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28/11/21 – Esdras 4 – Baixardo áudio.
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Transcrição
Estamos prontos para mais um passo na nossa jornada, estamos em Esdras, capítulo 4, desde a última aula, começamos esse capítulo, que fala a respeito de um novo fator, até agora, os primeiros três capítulos de Esdras, estava tudo correndo muito bem, tiveram várias vitórias, era um grupo pequeno,
era um remanescente, tinham muitas dificuldades, mas até agora, tudo estava ao seu favor, desde o rei Ciro, com seu decreto, até o apoio de várias pessoas, lá na Babilônia, quando chegaram, todos reunidos, estavam juntos,
estavam realmente sim, tudo correndo bem, com a bênção de Deus, dependendo de Deus, mas estava correndo bem, mas agora, começa a surgir, o que nós chamamos de oposição, adversários, inimigos, dificuldades, lutas,
não é um assunto agradável, nós gostaríamos que o nosso caminho sempre fosse tranquilo, que nosso caminho sempre fosse bem reto, sem obstáculos, mas a oposição vem, e sabemos por muitos lugares, histórias e o caminho, a história do povo de Deus,
os textos do novo testamento, a vida, o exemplo de Jesus, dos apóstolos, enfim, temos muitas e muitas confirmações de que a tribulação, as lutas, as diversidades, fazem parte do trabalho, da vida, da história, do caminho para a restauração, para o reino de Deus,
então vamos orar e pedir que o senhor realmente nos dê entendimento, hoje nós queremos olhar um pouco a estratégia, quais foram as estratégias que os adversários aqui, nesse caso, usaram, vai nos ajudar a entender as estratégias que o inimigo sempre usa,
as pessoas são diferentes, mas quem está por trás da adversidade, assim como Deus não muda, o nosso adversário também não muda. Senhor Deus, nós pedimos, neste momento, que o senhor esteja conosco, ao olharmos a Tua Palavra,
ao olharmos a história do que aconteceu, que nós possamos aprender, que nós possamos ser mais advertidos, preparados, que o senhor nos dê a graça para poder enfrentar, porque isso faz parte, já faz parte da nossa vida, da história, do caminho, do povo de Deus, e vai fazer parte ainda mais,
nós sabemos pela Tua Palavra que nos últimos dias, no final de todo esse processo, a adversidade vai aumentar, nós vamos ter inimigos mais unidos, mais fortalecidos, vai ter um grande confronto entre o Teu Reino e o Reino das Trevas,
então pedimos a Tua ajuda para que possamos compreender isso, pedimos isso em nome de Jesus. Amém.
Então, o capítulo 4 de Esdras, que já vimos na última aula, começa falando sobre adversários, esses adversários já tinham sido mencionados em Esdras 3,
os exilados que chegaram do cativeiro, retornando do cativeiro, eles estavam com medo já, eles sentiram a adversidade, e é claro que haveria adversidade, porque eles estavam voltando para retomar suas terras, suas casas, suas propriedades,
e principalmente para poder estabelecer a casa de Deus, o nome de Deus, na terra outra vez, e esses adversários, falamos sobre quem eram os adversários, de onde eles vieram, eles estavam ali na terra, mas não eram,
tinha mistura, tinha pessoas que tinham ficado do povo de Israel, mas tinha muita gente que tinha sido plantada ali pelos reis da Síria, vários reis da Síria levaram povos de outras nações para estar ali naquela terra, ocupando o lugar daqueles que tinham sido levados para o exílio,
mas são identificados como adversários, embora a primeira palavra deles não fosse de agressão, a primeira abordagem, a primeira estratégia deles não era de "nós vamos lutar contra vocês",
a primeira estratégia era fazer uma aliança, juntar-se, "ah, eles querem fazer uma casa para Deus, nós vamos apoiá-los, nós vamos ser parceiros, nós vamos entrar juntos", mas a intenção deles não era uma intenção boa, mas como saber disso, como entender,
então antes de prosseguir, eu quero ler um texto em 2 Coríntios 2, porque nos mostra qual a importância de estudar isso, qual a importância de entender melhor as estratégias que o inimigo usa,
então em 2 Coríntios 2, versículo 10, fala assim, só quero pegar essa frase, é no final do versículo 10 e no versículo 11, porque ele fala assim, "para que não sejamos vencidos por Satanás", a minha versão fala,
ou outra fala, "para que Satanás não leve vantagem sobre nós", versículo 11, "porque não ignoramos, ou não devemos ignorar os seus ardis, as suas estratégias",
então Paulo está falando com a igreja em Corinto que é muito importante entender a estratégia de Satanás para que ele não leve vantagem sobre nós, por nós não entendermos as suas estratégias, os seus ardis,
então sabemos, em todo tipo de guerra, quando o inimigo, quando a gente sabe qual é a estratégia do inimigo, o que ele vai usar, quais equipamentos que ele tem, por onde ele vai atacar, que tipo de arma ele tem,
então tudo isso aí prepara, quem estiver preparado, quem souber como que o inimigo vai atacar, tira o elemento de surpresa, tira o elemento de pegar sem estar preparado,
então isso dá uma grande vantagem para o inimigo quando ele tem esse fator de surpresa, quando ele trabalha com o desconhecimento das suas estratégias,
então por isso que nós estamos falando aqui quais são as estratégias, então eu vou voltar a falar sobre esse primeiro, mas vamos só ver aqui primeiro mais ou menos o plano, o que acontece nesse capítulo 4,
então eles são identificados como adversários, falamos sobre isso bastante na outra aula, então quando eles ouviram, nós vimos também que o que despertou, o que acendeu, ligou o alarme,
o que fez com que esses adversários, alguns meses eles já estavam lá, não tinham abordado, não tinham enfrentado, não tinham feito nada, mas o que fez com que eles, opa, nós precisamos fazer alguma coisa agora,
os adversários souberam, ouviram que os que voltaram do exílio estavam edificando o templo, então o fato de edificar o templo pode parecer para nós que qual o problema,
eles têm sua religião, eles chegaram, eles vão edificar um templo, mas eles ficaram alarmados e eles entenderam que esse ato de ter um templo, de ter restauração do culto ao seu Deus, isso ia ser um perigo,
então eles vieram, versículo 2, e pediram para que Zorubabel e Jesua e todos os chefes ali, permitissem que esse povo que estava ali, esses que já habitavam na terra,
que vieram de outras terras, que eles ajudassem, e o argumento era, nós também sacrificamos, desde o tempo, sei lá, 180 anos antes, que eles estavam falando, quando esse rei da Síria que colocou esse povo ali,
e depois teve várias outras, não foi só numa ocasião, mas mais de 150 anos antes, várias colônias foram estabelecidas ali de outras nações,
então eles estão dizendo, nós temos nossa tradição aqui, e nós adotamos a tradição daqui do povo de Israel, que era de adorar a esse Deus de Israel,
então eles falaram, nós queremos ajudar, porque nós servimos, nós sacrificamos ao mesmo Deus, mas nós voltamos segundo o Reis 17, para lembrar que essa adoração que eles tinham,
que eles praticavam a Deus, era um culto muito misturado, eles adoravam a Deus, mas adoravam também aos outros deuses, então era o que nós chamamos de sincretismo,
eles fizeram algo assim de misturar, e só para fazer um parênteses, porque muitas vezes as palavras são usadas em sentidos diferentes,
hoje uma palavra muito comum entre nós é a palavra ecumenismo, e o ecumenismo pode ter um sentido bom, e ele pode ter um sentido ruim,
se o ecumenismo é usado no sentido desse sincretismo, então nós vamos fazer uma união de religiões, nós vamos misturar fés e doutrinas e cultos diferentes,
ou nós vamos aceitar todo mundo, tudo é igual, todas as religiões são boas, todas as estradas levam a Roma, então tudo é válido, tudo é lícito,
se usarmos ecumenismo nesse sentido, realmente tem um sentido que Deus não aprova, Deus não aprova uma mistura, Deus não aprova, Deus não queria, e está em todo o Antigo Testamento,
Deus não queria que o povo se casasse com outros, e aí quando você pensa, então Deus era racista, Deus tinha só uma raça pura, só aquele povo tinha que se manter puro,
e a Bíblia mostra muito claramente que Deus nunca teve um preconceito, Deus nunca ensinou o povo a ter uma discriminação baseada em raças, ele sempre falava, vocês vão tratar bem os estrangeiros,
e quando tinha alguém como Ruth, como o Raabe, de outros povos, eles eram aceitos, tão aceitos que essas duas mulheres fizeram parte da genealogia do Messias,
então Deus não tem racismo, Deus não tem preferência, mas quando Deus pede, e não só pede, ele ordena, é um assunto sério, não misturar,
isso é por causa de não misturar a verdadeira fé em Deus, e isso é muito difícil da gente, eu já falei acho que na última aula também,
que quando a gente deveria ser intolerante, nós somos tolerantes, isso é a nossa tendência humana, a gente inverte, a gente faz as coisas ao contrário,
quando nós deveríamos ser não isso aqui, nós não deveríamos misturar, a gente mistura, e quando a gente deveria ser inclusivo e aberto e aceitar,
aí nós nos tornamos fechados sectários exclusivistas, então muito cuidado em como aplicar essa questão, porque o ecumenismo no sentido certo é, não tem problema,
várias diferenças, vários aspectos não fazem diferença, diferença de raças, diferenças de algumas tradições, existem várias coisas que não impedem a verdadeira união,
então nós temos uma necessidade de entender, depois eu vou mostrar nos evangelhos como Jesus ele era inclusivo quando deveria ser e ele era muito categórico quando tinha que ser,
então depois nós vamos dar um exemplo disso, mas agora eu quero colocar essa questão de que esse povo que estava na terra, que veio como a primeira proposta boa,
então dessas cinco estratégias aqui, só a primeira que tem uma aparência de ser boa, somente a primeira, e é perigoso isso, porque se Zorubabel e Jesu tivessem caído na armadilha,
na mentira, no engano que eles estavam mostrando, teria sido muito ruim para eles, porque a intenção dessa aliança, a intenção dessa parceria era uma intenção ruim,
eles queriam ter o controle, eles queriam se unir para tomar posse e para controlar e para contaminar, eles tinham medo de, esses adversários tinham medo de perder o que eles tinham,
que era o controle, eles estavam debaixo do rei da Pérsia, antes era debaixo dos reis da Babilônia, mas eles tinham poder, porque os impérios eles colocavam governadores,
então eles queriam manter esse poder, e eu não posso, é um assunto que a gente poderia prolongar muito, mas é muito importante hoje entender qual o papel da igreja,
qual a relação da igreja com os poderes, com os governos, com as posições, com o sistema, nós chamamos do sistema do mundo, mas o sistema do mundo não é só governadores,
presidentes, prefeitos, senadores, deputados, assim, os que ocupam posições políticas, mas o sistema do mundo, ele é todo um sistema em todos os aspectos,
eu sempre falo que o sistema do mundo, tudo faz parte, a cultura faz parte, os sistemas educacionais fazem parte, o comércio faz parte, a ciência faz parte,
então nós temos todos os aspectos da vida humana, tem o Deus deste século, mas como a gente se separa, então é muito interessante esse período que nós estamos estudando,
nós gastamos algum tempo falando sobre isso no livro de Daniel, porque é exatamente esse tempo de cativeiro e agora pós-cativeiro, nós temos os maiores exemplos,
tem um exemplo de José no Egito, mas aí nós temos nesse período, nós temos Daniel, olha só, quais são os exemplos de pessoas que participaram do sistema do mundo,
em termos de ter posições, realmente estar ali, ocupando posições altas de poder, mas sem se contaminar, não tem outra época na história que nós temos na Bíblia de exemplos bons,
nós temos muitos exemplos ruins, no tempo de Jesus era tudo exemplo ruim, os sacerdotes, as pessoas que faziam parte do sistema, que queriam estar ali ligados e tendo poder dos romanos,
são exemplos ruins, mas nessa época nós temos Daniel, nós temos a rainha Esther e Mordecai, Esther se tornou rainha, mas Mordecai também tinha uma posição de influência,
e nós temos Nehemias, embora fosse um simples copeiro, mas ele estava próximo ao rei e ele acabou sendo importante a posição dele para receber apoio do rei,
então nós temos situações em que os governantes podem ajudar, não é uma coisa inédita, não é uma coisa sempre tem o Egito no tempo da escravidão que era ruim, oprimia,
tem a Síria, Babilônia, depois tem Roma, que eram potências que maltratavam, que oprimiam, então nós temos situações, eu quero falar um pouquinho sobre isso também,
mas temos momentos na história e hoje nós temos, no mundo inteiro, nós temos duas situações, muitas situações contemporâneas, nós temos situações em que os governos, os sistemas,
as pessoas no poder perseguem a igreja, perseguem o povo de Deus, existiu isso no passado, sempre existiu ao longo da história, existem hoje vários regimes,
tanto comunistas quanto islâmicos, vários tipos de ditaduras que oprimem, que perseguem, então nós temos adversários que vêm lá de cima das posições mais altas do sistema do mundo,
mas esse momento que estamos vendo aqui em Êsteres 4 é diferente, porque nesse momento da história, Deus usou o rei Ciro para pôr fim ao cativeiro e não só pôr fim ao cativeiro,
mas ele fez um decreto, vocês vão voltar para fazer caso de Deus e eu vou apoiar, ele devolveu os objetos do templo, os objetos sagrados e deu também recursos,
e isso vai acontecer depois também com Dario, com Artaxerxes, com outros reis, os reis da Pérsia ajudaram, vários deles ajudaram a construção, a restauração do templo e da cidade de Jerusalém,
então nesse momento os adversários, os obstáculos, a oposição não está vindo dos níveis mais altos de poder, então nós temos uma situação diferente de outras épocas,
então os reis de maneira geral, eles eram pessoas não convictas, então lá no livro de Êster, o rei, que é conhecido como rei Xerxes, eles usam as vezes outros nomes,
mas esse rei foi quase convencido por aquele inimigo dos judeus a dar um decreto, ele fez um decreto para que todos os judeus fossem mortos,
então os reis eles eram, eles não tinham convicção, eles às vezes eram influenciados, mas de maneira geral esses reis da Pérsia foram favoráveis, eles foram favoráveis ao povo judeu,
então de onde veio a oposição? Veio desse povo estrangeiro que tinha sido colocado, eles tinham sido conduzidos pelo rei da Síria, pelos vários reis da Síria,
eles estavam ali na terra do povo de Deus, Deus não mandou, como na época de Josué, Deus não mandou assim, vocês vão entrar lá e lutar, fazer guerra e acabar com os inimigos,
Deus não deu nenhuma ordem assim nessa época, mas eles eram contrários, eles eram pessoas que queriam impedir, eles queriam todo jeito de impedir,
então a primeira coisa que eles fizeram foi uma proposta de aliança e nós temos que ter muito cuidado, depois nós vamos voltar a esse assunto,
mas não tem uma regrinha simples, mas nós precisamos ter discernimento para saber quando nós não devemos fazer aliança, nós cremos com todo nosso coração que Deus quer unidade, Deus quer inclusão,
Deus quer que não haja essas divisões, essas concorrências, essas lutas internas no corpo de Cristo, um brigando contra o outro, um querendo ser mais do que o outro,
com os discípulos de Jesus que estavam brigando entre eles, qual vai ser o maior no reino de Deus, e Jesus falou assim, parem com isso, isso é o espírito daqueles que não conhecem a Deus,
esse é o espírito do sistema deste mundo, por isso que eu falo, o sistema do mundo está hoje em grande parte dentro da igreja,
nós não lutamos contra o sistema do mundo apenas nos aspectos exteriores da política, da economia, da cultura, etc, nós lutamos contra o sistema do mundo que invadiu a igreja,
o espírito de querer ser o maior, o espírito de dominar, o espírito de querer ganhar vantagem com o governo,
eu quero que o senhor nos abra os olhos para ver que este povo que se tornou os adversários, os inimigos do povo de Deus, eles estavam na terra de Israel,
eles estavam aparentemente sacrificando ao Deus verdadeiro, então isso significa que de alguma maneira eles tinham uma cara, nós podemos dizer na linguagem de hoje,
eles tinham uma cara de cristianismo, eles tinham uma aparência de servir a Deus, e eles propuseram uma aliança, e nesse caso não era para fazer aliança,
então a coisa fica complicada, porque Deus não quer divisão, mas nesse momento Deus realmente não queria que eles fizessem algum tipo de aliança,
então que realmente eles pudessem entender, nós precisamos entender o que é que faz esse tipo de situação em que não é para fazer, não é para ter unidade,
então é que eles tinham uma aparência de servir a Deus, de até estar servindo a Deus, mas eles não tinham realmente o coração certo, eles eram adversários,
então essa foi a primeira estratégia, eu vou passar rapidamente pelos outros para depois a gente voltar e falar de alguns aspectos específicos,
então versículo 3, 2, 4, 3, Zorubabel e Jesus, os outros falaram assim, a minha tradução fala mais, uma tradução um pouco menos contundente,
não convém que vós e nós edifiquemos, mas tem traduções que são mais fortes, que falam assim, não compete a vocês a reconstrução,
vocês não têm parte, e a outra mais forte ainda, nada tendes conosco, vocês não têm nada conosco,
então muito importante entender quando alguém, ou quando um grupo, ou quando uma doutrina, ou quando algum tipo de situação que parece ser algo verdadeiro,
parece ser, oh esse povo aqui também serve a Deus, não vamos ser sectários, vamos nos unir, precisamos entender esse tipo de situação que não é para fazer aliança,
aí assim que eles responderam assim, versículo 4, então o povo da terra, aí vai aparecer aqui as outras estratégias, pôs-se a desanimar o povo de Judá,
então já que nós não podemos ajudar, nós vamos atrapalhar, então eles se manifestaram, porque veja bem, se fosse, vamos dizer que essas pessoas fossem sinceras,
e realmente quisessem ajudar a construir a casa de Deus, eles não iam assumir porque eles foram excluídos de participar, eles não iam passar a lutar contra,
se eles realmente quisessem ajudar a formação, a construção da casa de Deus, a restauração, se eles não pudessem, ah não podemos fazer parte, bom então vamos orar por vocês,
é claro que hoje tem um espírito de competição, tem um espírito de bom, se eu não posso fazer parte, se o pastor não me aceita, se a minha igreja não me dá valor,
eu saio e faço uma concorrência, eu tento fazer algo mais forte, eu tento lutar contra o sucesso deles, isso é uma atitude errada,
e se as pessoas assumirem essa posição contrária, isso mostra que não são verdadeiramente servos de Deus, então eles passaram a usar outras estratégias,
de desanimar, eles começaram a fazer um trabalho, uma estratégia contínua de ataque, e o ataque veio assim, nós vamos fazer tudo possível para desanimá-los,
simplesmente assim, vamos usar argumentos, isso é muito, vocês não vão conseguir, isso é que vocês já pensaram, o que vocês estão querendo fazer é muito além da sua capacidade, vocês não vão conseguir, então simplesmente uma forma de desanimar,
mas a outra mais forte, intimidar, isso tudo está no versículo 4, atemorizar, intimidar, assustar, colocar medo, então desanimar, intimidar, que é muito relacionado,
e chegaram até ao ponto de contratar pessoas que pudessem ser conselheiros ao contrário, ao invés de ser conselheiros para ajudar, conselheiros para não continuar,
versículo 5, alugaram contra eles conselheiros para frustrarem os seus planos, então eles até recorreram a outras pessoas capacitadas para achar um jeito de frustrar os planos,
e a quinta estratégia que começa no versículo 6, porque no versículo 5 diz assim, alugaram contra eles conselheiros para frustrar o seu plano durante todos os dias de Ciro, rei da Pérsia, até o reinado de Dario, rei da Pérsia,
então aqui embaixo nós já fizemos, nós já colocamos, eu posso talvez até depois colocar disponível novamente, nós temos um quadro de uma cronologia desses livros e dos reis da Pérsia que é sempre bom acompanhar para a gente entender,
então o capítulo 4, só preciso explicar isso rapidamente para a gente não entender de uma forma errada, existem opiniões divergentes, mas pelo que eu pude entender, eu pesquisei vários comentários e vários estudiosos,
a grande maioria entende que o que acontece no restante do capítulo 4 vai acontecer nos outros reis, então veja bem, olha qual que é a sequência histórica aqui, o rei Ciro, nessa tabela, nesse diagrama tem todas as datas,
o rei Ciro, que foi essa época do retorno da Babilônia e o começo da construção, o início da construção da casa de Deus, então eles, esses adversários, o que nós vamos descobrir no final, vamos já colocando assim a consequência,
o que que esses adversários, o que que eles conseguiram fazer? Lembra que eles voltaram da Babilônia, começaram a se estabelecer, já foram no sétimo mês do primeiro ano levantar o altar do senhor, restaurar, já celebraram a festa dos tabernáculos,
aí depois, no ano seguinte, eles já lançaram os fundamentos da casa de Deus e fizeram uma grande celebração, mas não conseguiram ir além disso nesse momento, então eles lançaram, foi o início da construção,
mas aí, por causa, pulando lá para o fim do capítulo 4, que vai dar o resultado, o capítulo 4, versículo 24, diz assim, "Então cessou a obra da casa de Deus, que estava em Jerusalém, até o segundo ano do reinado de Dario, rei da Pérsia".
Então, nós estamos aqui no reinado de Ciro, depois de Ciro tem o filho dele, Cambyses, e depois vem Dario, então, esse, o que aconteceu aqui, é que por causa de todas essas estratégias que eles começaram a exercer,
eles impediram, o povo desanimou, eles tentaram desanimar, intimidar, colocaram conselheiros ao contrário, e o que aconteceu? Versículo 4, 24, final do capítulo, "Então cessou a obra da casa de Deus".
Veja bem, o rei tinha dado a ordem para construir, mas aqui nós temos uma adversidade, uma oposição, que surgiu até de pessoas inferiores, de pessoas mais baixas, mas essas pessoas conseguiram desanimar o povo,
e eles pararam até o segundo ano do rei Dario, é um período de 16 anos, 16 anos entre o lançamento dos fundamentos e depois quando eles foram recomeçar.
Então, a primeira coisa que o capítulo 4 registra é que houve essas estratégias, houve essa oposição dos adversários e eles conseguiram, temporariamente, mas os adversários conseguiram,
eles conseguiram parar a casa de Deus, a construção na casa de Deus, então eles impediram que continuasse, eles não tinham autoridade para isso, porque eles tinham a ordem do rei,
mas eles foram atacados por dentro, e eles, dentro da terra, é quase que uma obra, os adversários não faziam parte do povo de Deus, não eram parte do grupo,
mas é quase como se a gente pudesse falar assim, é uma oposição de dentro, não tanto de cima, mas do convívio deles, mas às vezes isso acontece até de dentro da família de Deus,
então é muito importante entender essas estratégias, porque às vezes há propostas de unidade que servem para impedir, eles querem unidade para atrapalhar, não para ajudar,
nesse caso eles não aceitaram, mas mesmo assim eles sucumbiram diante dos ataques, agora o restante do capítulo 4, só para a gente situar, o que que esse capítulo vai relatar?
Capítulo 6, no princípio do reinado de Assuero, Assuero é esse Xerxes aqui, agora a questão é, no livro de Esther usa esse nome Assuero,
na história ele é conhecido como Xerxes, mas tem muitas confusões de nomes, usava os mesmos nomes, então algumas pessoas acham que esse Assuero era Cambyses,
mas a maioria dos historiadores, dos pesquisadores, dos estudiosos entende que o que que esse capítulo 4 está relatando?
Que eles começaram um processo de oposição e os livros de Esdras, Ineamias e de Esther também, vai contar quanta adversidade, quanto os inimigos estavam lutando contra, então o capítulo 4 pula lá na frente,
fala assim, no princípio do reinado de Assuero, que isso era uns 50, 60 anos depois desse momento que nós estamos estudando aqui de Ciro, então ele vai lá na frente para dizer, olha, esse povo continuou fazendo oposição,
então o versículo 6 é só um versículo, fala a respeito desses Xerxes que depois casou com Esther e fala assim, no princípio do reinado de Assuero, escreveram uma acusação contra os habitantes de Judá e de Jerusalém,
então o que que esses adversários estão fazendo? Eu mostrei aqui os primeiros quatro estratégias, mas a quinta agora é que eles estão fazendo não só estratégia de juntar-se, ou desanimar, ou intimidar, ou contratar pessoas contra eles,
mas agora assim, esse aqui que talvez é mais sério a estratégia, eles estão recorrendo à instância superior, eles estão escrevendo para os reis, tentando colocar os reis contra o povo de Israel,
então eles têm esse, o povo que está, que mora em Israel, esse povo que é adversário, eles tinham uma relação de poder, eles eram, eles tinham recebido o direito entre eles de ser os governadores,
de controlar, eles tinham privilégios por causa do poder, e como isso é algo terrível, nós ouvimos muito hoje sobre corrupção no governo, isso tem em todas as partes, isso não é privilégio de um tipo de partido,
isso tem em todos os países, tem países que combatem melhor, que têm menos, mas a corrupção faz parte da natureza humana, e olha só, nós vamos ler a carta,
no versículo 6 fala sobre uma carta, mas não registra o que eles escreveram, mas eles fizeram uma acusação contra o povo de Israel, uma acusação falsa, porque o povo não estava fazendo nada fora daquilo que o governante tinha dado,
o direito, o Sírio tinha dado para eles o direito de reconstruir a casa, mas eles começaram a fazer acusações, e no versículo 7 ele pula mais na frente ainda,
versículo 7 fala nos dias de Artaxerxes, isso vai lá para 70, 80 anos, para frente do período que nós estamos, vai lá para o tempo de Nehemiahs, então nós vamos ler essa carta, é uma outra época, mas como esse capítulo está registrando,
relatando as estratégias dos inimigos, é importante para a gente entender como essas coisas funcionam, então no princípio do reinado de Artaxerxes, rei da Pérsia, então um grupo foi escrever uma carta para ele,
a carta foi escrita em caracteres aramaicos, a língua aramaica era a língua oficial, era a língua que era usada para, todos os povos tinham idiomas diferentes, línguas diferentes, então eles usavam a língua aramaica,
e é interessante notar que assim como tem uma parte do livro de Daniel que foi escrito em aramaico, por causa dessa influência de, Daniel estava na Babilônia, então eles usavam essa língua para se comunicar,
para ser mais fácil, como o inglês hoje é usado no mundo inteiro, então eles usavam aramaico para conseguir se comunicar com outros povos, então daqui até o final do capítulo 6 de Esdras foi escrito em aramaico também,
não só essa carta, mas até o final desse versículo 8 em diante, Esdras 4,8 até o final do capítulo 6 foi escrito em aramaico, bom, então versículo 8 também fala quem escreveu uma carta contra Jerusalém,
versículo 9 também, versículo 10 fala sobre os povos que o grande afamado Aznapah que era um outro imperador, outro rei da Síria, ele está falando assim, esses povos eram todos descendentes desses povos de outras nações que tinham sido colocados ali em Israel,
versículo 11, então vamos ler a carta, essa é uma cópia da carta que enviaram rei Artaxerxes, teus servos, os homens, da quem? Do Eufrates, Eufrates era meio que uma fronteira, Abraão saiu de Ur dos Caldeus, atravessou Eufrates e foi para Israel,
esse é o sentido de Hebreu, aquele que atravessou, que foi além do rio, a capital da Babilônia e depois agora da Pérsia era do outro lado, a leste do rio Eufrates e as nações que seriam essas terras hoje que seriam Israel, Jordânia,
Arábia Saudita, uma parte do Iraque, Síria, eram partes assim da lã ou a quem do Eufrates? Versículo 12, saiba o rei que os judeus que subiram de ti vieram a nós, a Jerusalém, estão edificando aquela rebelde e malvada cidade, olha como a cidade de Jerusalém já tinha uma fama,
até hoje Jerusalém é considerado como o profeta Zacarias profetizou que seria uma pedra pesada, seria uma dificuldade, um ponto de contenda nas nações, é um lugarzinho pequeno, Jerusalém não é uma cidade tão grande assim,
e no entanto tem forças ali que acendem paixões e que causam conflitos entre muitas nações que estremecem as potências do mundo inteiro e Jerusalém estão fazendo uma acusação,
estão escrevendo para Artaxérces lá na frente, o assunto agora não é a construção da casa de Deus, nessa época a casa de Deus já tinha sido concluída no tempo do rei Dario, mas agora eles estão falando sobre a reconstrução dos muros,
a cidade Jerusalém estava sendo restaurada, então eles escreveram assim, estão edificando aquela rebelde e malvada cidade e vão restaurando seus muros e reparando seus fundamentos,
eles ficaram alarmados, não era mais com o tempo que já tinha sido feito, mas agora eles estão falando da cidade, a cidade Jerusalém também causa muitos tremores, assusta as pessoas porque isso não é uma coisa muito natural,
a gente estuda e vê, tudo bem que os árabes tem suas rivalidades com os judeus, existe uma coisa milenar, mas quando você olha e vê quantas resoluções na ONU contra Israel,
quando você vê quantos países, quantos lugares são contra os judeus e contra a nação de Israel, contra a cidade Jerusalém, não tem uma explicação natural que justifique tanto ódio,
mas nós sabemos que assim como Satanás estava muito preocupado quando o Messias iria nascer, ele anda muito preocupado com o que vai acontecer em Israel e Jerusalém,
porque ele sabe melhor do que muitos cristãos que tem algo muito significativo que vai representar o final do reinado dele ali em Jerusalém, ali tem acontecimentos, ali tem uma preparação e ali Jesus vai reinar,
então ele tem realmente uma, ele se sente assustado e ele tem uma estratégia de não permitir, de lutar contra, então aqui ele chama, o povo está chamando aquela rebelde e malvada cidade,
e olha o que eles falam, você olha rei, nós estamos te alertando, se aquela cidade for reconstruída, o senhor pode saber que vai perder, que vai ter uma revolta contra o seu reinado,
versículo 13, saiba ainda o rei que se aquela cidade se redificar e os muros se restaurarem, eles não pagarão os direitos, os impostos, os pedágios e assim causarão prejuízos ao rei,
será que essas pessoas estavam tão preocupadas com o prejuízo para o rei da Pérsia? Não, eles estavam preocupados com a sua posição, eles não queriam perder,
então a igreja precisa ter muito cuidado porque nós não podemos entrar nesse jogo de poder, nessa luta, nós estamos vendo isso talvez numa escala muito pequena ainda,
mas nós estamos vendo a igreja entrando em brigas políticas, líderes da igreja se colocando como se nós tivéssemos que defender posições políticas de aliados, de pessoas que estão no nosso lado,
não é isso que precisa ser feito, a igreja precisa estar fora dessa contenda, mas essas pessoas, esses adversários que viviam lá, eles estavam muito casados, muito ligados com o poder da Pérsia,
então eles não queriam permitir, eles achavam assim, olha se construir a casa de Deus vai ser um problema, mas agora já tinha acontecido, aí depois lá na frente,
mas eles estão restaurando os muros, se isso acontecer, e olha só a gente tirando já a conclusão na história, o que aconteceu? Nehemiah depois dessa carta aqui, depois dessa época, o mesmo rei, Artaxerxes, nesse capítulo 4,
ele vai ficar assustado, ele vai apoiar esse grupo que está dizendo, olha se você deixar a cidade de Jerusalém ser reconstruída, você vai perder domínio, você vai perder imposto, você vai perder controle,
e não foi isso que aconteceu, Nehemiah foi ali usado por Deus para reconstruir Jerusalém, e Jerusalém não se rebelou, não aconteceu nada disso, então eram acusações falsas,
são acusações que tem um certo fundo de verdade, vamos continuar a ver como que eles argumentam, então eles estão dizendo, olha tome cuidado se Jerusalém for restaurada, o rei vai perder recursos, vai perder renda e vai perder controle,
versículo 14, agora visto que somos assalariados do rei, eles até admitem, nós temos interesse porque nós recebemos, nós somos subalternos, nós somos pessoas colocadas pelos reis da Pérsia para governar e nós recebemos recursos,
então eles tinham interesse em manter, visto que somos assalariados do rei, não nos convém ver a desonra dele, então mandamos dar-lhe aviso para que se busque no livro das crônicas de teus pais,
descobrirás no livro das crônicas que aquela foi uma cidade rebelde danosa aos reis e províncias e que nela houve rebelião em tempos antigos, isso é verdade,
o que eles estavam falando, eles até falaram assim, olha pode procurar nos livros históricos, nos documentos históricos e vocês vão encontrar instâncias em que essa cidade se rebelou e nós sabemos isso é verdade,
durante vários, o rei Ezequias não se submeteu ao rei da Síria, mas depois no tempo da Babilônia houve várias revoltas e cada vez que havia uma revolta o rei da Babilônia vinha e levava mais um grupo e derrotava,
e no fim o rei Ezequias ele se rebelou, não pagou mais impostos e foi ali que o rei da Babilônia veio e fez uma destruição, olha o que fala assim, no final do versículo 15,
fala assim, que nela houve rebelião em tempos antigos, é por isso que ela foi destruída, isso é verdade, eles estavam usando fatos históricos, mas para deturpar e para fazer uma acusação sem fundamento.
Nós fazemos, versículo 16, fazemos notória ao rei que se aquela cidade se redificar, os seus muros se restaurarem, não terá o rei porção alguma deste lado do Eufrates, você vai perder tudo.
Aí para simplificar, o rei examinou, ele foi fazer a pesquisa como eles tinham solicitado, ele descobriu que aquela terra teve uma história com Davi e Salomão, que eles eram uma potência no tempo de Davi e Salomão,
então ele ficou com medo, se eles reconstruírem Jerusalém, vai voltar a ser uma capital, vai voltar a ser sede de uma potência.
E aí ele falou assim, no versículo 20, o versículo 19, eu busquei, realmente houve rebeliões e também no versículo 20 houve reis poderosos, então versículo 21 agora dá ordem para que aqueles homens parem a fim de que não seja edificada aquela cidade até que ordene outra coisa.
Guardaivos de sede remissos nisso, então é versículo 23 eles foram e impediram judeus de continuar com a construção dos muros, isso aqui é um fato que nós não conhecemos no livro de Nehemiah, é antes de Nehemiah,
parece que o povo tinha começado a fazer, a refazer os muros, escreveram essa carta para o rei Artaxerxes que é o rei que Nehemiah servia e por causa dessa carta o rei mandou parar com a construção.
E aí mais tarde, algum tempo depois, Nehemiah estava triste, ele ficou sabendo que estava tudo em ruínas e ele conseguiu mudar esse rei Artaxerxes para dar apoio para ele, ok, mas isso é assunto que veremos mais na frente.
Então versículo 24 que eu já mencionei, volta para o tempo de Dario, então nós estamos nesse momento histórico, eles tinham iniciado a construção, vamos agora entender a sequência histórica e vou falar um pouquinho sobre essas estratégias,
principalmente essa última de fazer acusações, mas nós precisamos conhecer a estratégia do inimigo e essa estratégia de fazer aliança com o povo, essa estratégia de vamos fazer parte, a gente não pode vencê-los, a gente não pode eliminá-los,
então vamos absorvê-los, vamos fazer parte, vamos fazer uma aliança, então isso em algumas situações, dependendo de quem é, isso é a vontade de Deus, Deus quer que a gente se una, mas depois vem todas essas outras situações,
mas o fato histórico é que durante 16 anos, durante 16 anos a obra parou, eles conseguiram, esses adversários conseguiram o objetivo deles, foi temporariamente, não conseguiram, depois recomeçaram a obra e conseguiram terminar.
Capítulo 5 e 6 de Estras vai nos mostrar como essa obra recomeçou, 16 anos depois e terminou, mas durante 16 anos houve um atraso, interromperam a construção, então nós precisamos entender a estratégia do inimigo,
porque essa oposição tem o objetivo de atrasar, de impedir a obra de restauração, o retorno do rei e nós precisamos ser como Paulo fala em Coríntios, nós precisamos conhecer os ardis, precisamos conhecer as estratégias do inimigo.
Ok, eu vou agora, nós vamos falar sobre, eu vou mostrar um paralelo desse mesmo tipo de estratégia na vida de Jesus, e em primeiro lugar eu quero ler como Jesus lidou com duas situações,
eu quero mostrar como Jesus, ele às vezes falava assim, primeiro vou ler em Lucas, capítulo 9, vamos mostrar um exemplo onde Jesus mostrou que não era para se dividir essa questão de quando que nós devemos nos juntar,
nós devemos nos reunir com quem está na mesma causa que nós, então em Lucas, capítulo 9, versículo 49, nós temos um incidente que é registrado a seguinte forma,
João, um dos 12 apóstolos, dos 12 discípulos, ele diz, João disse "mestre, vimos um homem que em teu nome expulsava demônios, e nós o proibimos de fazer isso porque não segue conosco",
então o paralelo não é perfeito assim, não é ninguém que está se propondo a dar um apoio para Jesus e ajudar na causa dele, mas é só para, eu quero mostrar duas situações em que Jesus reagiu de uma forma totalmente diferente,
ele fala duas coisas contrárias, então nós precisamos ter discernimento para entender quando que cabe essa reação e quando que cabe a outra, e é claro como eu falei assim, não tem uma fórmula simples,
nós podemos receber ajuda de Deus para saber quando nós devemos nos unir para juntos restaurar a casa de Deus, porque a casa de Deus não é uma exclusividade de uma tribo, não é uma exclusividade de uma parte do povo de Deus,
o que Deus quer restaurar na terra é o seu nome, é a sua casa, é o seu reino, então aqui nós temos um exemplo em que um dos discípulos, Jesus achou que tinha uma pessoa expulsando demônios mas ele não estava junto com eles,
então ele até fala assim, ele conta depois do que ele fez, ele não perguntou antes, ele falou assim, nós o proibimos, nós o proibimos de fazer isso, porque ele não segue conosco,
e olha que esse conosco, quando a gente fala, a pessoa que não está conosco não é da igreja certa, não é do povo de Deus, quando a gente fala isso, nós estamos errando,
agora João, ele tinha um trunfo que nenhum de nós tem, porque Jesus estava com eles, eles estavam seguindo o verdadeiro mestre, se esse outro indivíduo estava expulsando demônios e não estava com Jesus,
então ele não devia estar fazendo, ele tinha que estar junto com eles, mas Jesus respondeu ao contrário, versículo 50, Jesus disse não o proibais, porque quem não é contra vós é por vós,
então aqui Jesus falou assim, olha, não tem problema nenhum, ele não precisa ser da sua igreja, ele não precisa ser da sua doutrina, ele sabia se esse homem estava crendo em todas as coisas certas,
se ele tinha todas as doutrinas certas, não, ele não sabia, mas Jesus estava dizendo assim, não tem importância, ele estava expulsando demônios em nome de Jesus,
Paulo fala em Filipenses uma coisa semelhante, fala assim, olha, tem gente que prega o Evangelho por contenda, mas não importa, de alguma forma Jesus está sendo pregado,
então Paulo também disse, não é, tem líderes, tem igrejas, tem movimentos que estão fazendo uma obra cheia de exaltação humana, por contenda, por partidarismo,
Paulo falou assim, não é para lutar contra eles, é difícil a gente entender, porque agora nós vamos ver algo bem diferente, só uma página para frente,
em Lucas 11, em Lucas 11 acontece, no versículo 14 Jesus estava expulsando um demônio que era Mudo, e saindo o demônio o Mudo falou e maravilhou-se a multidão,
mas alguns dentre eles diziam, ele expulsa os demônios pelo poder de Beelzebul, o príncipe dos demônios, então aqui tem, eu não vou entrar nessa discussão,
Jesus vai responder assim, que absurdo, falar que eu estou expulsando demônio pelo príncipe dos demônios, se Satanás ele está expulsando a si mesmo, então como é que o reino dele vai sobreviver, mas aqui no final Jesus fala uma frase,
depois que ele explica isso, Jesus fala uma coisa que é ao contrário do que ele falou no capítulo 9, no capítulo 9 ele disse, olha, se alguém está expulsando demônios no meu nome, ele não está no nosso grupo,
mas ele não é contra, ele não está lutando contra, então ele é a favor, não precisa ficar brigando, não precisa ficar tentando fazer com que ele seja rejeitado e lutando contra ele, não, se ele está fazendo está ótimo,
mas aqui é uma outra situação, aqui eles estão negando o próprio poder de Deus para expulsar o demônio de uma pessoa muda e dizendo isso é uma coisa satânica,
e até ele fala sobre Basfeme contra o Espírito Santo, ele coloca aqui uma coisa muito séria, e aí ele fala no versículo 23, ele fala, nós temos dois textos contrários, no um ele fala, quem não é contra vós é a favor de vós, não precisa brigar,
agora no versículo 11, 23 ele fala, quem não é por mim é contra mim e quem comigo não a junta espalha, então eu queria mostrar que existem diferenças,
aqui talvez seja mais fácil ver porque no outro o indivíduo estava expulsando demônios, mas no nome de Jesus, então ele não era contra o que Jesus estava fazendo,
aqui Jesus expulsou o demônio e os fariseus, as pessoas que eram contra ele queriam dizer, olha, ele não tem o poder de Deus para fazer isso, ele não é, e aqui nós temos essa situação dos adversários,
porque os fariseus, os escribas, os sacerdotes, eles estavam sempre, sempre fazendo esse trabalho de lutar contra, de intimidade, de impedir e de fazer no final,
nós sabemos que Jesus foi a cruz porque eles levantaram acusações contra ele, então eu queria mostrar que tem uma grande diferença entre alguém que está mesmo que seja sem muito conhecimento
e sem as vezes pelo que Paulo fala em Filipenses, tem pessoas que muitas vezes nem tem a motivação certa, não são pessoas transformadas que estão lutando sem nenhum interesse próprio em favor do reino de Deus,
mas ele está dizendo, se é algo que está falando do reino de Deus, está promovendo o reino de Deus, não tem problema, Paulo diz, mas em Filipenses 3 eu vou só ler esse versículo aqui que é muito importante,
ele também fala outra coisa, Paulo também fala duas coisas que podem parecer contraditórias, porque ele falou assim, olha, se Cristo está sendo pregado, tudo bem,
eu, Filipenses 1,18, uns anunciam Cristo por contenda, não sinceramente, versículo 17, que importa, contanto que Cristo de qualquer modo seja anunciado por pretexto ou de verdade, nisto me regozijo,
então ele fala, não é pra ficar brigando, não é pra ficar caluneando, rejeitando, trabalhando contra, não é pra fazer isso, Jesus falou assim, não proibais,
mas Jesus falou, se alguém está lutando contra Jesus, contra, e aí nós temos muitos textos no Evangelho de Paulo, Gálatas, ele fala assim, ainda que um anjo pregasse um evangelho diferente desse,
se não é de acordo com a verdade, não aceitem, em Romanos 16 ele fala, marque, identifique as pessoas que causam divisões, não andem com eles,
então existem situações que Paulo diz não é pra fazer aliança, e olha o que ele fala em Filipenses 3, ele fala, Filipenses 3,17, irmão, sede meus imitadores e observa os que andam segundo o exemplo que tendes em nós,
que estatura, que ponto que Paulo chegou, que ele podia falar assim, olha, pode seguir o exemplo que vocês têm em nós, e isso que precisa ter na igreja,
infelizmente hoje é muito difícil, tudo misturado, às vezes tem alguém que tem um monte de coisa boa, isso você vai encontrar, mas tem um veneno misturado, tem alguma coisa contaminada,
então que Deus nos ajude, que haja pessoas, que haja exemplos, por enquanto nós temos que olhar pras Escrituras, pra Jesus, pra Paulo, nós temos que olhar o que Deus falou,
qual é o exemplo que nós podemos seguir, porque tem muita coisa misturada, nós não podemos dizer isso ainda, eu não tenho visto, é claro que deve ter exemplos maravilhosos em servos de Deus,
mas muito cuidado porque tem misturas, e aí ele fala, versículo 18, porque muitos há, dos quais muitas vezes vos disse, e agora novamente digo chorando,
que são inimigos da cruz de Cristo, seu fim é a perdição, então ele fala assim, olha, por um lado, graças a Deus que o Evangelho está sendo pregado,
mas quando ele fala sobre seguir o exemplo, ele fala assim, olha, eu falo chorando, que tem pessoas que falam de Deus, mas que tem realmente, eles são inimigos da cruz de Cristo,
eles são inimigos daquilo que realmente Deus quer, então existem situações que exigem uma diferença, existem situações que realmente precisam ter um discernimento pra gente não se unir com aquilo que é contra o reino de Deus, ok?
Então, agora eu quero mostrar que no tempo de Jesus existiam esses adversários, existiam essas pessoas que lutavam contra o que Jesus veio pra implantar,
de onde veio, de onde veio a oposição, de onde veio os obstáculos, o que que levou Jesus à cruz, não veio lá de cima,
no tempo, eu já falei, existem momentos na história, existem momentos hoje que trazem uma, em que há perseguição por parte das autoridades mais altas, do Estado, do sistema,
e a Bíblia fala do anticristo, fala do sistema da besta, fala que vai ter um sistema que vai lutar contra o povo de Deus, então tem situações em que a perseguição vem lá de cima, vem do sistema, vem do governo,
mas nesse tempo de Esdras, no tempo de Zorobabel, no Livro de Esdras, e durante todo o período de Esdras e Nehemias, a oposição mais séria não veio dos reis, não veio daqueles que, do Estado, do governo,
a oposição veio bem aqui embaixo, bem aqui de pessoas que conviviam, no caso de Jesus, veio dos sacerdotes, dos líderes religiosos,
e eu quero mostrar para vocês rapidinho como isso pode ser visto aqui, nós vamos ver no Livro de João, o Evangelho de João, 11/48,
aqui foi logo depois da ressurreição de Lázaro, e os principais sacerdotes ficaram com medo, eles convocaram uma reunião, João 11/47, eles convocaram uma reunião do Cinedrio,
e disseram que faremos, esse homem realiza muitos sinais miraculosos, se ele está fazendo milagres, eles não tinham que investigar e querer, se isso é Deus, nós queremos apoiar,
mas aí eles falaram assim, se o deixarmos prosseguir, assim todos crerão nele, e virão os romanos e tomarão o nosso lugar e a própria nação, então nós temos aqui uma coisa que fica muito claro nas entrelinhas,
que afirma que os sacerdotes, assim como esses adversários, eles tinham medo de perder sua posição de poder, de influência, de privilégio, e isso é uma raiz venenosa,
isso pode corromper até pessoas dentro da Igreja, do Reino de Deus, pessoas que lutam contra a vinda do Reino de Deus, porque amam as posições, porque amam a influência, porque amam o sistema,
o sistema que contaminou a própria Igreja, então aí o que acontece, vamos voltar pra Lucas, depois nós vamos ver em João de novo, Lucas 23, eu vou só resumir, nós sabemos a história da prisão e da condenação de Jesus,
sabemos que começou com os judeus que fizeram uma acusação, e eles acharam que ele não podia dizer que ele era o filho de Deus, mas quando eles foram, Lucas 23, primeiro ele foi ouvido pelo sumo sacerdote,
e Jesus não queria falar nada, depois ele falou assim, é, mas você é o filho do homem, eles perguntaram pra ele, ele falou assim, é, eu vou voltar nas nuvens do céu, cumprindo Daniel 7,
eles ficaram assim, pronto, o cara já falou, toda a blasfêmia, mas eles não podiam condenar Jesus baseado nisso, então eles foram, Lucas 23, eles foram, versículo 1, toda a assembleia se levantou e levaram Jesus a Pilatos, quem que era Pilatos?
O governador romano, a única pessoa que podia condenar Jesus era o governo romano, os judeus não podiam fazer isso, eles tinham influência, e na verdade foram eles que convenceram Pilatos a fazer isso,
mas olha o que que eles fizeram acusação, eu só queria mostrar que essa acusação que fizeram contra Jesus foi bem semelhante à acusação que essa carta que nós acabamos de ler, o que que os adversários do povo,
os exilados que estavam retornando e que estavam reconstruindo a casa de Deus, qual era a acusação que eles fizeram ao rei da persa? É que essa cidade é uma cidade perversa e ela vai se revoltar contra o reino persa e vocês não vão perder os impostos.
O que que eles falaram contra Jesus? Olha só, Lucas 23, versículo 1, em seguida toda a assembleia se levantou e levaram Jesus a Pilatos e começaram a acusá-lo dizendo, encontramos este homem pervertendo a nossa nação,
proibindo dar tributo a César e dizendo ser Cristo, o rei, qual foi a acusação? Eles estavam querendo dizer, olha, esse Jesus que é o rei dos judeus, ele está dizendo que é o rei dos judeus, ele vai desfazer o império romano e o próprio Pilatos não acreditou nessa mentira.
Mas depois, eu não tenho tempo pra ler agora, mas podem anotar em João 19, ele também complementa essa informação que lá em João 19 fala que eles levaram Jesus pra Pilatos e falaram que ele estava dizendo que era o rei dos judeus e Pilatos sabia,
ele conhecia os judeus, sabia que eles estavam fazendo por intriga porque eles estavam brigando e Pilatos não acreditava na verdade, ele não acreditava numa coisa absoluta e ele não acreditava nisso que os judeus estavam acusando Jesus que isso fosse crime.
E assim como é interessante, que assim como os reis da Pérsia que não acharam que os judeus estavam fazendo uma coisa errada, Pilatos também, o perigo não era dos reis da Pérsia, o perigo não era nesse momento, nesse momento,
porque em outro momento, no tempo de Nero, de outros imperadores, era o próprio imperador que queria perseguir os cristãos, isso é outra época, mas nesse momento de Jesus, Pilatos não era contra Jesus, ele não achou que a acusação tivesse algum valor.
Mas, em João 19, no fim os judeus, esses adversários, está no lugar desses adversários, eles falaram com Pilatos assim, olha, se você soltar esse homem, que Pilatos queria soltar um preso, Barrabas ou Jesus,
e eles falaram assim, se você soltar esse homem você não é amigo de César, porque esse homem está dizendo que é rei no lugar de César, aí Pilatos ficou com medo e acabou cedendo a eles.
Mas é só para a gente entender como funciona isso e depois se você olhar a história de Paulo no livro de Atos é a mesma coisa, Paulo foi preso no livro de Atos por causa de religiosos que eram contra ele,
mas eles fizeram em Atos 24, vai contar que eles tinham que levantar uma acusação contra Paulo que não fosse a causa verdadeira, eles queriam prender Paulo porque eles eram contra o que Paulo estava ensinando.
E a mesma coisa, nós não temos um... aí eu até fiquei pensando, será que em algum momento Jesus recebeu uma proposta? Será que ele recebeu? Não tem, que eu saiba não tem nenhum momento em que os sacerdotes, os fariseus,
esse grupo tivesse feito alguma proposta, mas nós sabemos que se Jesus tivesse alinhado com os sacerdotes, com os fariseus, com esse grupo que estava no poder, eles não teriam atacado ele.
Então essa primeira proposta é perigosa porque é um convite, faça parte do poder, faça uma aliança conosco porque nós estamos assim com os reis da Pérsia.
Se Jesus tivesse aliado ao grupo que estava no poder, no tempo dele, ele não teria sido crucificado. E Paulo, da mesma forma, ele foi acusado de estar incitando bagunça, brigas em todo lugar onde ele ia e de certa forma estava acontecendo vários conflitos com Paulo,
mas as pessoas, a acusação que eles levantaram contra Jesus e contra Paulo era mais ou menos da mesma natureza.
Então nós vamos terminar vendo o que Jesus ensina para os seus discípulos em João 15. João 15, versículo 18, Jesus diz o seguinte, se o mundo, o que ele quer dizer o mundo?
Não são todas as pessoas do mundo, muita gente amava Jesus, muita gente iria aceitar a mensagem dos discípulos, mas ele fala se o mundo os odeia, "sabei que primeiro do que a vós me odiou a mim".
Então eu quero mais uma vez frisar, tem épocas e situações diferentes. Já houve épocas em que o Estado, o sistema do mundo, o mundo que odeia são os governantes mesmo.
Isso já aconteceu em parte na história de Israel no Antigo Testamento, isso acontecia quando é que Babylon e a Síria eram contra a nação de Israel,
era quando a nação de Israel estava sendo infiel, então Deus estava permitindo isso como disciplina, mas vai existir uma época, a época do anticristo e já aconteceu com Nero e com Hitler e com outras pessoas,
que eram realmente as pessoas no poder perseguindo, mas existem muitas épocas em que não é o governo que está perseguindo.
Jesus disse "olha, o mundo vai odiar vocês porque o mundo me odiou", então se nós podemos tirar um paralelo com Jesus, se nós podemos dizer qual era o mundo que odiou Jesus?
Pilatos não odiou Jesus, ele não acreditava nele, mas não foi Pilatos que quis crucificar Jesus.
Quem odiou Jesus? O sistema, as pessoas da própria nação dele, do próprio povo judeu que estava em posições de poder e era isso que estava acontecendo no tempo de Zorobabel,
que as pessoas que estavam no poder não queriam perder e não era o poder sobre todas as nações, o poder máximo, eram as pessoas que estavam em posições subalternas, eram pessoas que estavam ali aproveitando,
e realmente a corrupção acontece nesses níveis, pessoas que querem ganhar favor, como a carta fala assim "olha, nós somos servos do rei, nós queremos defender os interesses do rei, então você tem que dar um jeito nesse povo",
então eles estavam usando o poder para benefício próprio, então se o mundo vos odeia, "sabei que primeiro do que a vós me odiou a mim", se fosse do mundo, o mundo amaria o que era seu,
então é quando nós pensamos em alianças, quando nós pensamos em união, nós precisamos ver qual espírito que está ali, é o espírito de poder, é o espírito de reino deste mundo,
ou é união com pessoas que realmente estão buscando o mesmo reino. E eu vou só terminar colocando, são coisas que nós já falamos, mas essas aqui são as nossas conclusões,
são as nossas, o que nós podemos aprender dessas estratégias? Em primeiro lugar, aquilo que eu já falei, esses exilados que voltaram da Babilônia, eles tiveram muito sucesso nos primeiros passos,
eles estavam recebendo apoio tremendo do rei da Pérsia, de amigos e vizinhos, tudo dando certo, eles estavam unidos, eles tinham a bênção de Deus,
mas nós não podemos esperar, nunca, que haja sucesso na restauração, na obra de Deus, no movimento em direção ao reino de Deus, nunca vai ter sucesso ininterrupto, nunca,
porque a adversidade faz parte, enquanto o reino de Deus não vier, não derrotar todo o sistema deste mundo, sempre vai ter, como Jesus falou assim,
se vocês fossem do sistema, o sistema ia abraçar vocês, poxa, vem aqui, a gente faz parte da mesma causa, mas dentro da própria terra prometida, dentro do povo de Israel, dentro da igreja, tem oposição, por quê?
Porque as pessoas que têm poder, privilégios, que ganharam alguma posição, não querem abrir mão disso, e o sistema é de tal natureza que engole as pessoas,
as pessoas começam a trabalhar em função do sistema e não em função do reino de Deus, então nós não podemos esperar sucesso ininterrupto,
não devemos fazer alianças com os inimigos da cruz, os inimigos da cruz, isso que Deus tem que nos mostrar, isso que nós precisamos buscar de Deus,
qual é o interesse daqueles que querem ajudar na obra da restauração? Veja bem, não era problema, o número três é não buscar vantagens ou poder com o sistema do mundo,
seja dentro da igreja ou seja fora, embora Siru tivesse dado um decreto favorável, mas o povo que voltou pra lá, eles não poderiam ter, eles não fizeram isso,
mas era muito perigoso eles se aliarem com os inimigos pra buscar favor dos governos, Daniel nunca se comprometeu, a sua fé, ele servia aos reis,
vários reis da Babilônia, mas ele nunca abria mão das suas convicções, ele nunca trabalhava em função de benefícios próprios,
então Daniel, Inêmias e Mordecai e Ester, essas pessoas nos mostram um exemplo, nós podemos receber apoio de governantes, Deus usa as vezes,
governantes, pessoas em poder, pessoas com recursos, isso não é problema, nós não podemos comprometer o nosso coração querendo,
se apegando a posições ou privilégios ou status, seja o que for, para comprometer o reino de Deus, então não podemos jamais entrar nesse mesmo espírito,
e o último que vai ser o nosso próximo assunto na verdade, não deveriam, Deus é soberano, ele trabalha em todos os momentos, todas as épocas,
mas fica muito claro com os profetas, principalmente com o profeta Ajeu que nós vamos estudar, é uma profecia curta, mas é bem nessa época,
Deus levantou o profeta Ajeu para falar, vocês não deveriam ter parado, não é hora de parar, vocês tem que recomeçar, então não é para ficar intimidado,
os adversários vêm para desanimar, eles vêm para intimidar, eles escrevem acusações para o rei, mas não é, existem situações que não tem como evitar,
no final do capítulo 4, antes do finalzinho, tem aquela carta e o rei mandou parar as obras nos muros, eles tiveram que parar, foram impedidos a força,
mas se não for só por medo, só por o que vai nos acontecer, como nós devemos enfrentar essa oposição, sabendo que vem oposição, nos preparando para isso,
precisamos pensar que por surgir oposição isso significa que Deus não está conosco, isso não é verdade, uma das primeiras coisas que o profeta Ajeu disse é
eu estou com vocês, Deus falou, eu estou com vocês, a oposição não significa que Deus não está, é claro que existem situações em que Deus está levantando
uma situação em que a gente não deve ir em frente, então outra vez tem que ter discernimento, há momentos tem que saber o que Deus está falando,
existem na época do cativeiro, Deus falou com Jeremias, não é para se opor ao rei da Babilônia, aos seus exércitos, então existem, existe o momento de dizer
Deus, o senhor está enviando essa situação, vou me submeter, o senhor está no controle, o senhor está permitindo isso, agora nesse momento da restauração,
quando os adversários estão simplesmente querendo intimidar, quando estão querendo dizer não vá, não continue, tem esse momento que não é para desistir,
não é para parar, isso nós vamos ver como os profetas Ajeu e Zacarias trabalharam nesse sentido.
Senhor, nós sabemos que cada situação nós vamos precisar muito conhecer a ti e ouvir a tua voz, nós oramos a ti Senhor, nesta manhã, nesta hora Senhor, ó Deus, no nosso tempo, os desafios que estão diante de nós,
qual é o momento e quando chegar o momento ou se já estivermos no momento de realmente nos empenhar para a restauração da tua casa e começa a surgir todo tipo de oposição,
que nós possamos ser preparados para saber que a oposição vem, para não fazer alianças erradas, para não sucumbir diante das estratégias sabendo que vai ter muita estratégia,
para nos desanimar, intimidar, vai ter acusações, as acusações às vezes até parecem ser verdadeiras porque se baseiam em alguns fatos, parece que tem alguma coisa a ver,
mas Senhor que nós possamos entender como o Senhor trabalha e como essa oposição pode surgir não só lá de cima, mas pode surgir de situações próximas a nós,
que nós possamos ter a tua presença, o teu discernimento e a tua direção e que nós possamos continuar perseverando até ver a tua casa restaurada, pedimos isso em nome de Jesus, amém.
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