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Aula 30 – Vol.28 – Guerra de palavras – Assíria contra Jerusalém

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Aulas ministradas na Rua Dom Pedro II nº 1253 – Sala 3, Conserva – Americana | SP,
aos domingos às 10h30 da manhã.

19/11/17 – Guerra de palavras – Assíria contra Jerusalém
2 Crônicas 32

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Transcrição · gerada automaticamente

Então vamos continuar em 2º crônicas 32.
Então na semana passada a gente viu sobre esses diversos ataques na história bíblica,
porque Jerusalém já foi atacado muitas e muitas vezes, não só atacado, mas destruído muitas vezes na história.
Mas esses aqui são as ocorrências bíblicas, e essa que nós estamos estudando é a primeira de 4,
ou se nós incluirmos o final do milênio, 5 vezes que o inimigo tentou destruir Jerusalém.
E vemos aqui na sequência que tem 2 vezes que Jerusalém foi realmente destruída,
mas essa ocasião que nós estamos vendo com Ezequias é uma figura de um outro ataque que vai acontecer nos nossos dias,
em que Jerusalém vai ser atacada mais uma vez logo antes da vinda de Jesus.
Então vamos, em 2º crônicas 32, aqui tem um aspecto que não tem nos outros relatos.
Esse relato de crônicas é mais resumido, daqui a pouco nós vamos para 2º reis,
mas em 2º crônicas tem esse discurso que foi onde nós terminamos semana passada,
que depois de tudo que Ezequias fez para se preparar, para preparar o povo, para ter segurança,
nós temos falado que confiar em Deus não significa não se preparar.
Então Ezequias fez várias coisas para reforçar a segurança da cidade, para ter provisão de água, construir muralhas,
nós vimos essas coisas que são nos primeiros versículos desse capítulo.
Mas o que ele fez de mais importante é o que nós vamos ler agora, versículo 6, 32, 6.
"Pois oficiais de guerra sobre o povo, ajuntou-os a si na praça da porta da cidade e disse-lhes ao coração."
Então nós vamos ver hoje, nós vamos ter quase que uma visão total,
nós terminamos a aula passada falando que a guerra, que descreve em bastante detalhes em 2º reis em Isaías,
a batalha que foi uma das mais importantes da história do povo de Deus no Velho Testamento,
essa batalha foi de palavras, foi de palavras.
E Ezequias, antes que chegassem os inimigos, antes que chegassem aqueles oficiais da Síria e começassem a atacar em palavras,
ele preparou o povo com palavras também, então veja aqui.
"Ele disse-lhes ao coração." Versículo 7, "Esforçai-vos e tende bom ânimo."
Você sabe que isso não é fácil na hora que você, eles não estavam vendo os desertes da Síria nesse momento,
mas eles sabiam que estavam chegando e sabiam que muitas cidades de Judá já tinham sido conquistadas,
então eles estavam vendo o olho do furacão, eles estavam olhando diretamente para esse ataque terrível,
então ele falou assim, "Esforçai-vos, sede fortes e tende bom ânimo."
Essa é a batalha, a batalha interior, antes de enfrentar a exterior.
"Não tem mais nevos espanteis." Então, sim, são várias palavras dizendo que é preciso lutar,
nós precisamos lutar contra essas forças, qualquer pessoa, e hoje é difícil achar alguém que não tenha enfrentado isso,
mas qualquer pessoa que tenha enfrentado depressão, desânimo, sabe que você pode chegar, "Ah, vamos, fique animado, mude essa cara, não fique assim."
Quando alguém fala isso com você, eu não sei como é que você reage, se você está mal, alguém fala assim, "Fique alegre, eu fico chateado, eu fico bravo."
Como assim? Eu tenho um botão, eu tenho uma capacidade de simplesmente mudar, mas aqui está dizendo que é possível fazer um esforço,
não em nós mesmos, mas tem um caminho, "Esforçai-vos, tende bom ânimo, não tem mais nevos espanteis por causa do rei da Síria,
nem por causa de toda a multidão que está com ele, pois conosco a um maior do que o que está com ele."
Então, como é que a gente se anima? Vendo o invisível. Hebreus 11 fala muito sobre isso, que as pessoas, todos aqueles heróis da fé em Hebreus 11,
eles venceram porque olharam para aquele que é invisível. Abraão viu a cidade que não tem fundamentos, eles viam alguma coisa,
Zé via que o povo de Deus realmente ia entrar na terra, então eu falei assim, "Quando vocês forem, levem os meus ossos juntos."
Então, todos eles, não é, ele via que Deus ia proteger, todos eles estavam vendo alguma coisa que não era visível aos outros.
Então, não é olhar para dentro de si, não é auto-ajuda, não é se esforçar mais, faça mais força, põe uma cara feliz, mesmo que você esteja mal por dentro.
Não, é o contrário, tem que resolver o problema por dentro, entende a diferença? Não é fazer de conta que eu estou bem, mas você tem que resolver, nós precisamos,
a gente pode aplicar isso individualmente, mas isso aqui tem uma aplicação coletiva. Eu mostrei isso na última aula que esse ataque contra Jerusalém é muito significativo,
é um acontecimento apocalíptico, isso tem um significado muito importante no plano de Deus.
Jerusalém é uma cidade que tem grandes significados, naquela época tinha e até hoje tem. Então, quando você vê todas as Nações Unidas, os países árabes,
às vezes até os países da Europa, todo mundo contra Israel, contra Jerusalém, você sabe que tem argumentos, o povo lá em Israel não é um povo santo,
os políticos de Israel não são tão diferentes dos nossos políticos, assim, não é colocar essas pessoas como pessoas perfeitas, e não é que os judeus,
por serem judeus, estarem na terra de Israel e estão fazendo tudo certo, mas tem alguma coisa no plano de Deus que envolve Israel.
Então, quando você olha e você consegue ver que é muito irracional, os árabes não, os árabes é perfeitamente irracional, a religião islâmica,
o ódio que eles têm de séculos, de milênios entre os povos, isso é racional. Agora, você pegar a mídia, intelectuais, pessoas que deveriam conhecer os fatos,
você vê todo mundo não enxergando que os palestinos, hamas, aqueles grupos terroristas, eles não querem fazer paz com Israel.
Então, quando você vê todos os intelectuais não enxergando a verdade e simplesmente se colocando contra Israel sem motivo,
você percebe que tem uma força espiritual que está cegando as pessoas, tem algo além dos fatos evidentes apenas.
Então, a guerra é no coração, a guerra é interior. Então, por isso que ele falou assim, "não precisam temer". E, gente, nós temos visto quantas pessoas aqui estavam vivos e com idade suficiente,
em 1967, quantas pessoas tinham realmente a idade e a capacidade de acompanhar as notícias, mas não foi só em 67, mas 67 foi talvez o momento mais dramático,
teve em 48 também, teve mais antigo ainda, mas em 1967 eu falo assim porque eu era garoto, mas eu acompanhava, a gente não tinha televisão em casa,
meu pai não tinha televisão em casa, mas a gente ia atrás do jornal, a gente acompanhava dia por dia, era como acompanhar uma partida da Copa do Mundo,
era uma coisa assim que a gente estava muito antenado e vendo assim eram milhões e milhões, superioridade total dos árabes contra Israel e Israel ganhando, ganhando, ganhando, era uma coisa fantástica.
Em 1948 foi mais dramático ainda, que em 48 Israel nem tinha exército, era um país recém formado e todos os árabes estavam falando "vamos apagar Israel do mapa".
Então essas coisas bíblicas têm acontecido nos templos recentes também. Hoje a situação não é bem assim, Israel tem armas nucleares, tem tecnologia, tem um monte de coisas,
eles estão em desvantagem se você olhar no mundo, Israel praticamente não tem amigos, mas veja como Deus gosta de libertar quando nós não temos força.
Então a própria força de Israel colabora contra Israel hoje, porque eles acabam confiando mais na força do que em Deus.
E ele está falando assim "não precisa se espantar por causa do rei da Síria nem por causa de toda a multidão que está com ele, pois conosco ao maior do que o que está com ele".
É preciso ter fé para ver isso. "Com ele está o braço da carne". Acho que não está realmente no original, mas eu ouvi uma tradução que fala assim "com ele tem apenas o braço da carne".
Puxa, mas o braço da carne assusta a gente. O braço da carne, a força dos exércitos, a força dos armamentos, a Síria era quantas vezes mais forte do que Ezequias.
Era muito, muito mais forte do que Ezequias em números, em capacidade, e Ezequias que antes tinha alguma coisa pouca, mas ele tinha perdido várias cidades de Judá do reino dele,
então ele está reduzido a quase nada. Ele tem a cidade de Jerusalém para ficar preso. Eu contei para vocês que Cenaciríbe deixou registrado que ele deixou Ezequias preso dentro de Jerusalém como um pássaro numa gaiola.
Então era assim, é só uma questão de esperar. "Com ele está apenas o braço da carne, mas conosco o Senhor nosso Deus para nos ajudar e para guerrear as nossas guerras".
Olha como que coloca, eu vou ler rapidamente alguns outros textos que mostram a mesma coisa. "Não é apenas Deus, eu tenho força, mas minha força é pouca, então dá um empurrãozinho, me dá uma mãozinha que eu consigo".
Não, as grandes guerras como essa aqui, as grandes guerras, eu até pergunto, por que Deus queria que eles tivessem um exército? Porque no fim o exército de Ezequias não fez nada.
Ezequias organizou o exército, colocou chefes, colocou em ordem, colocou todo mundo pronto para resistir, mas o exército de Ezequias não fez nada. E tem várias guerras, lembra Josefá? Josefá, eles ficaram tocando instrumentos.
Já pensou? É até uma coisa bizarra você pensar em um exército enfrentando um outro exército e em vez de usar armas eles estão lá fazendo um coral de louvor a Deus no meio da batalha.
Enquanto eles fizeram isso, Deus fez com que os inimigos se matassem um ao outro. Então as grandes guerras de Deus são guerras não em que Deus nos ajuda, são guerras em que Deus faz.
A gente fica olhando. Então eu queria só, bom, só terminando aqui no versículo 8, eu falo assim "E o povo cobrou ânimo com as palavras de Ezequias, rei de Judá".
Gente, isso é dom de Deus. Qual o líder, por mais carismático, por mais comunicativo, por mais capacitado que ele seja, qual o líder que consegue passar coragem para o povo?
Existem histórias, histórias dos judeus, lembra, não sei quantos já viram aquela história de Massada, aquela rocha lá em Israel no tempo dos romanos e eles ficaram lá até morrer, o último homem.
Mas alguém teve coragem de falar assim "Gente, nós vamos resistir, nós não vamos entregar". Tem histórias famosas, Churchill na Segunda Guerra, como ele levantou o ânimo da Inglaterra para resistir à Alemanha quando eles também tinham pouquíssimas chances de vencer.
Então, mas isso no povo de Deus, isso para nós é muito importante, porque a nossa guerra não é carnal, então para o líder, e é por isso que eu falo assim, a coisa mais importante que Ezequias fez foi esse discurso de falar ao coração do povo e de prepará-los,
porque vocês vão ver na sequência que os comandantes, os chefes da Síria, eles vieram e fizeram uma guerra de palavras para enfraquecer o povo judeu, o exército e o povo, para fazer com que eles perdessem a confiança.
Foi uma guerra de palavras para ver quem que vai ter confiança, claro que não dá para ter confiança e não ter alguém para te proteger, porque quem, vamos ter confiança mas depois vai morrer todo mundo.
Então é muito importante, nós estamos vendo toda a história de Ezequias é uma história de Deus ensinar para ele a confiar, essa é a grande batalha.
E por que que Ezequias pode falar ao coração do povo?
Se vocês lembram, nós temos acompanhado Ezequias passo por passo, algumas vezes ele falhando, outras vezes aprendendo, todas as vezes aprendendo, mesmo quando falhava, mas Ezequias aprendendo a confiar em Deus.
Então como ele aprendeu a confiar em Deus, ele podia passar isso para os outros. Isso não é lábia, isso não é capacidade de persuasão, isso é realidade, a pessoa que tem a verdadeira capacidade de, por ela confiar, ela passa a confiança aos outros.
Então o povo cobrou ânimo com as palavras de Ezequias. Então eu só, eu vou passar rapidamente só para reforçar essa ideia, porque Ezequias não é um caso isolado.
Em todas, em várias situações anteriores, Deus operava quando o povo confiava de verdade. Vamos começar em Êxodo 14, no Êxodo mesmo, saído do Egito, Êxodo 14.
A situação dramática, todo mundo lembra, eles tinham finalmente saído do Egito depois da última praga, e quando chegaram no Mar Vermelho, o faraó resolveu persegui-los, então eles estavam diante do mar e atrás deles o exército de faraó.
E como sempre o povo, Moisés, a gente não tinha lugar para enterrar a gente no Egito, a gente não podia ter morrido lá. Por que nós viemos aqui? Versículo 12, 14, 12. Não é isso que te dissemos no Egito?
Deixa-nos que servamos aos egípcios. Olha como nosso coração é muito irresponsável, não é a palavra assim, é muito volúvel, é muito inconstante.
Eles eram escravos e eles estão falando assim, era melhor que a gente ficasse escravo lá, estava melhor para a gente lá. Melhor nos for a servir aos egípcios do que morrer no deserto.
Então, o versículo 13 é o discurso de Moisés. "Moisés, porém, disse ao povo, não tem mais, está quietos", ou "ficai firmes, calmos e vede", vocês não vão ter que fazer nada.
O que Deus quer? Tem que ter o exército lá, passando medo. A gente podia ficar dentro de casa e dizer "Olha, já que você é o senhor que vai lutar com eles, luta com eles, a gente fica protegidinho aqui".
Não, a gente tem que sair, tem que ficar enfrentando o perigo, olhando, encarando o exército, frente a frente, sentindo o pavor lá dentro, o frio na barriga, e ficar firme.
Não corra, não desanime, não olhe para eles, fiquem quietos e vede o livramento do senhor que hoje vos fará. Aos egípcios que hoje vistes, nunca mais vereis para sempre, o senhor pelejará por vós e vós vos calareis.
Então essa é a batalha. E lá na frente, versículo 25, quando Deus realmente estava lutando, Ele mesmo estava lutando contra os egípcios, os próprios egípcios, no meio do versículo 25,
então disseram aos egípcios "Fujamos da presença de Israel, o senhor peleja por eles contra o Egito". Então os próprios egípcios viram que não era o povo de Israel que estava sendo superior, eles viram assim "Gente, nós temos que cair fora porque agora tem alguém que é mais forte do que nós".
Ok? Então essa é sempre o caminho. Agora, Deuteronômio, capítulo 31. Bom, vamos ler esse discurso, só alguns versículos, mas a partir do versículo 1.
Deuteronômio 31. Em seguida Moisés dirigiu estas palavras a todo Israel. "Tenho hoje 120 anos e já não posso conduzir-vos".
Lembra que depois em outro lugar fala que Moisés estava firmão, 120 anos, fala que ele estava vendo, ele tinha força, não lembro agora onde que fala, mas tem um lugar que fala sim que ele estava em boa saúde,
ele não ia poder porque Deus falou "Você não vai". Então ele fala "Se o senhor me disse não atravessarás o Jordão, o senhor teu Deus é quem passará diante de ti, ou seja, o segredo eu não vou".
Mas Moisés, o homem que tirou a gente do Egito, que sempre esteve com a gente durante 40 anos, você já pensou perder um líder, a confiança, a certeza que Deus estava com ele? Era uma coisa terrível que Moisés estava falando assim "Eu não vou, eu não vou passar, vocês vão entrar na terra prometida".
E tinha aquela história dos gigantes que eles sabiam disso, que tinha gigantes na terra prometida, mas ele falou assim "O senhor teu Deus é quem passará diante de ti, ele destruirá essas nações de diante de ti, para que possuas as suas terras.
Josué passará diante de ti". Ele que está lá assim, Josué está aí, mas quem vai fazer as coisas é Deus, como o senhor disse. "O senhor lhes fará como fez a senhora, a ogre e rei dos amorreus, aos quais destruiu juntamente com a sua terra.
Quando o senhor vos entregar essas terras, procedereis com elas segundo todo o mandamento que vos tenho ordenado".
Versículo 6 "Sede fortes e animai-vos, não tem mais". Por que? Eles vão se animar com o quê?
Gente, isso é muito atual, eu sei que hoje ninguém confia em político algum, mas se ainda alguém gostaria, se surgir algum político desconhecido e todo mundo começar assim "Oh, esse cara vai ser bom, esse cara vai mudar",
como aconteceu nos Estados Unidos na última eleição, esse cara é diferente, ele não é como os outros políticos, agora sim, agora vai.
Isso aqui é muito claro, Deus coloca no governo quem Ele quer, até as pessoas ruins Deus permite. Não tem nada que acontece na política que Deus não permite.
Claro que muita coisa depende da nossa oração, às vezes Deus permite coisas ruins porque nós não estamos orando e buscando de Deus.
Mas o que eu quero dizer é, Deus colocou Josué, Josué foi um homem que cumpriu, foi um homem de Deus, mas você percebe nesse discurso que a esperança não é Josué.
A esperança não é Josué e esse aqui é um homem que Deus tinha escolhido e era um homem de Deus.
O que eu quero dizer é, não é o líder da igreja, não é o pastor da igreja, não é alguém que tem uma capacidade de enfrentar na televisão, em debates ou coisa assim.
Não é alguém, nossa confiança tem que ser no Senhor. Agora é claro, nossa confiança é no Senhor, mas isso tem que ser uma realidade, não é só palavras.
Então, não tem mais nem vos espanteis diante deles, pois o Senhor teu Deus que vai contigo, não te deixará, não nem te desamparará.
Então a esperança é que Deus vai junto. Gente, confiança em Deus é o que Deus quer de todos nós.
Agora, confiança sem Deus estar conosco é presunção, confiança não é uma virtude em si, é confiança em Deus.
Tá, todo mundo fala que confia em Deus, a maioria das pessoas que acreditam que Deus existe, vão dizer assim, eu confio em Deus, mas nossa confiança muitas vezes é em outras coisas.
Então, confiança em Deus é essencial, é o que Deus procura, é o que Deus quer produzir na igreja dos últimos tempos, antes de Jesus voltar, uma igreja que confia em Deus.
Mas confiança, quantas pessoas citam a mesma palavra que Deus deu para Josué aqui, que Moisés está falando, Deus está falando,
nem Josué 1, o próprio Deus falou com Josué, sede forte, várias vezes naquele primeiro capítulo de Josué, tenha ânimo, sede forte, ser forte, todo o povo, todo lugar que a planta do seu pé pisar vai ser seu.
Quantas pessoas citam isso? E Deus não dá todo lugar que eu vou pisar, eu piso e o negócio cai, eu caio junto. Quantas vezes isso tem acontecido? Qual que é o problema?
Não, você não está acreditando, tem muita gente que fica assim, você tem que acreditar, você tem que crer, você está doente porque você não crê, você não vai para frente na vida financeira porque você não está crendo.
Gente, nós podemos confiar em Deus quando? Quando Deus está conosco, quando Ele fala, quando Ele orienta, quando as palavras, quando a direção vem dEle.
Se Deus está falando, é hora de entrar na terra prometida, Ele vai passar a sua frente, você vai acompanhar o que Deus está fazendo, é diferente. Agora, quando eu resolvo pisar e enfrentar gigantes na minha força, quando Deus não mandou, isso é presunção.
E vocês percebem que é difícil porque nas nossas situações diárias, quantas vezes a gente fala assim, mas será que Deus falou mesmo? Será que Deus está comigo? Então realmente é necessário a gente ter entendimento para saber se Deus está conosco ou não.
Então, em versículo 7, "chamou Moisés a Josué e lhe disse diante de todo Israel". Ele tinha falado com toda a nação, agora ele fala com Josué. "Esforça-te e anima-te, pois com esse povo entrarás na terra que o Senhor jurou teus pais que lhes daria".
Eu não vou ler Josué 1, mas Josué 1 é muito importante, porque ele fala para ser forte, mas ele fala assim, "tome cuidado, guarda todas as palavras da lei de Deus".
Então, Deus está conosco, tem muito a ver com a gente estar dentro da vontade dele, cumprindo, desejando o que ele quer e não o que nós queremos. Então, isso é muito importante. Agora, eu só queria ler um texto em Salmos 33 e depois um em Provérbios, para depois a gente voltar na história rapidinho.
Salmo 33, versículo 16, "não há rei que se salve com a grandeza de um exército". Olha só, "não há rei que se salve com a grandeza de um exército. Não há valente que se livre pela muita força".
O cavalo é vão para a segurança. O cavalo naquela época era como os tanques, os aviões, mas para eles, o exército que tinha cavalo era uma coisa, o exército que não tinha cavalo era muito mais fraco.
Então, o cavalo para eles era aquilo que dava vantagem para o exército que tinha. Então, o cavalo é vão para a segurança. "Não livra a ninguém com sua grande força, mas os olhos do Senhor estão sobre os que o temem, sobre os que esperam no seu constante amor".
Essa palavra amor é "rescede", para livrar suas almas da morte, para os conservar vivos. "A nossa alma espera no Senhor". Mais uma vez, acho que quase todo mundo aqui já tem, mas mais uma vez esse livro "Oração incansável" vai mostrar para vocês o que é esperar em Deus.
Gente, é fantástico. Oração, mas esperar em Deus. O que é esperar em Deus? É não fazer nada? Não. Esperar em Deus é uma coisa difícil, impossível para nós, humanamente falando, mas essencial para quem quer realmente ver Deus agindo.
"Oração incansável". Agora, esse versículo em Provérbios 18 é bem interessante. Provérbios 18, versículo 10, 10 e 11. "Torre forte é o nome do Senhor, para ela corre o justo e está seguro".
Olha que figura maravilhosa. Você está no meio do perigo, mas o nome do Senhor é uma torre forte e você pode correr para lá.
Agora, eu queria que vocês vissem o versículo 11. "Os bens do rico são a sua cidade fortificada e como uma muralha na sua imaginação".
Isso aqui está falando sobre riqueza, mas você pode transferir isso para qualquer fonte de segurança.
Por exemplo, um exército seria tecnologias, armas, quantidade. Eu achei muito interessante isso. Para o rico, os bens que ele tem são a sua fortaleza, é a sua cidade fortificada.
Eu tenho dinheiro, eu consigo resolver. Nós sabemos que, por exemplo, dinheiro não resolve nada quando é uma doença incurada e muitas outras coisas, mas essa ideia da riqueza é qualquer fonte de segurança natural.
No tempo, acho que até hoje tem muita gente assim, mas eu nasci nos Estados Unidos e numa época que, quando eu era garoto, principalmente nos anos 60, era o auge da Guerra Fria.
E os americanos viviam com medo do que os soviéticos iam fazer com os Estados Unidos, porque eles inclusive faziam ameaças e tinham aquele medo de guerra nuclear.
Então, muitos americanos faziam estoques de alimentos, eles pensavam em um tipo de porão, um lugar que pudesse esconder embaixo da Téssia, se vier alguma coisa.
Isso não é brincadeira, não estou falando que não vale, nem em Israel eles têm muitos lugares onde eles se escondem nos casos de ataques, de mísseis e tudo.
Mas o que eu quero dizer é, isso não é segurança. Isso não é segurança.
Agora vamos aplicar isso para hoje. Nos últimos tempos, nós vamos enfrentar muitos tipos de batalha, inclusive batalha nuclear, guerras, ataques.
Olha, o Brasil é um lugar privilegiado, entre aspas, mas assim, nesse aspecto, nós temos nossos problemas aqui.
Mas pensa bem, o Brasil não tem praticamente terremoto, Brasil não tem várias coisas que nós temos tido enchentes, algumas coisas assim, mas comparando com outros países, nós temos menos problemas naturais.
E o Brasil provavelmente seria um dos últimos lugares numa guerra entre Ocidente e Oriente, Coreia do Norte, Irã, sei lá de onde que vem os perigos.
Provavelmente, o Brasil não seria assim o alvo de ataques. Então, acho que nós estamos num lugar até bom.
Mas é lógico que eu estou falando em termos relativos, porque se tiver guerras nucleares, se tiver outros problemas, se tiver problemas econômicos que afeta o mundo inteiro, nós já vimos isso.
Qualquer espirro, como eles falam, dos países ricos, faz a gente entrar em crise aqui. Questões econômicas, mas nós estamos num outro tipo de guerra, que todo mundo está falando bastante nesse tempo, que são as guerras de ideologias, as guerras de ensino, de educação, de dominar as mentes das pessoas, da futura geração.
Então, nós temos vários tipos de guerra. Então, eu quero que o senhor nos ajude a pensar quais são as nossas armas.
"Ah, nós não vamos fazer nada porque Deus vai lutar a luta por nós." Não, nós vimos assim, é necessário construir muralhas, é necessário se organizar, é necessário procurar votar nas eleições, é necessário ler, se informar, não fazer as coisas irracionalmente, não fazer as coisas por rumo.
"Ah, eu acho que fulano parece que vai ser mais amigável para os evangélicos." Esse não é o teste de um político.
Enfim, nós precisamos dessas coisas, mas, acima de tudo, nós precisamos entender qual é o nosso refúgio, em quem nós estamos confiando. Então, eu quero deixar isso como fundo.
Então, vamos agora para o segundo reis, 18, e vamos começar a ver a guerra de palavras.
Hoje, como vai ser a nossa última aula desse ano, então, vai demorar para a gente retomar, eu não quero deixar o assunto muito assim no meio, né?
Mas, vamos ver assim, nós temos capítulos 18 e 19 de segundo reis, que mostra essa, tem uma verdadeira guerra de palavras, ok?
Então, vamos ver como é que começa. Segundo reis 18, nós vamos começar no versículo 17.
"O rei da Síria enviou de Laquis a Tartã, a Rábi-Sáris e a Rábi-Saké."
Esses três nomes não são, acho que, não sei se você tem alguma outra versão, quem tem NVI, nem tem esses nomes, eles traduzem.
Eu lembro que eu li esse livro desde pequeno e eu achava que Rábi-Saké era o nome dele, mas não é um nome, é um título.
Todos eles representam algum tipo de comandante. O primeiro provavelmente era o general, o outro era, tem um que era general de campo, eram vários oficiais.
Então, esses três nomes não são nomes próprios, mas são, ele mandou três oficiais de alto escalão, né?
"Com grande exército ao rei Ezequias a Jerusalém. Subiram a Jerusalém e pararam ao pé do aqueduto da piscina superior."
Isso aí é uma das fontes de alimentação de água da cidade, aqueduto da piscina superior que está junto ao caminho do campo do lavandeiro.
"Chamaram o rei", eles chegaram lá e queriam falar com o rei, mas o rei não foi, ele mandou Eliaquim, filho de Eoquias, o mordomo, então ele também mandou alguns oficiais dele.
Sebno, o escrivão, por que será que ele mandou um escrivão? Para anotar, para anotar, não tinha gravador, então ele tinha que anotar as coisas.
O escrivão, e o outro cara meio escrivão também, né? "Que João Cronista saíram-lhes ao encontro. Rapsaqueles disse, 'Dizei a Ezequias.'"
Agora, eu só vou falar com vocês, para vocês observarem, eu vou parando um pouquinho, é muito impressionante esse discurso.
Impressionante por vários aspectos, porque esse cara, ele não é do povo de Israel, ele é da Síria.
E ele não fez um estágio, que eu saiba, não fez um estágio em Israel para descobrir, ele sabia falar a língua, vocês vão ver lá na frente, ele fala a língua dos judeus.
E ele entende, não entende tudo, ele dá umas, ele pisa na bola várias vezes assim, né? Mas ele tinha noções, ele tinha noções, ele tinha bastante noções.
E, conscientemente ou não, ele fez esse discurso, é aqui que eu quero que vocês vejam o paralelo. O que nós estamos entendendo aqui? Que esse ataque a Israel, a Jerusalém, é um ataque que prefigura um ataque final.
E quem que é o chefe? Eu já estudei bastante eschatologia assim, mas eu não sei exatamente como é que vai ser.
A Bíblia fala que no último tempo, inclusive essa batalha de acordo com Zacarias 13 e 14, essa batalha, Apocalipse 19 também, essa batalha é o que vai acontecer, mas bem na hora que Jesus vai voltar.
Jesus volta, a gente já mencionou isso aqui, ele volta naquele momento em que quase que perde tudo, mas ele entra pra salvar Jerusalém na última hora.
Veja que aqui embaixo, aqui ó, o resultado final é igual do Ezequias, vitória, porque aqui nós temos dois ataques contra Jerusalém que resultaram com destruição, com derrota no tempo do cativeiro de Babilônia e no tempo depois de Jesus, no ano 70, naquela invasão de Roma com Tito.
Então, mas no último tempo, muita gente vai morrer, vai ter muita destruição, Israel vai ficar por um triz, mas Jesus vai voltar pra salvar.
Mas quem é que vai liderar, quem que vai estar à frente desse grande ataque contra Jerusalém? Provavelmente o anticristo, porque esse é o momento, quem que é a pessoa que se levanta contra Deus?
Quem que é a pessoa que ajuda as forças pra encarar Deus? Então tudo que vocês vão ler agora sobre a Síria, sobre a atitude deles, ao mesmo tempo, olha só, são duas coisas bem, parece contrárias, mas são bem ligadas à ideia do anticristo.
Quem que é anticristo? Alguém que parece ser o Cristo, mas não é, mas ao mesmo tempo é alguém que vai se opor, que é alguém que vai atacar. Então eu quero que vocês vejam nesse discurso, esse discurso, esse comandante Rabo Saké, ele tá representando o Sennacherib.
Na verdade, o cara que seria o anticristo, o cara que é o líder dessa iniciativa contra Deus, é o rei da Síria, Sennacherib. Mas esse Rabo Saké, que seria o falso profeta, sei lá, ele vem, o que ele fala é muito parecido com o que o profeta fala.
O que que o profeta fala? "Escutai povo, assim diz o Senhor", olha como ele começa. "Rabo Saké lhes disse, dizê ezaquias, assim diz o grande rei". Caramba, quem que é o grande rei? Pra nós.
Vocês percebem? Esse aqui é o falso. Assim diz, ele vem como se ele fosse um oráculo, como se o grande rei fosse Deus.
E é isso que eles pensavam. Aquelas potências antigas, todos eles pensavam que o rei deles, o imperador deles era Deus. Então assim diz o grande rei, o rei da Síria.
Que confiança, gente, perceba como a luta toda é confiança. Que confiança é esta em que te estribas? Que que é estribas, né? Em que você se apoia, né?
Que confiança é essa? Você está, né? Por que que ele está falando isso? Porque eles estão resistindo. Se eles não tivessem confiança, eles iam se entregar.
Então que confiança é esta em que te estribas? Dizes que tens conselho e poder pra guerra, mas são palavras vãs. Em quem confias que contra mim te revoltas?
Confias nesse bordão de cana quebrada, que é o Egito, no qual se alguém se encostar, entrar aliá pela mão e trespassará. Gente, eu não sei se isso era um provérbio, se era uma coisa comum, mas Isaías falou as mesmas palavras.
Isaías falou assim, não confie no Egito. Se você confiar no Egito, é como uma cana quebrada que vai furar sua mão. Rapsaquer está falando a mesma coisa. Eu queria que vocês vissem como isso aqui é um paralelo.
Ele está falando como se ele fosse o profeta e como se o rei da Síria fosse o grande rei, que é Deus. Então isso é o anticristo. Isso é o anticristo.
Assim é faraó rei do Egito pra com todos que nele confiam. A gente não sabe se nesse momento, que nessa época, já antes, a gente já falou sobre o Egito, mas nesse momento do ataque, o Egito também estava se revoltando contra a Síria.
Então pode ser que de alguma forma esse rei tivesse algum tipo de apoio do Egito, mas era uma coisa que Deus não queria. Assim é faraó, versículo 22.
"Se porém me dissertes, no Senhor nosso Deus confiamos..." Agora que ele deu uma viajada. "Se vocês falam, no Senhor nosso Deus confiamos, não é este aquele cujos altos e cujos altares Ezequias tirou, dizendo ajudar Jerusalém perante esse altar, Adorareis em Jerusalém."
Ele sabia que Ezequias andou tirando muitos lugares de culto aos deuses falsos. E ele se confundiu, achou assim, vocês estão confiando em Deus, mas eu acho que esse Ezequias não é muito fiel a Deus, porque ele andou tirando um monte de altar.
Então aqui ele realmente não estava bem informado. Mas todo discurso, primeiro assim, acho que são essas duas coisas para a gente observar no discurso. Um, que ele está fazendo um discurso parecido com uma mensagem profética de Deus.
Eu não sei se ele sabia como é que os profetas falavam, mas ele estava fazendo uma coisa inspirada pelo inimigo para ser exatamente paralelo, mas contra Deus.
E a outra coisa é que todo o argumento dele é para tirar a confiança, porque a guerra está no coração, a guerra é uma guerra de confiança.
Então ele fala, vocês estão falando que confia em Deus, confia no Egito, tudo bobagem. Versículo 23, "Ora, aceita um desafio do meu senhor, o rei da Síria, dar-te-ei dois mil cavalos, se puderes dar cavaleiros para eles."
Vocês são tão fracos que eu posso te dar os cavalos que vocês não têm cavaleiros para pôr neles.
"Como poderias repelir um só oficial dos menores servos do meu senhor quando estás confiando no Egito por causa dos carros e cavaleiros?"
Então, novamente, eu não sei se ele tinha boa informação de que Ezequias estava com apoio do Egito, ou também se ele estava só querendo atacá-los.
Versículo 25, agora onde que ele vai? Vários argumentos para tirar a confiança.
Versículo 25, "Além do mais, subi eu sem o Senhor contra este lugar para o destruir, foi o Senhor que me disse sobe contra esta terra e a destrói."
Aí, claro que foi uma mentira, mas também, por outro lado, será que ele andou lendo alguma coisa, se fosse hoje na internet?
Podia ser, né? Naquele tempo, como é que ele tinha acesso? Porque Isaías tinha profetizado, "Você olha, a Síria vai trazer juízo meu contra vocês."
Então, será que ele sabia dessa palavra de Isaías? Ou ele simplesmente estava falando assim para tirar a confiança?
Sim. Primeiro, não adianta confiar em Deus porque Ezequias tirou os altares dele. Era uma mentira.
Mas também Deus me falou, como é que eles iam saber? Ele estava querendo destruir a confiança deles.
Sobe contra esta terra. Aí terminou, assim, nessa hora, versículo 26, os representantes de Ezequias falaram assim, "Por favor, fale conosco na língua aramaica.
Porque nós entendemos, não nos fales em judaico." Que era a língua deles.
"Aos ouvidos do povo que está em cima do muro." Eles foram meio ingênuos, né? Porque assim, não falem na língua do povo.
Aí o Rapsaquef falou assim, "Não, eu estou querendo que eles escutem mesmo."
Rapsaquef falou assim, "Mandou-me, meu senhor, só a teu senhor e a ti para falar essas palavras e não antes aos homens que estão assentados em cima do muro
para que juntamente convosco como o seu esteiro e beba sua orina."
Então ele se pôs em pé e falou assim, "Ouvi a palavra do grande rei, do rei da Síria. Assim diz o rei, não vos enganem, Ezequias.
Ele não vos poderá livrar da minha mão. Tampouco vos faça, Ezequias, confiar no Senhor, dizendo, 'Certamente nos livrará o Senhor e essa cidade não será entregue nas mãos do rei da Síria.'
Não deis ouvidos a Ezequias. Assim diz." Olha quantas vezes ele fala, "Assim diz o rei da Síria."
Agora escutem esse aqui, tem mais uma. "Assim diz o rei da Síria." Isso aqui também é igualzinho quando Deus fala assim,
"Façam aliança comigo, obedeçam os meus mandamentos e vocês vão viver bem, vocês vão viver em paz, vai tudo bem com vocês."
O rei da Síria está falando assim, "Eu dou a paz." Olha que mensagem, "Eu dou a paz."
"Fazer." Versículo 31, "Fazer as pazes comigo, sair a mim, como a cada um da sua vida e da sua figueira,
beba cada um a água da sua cisterna, até que eu venha e vos leve para uma terra como a vossa."
Olha que engano, "Vou levar vocês para uma terra que tem tudo igual vocês têm, vocês vão viver em paz lá,
vocês vão sair da sua terra, vocês vão sair do domínio de Deus, vocês vão ficar debaixo do meu domínio, mas eu vou dar paz."
Olha que palavra, que mensagem de anticristo. E gente, eu estou falando do anticristo, mas essa mensagem do anticristo,
essa mensagem contra a vontade de Deus, nós escutamos por todos os lados.
A riqueza fala isso, as filosofias falam isso, as ideologias políticas falam isso.
Todo mundo promete, "Faça como eu mando que vai tudo bem com vocês."
Olha aqui, versículo 32, "Escolhei a vida e não a morte."
Vocês conhecem essa palavra? "Escolhei a vida e não a morte."
Tudo é uma mensagem falsificada, é uma mensagem que substitui a mensagem de Deus.
"Escolhei a vida e não a morte, não deis ouvidos a Ezequias, pois vos engana, dizendo, 'O Senhor vos livrará.'"
Agora ele apela para dizer assim, "Olha, cada nação tem o seu Deus, os seus deuses."
E ele está colocando Deus igual aos outros.
Por ventura, os deuses das nações puderam livrar cada uma a sua terra das mãos do rei da Síria?
Que efeito dos deuses? Aí ele vai citar um monte de cidades e lugares que eles já conquistaram.
Ele disse, "Os deuses desses lugares, Amat, Arpád, Sepharvaim, etc., Samaria."
Aí ele foi para Samaria, Samaria que era das dez tribos de Israel.
"Livraram a Samaria das minhas mãos? Quais dentre todos os deuses das terras
são os que livraram a sua terra das minhas mãos, para que o Senhor livre a Jerusalém das minhas mãos."
Mas o povo ficou calado e não lhe respondeu uma só palavra, porque o rei havia ordenado não lhe respondereis.
Vocês estão vendo agora como que foi importante aquele discurso que a gente leu no início de Ezequias?
Olha como que é um discurso contra o outro. Hoje nós realmente não vamos ter tempo para ler o restante,
mas essa batalha de palavras continua.
Só vamos ler o início do capítulo 19, quando o rei Ezequias ouviu isso.
Os três representantes dele voltaram e contaram tudo.
"O rei Ezequias ouviu isto, rasgou as suas vestes, cobriu-se de saco e entrou na casa do Senhor.
Enviou-o a Eliakim, o mordomo, o sérvio, o escrivão, os anciãos e os sacerdotes, cobertos de sacos ao profeta Isaías, filho de Amoz.
Disseram-lhe, assim diz Ezequias, esse dia é dia de angústia, de opróbrio e de blasfêmia."
Gente, ele está falando isso? Ele está demonstrando falta de confiança?
O que vocês acham? Ezequias está angustiado, mas ele tem razão de ficar angustiado,
porque ele ouviu um monte de blasfêmia contra Deus.
Então ele está dizendo a verdade, é aquilo que a gente sente quando a gente escuta muitas coisas hoje.
Isso, Deus, em que tempo que nós estamos vivendo? Em que dias que nós estamos vivendo?
Quando as pessoas começam a questionar a própria origem do homem e da mulher, da família que Deus criou,
quando nós vemos isso sendo questionado, quando nós vemos que a sociedade está cada vez mais propenso a pensar que não tem,
não tem uma origem, não tem uma criação, ninguém determinou.
Então assim, veja, nós estamos enfrentando uma batalha de palavras,
e a nossa reação tem que ser como Ezequias, de chegar diante de Deus, rasgando os nossos corações,
que abrilhaja a roupa, para toda vez que escutar alguma coisa rasgar a roupa.
Então nós temos que rasgar os nossos corações diante de Deus e falar assim,
Deus, este dia é dia de angústia, de opróbrio, de vergonha, de blasfêmia,
porque os filhos chegaram ao parto e não há força para os dar a luz.
Então gente, eu achei essas palavras de Ezequias muito profundas e muito apropriadas.
Isso é algo que abala o nosso coração.
Você não fica pensando, Deus, o que vai ser do nosso mundo?
O que vai ser dos filhos, dos netos, da próxima geração?
O que vai acontecer conosco? O que vai acontecer conosco?
O que vocês acham? O que a gente deve aconselhar para a geração que está casando agora, tendo filhos, né?
Não, é melhor não ter filhos agora, não. Isso é faldo de confiança.
É claro que o nosso coração fala assim, que tipo de mundo eles vão enfrentar?
Mas essa é a hora de dizer assim, Ezequias falou assim, os filhos vieram.
O que ele quer dizer com isso?
Chegou a hora que é para enfrentar esse monstro, essa força do mal,
mas nós não temos força, nós não temos armas, nós não temos recurso, não.
A gente tem, a gente tem gente que sabe debater, nós vamos conseguir mudar.
Gente, eu não estou falando para não lutar para isso.
Tem vários movimentos, eu aconselho, vamos assinar petições, vamos procurar se Deus nos der mais tempo,
mas um dia vai, o que eu quero dizer é, um dia, ou é agora, ou daqui pouco tempo,
mas chegou o momento em que todos os nossos esforços para impedir essa maré,
para impedir essa enchente de maldade, não vão resolver.
E nós vamos dizer para Deus, Deus, nós não temos força para resistir, nós não temos armas,
nós não temos equipamentos, nós não somos páreo para essa invasão.
Mas isso não significa que nós vamos nos acomodar e aceitar.
Nós vamos chegar, olha aqui o próximo versículo, o versículo 4.
"Bem pode ser que o Senhor teu Deus", ele está falando com Isaías.
Esse aqui está mandando mensageiros para Isaías, ele está falando com o profeta.
"Bem pode ser que o Senhor teu Deus tenha ouvido", e essa é a nossa oração, irmãos.
Deus, o Senhor está escutando o que eles estão falando?
Isso não é questão de ódio, isso não é questão de...
Deixa eu só falar, eu acho importante a gente fazer aplicações.
Andaram muito falando sobre uma tal de Judith Butler, que veio há poucos dias
para fazer um discurso, para falar uma palestra sobre ideologia de gênero,
muita gente assinando petição para ela não ouvir.
Eu acho que cada um tem que fazer o que sente no coração de fazer.
Mas eu já pensava, outro dia veio um videozinho, não sei de onde,
uma moça de cor com sotaque diferente, não sei se é de Portugal, de algum país africano,
tem um sotaque bem legal, mas ela falou assim "nós não precisamos ter medo de Judith Butler,
nossa confiança está em Deus, nós não precisamos... sabe o que pega mal?
A gente pode assumir uma posição, mas eu não sei se eram cristãos, se não eram cristãos,
mas fizeram um monte de coisa feia com ela, gritando "bruxa", mais ou menos no mesmo sentido
que antigamente, quando gritava assim, levava para fogueira.
Esses não são nossas armas, nós não temos que acabar com Judith Butler nem com ninguém,
nós temos que falar "Deus, o senhor está escutando, o senhor está ouvindo o que as pessoas estão falando,
a nossa guerra não é contra ela, não é contra as pessoas que estão apoiando essas ideias,
a nossa posição é Deus fortalece a igreja, fortalece as famílias,
se você ensinar seus filhos, se seus filhos ensinarem os netos, eles não vão entrar nessa,
mas não é só nossos filhos que nos interessa, é a sociedade, são as outras pessoas,
mas nós temos que fazer, bem pode ser, que o senhor teu Deus tenha ouvido todas as palavras de Rabi Saké
a quem enviou o seu senhor, o rei da Síria, para afrontar o Deus vivo.
Gente, o problema não é quem afronta a gente, o problema é quem está afrontando Deus,
nós temos que pegar as dores de Deus, não as dores do nome dos evangélicos, a nossa reputação,
não é isso, Ezequias está falando assim, olha, eu não sei o que Deus quer fazer conosco,
porque Ezequias, gente, lembra que Ezequias, ele está no finalzinho,
ele governava Judá e a Síria foi tomando todo Judá, sobrou só Jerusalém,
no final, olha o que Ezequias fala no final,
bem pode ser que o senhor teu Deus tenha ouvido todas as palavras de Rabi Saké
para afrontar o Deus vivo e repreenda as palavras que o senhor teu Deus ouviu,
portanto, faz a oração pelo resto que ainda fica, porque a maioria já foi, a maioria já foi,
então ele está dizendo, Deus, o senhor ouviu, não foi contra nós que ele falou,
ele falou um monte de afronta contra o senhor, ele falou que o senhor é como os outros deuses,
que não podiam livrar as cidades, o senhor vai ouvir isso e ficar quieto,
o senhor não vai, é claro que Deus ama o seu povo, ele defende o seu povo,
mas a questão é, nós estamos interessados em nós ou nós estamos interessados na causa de Deus, ok?
Então a história vai continuar, vocês vão ter que esperar, o ano que vem,
em janeiro, a gente pretende voltar em janeiro, dia 7 de janeiro, se Deus quiser,
mas eu vou mandar avisos antes, mas essa história tem muito a ver com os nossos tempos
e nós queremos realmente que Deus nos prepare, como Ele preparou Ezequias
e como Ezequias preparou o povo diante dessas ameaças.
Senhor nosso Deus, nós clamamos a ti, nesta manhã.
Ó Deus, que o senhor também ouça as afrontas contra o senhor.
Nós como teu povo, nós somos culpados de muitas acusações que são feitas contra nós.
Tem muita coisa que as pessoas lá fora falam contra a igreja e são coisas verdadeiras.
Tem muitas coisas que nós estamos fazendo errado mesmo.
Tem muitas coisas que nós não somos diferentes dos outros,
que nós também estamos apenas lutando para a nossa própria segurança.
Em muitos sentidos nós estamos confiando nas nossas fortalezas naturais.
Mas Senhor, nós queremos ser o povo que confia em ti.
Queremos ser o povo que aprendeu como Ezequias a confiar em ti diante do perigo
e saber que o Senhor é capaz de defender o teu povo e os teus projetos na terra.
Senhor, guarda-nos, guarda-nos em ti, nós te pedimos, em nome de Jesus. Amém.

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