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Aula 31 – Vol.28 – Que tipos de batalha estamos enfrentando

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aos domingos às 10h30 da manhã.

14/01/18 – Que tipos de batalha estamos enfrentando
2 Reis 18

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Transcrição · gerada automaticamente

Bom, então nós paramos em novembro, agora estamos retomando, nós paramos bem no meio da história, então nós precisamos nos localizar para a gente conseguir entender onde nós estamos na história.
Mas vocês podem abrir as bíblias em II Reis XVIII, que é onde nós paramos, II Reis XVIII, nós estamos estudando o rei Ezequias e estamos num momento, vamos dizer sim, num momento mais importante do reinado dele,
mas não só do reinado dele, a gente tem falado que esse episódio, essa situação que ele está enfrentando com a Síria foi um dos maiores acontecimentos, na verdade, do Antigo Testamento,
com certeza foi o maior acontecimento desse período que nós chamamos de Reino Dividido, então eu coloquei aqui na lousa só para a gente relembrar, não vou parar muito nesses pontos anteriores, mas só para a gente poder se situar.
Então, assim, o significado do tempo de Ezequias, esse tempo do rei Ezequias, o que que esse tempo representa? A gente tem falado várias vezes sobre como a gente tem que aplicar os acontecimentos do Antigo Testamento,
sempre tem várias aplicações, a palavra de Deus é muito ampla na sua aplicação, você pode aplicar em situações individuais, você pode aplicar as situações históricas em qualquer época, em qualquer momento da sua vida,
você está fazendo leitura diária, você pode aplicar aquilo que você está lendo em qualquer período da sua vida, a Bíblia não é limitada, essa parte da Bíblia não vou ler agora porque não tem a ver com o nosso tempo,
não, toda a palavra de Deus, todas as passagens, todos os acontecimentos tem alguma aplicação pessoal e tem aplicação também até no tempo que nós estamos vivendo, tem aplicações históricas, tem aplicações coletivas e tudo mais.
Mas existem aplicações especiais, por exemplo, tempo de Ezequias, esse tempo que ele estava vivendo, tem várias circunstâncias, tem várias coisas que tem a ver com períodos específicos da história.
E claro, eu sempre vou tentar achar junto com vocês alguma coisa que tem a ver com o nosso tempo, que é o que mais nos interessa. Então, qual o significado do tempo de Ezequias?
Então, nós já ficamos várias semanas no ano passado estudando o tempo de Ezequias, eu só vou citar esses tópicos aqui, em Segundo Crônicas tem três capítulos, eu acho que falam sobre o processo de restauração.
O rei Ezequias, ele era filho de um rei, o pai dele era rei antes dele, o rei Akás, foi um dos piores reis de Judá, então quando o rei Ezequias assumiu o trono, ele estava enfrentando um período de apostasia.
Ele assumiu o trono numa época que o povo não estava servindo a Deus e ia até a casa de Deus, porque às vezes havia uma apostasia parcial, ou seja, as pessoas mantinham o culto a Deus, mas misturavam com outras coisas.
Mas nesse tempo que Ezequias assumiu, o pai dele tinha feito muita coisa para destruir o verdadeiro culto, tinha contaminado a casa de Deus e depois ele fechou a casa de Deus.
Então, Ezequias teve que fazer muitas coisas para trazer restauração, restauração é uma coisa que tem a ver com praticamente todos os períodos da história da igreja, porque desde o início, nós estamos sempre, a história da Bíblia, a história da igreja é uma história de sobe e desce, é uma história de voltar para Deus e depois se afastar de Deus, voltar para Deus e se afastar de Deus.
Então, restauração, o avivamento, o reavivamento é sempre voltar para aquilo que Deus queria desde o início e sempre tem, sempre tem, talvez em relação ao ano passado, a três anos atrás, a dez anos atrás, sempre tem necessidade de restauração, mas principalmente nesses momentos em que a igreja está muito distante daquilo que Deus quer.
Então, a primeira coisa que Ezequias fez foi trazer restauração, restauração da casa de Deus, restauração do templo, restauração do sacerdócio, restauração dos sacrifícios, tem muitas coisas que ele restaurou.
A segunda coisa que a gente viu sobre Ezequias é que ele passou por um período de preparação e aqui eu queria chamar a atenção a uma coisa que eu acho que eu não falei até agora, não sei se eu já mencionei, mas eu acho que é uma coisa bem interessante.
Que quando você se volta para Deus ou quando coletivamente, quando o povo se volta para Deus, o que você imagina? Que Deus, que estava distante, vai se aproximar, quando tem vários versículos assim, "voltem para mim que eu volto para vocês".
Então, a Bíblia tem muito essa interação entre Deus e o povo. Deus vai atrás do povo, o povo às vezes não corresponde, às vezes o povo sente que Deus está distante e começa a clamar a Deus.
Então, é como uma relação de namorados ou mesmo de um casal que quando um se afasta, e não tem regra, não tem esse negócio de que só o marido que vai atrás ou só a esposa que vai atrás, não.
Qualquer um dos dois, quando tem uma situação de frieza, de afastamento, de briga, de não conversar, sei lá, de alguma situação, qualquer um dos dois, às vezes eu falo assim, "por que você não me procurou? Por que você não tomou a iniciativa? Por que você não fez?"
É como se em alguém fazia, "por que você não veio na minha casa?" A resposta da minha sogra é essa, a distância é a mesma. A distância é a mesma. Por que você não veio aqui? A distância é a mesma, você podia ter vindo aqui.
Então, no relacionamento com Deus, não tem uma regra. Qualquer um dos dois pode tomar a iniciativa, a gente sabe pela Bíblia que é Deus que toma muito mais iniciativa do que nós.
Às vezes, até quando a gente acha que está tomando iniciativa, na verdade, é o Espírito Santo dentro de nós que está nos impulsionando a buscar Deus.
Então, uma coisa que a gente pensa, eu já estava pensando nisso hoje, que Ezequias, ele desde, a Bíblia fala em Segundo Crônica, desde o primeiro dia que ele assumiu o trono, ele começou a restaurar a casa de Deus, o culto a Deus, ele se voltou para Deus, ele não esperou.
E isso é muito interessante porque ele teve um pai terrível, então, não foi por causa de criação, não foi por causa de formação, ele teve no coração, a gente nem sabe como, muitas vezes, pode ter sido, a Bíblia não dá detalhes sobre isso, mas a maioria dos reis, como os reis e as pessoas em geral, às vezes tinham mais de uma esposa naquela época,
então, quando relata sobre os reis, principalmente os reis de Judá, muitas vezes fala o nome da mãe e não dá mais nenhuma outra informação sobre ela, mas fala assim, "Ah, Fulano, ele era filho do rei anterior, da linha de Davi, então, já sabia quem era o pai, mas como o pai, às vezes, tinha mais de uma esposa, falava assim, e a mãe dele se chamava Fulana".
E não dá nenhuma informação sobre ela, mas eu sempre penso, por que fala o nome da mãe? E é muito provável, isso é uma suposição minha, a Bíblia não fala isso, mas eu acho que, como os homens, naquela época, e muitos homens até hoje, não cuidam muito dos filhos,
e como, naquela época, era mais ainda, imagina-se, tendo mais de um filho, no tempo de Davi, falava assim, que parece que eles tinham casas, ele era o rei, ele tinha condições, parece que tinha várias casas, ele tinha várias esposas, o rei Salomão, então, tinha uma porçãozinha de esposas, tinha um número grande de esposas e algumas eram princesas, filhas do faraó do Egito,
filho de não sei quem, então ele fazia palácios diferentes para as esposas, para algumas delas, acho que mil esposas, acho que ele não fez uma casa para cada uma, mas tinha casas separadas, o rei Davi, você vai ver em alguns casos, que o filho morava em uma outra casa, o que isso significa?
Que a criação realmente ficava em cargo da mãe, então, só estou falando isso porque, quem sabe, Ezequias serviu a Deus por influência da mãe, a gente não sabe, mas é bem impossível, porque a gente fica pensando, por quê?
Por que que Ezequias tinha um pai tão perverso, tão afastado de Deus, tão contra Deus, como é que saiu? Esse Ezequias foi, até pela literatura judaica, existem indícios de que algumas gerações posteriores, eles, assim, achavam tão importante Ezequias, um homem tão diferente,
que eles colocavam até quase como se ele fosse um messias, quase como se ele fosse aquele que os profetas falavam, que ia restaurar a linhagem de Davi, a glória de Deus, não aconteceu isso, mas ele foi muito usado por Deus, então, ele foi um homem que realmente trouxe a presença de Deus.
Mas a minha observação aqui é a seguinte, Ezequias começou o reinado dele servindo a Deus, restaurando, fazendo tudo que Deus queria, foi um homem, a Bíblia não usa o mesmo termo de Davi, que ele era um homem segundo o coração de Deus, mas fala que ele andou nos caminhos de Davi, então, ele também era, se ele andou nos caminhos de Davi, ele também era como Davi, um homem segundo o coração de Deus.
O que aconteceu como resultado? Bençãos e, assim, ele simplesmente, Deus começou a abençoar, ele não teve que se preocupar com nada, não, esse número dois aqui, que é a preparação, que a gente já estudou todas essas etapas, mas várias coisas difíceis aconteceram, inclusive praticamente desde o início do governo dele,
que isso foi até um legado que ele recebeu, um legado negativo que ele recebeu do pai, ele já enfrentava o domínio da Síria, que era a força dominante daquela época, tinha que pagar impostos pesados, ele tinha que obedecer o rei da Síria, que era uma coisa muito ruim.
Então, o que eu quero dizer com isso? Ele foi fiel, serviu a Deus, mas ele não recebeu como resposta a facilidade, ele enfrentou muita dificuldade e passou por todo um tempo de preparação, o que é esse tempo de preparação?
Aprendendo a confiar em Deus, aí ele teve situações, vai confiar no Egito, não vai, vai pagar imposto para o rei da Síria, para o rei da Síria deixar em paz, ele pagou, mas não deu certo, ele ficou doente, ele recebeu os emissários, os embaixadores de Babilônia, ele passou por várias situações difíceis que a gente já estudou, mas só queria lembrar que ele passou por vários anos, esse ataque que nós estamos estudando agora aconteceu
no 14º ano do reinado dele, então 14 anos ele passou em preparação, aprendendo a enfrentar o que viria, Deus sabia, ele não sabia exatamente o que viria, mas Deus sabia que ele ia enfrentar um desafio enorme, ele ia enfrentar uma situação de praticamente não ter esperança mais.
A situação que Ezequiel enfrentou não foi fácil, ele passou por várias provações, mas nessa época que nós estamos estudando esse ataque a Jerusalém, antes de chegar a Jerusalém, o rei da Síria já tinha conquistado praticamente todo o território de Judá, então ele já tinha perdido, já tinha visto derrota,
então quando a gente busca restauração, quando a gente busca servir a Deus, não confie necessariamente que vai ser um mar de rosas, um mar tranquilo, uma situação de facilidade, não necessariamente, então a gente precisa enfrentar tudo isso.
O ataque a Jerusalém então é o momento que nós estamos vendo agora, só queria lembrar a vocês, eu coloquei isso em uma das últimas aulas, que um ataque a Jerusalém na bíblia é sempre uma coisa muito significativa, Jerusalém não é qualquer cidade, é uma cidade que tem um grande significado espiritual e tem um significado como cidade mesmo,
como o lugar que Jesus vai voltar, de onde ele vai reinar, então Jerusalém tem um significado muito grande no plano de Deus e um ataque a Jerusalém é sempre ligado a uma ideia apocalíptica, ou seja, de fim de mundo.
Quando as nações, ou alguma nação, ou algum poder império vem contra Jerusalém na história, tinha assim uma sombra, estava apontando para o fim dos tempos, porque as profecias apontam isso claramente no Velho Testamento e no Novo Testamento,
nós temos uma ideia muito clara de que o fim do mundo, o fim dessa era que nós estamos esperando vai envolver um novo ataque a Jerusalém, então isso é muito significativo.
Na história, eu já mencionei isso, mas não na história de todo o tempo de Jerusalém, mas na história bíblica, nas menções bíblicas, Jerusalém foi atacada três vezes, essa que nós estamos vendo agora é a primeira,
depois, mais ou menos cento e poucos anos depois dessa época de Ezequias, foi quando Nabucodonosor veio contra Jerusalém e arrasou a cidade, essa foi a segunda, a terceira foi quando os romanos,
isso na verdade assim, foi um pouquinho depois do tempo bíblico, no Novo Testamento, alguns livros do Novo Testamento foram escritos depois dessa época, mas a história que a gente tem relatado, um livro de atos,
não conta essa terceira, mas tinha muita menção, Jesus profetizou, falou assim, olha, essa cidade vai ser totalmente destruída, que foi no ano 70 quando os romanos arrasaram o segundo templo e a cidade de Jerusalém,
e todas as profecias, as próprias profecias de Jesus, Mateus 24, Lucas 21, etc, todas as profecias que falavam da destruição de Jerusalém depois do templo de Jesus,
era uma profecia misturada, porque falava do fim dos tempos, quando Jesus ia voltar, mas Jesus não voltou no ano 70, então, isso que eu estou querendo dizer, houve essas ocasiões,
todas as três foram muito significativas, agora vai ter mais uma, então, tem três ocasiões citadas ou profetizadas na Bíblia, e tem mais uma, na verdade mais duas, para o futuro,
uma no fim agora e outra no fim do milênio, em Apocalipse 20, então você tem mais duas vezes que Satanás vai tentar destruir Jerusalém, agora vamos lembrar o seguinte,
essa primeira vez, Sennacherib, os assírios, ele conseguiu destruir Jerusalém? Essa primeira vez? Não, então, eu coloquei isso naquela relação que a gente fez recentemente,
mas vamos só lembrar, a primeira vez, então, Jerusalém não foi destruída, então houve vitória, houve vitória como? Por uma grande intervenção de Deus, que é o que nós estamos estudando agora,
essa época assim vai ter, Ezequias vai ver um dos maiores livramentos, uma das maiores intervenções sobrenaturais de Deus na história, é realmente meio semelhante à saída do Egito,
saída do Egito foi maior, porque teve muitas pragas e toda uma nação saindo, mas esse livramento, na minha opinião, chega em segundo lugar, como o segundo maior livramento que Deus deu para a nação de Israel na história,
num acontecimento único, então das três vezes citadas na Bíblia, a primeira teve vitória, a segunda, que foi o cativeiro, em tempo de Jeremias, foi derrota, e a terceira, quando os romanos destruíram Jerusalém, também foi derrota,
então nós temos uma vitória e duas derrotas, ok? E como é que vai ser o resultado da quarta, do quarto ataque, no fim dos tempos? Vitória, mas vai ter vitória porque Jesus vai voltar visivelmente para fazer uma intervenção,
porque se ele não fizer isso, vai ter derrota, porque é impossível, vamos lembrar quais foram as potências, a primeira vez agora, a Síria, a segunda vez, tempo de Jeremias, Babilônia, a terceira vez, no ano 70, Roma,
em cada uma dessas vezes era a maior potência da época, a potência maior, tempo do Egito, que não foi Jerusalém, tempo do Êxodo, foi o Egito, então em cada ocasião, o povo de Deus é atacado e tem que enfrentar a maior potência da época,
agora nessa época, quem será que é a grande potência? Vai ter potências, a gente vê várias assim apontando, mas a Bíblia não fala de uma potência, a Bíblia fala de todas as nações, então é uma união, alguns falam até da ONU, que é a união de nações,
e já tem uma boa preparação, não sei se vocês acompanham, mas a ONU é praticamente uma grande porcentagem, agora não vou lembrar dos números, a ONU reúnem o Conselho de Segurança, a Assembleia Geral, reúnem os órgãos e passam decisões,
passam, às vezes, uma condenação, condenação do Irã, da Síria, da Coreia do Norte, às vezes é só uma condenação, às vezes é uma decisão de fazer um bloqueio econômico, de fazer sanções, a grande maioria dessas decisões da ONU são contra Israel,
são contra Israel, sendo que Israel não é o grande agressor na história, nessa época agora, não estou dizendo que Israel faz tudo certo, Israel não é governado por alguém que está assim, como um rei Ezequias,
você pode gostar, a gente admira algumas coisas que Netanyahu, o primeiro ministro atual faz, ele às vezes cita a Bíblia na ONU, você pode até gostar de algumas coisas que ele faz, mas ele não é um rei Ezequias, ele não é uma pessoa que está fazendo tudo que Deus quer,
o povo de Deus, nós, o povo de Deus, nós não assinamos embaixo de tudo que Israel faz, é diferente você pensar, eu creio que Deus vai fazer algo em Jerusalém, Deus vai restaurar Israel, isso é uma coisa importante,
mas isso não significa que a gente, sabe, nós somos partidários, sabe aquela coisa de partidário? Se você gosta de um determinado candidato ou uma pessoa que está na política, um presidente, um primeiro ministro, sei lá, ou de um partido político, tem gente que não consegue ver nada de errado naquele partido, naquela pessoa,
nas discussões políticas a gente sempre vê isso, um não vê nada de bom e o outro não vê nada de ruim, as duas visões são erradas, por enquanto nós não temos nenhum demônio, nenhum anticristo que está na frente de um governo,
até esses caras aí que, sei lá, da Coreia do Norte, assim, provavelmente se você convivesse, você ia ver assim, o cara não é 100% do mal, então assim, vai ter o anticristo que vai se posicionar contra Deus em todas as coisas, mas ainda não, ainda não apareceu, então você não precisa nem demonizar um lado e nem idolatrar,
e isso vale para Israel, isso vale para partidos políticos, isso vale para todas as coisas, vale para o pastor da igreja, vale para qualquer coisa, qualquer pessoa, ele não acerta todas as vezes, ele não erra todas as vezes, então a gente precisa entender essas coisas,
mas no fim dos tempos vai ter esse grande ataque contra Israel e de todas as nações, então esse ataque a Israel é o que nós estamos estudando agora, ok?
E o tipo de batalha, nós vamos entrar nisso um pouco mais hoje, mas na última aula, quem esteve aqui na última aula, nós falamos sobre esse confronto, nós estamos estudando então, está com a Bíblia aberta em 2 Reis 18,
ele começa no versículo 17, que o rei da Síria enviou de Laciz, a Tartã, a Rábi-Sariz e a Rábi-Saké, então desse texto aqui, segundo o Reis 18, a partir do versículo 17,
até o final do capítulo 19, é um acontecimento, é esse confronto entre a Síria e Israel, Judá, o povo de Judá, e olha que Judá já foi, ele conquistou Judá, o rei da Síria, e só tinha ficado Jerusalém,
então Ezequias está contra a parede, ele está assim, Deus, o que vai acontecer com a gente? Eu quero que vocês tornem a lembrar, esse é um homem que restaurou o povo de Deus,
esse é um homem que tem buscado a Deus, ele cometeu alguns erros, mas ele tem aprendido dos erros, esse é um homem que está sendo preparado por Deus para enfrentar uma grande batalha.
Agora, como que é, o que você imagina uma descrição de batalha? Nós temos várias descrições de batalha na Bíblia, tem descrições de batalha que falam,
colocaram um lado, ordenou a batalha de um lado, outro do outro, vai enfrentar, essa história que vai quase dois capítulos, é uma batalha de palavras, a única coisa que acontece, na verdade, eles não se enfrentam na batalha.
No final do capítulo 19, o que que acontece? O anjo do senhor sai e mata o exército inteiro da Síria e acabou a brincadeira, não teve batalha, não teve batalha,
e Deus tinha falado antes, esse rei não vai entrar em Jerusalém, não vai atirar uma flecha sequer, Deus tinha falado antes, e realmente não aconteceu nada,
mas então ele podia ter falado sobre a batalha num versículo. Por que ele gasta um capítulo e meio, quase dois capítulos, falando sobre a batalha? Porque essa palavra, o tipo de batalha, que tipo de batalha ele está enfrentando?
O que que nós temos na história aqui? Os discursos, chega o rei da Síria, não, ele manda três autos oficiais, que falam segundo reis 18 e 17, esses nomes que estão, às vezes depende da tradução,
mas a minha tem, como se fossem nomes deles, Tartã, Rhapsaris e Rhapsaké, isso não eram nomes próprios, isso eram os nomes dos cargos, era o comandante geral, oficial, tal, eles tinham três cargos, eram os três cargos mais altos,
o rei da Síria não mandou um coronel, um majorzinho, não, ele mandou os três oficiais mais altos do exército dele para ver, porque o rei da Síria também pensou, eu vou mostrar força, ele já tinha conquistado várias cidades,
ele tinha acabado de conquistar uma das cidades mais fortificadas, Judá, que chamava L'Aquis, e agora ele veio enfrentar o último reduto de Ezequias, que era Jerusalém, Jerusalém ficava em cima de um monte,
então tinha uma certa dificuldade, eles não tinham aviões, não tinham os equipamentos que nós temos hoje, então, dentro do tipo de guerra daquela época, Jerusalém era uma cidadezinha meio difícil de conquistar, eles iam ter que fazer um sítio,
iam ter que cercar a cidade e ficar muito tempo até conseguir entrar, então o rei da Síria também não estava querendo, ele queria ver se ele conseguia amolecer o ânimo dos judeus para que eles se entregassem,
e eu não vou ler toda essa parte de novo do capítulo 18 porque a gente já estudou isso, senão a gente não avança, mas todo esse primeiro discurso era um discurso para tentar quebrar a confiança deles em Deus,
então depois a gente tem as folhas, se alguém quiser pegar, alguns desses pontos estão nesses bolsos aqui, se você quiser vir aqui para pegar com a Marisela,
na letra E, nessa página 5, na letra E nós temos aqui os itens que ele fala sobre, que estava no discurso do rei da Síria,
por que ele tentou vários argumentos para levar as pessoas a não confiar mais, ele fala para não confiar neles mesmos, ele fala para não confiar no rei Ezequias,
ele falou para não confiar em Deus, ele usa muitos argumentos para não confiar no Egito, que havia essa possibilidade de fazer uma aliança com o Egito para ter mais força para enfrentar a Síria, então ele usa todo tipo de argumento,
ele até faz contradição, eu não vou ler de novo, mas só lembrando que ele fala assim, não confia em Deus, o cara sabe falar na língua dos judeus, que é uma coisa interessante,
Israel, Judá, não era um país importante para aprender a língua deles, e não era como hoje que se aprendia muita língua dos outros povos, mas esse cara da Síria, ele sabia falar na língua do povo,
tanto é que chega um lugar aqui no versículo 26, que os representantes de Ezequias falam assim, por favor meu senhor, não precisa falar na nossa língua, falem Aramaico, que era a língua deles, falem Aramaico que a gente entende,
e aí o rei da Síria, o rei da Síria, não, os comandantes, os representantes dele, falam não, eu quero que os soldados, eu quero que o povo escute o que eu vou falar, e ele fala na língua deles,
então ele sabia de muita coisa, mas se você ler com atenção, ele tinha feito o dever de casa, mas não suficiente, porque ele falou assim, por que vocês confiam em Deus,
não é esse Deus de vocês que o rei Ezequias quebrou um monte de altares, então ele se confundiu, porque Ezequias não estava quebrando o altar do deus Jeová, estava quebrando o altar dos outros deuses,
então ele se confunde em alguns pontos, mas ele também é confuso na própria, ele não é coerente, porque em algum momento ele fala, quem é o deus de vocês?
Eu já derrotei todos os outros povos, na visão daquela época, e não é tão diferente hoje, cada povo tinha seu deus, cada povo, cada nação tinha seu deus,
então quando a Síria vinha e derrotava o Egito, derrotava Síria, Líbano, as outras nações, Babilônia, eles sentiam, o meu deus, o deus da Síria, é mais forte do que o deus das outras nações,
e ele joga isso na cara dos judeus, ele fala, eu já conquistei todos os outros povos em volta, o seu deus é mais forte do que esses outros,
mas depois lá na frente ele fala, quer saber de uma coisa? O deus de vocês está comigo, ele mandou que eu viesse contra vocês, não confie em deus, porque ele não vale nada, agora o deus de vocês está do meu lado,
então ele se contradiz, mas a questão é, que tipo de batalha? Então eu só queria que vocês anotassem, que não está no esboço, mas eu queria que vocês, se quiserem anotar, que tipo de batalha nós vamos enfrentar,
algumas já estamos enfrentando, eu queria falar de três tipos de batalha, nesse caso aqui, de Ezequias nessa época, era principalmente uma batalha de palavras, mas claro que se as palavras não convencessem, o rei da Síria ia tentar entrar com força, com a força do exército,
mas hoje, pelo menos três tipos de batalha eu queria colocar, porque são coisas que a gente já está enfrentando, nós aqui no Brasil não tanto, mas tem duas batalhas que já estão acontecendo no mundo hoje, e a terceira é essa final que vai ser todas as nações contra Israel,
então vamos falar de três tipos de batalha, primeira, ideológica, existe uma batalha ideológica, existe uma batalha de palavras, quando eu falo ideológica, a ideia é, existe uma tentativa, isso vem de longo tempo, mas está se intensificando cada vez mais hoje,
e não é só assim, hoje a gente pensa muito sobre ideologia de gênero, sobre homossexualidade, sobre aborto, faz parte, mas a guerra ideológica é muito mais profunda do que isso, a guerra ideológica é uma guerra contra Deus,
muitas vezes não é abertamente, mas nas escolas, na mídia, em todo lugar a gente encontra uma ideia de que Deus não é verdadeiro, e se ele existe, às vezes algumas pessoas até fazem, Deus existe e tal, mas ele não tem padrões,
não existe um padrão de moralidade, não existe o certo e o errado, então existe uma guerra, eu queria que vocês entendesse que essa guerra que nós estamos enfrentando hoje, aqui no Brasil e no mundo inteiro,
não é uma guerra que se concentra só em algum ponto específico, mas é uma guerra muito mais geral, no sentido de derrubar nossa confiança em Deus, nossa confiança na sua palavra como verdadeira,
então a relatividade, não existe o padrão certo, tudo que você pensa está ótimo porque vale do mesmo jeito, então essas ideias, a própria ideia do materialismo, tem muita gente que fica todo bravo por causa de algumas coisas que contradizem o que a palavra de Deus fala,
mas não ficam bravos quando toda essa infiltração de materialismo, de prosperidade começa a encher as igrejas também e o mundo em geral, a gente não percebe que isso também está nos atacando e nos tirando de Deus,
a ideia é, se vocês veem, os que veem acompanhando essas aulas com Ezequias, a grande questão é confiança, Ezequias vai confiar em Deus ou ele vai confiar no próprio poder, ele vai confiar no Egito, ele vai confiar em outras ideias,
então por isso, todo esse discurso que a Síria fez contra é muito importante, porque você pode reler esse capítulo 18 que ele sempre fala assim, por que você confia? Você confia em Deus, no Deus de vocês? Você confia no seu líder, Ezequias?
Você está confiando no Egito? Gente, Deus já tinha falado que não era para confiar no Egito, agora tem que vir o anticristo para falar com a gente, para não confiar no Egito, então uma das coisas que a gente mostrou na última aula é que ele se faz quase como se ele fosse um profeta,
e a gente sabe pelo livro de Apocalipse que tem um falso profeta, então ele vem com uma ideia de que eu estou falando a verdade, eu estou falando uma coisa que vocês não deviam confiar nisso,
então nós temos todas essas guerras ideológicas e eu poderia chamar de psicológicas, porque na verdade é uma pressão psicológica, você não pode confiar, você não pode confiar, isso aqui é muito mais forte que você,
você não vai conseguir enfrentar, você não vai conseguir, então é uma guerra psicológica também, porque ele começa a falar e quando o rei, quando eles fizeram esse discurso e depois levaram para o rei Ezequias,
em parte ele falou, é verdade, a Síria é muito forte, é muito mais forte do que nós, nós não temos condições de enfrentar a Síria, ele falou de todas aquelas outras nações que ele dominou, ele dominou mesmo,
então nós temos um exército que consegue enfrentar, nós temos poder, então eu falo isso com muito cuidado, porque às vezes a gente pode ir para um extremo, para outro,
mas quando eu penso na igreja hoje que quer enfrentar a guerra ideológica com o mesmo tipo, o mesmo tipo de argumento, eu não estou dizendo que a gente não deve buscar a verdade e se fala sobre qualquer um desses assuntos que está muito saliente hoje,
por exemplo, essas coisas de gênero, vamos pesquisar, vamos entender, nós não precisamos ser pessoas que não buscam a verdade, mas o que eu quero dizer, nós não vamos medir forças com essas forças que estão contra nós,
nós não vamos conseguir, eu quero que vocês prestem atenção no final do versículo do capítulo 18, depois que ele fala e aí até os representantes de Ezequias falam "por favor, não fala na nossa língua",
tem um cara que grita mais alto ainda "não, eu vim aqui para falar com esse povo mesmo", aí ele fala mais ainda, aí no versículo 36 fala "mas o povo ficou calado e não lhe respondeu uma só palavra, porque o rei havia ordenado, não lhe respondereis".
É uma guerra de palavras, mas a estratégia, que é o último ponto aqui, a estratégia não é entrar no mesmo jogo e se você já entrou em algum tipo de discussão, você deve saber que discussões não levam a nada,
quando você começa a entrar, desde discussão de casal até outros tipos de discussão de política, a discussão não leva a nada, porque o cara fez um monte de argumentos, mas os próprios argumentos dele eram incoerentes,
não batiam, ele falava assim "não confie em Deus, mas quer saber de uma coisa? O Deus de vocês está do meu lado e me mandou vir aqui". E aí que, só um parêntese aqui, esse cara tinha algumas coisas que ele não sabia, mas ele sabia de muita coisa,
e provavelmente que se você for olhar o livro de Isaías, Isaías que é o profeta dessa época, se você for olhar o livro de Isaías, você vai encontrar no livro de Isaías profecias que o rei da Síria ia entrar e ia conquistar muita coisa,
então o rei da Síria, esses emissários, pode ser, a gente não tem certeza, mas quando ele fala assim "Deus está do meu lado", hoje a gente fala assim "são espiões", ele colocou espiões e pode ser, e outra coisa, não só espiões, mas ele já tinha levado cativo muita gente de Israel e de Judá,
então ele pode ter conversado, enfim, ele pode ter sabido nessa época que tinha um profeta de Deus, do Deus deles, falando que o rei da Síria ia conquistar, como juízo, como castigo de Deus sobre o povo dele,
então quando ele falou assim "Vocês acham o que? O Deus de vocês não é de nada, mas se vocês quiserem saber, o Deus de vocês está do meu lado", então é uma guerra de palavras, e entrar nesse jogo não leva nada, não leva nada, então vamos voltar aqui, tipos de batalha, quero só falar sobre as outras duas e vamos continuar,
então o primeiro tipo de batalha, que ele é o tipo principal dessa época, é o tipo de batalha que a gente enfrenta hoje, é uma guerra ideológica, é uma guerra para conquistar as mentes, é uma guerra para conquistar as mentes, é lavagem cerebral,
nós vivemos numa época de muita informação, e eu tenho ficado abismado de ver que com tanta informação a gente não sabe qual é a verdade, eu não sei se vocês já tiveram essa sensação, eu fico escutando, o jornalista diz "Mas eu não sei se o que ele está falando é verdade",
um fala uma coisa, outro fala outra, as pessoas usam os argumentos que querem, as pessoas usam a mídia, a ciência não é objetiva, a mídia, o jornalismo não é isento de posicionamentos,
então com tanta, tanta informação, haja vistas os grupos de whatsapp, que de vez em quando passam assim "Olha, toma cuidado porque não sei o que irá" e daí alguém fala assim "Gente, também essa informação é mentira",
então gente, e as vezes falam assim "Não, mas eu peguei, eu já vi em grupos falando assim, mas eu peguei essa informação de uma fonte digna", infelizmente essa fonte digna pegou de uma fonte indigna,
então tem muita gente passando coisa pra frente, então realmente nós estamos numa época em que a gente devia saber toda a verdade, nós temos muita informação,
em outras épocas da história nunca se teve tanta informação sobre os governos, sobre o mundo, nunca teve tanta informação, só que a informação muitas vezes é errada,
então nós estamos enfrentando uma guerra de palavras, uma guerra pra conquistar as mentes. Ok, a segunda guerra, rapidinho só pra vocês verem, o segundo tipo de guerra que não aparece aqui,
eu só tô aproveitando porque nós estamos falando sobre nossa época, né? O segundo tipo de batalha que já acontece, mas ainda não no Brasil, é uma guerra de perseguição,
é uma guerra de perseguição física, perseguição, e vocês também sabem muito bem que tem países muçulmanos, que tem Coreia do Norte, que tem muita, muita perseguição hoje,
tem havido nas últimas décadas, falam que no século XX houve mais mártires cristãos do que em todas as outras épocas da história somadas,
então tem muita perseguição e isso vai aumentar pelo que a Bíblia fala, vai aumentar, então a gente não sabe exatamente como que isso vai ser,
eu não tenho nenhuma ideia, nenhuma teoria pra propor pra vocês, mas eu estou falando assim, existe a guerra ideológica, mas existe também a guerra de perseguição,
e a terceira guerra é essa de todas as nações se juntarem contra Israel, então pode chamar assim de uma guerra, guerra-a-guerra, guerra de batalha mesmo, né?
Uma guerra convencional, sei lá, uma guerra que vai ter contra a nação de Israel, mas elas são muito interligadas, todas as três fazem parte da estratégia do anticristo,
mas esse espírito de anticristo já atua há muito tempo, então nós já temos essa batalha, não é novidade essa guerra ideológica, não é de hoje, mas está intensificando mais,
então nós temos essas guerras, elas vão ficar cada vez mais fortes no tempo do fim, e só pra colocar aqui, depois nós vamos ver mais uma partezinha aqui,
a estratégia, eu quero colocar só duas coisas, a primeira eu já falei, que é não entrar no jogo do inimigo, não entrar no jogo do inimigo,
é não baixar seu nível, nós não vamos entrar nesse tipo de jogo, isso eu não, mais uma vez eu quero repetir, eu não estou dizendo que o cristão tem que ser uma pessoa ignorante,
sei lá, ser uma pessoa que não, ah, eles estão falando sobre isso, mas eu acredito na Bíblia, eu não quero saber, não, eu não estou falando, sim, sobre não pesquisar, sobre não se informar,
mas eu estou dizendo que se nós formos medir forças com o inimigo, usando as mesmas estratégias dele, nós não temos esse poder, nós não temos essa capacidade,
quando você pensa sobre apologética, eu só estou falando assim alguma coisa pra gente pensar, mas quando você pensa sobre apologética, o que é apologética?
É uma defesa da fé cristã com argumentos, isso tem desde os primeiros séculos da igreja, já se levantaram muitas pessoas pra defender o cristianismo contra as acusações que eles faziam naquela época,
e por que o cristianismo deve ser respeitado e tal, então isso é importante, eu não sou contra isso, mas o que eu quero dizer é que isso não nos dá vitória,
e eu quero falar especificamente sobre alguns tipos, tem dois tipos de embate, quando se pensa assim, não tem mais de dois, mas eu estou pensando em dois tipos de embate entre o que nós cremos, o cristianismo, a fé cristã e toda essa guerra ideológica,
você pode ver pessoas que escrevem livros, então tem pessoas que escrevem livros pra argumentar, pra falar sobre os nossos argumentos, e também assim, dentro dessa mesma forma de embate, às vezes tem debates que muitas vezes são passadas na televisão,
tem debates entre cristãos e islâmicos, não sei se vocês já viram alguns, mas tem, às vezes tem um debate entre um cara, e sempre a gente fica admirado assim, porque a gente não tem, o islamismo não convence a gente, mas como é que você vai argumentar?
Então quando você vê uma pessoa argumentando com argumentos fortes baseados na bíblia e coisas racionais, todo mundo aplaude, nossa que legal, mas mesmo assim eu quero dizer que isso não nos dá vitória, eu não sou contra isso,
agora tem um outro tipo de embate que eu sou contra, esse eu sou contra mesmo, que é quando a pessoa fala, não é um debate onde duas pessoas se sentam juntos pra falar, e nós temos vários representantes desse tipo de embate, de ataque mútuo,
que a pessoa fala na ausência do outro, você sabe que assim, se o cara não está me enfrentando, eu fico muito valente, eu fico muito valente, eu falo umas verdades, eu falo palavras fortes, isso acontece na política, isso acontece na religião, isso é totalmente, isso é entrar na baixaria,
porque geralmente as pessoas usam ataques pessoais, as pessoas falam, então às vezes nós temos representantes evangélicos que fazem isso, e eu não estou aqui pra criticar ninguém, eu só estou falando assim, não é esse o caminho, tá certo?
Não é esse o caminho, a gente não vai vencer o inimigo entrando nesse tipo de embate, nesse tipo de jogo, assim, os meus seguidores gostam de mim porque eu falo forte, e eu ataco, e eu falo que o outro não vale nada, e eu falo que, não sabe, esse tipo de coisa não é, eu acho que é nessa hora que vale esse versículo aqui,
e eu falo assim, não responda nada, fique quieto, agora, então essa é a primeira estratégia, não entre no jogo do inimigo, não tente usar as mesmas armas dele, mas o segundo, que é o mais importante, está no capítulo 19,
na sequência aqui, e é isso que nós vamos nos nossos minutos finais, nós vamos falar um pouquinho sobre o que Ezequias fez, ele escutou todo esse discurso que veio da Síria, ele não escutou pessoalmente, lembra que o rei da Síria está numa outra batalha, ele mandou três oficiais,
aí eles vieram e queriam falar com o rei, o rei, Ezequias também não foi pessoalmente, ele mandou também três oficiais, então os três oficiais, o último versículo do capítulo 18, 37, então ele e Akin, filho de Ezequias, o mordomo, Sebno, o escrivão, Joaf, filho de Azaf, o cronista,
eles vieram a Ezequias com as vestes rasgadas e lhe fizeram saber as palavras de Rabissaker, então é isso que aconteceu, eles ouviram o discurso e levaram para o rei Ezequias, 19 e 1, quando o rei Ezequias ouviu isto, rasgou as suas vestes, cobriu-se de saco e entrou na casa do senhor,
então a segunda estratégia, e a gente vai falar mais sobre isso na próxima aula, mas a segunda estratégia, a parte mais importante, a primeira é negativa, não entre no jogo deles, não tente usar as armas deles, você não é páreo para as armas dele, para os argumentos dele e você não vai vencer,
então o que a gente pode fazer? É muito simples, buscar a Deus, é só isso, buscar a Deus, agora esse buscar a Deus, ele tem desdobramento, então hoje eu quero falar um pouco sobre essa primeira parte, mas eu só quero que vocês vejam um pouquinho lá na frente, depois a gente vai entrar nisso no domingo que vem,
mas então ele se cobriu de saco, por que as pessoas rasgam as vestes e se cobrem de saco? Era uma demonstração de grande angústia e de humilhação também, e é uma demonstração de que a gente não tem capacidade,
é uma demonstração de quebrantamento, de "sim, Deus, nós não temos poder", então ele entrou na casa do senhor, mas ao mesmo tempo que ele entrou na casa do senhor,
porque na velha aliança não é tão diferente de hoje, mas tinha essa questão de que as pessoas normais tinham os profetas que ouviam de Deus, mas o rei, isso acontecia até com o rei Davi, o Davi muitas vezes falava com Deus,
ele falava com Deus, ele orava, clamava a Deus, mas muitas vezes na história de Davi Deus não falava, a maioria das vezes Deus não falava diretamente com ele,
ele falava com Deus, Deus falava com o profeta e o profeta vinha falar com ele, hoje não precisa ser assim de maneira geral, Deus pode falar conosco pelo Espírito Santo,
mas também tem um nível de revelação, tem um nível de palavra que vem do senhor quando é algo para a nação, para o povo, para a igreja, muitas vezes Deus vai usar uma pessoa específica também, hoje também.
Mas o que eu quero que vocês notem, depois a gente vai entrar nos pormenores, primeiro eu quero que vocês vejam, primeiro passo, primeira coisa que Ezequias fez, ele entrou na casa do senhor, mas não fala, provavelmente ele orou, mas aqui não fala de oração,
fala que ele mandou esses mesmos três e mais alguns sacerdotes, ele mandou para o profeta Isaías, então essa primeira etapa nós não temos um registro da oração de Ezequias,
aqui ele se vestiu de saco, entrou na casa do senhor, como diz Deus, o que nós faremos, mas a mensagem dele, talvez ele tenha falado com Deus também, mas aqui fala que a mensagem dele ele mandou os mensageiros levar para Isaías, o que eles falaram?
O versículo 2 fala sobre os mensageiros dele, Eleaquim, os anciãos, os sacerdotes, aí o versículo 3, assim diz Ezequias, isso é Ezequias mandando falar com Isaías, assim diz Ezequias, este dia é dia de angústia, de upróbrio, de blasfêmia,
porque os filhos chegaram ao parto e não há força para os dar a luz, bem pode ser que o senhor teu Deus tenha ouvido todas as palavras de Rapsaquer a quem enviou o seu senhor, o rei da Síria, para afrontar o Deus vivo e repreender as palavras que o senhor teu Deus ouviu,
portanto, faze oração pelo restante, esse resto, o restante é o remanescente, pelo pouquinho que sobrou, gente só uma palavra sobre remanescente, pense comigo aqui agora, eu quero que vocês imaginem, era remanescente mesmo, quantas tribos tinha em Israel todo? 12, 10 já tinham ido para o cativeiro, no tempo de Ezequias,
era recente, as 10 tribos do reino do norte já tinham sido conquistados e muita gente, não todos, mas muita gente tinha ido para o cativeiro, algumas pessoas dessas 10 tribos escaparam e foram morar em Judá, então você tem um remanescente ali em Judá,
só que nesse tempo, nesse momento que nós estamos vendo aqui, o rei da Síria já tinha conquistado praticamente todo o território de Judá, então vocês estão vendo o quadro, 10 tribos como nação não tinha mais e Judá, que era o restante, já estava no fim,
basicamente, tinha um povo que não levou todo mundo embora, mas ele levou alguns de Judá inclusive, e na verdade a resistência à Síria só estava na cidade de Jerusalém, então realmente ele estava falando assim, Isaías, se você pode fazer alguma coisa, fale com seu Deus porque a coisa está feia.
Agora, só antes da gente, eu queria que vocês vissem a sequência, mas pensa, Ezequias é um homem que foi preparado, a gente vem estudando Ezequias há algum tempo, a gente está mostrando que Ezequias, ele estava sendo treinado por Deus para confiar em Deus,
você acha que essa oração aqui é uma oração de confiança? Pode não parecer, mas eu deixo essa pergunta aí, então eu não vou ler tudo na frente que nós vamos entrar nisso semana que vem, mas eu queria que só que vocês vissem a sequência aqui,
então, Ezequias entra na casa de Deus e manda os mensageiros para Isaías, a partir do versículo 6 Isaías manda uma palavra de volta, assim diz o Senhor, não se preocupe porque eles não vão entrar na cidade,
eu vou defender ele, é o versículo 7, eu vou colocar nele um espírito que quando ele ouvir certo rumor ele voltará para a sua terra, e aí quando Rapsache, aqueles homens que estavam fazendo o discurso voltaram, não voltaram para a terra deles, eles voltaram para a cidade dentro de Judá que eles estavam atacando,
e aí eles souberam que o Egito estava atacando a Síria, então realmente houve um certo alívio, porque eles estavam quase prontos para atacar Jerusalém e aí eles deram uma recuada porque eles iam ter que se defender contra o Egito,
mas nesse meio tempo, no versículo 9, o rei ouvindo isso, ouvindo dizer que o rei da Etiópia saiu para te fazer guerra, ele tornou a enviar mensageiros para Ezequias, então o que aconteceu?
O rei da Síria, ele ia ter que dar uma recuada, mas ele mandou uma carta para Ezequias dizendo, olha, eu estou cuidando disso, mas não fique feliz não porque eu já volto, não fique tranquilo não porque eu já vou voltar e vocês não vão conseguir,
e aí Ezequias, isso tudo nós vamos, eu só queria que vocês vissem essa sequência, na semana que vem a gente vai entrar mais, mas aí, versículo 14, "Recebendo Ezequias a carta das mãos dos mensageiros e lendo-a, subiu a casa do Senhor e a estendeu perante o Senhor".
Essa figura é muito forte, eu li hoje assim que tem gente que acha, nossa que absurdo, como se Ezequias achasse que ele tinha que mostrar a carta para Deus, se Deus não soubesse o que estava na carta, mas não é nesse sentido.
Claro que Ezequias sabia que Deus já sabia o que estava na carta, mas Ezequias entrou na presença de Deus e colocou a carta, pegou a carta e falou assim, está aqui Deus, olha a carta que eles mandaram para mim, o senhor viu essa carta?
E aí ele faz uma outra oração que nós vamos estudar, mas eu só queria que vocês vissem essa estratégia, porque aí vem versículo 20, depois que Ezequias faz, então a primeira vez, Ezequias entra na casa de Deus, não sabemos se ele deve ter feito alguma oração, mas a Bíblia não registra, ele manda os mensageiros para Isaías.
Isaías manda de volta e fala assim, não se preocupe, Deus vai cuidar de vocês. E aí eles vão escutar um boato, uma notícia e vão sair.
Aí quando a Síria começa a recuar, o rei da Síria fala assim, não confie que eu já estou voltando. E faz aquelas ameaças de novo, assim como o Deus de vocês não é de nada, ele repete algumas coisas que ele já tinha falado.
E aí Ezequias entra na presença de Deus, agora não manda mensageiros para Isaías. Agora ele estende a carta para Deus e ele faz uma oração, que na semana que vem a gente vai ler.
Eu só queria que vocês vissem o resultado, versículo 20. Então Isaías, filho de Amós, mandou dizer a Ezequias, assim diz o senhor Deus de Israel.
O que me pediste? Tem uma tradução que fala assim, por que você me pediu? Por que você orou para mim? Eu vou responder. Eu achei impressionante isso.
Deus queria que ele confiasse. Então é uma situação, eu sempre falo assim, para você falar com Deus, quando você está vivendo uma situação que você não quer que todo mundo saiba, várias coisas. Às vezes você não quer contar para todo mundo.
Uma situação conjugal, qualquer coisa que você não queira falar com os outros, você está vivendo um momento de dúvida, você está vivendo uma coisa que você não vai ficar falando para todo mundo.
Eu estou vivendo um momento de fraqueza, eu estou sendo atacado, eu estou me abalando, eu estou assim, assim. Você não vai falar isso com todo mundo, não é?
E para Deus, você fala? Deus é uma coisa que eu aprendi há muito tempo. Claro que você não vai falar com Deus acusando, brigando com Ele, mas Deus aguenta a sua dúvida, Deus aguenta sua falta de confiança, Deus aguenta.
Quando o Ezequias fala, é um dia de angústia, chegou a hora do parto e não tem força para dar luz, a mãe vai morrer, a criança vai morrer, vai ser um desastre total.
Semana que vem não vamos falar mais sobre essa questão, esse momento aqui, que fala muito do momento que nós estamos vivendo, tem que ter uma criança, essa criança precisa nascer, tem algo que precisa acontecer no plano de Deus.
Então quando ele falou sobre é hora de parto, é hora de ter a criança, mas nós não temos força, naquela época não tinha cesária, era uma situação em que eles realmente viviam um momento dramático, muitas mães morriam no parto, muitas.
Então era um momento, imagina a angústia do pai, dos parentes, da própria mãe, eu tenho um filho, mas ele não sai, ele não nasce.
Então, Ezequias está falando com Deus, naquela primeira mensagem que ele mandou para Ezequias, é um dia de angústia, é um dia de vergonha, eles estão blasfemando contra Deus, a gente tem uma criança que precisa nascer, que era o que Deus esperava.
Por que eles chegaram nesse ponto? O que Deus tinha em mente? Tinha alguma coisa que precisava acontecer? E é isso que eu quero traçar esse paralelo com o nosso tempo, porque a Bíblia fala muito sobre um parto da igreja nos últimos tempos.
Então, tem uma criança que precisa nascer, essa criança que precisa nascer fala de algo que Deus quer produzir através da igreja. Deus trabalhou com Ezequias, preparou para esse momento, para esse momento.
E Ezequias está falando assim com Deus, mandou os mensageiros para Isaías, fala com Deus que eu não consigo, eu não tenho força, eu não sei o que vai acontecer, é um dia de vergonha, é um dia de angústia e eu não sei o que vai acontecer.
Mas Deus, ou você pode falar isso com Deus, Deus não considera que falar isso é falta de confiança. O fato de Ezequias ter se voltado para Deus, o fato de Ezequias pegar a carta, na segunda parte disso, de pegar a carta e colocar diante de Deus, na casa de Deus.
Ele estava assim, Deus, o senhor viu o que ele falou? O senhor viu o que ele falou? E qual que era a preocupação? Isso nós vamos enfatizar mais, estou dando já uma previsão para onde que a gente vai semana que vem, mas a ideia de Ezequias é, eu não quero que o senhor nos livre só para a gente ficar fora do perigo.
O senhor precisa nos livrar para que todas as nações saibam que o senhor é Deus. Tem muita coisa que Deus não defende na igreja, as dez tribos foi uma vergonha para Deus levar aquelas dez tribos embora, mas Deus já não estava mais identificado com as dez tribos, elas não representavam mais Deus.
E tem muita coisa, não estou falando de outras igrejas, estou falando de nós, tem muita coisa nossa que não representa Deus. Por isso que Deus quer que algo aconteça para a gente chegar nesse ponto que a Ezequias chegou e para poder falar assim, Deus, o senhor ouviu o que eles falaram?
O senhor precisa nos livrar, não por nossa conta, mas para que todas as nações saibam que o senhor é Deus. E Deus falou com Isaías, mandou falar com ele e falou assim, olha, porque você me buscou, porque você orou para mim, porque você clamou para mim, eu vou responder.
Isso é maravilhoso, é maravilhoso porque é essa correspondência e Deus está vendo que mesmo na nossa fraqueza, mesmo nessa situação de angústia que a gente não sabe se nós não temos condições de enfrentar o inimigo, nós não temos condições de reverter.
Eu não sei você, mas assim, tem pessoas que olham para essas coisas que estão acontecendo e pensam assim sobre, a gente não tem condições de mudar essa lei, a gente não tem condições.
Gente, é tanta coisa, o nosso problema, a nossa luta com as forças do mal não se restringem a uma lei, a uma situação individual.
A nossa luta é porque tem, é uma avalanche, é uma inundação, é tanta coisa, é tanta injustiça, é tanta coisa errada, tanta corrupção, é tanta coisa errada em todas as áreas, não se restringe.
O nosso problema não é político, o nosso problema não é econômico, o nosso problema não é educacional, o nosso problema se envolve tudo. E gente, como é que nós vamos mudar isso? Que criança que vai nascer?
Como é que isso vai acontecer? Então, esse é o drama que ele viveu, é o drama que nós estamos vivendo também.
Senhor Deus, nós queremos dizer, Senhor, que nós ainda não chegamos nesse ponto de Ezequias, mas nós estamos, nós estamos nos aproximando, a gente percebe claramente muitos sinais, muitas coisas se avolumando no mundo lá fora,
forças, forças muito grandes que vão se levantar contra Israel, contra a igreja, contra, não contra nós como um povo, é assim, nós como igreja, nossa liberdade, mas é algo que é muito mais amplo, muito maior.
E nós queremos, Senhor, nós clamamos a Ti, porque nós sabemos que o Senhor espera algo, uma criança precisa nascer.
E nós queremos, ó Deus, que o Senhor venha nos socorrer, porque não tem forças para dar a luz.
Senhor, guarda-nos e guia-nos, nós pedimos, em nome de Jesus. Amém.

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