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Aula 38 – Vol.33 – As armas secretas do Rei Humilde

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18/12/22 – Zacarias 9 – Baixardo áudio.


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Transcrição · gerada automaticamente

Estamos mais uma vez em Zacarias, capítulo 9, possivelmente vamos chegar ao final desse capítulo, esses próximos capítulos não tem uma quebra, não tem um ponto, nossas bílias tem capítulo 10, capítulo 11, mas parece que é uma continuação, capítulo 12 já começa como se fosse um novo subtítulo,
mas não temos uma data, não temos uma interrupção, não sabemos se foi recebido tudo assim de uma forma contínua, mas esse capítulo 9 ele tem, ele tem uma certa sequência, não é uma sequência exatamente cronológica, mas tem uma sequência que estamos vendo,
vimos nos primeiros versículos como fala a respeito dos reinos humanos, vários países, várias cidades por volta, em volta de Israel, sendo conquistadas, com uma referência talvez Alexandre o Grande, porque foi nessa sequência que ele foi conquistando,
mas sempre tem uma ponta para uma outra época no fim, então tem esse início de inimigos representando reinos ou fortalezas ou adversários do reino de Deus, depois fala sobre a vinda do rei, esse rei tão diferente, tão contrário ao estilo de reis humanos,
inclusive Alexandre o Grande, mas qualquer dominador, qualquer conquistador, qualquer imperador era totalmente diferente, então nós temos um rei que vem de uma forma bem diferente, e na última aula nós vimos como ele fala a respeito da libertação,
que ele veio para libertar os cativos, essa é a grande esperança, a grande expectativa de um messias, e até hoje nossa expectativa da segunda vinda, mas quando eles olhavam para a vinda do messias é que ele viesse para salvar da opressão,
eles tinham vivido no Egito, agora na Babilônia, depois com Roma, então o povo queria um libertador, o povo queria alguém que viesse para salvar, mas o propósito de Deus é muito maior do que simplesmente tirar de uma opressão temporária,
isso aconteceu ao longo da história, intervenções, salvações de períodos de guerra, de opressão, de perseguição, mas Deus tem um propósito de redenção e de saberecer seu reino, de restaurar toda a terra,
de colocar aqui na terra o seu reino, o seu sistema, sua justiça, sua paz, e fala sobre isso aqui também, mas queremos seguir essa sequência falando sobre como esse rei humilde, a gente tem enfatizado bastante isso,
nesse perfil, nesse caráter que o rei veio, não como um rei glorioso, mas com uma atitude humilde, mas não, um rei realmente precisando também de ajuda, se colocando no lugar nosso, de necessidade, de aflição,
e como ele vem nessa posição, mas ele vence, ele tem vitória, hoje nós entendemos isso pela história, pela primeira vinda de Jesus, e como pela morte, pela humilhação, por passar, por derrota, como ele realmente venceu, e como ele libertou os cativos,
então nós vimos sobre a libertação dos cativos, como esse capítulo usa essa expressão, prisioneiros da esperança, eles são libertos, mas estão na fortaleza, aguardando uma emancipação, uma libertação total, o reino em plenitude,
somos libertos, mas somos prisioneiros da esperança, e o final do capítulo 9, os últimos versículos, principalmente o capítulo 14 em diante, vai falar sobre a vitória, agora é uma vitória visível, uma vitória evidente,
a manifestação de Deus, a vitória sobre toda a terra, celebração, agora não é uma coisa encoberta, a segunda vinda vai ser uma vitória visível, então fala sobre isso, mas escondido aqui, tem várias coisas escondidas,
como a gente costuma falar, escondido à plena vista, não é um enigma, às vezes até parece um enigma, mas está escrito aqui, tem fatos que a gente fica imaginando, será que o próprio Zacarias entendia isso quando um profeta recebe uma visão?
Ele relata a visão, mas às vezes ele mesmo não entende a visão, quantos pediam ajuda do anjo, de alguém para explicar, próprio Zacarias, Daniel, João no Apocalipse, assim por diante, eles pediam explicações porque eles mesmo não entendiam,
agora quando a palavra como essas profecias que parece que não vieram em forma de visão, quando eles recebiam essas palavras que a gente nem sabe se era provavelmente, era uma coisa mais clara, Deus falava, como é que eles recebiam essas palavras proféticas?
Isaías, Jeremias, Ezequiel, todos os profetas, mas eles recebiam uma mensagem, um recado, e eles também muitas vezes não entendiam, eles não entendiam, por exemplo, que seriam duas vindas, versículos 9 e versículos 10 em diante,
eles não entendiam, Zacarias não entendia que seriam acontecimentos separados por um tempo bem distante de mais de dois mil anos, então, quanto que eles entendiam sobre o que é prisioneiro da esperança?
E hoje nós vamos olhar também a arma secreta, como que esse rei humilde, que veio também de uma forma que muitos não reconheceram, um rei humilde que veio, que libertou de fato os cativos, mas também de uma forma diferente,
não era aquela libertação do Egito, de Roma, ou de um poder exterior, mas era uma libertação da própria vida, de tantas dificuldades, de enfermidades, mas também de problemas, de tristeza, de luto, de depressão, de escravidão,
a tantas coisas que nos mantêm debaixo do temor e da obrigação, da dependência dessas coisas, então essa libertação não foi também o que eles esperavam, mas quando o rei virá na segunda vinda, que hoje nós entendemos que são duas etapas bem diferentes, bem distintas,
ele veio uma vez, mas voltará num caráter diferente, mas um dos grandes mistérios é como é que essa segunda vinda, como é que essa vitória visível também vai depender de algo escondido, de algo que a maioria não entende e não reconhece,
e essa arma secreta é sempre um termo bem intrigante pensar que Deus, assim como quando ele enviou Jesus e ninguém, os líderes, muitas pessoas, a maioria das pessoas, principalmente aqueles que estavam no poder,
não reconheceram, não entenderam ou não quiseram entender que ele era o Messias, e as próprias forças satânicas, o próprio Satanás e as suas forças satânicas, eles sabiam, eles sabiam que era Jesus, os demônios falavam, mas eles não entendiam,
a Bíblia fala isso em 1 Coríntios 2, que se eles tivessem entendido, eles não teriam colocado Jesus na cruz, então eles não entenderam a estratégia, a arma secreta, então Deus usou uma arma secreta na primeira vinda,
e ele vai usar uma arma secreta talvez antes da segunda vinda, porque na segunda vinda não vai ter mais nada secreto, mas antes da segunda vinda parece que tem algo secreto esse nosso tema de hoje,
vamos orar, vamos pedir que o Senhor, pelo seu Espírito, nos manifeste, nos revele, não para uma curiosidade humana, porque a gente quer saber como é que Deus vai fazer,
infelizmente muitos estudos sobre a cicatologia acabam caindo nessa curiosidade, o que que vai acontecer, como é que vai ser o anticristo, qual que vai ser a marca da besta, que é a famosa pergunta que todo mundo quer saber,
como que a gente vai saber quem é o anticristo, o que vai acontecer com Israel, o que que vai ter, vai ter um templo lá em Jerusalém, como que essas coisas vão ser,
então as vezes nós temos uma curiosidade e isso não nos revela os segredos, os mistérios de Deus quando nós temos essa curiosidade, então vamos, a gente quer saber, a gente deseja se preparar, a gente deseja conhecer os mistérios de Deus,
mas que nós tenhamos um coração aberto, um coração humilde, porque senão a gente não vai conseguir, mesmo olhando, mesmo até entendendo certas coisas a gente não sabe, não vai saber,
Satanás não entende, até hoje ele não entende a estratégia da cruz, então é que nós possamos realmente conhecer, Senhor Deus, essa é a nossa oração nesta manhã, que muito mais do que saber o que vem pela frente,
quais acontecimentos nós devemos esperar, como é que vai ser o futuro do mundo, o futuro do Brasil, o futuro da igreja, como que as coisas vão se encaixar e tantas coisas que eu penso que o Senhor não vai mostrar detalhadamente,
o Senhor não vai nos dar o mapa antes da hora, o Senhor vai mostrar cada dia, cada época, qual é a preparação necessária, mas queremos entender um pouco da tua estratégia,
que a mesma estratégia da primeira vinda, sabemos isso na cabeça, sabemos que Jesus morreu numa cruz, sabemos que Ele veio para ser humilhado, mas parece que não entra na nossa cabeça que esse é o caminho para o reino,
que até hoje esse é o caminho que o Senhor quer nos ensinar para que possamos reinar contigo, nós precisamos também, como o Senhor falou com os dois discípulos que queriam sentar nos dois tronos,
o Senhor queria ensinar como tomar o cálice, como beber o cálice que o Senhor tinha para eles e que o Senhor tem para nós, pedimos a tua iluminação, a tua preparação do nosso coração, em nome de Jesus, amém.
Então vamos só dar uma olhada assim, primeiro vou olhar, só mostrar mais uma vez essa folha aqui que é dos assuntos do capítulo 9, então só para a gente se situar, nós já vimos a queda dos reinos humanos,
nós vimos como Deus faz isso para proteger a sua casa, Deus não se interessa simplesmente em estabelecer Israel como a força principal na terra e Ele vai acabar com todos os outros reinos para que Israel possa se tornar a grande potência,
hoje nós podemos também falar a igreja, a igreja vai vencer nossos princípios, não que a gente não deva batalhar pelos princípios de Deus, mas será que nós queremos que nossos princípios sejam implantados ou mantidos,
ou estabelecidos na política do nosso país ou de outros países, será que nós queremos isso para que nós tenhamos a preeminência, que nós tenhamos o poder?
Deus se interessa na sua casa, no seu trono, no seu reino, Deus está olhando para um propósito, Ele tirou o povo do cativeiro, do exílio na Babilônia, trouxe de volta para Jerusalém, acompanhou com os profetas a reconstrução da casa,
mas isso, Ele não estava com pressa de tornar Israel grande na terra, Ele não deu a Israel a capacidade de ser uma grande potência como no tempo de Davi e Salomão,
então Ele falou assim, eu quero proteger a minha casa, então Deus está empenhado, Deus está focado no reino Dele, e o reino Dele precisa de uma base, precisa de um povo, precisa de uma igreja, de uma nação,
mas Ele quer que isso seja algo que tenha como objetivo a casa Dele, a presença Dele e o reino Dele, aí número 3 nós vimos a vinda do rei, na aula passada nós vimos esse número 4,
a libertação dos cativos para que eles se tornassem não reis e totalmente livres ainda, mas para que eles fossem para a fortaleza que é Deus,
para que eles conhecessem a proteção Dele e que se tornassem prisioneiros da esperança, ou seja, que eles não tivessem nenhuma outra saída,
então agora faltam esses últimos 3 pontos no capítulo 9 para a gente dar uma olhada hoje, então no capítulo 9 eu quero lembrar que na aula passada eu pulei o versículo 10,
eu mencionei o versículo 10, mas eu deixei para um segundo para a gente olhar hoje, então depois da vinda do rei no versículo 9,
no versículo 10 de Zacarias 9 ele fala "destruirei os carros de Efraim, os cavalos de Jerusalém e o arco de guerra será destruído",
esse aqui é uma profecia interessante porque nós sabemos que quando o reino de Deus foi estabelecido, que quando esse rei humilde assumiu seu trono,
nós temos um dos textos mais claros sobre isso, é Isaías 2 e tem um paralelo em Micaías 4, então nós temos praticamente a mesma profecia,
Isaías 2 e Micaías 4 são profecias que falam do milênio, que falam do reino de Deus, Jesus reinando em Jerusalém e acabando com a guerra,
ele vai ter mais guerra e no final no restante do versículo 10 ele fala "ele anunciará", primeiro fala que ele vai destruir os carros e as armas de guerra,
o arco de guerra em Israel, ele fala até das duas partes, Efraim que seria parte das dez tribos e os cavalos de Jerusalém,
é todo o povo de Deus, todo Israel, muitas profecias de restauração falam da união dessa parte que ficou dividida desde o filho de Salomão,
o reino foi dividido e foram pro cativeiro em épocas separadas e as dez tribos foram dispersas e ninguém nem sabe onde estão,
mas na restauração ele fala da união, Deus não se esqueceu das dez tribos, Deus não se esqueceu do restante e isso fala de todo o povo de Deus,
se olharmos pra igreja faz séculos, séculos, mais de mil anos que a igreja está dividida, a igreja de Roma, a igreja ortodoxa, depois na reforma,
então temos assim, divisões, separações no reino de Deus, como no reino de Israel, na história de Israel, nós temos na igreja também, coisas milenares,
e Deus fala que vai unir, que vai juntar tudo de novo, mas ele fala aqui então de destruição, especificamente das armas de guerra no povo dele,
e depois ele fala sobre anunciar paz às nações, então o reino de Deus vai trazer isso e aí tem aquela profecia que estou mencionando em Isaías 2,
que fala assim que ele vai trazer paz, ninguém vai falar de guerra e tanto é que nem vai precisar de armas de guerra,
eles vão pegar todas as armas que eles tinham naquela época e a gente pode imaginar tanques de guerra e aviões e armas nucleares
e tantas coisas que tem, canhões, etc, etc, nós podemos pensar em todas as armas de guerra sendo convertidas, sendo transformadas em instrumentos de atividade normal,
não vai ter guerra mais, mas aqui nesse capítulo ele mostra essa visão final no versículo 10, ele mostra assim que ele vai anunciar paz às nações,
que ele vai reinar de mar a mar, desde o rio até as extremidades da terra, então nós temos uma pequena visão do reino de Deus, de reino Jesus,
é sobre a terra, dominando toda a terra e trazendo paz, não vai ter mais guerra, mas ele começa isso falando a respeito aqui no número 5, nessa lista aqui,
de eliminar as armas de guerra do povo dele, mas eu vou seguir para frente aqui para mais uma vez dar uma visão das coisas que ele está mostrando aqui que vão acontecer,
para depois a gente voltar e pensar sobre esses passos, então no versículo 10 ele dá essa visão de paz, de reino, mas depois ele volta como se fosse retroceder no tempo
e que ele fala sobre a libertação dos cativos, versículo 11, falamos sobre isso na aula passada, e no versículo 12 o que são esses prisioneiros da esperança,
então antes de, porque é evidente que esses prisioneiros da esperança, isso não é na época do seu reino de paz sobre toda a terra, não é no tempo em que as pessoas são libertas do cativeiro,
mas ainda precisam ficar na fortaleza, versículo 12, voltar à fortaleza, quer dizer, eles tinham que ser os que foram libertos, precisam se refugiar na fortaleza, a fortaleza é a cidade de Jerusalém,
na alegoria, é o povo de Deus, é a igreja, está seguro em Jesus, seguro na arca, é mais ou menos essa ideia assim de que estamos aguardando a salvação final,
aguardando o tempo final da salvação, e aí então ele vai falar daqui até o final a respeito da vitória final, mas antes tem esse número 6 aqui que é uma coisa escondida,
me chamou bastante a atenção, versículo 13, é algo que a gente não para pra pensar, tem em outras partes das escrituras, mas a gente não pensa muito sobre essa sequência que eu achei fantástica,
aqui ele fala de libertação dos cativos, e depois só para mostrar aonde vai essa profecia, então eliminou as armas no versículo 10, no versículo já falamos sobre isso aqui que é a libertação dos cativos para prisioneiro de esperança,
no versículo 13 ele vai usar Judá como um arco, e ele vai encher o arco de Efraim, Judá é um arco e Efraim é a flecha, depois no final do versículo 13 ele ainda fala tiporei como uma espada de guerra,
então ele fala sobre três armas de guerra, o arco, a flecha e a espada, tudo no versículo 13, então uma coisa interessante, ele falou no versículo 10 que é destruir os carros, os cavalos e o arco de guerra,
depois de repente ele transforma Judá e Efraim, que são o povo dele, em instrumentos de guerra, ele acaba com os instrumentos de guerra mas ele os transforma num instrumento de guerra,
ele ainda fala, ainda no versículo 13, "sucitarei teus filhos, ó Ceão, contra os teus filhos, ó Grécia", quer dizer, vai ter uma guerra entre os filhos de Ceão e os filhos da Grécia,
então esse é o ponto que queremos olhar aqui, que eu considero que é um mistério, é um segredo, é uma arma secreta que Deus escondeu aqui nessa profecia, a gente leu, já li isso tantas vezes e nunca parei muito pra pensar,
então no que isso significa, como que isso se encaixa, não somente, que é uma coisa bonita, Deus vai usar seu povo pra lutar contra os adversários dele, do reino dele,
mas assim, essa mensagem que ele está colocando, os cativos que estão no fundo de um poço, ele liberta do cativeiro, ele coloca não como reis ainda, ele coloca como prisioneiros da esperança,
mas esses prisioneiros da esperança se tornam as armas dele, e aí, de repente, no versículo 14, começa esse último ponto aqui, o ponto 7 da folha,
que é "o Senhor será visto sobre eles", sobre tanto os filhos de Ceão quanto os filhos da Grécia, então assim, está uma guerra, lá na frente não vai ter guerra mais,
mas sabemos que antes da volta de Jesus, a última coisa que parece que acontece, até quase concomitante com a volta de Jesus, é uma grande guerra, uma guerra pela descrição maior do que a primeira ou a segunda guerra mundial,
todas as nações reunidas contra Israel, é uma grande guerra, e isso é confirmado em vários textos como Joel 3 e até no livro de Apocalipse vemos também,
então tem uma grande guerra final e aí Jesus vem, então aí depois da volta de Jesus que vem a paz, mas ele voltando e mostrando como ele está trabalhando agora no nosso período,
libertando cativos, transformando esses cativos em prisioneiros da esperança e transformando esses prisioneiros da esperança em armas de guerra,
ele tira as nossas armas e nos transforma numa arma diferente, então isso é fantástico, então aí do versículo 14 em diante vai falar sobre a vitória visível e final de Deus,
sobre todos os inimigos e sobre o seu povo sendo, celebrando e participando dessa vitória, nós não vamos entrar nisso agora, mas então só queria mostrar que essa é a sequência da profecia aqui em Zacarias 12,
mais ou menos o que nós estamos falando, então esse aqui é o quadro que nós usamos na aula passada para falar sobre prisioneiros da esperança, libertos do poço, que voltem à fortaleza,
que ainda não tem o reino em plenitude, então eles precisam se aguardar e eles não têm outra saída, então são prisioneiros não dos homens, do sistema dos homens, da opressão dos homens,
ainda que estejam debaixo de Roma ou Babilônia ou alguma potência, mas nós somos libertos interiormente, a libertação que Deus nos provisiona agora não é uma libertação que exige que nós tenhamos o nosso país,
quando nessa época de Zorubabel eles saíram da Babilônia, eles não se tornaram livres, Deus ordenou os acontecimentos, mas eles eram sujeitos, eles eram dependentes ainda das autoridades,
e isso continuou séculos e séculos, e hoje que no paralelo Israel tem o seu próprio governo, mas eles são sujeitos a ataques, eles não são, não é um país tranquilo, não é essa paz que as profecias prevêm,
então não temos outra saída, somos presos da esperança e o que nós queremos, acrescentamos esses últimos dois itens, 5 e 6, para mostrar como que Deus continua trabalhando com esses prisioneiros da esperança,
nós estamos todos parados dentro de uma fortaleza esperando a libertação, a vinda do Rei, não é bem assim, nós não temos outra saída, nós somos prisioneiros, estamos dentro da fortaleza,
mas Deus tem algo a fazer nesse processo antes do versículo 14 quando vem a vitória final, e o que é isso que ele está fazendo, aí nós queremos lembrar do versículo 10 que fala que ele vai destruir,
antes de trazer paz, antes de ter a paz mundial, de ter o reino de Deus em toda a terra, ele trabalha primeiro com seu povo, ele precisa tirar nossa idolatria, ele precisa purificar,
são aspectos que não trata nesse capítulo, mas em outros, na sequência aqui de Zacarias, mais para frente ele vai falar sobre isso, Deus tem um processo de purificação, antes da volta dele,
antes de ele usar Jerusalém como a base do trono dele, antes de poder usar a casa que foi feita para ele, para ele habitar ali, usar como a base do seu reino, ele precisa nos purificar,
esse é um aspecto que vai ser tratado depois, mas ele precisa, faz parte da estratégia dele destruir as armas humanas, então destruição das armas de guerra, que tal uma preparação para a guerra,
vem guerra, a trombeta está tocando, vai ter uma guerra, então vamos nos preparar para a guerra, como é que a gente se prepara para uma guerra?
Aumentando nosso estoque de munições, treinando soldados, adquirindo tecnologias novas, como é que Israel, a nação de Israel hoje, eles enfrentaram guerras, situações em que eles eram muito menores, muito mais vulneráveis do que os países em volta?
Essa história de Israel de 1948 para cá, principalmente naquelas primeiras duas ou três décadas, durante os anos 50, durante os anos 60, no início dos anos 70, Israel enfrentou vários ataques,
várias guerras com os países árabes em volta, e naquela época Israel era totalmente impotente, eles eram muito menos em números, tinha muito menos armas, era como histórias da Bíblia,
um pequeno exército enfrentando um exército muito maior, sem condições, então qual que é a preparação para a guerra?
O que que hoje Israel já não está nessa situação, eles são menores em território, eles são menores em números, mas eles são muito superiores a todos seus vizinhos,
agora tem perigo do Irã se tornar uma potência nuclear, mas até então Israel, mesmo agora, Israel tem muito mais força tecnológica, armas muito superiores,
então não sei exatamente como Deus vai tratar com isso, as profecias falam de Israel nos últimos tempos sendo vítima, sendo inclusive derrotado, o que que vai acontecer?
Eu não sei exatamente como vai acontecer isso, mas aqui tem uma pista, que antes da vitória, antes de Deus manifestar, Jesus voltar como rei de Israel e derrotar todos os inimigos,
tem uma posição em que Deus nos torna, Deus torna seu povo, e veja que eu sempre estou falando de um paralelo, vai acontecer em Israel, literalmente,
e vai acontecer na igreja, e nós nos tornando um com eles, que é o propósito de Deus, um novo homem, um povo só,
por enquanto a grande maioria do povo judeu ainda não reconheceu Jesus como o Messias, então ainda não somos um só com a nação de Israel,
mas Deus está preparando algo, Deus tem uma estratégia, mas ele tem também, essas coisas vão acontecendo paralelamente e depois vão acontecer junto, e a gente não sabe exatamente como essa sequência vai acontecer,
mas o que eu estou vendo aqui em Zacarias 9 é que ele fala que ele vai destruir o rei que vem em humildade para seu povo, ele vai destruir as armas de guerra,
ele vai tornar seu povo mais vulnerável, porque essa é a posição, essa é a estratégia, essa é a arma secreta de Deus, a arma secreta lembra como fala de Jesus em Colossenses por exemplo,
tem vários textos que mostram isso, mas Colossenses mostra muito claro que Jesus na cruz, sendo vencido, sendo injuriado, sendo objeto de vergonha,
nós lemos como todos ficaram jogando no rosto dele, que ele não era capaz de salvar a si mesmo, então Jesus sendo feito um espetáculo, Jesus sendo envergonhado, Jesus sendo morto,
é o símbolo máximo de fraqueza, de aflição, de ser vulnerável, de ser impotente, então Jesus passa por essa situação, mas aí Colossenses 2 fala que ele triunfou,
e ele expôs os principados hipotestades à vergonha publicamente, então aquilo que foi uma derrota pública, aquilo que foi uma vergonha, aquilo que foi uma fraqueza para toda a humanidade olhar e zombar,
aquilo foi a estratégia secreta de Deus, por meio da morte de Jesus, ele triunfou sobre as potestades hipotestades, ele expôs as potestades demoníacas,
todas as potestades do mundo, os reinos da terra, ele expôs esses poderes, esses principados à vergonha, ele triunfou sobre eles, ok?
Então ele está nos mostrando que o caminho para a salvação, Jesus vem pra salvar, nós dizemos Jesus vai voltar pra julgar, sim, ele vai julgar, mas ele vem pra salvar,
ele não vem pra morrer numa cruz a segunda vez, ele já fez isso, mas ele vem segunda vez pra salvar, nós vamos ver isso nesse próprio livro de Zacarias 14,
que no momento terrível de ataque e que todos os países vão exterminar Israel, vão acabar, vão eliminar Israel, vão vencer, triunfar sobre o povo de Deus,
nessa hora Jesus vem e ele traz a vitória, ele traz a salvação, então ele traz juízo sobre os inimigos de Deus, mas ele traz a salvação, e o livro de Apocalipse faz um paralelo com a Páscoa,
que as pragas vieram sobre o Egito para que o povo de Deus pudesse ser redimido, Deus julga faraó e os deuses do Egito, ele julga por meio de pragas no livro do êxodo,
mas ele faz isso no livro de Apocalipse de uma forma mundial, porque ele julga o sistema e termina julgando Babilônia, a grande meretriz, para que o povo dele possa sair,
para que o povo dele possa fazer parte do seu reino, então essa vitória final, essa vitória que nós vemos em Jesus vem pra salvar, mas antes da salvação,
ele nos coloca numa posição, ele precisa dessa estratégia, ele usa essa estratégia para vencer, porque na verdade na volta dele, ele é o grande vitorioso,
mas ele é vitorioso porque o que ele plantou no seu povo vai dar certo, vai produzir fruto, isso a gente precisa ir vendo porque a gente fala da glória de reinar com Jesus,
quando Jesus voltar, nós vamos subir, nós vamos ser arrebatados, nós vamos ter a glória dele, mas geralmente a gente não olha essa fase anterior,
o que acontece logo antes da volta do rei, qual é a estratégia, então nós vemos aqui, nós vamos sempre focando nesse aspecto que está escondido,
assim como o sofrimento de Jesus estava muito escondido, as pessoas daquela época, e até hoje as pessoas, os judeus, religiosos, então eles lêem Isaías 53, não conseguem fazer aplicação,
não conseguem enxergar em Jesus o Messias, e isso causa muita dor para o coração de Deus, mas Isaías 12 mostra que um dia eles vão olhar para aquele que eles trespassaram,
eles vão enxergar, eles vão ter os olhos abertos, eles vão enxergar, e nós podemos dizer que a igreja está com a mesma cegueira, nós proclamamos, nós dizemos que a gente reconhece Jesus,
que a gente sabe que ele veio, ele morreu na cruz, nós professamos tudo isso, mas nós não entendemos também a estratégia que Deus quer usar para trabalhar em nós,
mas ele nos chamou para que nós também pudéssemos trilhar o mesmo caminho, e para que a estratégia que ele usou na primeira vinda de Jesus, também seja sua estratégia secreta para a segunda vinda,
então a destruição das armas de guerra está no versículo 10 de Isaías 9, está no versículo 10, destruirei os carros de guerra, mas aí nós temos no versículo 13,
eu quero que vocês vejam que tudo isso vem antes do versículo 14, porque o versículo 14 até o versículo 17, o final do capítulo, fala dessa vitória triunfante da vitória da segunda vinda,
ok, isso é maravilhoso, nós queremos olhar isso, fala da trombeta que vai soar, fala da vitória total de Deus sobre todos os seus inimigos, fala da salvação,
fala que o povo de Deus se torna pedras preciosas na coroa de Deus, então nós temos essa visão final da vitória de Deus na história, na segunda vinda,
mas precisamos entender esses versículos de 11 a 13 que mostram sobre o prisioneiro da esperança, como é que Deus está nos preparando, como que Deus está preparando sua estratégia,
porque no versículo 14, o Senhor será visto sobre eles, Deus vai aparecer, é a segunda vinda, o Senhor será visto sobre eles, então isso vai ser descrito em maiores detalhes no capítulo 14,
a vinda de Jesus e como Jesus triunfa e como ele salva o seu povo e como ele estabelece o seu reino e como ele vem para morar, então esse é o dia que nós ansiamos,
esse é o acontecimento maravilhoso que nós aguardamos, mas Ele está falando a respeito de um processo anterior que precisa acontecer,
e o que que é? Ele quer curvar antes de Jesus aparecer, segundo a vinda, Ele vai curvar, ajudar como arco, tem um outro lugar que Ele fala assim que Efraim foi um arco enganoso,
acho que é o Zéias, que Ele fala assim que nós hoje, se nós somos alguma arma de guerra para Deus estabelecer seu reino, nós somos armas que não funcionam,
nós somos arcos traiçoeiros, as flechas não chegam ao alvo, Deus não cumpre os Seus propósitos em geral por meio de nós,
mas Ele está falando sobre o dia em que Ele vai curvar, ajudar como arco e vai encher, Ele vai conseguir curvar o arco e Ele vai colocar dentro desse arco Efraim como sua flecha,
então é a união do povo das 12 tribos de Israel e é uma espada poderosa, uma arma poderosa nas mãos de Deus, então essa é a sequência dos prisioneiros de esperança que nós vimos na aula passada,
transformação dos prisioneiros em armas secretas, Deus quer fazer isso, agora então vamos falar um pouquinho mais sobre como Deus faz isso,
mais ou menos é aquilo que eu já falei, mas agora eu quero ler também alguns outros textos, mas veja aqui a sequência do que Zacarias viu no espírito, do que Ele está proclamando, que o rei humilde,
o rei que vem em posição de necessidade, de aflição, esse rei humilde primeiro liberta os cativos, coloca na posição de prisioneiro de esperança,
esse prisioneiro de esperança são os prisioneiros que não tem outra saída e o que isso significa? Significa que toda a nossa confiança em armas ou recursos humanos precisa ser destruída,
esse é um processo difícil, imagine a nação de Israel, nesse paralelo que temos feito, quando Israel se tornou uma nação, poucas pessoas, poucos recursos,
todos os países árabes prontos para se unir, para aniquilar totalmente a nação, eles ganharam vitórias incríveis, milagrosos, sobrenaturais,
mas hoje Israel tem confiança em si mesmo, hoje Israel é muito capaz, eles têm inteligência, têm tecnologia, têm recursos, então o que Deus precisa fazer?
Eu não sei exatamente como vai acontecer isso, mas eu acredito que para acontecer a conversão nacional, para acontecer o que a Bíblia promete e prevê que vai acontecer,
conversão e reconhecendo o Messias e Jesus vindo para libertar, eles precisam chegar a ter a confiança em recursos humanos, ter isso demolido, isso precisa acabar,
eles precisam entrar numa posição de fraqueza e eu estou mostrando Israel, mas essa é a mesma coisa que precisa acontecer com a igreja,
a igreja em muitos países do mundo, se for olhar a igreja na China, a igreja no Irã, a igreja na Coreia do Norte, a igreja em países onde eles são,
países que não são talvez tão perseguidores, mas muitos países da África, da Ásia, a igreja não tem uma posição privilegiada,
a igreja não consegue lutar para colocar no governo princípios cristãos. Agora nós temos principalmente os dois países que aparecem mais nos Estados Unidos e Brasil,
na América do Norte, na América do Sul, nós temos uma situação em que a igreja alcançou, Estados Unidos há muito tempo a igreja tem uma presença forte,
mas o Brasil tinha a igreja católica que sempre tinha bastante influência, mas a igreja evangélica cresceu nas últimas décadas e hoje é uma força,
é uma força política, é uma força na sociedade, então nós temos uma situação muito diferente e eu fico me perguntando o que é que Deus vai fazer,
qual que é a estratégia de Deus para que nós sejamos as suas armas, para que nós sejamos as armas secretas de Deus e eu creio que a chave está aqui,
nesses dois itens que Deus quer demolir, desfazer a nossa confiança nas armas humanas e ele quer nos conduzir como prisioneiros da esperança,
ele quer nos conduzir para uma posição de fraqueza, exatamente como o Messias enfrentou quando ele veio a primeira vez, nós não somos os salvadores do mundo,
Deus nos chamou, Deus chamou Israel, Deus chamou agora a igreja como parte do seu povo para fazer parte, nós somos parte da estratégia de Deus para redimir o mundo,
para ser Abraão, para a descendência ser uma bênção para todas as nações, essa profecia para Abraão é Jesus em primeiro lugar, ele é o descendente, como Paulo afirma em Galatas 3,
ele nos chama para que a descendência possa se multiplicar e alcançar todas as nações, todas as línguas, raças, povos e nações, ele quer que nós sejamos uma bênção,
que nós sejamos um instrumento de redenção e o instrumento de redenção é uma arma de guerra, porque é uma arma que se contrapõe aos reinos humanos, se contrapõe aos sistemas humanos,
mas eu fico muito perplexo nessas situações que eu estou chamando atenção especialmente para os Estados Unidos e Brasil, que tem outros países, na Europa que é uma região livre,
mas a igreja não tem uma presença tão forte lá hoje, já foi, Inglaterra, Europa toda assim, os países eram centros de envio de missionários, era de onde a igreja começou,
no Oriente Médio, mas sim foi logo para a Europa, mas hoje a igreja não tem uma presença na política, não tem uma presença forte na sociedade, a igreja ficou muito diminuída em termos de influência,
então nós temos essa situação especialmente nas Américas e nós temos situações muito paralelas em que a igreja está lutando para influenciar, para impactar,
para ser influência de Deus, para ter as armas de Deus contra o sistema do mal, mas de uma forma que realmente é contrária, não é essa posição de fraqueza,
falam assim que nós estamos numa guerra espiritual aqui no Brasil, mas que tipo de guerra espiritual, então essa visão do propósito de Deus mostra como para que nós sejamos as armas de Deus,
para que chegue no versículo 13 para ser as armas secretas de Deus, nós precisamos perder nossa confiança nos recursos humanos,
e o que são recursos humanos? Nossos números, nossa influência, nossos líderes, não que Deus seja contra números, não que Deus seja contra o reino dele crescer e ter uma influência, mas qual é a nossa confiança?
O que nós estamos depositando a nossa confiança e quais são as armas que Deus vai usar para vencer o mal? Então eu vejo aqui muito claro que Deus está preparando,
ele quer, o versículo 13, ele quer curvar, ajudar como arco, ele quer encher esse arco com a flecha que é fraim, ele quer nos transformar em instrumentos da sua batalha,
Deus vai vencer a batalha pela soberania dele, mas ele usa, então ele usa o seu povo, ele não vem, mesmo na segunda vinda, assim como na primeira, ele veio para Israel,
ele seguiu a história humana, ele não trouxe o próprio Jesus como alguém de fora que simplesmente vai impor, vai trazer o reino de Deus sem conexão com a história humana e com o povo que Deus escolheu.
Então Deus está fazendo isso hoje, a segunda vinda de Jesus, com toda a sua soberania, com toda a sua intervenção na história humana, não vem como algo desconexo com a história,
ele vem para Jerusalém, ele vem para o povo de Israel, ele vem para sua noiva, ele tem na Epocalipse 12 uma mulher que está tendo dores de parto e dando à luz um filho,
essa guerra nos céus acontece como consequência das dores de parto do povo de Deus que deu à luz um filho varão, então tudo faz parte de uma parceria,
de uma conexão entre o que Deus vai fazer de forma sobrenatural mas em conexão com o seu povo, então é essa posição aqui de fraqueza, de aflição que é a mesma posição que Jesus assumiu,
e é essa posição prisioneiros da esperança esperando para que Deus nos transforme em armas de guerra mas armas que ele possa usar, armas que realmente tenham eficácia.
Bom, esse é um grande assunto e é algo que está me intrigando bastante, me despertando bastante para entender mais sobre isso, evidentemente a gente nunca pode basear uma interpretação bíblica,
isso que eu estou falando sobre Zacarias 9, é importante ver isso no contexto do capítulo 9 mas eu não posso tirar conclusões sobre, porque aqui no versículo 13 não é uma coisa muito clara,
ele não está dizendo aqui que essa aqui é uma arma secreta e eu poderia olhar para a história, era futuro para Zacarias mas para nós é passado,
lembra que nós vimos que a queda dessas cidades que falam no início do capítulo 9, realmente parece que tem uma ligação muito grande com as conquistas de Alexandre o Grande,
que era futuro para Zacarias, ele não fala abertamente mas tem uma conexão e pode muito bem, sempre tem um cumprimento mais imediato, uma aplicação mais imediata,
Daniel falou de vários reinos, Deus mostrou para ele mas também aponta para coisas do fim, então da mesma maneira aqui também fala a respeito daquilo que ia acontecer cento e poucos anos depois de Zacarias,
esse versículo 13 também pode ter uma relação com a história naquela época porque ele fala "sucitarei teus filhos, ó Seão, contra teus filhos, ó Grécia",
é uma coisa muito ambígua, não é uma profecia muito detalhada mas nós poderíamos aplicar essa profecia em parte para a época dos macabeus,
porque Antíoco não era da Grécia, era da Síria mas ele representava o domínio da Grécia, o domínio depois de Alexandre o Grande,
vários séculos depois de Alexandre o Grande mas era o império da Grécia sendo dividido entre vários generais, várias partes,
e Antíoco ele representava essa parte da Síria mas o que ele quis fazer na perseguição, nas coisas terríveis que ele fez contra Israel,
Antíoco Epifânio, ele tentou implantar a cultura grega e erradicar a fé dos judeus, então os macabeus se revoltaram, conseguiram tirar de Israel o domínio deles,
eles também tiveram vitórias impressionantes porque eram muito menores, muito mais fracos mas eles venceram, eles venceram através de guerra mesmo, de armas,
e isso aconteceu muitas vezes na história, mas o que eu quero dizer é que essa linha de revelação que eu estou mostrando aqui de como que o rei humilde,
como que ele está trabalhando durante a história para preparar o caminho para sua volta, ele está preparando o caminho, libertando os cativos, transformando os cativos
em prisioneiros de esperança e preparando esses prisioneiros da esperança para serem sua arma secreta, então eu vou agora ler alguns textos,
alguns outros textos para mostrar assim que, como eu falei, a gente não pode tirar conclusões somente de um texto bíblico,
sempre o que Deus revela, as verdades, os princípios e também os acontecimentos que Deus revela nas escrituras, elas se confirmam e você consegue enxergar melhor colocando outros textos semelhantes em paralelo e procurando entender o que Deus quer mostrar através disso.
Então eu vou ler em Isaías 49, Isaías foi bem antes de Zacarias, Isaías 49, Isaías tem várias profecias sobre o servo do Senhor,
esse servo às vezes se referia, eram profecias sobre o Messias, como Isaías 53 e tem várias outras que o servo é o Messias, mas às vezes o servo é a própria nação de Israel,
porque Jesus veio como Messias como representando, como sendo o representante da nação, mas o objetivo do Messias era trazer toda a nação de Israel e as outras nações também para a mesma, o mesmo chamado e a mesma relação com Deus que o Messias tinha.
Então Isaías 49 é uma dessas profecias sobre o servo, às vezes até a gente percebe assim que Isaías via em si mesmo como profeta o servo, porque ele fala assim,
"Ouvi-me ilhas, escutai vós, povos de longe, o Senhor me chamou desde o ventre, desde as entranhas da minha mãe, fez menção do meu nome".
Então ele está falando sobre o servo, pode ser o profeta, pode ser o Messias, pode ser a própria nação de Israel, mas olha como ele fala, porque aqui ele fala a respeito do chamado do servo, versículo 2,
"Fez a minha boca como uma espada aguda", então o servo tem uma boca que é uma espada, é uma arma de guerra, "Fez a minha boca como uma espada aguda, na sombra da sua mão me cobriu,
pois me com uma flecha limpa e me escondeu", uma arma secreta, "me escondeu na sua aljava".
Então esse aqui, como eu falei, pode se referir ao profeta, pode se referir ao Messias, mas agora ele fala, versículo 3, "Ele me disse, Tu és o meu servo, Israel, em quem manifestarei a minha glória".
Agora, então em síntese, tem vários outros textos e acho que a maioria a gente não vai ter tempo de citar aqui ou de ler, mas o princípio está muito claro aqui,
Deus chama o seu servo, o seu servo, o profeta era um servo de Deus, que Deus usava para isso, mas o servo apontava para o Messias que era o grande servo de Deus
e já vimos como esse servo, humilde, na primeira vinda se transformou na maior arma de guerra de Deus contra seus inimigos, triunfou sobre os inimigos pela cruz,
então nós vemos aqui, e I Coríntios 2 fala isso claramente, é a cruz, I Coríntios 1 e 2, ele fala assim, a cruz é o escândalo, é loucura para gentios e para judeus,
é uma coisa assim que não faz sentido, que é um símbolo de morte, de vergonha, mas nessa cruz, Deus escondeu a sua sabedoria, a sabedoria que Deus escondeu dos sábios e poderosos,
então Deus usa aquilo que não é, as coisas fracas, em I Coríntios 1 e 2 descreve isso com muita clareza, então veja como Deus trabalha,
eu acho que acima de qualquer coisa, de uma profecia, como que vai ser o tempo do fim, o que Deus vai fazer antes da segunda vinda,
tem muitas coisas que a gente não sabe, eu não sei, mas eu estou à procura dos caminhos de Deus,
a Salmo 103 fala que Deus mostrou seus feitos ao povo, mas ele mostrou seus caminhos para Moisés,
eu acho que o que nós temos que buscar, que nós temos que desejar, é o entendimento dos caminhos de Deus, o que Deus está querendo fazer,
qual que é o caminho dele conosco, com a igreja, o que Deus quer fazer, então o caminho de Deus é esse, ele nos chama, ele nos separa,
ele nos coloca num lugar vulnerável, ele nos coloca numa situação em que a gente não tem recursos e ele nos transforma na sua arma secreta,
então eu quero ir no versículo 3, que é o último ponto aqui, o que acontece com a arma secreta, somos libertos por ele, mas depois Deus nos coloca num lugar
em que a gente não tem saída, tira nossa confiança em recursos humanos, nos coloca numa posição de fraqueza, de vulnerável, de impotente,
e nessa posição ele revela a sua glória, lembra que Jesus falou em João, ele falou assim, em João 12, nos outros capítulos ele repete isso,
agora é chegada a hora de Deus ser glorificado, e de Deus ser glorificado no filho, mas o que é essa hora que Deus vai ser glorificado?
Foi na cruz, foi na morte, foi na humilhação, foi na vergonha, foi em todos os líderes judeus e os líderes romanos, representando as forças religiosas e seculares,
todos se juntaram, se uniram para colocar Jesus na cruz, então foi uma vitória dos reinos, dos sistemas, do homem contra o filho de Deus,
mas foi ali que Deus ganhou sua grande, tremenda e triunfante, determinante e definitiva vitória, porque foi ali que ele triunfou, então é exatamente isso que ele está falando,
versículo 3, em quem manifestarei a minha glória, porque nessa linha de preparação de Deus ele vai mostrar a sua glória, então eu só quero lembrar rapidamente alguns exemplos
de como Deus fez isso na história de Israel, eu nem vou abrir os textos lá, mas é só lembrando, na verdade é um padrão, Deus sempre procura agir dessa forma,
vamos começar com o êxodo, já mencionei, o êxodo do Egito, Deus deixou o povo de Israel se multiplicar, mas eles foram escravizados,
faraó era a maior potência daquela época, ele tinha todo o poder para impedi-los de ter liberdade, de sair, de ser o povo de Deus, e Deus usou, Deus fez intervenções, mas ele usou Moisés e Arão ali para ser as armas dele,
mas para isso ele teve que preparar Moisés, Moisés ficou 40 anos se tornando um instrumento fraco, se tornando alguém que não tinha mais ambição, que não tinha mais força,
que não tinha mais influência, porque antes ele era o filho da filha de faraó, então ele podia ter alguma influência, não, ele perdeu toda a sua influência, perdeu todas, ele tinha capacidades, mas ele não tinha mais confiança, ele não tinha mais como usar,
e ele mesmo falou assim, Deus manda qualquer outra pessoa, eu não sou capaz nem de falar, então um instrumento fraco se tornou o instrumento de Deus, e Deus manifestou sua glória,
e Deus manifesta sua glória por meio de instrumentos fracos, Deus poderia ter feito isso sem usar ninguém, Deus poderia ter vindo, ter se manifestado de alguma forma visivelmente,
ter aparecido como um anjo, como Deus vivo e deixa meu povo sair, não, ele usou instrumentos fracos, então essa é a metodologia de Deus, ele quer, não é que ele precisa, mas ele quer usar instrumentos humanos,
instrumentos humanos que não tenham confiança em si mesmos, que não tenham recursos, que não tenham estratégias próprias para mostrar a sua glória,
e aí a gente vê assim, um dos momentos, teve todo momento de saída do Egito, mas vamos lembrar de Êxodo 14 quando eles estavam diante do Mar Vermelho, e que Faraó mesmo depois de perder o primogênito resolveu ir atrás deles, não, que isso, nós estamos deixando nossa mão de obra escapar,
nós temos que trazê-los de volta, e aí eles ficaram presos diante do Mar Vermelho, não tinha como ir para frente, não tinha como fugir, e todos os exércitos do Egito atrás deles,
e eles lamentando, e o próprio Moisés dizendo, Deus, o Senhor nos tirou do Egito para a gente morrer aqui, o que está acontecendo? Deus fala assim, não, levanta, eu vou usar você, você vai estender sua vara, mas eu quero lembrar daquela frase em que Moisés fala assim,
fiquem parados, não façam nada e vejam a salvação de Deus, e aí tem intervenção de Deus, Deus coloca uma nuvem entre o Egito, os exércitos do Egito e o povo de Israel,
ele coloca uma nuvem, então fica escuro para os egípcios, eles não conseguem enxergar, e ele abre o Mar Vermelho, o povo passa no meio do mar, e depois ele tira a nuvem, deixa os exércitos do Egito ir atrás,
e depois eles são inundados pelas águas, as águas voltam, eles são afogados pelo mar, então Deus faz algo sobrenatural, esse momento de libertação, ele tem muito a ver com o tempo final,
porque assim como o exército do Egito veio atrás deles e não tinha saída, nós somos prisioneiros da esperança, não tem recurso, não tem saída,
muitas vezes nós não entendemos que é exatamente esse tipo de situação que Deus quer usar, outro momento assim também muito simbólico, muito impressionante é Davi Golias,
e Davi é um menino, um garoto, nem é um soldado formado, treinado, nem sabe usar a armadura, e aquela frase famosa quando ele sai para enfrentar Golias,
Golias dá uma risada, fala assim, que isso, eu estava esperando um grande, um representante, um herói do povo de Israel, e agora me manda um garoto que não sabe nada,
e Davi fala, você vem contra nós, contra mim, você vem com espada, com escudo, com lança, com suas armas, mas eu estou aqui apenas com a presença de Deus,
então Deus poderia ter acabado com Golias sozinho, mas não, ele precisava de um Davi, mas quem era o Davi de Deus, quem era o instrumento,
quem era a arma de Deus contra Golias, era um garoto com uma pedrinha e uma funda, simplesmente assim, algo incapaz de vencer um gigante,
então esses são os exemplos, e aí nós poderíamos citar o rei Josafá, que foi com todo o exército na frente de um exército muito maior,
e Deus falou assim, vocês não vão fazer nada, vocês vão tocar os instrumentos e cantar, o rei Ezequias, que enfrentou também a invasão do rei da Síria,
então nós temos, e tem o rei Asa, tem muitos exemplos em que Deus, ele quer a nossa posição, ele precisa de um exército, de um povo se colocando diante de Deus,
mas eles tem que se colocar numa posição de fraqueza, a gente lê a história, olha que coisa maravilhosa, o exército só ficou cantando novores e Deus venceu,
os trezentos de ideão tocaram a trombeta e os inimigos se mataram, mas precisava dos trezentos, precisava, e era uma situação assustadora,
como que trezentos homens vão ficar ali, é morte certa, é suicídio, como que Josafá vai colocar um exército na frente dos inimigos sem armas de guerra,
sem capacidade, isso aí é expor a morte certa, mas Deus quer algo desse tipo assim, isso é Deus nos transformando em armas de guerra,
olha um texto em Isaías 41, Isaías 41, versículo 14, ele fala assim, "não temas o verme de Jacó", não temas o verme, quer dizer, um verme é um inseto,
o inimigo pisa e acabou, um verme não tem, não tem capacidade nenhuma, não temas o verme de Jacó, povozinho, é Deus falando,
os outros chamando Israel de povozinho, é Deus falando, vocês são um povozinho, eu mesmo te ajudarei, diz o Senhor, o teu Redentor, o Santo de Israel, e olha o versículo 15,
então ele fala "não temas" e ele fala para um povo que é prisioneiro da esperança, que eles não tem saída, ele mesmo diz que eles são nada mais do que um verme,
que é um povozinho, não tem nenhum recurso, só que ele fala no versículo 15, "farei de ti um debulhador, ou você se tornará um novo instrumento",
então é exatamente isso que nós estamos dizendo, não é só Zacarias que fala isso, Deus transforma seu povo num instrumento ou numa arma de guerra,
porque ele fala assim "eis que eu o tornarei, ou eu farei de ti um debulhador, ou um instrumento de debulhar", o que é debulhar?
É separar, é fazer a colheita, e ele fala aqui, "que tem dentes agudos, os montes trilharás e moerás, e os oteros reduzirás a palha",
montes e oteros representam outros reinos, então Deus vai transformar o povo dele num instrumento que vai trazer a vitória, que vai estabelecer o reino de Deus,
e nós temos vários outros textos que falam sobre isso, mas eu só quero completar aqui, voltando para Zacarias 9,
eu só quero, voltando aqui para nosso esquema, nosso esboço do capítulo todo, então "eliminando as armas de guerra",
mais uma vez, o que eu penso que Deus quer fazer? O que ele vai fazer com a nação, o estado de Israel hoje, para que eles não confiem nas suas armas nucleares,
nas suas tecnologias, na sua capacidade de, antes que o Irã os ataque, eles acreditam que eles são capazes, eles acreditam que eles são capazes de eliminar a força do Irã,
que eles são capazes de detonar tudo que o Irã tem, o que Deus vai fazer, o que Deus quer fazer antes dessa guerra final?
Porque na guerra final dessa época, das nações se unirem contra Jerusalém, no fim Jesus vai voltar, ele vai se manifestar, o povo de Israel vai reconhecer o seu Messias,
vai ser a vitória final de Jesus sobre todos os reinos, sobre Babilônia, mas o que Deus quer fazer antes disso? Ele quer eliminar as armas de guerra,
como isso vai acontecer? Eu não tenho a menor ideia, agora vamos pensar sobre a igreja, a igreja de hoje se tornou como uma igreja de laudiceia, uma igreja rica, uma igreja com recursos, não no mundo inteiro,
mas em uma parte do mundo, inclusive onde nós vivemos no Brasil, a igreja se tornou uma potência, a igreja se tornou confiante na sua capacidade de influenciar, de mudar as políticas,
de implantar e muitas vezes com boas intenções, de defender os princípios de Deus, mas como Deus vai fazer isso? Como Deus nos Zacarias 9,
mas em tantos outros textos onde fala que o reino de Deus vai prevalecer? Daniel 11, nós estudamos Daniel, ele fala a respeito do povo, vamos só ler aquele versículo em Daniel 11,
ele fala assim, Daniel 11, versículo 32, "Aos violadores da aliança, ele com lisonjas perverterá", falando do anticristo e tal, "mas o povo que conhece ao seu Deus se tornará forte e fará proezas".
Então tem um povo que Deus vai usar, só que no versículo seguinte fala, "os entendidos entre o povo ensinarão a muitos, mas cairão pela espada, pelo fogo, pelo exílio, pelo roubo",
eles vão ser, o versículo 35, eles cairão para serem provados e tal, então ele fala sobre um povo que vai fazer proezas, mas esse povo é um povo que vai ser purificado, que vai cair,
que vai cair no sentido de ser derrotado, Apocalipse fala sobre isso também, então nós temos aqui uma situação em que a igreja não será forte, em que a igreja não terá influência,
em que a igreja não vai mudar as políticas do país, em que a igreja vai ser forte para fazer proezas em nome de Deus, mas de uma posição de fraqueza, então o que eu penso é que Deus está tratando,
e Deus está conduzindo também, não sei como Ele vai fazer isso, não sei qual que é o processo, mas eu quero me preparar, eu quero estar nesse lugar vulnerável,
eu quero estar pronto para Deus tirar os meus recursos, não me dar mais recursos, eu não estou dizendo que Deus não chame alguns para ter influência política,
que Deus não possa usar a igreja, já usou a igreja para lutar contra a escravidão e outras coisas, outros males, mas eu vejo que nesse tempo que nós estamos vivendo,
Deus vai nos conduzir nessa direção, de não ter poder, influência e capacidade, e Ele vai eliminar, Ele vai eliminar as nossas armas, Ele vai eliminar, nós não podemos lutar com as nossas armas,
com as armas humanas, nós não podemos lutar com as mesmas forças e táticas políticas que os outros usam, nós não podemos entrar numa guerra convencional,
o exército de lá usando armas e nós usando armas e nós somos mais fortes, não, a guerra como essas que eu descrevi de Josafá, de Ezequias, essas guerras que Deus era glorificado, eram guerras em que não era o sistema,
não era a mesma tática, e aí Deus então eliminando as armas, Ele nos transforma nas armas dEle e agora só quero terminar lendo esse final aqui,
porque ele fala de uma vitória final com aparecimento visível de Deus, que é a volta de Jesus, Zacarias 9, versículo 14, "o Senhor será visto sobre eles, suas flechas sairão como relâmpago,
o Senhor Deus fará soar a trombeta, marchará nos redemoinhos do sul, o Senhor dos exércitos os amparará, destruirão e vencerão etc etc.
O Senhor naquele dia o salvará, versículo 16, como ao rebanho do seu povo e agora eu quero terminar com essa visão gloriosa, que quando assim como Jesus que se humilhou foi até a vergonha da cruz,
até a morte final, e ele foi exaltado, ele foi glorificado, Deus foi glorificado e Deus glorificou o seu filho, isso foi o que aconteceu na primeira vinda.
E agora a Bíblia fala muito de, tem vários textos que falam assim que o povo, o anticristo vai dominar, vai matar, vai vencer, tem várias escrituras que falam sobre isso, Apocalipse 13 também,
mas fala de uma vitória final, em que Deus, Jesus virá pra ser glorificado, pra ser admirado, segundo a Texto na Unicense I.
Ele vai ser admirado, e olha o que fala aqui em Zacarias 9, a segunda parte do versículo 16, como as pedras, que falam assim, Deus vai salvar seu rebanho,
como as pedras de uma coroa, então aqui a figura é de um rei usando uma coroa, então o rei é Jesus, ele é o grande herói, mas a coroa que ele vai usar tem pedras preciosas,
e ele fala que o povo dele, esses prisioneiros da esperança, essas armas que ele usou pela derrota, essas armas serão, esse povo serão como pedras, joias de uma coroa,
eles serão exaltados, eles serão exaltados, então Jesus vai ser exaltado, mas os que foram fiéis a ele, os que foram mártires, os que foram fiéis a ele,
os 144 mil que seguiram a Jesus, Apocalipse 14, que foram fiéis a ele em todo lugar, essa visão daqueles, os 300 de ideão, não são um grupo separado, elite, mas são aqueles que foram fiéis a Deus,
e que serão exaltados, porque Jesus foi glorificado neles, e isso é o que Deus quer para todos nós, não só para um pequeno grupo.
Isaiah 61 tem um texto semelhante, Isaiah 62 fala assim, versículo 1, "Por amor de Sion, não me calarei, por amor de Jerusalém, não me aquietarei,
até que brilhe", então tem uma hora que Jerusalém vai brilhar, Jerusalém tem sido envergonhada, tem sido perseguida, tem sido, tem sofrido aflição,
mas é por amor de Sion não vou me calar, até que brilhe a sua retidão e a sua salvação com uma tocha acesa, as nações verão a tua retidão, todos os reis a tua glória,
chamar-te-ão por um nome novo que a boca do Senhor nomeará, versículo 3, "Serás uma coroa de glória na mão do Senhor e um diadema real na mão do teu Deus".
Então, voltando aqui, quem são as armas secretas do Rei Humilde? São os prisioneiros da esperança que perderam toda a confiança em armas ou em recursos humanos,
que são conduzidos a uma posição de fraqueza, de aflição, às vezes até de morte, de martírio, mas que, por meio deles, Deus demonstra a sua glória,
Deus será glorificado e eles se tornam um diadema, uma coroa, jóias na coroa de Deus, e esse é o caminho de Deus, essa é a revelação daquilo que Deus quer fazer.
Os outros capítulos de Zacarias vão elaborar, vão aprofundar mais em alguns aspectos, mas esse capítulo 9 deu uma visão geral do que Deus já fez,
no nosso tempo, muitas coisas que Deus já fez, mas daquilo que Deus ainda fará e que nós possamos ter essa visão da estratégia de Deus, de como Deus age, não que nós tenhamos nenhuma capacidade prever, de saber,
Deus não revela o tempo, a maneira exata, como a sequência, como Ele vai fazer, mas Ele revela os Seus caminhos, Ele mostra como Ele gosta de agir,
e aqui nós temos, nesse mesmo capítulo, nós temos uma visão de quem é o Rei e temos uma visão também de quem são os Seus seguidores, os Seus prisioneiros,
as Suas armas secretas, para que Ele seja glorificado e para que Ele traga seu reino com vitória sobre toda a terra.
Senhor, nós temos uma visão tão imperfeita, tão incompleta, mas é muito maravilhoso ver, quando conseguimos enxergar um pouquinho do Teu caminho, da Tua maneira de agir,
é maravilhoso a gente entender como o Senhor age na terra, como o Senhor se move, qual é a Sua surpresa, qual é a Sua maneira de agir que sempre surpreende,
e que sempre os reinos, os principados, o grande adversário, o Satanás, ninguém consegue esperar, ninguém consegue entender, o Senhor sempre é maravilhoso,
quão insondável são os Teus caminhos que nós possamos corresponder, que nós possamos entrar cada vez mais nos Teus caminhos, pedimos isso em nome de Jesus, amém.

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