se levantasse um anticristo, quando se levantasse um poder contrário
a Deus, ao povo de Deus, o que esse anticristo faria? O que vai ser praticamente o ato de afronta, de realmente de se levantar contra Deus e seu povo?
Qual seria o ponto central desse primeiro ato do anticristo? Interromper as ofertas contínuas, isso é citado, repetido várias vezes no livro de Daniel,
ele fala no capítulo 8, fala no capítulo 9, no capítulo 11, 12, ele fala sempre sobre esse fato de que quando Deus estava revelando para o Daniel,
olha vocês vão voltar do cativeiro, vai ter uma restauração, mas lá na frente vai ter um outro momento difícil, se levantará alguém contra Deus, contra seu povo, vai destruir templo de novo,
vai destruir, vai espalhar, vai acontecer muita coisa difícil novamente para o povo de Deus, mas o ponto central é, ele vai interromper as ofertas contínuas,
os sacrifícios contínuos, então tudo isso mostra como o altar é essencial, para ter restauração precisa restaurar o altar, para derrubar, se levantar contra Deus,
e contra o seu reino, e contra seus propósitos na terra, tem que acabar com o altar, e Daniel viu isso na vida dele, três vezes por dia orando para Deus, era o altar de Daniel,
e os inimigos dele se levantaram contra ele para que todo aquele que fosse orar a outro Deus, clamar a outro Deus além do imperador, do rei, seria colocado na cova de leões,
então era exatamente esse ponto que o inimigo quer atacar, que é a nossa devoção, que é a nossa conexão, que é nós nos oferecermos a Deus,
esse altar mesmo lá na Babilônia era possível ter, Daniel orando três vezes por dia, mas no sentido mais pleno ele só podia ser restaurado quando eles voltassem da Babilônia,
e agora a segunda coisa, então como o versículo 6 mostra, eles tinham o altar, o versículo 6 já tem o altar, mas está agora já olhando para o segundo passo,
tem o altar, mas não tem os fundamentos, agora o versículo 7, então deram o dinheiro aos pedreiros e aos carpinteiros, com também comida e bebida,
azeite aos cidôneos e aos tírios para trazerem do Líbano madeira de cedro ao mar para Jope, segundo a permissão que eles tinham dado Ciro, rei da Pérsia,
esse aqui então, a primeira coisa que eles fizeram então foi já providenciando materiais, eles já foram preparando o caminho, não disse isso aqui era já nesse 7º mês do 1º ano,
ou se foi depois, mas eles já começaram a alinhar as coisas para que houvesse materiais necessários para a construção, então tem que ter os materiais necessários, tem que trazer materiais,
e esse passo, então até coloquei aqui, é que o segundo templo, nós estamos falando aqui sobre a restauração, sobre a edificação do segundo templo, é por isso que na história do povo de Deus,
nós falamos primeiro templo, é o templo que Salomão edificou, o tabernáculo foi antes, mas não era uma casa permanente, era uma tenda, então nós temos o primeiro templo edificado por Salomão,
o segundo templo, agora aqui no livro de Estras, que foi edificado por Zorubabel e Jesua e todas as pessoas que estavam com eles, então o segundo templo,
esse segundo templo, ele passou por uma mudança bem radical, algumas pessoas acham que foi praticamente totalmente reconstruído no tempo de Herodes, pouco tempo antes de Jesus nascer,
mas ele é considerado segundo templo, porque esse segundo não tinha sido destruído, ninguém acabou com o segundo templo, mas só para entender essa história, porque hoje quando se fala na escatologia,
quando a gente pensa em o que vai acontecer com o povo de Israel e com planos, as coisas que vão acontecer antes da volta de Jesus, é muito comum falar sobre o terceiro templo, então é um terceiro templo,
porque esse segundo edificado por Zorubabel e Jesua, depois mesmo tendo uma reforma de Herodes, era o segundo templo, o segundo templo foi onde Jesus, Jesus esteve no segundo templo, os apóstolos, mas no ano 70 foi destruído pelos romanos.
Então esse segundo templo, ele seguiu o padrão, nós vamos falar mais sobre isso numa outra aula, porque hoje eu quero falar mesmo sobre os fundamentos, mas eu só coloquei esses itens aqui, eu vou mostrar meio rápido,
porque senão a gente não vai poder falar adequadamente sobre os fundamentos, mas o segundo templo, esse segundo templo aqui, ele segue várias coisas parecidas com o primeiro templo, algumas coisas assim, a gente não sabe nem se foi exatamente de propósito,
será que eles estudaram, eles eram sacerdotes, levíticos, conheciam as escrituras, então a gente não sabe se eles pensaram, puxa, Salomão começou a edificar o templo dele no segundo mês, olha que coisa interessante,
versículo 8, no segundo ano da sua vinda à casa de Deus, em Jerusalém, no segundo mês, Zorobabel e Jesua e os outros sacerdotes, todos que vieram do exílio, iniciaram a obra.
Então eles começaram, esse aqui é o primeiro item aqui, eles começaram a construção no mesmo mês do ano, Salomão começou a construção, começou a lançar fundamentos também,
no segundo mês, deixa eu ver até se eu tenho aqui essa referência para passar para vocês, acho que é segundo crônicas, vamos ver se é, segundo crônicas 3.3, só confirmar aqui,
segundo crônicas 3.2, Salomão começou a edificar no segundo mês, no segundo dia, então foi no mesmo mês do ano, o primeiro mês é que tem a Páscoa, provavelmente eles escolheram o segundo mês,
porque depois de passar essa festa tão importante da Páscoa, então eles começaram o trabalho de construção, mas seja como for, é um paralelo interessante, eles começaram a construção no segundo mês do ano,
igualzinho foi com Salomão. A outra coisa, isso está no versículo 8, Esas 3.8, mas a segunda coisa, aqui está muito resumido em crônicas, por exemplo, tem em reis, primeiro reis e segundo crônicas,
mas em crônicas é o segundo capítulo, segundo crônicas 2, fala detalhadamente como Salomão foi procurar Irão, rei de Tiro, e foi buscar, falou assim, olha, no Líbano, em Israel não tinha árvores grandes,
tinha as oliveiras, as oliveiras não serviam para dar madeira, Israel não tinha, na terra de Israel, tanto é que as casas em Israel eram feitas de pedras, as casas comuns das pessoas,
era chique ter uma casa de madeira, aqui no Brasil geralmente é o contrário, quem mora em uma casinha de madeira geralmente é considerado uma casa mais simples,
mas fala de Davi e de Salomão, eles fizeram casas muito suntuosas, com madeira, porque era uma coisa importada, então Salomão ele buscou, era um amigo do pai dele, Davi,
ele buscou uma cooperação, ele fez um tipo de aliança, ele conversou com Irão, ele falou, olha, meu pai quis fazer uma casa, aí tem toda a história, está lá em segundo crônicas 2,
ele vai explicando como ele vai fazer uma casa para Deus e Deus é mais do que os outros deuses, tem que ser uma casa maravilhosa e ninguém tem madeira como eles tinham lá e ninguém nem sabia cortar a madeira,
Salomão mandou servos para ajudar, mas os servos de Israel não sabiam mexer com madeira, eles não tinham prática com isso, enfim, eles fizeram todo um tratado e o tratado era muito parecido com o que está aqui,
Esras 3,7 fala, eles deram dinheiro aos pedreiros e carpinteiros, eles que iam fazer a obra, mas eles deram comida e bebida e azeite aos Sidônios, aos Tírios,
esses são Sidon e Tiro, eram cidades principais na região que hoje é o Líbano, naquela época chamava Líbano também, mas era o povo dos Fenícios,
então eles fizeram essa cooperação, Salomão fez e agora o povo Zorobabels que estavam com ele, eles também fizeram uma aliança com termos muito semelhantes,
olha, a gente vai dar um monte de comida, trigo e azeite, nós vamos fornecer gêneros alimentícios e outra coisa que é semelhante, olha,
para trazerem do Líbano madeira de cedro ao mar, exatamente como Salomão fez, é igual, então vocês vão cortar, vão mandar pelo mar mediterrâneo,
vai descer pelo mar, pela costa e vai chegar em Jope, que é perto de onde é Tel Aviv hoje, então aí eles teriam que levar, Jerusalém ficava numa região mais alta,
eles teriam que carregar essa madeira do mar até Jerusalém, então é tudo sem muito semelhante aquilo que tinha antes,
depois também talvez a gente fale sobre isso, mas essa cooperação com o povo de Israel, eles que estão fazendo a casa para o Deus de Israel,
eles precisam da ajuda Salomão com toda a riqueza dele, com todos os recursos, com toda a glória muito diferente dessa época agora, Salomão precisava da ajuda de um rei gentil,
de um povo gentil e dos recursos gentios, então aqui além disso ainda precisava, como nós sabemos no final do versículo 7, segundo a permissão que eles tinham dado Ciro,
depois vai ter outras referências a isso mais na frente aqui no livro de Estras, mas Ciro não só deu permissão para o povo sair de Babilônia e voltar para Israel,
Ciro também deu recursos, então Ciro deu permissão, porque todas essas terras pertenciam ao império dele, então Ciro deu permissão para que eles busquassem recursos do Líbano,
e ele deu dinheiro, deu recursos do fundo dele, do governo para que isso fosse possível, então eu só quero citar, hoje eu não posso ir para lá, mas eu tenho um capítulo maravilhoso no livro de Isaías,
eu sempre falo que é bom, tem muitos textos isolados, mas tem capítulos na Bíblia, a gente tem que guardar, Isaías 53 fala de Jesus, 1 Coríntios 13 fala do amor,
a gente tem que lembrar de muitos capítulos que são capítulos chaves, tem muitos assuntos que tem um capítulo especial, tem um capítulo muito especial no livro de Isaías que fala sobre a glória futura,
é algo que não aconteceu ainda e que não vai acontecer antes da volta de Jesus, claramente esse capítulo de Isaías, já vou falar qual é, mas tem um capítulo em Isaías, tem vários trechos, outras partes,
mas o capítulo de Isaías que fala sobre a glória, como Israel vai ser glorioso e vai poder alcançar e ser admirado e vai receber pessoas de todas as nações,
e dá uma visão desse retorno para Israel e um retorno glorioso, é o capítulo 60, Isaías 60, e nesse capítulo fala sobre as riquezas, sobre os recursos que fluirão de todas as nações para fazer a casa de Deus,
então isso é muito, muito importante, é muito significativo de que Deus tem preparado um caminho de parceria, de mutualidade,
Deus deu ao povo de Israel um encargo, um legado especial que inclusive vai acontecer no fim para receber Jesus como rei, para estabelecer o reino de Deus na terra,
tem um papel importante para Israel, mas Israel não faz isso sozinho, Israel precisa dos gentios, precisa ter uma parceria, precisa ter uma cooperação,
e eu tenho um livro aqui que fala exatamente sobre isso, então só vou indicar porque hoje nosso assunto é outro e já está passando o tempo, mas é um grande amigo messiânico que mora em Israel, chama Eitan Shishkoff, e ele escreveu um livro que se chama "A Chave Escondida do Avivamento de Israel",
"A Chave Escondida do Avivamento de Israel", é um livro fino assim, mas é um livro que trabalha exatamente com baseia, toda a tese do livro é em cima dessa amizade, dessa cooperação entre Salomão e Irão,
e é muito interessante porque a casa que Salomão edificou, a casa de Deus no mundo antigo, mesmo no mundo do tempo dos romanos, Herodes fez uma coisa mais, ele fugiu bastante dos padrões e fez um negócio maior do que Deus tinha mandado,
mas o templo de Salomão era considerado uma maravilha do mundo antigo, era algo feito com ouro, era algo feito com requinte, não era tão grande assim, tinha muitos templos pagãos que eram muito maiores em tamanho do que o templo de Salomão,
mas era uma coisa gloriosa e representa algo perfeito, algo tremendo, a glória de Deus quando o templo foi inaugurado, então o templo de Salomão foi algo espetacular, mas ele construiu essa casa com ajuda essencial,
com parceria com os gentios, no caso do Libano nós chamamos esse povo de fenícios, tinha um povo de Tiro, de Sidon, mas eram fenícios, e é na mesma região de Libano hoje, então eu não vou me delongar aqui,
e essas outras duas coisas que são semelhantes, nós vamos falar em outra aula, mas é depois que os fundamentos foram lançados em Esdras 3, eles fizeram uma celebração,
e isso é muito interessante, nós vamos falar sobre isso em outra aula, mas tinha muita semelhança entre essa celebração que tem Esdras 3 e a celebração de Segundo Crônica 5, quando Salomão dedicou o templo, tem muitas semelhanças também,
então o segundo templo segue o padrão do primeiro, e eu vou falar outra coisa importante só de passagem que nós vamos desenvolver depois, mas é importante lembrar disso,
o primeiro templo de Salomão era uma construção muito linda, uma construção cara, uma construção muito bem feita, com tudo que Salomão tinha de riqueza e de recursos, de pessoas, então foi uma coisa espetacular,
o segundo templo que nós estamos vendo agora é outra época, é outra situação, então eu só queria se lembrar desse aspecto que vai ser, nós vamos focar mais nisso numa outra aula,
mas tem semelhanças entre o segundo templo e o primeiro no processo, começou no mesmo mês do ano, eles tiveram a mesma cooperação de Líbano, dos fenícios,
eles, lógico, eles seguiram o mesmo padrão que Deus deu, seguiu a mesma planta, era tudo igual, então o segundo templo, ele segue não só o padrão de construção,
mas ele segue o padrão de como o processo aconteceu, então tem várias coisas que são semelhantes, mas tem uma grande diferença, uma enorme diferença entre o segundo templo e o primeiro, qual é?
É que o segundo templo foi feito com poucos recursos, numa época em que eles não eram um país independente, eles estavam debaixo da Pérsia, eles dependiam de outros,
eles sofriam oposição, eles vão sofrer vários momentos de oposição e principalmente eles não tinham recursos, capacidade de fazer um templo tão maravilhoso como o primeiro,
então muito importante, nós vamos desenvolver, nós vamos focar nisso depois, mas enquanto nós estamos comparando o segundo templo com o primeiro, isso é um dos aspectos mais destacados, que mais saltam os olhos,
em Estras e Nehemias também, que essa época de restauração é uma época modesta, uma época de um pequeno remanescente, é uma construção pobre, estão seguindo o mesmo padrão, estão fazendo de acordo com as escrituras e tudo mais,
mas é um momento de muita dificuldade e de muita modéstia e não chegava aos pés do primeiro templo em termos de riqueza, recursos e glória, então isso é muito importante para a gente entender.
Então agora nós vamos passar para falar especificamente sobre os fundamentos, os fundamentos, primeiro só vou falar rapidamente que claro que uma casa tem que ter fundamentos,
mas quando eu estava assim, como aqui nesse segundo templo, no livro de Estras, nesse capítulo 3, eles só falam dos fundamentos, eles não passaram dos fundamentos,
e o que nós vamos descobrir na história, que vem logo em seguida no capítulo 4, eles foram obrigados a parar, a construção foi interrompida por 16 anos, ficou parado,
então eles só conseguiram, eles fizeram o altar e lançaram os fundamentos no capítulo 3 e aí parou por vários anos, 16 anos é bastante tempo.
Então há algo assim diferente que os fundamentos aqui, eles fizeram até uma festa de celebração quando fizeram os fundamentos, Salomão não fez isso, ele fez uma festa quando terminou de fazer a casa,
aqui eles fizeram uma festa, parece pelo que está contando aqui, parece que a festa de ter completado os fundamentos foi maior do que a festa de inauguração que acontece depois no capítulo 6.
Então é muito diferente a ênfase sobre os fundamentos e tanto é que eu até fiquei pensando na construção de Salomão, ele fala sobre fundamentos, eu nem lembrava muito se falava sobre fundamentos,
porque geralmente quando você vê os detalhes, foi fazendo os móveis, foi fazendo o altar, foi fazendo isso, eu não me lembrava de ter falado de fundamentos, mas fala,
quem sabe uma outra vez a gente pode até fazer isso, mas eu quero realmente chegar, eu quero falar sobre os fundamentos da casa espiritual.
Então, mas só para dizer que no tempo de Salomão fala de fundamentos, o tabernáculo que foi feito antes não precisava de fundamentos porque era uma tenda, então uma tenda não tem fundamentos,
mas a casa, o tempo de Salomão tinha fundamentos, fundamentos caros, ele mandou, as pedras eram lavradas, eram tiradas assim dos montes, dos lugares onde tinha muita pedra,
foram lapidadas, era um trabalho difícil, um trabalho que precisava de conhecimento e muito tempo eles foram preparando as pedras,
as pedras eram fundamentos e não fica claro assim até que ponto que as pedras faziam parte das paredes, porque eles usavam madeira também, mas as pedras eram importantes e Salomão lançou esses fundamentos.
Eu vou ler um texto aqui em 1º Reis,
em 1º Reis, capítulo 5, versículo 16, está falando sobre todo o trabalho que Salomão estava fazendo, os funcionários, as pessoas que trabalhavam na obra,
e versículo 17, 1º Reis 5, 17, mandou o rei que trouxessem grandes blocos de pedra escolhida e lavrada para fundarem a casa.
Lavraram-nas os edificadores de Salomão e os girão e os gebalitas preparavam a madeira e as pedras para edificar a casa.
Então, no capítulo 6, versículo 36, fala "também edificou o ato interior de três ordens ou três camadas de pedras lavradas e de uma camada de vigas de cedro.
No quarto ano lançou-se o fundamento da casa do Senhor". E tem outros textos que falam também, mas eu só queria mostrar como Salomão na construção dele,
que ia ser uma construção maravilhosa, claro que ele deu muita atenção aos fundamentos. Todos nós sabemos nas construções de prédios, nas construções de edifícios hoje,
os fundamentos podem levar muito tempo. Começa a fazer uma grande obra, fica meses, às vezes um ano mais só trabalhando nos fundamentos, dependendo do tamanho da obra.
Então, só para dizer que os fundamentos são importantes, mas aqui na restauração tem uma ênfase maior, não porque foi uma casa maior ou melhor, pelo contrário.
Mas aqui é dada uma ênfase, inclusive, porque parou o processo nesse ponto. Eles ficaram 16 anos parados. Eu não sei se esse cálculo tem vários cálculos diferentes,
depois eu vou ter que conferir isso, mas em torno de 16 anos a obra ficou parada depois desse lançamento.
Isso para mostrar que realmente tem uma ênfase, tem um destaque aos fundamentos são importantes. Então, eu só quero colocar aqui, tem mais um ponto que é importante que eu preciso citar também.
Mas no versículo 8, então, nós temos aqui os versículos 8 e 9 falam a respeito da liderança e eu não posso passar batido nesse ponto, eu preciso também mostrar mais uma vez.
Eu não vou ficar muito tempo que já falamos um pouco sobre essa questão. Tem duas coisas importantes aqui no versículo 8 e 9.
No versículo 8 ele fala "Zorobabel", lembra que no altar Jesus apareceu em primeiro lugar, porque o altar, a iniciativa, a direção era mais do sacerdote.
Aqui "Zorobabel" aparece em primeiro lugar, porque era "Zorobabel" e Jesus, eram os dois líderes principais. Então, primeiro, uma coisa muito importante desse momento, dessa fase de restauração,
é que depois do cativeiro, a partir de quando o rei Zedekias foi morto pelo rei de Babilônia e foram para o cativeiro, nunca mais, nunca mais, até hoje, hoje Israel tem um governo independente, mas nunca mais teve um rei.
Israel nunca mais teve um rei e Deus prometeu para David que teria um rei sobre o trono dele para sempre e nós entendemos que esse rei é Jesus, mas como que fica isso em relação ao povo de Israel?
Então, nunca mais teve um rei. Zorobabel é descendente de David, mas ele se tornou um governador, mas ele não podia ser rei, porque eles estavam debaixo do reinado do Império Persa. Então, Zorobabel representa um ministério de governo.
Tem ministérios de governo e a gente tem vários títulos hoje, hoje o título em geral nas igrejas evangélicas é pastor, mas existem ministérios de governo e existem ministérios sacerdotais.
E sempre, desde lá no tempo de Moisés, quando ele falou como que o povo seria governado, Deus tinha um plano de um equilíbrio, uma liderança compartilhada entre juízes e sacerdotes,
entre ministérios de administração, de levar o povo para a guerra, de saber onde que eles deveriam ir, de dar unidade, de dar uma direção para o povo, de governar o povo, e os ministérios que traziam a direção de Deus.
E Deus sempre quis que os ministérios de governo estivessem no equilíbrio e numa relação com os ministérios sacerdotais.
Agora, depois, em outro momento também, a gente pode falar mais sobre isso, porque na história do povo de Israel aqui, depois dessa época de restauração, como nunca mais teve rei, quem que acabou ocupando o vácuo?
Quem acabou assumindo o lugar de governo? Os sacerdotes. Tanto é que no tempo de Jesus, que tinha Herodes, Pilatos, os governadores romanos, mas quem que mandava internamente, quais eram os líderes do povo de Israel no tempo de Jesus?
E quem pode voltar no tempo dos macabeus e todo esse período de tempo intermediário? Os sacerdotes começaram a ocupar o lugar, mas isso estava errado.
Os sacerdotes, no lugar de governo, eles acabam nem ouvindo de Deus e nem governando direito. Eles são uma deturpação do governo de Deus.
Deus também não quis um rei, como no tempo do reino dividido, em que os reis também levavam todo o povo para Jeroboão, pelo caminho de Jeroboão, ou Akaz, Manacéus, os reis que levavam o povo para longe de Deus, também era uma coisa errada.
Então o governo de Deus é um equilíbrio fino, uma harmonia, uma interação entre ministérios de governo que não ocupam o lugar como se eles mandassem, esse é o problema de ser um rei.
Eles não tomavam essa liderança como "eu sou o dono, eu faço o que eu quero", eles tinham que depender dos sacerdotes, mas os sacerdotes se ocupavam daquilo que nós chamamos de ministrar ao Senhor, de oferecer os sacrifícios a Deus, de entender quais são os caminhos e instruções de Deus, de ouvir a voz de Deus.
Como os sacerdotes muitas vezes não ouviam de Deus, Deus levantava profetas, mas inicialmente era para os sacerdotes ouvirem de Deus e falar com os reis ou com os governantes.
Então, só para resumir aqui, nós temos nesse momento da restauração esse equilíbrio funcionando bem. Zorobabel é descendente de Davi, mas ele não é rei, então ele trabalha em harmonia, em consonância com o sacerdote e com os levitas.
Então veja só como fala no versículo 8, Zorobabel, da linhagem de Davi, e Jesua, não fala Zorobabel e um monte de outros príncipes, não, tinha Zorobabel, uma linha importante ali, que ele se tornou conhecido até como governador ali, abaixo do rei da Pérsia,
mas Jesua tinha seus irmãos, os sacerdotes, os levitas e todos os que vieram do exílio iniciaram a obra e constituíram os levitas da idade 20 anos para cima para super entenderem a obra da casa do Senhor.
Então aqui nós temos um modelo de como uma liderança deve funcionar, deve funcionar em ligação, em harmonia com os dois lados, o ministério de governo e ministério sacerdotais.
Este é o ministério que Deus quer, mas como é que funciona, quem faz o que? É uma coisa assim, é como marido e mulher na casa.
O que que Deus fez? Deus fez uma cooperação, uma parceria, pessoas diferentes, com dons diferentes, com inclinações diferentes, com maneiras diferentes de ver as coisas que Deus colocou juntos, juntos.
Não é um domínio, não é alguém governando como tirano, não é também cada um fazendo o que quer, é uma parceria diante de Deus, é uma coisa maravilhosa, mas pouquíssimas vezes experimentado na prática.
Então, versículo 9, levantaram-se Jesuas com seus filhos, como essas histórias têm muita confusão de nomes, o Jesuas do versículo 9 não é o Jesuas do versículo 8, pode uma coisa dessa?
Tem Jesus, que é o sacerdote-chefe, o sumo-sacerdote, mas Jesus no versículo 9 é um levita, ele não é um sacerdote, então levantar-se no versículo 8, Zorobabel e Jesus juntos, eles formam uma equipe de levitas para cuidar da construção.
E isso é uma coisa importante, Deus quer levantar levitas, hoje as pessoas usam levitas para falar de músicos, e é claro que tem uma importância muito grande na ordem de Davi, que vamos ver depois também sobre isso.
Mas os levitas na Bíblia não são só cantores ou músicos, os levitas são aqueles que servem, que entendem, que fazem parte de uma equipe que entende das coisas da casa de Deus, e aqui eles vão coordenar, supervisionar a obra na casa de Deus.
Então, Jesus, versículo 9, com seus filhos, seus irmãos, cadmiel, seus filhos, os filhos de Judá, Judá que não é a tribo de Judá, é um levita também, os filhos de Enadade, seus filhos e irmãos, todos levitas, agora tem várias traduções, mas olha aqui,
Jesus, com todos esses levitas abaixo de Zorobabel e Jesus, o sumo sacerdote, eles eram unidos, tem uma tradução que fala de novo como se fosse um só homem, o outro fala, eles se uniram, eles tomaram uma posição juntos, eles se tornaram um só.
Então, aqui a importância de uma liderança unida, uma liderança unida com equilíbrio entre ministérios de governo e ministérios sacerdotais, um ponto, e ministérios unidos, todos esses levitas que vão cuidar da construção da casa de Deus, eles agem em união perfeita.
Então, essa aqui é a ênfase, mais uma vez, em unidade, já vimos isso desde o início do capítulo 3, tem essa ênfase sobre a unidade.
Então, a restauração pode ser um grupo pequeno, pode ser um grupo modesto, pode não parecer que é muita coisa, mas precisa ter unidade, sem unidade, sem esse equilíbrio que vemos aqui representado por Zorobabel e Jesus,
esses dois lados, e sem a unidade em torno da casa de Deus, do plano de Deus, e trabalhando juntos como equipe em harmonia, sem isso não vai ter a casa de Deus.
E aí, versículo 10, então, quando os edificadores lançaram os alicerces. Então, agora eu quero usar alguns minutos para falar sobre quais são os fundamentos da casa espiritual.
Tem a casa de Deus, que foi feita na história, tem a restauração da casa de Deus, eu sempre confesso, pode ser um lapso, um ponto cego, uma incredulidade, não sei o que é,
mas eu tenho confessado nessas aulas que eu não consigo enxergar com muita clareza como é que vai ser esse terceiro templo, se vai acontecer mesmo, de que forma, eu não sei,
é difícil a gente visualizar sacrifícios de animais sendo feitos novamente, então, eu não estou dizendo que não vai acontecer, eu estou dizendo que eu não consigo muito, é uma área que eu não consigo realmente ver e visualizar como vai ser esse cumprimento nos nossos dias, no fim dos tempos.
Mas se a gente for fazer os paralelos, assim como vai ter os paralelos, os cumprimentos literais, povo de Israel voltou para sua terra, Jerusalém está nas mãos do povo de Israel outra vez,
então dentro desses paralelos seria muito lógico, seria muito fácil de entender que poderia ter também um terceiro templo, assim como Deus está restaurando a casa espiritual, Deus vai restaurar a casa literal templo em Jerusalém, então faria sentido ter esse paralelo.
Mas hoje eu quero falar sobre os fundamentos da casa de Deus espiritual, quais são os fundamentos? Porque no fim, no fim, é importante entender isso, de acordo com a visão dos dispensacionalistas,
vai ter uma casa de Deus, a igreja, e vai ter um templo em Jerusalém para os judeus, e as duas coisas não interagem, a igreja vai ser rebatada e os judeus vão ficar na tribulação enfrentando o anticristo e as coisas vão acontecer separadamente,
eu não vejo assim, eu vejo uma oliveira, um novo homem, Deus unindo, Deus trazendo, convergindo o plano dele com Israel e o plano dele com os gentios, juntos formando, como acabei de mostrar, essa cooperação entre Salomão e o reirão de Tiro,
então essa cooperação, essa união entre judeus e gentios, a chave escondida que Paulo fala em Romanos 11, que a restauração dos judeus para a oliveira, ficando junto com os gentios na mesma oliveira,
vai trazer a ressurreição dos mortos e a glória do reino de Deus na terra, essa é a visão que a gente tem no novo testamento, mas por enquanto nós temos essas duas linhas andando de forma paralela,
porque a grande maioria dos judeus não reconhece Jesus como seu Messias, mas muitas coisas estão acontecendo para restaurar o povo de Israel na terra, então tem dois processos acontecendo paralelamente,
Deus está restaurando a igreja, a casa espiritual, e Deus está restaurando o seu povo Israel na terra, então por enquanto são dois processos acontecendo paralelamente, mas já tem muita intersecção, muita interligação com os judeus messiânicos fazendo parte já do povo de Deus,
mas eu quero falar agora então rapidamente porque seria um assunto também profundo para a gente pensar o que é a casa de Deus espiritual, o que é a casa que Deus vai restaurar, essa restauração, esse retorno da Babilônia,
nós, como eu tenho falado, nós não voltamos da Babilônia para a gente criar um movimento maravilhoso para nós, não, o povo de Deus está na Babilônia até o momento em que Deus determina é hora de fazer o que,
qual era a ordem, o decreto que colocou fim ao cativeiro, o decreto era, vocês estão livres para sair e edificar novamente a casa de Deus que está em ruínas, então tem havido muitos processos de restauração ao longo da história,
mas a restauração principal, a restauração que nós aguardamos é a restauração que traz de volta, nós saímos da Babilônia de confusão, de casas separadas, de cada um oferecendo sacrifícios onde quer,
como Deus falou com Moisés, vai ter um lugar, um lugar, Jerusalém, vai ter um lugar, meu nome vai estar ali, todo mundo vai se unir naquele ponto, então é essa restauração que a gente aguarda,
não uma restauração exterior, numa grande igreja, no mundo inteiro, todo mundo na mesma igreja, não espero isso, mas vai ter uma restauração modesta, uma restauração tímida,
um grupinho buscando, não é só para eles, eles não são os únicos salvos, eles não são os únicos certos, mas um pequeno grupo sai da Babilônia, edifica um altar, entende que precisa ter um altar coletivo,
nós não temos altares hoje? Temos, Daniel orava três vezes por dia na Babilônia, isso é possível em qualquer lugar, mas precisa ter um lugar, e eu confesso, eu não entendo a plenitude disso, de longe disso,
mas eu entendo que tem alguma coisa de um altar restaurado que vai ser um cheiro suave para Deus, e que não está acontecendo, e esse assunto de fundamentos é fundamental, é fundamental para isso,
então eu vou passar meio rápido para alguns pontos, mas eu quero só, esse aqui seria mais para a gente se despertar, porque tem muita coisa para a gente entender, mas eu vou falar rapidamente de três passagens no Novo Testamento,
eu nem coloquei aqui, mas a primeira passagem que você pode anotar, nós sabemos que o fundamento, muito claro no Novo Testamento, que o fundamento da casa de Deus é o próprio Jesus,
então, pronto, a arca é a presença de Deus, o fundamento da casa é Jesus Cristo, pronto, resolvido, não, não é tão simples assim, na verdade é simples, mas nós é que complicamos, mas não é tão simples a gente praticar isso,
não é tão simples a gente realmente entender, a gente fala assim, Jesus está no Antigo Testamento, todas as páginas, todos os livros falam de Jesus, mas de que maneira, como que é esse Jesus, como é que isso é mais do que um nome,
então, eu só quero passar rapidamente para as três passagens, começando com o Mateus 16, Mateus 16, acho que é versículo, onde que eu anotei isso, Mateus 16, 18, tem aquela história que todo mundo conhece,
que Jesus estava sozinho com os discípulos e ele perguntou, o que que as pessoas estão falando, já fazia algum tempo que ele fazia milagres e estava ministrando, ele era conhecido, então ele perguntou para os discípulos, quem, as pessoas estão falando o que de mim,
e aí falaram, falaram que você é um dos profetas, ou até João Batista, ou Elias, ou Jeremias, alguém assim, e aí ele fala, e vocês, vocês acham que eu sou quem, e aí Pedro faz aquela declaração maravilhosa,
ele fala assim, você é o Cristo, o Messias, o ungido, o filho do Deus vivo, e Jesus parece que fica até surpreso, como se ele não achasse que eles iam acertar a pergunta, como se ele achasse assim, uau, vocês falaram certo,
e ele fala, não foi alguém, não foi carne e sangue, não foi alguém que te deu essa informação, mas foi meu Pai nos céus que te revelou, e aí no versículo 18, que eu estou citando aqui,
ele fala, e eu te digo, Pedro, que tem a mesma raiz de pedra, de uma rocha, tu és Pedro, e sobre essa pedra edificarei minha igreja, o que que ele está falando, de fundamento, ele está falando de fundamento, sobre esta pedra edificarei a minha igreja,
bom, todos nós já ouvimos muito sobre esse texto, sabemos que, assim, nem sempre sabemos disso, nem sempre prestamos atenção, mas veja só, Jesus andou com os discípulos, eu não sei se nessa época ele já tinha estado com eles,
talvez uns dois anos, não sei, assim, era já algum tempo que ele estava com eles, e tinha acontecido algumas coisas, até mesmo que falassem, isso aí só pode ser o filho de Deus, não foi a primeira vez que foi falado isso,
mas essa declaração com tanta convicção e tanta clareza, Jesus estava dizendo, isso é algo tremendo, mas não foi porque ele falou as palavras mágicas,
hoje se alguém fala a doutrina certa, nós batemos palmas, e nós falamos, uau, o cara é fundamental, a gente olha para um político que fala que serve a Deus, ou que repete um versículo da Bíblia,
ou que nos Estados Unidos já teve vários presidentes que falassem, eu sou nascido de novo e tal, a gente, claro, é muito bom ter alguém na política, numa posição de liderança que acredita em Deus,
que é fiel a Deus, mas o que eu quero dizer é que não é porque a pessoa diz as palavras mágicas, não é porque o nosso filho, não é porque o novo convertido fala, repete o credo, fala aquilo,
até coloquei aqui embaixo, nós vamos falar sobre esses pontos aqui, o primeiro é, Jesus é o fundamento sim, Jesus é o único fundamento, se passar para essa segunda passagem aqui,
1 Coríntios 3.10, Paulo fala, olha, tem muitas pessoas, cada pessoa tem uma função no corpo de Cristo, porque em Coríntios estavam brigando, uns eram seguidores de Apolo, outro de Paulo, outro de Pedro, etc,
então ele falou assim, olha, cada um, cada ministro, cada líder, cada ministério tem um dom, mas na verdade cada um está construindo alguma coisa sobre um fundamento, porque o fundamento é Jesus,
então nesse texto aqui Paulo fala, não pode ter outro fundamento, o único fundamento é Jesus, no restante desse capítulo 3 ele fala sobre construção em cima do fundamento,
mas esse não é o meu assunto hoje, você pode construir, pode ter o fundamento certo, pode ter o fundamento, Paulo fala isso nesse capítulo, você pode ter o fundamento certo e tudo que foi edificado em cima do fundamento vai ser queimado com fogo, madeira, fena e palha,
pode perder tudo, mas o fundamento permanece, a pessoa é salva, então o fundamento, agora eu quero falar sobre o fundamento, será que nós temos o fundamento? Então o fundamento é Jesus Cristo, então Paulo fala, não pode ter outro fundamento,
mas no versículo, acho que no versículo 11, no versículo eu estou colocando aqui, é um fundamento coletivo, não é só o fundamento na minha vida, existe uma diferença, claro que eu não posso ser uma pedra viva fazendo parte da construção de Deus, essa casa espiritual, se eu não tiver o fundamento na minha vida,
então o fundamento pessoal é isso que Pedro falou com Jesus, eu tive uma revelação, não é um credo, não é uma doutrina, não é aceitar que todo mundo fala, deve ser verdade, eu preciso ter algo muito vivo, isso, a gente fala isso, mas às vezes é difícil a gente entender,
mas o que é, o que é ter um fundamento, o que é, o que que Pedro teve nesse momento que Jesus ficou surpreso e Jesus fez questão, ele não falava antes para os discípulos, falou assim, você quer ser meu discípulo, pedra fundamental, se você não aceitar que eu sou filho de Deus, você não pode ser meu discípulo, ele não fez isso, ele não fez isso, ele esperou, ele falou assim, e vocês, o que que vocês dizem de mim?
E depois ele falou assim, não conte para mais ninguém, não conte, mas isso aí é a entrada no reino de Deus, não vai contar, mas é porque tem que ter, eu não estou dizendo que a gente nunca fala, o Evangelho é uma proclamação, tem outras coisas envolvidas nesse momento que Pedro estava Jesus com os discípulos,
mas o que eu quero dizer é que Jesus estava mostrando que esse fundamento que é Jesus Cristo, ele não é porque você ensina uma doutrina, não são as pessoas que aderem, que confessam, que assinam numa doutrina, isso tem que ter esse elemento vivo aqui embaixo,
o que é Jesus como fundamento? É um relacionamento vivo, não tem outro jeito e é esse ponto que eu quero chegar, bom, então voltando aqui, não é só individual, se der tempo eu vou ler em primeira Pedro 2, mas não é só uma revelação individual,
Pedro fala lá que nós chegamos como crianças recém nascidas, nós chegamos para Jesus que é a pedra angular, ele é o fundamento, mas aí ele fala nós como pedras vivas somos edificados em cima, nós formamos uma casa,
então o fundamento não é cada cristão individual, tem o fundamento Jesus e glória a Deus por isso eu sou salvo e vou para o céu, a casa de Deus que precisa ser edificada é algo coletivo, são pedras, aqui no Brasil nós usamos tijolos,
os tijolos são casados, são intercalados, são interligados, são amarrados numa parede e amarrados no fundamento, então tudo é unido, aliança, ligação um com o outro, essa casa espiritual não é uma coisa vaga de um monte de gente que tem Jesus no coração, então é um fundamento coletivo.
Agora Paulo fala em 1 Cor. 3,11 ele fala "eu como sábio construtor lancei o fundamento" e aqui também é um enorme assunto, muitas coisas que nós não entendemos bem, mas eu só quero aguçar o seu interesse e seu desejo de entender mais,
porque em Efésios 2,20 ele fala que todos nós, ele acabou de falar sobre gentios e judeus formando um novo homem em Efésios 2, mas depois no final ele fala "então judeus e gentios juntos nós somos edificados
em cima do fundamento dos apóstolos e profetas", mas o fundamento é Jesus como fundamento de apóstolos e profetas, por causa disso que Paulo está dizendo "eu como sábio construtor, eu lancei o fundamento que é Jesus".
Então não é uma coisa tão, assim, é necessário ter um sábio construtor, isso não está colocando a necessidade de um mediador, não precisa ter um apóstolo, não precisa ter um pastor no sentido da sua relação com Jesus,
mas a casa espiritual, a restauração que nós estamos vendo aqui de fundamentos, envolve a restauração lançando os fundamentos, lá na Babilônia eles não tinham os fundamentos,
eles não eram povo de Deus, sim, eles eram povo de Deus, eles tinham, se fosse na linguagem de hoje, eles tinham aceitado Jesus no coração, lá na Babilônia não era problema de acreditar na Páscoa,
de acreditar no Cordeiro de Deus, eles não tinham esse problema, mas para fazer a casa de Deus tinha que levantar um altar coletivo, que é diferente do seu altar individual orando três vezes por dia,
ou quantas vezes for, ou do jeito que for, mas eles precisavam de um altar de encontro com Deus juntos, então precisava ter o altar, mas em seguida precisava ter fundamentos,
e aí é necessário ter um sábio construtor e, em quarto lugar, é necessário vigiar sempre. Eu vou ler agora 1 Pedro 2, e tem muita coisa aqui que não vai dar tempo de aprofundar, mas eu só quero deixar esse pensamento aqui,
eu quero mostrar que é muito simples, o que é ter Jesus como fundamento? Ele precisa ser o fundamento de tudo, ele precisa ser o centro, ele precisa ser, e eu vou falar um pouco, só vou citar,
mas eu quero ler esse texto em 1 Pedro 2 primeiro, mas precisamos ver quais são as coisas que nos tiram do fundamento, para a gente poder enxergar melhor, mas eu vou passar meio rápido aqui,
mas 1 Pedro 2 fala, versículo 2, para desejar o puro leite espiritual, para recém nascidos, e no versículo 4 ele fala "chegando", então ele está falando sobre as pessoas que conhecem Jesus e estão chegando, chegando-os para Ele, Jesus,
a pedra viva, rejeitada na verdade pelos homens, mas para com Deus eleita e preciosa, nem todo mundo aceita Jesus, mas o nome Jesus, a religião cristã, ela hoje, até onde nós vivemos, ela é bem vista,
muita gente aceita, tem, tem, claro, sempre tem as pessoas que acham que é bobagem, ou não acreditam, e achamos que nós temos muita perseguição e tal, mas não é verdade, nós estamos, muita gente,
nós não temos entendido o que é chegar para Jesus como a pedra angular que é rejeitada, e ele vai citar 3 versículos, mas primeiro vamos ler o versículo 5, "Vós também como pedras vivas sois edificados como casa espiritual para ser de sacerdócio santo",
aqui ele mistura duas metáforas, nós somos pedras formando uma casa e nós somos sacerdotes oferecendo sacrifícios no altar, então nós somos pedras edificadas em cima da pedra e somos sacerdotes oferecendo sacrifícios a Deus,
mas olha, ele cita 3 versículos que são os 3 principais versículos, textos no primeiro testamento que falam sobre Jesus como a pedra,
o versículo 6, "Pois na escritura se diz, vede, ponho em sião uma pedra angular eleita e preciosa e quem nela crer não será confundido", isso está em Isaías 28, então ele cita,
Deus está falando, eu tenho uma pedra principal, esse é o Alicerce, se for fora dele não vai fazer a casa, ele é a pedra principal.
Versículo 7, "Ora, para vós os que credes essa pedra é preciosa, mas para os descrentes é a pedra que os edificadores rejeitaram, essa que foi posta como principal de esquina",
isso está em Salmo 118 e versículo 8, "uma pedra de tropeço e rocha de escândalo", que eu acho que está em Isaías 8, tropeçam e tal, então ele está falando sobre a pedra angular que é Jesus,
então, primeira coisa que nós entendemos é que a pedra é Jesus, o fundamento é Jesus, mas quando a gente fica pensando, eles voltaram da Babilônia e estão lançando os fundamentos da casa,
o que que isso simboliza, para onde isso aponta, nós estamos na Babilônia hoje, nós estamos cada um seguindo o seu caminho, nós estamos fora do padrão, estamos fora da terra prometida,
estamos fora da unidade, estamos fora daquilo que Deus prometeu, então nós precisamos voltar, nós precisamos dessa restauração, precisamos do altar coletivo, precisamos entender conjuntos, nós podemos formar, oferecer algo agradável a Deus,
nós temos medidas disso, nas igrejas, todas as igrejas tem medidas, mas não é como Deus ordenou, agora além do altar, então nós estamos vendo hoje, precisa dos fundamentos, e na verdade é um só,
não só os fundamentos, é o fundamento, é Jesus, mas não é simplesmente falar Jesus, então não é uma doutrina, não é só uma coisa individual, precisa ter um sábio construtor, e precisa vigiar sempre,
então eu só vou terminar mostrando, só vou me referir de longe, nem vou abrir os textos, não dá mais tempo, mas eu quero falar sobre três epístolas de Paulo, e como ele mostra isso,
na verdade ele mostra em todas, mas eu vou fazer uma referência, pra gente entender como esse último ponto que tem que vigiar sempre, Paulo era um sábio construtor, ele colocava Jesus,
eu poderia citar muitos textos, como por exemplo, em 1º Coríntios, que Paulo fala, eu não quis saber nada, não ser Jesus crucificado, nós podemos dizer que uma das coisas de Jesus ser o fundamento, é a centralidade de Jesus,
centralidade, para Paulo, eu não quis saber de muita sabedoria, de muitas palavras bonitas, eu só quero falar de Jesus, então, e não é só falar Jesus, Jesus, é como que Jesus é,
então só, eu vou dar uma passada rápida só para citar algumas coisas, para a gente guardar e depois aprofundar mais, na epístola de Gálatas, eu vou falar de três epístolas, na epístola de Gálatas, Paulo falou,
gente, eu acho que eu tenho que passar dores de parto, para vocês serem gerados de novo, vocês abandonaram o fundamento, ele não usa essa palavra fundamento, mas ele fala, vocês começaram com uma revelação de Jesus,
e agora vocês estão aonde, então, no livro de Gálatas, na epístola de Gálatas, ele fala sobre uma das coisas que tira do fundamento, legalismo, a lei, se vocês ficarem na circuncisão, Jesus não aproveita, não tem proveito nenhum em Jesus,
então, ele fala em termos muito fortes, como dizendo, eu preciso gerar, eu preciso passar, o que é gerar? Nascer, eu preciso colocar o fundamento novamente, então, Gálatas, legalismo, vamos falar sobre uma outra epístola, Colossenses,
em Colossenses, ele fala, em todos, ele fala sobre Jesus, porque assim, não é só a palavra, é Jesus está dentro do plano da redenção, quando Paulo fala sobre Jesus, em Romanos, por exemplo, ele fala sobre a queda, ele fala sobre, desde o princípio, pra Jesus ser o fundamento,
a pessoa, pra aceitar Jesus, não precisa ter todo esse entendimento, mas, Jesus como fundamento, ele é o redentor, dentro de todo o contexto daquilo que Deus está fazendo desde o início, então, em Colossenses, Paulo fala a respeito de vans filosofias,
que não retém a cabeça, em Colossenses, ele usa essa outra alegoria, em vez de falar fundamento, ele fala, cabeça do corpo, então, fundamento, tudo é construído sobre ele, cabeça, tudo do corpo vem dele, então, é uma outra alegoria, mas é a mesma coisa,
então, em Colossenses, estou só dando alguns exemplos, então, Galatas, legalismo, Colossenses tem filosofias, ideias, adoração de anjos, outras coisas, a pessoa achar que tem que ser, até as costumes de ser muito santo, é um desvio,
então, assim, de várias maneiras, nós acabamos saindo do fundamento, e a terceira epístola é, Filipenses, em Filipenses, Paulo fala sobre, ele fala sobre a pessoa, sobre ele mesmo, ter um só objetivo,
eu considero tudo mais, todas as coisas que eu possa atingir, minhas ambições, minha santidade, minha justiça, eu considero todas as coisas como esteco, como nada, para alcançar a Cristo,
e aí ele fala sobre uma expressão que eu vou pegar, ele fala assim, tem pessoas falando sobre Jesus, ele fala em Filipenses, tem pessoas falando sobre Jesus, ele fala assim, eu falo chorando, eles negam a cruz, eles negam a cruz,
então eu pus aqui embaixo, Jesus como fundamento, tem que ser um relacionamento vivo, se eu não conheço Jesus, se eu não tenho um verdadeiro relacionamento com Ele,
se eu não estou seguindo como alguém que fala, como alguém que eu amo, como alguém que é alguém com quem eu me relaciono, não é sempre que eu sinto a voz ou que ouço a voz de Jesus,
mas Jesus tem que ser alguém vivo na minha vida, não é uma doutrina, eu sigo, então Jesus é um relacionamento, Jesus como fundamento é um relacionamento com Ele,
Jesus falou assim, assim como eu vivo pelo Pai, vocês vivem por mim, não é uma coisa doutrinária, claro que tem as coisas que a Bíblia ensina,
mas Jesus como fundamento não é uma série de doutrinas, não é uma série de práticas, eu quero que todos nós sintamos que voltar da Babilônia precisa restaurar o fundamento
e a gente acha que o meu fundamento está bom e o fundamento da igreja está bom, porque nós falamos Jesus e eu acredito em Jesus, eu sou salvo por Jesus,
nós não estamos mantendo o fundamento, nós precisamos de sábios construtores, nós precisamos que esse fundamento seja lançado,
não é que a gente não está salvo, não é que a gente não acredita verdadeiramente que Jesus nos salvou, mas esse fundamento é muito além daquilo que a gente fala,
então tem que ser um caminho, voltando para Mateus 16, quando Jesus falou com Pedro, puxa você, recebeu uma revelação,
logo em seguida Jesus fala assim, agora Pedro e os outros discípulos, tem um caminho, tem esse fundamento que a revelação de quem Jesus é,
mas tem um caminho e o caminho é a cruz e Pedro fala assim, não, não, cruz não, então Jesus é um caminho, eu não estou falando que o caminho de Jesus é só coisa que tem que sofrer,
mas o caminho de Jesus não é o caminho da glória, da reputação, de ter poder na sociedade, não que a igreja não possa influenciar,
mas nós não fomos chamados para ter poder, nós não vamos reinar antes de Jesus voltar, nós não vamos ver o Brasil, Estados Unidos, Europa, Ásia,
nós não vamos ver a África sendo países que fazem tudo de acordo com a Bíblia, isso não vai acontecer, nós fomos chamados para ir pelo caminho da cruz,
porque sim Jesus vai voltar para reinar, mas o caminho como Jesus falou com os discípulos, o caminho é pela cruz, então é o caminho, é uma dependência de Jesus,
é entender Jesus como fundamento, é Jesus ser realmente os valores da igreja, o caráter da igreja,
a igreja hoje se manifesta no mundo, na sociedade como pessoas interesseiras, como pessoas que não têm compaixão, como pessoas que querem,
também têm seus interesses, isso não é o caráter de Jesus, então o meu clamor é, sim nós precisamos realmente ter os fundamentos lançados de novo,
nós precisamos entender e Paulo, se você começar a olhar nessa perspectiva, começa a ler as cartas de Paulo e as cartas de João, as cartas de Pedro,
eles estavam preocupados, todos eles estavam preocupados, vocês estão saindo, vocês estão deixando o fundamento, não é tão simples dizer,
eu aceitei Jesus, eu sei que ele é o salvador, isso é suficiente para nos salvar, mas isso não é muitas vezes o suficiente para nos manter no fundamento,
o fundamento é Jesus numa realidade muito mais profunda, então a gente pensa, fundamento está tranquilo, a gente já tem,
não, nós precisamos realmente da restauração desses fundamentos da nossa vida e na igreja. Senhor, nós sabemos que tem muita coisa
que está além da nossa capacidade de analisar, de avaliar, mas o que nós queremos, Senhor, é que realmente venha a ordem de liberar teu povo
para voltar para o lugar certo, para o lugar de unidade, para o lugar do altar e para o lugar do verdadeiro fundamento,
pedimos que o Senhor restaure o fundamento na nossa vida, individualmente e coletivamente, queremos ver a igreja fundamentada,
preparada para viver, para ser um templo para tua habitação, pedimos isso e confiamos em ti porque é a obra tua, em nome de Jesus, amém.
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