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16/08/20 – Daniel 7 – Baixardo áudio.
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Transcrição
Então mais uma vez estamos no livro de Daniel, Daniel capítulo 7, vamos continuar examinando um pouquinho essa visão, cheio de coisas misteriosas, coisas difíceis de entender com toda humildade, sabendo que primeiro que a revelação vem de Deus e segundo que Deus também revela na hora que Ele quer.
Durante os séculos, durante toda a história, as pessoas têm debruçado sobre essas visões, essa de Daniel 7, as outras que têm o livro de Daniel, Apocalipse, e tem muitas teorias, tem muitas ideias, mas sabemos que a resposta certa vem do Senhor e vem na hora certa, na hora que Ele sabe que nós vamos precisar do entendimento.
Então algumas coisas nós temos que aguardar, claro que sempre vale a pena estudar, vale sempre a pena desejar entender, não devemos ter também a atitude de "ah, essas coisas ninguém sabe, deixa pra lá", devemos realmente estudar.
Então vamos orar, vamos pedir ao Senhor que Ele nos ajude, que aquilo que nós precisamos saber pra hoje, pra esses dias, que Ele possa nos mostrar.
Então na última aula já falamos um pouco sobre esse contexto, porque o centro da visão é a parte mais importante de toda essa visão, são os versículos 9 e 10, e depois 13 e 14.
O ancião de dias, montando o seu tribunal com os tronos, com miríades e miríades, milhões e milhões de seres celestiais diante dele, e tronos e livros sendo abertos, um verdadeiro tribunal, depois o filho do homem chegando.
Então hoje nós ainda não vamos focar exatamente nesse ponto, porque para o próprio Daniel, ele sem dúvida ficou deslumbrado com essa parte da visão, mas ele queria entender mais sobre o que ele tinha visto dessa sequência de quatro animais e o chifre e aquelas coisas que ele viu na visão.
Eu estava pensando hoje que foi uma pena ele não ter perguntado, porque depois que ele viu a visão, ele foi perguntar pra um dos anjos, alguém que estava lá na visão, ele quis saber mais, mas ele quis saber mais sobre o quarto animal.
Eu estava pensando, por que ele não perguntou? Eu queria saber mais sobre esse filho do homem, quem que é esse filho do homem? Porque para nós, na nossa posição da história, a gente ainda precisa entender muitas coisas, mas a gente tem um entendimento maior de quem é o filho do homem, porque Jesus usou esse título a respeito de si mesmo, e nós temos uma compreensão.
Nossas mentes humanas também nos levaram às vezes para uma teologia que não é tão correta em muitos aspectos, mas nós temos um entendimento um pouco maior, um pouco melhor sobre a divindade, mas Daniel naquela época, ele não tinha esse entendimento que nós temos sobre a trindade.
Outra vez, hoje, nós estamos até questionando algumas coisas, porque ao longo dos séculos, foi criada uma teologia, foi extraída das escrituras, uma forma de estruturar o conhecimento, e nem tudo isso é válido, porque a própria Bíblia não usa o termo trindade.
Tem algumas coisas que nós achamos que nós sabemos e que Deus está nos levando a rever a luz das escrituras, para entender melhor, mas de qualquer forma, nós entendemos um pouco mais sobre Deus ter enviado seu filho, quem que era o filho do homem.
Para o judeu, para Daniel naquela época, deve ter sido algo muito estranho pensar no ancião de dias e no filho do homem chegando diante do ancião para poder receber o reino, mas nós vamos falar mais sobre isso em outra aula.
De qualquer forma, eu fiquei pensando, porque Daniel não perguntou algo mais sobre o filho do homem que o anjo teria explicado mais, mas a dúvida de Daniel era sobre esse quarto animal.
Então, por isso, eu quero, antes de talvez levar mais de uma aula falando sobre o ancião de dias e o filho do homem, tem muita coisa que poderíamos falar, mas a gente quer focar naquilo que é mais importante para o entendimento do livro de Daniel e essa época do cativeiro.
Mas antes de falar sobre isso, nós queremos entender melhor esse contexto. Na aula passada, a gente já colocou essa sequência, não falamos rapidamente sobre a sequência, mas eu quero rever um pouco mais, aprofundar um pouco mais.
Mas a visão de Daniel, então, seguiu essa linha aqui. Primeiro, ele viu quatro animais surgindo do mar, surgindo um, a ideia é um animal após o outro, falamos que existe a possibilidade de serem também contemporâneos.
Não temos muitas informações sobre os primeiros três animais, outras visões no capítulo 8 de Daniel, no capítulo 11 de Daniel, nós vamos receber mais informações sobre o segundo, especialmente o terceiro animal.
Nessa visão de Daniel 7, no capítulo 7, ele não para muito para falar dos primeiros três. O primeiro porque já estava quase terminando, ele recebeu essa visão faltando, imaginamos uns 10 anos por aí para terminar o primeiro reino, reino de Babilônia.
Tanto é que nesse primeiro, no versículo 4, ele fala de um leão que tinha asas de águia, as asas foram arrancadas, ele foi levantado da terra e posto em pé como um homem e foi lidado o coração de um homem.
Parece estar se referindo aquele tempo de Nabucodonosor quando ele viveu entre os animais, ele criou garras e pelos e parecia assim, a Bíblia fala que parecia uma ave e depois ele foi restaurado, então talvez essa parte da visão seja uma referência a esse momento na vida de Nabucodonosor.
Mas esse primeiro animal é um leão, um leão devora, mas ele não dá, ele não fala sobre o leão devorando.
E o que nós queremos ver é que o segundo, o terceiro e principalmente o quarto animal são vistos como animais que devoram, não são animais mansos, não são animais como representando um aspecto da criação de Deus, que coisa bonita.
Como acho que já mencionei, aqui nessa visão de Daniel, as bestas, os animais selvagens, os animais que devoram, que destroem, que consomem, que pisam, esses animais, esses governos são contrastados com o filho do homem.
Porque o propósito de Deus na criação era que o homem fosse o corrigente junto com Deus sobre toda a criação.
Então não era os animais dominando os homens, mas eram os homens governando os animais e não de uma forma agressiva ou violenta.
O governo de Deus é um governo de paz, é um governo benéfico, é um governo que traz harmonia, que traz unidade, que traz a presença de Deus, é o jardim do Éden, o homem e Deus convivendo no meio de toda a criação.
Essa é a visão que Deus nos dá do plano dele, o que ele queria fazer com a terra.
Já esses animais, eles estão dominando os homens, estão governando sobre os homens, mas de uma forma violenta, de uma forma opressora, de uma forma que destrói, que pisa, que consome.
Então o primeiro animal realmente fazia isso, nós temos vários outros textos na Bíblia que falam a respeito de Babilônia como leão.
Por exemplo, Abacuque 1, Abacuque também foi mais ou menos nessa época, talvez mais no início do período cativeiro, ele previu a vinda de Babilônia sobre o povo de Israel e em Abacuque 1 ele compara os caudeus, os Babilôneos, a leão, a um leão que vem para devorar, para consumir.
Então essa visão, Jeremias fala sobre isso, nós temos vários textos que mostram Babilônia como um leão que devora, mas nessa visão, como Daniel já estava no final do período de Babilônia, ele não foca muito nesse aspecto de devorar.
Porém, o segundo animal, que é o urso, ele tem três costelas na boca e a ordem para devorar muita carne, então é um animal que devora.
O terceiro animal, leopardo, com asas de ave, quatro cabeças, foi lhe dado domínio, então ele é um animal que vai dominar.
A Bíblia também fala sobre domínio, domínio é de Deus, mas o domínio de Deus é muito diferente do domínio do inimigo, por isso quando nós falamos sobre o reino de Deus e a gente quer fazer um pouquinho esse contraste hoje entre os reinos da besta, os reinos de Babilônia,
esses símbolos que representam os diversos reinos que são contrários a Deus, nós queremos entender que é algo diferente, quando nós falamos sobre o reino de Deus, Deus governa, sua palavra é autoridade, nós obedecemos a Deus, nós nos submetemos a Deus,
mas precisamos realmente captar a ideia de que o reino de Deus usa todo princípio de autoridade, de domínio, é totalmente diferente no reino de Deus, por isso a visão do reino de Deus, muitas pessoas têm uma visão de reino como Deus realmente sentado no trono, isso é verdade,
mas como se fosse algo muito autoritário, Deus podia ter feito isso, a história do homem já teria acabado, Deus podia falar assim, olha, eu mando, todo mundo tem que me obedecer, sai fora Satanás, sai fora a serpente, sai fora todo o mal,
Deus poderia impor a sua vontade sobre o mundo inteiro, sobre o sistema inteiro, se fosse dessa forma, não precisaria ter essa longa história e até mesmo esse sofrimento para chegar ao ponto que Deus quer, imagine alguém que quer uma coisa muito perfeita,
você pode pensar assim, num artista que quer uma pintura, ele quer fazer uma obra prima, ele não vai fazer isso rápido, ele vai levar tempo, porque ele quer uma coisa perfeita, é verdade que Deus é todo poderoso,
ele pode fazer coisas rápidas, mas como Deus está trabalhando com o homem e não impondo, nem todo o poder sobrenatural de Deus pode fazer algo rápido, ele demora, então tem muitos aspectos nisso, o reino de Deus é bem diferente.
Então, queremos ver, então primeira coisa, eu já mencionei na aula passada, mas frisando bem, esses quatro reinos, esses quatro animais, representam um reino, uma série de reinos, mas faz parte do mesmo reino, como nós vimos em Apocalipse 13,
eles fazem parte da mesma besta, todos fazem parte de uma continuidade do mesmo sistema, tem aspectos diferentes, mas são do mesmo e são contrastados aqui em Daniel com o filho do homem,
então, bestas terríveis, devoradoras, violentas, agressivas, contrastando com o filho do homem, na imagem de Deus, trazendo o reino dele de uma outra forma, de uma outra maneira.
No livro de Apocalipse, não podemos tomar muito tempo agora para ler textos paralelos, mas no livro de Apocalipse, que tem muitas semelhanças com Daniel, os reinos, esses reinos contrários a Deus, são comparados a uma besta,
a besta é muito parecida com o dragão, tanto o dragão como a besta tem sete cabeças e dez chifres, então, assim, eles são muito semelhantes e mostram a relação entre os dois,
então, esse sistema da besta, esse sistema do governo humano, deriva o seu poder do dragão, então, isso fica mais evidente no livro de Apocalipse, mas é interessante que o reino de Deus,
a visão lá no livro de Apocalipse, a partir do capítulo 5, é visto como um cordeiro, que é um animal também, então, Jesus, o filho do homem aqui em Daniel, no livro de Apocalipse, ele aparece como um cordeiro,
então, ele também assume a forma de um animal e em outros textos ele é comparado ao leão da tribo de Judá, então, os animais podem também representar algo positivo,
o leão, a gente tem muito essa figura das crônicas de Narnia com Aslan, o leão, então, o leão ele é majestoso e os quatro seres viventes diante do trono de Deus também tem a semelhança de um leão, de uma águia, etc.
Então, animais também podem representar a criação de Deus desde que estejam no seu lugar certo, mas no livro de Apocalipse o cordeiro ele é visto como, o filho de Deus, o filho do homem é visto como cordeiro,
e o cordeiro, Apocalipse 5, versículo 6, o cordeiro ele tem sete chifres, olha só, ele tem chifres também, então, é interessante como existem esses paralelos, agora, uma coisa que o cordeiro não tem,
eu estou só colocando algumas ideias que podem significar alguma coisa, mas o cordeiro não tem muitas cabeças, essa coisa que tem no Apocalipse, aqui mesmo tem o leopardo, tem quatro cabeças,
mas no livro de Apocalipse essa besta é igual ao dragão, ele tem sete cabeças e dez chifres, então, o chifre é um símbolo de poder, de força,
então, muitas cabeças dá essa ideia de não uma unidade perfeita, nós temos uma sucessão de reinos diferentes, os reinos brigam entre si, quando surge o chifre que representa o anticristo nessa visão de Daniel,
e isso acontece lá em Apocalipse também, quando surge esse chifre que vai ser a personificação do homem do pecado, ele arranca outros três chifres,
então, você tem essa ideia de um conflito interno, e o cordeiro não, o cordeiro é um só, ele tem uma cabeça só, é harmonia, é unidade, é tudo ligado a Jesus, a Deus, Jesus como manifestação de Deus e é uma cabeça só,
mas são muitas simbologias, são muitos aspectos e aos poucos Deus pode nos revelando, então, o ponto importante em Daniel 7, como a gente já mostrou,
o ponto central é o ancião de dias e o filho do homem, mas em relação a esse contexto, a essa cena que é descrita na visão, o ponto mais importante é o quarto animal,
então, os quatro animais são terríveis, os quatro animais são devoradores, eles não trazem vida, não trazem harmonia, não trazem bem para as pessoas que eles governam,
eles pisam, eles devoram, eles oprimem, essa é a simbologia, essa é a verdade que está por trás do sistema humano, então, todos os sistemas humanos, todos os sistemas humanos,
ou de uma forma muito explícita, é como eu tenho falado, existem governos que são muito mais fortes, muito mais, evidenciam muito mais esse espírito,
se nós pensarmos em muçulmanos, nós temos governos muçulmanos que são muito opressores e temos governos muçulmanos que não são tão ruins,
os governos procuram fazer até o bem para o seu pessoal, o povo vive em mais harmonia, tem mais paz, a mesma coisa acontece com governos socialistas
e também, até mesmo, por exemplo, nós aqui no ocidente, nós prezamos muito a democracia como uma forma de governo que permite mais liberdade, que permite mais um bem-estar maior para as pessoas,
o poder não está nas mãos de uma pessoa, tem a divisão dos poderes executivo, legislativo, judiciário, tem essas situações, mas existem governos até assim de monarquias,
de ditadores que não são tão ruins, já existiram no passado, existem hoje governos totalitários que não são opressores, o que nós precisamos entender é que todos os governos,
todos fazem parte desse sistema, então governos democráticos, governos totalitários, mas existem diferenças entre um e outro, nem todos os governos manifestam tão claramente esse poder maligno,
por exemplo, nesse contexto de Daniel, nós não temos nos relatos bíblicos muita coisa negativa a respeito do reino da Pérsia, o governo da Pérsia, em geral, foi bom para o povo de Israel,
foi Siru que deu a ordem de voltar do cativeiro, o livro de Ester também, que é no período do reino da Pérsia, também o rei em si não foi tão mal, o rei Dario de Daniel 6,
enfim, os governantes da Pérsia não são retratados como governantes tão ruins, mas eles, aqui está descrito, é um dos quatro animais, é um dos sistemas que faz parte do sistema da besta,
então a gente precisa entender que existem essas variações, mas que todos os governos, e isso é que o povo de Deus precisa entender, nós precisamos abrir os nossos olhos,
porque o sistema da besta, o sistema da Babilônia, o sistema que vem do dragão, em qualquer momento ele pode assumir a sua verdadeira característica,
então mesmo nos governos democráticos nós podemos ter pessoas que começam a manifestar realmente a estratégia do inimigo para trazer o governo, o sistema do inimigo,
então nós precisamos entender que todos os governos fazem parte desse sistema, mas claro que existem diferenças, então na visão de Daniel, o quarto animal, ele era muito pior do que os outros,
então todos eram devoradores, mas o quarto era pior, então vamos ler de novo no versículo 7, Daniel 7,7, "Depois disso continuei olhando nas visões da noite",
em vários momentos Daniel fala isso, que ele viu alguma coisa e depois ele ficou olhando, é quase como se ele estivesse querendo examinar mais e ele focava os olhos e a visão desenrolava mais diante dele,
então ele continuou olhando nas visões da noite e ele viu o quarto animal, terrível, espantoso, então a descrição desse animal supera muitos outros,
terrível, espantoso, muito forte, tinha dentes grandes de ferro, ele devorava, fazia em pedaços e pisava aos pés o que sobrava,
era diferente de todos os animais que apareceram antes dele e tinha dez chifres, ele vai falar sobre o pequeno chifre que surgiu,
mas antes eu queria juntar porque nesse capítulo às vezes você precisa juntar uma parte com a outra e como ele volta e pede mais explicações e lá na frente às vezes ele descreve um outro detalhe, então nós precisamos ir lendo e voltando para pegar as partes do quebra-cabeça,
então quando Daniel pergunta, no versículo 16, ele chega para um dos que estavam perto e pede a verdade acerca de tudo isso e ele me disse, fez-me saber a interpretação das coisas,
e aí ele fala, esses são quatro, são animais que são quatro, são quatro reis que se levantarão da terra, no versículo 19 ele fala, mas eu tive desejo de conhecer a verdade a respeito do quarto animal,
que era diferente de todos os outros e aqui ele dá mais um detalhe, que ele fala que era muito terrível, os dentes eram de ferro, isso eu já tinha falado, mas agora dá mais um detalhezinho do versículo 19, as unhas de bronze,
então ele tinha dentes de ferro, ou seja, era muito forte para poder devorar qualquer coisa e ele tinha unhas de bronze, que significa também que eram pés capazes de pisotear, de destruir tudo que estava pela frente,
então o animal que devorava fazia em pedaços e pisava aos pés o que sobrava, ok, então depois ele teve vontade de conhecer mais sobre os dez chifres e sobre o outro que subia,
então primeiro nós temos que o quarto animal é muito pior do que os outros, esse é um aspecto importante, o segundo aspecto ainda sobre o quarto animal é que ele tem dez chifres,
lá embaixo, lá na frente ele fala no versículo 23, ele fala "o quarto animal será o quarto reino na terra, será diferente de todos os reinos, devorará toda a terra, pisará aos pés e fará em pedaços",
versículo 24 "quanto aos dez chifres daquele mesmo reino se levantarão dez reis", então queridos irmãos, eu confesso que tem muitos mistérios aqui, tem muitas coisas, algumas coisas nós podemos associar ao passado,
eu já falei na outra aula que para alguns esse quarto animal é o império romano, que depois podemos dizer que se dividiu em dez partes, dez no número simbólico,
poderiam ser os países da Europa e depois o pequeno chifre que se levantou no meio deles, a outra aplicação que também já mencionei é que seria não o reino, o império romano,
na minha interpretação pode ser os dois, eu resolvi o conflito, pode ser o império romano, mas ele também aponta para um outro reino que veio depois, que foi o império islâmico,
também realmente o império islâmico cabe muito mais essa profecia de que dominou a terra e pisou e subjugou, o império islâmico foi muito mais,
sufocava muito mais, dominava muito mais do que o império romano, o império romano a princípio deixava cada povo com sua religião, com sua cultura, o império islâmico eles tinham mais imposição,
a força de tornar todos os seus países, todos os povos que eles dominavam, eles tornavam esses países a força e se convertiam ao islamismo.
Então esse quarto animal que é diferente, tem dez chifres do mesmo reino, se levantaram dez reis, vários irmãos também estão aplicando esses dez reis a aquilo que está acontecendo hoje,
países que estão se ligando à Turquia, a Irã para formar um novo califado, então tem vários aspectos disso que podem ser aplicados, mas o meu conselho, o meu espírito é nós ainda não sabemos,
tem muitas coisas aqui que não sabemos, mostrei na aula passada como tem fatores recorrentes, quando você olha a profecia, fala de um futuro próximo,
o livro de Apocalipse repete muitas dessas visões, mas já numa outra época, então já apontava para outras coisas que aconteceriam no futuro próximo, diferente de Daniel,
mas temos fatores recorrentes, essa natureza do quarto reino, quem pode ser o chifre, então existem aspectos nessa visão que vão se repetir na história,
mas a ideia de um quarto reino pior do que os outros, a ideia de que do meio daquele quarto reino, e mesmo esse quarto reino tendo dez reis ou sequenciais ou simultâneos,
mas no meio daqueles dez reis que fazem parte do quarto reino, vai surgir um chifre muito poderoso, então já vamos falar um pouquinho sobre as características desse chifre,
mas tudo isso aponta para uma manifestação, para uma plenitude, e é isso que nós colocamos aqui, de que esse quarto reino representa a plenitude do mal,
eu estou falando sobre várias coisas, vários princípios, mas lembrem que as coisas que Deus mostrou em Daniel 7, ele vai continuar, Daniel 7 não é nossa única chance de entender esses princípios,
várias coisas que estão nesse capítulo vão ser repetidas, tem um fator recorrente, tem a lupa que olha assim, vamos olhar mais agora no segundo e terceiro animal, vamos olhar o que vai acontecer nessa época,
então existem vários pontos, vários aspectos da visão que Deus vai revelando mais, sobre a guerra com os santos, sobre o chifre, tem muitas coisas aqui que nós vamos ver em mais detalhes lá para frente,
mas esse aspecto é sempre um dos aspectos recorrentes de que em algum momento, durante toda a história tem esses reinos que sobe e desce, que levanta um, depois cai, entra outro no lugar, mas é tudo o mesmo sistema, é tudo a mesma coisa,
eu sempre volto para o que a gente pensa também nos nossos regimes democráticos, entra um partido no poder, depois entra outro, um é contrário, um tem umas ideias, mas no fim das contas é o mesmo sistema, é a mesma corrupção, é a mesma opressão,
é a mesma coisa, muita gente não consegue enxergar isso, mas irmãos, nós precisamos ver que todos os sistemas humanos, sim, em maior ou menor grau, não são necessariamente todos iguais, existem governantes melhores, existem governantes piores, tem diferenças,
mas o que nós precisamos ver é que por trás dos governantes, por trás dos partidos, por trás do domínio, sempre vai aparecendo, infiltrando, às vezes de forma mais explícita, às vezes de forma mais encoberta,
mas sempre nós vamos ter esses sistemas que representam o sistema do mal, nós não podemos nos iludir pensando que existem governantes, que existem sistemas humanos,
que vão trazer em última análise algum benefício para a igreja, que vai permitir a igreja, que a igreja vai se unir, e essa é a grande prostituição entre a igreja e o sistema do governo que Deus sempre alerta.
Então nós precisamos entender que não importa qual é o sistema, não importa como nós falamos hoje, direito ou esquerda, ou democrático, ou islâmico, ou comunista, ou outro sistema de governo, outro tipo assim,
não importa, esses sistemas em algum momento vão se transformar nesse quarto reino, e esse quarto reino, à medida que cresce e se torna mais forte, vai dar lugar a esse chifre.
Então essa é a descrição de Daniel 7. Então tem quatro animais, o quarto reino, que esse número é simbólico, a sequência, como nós vimos, existe um tempo indeterminado,
então nós não sabemos quando que é exatamente esse quarto animal, era o império romano, não, depois se transformou no reino islâmico, não, depois tem alguma coisa mais no fim.
Então esse último reino é a manifestação maior do sistema que se levanta contra Deus, e desse animal surge esse chifre, esse chifre que nós sempre vemos como o anticristo,
esse chifre ele é alguém, nós vemos esse chifre como um governante, então nós temos o animal que representa o reino, então existe algo coletivo e existe algo específico,
tanto no reino das trevas quanto no reino de Deus, Deus tem um povo que Ele está preparando, a descendência de Abraão, a descendência que Deus vem procurando,
nós vamos falar sobre esse contraste, mas é do meio, no seio, como uma mulher que dá luz, esse povo coletivo trouxe ao mundo, por uma intervenção de Deus, é de Deus,
mas Deus usa a sua coletividade para trazer o filho do homem, o filho de Deus, o Messias, o filho de Davi, aquele que vai realmente encabeçar,
então no reino de Deus tem alguém, alguém que veio para sentar no trono, para trazer o reino, então nós temos uma interação entre um grande líder, alguém que saiu do meio do povo,
olha, Deus poderia ter enviado Jesus do céu, não para se tornar homem, mas simplesmente para vir aqui e para reinar sobre nós, Deus não tinha dificuldade de mandar aquele que almoçou com Abraão, aquele que se encontrou com Josué,
Deus podia sumir a uma forma humana, mas não era um homem de verdade, era apenas a semelhança de um homem, mas Deus escolheu se tornar homem sendo gerado, sendo produzido do meio de uma nação,
então a encarnação, mas tem Jesus e tem também o seu povo, e isso está tudo aqui nesse capítulo 7 de Daniel, e do lado do inimigo nós temos os quatro reinos sucessivos,
então são reinos, claro que são representados por reis, mas são reinos, são reinados, é uma coisa coletiva, o animal é o reinado da Babilônia, da Pérsia, da Grécia,
mas do meio daquele quarto animal surge um chifre, surge alguém que personifica, e em segundo T.N.S. essa pessoa é chamada assim o homem da iniquidade, o homem do pecado,
e nós temos várias profecias a respeito do anticristo, então assim de um lado é como no outro, nós temos um reino e temos alguém que é o líder, que é o campeão,
que é aquele que conduz o seu reino a uma posição de domínio, então o chifre ele tem essa ideia, então nós vamos agora ler um pouquinho sobre o chifre,
nós procuramos aqui os versículos que falam sobre o quarto reino, então o quarto reino é terrível, o quarto reino é mais forte, o quarto reino é muito mais esmagador, muito mais opressor do que os outros,
então agora vamos ler os versículos que falam sobre esse chifre, voltando para o versículo 8, então o quarto animal tinha dez chifres, versículo 8, estando eu observando,
olha só como Daniel ali não ficou contente só de "ah eu vi quatro animais, escrevi os quatro animais", mas ele ficou olhando, mas esse quarto animal o que ele tem de diferente?
E aí ele ficou observando, ele ficou olhando para os dez chifres, versículo 8, e ele viu que entre esses dez chifres subiu outro, então seria o décimo primeiro, subiu outro chifre pequeno,
e três dos primeiros chifres foram arrancados diante dele, arrancados, ele não só sobressaiu sobre os outros dez, mas para ele se levantar, ele arrancou outros três,
e isso tem várias coisas que você pode estudar e comparar com ideias, com cumprimentos no passado, no tempo do Império Romano, ou no tempo da Grécia,
porque também na Grécia ele fala sobre o chifre, tem as coisas que falam aí no fim dos tempos, então tem várias aplicações, mas a ideia é essa, que esse décimo primeiro chifre ele arranca outros três,
então ele não é alguém que traz harmonia e paz, ele é alguém que traz um conflito, ele arranca outros três para ele conseguir tomar o seu lugar, e este é o Espírito Satânico,
o Espírito Satânico é arrancar, irmãos eu vou parar de novo para fazer uma aplicação, nós precisamos, precisamos entender, precisamos entender, Deus, eu vou falar sobre isso daqui a pouco,
Deus, como nós temos visto em todo o livro de Daniel, Deus é soberano, Deus não perde o controle por causa do quarto animal, por causa do chifre que se levanta, Deus nunca perde,
como Deus falou com Nabucodonosor, ele falou assim, eu que levanto, eu que coloquei você no trono, você é cruel, você faz coisas terríveis, mas fui eu que te coloquei no trono,
então nós temos essa ideia da soberania de Deus, que é difícil para nós entendermos, porque até parece que Deus está querendo, que Deus põe para fazer isso, e isso não é verdade,
é difícil para nós entendermos como Deus pode ser soberano e permitir coisas tão terríveis assim, mas é o que eu quero que o Espírito Santo nos mostre,
o povo de Deus, a igreja precisa abrir os olhos, porque Deus permitiu Babilônia para fazer algo que era do plano de Deus, levar o povo para o cativeiro, Deus permitiu isso, Deus levantou a Pérsia, permitiu que a Pérsia restaurasse o povo para sua própria terra,
Deus usa governos, Deus consegue chegar ao ponto que Ele quer, Ele faz acontecer as coisas que Ele quer, porém o sistema, o sistema desses reinos é totalmente contrário a Deus,
mesmo um reino, vamos supor o Ciro, que foi usado por Deus, mas é só você estudar um pouquinho os reis da Pérsia, você vai descobrir que eles também aplicavam os princípios satânicos,
eles também tinham todos os princípios, era um reino satânico, era um reino da besta, nós não podemos nos iludir, quando o chifre pequeno se levanta, ele arranca os outros, esse é o princípio,
cada governo quer arrancar os que fizeram o governo anterior, o que eles fizeram, como fizeram, nós estamos acostumados desde prefeituras até estadual, até nacional,
cada um quer desfazer ou arrancar os que são contrários, então esse é o princípio e nós precisamos ter uma visão, precisamos entender como esse princípio satânico opera,
para nós não nos contaminarmos com isso, porque como eu também tenho enfatizado muitas vezes nas aulas, esse sistema impera na igreja, grande parte da igreja, os mesmos princípios,
às vezes, eu até ouvi falar de uma igreja em algum lugar no Brasil que colocaram aquela faixa, igual faz nos comércios, sob nova direção, se fosse sob nova direção e chegasse o governo de Deus seria bom,
nós precisamos ter uma nova direção sobre a igreja, mas o que eles queriam dizer, nós tiramos o governo anterior, nós tiramos o cara que estava na frente e agora vocês podem vir aqui, porque agora nós temos um governo novo, nosso é melhor,
e essa é sempre a ideia, então prestem atenção, prestem atenção aos princípios dos governos humanos, ao princípio de imposição satânica, ao princípio quais são os princípios do reino de Deus,
nós precisamos entender, na nossa família, nós precisamos implantar o reino de Deus, não é governo por imposição, existe autoridade, existe obediência, os filhos precisam aprender a obediência,
mas o sistema, o sistema do governo de Deus é diferente, e pai, mãe, marido, esposa, pastores, grupos de comunhão, em todos os níveis do reino de Deus, equipes de ministério,
nós precisamos implantar o reino de Deus, é outro sistema, não é esse sistema de imposição, não é esse sistema de arrancar quem veio antes de mim, de desfazer, de tirar o outro para que eu possa dominar,
então precisamos realmente enxergar esses princípios de Deus, então voltando para o versículo 8, então três dos primeiros chifres foram arrancados diante desse chifre,
e no final do versículo 8, neste chifre, havia olhos como os olhos de homem, e uma boca que falava com vanglória, então nós vamos só colher aqui algumas características,
e eu quero lembrar de novo Apocalipse 5, versículo 6, que fala do Cordeiro, o Cordeiro, ele tinha sete chifres e sete olhos,
então olha só como o falso ele imita o verdadeiro, mas é totalmente contrário, porque o Cordeiro que João viu em Apocalipse 5 era o Cordeiro que tinha sido morto,
e vai ter uma imitação disso no sistema da besta também, porque em Apocalipse 13, uma das cabeças da besta, seria um dos reinos sucessivos da besta,
uma das cabeças recebeu um golpe mortal, foi ferido de morte, e essa cabeça se recuperou, foi curada, então até essa ideia de morte e ressurreição tem uma imitação,
é claro que é totalmente falso, é diferente da morte que Jesus sofreu e que o povo de Deus vai passar, mas nós precisamos entender como tem essas falsificações,
como tem essas imitações, e os olhos do Cordeiro em Apocalipse 5 são os espíritos de Deus, então os olhos do Cordeiro são o espírito,
são os sete espíritos de Deus que percorrem toda a terra, e que olham não para destruir, não para ferir, não para condenar, mas para achar,
porque a Bíblia fala que os olhos de Deus estão procurando corações abertos para ele, ele quer habitar, os olhos de Deus querem trazer as pessoas para perto de Deus,
querem revelar o pecado para que seja purificado, mas querem trazer as pessoas para a luz de Deus, esses olhos aqui, a gente sempre tem até aquele livro famoso,
1984, que foi escrito bem antes, eu não sei o ano, mas era sobre o Big Brother e tinha toda aquela ideia de que isso foi antes de ter a tecnologia que nós temos hoje,
mas esse livro conta como um sistema de governo, um sistema opressor, um sistema que observava, que acompanhava a vida de todos os cidadãos,
então na casa de cada pessoa tinha uma televisão e o governo tinha olhos para ver o que cada pessoa estava fazendo,
então os olhos do sistema da besta, do sistema do anticristo, são olhos que querem observar, que querem controlar, que querem trazer as pessoas debaixo de um sistema opressor,
então ele tem olhos como os olhos de um homem e uma boca, o que mais sobressai do chifre é a boca, então no versículo 8 ele tem uma boca que falava com Vanglória,
então agora vamos pular para o versículo 11, eu estou aqui colhendo informações sobre o chifre, então o quarto animal ele é mais terrível e desse quarto animal surge esse chifre,
no versículo 8 ele recebe olhos e tem olhos como de homem e ele tem uma boca que falava com Vanglória, então esse chifre é uma pessoa e que ele fala coisas muito exaltadas,
versículo 11 "então estive olhando", depois que Daniel vê o ancião de dias e tal, no versículo 11 ele fala "estive olhando por causa da voz", é interessante a gente, pelo menos a forma como Daniel registrou aqui,
que ele viu os quatro animais, no versículo 9 ele continuou olhando, depois dos quatro animais e do chifre e tal, ele continuou olhando e viu que o ancião de dias colocou o trono dele,
montou o tribunal dele aqui na terra e tinha milhões e milhões de seres celestiais diante dele, então ele recebe essa visão depois dos quatro animais, ele recebe essa visão do trono de Deus e de um grande tribunal que está sendo montado para julgar,
só que parece que paralelamente enquanto estão montando todo esse cenário do tribunal de Deus,
versículo 11 "estive olhando", é como se fossem duas cenas e ele está olhando maravilhoso ver o tribunal de Deus, mas ele está ouvindo, porque fala assim "estive olhando" por causa da voz,
ele está olhando para o tribunal de Deus, mas ele não consegue ficar focado ali, porque tem uma voz, tem uma voz no fundo, tem um barulho, tem um ruído e ele olha por causa da voz das grandes palavras que provinha do chifre,
então esse chifre, uma das coisas, vai ter outros aspectos, mas uma das coisas que o chifre faz e que aparece em outros textos paralelos é que esse chifre fala coisas muito exaltadas, coisas assim absurdas, blasfêmias,
ele é muito exaltado, já já a gente vai conferir isso só para a gente ter essa descrição completa, então ao mesmo tempo que Deus está montando o tribunal, ao mesmo tempo, é mais ou menos como o Béu Sazá,
você lembra no capítulo 5, Béu Sazá, o exército do império médo persa está cercando a cidade e Béu Sazá faz uma festa e nessa festa ele manda pegar os vasos sagrados do Deus Altíssimo,
então no momento em que o reino dele está na beira do precipício, quase caindo, ele ainda assume uma posição pior ainda do que antes e essa atitude, Béu Sazá, é uma atitude do chifre,
o que nós estamos vendo aqui, esse chifre que vai aparecer no final, ele já apareceu várias vezes na história em medidas parciais, Nabucodonosor foi alguém como esse chifre que fez uma estátua e mandou todo mundo adorar,
essa é uma atitude do chifre, Béu Sazá tomou essa atitude de festejar e de usar os vasos do Deus Altíssimo para seu próprio prazer, então são atitudes arrogantes, atitudes totalmente sem nenhum temor,
não existe Deus, não existe nenhuma possibilidade, eu estou aqui, eu fico para sempre, então esse governo humano ele se exalta, por isso nós podemos ter muito, eu estou repetindo isso,
porque a manifestação dessa atitude está em todos os governos, gente, é só você ter olhos para ver, você vai achar a atitude do chifre em alguns governos que nós achamos até benéficos,
que nós gostamos de certas coisas que eles fazem, mas nós vamos achar, eu não preciso ir muito longe para achar nos governos brasileiros, nos governos norte-americanos que a gente conhece mais,
mas é só você acompanhar qualquer governo, qualquer lugar, você vai achar essas atitudes do chifre, essas atitudes de exaltação, de se colocar, e às vezes as pessoas usam até o nome de Deus, mas estão se exaltando,
então muito cuidado, cuidado com o nacionalismo, cuidado com exaltação, cuidado com achar que eu sou o máximo, todas essas ideias são, às vezes são mais fortes, às vezes são mais escretas, mas estão ali, estão ali porque fazem parte do sistema,
então aqui no versículo 11 tem grandes palavras, tem coisas terríveis, vai, o anticristo mesmo ele vai ultrapassar todas as medidas que nós já vimos, mas como eu tenho comentado, Coreia do Norte,
os governantes hoje da Turquia, do Irã, enfim, você vai encontrar esse espírito em todos os governos e alguns aparecem com mais clareza,
só que no versículo 11 já fala do fim, estive olhando até que o animal, porque o chifre ele é, ele está nesse quarto animal, então ele é o representante, ele é o dirigente desse quarto animal,
então o chifre é uma pessoa, mas o animal é todo reinado dele e o quarto animal foi morto, seu corpo desfeito, mas depois nós vamos ver outras informações sobre o chifre, vamos adiante um pouquinho mais,
versículo 20, Daniel teve desejo de conhecer a verdade a respeito dos dez chifres que tinha na cabeça, do outro que subia, diante do qual caíram três, isto é daquele chifre que tinha olhos,
tinha olhos e uma boca que falava com vanglória, então isso nós já vimos, é um chifre que tinha olhos, tinha uma boca que falava com vanglória e parecia ser mais robusto, antes ele era um pequeno chifre,
isso nós temos visto em muitas situações na política, uma pessoa que ninguém sabia a respeito dele, depende que ele apareça e chegue ao poder, isso tem acontecido muitas vezes em governos democráticos e não democráticos,
surge alguém, parece que do nada, de onde que veio essa pessoa, ele surge, ele é um pequeno chifre, fala no versículo 8, um chifre pequeno, só que aqui no versículo 20 já fala que ele parecia ser mais robusto,
ele cresceu, ele se inchou, ele se tornou mais do que os seus companheiros, agora nós vamos ter mais informações sobre o chifre, versículo 21, eu olhava e vi que este chifre fazia guerra contra os santos e os vencia,
então aqui nós temos uma coisa específica, o chifre vai fazer guerra, até aqui nós estamos vendo um reino vindo no lugar do outro,
aí quem vem contra a Babilônia é a Pérsia, aí vem a Grécia e derruba a Pérsia, aí vem Roma e derruba a Grécia, então nós temos essa sucessão de reinos na história,
em que um reino vence o outro reino, mas todos eles são reinos do anticristo da Babilônia, todos eles, mas aqui nós temos agora no final uma guerra do chifre, desse quarto animal,
contra os santos e isso também já aconteceu antes, a própria Babilônia fez guerra contra a nação de Israel, levou Israel para o cativeiro, antes da Babilônia foi a Síria,
então nós temos essa guerra que vem ao longo da história e que sempre está fazendo guerra contra os santos, mas aqui no final vai ser algo mais forte, mais específico,
então esse chifre fazia guerra contra os santos e os vencia até que, eu estou de propósito pulando, porque no versículo 11 ele fala da exaltação do chifre, mas vem o juízo sobre o quarto animal,
no versículo 21 o chifre fazia guerra contra os santos e os vencia, versículo 22 até que veio o ancião de dias e foi dado juízo aos santos, então sempre ele vê esse quarto animal,
esse chifre falando coisas absurdas, fazendo guerra, mas sendo no fim vencido, mas eu quero ainda antes de, na verdade hoje nós não vamos falar muito sobre a derrocada final dele,
mas queremos entender um pouquinho mais sobre quem ele é, ok? Versículo 23 então fala de novo sobre o quarto animal que é pior do que os outros, versículo 24 tem 10 chifres que serão 10 reis,
depois dele se levanta outro, qual será diferente dos primeiros e abaterá três reis, então esse é o princípio que eu tenho mencionado aqui, que esse chifre ele tem o princípio de derrotar,
pisar em cima dos outros, esse é o reino de satanás, agora versículo 25 talvez seja o que mais explique o que esse chifre vai fazer, versículo 25 ele proferirá palavras contra o altíssimo e destruirá os santos do altíssimo,
essa minha tradução fala destruirá, mas acho que essa tradução não é mais correta, ele vai desgastar, a palavra significa cansar, atacar, ficar assim continuamente atacando os cristãos,
isso aconteceu no império romano, contra os primeiros cristãos, eles foram perseguidos seguidamente, um imperador Nero depois levantava outro lá na frente, às vezes tinha um período com menos perseguição,
mas durante os primeiros séculos, os primeiros três séculos da história da igreja houve sucessivas ondas de perseguição, então isso é guerra contra os santos,
então ele profere palavras contra o altíssimo e destruirá, ou cansará, ou perseguirá os santos do altíssimo, cuidará em mudar os tempos, tempos determinados, mudar as épocas de celebração,
as épocas e as leis, como foram instituídos por Deus com Moisés, então ele vai mudar todo o sistema de vida das pessoas, eles os santos serão entregues nas suas mãos por um tempo e tempos e metade de um tempo,
mas aí também o tribunal se assentará no versículo 26 e lhe tirará o seu domínio. Bom, mais uma vez eu não vou conseguir chegar até onde eu queria nessa aula,
eu vou terminar só explicando um pouquinho dessa sequência para a gente ter uma visão, nessa sequência que eu mostrei na aula passada, então só vamos entender mais uma vez quais são os aspectos,
novamente nós não conseguimos chegar a falar um pouco mais sobre os santos, mas nós vamos falar sobre isso na próxima aula, se Deus permitir,
mas a sequência é, então ele viu quatro animais, o quarto é pior, ele viu um tribunal, então sempre, cada vez que ele fala do quarto animal e do chifre,
ele já fala em seguida a respeito do tribunal que isso não vai continuar, então nós temos uma sucessão durante toda a história desse domínio do mal, mas vai chegar a um ponto pior,
mas quando chegar no ponto pior é um sinal de que logo logo Deus vai reverter, Deus vai julgar e vai tirar esse domínio do mal, então tem o tribunal divino,
e aí vai ter uma transferência do reino para o filho do homem, mas não só para o filho do homem, então uma coisa assim, esse capítulo 7, a gente tem que falar assim, como esse capítulo tem verdades,
que algumas verdades, talvez para nós seja um pouco mais, a gente sabe, como eu falei, que o filho do homem é Jesus, mas para os judeus, para a revelação do Antigo Testamento,
essas revelações foram muito tremendas, impressionantes, porque o povo não tinha, Daniel não tinha essa ideia, então duas coisas são muito impressionantes nesse capítulo,
talvez eu poderia falar mais coisas, mas eu quero chamar a atenção para duas coisas, essa pessoa que é o filho do homem, isso foi uma revelação fantástica,
muito diferente do que eles tinham recebido, mesmo outros homens tendo recebido uma visão do trono de Deus, mas nunca tiveram uma visão tão clara de Deus e o filho do homem,
e essa interação acontecendo entre alguém que era homem, mas também era parte da divindade, então isso aí era uma coisa que eles não tinham o entendimento disso,
mas um outro aspecto era que o reino não seria um reino apenas do reino de Israel, os profetas tinham falado bastante que Deus iria restaurar, colocar um descendente Davi no trono,
Israel seria restaurado, vai ter o reino de novo, mas muitos só conseguiam ver que no meio de uma terra, de outros reinos e tal, vai ter um reino que é o reino de Deus em Israel,
mas eles não tinham uma visão tão clara, tem vislumbres no livro de Salmos e tem outros textos que as vezes dava uma pincelada, mas de maneira geral o povo de Israel não tinha uma visão
de que Deus iria implantar o seu reinado sobre toda a terra e que o seu povo, os santos faria parte desse reino, então nós temos aqui que não só o filho do homem vai receber o reino,
mas vários versículos e isso nós vamos focar mais na próxima aula, se Deus permitir, que os reinos deste mundo serão entregues aos santos do Altíssimo,
então os santos do Altíssimo vão receber o reino, não só o filho do homem, não só o descendente Davi, mas os santos vão reinar junto com ele, isso é algo que está parecendo de uma forma muito mais clara do que antes,
só que aí tem um ponto para chegar nesse lugar maravilhoso e essa é a parte que Deus vai revelando para Daniel ao longo do restante desse livro, é que Daniel estava preocupado,
o povo dele, o povo de Deus está no cativeiro, com certeza Daniel estava sempre perguntando e daqui a pouco no capítulo 9 ele vai perguntar "Deus já deu 70 anos, o que o senhor vai fazer?"
Daniel queria ver o povo dele voltar para a terra, Deus reinando, Deus governando no meio do seu povo e eles já estão sofrendo, eles estão no reino de Babilônia, eles foram levados para o cativeiro, sua cidade foi destruída
e tem algo que é maravilhoso que Deus está falando assim "Olha, esses reinos, eles vão chegar a um ponto final, vai chegar a um ponto que não vai ter mais, mas coitado Daniel,
imagine eu e você, nós estamos aí buscando de Deus, nós estamos no primeiro de quatro reinos e Deus está falando assim "Daniel, vai ter, tudo bem, vai ter os 70 anos, vocês vão voltar para a sua terra, mas vai continuar, esses quatro, esses reinos humanos, esses reinos do anticristo vão continuar,
vai ter um segundo reino, vai ter um terceiro reino, vai ter um quarto reino que é pior do que todos os outros, ou seja, Daniel, você não viu nada ainda, vêm coisas muito piores pela frente".
Então Daniel está vendo que sim, muita esperança, o ancião de dias vai se assentar, vai ter um tribunal, vai ser retirado o domínio desse quarto e último domínio e vai ser tirado para sempre e o povo de Deus, os santos escolhidos de Deus vão fazer parte desse reino,
mas antes vai acontecer essa sequência de quatro reinos e no quarto reino, Daniel, esse chifre que fala coisas exaltadas, que fala coisas muito absurdas, esse quarto reino vai fazer guerra contra o povo santo e vai vencer,
vai aparecer várias vezes ainda no livro de Daniel e no livro de Apocalipse, em outras passagens, então vem uma grande esperança, nós temos uma grande esperança e para a nossa alegria nós já estamos bem próximos do final,
graças a Deus não vai mostrar para nós, a gente vai ter um primeiro reino, um segundo reino, um terceiro reino, eu queria que nós estamos realmente nos aproximando do final, mas esse final é um final que vai ter várias coisas que nós precisamos estar preparados para isso,
nós precisamos entender que o caminho do filho do homem que veio nas nuvens, que virá com as nuvens do céu, que receberá o domínio, como é que esse filho do homem chegou lá, como que ele chegou lá,
então outras revelações em Daniel, em outras partes da bíblia nós vamos entender mais sobre quem nós sabemos pela história, o quanto que Jesus passou pela cruz para poder chegar à vitória final,
então nós estamos agora só, eu vou mostrar essa última folha aqui, mas nós não vamos ter tempo de detalhar, então esse aqui é só um gostinho para a próxima aula,
mas até o título da nossa aula hoje é o último reino e o reino eterno, porque Daniel viu quatro reinos, como eu tenho falado não são apenas quatro, mas esse quatro é simbólico, então ele viu como uma sequência de quatro, sendo que o quarto ainda não veio em plenitude,
então nós ainda estamos esperando esse cumprimento do quarto e último reino, então hoje nós estivemos falando um pouco sobre esse último reino, o quarto animal, o chifre, não tivemos tempo também para ler os outros textos sobre o chifre, as coisas grandes,
mas só para ficar completo assim nessa aula, você pode ler Apocalipse 13, que também fala sobre isso, e em segundo, Tessalonicenses 2, são dois textos que falam sobre como esse pequeno chifre fala coisas absurdas, blasfêmias,
como a boca dele fala contra Deus, ele se exalta contra Deus, ele se coloca no lugar de Deus, e ele faz guerra contra os santos, mas só para a gente ver numa pequena cápsula, só em síntese, o que Deus está mostrando nessa visão,
primeiro, uma coisa muito importante para a gente entender, a igreja não tem entendido isso ao longo dos séculos, existem dois reinos, mas em termos de área, porque as vezes a gente fala assim, reino, se o Brasil tivesse um rei, se o reino do Brasil, então Brasil é o território,
agora, os dois reinos, o reino de Deus e o reino de Satanás, não são duas esferas diferentes, eles estão brigando pelo mesmo território,
e uma das coisas assim, nós vamos voltar a falar sobre isso, Deus permitir, mas esse reino que é o reino que entregue para o filho do homem, e que o filho do homem inclui os santos para reinar junto com ele, é a criação, Deus não chamou para ir lá para as estrelas, para algum lugar celestial, para ficar no meio de nuvens, nosso reino não é lá,
o reino que Deus quer é o mesmo reino do jardim do Éden, é o mesmo reino de Gênesis 2 e 3, é o mesmo reino do início da Bíblia, é a criação, são todos os povos, tribos, nós vamos ver isso no capítulo 7,
o reino que entregue ao filho do homem não é um outro reino, às vezes a gente usa aquele versículo que Jesus falou com Pilato, meu reino não é deste mundo, pronto, eu não vou brigar com esse reino aqui porque eu não me interesso nesse reino, não, a origem do reino de Jesus não é daqui da terra, mas o reino que ele quer é a criação, os povos, toda a criação, a cultura,
às vezes tem pessoas que às vezes nem estão com tanta vontade, principalmente jovens, geralmente não estão com tanta vontade de ir para o reino de Deus, porque assim, eles estão interessados, tem ambições, tem desafios, tem realizações que querem fazer,
o reino de Deus é este reino, a diferença não é a área, não é a cultura, tudo que Deus criou aqui na terra, isso é muito importante, são sistemas diferentes, então o reino de Deus e o reino de Satanás é a área, o que eles querem dominar, o que eles querem governar é a mesma área,
mas são sistemas opostos, e nós precisamos entender mais sobre essa soberania de Deus, Deus nunca abdicou da sua soberania, porém existe durante todo esse tempo uma prevalência do sistema da besta, do sistema de Babilônia, então isso é uma característica de toda a história humana,
e durante esse tempo Deus está formando, como eu mencionei, o filho do homem, ele sai, ele é gerado por Deus, mas ele é gerado do meio do seu reinado aqui, que é o povo de Israel, a igreja, nós formamos um povo, um protótipo do reino,
e Deus está formando isso ao mesmo tempo que os sistemas humanos estão se preparando para formar essa última manifestação que é a besta com seu chifre.
Tem uma guerra constante desde o início, no Gênesis 3, que vai haver inimizade entre a descendência da mulher e a descendência da serpente, então tem uma guerra constante durante todo o tempo, mas vai ter uma guerra final, isso nós precisamos entender, uma grande guerra final.
A vitória do reino de Deus, o caminho do reino de Deus é por meio da morte da cruz, assim como Jesus venceu, seu povo, seus santos vão vencer no fim e aí nós vamos ter o juízo final.
E eu só quero terminar falando sobre nossa atitude em relação a essas revelações, talvez eu tenha que falar mais sobre isso, mas eu quero dar um toque aqui.
Daniel recebeu revelações tremendas, ele viu essas coisas, Deus mostrou para ele o que aconteceria nos séculos que viriam depois dele, ele viu o final de tudo, Deus mostrou muita coisa para Daniel, mas Daniel não saiu pulando,
Daniel não saiu se colocando como alguém se puxa, olha aqui gente, eu sei de tudo, eu sei que vai acontecer, muito pelo contrário, eu só quero mostrar para vocês um versículo 15,
depois que ele viu até essa visão do filho do homem, ele tinha visto tudo, em Daniel 7 e 15 fala assim "Quanto a mim, Daniel, o meu espírito foi abatido dentro do corpo e as visões da minha cabeça me espantaram".
E eu já mostrei um pouco porque Daniel ficou espantado, porque a história que ele viu pela frente não era só coisas boas, ele viu sofrimento, ele viu esse grande conflito entre os dois reinos.
No versículo 28 de Daniel 7 "Aqui findou assunto, quanto a mim, Daniel, meus pensamentos muito me espantaram, mudou-se em mim o meu semblante, mas guardei essas coisas no meu coração".
E só quero ir na frente aqui, no último versículo de Daniel 8, uma outra visão que Daniel recebeu, que nós vamos estudar depois, mas no final do capítulo 8, 8, 27 fala "Eu, Daniel, estive enfraquecido e enfermo há alguns dias, então me levantei e tratei do negócio do rei, espantava-me com a visão e não havia quem a entendesse".
E tem outros versículos que falam sobre como Daniel ficou debilitado, como ele ficou, ele desmaiou no capítulo 10, ficou trêmulo.
Então eu só queria dizer que essas coisas, primeiro a gente, o próprio Daniel não entendeu muita coisa, nós também não entendemos, eu não estou aqui para dizer que eu sei como que esse quarto animal vai aparecer, quem são os dez chifres, como é que isso vem.
E eu me interesso quando eu vejo que alguém está estudando, que alguém está se aprofundando na palavra, eu vou ouvir, eu quero, eu tenho feito isso, eu quero estudar, eu quero ouvir, mas o meu coração está numa posição de expectativa, dizendo "Deus, nós não sabemos ainda exatamente como isso vai acontecer".
O que eu estou procurando fazer aqui nessas aulas é tirar os aspectos centrais, aquilo que nós podemos aproveitar, o espírito, o detalhamento de como isso vai acontecer não está claro ainda, mas as coisas vão ficando mais claras.
Existem várias coisas que estão acontecendo no cenário mundial, estamos vendo, quase toda semana tem alguma coisa acontecendo, no Oriente Médio, quem está acompanhando a Turquia, quem está acompanhando a paz que está sendo feita entre Israel e os Emirados Árabes essa semana, sempre, várias coisas estão acontecendo.
Então nós estamos vivendo numa época em que os ventos estão soprando sobre os mares, então várias coisas vão acontecer e à medida que vão acontecendo, a gente estudando esses textos e nos colocando diante de Deus, nós vamos receber iluminação,
e ao mesmo tempo, claro que a visão tem que focar no tribunal de Deus, no poder de Deus, na soberania de Deus, na vitória final de Deus e do seu reino, mas também nós precisamos saber dessas coisas que vão acontecer, nós precisamos nos armar, nós precisamos estar preparados.
Então eu só queria terminar com essa nota, eu sei que não é uma nota feliz, mas essa nota de dizer Daniel, ele viu essas coisas e nós vamos ver isso várias vezes nas próximas visões, Daniel ficava perplexo, ele não entendia tudo, mesmo ele pedindo uma explicação,
havia várias coisas que ele não entendia, algumas coisas que ele entendia causavam temor, porque ele via que viria um tempo de perseguição, de sofrimento, então nós temos que colocar nossos olhos.
Claro que nossa esperança, nossa confiança, mesmo no momento em que o quarto animal está pisando na terra e o chifre está falando coisas grandiosas contra Deus, nossa esperança assim, Deus, Deus, o Senhor já está montando o tribunal, o tribunal já vai assentar e todo domínio vai ser tirado,
então nós temos essa esperança, mas nós precisamos estar prontos porque nós somos chamados para estar no trono com Jesus e o caminho para o trono no nosso caso não é diferente do caminho de Jesus, assim como Jesus venceu todo o poder do inferno, todo o poder da morte,
todo o poder do diabo ele venceu pela morte, por passar pela morte, a igreja também vai passar por desafios tremendos, nós precisamos estar fora, totalmente desligados, Daniel dentro do sistema do governo, mas Daniel estava desligado, ele não tinha parte nenhuma com o espírito da besta, isso é que nós precisamos buscar na nossa vida hoje.
Senhor Deus, é muito grande, nós nem estamos enxergando direito as coisas que o Senhor vai fazer, tem muito mistério, muita coisa que ainda não sabemos como fazer, mas nós pedimos a Ti, Senhor, que o Senhor nos dê ânimo, que o Senhor nos fortaleça,
ó Deus que o Senhor também faça como o Senhor fez com Daniel no capítulo 10, coloca tua mão sobre nosso ombro, nos levante, nos fortaleça, porque tem muita coisa e a gente fica deslumbrado com a visão daquilo que o Senhor vai fazer, com tua glória, com teu reino, com tua vitória final, mas vemos que há algo que nós não somos capazes de fazer,
é muito além da nossa capacidade, é muito além de sermos os santos, de participar contigo, pra quem o Senhor vai dar a glória do teu reino como o Senhor fez aqui em Daniel 7, ó Deus, por isso nós pedimos,
Senhor, fortalece-nos, anima-nos em Ti, dá-nos uma visão, ó Deus, da glória e da perseverança e da força que o Senhor vai dar, porque o Senhor está sempre no controle de todas as coisas, pedimos, ó Deus, a Tua graça conosco, em nome de Jesus, amém.