Clique aqui para fazer o download do esboço correspondente a essa aula.
12/09/21 – Esdras 1 – Baixardo áudio.
Vídeos / YouTube:

Transcrição
Muito bem, estamos iniciando nossa aula em Esdras, estamos em Esdras, capítulo 1, falando sobre o tempo da restauração, um tempo maravilhoso, né, pra gente pensar,
depois de tanto tempo, nesse caso aqui 70 anos, mas nós estamos vivendo uma época agora de séculos, milênios, de cativeiro, de estarmos longe da nossa herança, então é um tempo muito longo quando nós pensamos em restauração,
em sair de fato da Babilônia e voltar pra herança, voltar para o propósito de Deus, ver a casa de Deus reconstruída, então é um tempo que nos enche de bastante alegria, expectativa, esperança.
Nas últimas aulas temos falado bastante sobre a proclamação de Ciro nos primeiros versículos do capítulo 1, e agora nós vamos passar pra a resposta, Ciro fez uma proclamação,
Ciro foi usado por Deus, foi despertado por Deus para liberar, para proclamar e dizer "vocês podem voltar", e teve todo esse foco sobre a casa de Deus, e agora nós vamos ver sobre a reação, sobre o que o povo fez,
o que precisava ser feito, o que foi feito de fato para preparar o retorno, o retorno vai acontecer, vai descrever mais no capítulo 2, mas aqui nós vamos ver as preparações, as mobilizações para que esse retorno acontecer.
Estamos a orar pedindo a bênção de Deus que possa acontecer algo semelhante, nós não sabemos as vezes aplicar exatamente, nós estamos entrando em períodos em que parece que é tudo menos restauração, parece que tudo que tem no horizonte aponta pra um período de tribulação,
de anticristo, de coisas assim difíceis, mas ao mesmo tempo a Bíblia fala muito sobre uma grande colheita, sobre um grande testemunho da parte do povo de Deus, então Deus nos mostra que Deus revela como essa restauração pode acontecer no nosso tempo.
Senhor, realmente é algo que deve encher o nosso coração de estímulo, de despertamento, só de estudar isso, só de olhar para esse relato histórico, de ver como o povo ficou encorajado, como eles se levantaram,
como foi algo assim um tempo caeroso, um tempo em que finalmente chegou o momento de sair desse lugar de distância, de estar longe, exilado da sua terra, do seu propósito, da sua aliança com Deus e de poder voltar e de poder ter esse propósito de edificar tua casa.
Senhor, pedimos que o Senhor também estimule o nosso coração e que nós possamos estar prontos e preparados para aquilo que o Senhor quer fazer. Pedimos isso em nome de Jesus. Amém.
Então é só pegando a continuação da nossa última aula que falamos sobre o remanescente, não sei se essa folha aqui é da última aula, e falamos sobre o remanescente. Remanescente já indica que são poucos em relação ao grupo original, mas ainda falamos sobre um pequeno remanescente.
Então a ideia que vimos é que Deus trabalha através de juiz ou disciplina, é um processo normal de reduzir, lembrando a história de Gideão, como ele tinha um exército de 32 mil homens e Deus foi reduzindo até chegar a apenas 300 homens.
Esse processo eu só queria também fazer uma aplicação individual, porque a ideia, a alegoria principal se refere ao povo de Deus como todo, então Deus tem uma nação, ele tem um povo escolhido, esse povo escolhido na verdade é um instrumento que Deus quer usar para alcançar todas as nações.
Então nós temos toda a humanidade que Deus quer alcançar, não serão todos alcançados, mas o objetivo de Deus é alcançar todas as famílias, todas as nações da terra.
Então você tem toda a humanidade, mas antes Deus trabalha como uma pequena nação, mas dentro dessa pequena nação, Deus vai reduzindo, não porque ele não quer toda a nação, não porque os 32 mil homens de Gideão não fizessem mais parte do povo de Deus, Deus estava excluindo, recusando, rejeitando.
Não, Deus reduziu o número de 32 mil para 300 porque ele queria usar um povo que realmente pudesse, um número reduzido, que pudesse verdadeiramente ser um instrumento de Deus para trazer vitória para o povo de Deus.
E a ideia na sua amplitude é trazer vitória para todos, de todas as nações, de todas as famílias da terra, aqueles que vão aceitar o convite e fazer parte do reino de Deus.
Então essa ideia de reduzir para depois ampliar, de todas as famílias da terra, Deus escolheu Abraão, Deus escolheu a descendência de Abraão, quando Jesus veio, ele começou a trabalhar com 12 homens dentro de toda a nação de Israel.
Então Deus tem esse método de reduzir para depois ampliar. No dia de Pentecoste, Deus começou a ampliar, porque com 12 homens, mas tinha 120 no cenáculo, então daquele grupinho de 120, 3 mil pessoas aceitaram, outro dia foram 5 mil.
Então Deus foi ampliando, mas antes ele precisava de um número pequeno.
E eu só queria também fazer essa mesma analogia na nossa vida individual, e Jesus fala sobre isso em João 15, quando ele fala sobre a videira e os ramos, e ele fala sobre a necessidade de podar, e isso é uma coisa que pessoas que trabalham com vários tipos de plantações,
eu me lembro bastante do meu irmão que trabalhava com plantação de tomate em Goiás, e ele sempre usava essa ilustração também para compartilhar as verdades de Deus, porque o tomate, o pé de tomate, ele produz naturalmente muita folhagem,
ele produz muitos ramos, e a gente poderia pensar, puxa, quanto mais ramos, quanto mais folhagem, mais forte a planta fica, então você tem a parreira, a videira, é a mesma coisa, ela produz muita folhagem,
e cada broto, cada ramo que vai produzindo, poderias se dizer, olha, quanto mais ramos, mais fruto vai dar, mas não é verdade, a planta, o pé de tomate, ou a videira, que tem muitos ramos, não produz quase nada de fruto,
e aquilo que produz fica muito pequeno, muito sem vitalidade, sem tamanho, sem doçura, então fica uma coisa muito incompleta, dá pouco fruto e o fruto não é bom,
então Jesus dá esse exemplo, faz essa alegoria em João 15, falando que os ramos que não produzem fruto, precisam ser cortados, e quem já viu plantação de uva, sabe que depois de dar o fruto, depois de colher,
sempre tem uma poda, e uma poda radical, parece que até assim aquela planta fica reduzida quase nada, mas essa poda é exatamente a chave para que dê mais fruto, se não houver aquela poda, ela não vai dar fruto,
então isso vale coletivamente, uma igreja, um povo que tem muitos projetos, que anda em muitas direções ao mesmo tempo, não vai dar muito fruto, e isso vale também na vida individual,
porque na nossa vida a gente tem uma tendência de acumular, de ajuntar essa ideia de produzir muitos ramos, então eu tenho muitos projetos, eu tenho muitas atividades,
as pessoas que trabalham em empresas, vários tipos de atividades, quanto mais ocupado, quanto mais cheio de atividades, mais produtivo você é, e na verdade é o contrário,
porque se você se dividir entre muitos objetivos, você acaba não fazendo nenhum como deve ser feito, e a maneira de Deus é realmente cortar aquilo que não faz parte,
aquilo que vai desviar o fluxo da vida, a seiva, para propósitos que não fazem parte do reino, então existe um processo muitas vezes doloroso,
quando a gente lê sobre remanescente na bíblia, sempre é um processo difícil, como nós vimos aqui, disciplina, juízo, aí deixa um remanescente,
mas daquele remanescente vai cortando, e parece que quando você pensa, não, já, Deus já cortou, não, ele vem e corta mais, é mais ou menos isso que descreve em Isaías 6,
que ele fala assim que vai cortar, mas depois quando pensa que está crescendo de novo vai cortar mais ainda, porque Deus quer realmente que nós possamos dar fruto,
e dar fruto para o reino de Deus, não um monte de folhagem, um monte de coisas que a gente pode pensar assim, puxa, olha a minha planta, está bonita, está formosa,
mas não produz um fruto verdadeiro, então é só essa conexão com essa ideia de remanescente, ela tem uma aplicação coletiva para o povo de Deus,
mas tem uma aplicação na nossa vida individual, quanto mais Deus apura, quanto mais Deus reduz para aquilo que é realmente necessário,
às vezes, quem conhece, eu sempre falo do livro A Patrola de Deus, que foi um marco na minha vida, e é uma coisa que sempre volta,
sempre volta porque não é um processo único, então assim como plantas que vão dar vários anos, a mesma videira dá fruto vários anos,
mas cada ano tem poda, cada ano tem que reduzir, e quando reduz parece que cortou tudo, só fica assim uns toquinhos, parece que matou a planta,
não, reduziu tudo aquilo que é desnecessário ou que precisa ser feito para que suje uma vida genuína, não uma coisa que só aparenta beleza, aparenta atividade,
mas que realmente não tem o fruto para o reino de Deus. Ok, então agora nós estamos, já vimos assim então no capítulo 1 de Esdras,
os versículos 2, 3 e 4 são a proclamação de Ciro, vimos que ele faz menção quatro vezes, nesses três versículos, quatro vezes ele fala da casa de Deus,
ele fala que esse Deus está em Jerusalém, então não é uma casa que você faz em qualquer lugar, hoje não é essa questão geográfica, mas existe uma posição,
existe um lugar, a gente em vários momentos no nosso estudo sistemático, temos falado da simbologia, do significado de Jerusalém, Jerusalém é realmente assim uma história fascinante,
quando você vai para Jerusalém, você sente que existe algo diferente lá, existe um cumprimento literal, nós cremos que Jesus vai reinar literalmente em Jerusalém,
mas Jerusalém também tem um significado espiritual, então quando Deus estabeleceu que houvesse um lugar, um lugar, não qualquer lugar, você faz um culto,
cada um faz do seu jeito, hoje nós temos essa confusão religiosa dentro do cristianismo, tem tantos ramos, tantas histórias, tradições, correntes diferentes,
é assustador, porque a gente pode classificar em igreja católica, ortodoxa, protestantes, tradicionais, igrejas mais pentecostais, mas a subdivisão é assustadora,
é uma coisa inimaginável, tem pessoas que falam que existem 30 mil denominações, mas deve ter muito mais, porque cada esquina tem uma igreja que não é ligada a ninguém,
simplesmente alguém abriu um salão e aí vira mais uma igreja, e a gente sabe que esses nomes não são importantes, para Deus existe uma igreja só,
mas a ideia sim de que Jerusalém representa o oposto a essa ideia de que em cada lugar, essa era a ideia que Deus estava proibindo,
não é assim, cada cidade, cada lugar você vai fazer um altar do seu jeito, você vai adorar do seu jeito, não, tinha um lugar,
quando Moisés falou sobre isso em Deuteronômio 12, ele nem tinha Jerusalém ainda, eles não tinham entrado na terra, então não tem nenhum nome,
mas ele fala, quando vocês entrarem na terra vai ter um lugar, Deus vai escolher um lugar, e olha como Ciro, como a gente já falou,
ele bem provavelmente com a certeza ele não tinha nenhuma revelação, nós não podemos ter certeza disso, mas a probabilidade é que Ciro não estava
dizendo aqui, o único Deus verdadeiro é esse Deus e o único lugar que pode adorar, ele estava dando liberdade para o povo de Israel,
ele dava para outros povos e outras religiões e ele reconhecia outros deuses e outros povos, mas o que ele fala aqui é muito significativo,
a forma como essa palavra veio, ela é uma palavra muito profética, porque ele diz no versículo 3, o Deus que habita em Jerusalém,
então ele estava sendo movido por Deus, Deus que agiu soberanamente na história, ele estava movendo Ciro para dizer, vocês podem voltar para Israel,
para sua terra, mas não só para que vocês possam ter liberdade, viver nas suas propriedades, vocês têm uma missão,
e essa missão então foi dada por Deus através do rei Ciro, um rei pagão, estava dizendo vocês precisam construir uma casa para Deus
em Jerusalém, porque esse Deus habita em Jerusalém, agora lembrem bem, nós estamos falando aqui sobre um período no final do cativeiro
e nós vimos no livro de Ezequiel que Deus retirou sua morada de Jerusalém, Deus foi embora, tem aqueles capítulos 8, 9,
em Ezequiel em que Ezequiel vê a glória de Deus indo embora, Ezequiel já estava no cativeiro, mas Deus mostrou em visão como a presença de Deus
estava indo embora nesse momento da visão, o templo não tinha sido destruído ainda, mas Deus estava indo embora, Deus abandonou aquele lugar,
mas ele abandonou temporariamente, porque o propósito dele não mudou, então Ciro está dizendo por inspiração de Deus,
ele está dizendo vocês vão voltar para Jerusalém porque Deus mora lá, isso significa que eu vou só fazer um paralelo aqui,
a igreja hoje, essa igreja que existe, como eu falei, dividida e não é só a questão das divisões, toda a nossa base, eu não estou falando sobre uma igreja ou outra, estou falando sobre todos nós,
nós estamos no cativeiro, Deus retirou a sua morada daquele lugar, Deus não abandonou seu povo, Deus ouve nossas orações, Deus salva, Deus cura,
Deus faz milagres, Deus visita, Deus habita conosco pelo Espírito Santo, mas isso numa medida muito distante daquilo que Deus queria,
então nós precisamos reconhecer que estamos no cativeiro, que a casa de Deus nesse lugar de Jerusalém, essa posição de Jerusalém,
isso que Jerusalém representa que é a base da unidade, como é que nós vamos concordar sobre doutrinas, como é que nós vamos concordar sobre liturgias, práticas, maneiras de adorar, com a globalização,
a primeira coisa que as pessoas estão em igrejas diferentes, mas cantam às vezes as mesmas músicas, o estilo de louvor não é igual para todos,
mas existe muita padronização por causa da internet, por causa da maneira como tem comunicação, mas a nossa base é totalmente desunida,
nós não estamos nesse lugar que Deus projetou, mas isso não significa que Deus abandonou sua ideia, isso não significa que Deus desistiu,
o que Deus está falando por meio da boca de um rei pagão é que Deus tem o nome dele lá em Jerusalém e se quiser fazer uma casa para ele tem que voltar para lá, tem que sair do cativeiro,
tem que se dispor, se mobilizar e ir para o lugar certo, então esse é o chamado, essa é a convocação que nós vimos com essa proclamação de Ciro.
Então estamos aqui no versículo 5, então se levantaram os cabeças das famílias de Judá e Benjamin e os sacerdotes e os levitas,
com todos aqueles cujo espírito Deus despertou para subirem a edificar a casa do Senhor a qual está em Jerusalém.
Então nesse restante do capítulo, que é um capítulo curto até o versículo 5, fala sobre várias coisas que foram acontecendo,
que precisavam acontecer para que a partir do versículo 2 o povo já pudesse sair no seu retorno para Jerusalém.
Bom, a primeira coisa que nos chama a atenção é que Deus despertou, então essa palavra é usada duas vezes nesse capítulo,
no primeiro versículo Deus despertou o coração de Ciro ou o espírito de Ciro, no versículo 5 aqui Deus despertou um grupo, um remanescente,
não foram todos os que tinham ido para o cativeiro, mas Deus despertou, então fala que houve a proclamação e se levantaram,
quer dizer, um grupo se correspondeu ao chamado, ouviu o chamado e se dispôs.
Então nós temos sempre um grande mistério que ninguém vai saber explicar, o meu entendimento é que Deus não vai mostrar para nós
esse segredo, esse funcionamento misterioso da relação entre Deus e o homem, porque o homem não consegue fazer as coisas sem Deus, é impossível.
E aqui nesse capítulo nós temos muito claramente a iniciativa de Deus, Deus despertou Ciro, agora Ciro tem algum mérito no fato de ter respondido,
de ter correspondido a esse despertamento, provavelmente sim, mas nós não entendemos exatamente como é que funciona, e aqui no versículo 5 algumas pessoas se levantaram,
e aí a descrição é que em resposta a essa proclamação vários líderes, cabeças, cabeças das famílias, a família naquela época e naquela cultura
era muito mais do que uma família que chamamos assim, uma família nuclear, uma família casal e filhos, a família era praticamente um clã,
era uma família estendida, incluía o patriarca e a sua esposa e vários filhos casados e primos e tias, a família tinha uma organização muito mais ampla
do que só um casal e os filhos, então essas cabeças das famílias eram pessoas de mais idade que eram avós, que eram pessoas que representavam um grupo maior,
a sociedade ela era organizada por famílias, ela não era tão individualizada, hoje a gente não consegue nem unir os pais com os filhos,
quando são adultos assim, cada um tem sua própria cabeça, anda na sua própria direção, naquele tempo era assim, todos seguiam diretrizes,
todos seguiam assim quando tinha uma decisão, a gente não sabe exatamente como eles faziam mas vamos supor que tinha um cabeça de família
que representava sei lá, 6, 7, 8, 9, 10 núcleos casais que eram parentes, então representava 50, 60, 70 pessoas naquela família e o patriarca,
o líder da família ele dizia, olha Ciro proclamou que nós podemos voltar, então nós estamos decidindo que nós todos vamos voltar,
eu não sei se era necessariamente todos obedeciam, todos seguiam, a gente não tem dados pra dizer mas de maneira geral a coisa funcionava assim,
eles andavam mais como blocos, eles seguiam juntos, então a organização por famílias, então os cabeças das famílias e aqui fala do grupo que era,
que constitui a Judá, o reino de Judá que era Judá, Benjamin e os Levitas, então lembra assim na história antes do cativeiro os dois reinos Israel,
no norte com 10 tribos e Judá com Benjamin e os Levitas no sul, então esse conjunto aqui era basicamente a organização, a distribuição que tinha ido pro cativeiro,
então eram famílias, cada família tinha a cabeça e eram de Judá, Benjamin e os Levitas, por isso que sempre fala assim que as 10 tribos ficaram perdidas,
porque aqui não fala de um retorno específico das 10 tribos, mas existem poucas menções, mas por exemplo no início do evangelho de Lucas,
fala de alguém, Simião, não, acho que Ana, Ana era em Lucas 2, fala no tempo de Jesus que ela era da tribo de Azer, então era uma das 10 tribos,
e sempre nos livros, principalmente de crônicas, fala que durante o tempo que ainda tinha as 10 tribos e depois que eles foram pro cativeiro,
muitas pessoas das 10 tribos foram para Judá, então Judá já juntava ali remanescentes de outras tribos,
então as tribos principais que eram representadas eram Judá, Benjamin e os Levitas, mas então as cabeças de família se levantaram,
essa foi a base da organização, isso foi a base de como aconteceu esse grupo de remanescentes, mas aí fala com todos aqueles cujo espírito Deus despertou,
então eu não acho assim, Deus foi escolhendo aleatoriamente, eu vou despertar esse, esse, esse e outras pessoas Deus nem despertava,
será que Deus estava despertando, o Espírito Santo estava agindo e algumas pessoas atenderam e outros não,
então existe, não é uma coisa que Deus está nos manipulando, nos puxando como se nós fossemos pequenos marionetes, pequenos robozinhos,
Ele está agindo, nós não podemos fazer isso sem uma iniciativa de Deus, então vamos entender uma coisa, claro a gente tem falado sobre isso,
não preciso repetir muito, mas vamos lembrar que Deus havia determinado 70 anos, então Deus tinha um tempo no seu cronograma,
não adiantaria um grupo dos exilados dizer gente, eu acho que já deu tempo, vamos voltar, é hora de restauração, não, isso tinha que partir de Deus,
então esse capítulo de Ésdas mostra muito a soberania de Deus, a iniciativa vem dele, então Deus despertou o coração de Ciro,
Deus disse que era hora, Deus fez sair a proclamação e agora Deus está despertando as pessoas,
Deus não fez só assim, cutucando Ciro e liberando sim, mas agora vamos ver quem vai sair, não, o Espírito de Deus estava agindo e despertando,
agora nós precisamos ter um coração atento, então isso tem diferentes graus, nem todo mundo tem um coração atento à escatologia,
a cronologia do plano de Deus, nem todo mundo está ligado, Daniel estava estudando, quantas pessoas além de Daniel, nós não sabemos,
mas Daniel é um exemplo de alguém que ele não estava esperando Deus despertar, ele tinha o coração continuamente despertado,
e antes que acontecesse ele já estava olhando as profecias e dizendo, será que não é tempo Deus, então ele estava atento, isso é uma coisa importante,
agora outras pessoas serão despertadas depois, mas o importante é realmente cultivar um coração atento a Deus,
então quanto mais nós tivermos um coração que está ligado aos propósitos de Deus, quanto mais o nosso coração está dizendo assim,
aquele exemplo de David que estava tudo bem na vida dele, tinha vitórias, ele estava assim, estava prosperando, estava tudo maravilhas para ele,
e ele disse, mas Deus, eu estou preocupado com o Senhor, o Senhor não tem uma casa, Daniel estava vivendo bem, ele não estava sendo,
ele passou por momentos de perseguição, de perigo, mas de maneira geral Daniel estava vivendo uma vida relativamente tranquila na Babilônia,
mas ele estava atento, porque para ele não estava bom, ele não estava assim, eu tenho que comer, beber, eu tenho uma casa, está tudo fluindo bem,
ele tinha esse ímpeto, ele tinha esse anseio por Deus e pela causa de Deus, então quem que Deus vai despertar?
As pessoas que estão preocupadas, as pessoas que estão atentas, as pessoas que pensam, Deus, será que não é hora de Jesus voltar?
Será que não é hora de acontecer o teu reino? O cativeiro, a tribulação, isso aumenta, mas veja bem, nesse momento da história,
nesse livro de Esdras, a perseguição tinha acabado, não tinha mais perseguição, eles estavam relativamente tranquilos,
mas veio um despertamento, veio um momento de dizer, é tempo de voltar e Deus foi coordenando todas as coisas,
então nós temos aqui um tempo favorável e um tempo que Deus estava fazendo com que tudo apontasse na mesma direção,
então pode parecer fácil, mas é incrível quanto que nós podemos ser cegos, mesmo quando Deus está abrindo todas as portas,
nós podemos dizer, eu não estou sentindo nada, eu acho que não é hora de voltar, é muito perigoso e pode não dar certo,
a gente pode ter uma atitude totalmente contrária se a gente não tiver um coração e como nós já falamos também na última aula,
no versículo 4, ele fala sobre ser peregrino, então a coisa muito importante de alguém que vai ser despertado é ter um estilo de vida
e uma atitude de coração de ser um peregrino, peregrino é aquele que não sente que esse é o seu lugar,
eu quero mostrar um termo que vai ser bastante usado aqui no versículo 11, no último versículo do capítulo 1,
ele fala assim, quando os do exílio subiram de Babilônia para Jerusalém, então nós temos essa palavra peregrino,
Abraão foi um peregrino, então Deus falou assim, olha eu vou te dar essa terra, mas ele estava na terra que Deus falou que ia dar,
mas ele não tinha possessão ainda, mas o exilado é muito pior, tem aqueles que estavam na escravidão no Egito,
isso é terrível, pior ainda, você está na escravidão, mas o povo aqui nesse tempo do início do retorno aqui,
o povo eles eram exilados, quando você, tem muitos exemplos, quando você sai, muitas pessoas do Brasil saem
ou temporariamente ou as vezes até permanentemente vão morar num outro país, então é uma escolha,
a pessoa vai trabalhar, estudar e talvez resolver até fixar residência permanente num outro país,
mas a pessoa que viveu, que nasceu e viveu um certo tempo, criança se adapta melhor, mas a pessoa que tem realmente raízes,
por exemplo no Brasil, pode viver o resto da vida, eu lembro sempre do meu pai, que meu pai nunca retornou
para a sua terra de origem depois que veio para o Brasil, ele morreu aqui e nunca retornou,
mas ele era, ele veio com 41 anos de idade, ele nunca se sentiu brasileiro, ele adotou, era o lugar,
ele não voltou, mas ele se sentia um estrangeiro, ele não conseguia falar como brasileiro,
não conseguia pensar como brasileiro, ele tinha outros aspectos, eu estou querendo descrever a ideia de um exilado,
meu pai não era um exilado, ele veio aqui por direção de Deus, mas pense no tempo da ditadura,
muitas pessoas que se opunham ao governo, ou que causavam algum problema, eram exilados,
existem muitos exemplos disso na história, uma pessoa exilada é uma pessoa que é obrigada a ir para um outro lugar
e não pode voltar, e tem aquele Salmo 137 que ele fala assim, a gente está na Babilônia,
o pessoal pede para a gente cantar uma música nossa, mas nós temos tristeza enquanto não tiver Jerusalém de volta,
então um exilado é, ele é uma pessoa que nunca se conforma, ele ama a sua terra de origem,
e isso aqui não é uma questão de patriotismo ou de nacionalidade, isso aqui é para falar de uma aliança com Deus,
de uma posição do reino de Deus, todas as culturas, todas as raças serão aceitas igualmente no reino de Deus,
mas enquanto nós estivermos debaixo de um domínio, de um sistema que é antagônico a nós, que é estranha,
que é contrário, tudo que fala de opressão, de não fazer para o bem, de não ter igualdade,
de não cuidar das pessoas necessitadas, de não permitir aquilo que realmente Deus nos criou para ser,
tudo que nos faz viver dentro do sistema contrário é para nos fazer sentir como exilados, nós somos exilados,
então se a pessoa se assimila dentro de uma outra cultura e deixa de ter esse sentimento assim,
eu estou longe da minha terra, eu estou longe daquilo que realmente faz parte da minha identidade,
a pessoa não quer voltar, a pessoa se acomoda onde está, os judeus, o povo judeu, eles têm uma longa história
de estar fora da sua terra e muitos acabam até vivendo bem, mas eles não perdem a maioria,
tem muitos judeus que perderam a identidade, se sumiram, ninguém sabe mais que eles são judeus,
mas muitos judeus mantiveram, então essa é a ideia que nós temos que ter também como cidadãos do reino de Deus,
nós somos exilados e enquanto nós não pudermos viver no reino de Deus, nós não vamos nos sentir em casa,
nós não vamos sentir que pertencemos, esse é um longo assunto e hoje tem um conflito grande,
tem países que estão enfatizando muito o patriotismo, o amor à pátria e eu acho que cada povo tem que amar
e defender e se favorar à sua cultura, mas existe algo que é contrário ao reino de Deus,
porque se nós exaltamos a nossa nacionalidade, se nós lutamos em favor de algo que passa a ter uma prioridade,
uma importância e uma identidade acima do reino de Deus, nós estamos deixando de ser exilados,
então eu estou querendo dizer que esses que Deus despertou, com certeza eu estou até fazendo algumas suposições
que nem tu está explícito aqui nessa passagem, mas eu estou usando a palavra do versículo 4,
que são pessoas, o remanescente, são aqueles que estão peregrinando, são aqueles que não sentem que são permanentes,
não sentem que eles fazem parte, que agora não, agora essa aqui é a nossa pátria,
não vamos defender Babilônia ou Pérsia, não, aqueles que são peregrinos, aqueles que são exilados,
precisam realmente dedicar e cultivar essa ideia, porque são essas pessoas que serão despertadas,
então existe uma grande iniciativa de Deus, Deus é dono dos tempos e das estações,
Deus muda as estações, existem muitas estações na vida de um povo, existem altos e baixos na economia,
existem diferenças políticas, existem momentos no mundo e em países em que parece que todos, tudo parece que contribui
para uma certa tendência política, então existem estações, estações boas e estações ruins,
Deus é quem muda os tempos e as estações, mas nós precisamos ficar muito mais atentos,
é muito bom quando você sente, puxa, nós estamos num período de crescimento da economia, está muito bom,
para emprego está muito bom, as pessoas estão conseguindo achar emprego e tal, isso é bom,
mas tem algo que é muito mais importante que isso, isso que eu estou querendo dizer assim,
Deus falou através de Jeremias, naquela carta famosa que a gente está citando bastante,
em Jeremias 29, ele falou assim, vocês vão ficar muito tempo, então busque a paz da sua cidade,
procure, ajude a crescer, ajude a prosperar, mas não para a gente fazer parte,
então a lealdade a um patriotismo ou a uma identidade é sempre secundária, nós somos exilados,
nós pertencemos a uma outra identidade superior e se isso não for muito claro no nosso coração,
eu acho que o processo de despertamento vai ser muito mais difícil, então a ideia de ser um peregrino
ou a ideia de ser um exilado, um exilado aquele que nunca se conforma,
ele falou assim, eu quero poder voltar para o lugar onde eu pertenço e eu quero dizer que o pertencimento,
que é uma coisa muito boa, você falar assim, eu estou no meio do meu povo, eu estou no meio,
a gente tem muitas coisas de, você gosta de estar quem torce para um determinado time,
gosta de estar no meio de outras pessoas que torcem pelo meu time, que aí você fica à vontade,
você fala, você torce, você tem uma identidade, mesma coisa em relação à política,
ou a quem pensa sobre outras questões que nos definem, ou a própria nacionalidade,
a gente gosta de pertencer, mas o pertencer verdadeiro é ao reino de Deus,
porque Deus nos criou para ser um povo diversificado, Deus ama as raças, as culturas, a diversidade,
então Deus não é contra a gente fazer parte de uma determinada cultura,
só que todas as culturas e todas as contribuições fazem parte de um reino
e nós somos exilados enquanto nós não pudermos viver dentro desse reino,
porque acima de qualquer cultura, acima de qualquer identidade,
tem a questão da habitação de Deus, dos princípios que Deus estabeleceu para nós
e dos princípios que vão trazer verdadeira liberdade,
Deus preparou algo no reino dele que promove a nossa identidade, que promove a nossa vida,
nós vamos poder ser realmente aquilo que Deus planejou para nós,
então esse é o despertamento e a organização por famílias,
então claro que hoje não existe mais, pelo menos aqui, me parece que em lugares como o Afganistão,
eles ainda têm essas coisas de chefes tribais e clãs,
e sim funciona muito mais através da lealdade a essas chefias, essa organização tribal
do que eles não têm, me parece, um sentimento tão afganistão,
pelo que eu entendo, eles são muito mais, eu pertenço a uma tribo, eu pertenço a um clã,
então isso para nós, a nossa cultura, não existe, mas o que Deus está fazendo na igreja,
o que Deus quer fazer, que existe muito pouco disso ainda,
mas o que Deus quer fazer é realmente essa ligação por alianças, essa ligação por vínculos,
Deus quer formar verdadeiros vínculos, ligações de comunhão, de realmente um ajudar o outro,
ter um vínculo, ter um relacionamento de família,
porque são as famílias que vão conseguir voltar para Jerusalém,
se não tivermos famílias espirituais, e não estou falando sobre um sistema de células,
ou de grupos de disciplado, são todas tentativas muito boas, e algumas têm dado algum resultado,
mas enquanto for sistema, não funciona, porque no final das contas, o que realmente liga as pessoas,
é a ligação familiar, é a aliança que existe, hoje até as famílias estão bem esfaceladas,
mas Deus está querendo restaurar e formar vínculos verdadeiros,
então essa organização por famílias também é um aspecto muito importante da preparação,
da mobilização para voltar, é claro que eles não começaram a organizar a família quando vê a proclamação,
isso era algo que já existia, muito bem, então agora vamos ver versículo 6,
eu vou voltar, antes de ler o versículo 6, eu vou voltar para o versículo 4 da proclamação de Ciro,
ele falou assim, na proclamação ele falou assim, todo sobrevivente, faz parte do remanescente,
onde quer que seja peregrino, então ele já tinha falado, quem está aí, quem estiver ouvindo a voz,
quem estiver sendo despertado, pode voltar, e aí ele fala no versículo 4,
e eu ordeno, o rei está ordenando, está dizendo, aonde estiver essas pessoas,
em cada lugar tem um grupinho, tem algumas pessoas que vão se dispor a voltar e fazer parte desse grupo,
que vai edificar a casa de Deus, aí ele fala no versículo 4, então todo sobrevivente, os homens do seu lugar,
aqueles que moram é americana, aqui tem várias pessoas que estão se dispondo a voltar,
então as pessoas daquele lugar, ele não especifica se são pessoas do povo judeu,
ou se são as pessoas de outras, de outras origens, de outras nacionalidades,
mas ele fala assim, os homens do seu lugar o ajudarão com prata e com ouro, com bens, com gados, afora as dádivas voluntárias para a casa do Senhor,
então Ciro estava abrindo a porta, claro que isso não ia ser uma coisa obrigatória,
mas ele estava encorajando e ele estava abrindo o caminho para que tivesse pessoas sendo despertadas de duas maneiras,
e isso é muito importante para entender, porque algumas pessoas vão ser chamadas como pioneiros,
para voltar, para se levantar, versículo 5, se levantaram, quer dizer, algumas pessoas falam assim,
opa gente, então vamos fazer as malas, vamos embora, outras pessoas, de acordo com Ciro,
poderiam não voltar, mas ajudar quem estava voltando, olha que interessante,
mas não seria uma ajuda simbólica, era uma ajuda substancial,
quem tiver, quem não vai voltar, os vizinhos, os amigos, as pessoas à sua volta, é para pegar ouro,
quem tivesse o ouro não ia dar ouro, mas ele falou assim, é para dar ouro, prata, gado, criação,
é para dar bens afora, então tinha dois destinos, dois tipos de oferta,
é para ajudar as pessoas que vão voltar e é para ajudar, é para dar também uma oferta para a casa de Deus,
então você ajudaria o fulano, a família fulana que vai voltar, então olha, vocês vão precisar de dinheiro,
vocês vão precisar de comida, vocês vão precisar de criação, vocês vão precisar de várias coisas,
para você voltar para lá e para você se estabelecer lá, então era para ajudar as pessoas que iriam voltar,
mas fora você iria também dizer, isso aqui é para você, para ajudar você e sua família a voltar,
mas agora isso aqui que eu estou te dando é uma oferta para a casa de Deus, olha que interessante,
então a gente imagina talvez que fosse mais os outros judeus que iam fazer isso, mas não só,
e isso nos faz lembrar de um outro período na história, é o primeiro êxodo em que o povo de Israel saiu,
como eles eram escravos, eles foram libertos nas dez pragas, a última praga da morte dos primogênitos e tal,
então Deus deu instrução para o povo, eu vou até pegar isso aqui para ler, êxodo capítulo 12,
e ele falou com eles, ele falou assim, êxodo 12, versículo 35 e 36,
"Fizeram pois os filhos de Israel, conforme a palavra de Moisés", Moisés tinha falado assim, olha,
peça aos seus vizinhos, os egípcios, não o povo de Israel, peça joias de prata, joias de ouro, roupas,
eles pediram dos seus vizinhos, das pessoas que moravam, que eram do Egito, e versículo 36,
"O Senhor deu ao povo graça aos olhos dos egípcios, de modo que estes lhes davam o que pediam",
assim, despojaram, eles pegaram um monte de coisas, alguns falaram que eles estavam pegando 400 anos de salários atrasados,
então eles receberam graça aos olhos do povo, então é um outro período em que Deus estava dando essa graça,
então no tempo do primeiro êxodo, Faraó deu a ordem depois da décima praga, mas ele deu a contragosto,
ele deu a ordem, saiam e saiam rápido, e dá a impressão que até o povo, os vizinhos, os egípcios,
que davam para o povo de Israel, ele falou assim, vá logo porque se morrer o primogênito, vai acontecer coisas piores ainda,
então vá embora logo, se quer alguma coisa, toma aqui e fica com você, o importante é você ir embora.
Aqui, não, Siru estava liberando voluntariamente, eles não estavam sendo expulsos, não estavam sendo obrigados a sair,
não eram escravos, então era uma outra situação, mas há uma semelhança porque eles também receberam,
versículo 6 então, no versículo 4 Siru fala que é pra fazer isso, e no versículo 6 é assim que acontece,
todos os seus vizinhos os ajudaram com utensílios de prata, com ouro, com bens, com gados, com coisas preciosas,
coisas preciosas significam coisas de valor, coisas caras, coisas difíceis, afora tudo que voluntariamente se deu,
o que é voluntariamente? Eles deram isso, isso também era voluntário, mas são essas duas finalidades,
eles davam para os que iam voltar e davam também para a casa de Deus, então é um tempo realmente favorável,
a gente pode crescer, se a gente tentar fazer isso, por nós, sem a iniciativa de Deus,
a gente não consegue apoio oficial de governantes, não sei exatamente o que significaria esse apoio oficial hoje,
em relação ao povo, à nação de Israel no século XX, como a gente tem mencionado, isso se cumpriu porque houve decisões da ONU
e de governos liberando judeus para voltar para a sua terra, então eles contaram com liberação e muitas vezes com apoio,
e o que aconteceu na nação com o retorno dos judeus para a terra de Israel, aconteceu exatamente isso,
muitos judeus que até hoje, judeus que ficaram bem de vida, judeus ricos, que permaneceram em países da Europa, dos Estados Unidos, Brasil, outros lugares,
pessoas que tinham recursos, não voltaram para Israel, mas ajudaram substancialmente Israel, a nação de Israel nunca seria, hoje é uma nação próspera,
tem recursos, tem tecnologia, tem exércitos, tem aviões e armas de guerra, tem também indústrias, Israel é uma nação pequena, mas é uma nação próspera,
mas como que eles conseguiram isso? Com muito trabalho duro, o povo que voltou para lá, a história dos kibbutz, das comunidades, enfrentaram oposição,
então a história da restauração de Israel faz muito paralelo aqui com o Livro de Esses, tem muitos paralelos,
e muitas pessoas que ficaram nos seus países exilados ajudaram com grandes quantias de ajuda financeira, além da ajuda de pessoas que não eram judeus,
tinha pessoas que ajudavam porque se interessavam, hoje tem muitos cristãos, a igreja tem auxiliado muitas vezes, tem grandes organizações que ajudam aqueles que estão passando necessidade,
porque Israel, apesar de ser uma nação próspera, Israel também como maioria das nações, e isso é uma característica hoje do nosso sistema falho, o sistema capitalista,
que produz prosperidade para alguns, mas deixa outros em estado de miséria, então Israel, eu não me lembro, eu já vi, mas eu não me lembro agora a porcentagem,
mas Israel tem uma população pobre, tem uma população bem razoável, além da população palestina que é perto ou dentro de Israel, que também sofre muito,
então existem até hoje várias organizações pedem contribuições para ajudar sobreviventes do Holocausto, que obviamente hoje são só pessoas bem idosas, mas tem sobreviventes do Holocausto que vivem dependentes,
eles não tem como sobreviver, então eu estou dizendo isso para, esse aqui é o terceiro ponto aqui da preparação para o retorno, que era as contribuições,
isso é muito importante entender que Deus chama algumas pessoas para se dedicar, mas isso, por exemplo, dentro da própria igreja, do povo de Deus, algumas pessoas muitas vezes vivem 100% do seu tempo,
Ministério de Tempo Integral servem a Deus, aos propósitos de Deus, e outras pessoas ajudam financeiramente, isso principalmente em termos de missões,
pessoas deixam o seu lugar de origem, seu conforto, sua estabilidade, e vão lá para um lugar inóspito, difícil, de outra cultura, e só podem fazer isso porque outros estão na retaguarda ajudando,
então nós temos, claro, a necessidade da retaguarda por oração, mas também a retaguarda por contribuições, então é isso que estava acontecendo aqui no versículo 6,
Deus chama algumas pessoas para fazer isso, pode não parecer assim, às vezes alguns falam assim "ah, eu prefiro, prefiro ganhar dinheiro, eu estou trabalhando, eu vivo bem e não fico enfrentando riscos",
isso tem que ser um chamado de Deus, e tem que ser realmente, dentro de um chamado, algumas pessoas, muitas pessoas contribuem um valor, às vezes pequeno, mas que ajuda,
mas existem pessoas que dão muito mais do que 10, 20, 30%, então é um chamamento, e a pessoa encara aquilo, não como "estou fazendo isso com o que sobra e eu quero viver bem", não é uma escolha assim,
mas é realmente uma dedicação para dizer o meu chamamento, Deus abriu uma porta, Deus me deu a bênção de poder ter provisão, de ter sustento financeiro, e eu quero ajudar de uma forma muito substancial,
esse chamado, a pessoa que contribui com um pequeno valor, é mais ou menos aquela história, "estou fazendo nada além do mínimo necessário", a pessoa que dá uma pequena oferta, uma pequena porcentagem do que recebe, isso é normal, isso todo mundo é para fazer,
agora um chamado para dizer assim, realmente eu vou dedicar o meu tempo, Deus me deu portas, Deus me deu condições de ganhar muito mais do que é necessário para mim,
e eu quero investir pesadamente, porque o meu coração é realmente voltado para ajudar, eu não vou voltar, a gente tem um grande exemplo de Daniel que não voltou,
nós não sabemos exatamente os motivos pela idade, porque ele tinha uma posição lá que Deus sentia que era para ele ficar lá, nem sabemos quanto tempo ele viveu depois desse período, ele estava vivo nesse momento aqui,
mas ele tinha uma posição, Deus estava usando a vida dele dentro daquele chamado e naquele lugar, então ele permaneceu ali, eu tenho certeza que para ele é uma tristeza não poder voltar,
então eu só quero deixar esse chamado de contribuir, para mim é melhor ficar, eu vou viver, eu vou ficar na boa e os outros que vão enfrentar os perigos, não, o coração daquele que contribui é tão fiel quanto aquele que vai,
então assim, o coração, a dedicação, a disposição é a mesma, então a gente não deve se acomodar e dizer não, eu sou daqueles que eu não vou para missões, eu não vou fazer isso, eu vou ficar na boa,
se isso é uma vida egocêntrica para o próprio prazer, isso não é chamado, mas se eu entendo que Deus me chamou, Deus me chamou para o seu reino, Deus me chamou para investir,
então aquilo que você está fazendo, deixa de ser uma coisa que você faz por si mesmo, mesmo que seja lógico tudo correto você prover para sua família, mas há um propósito muito além disso,
então é isso que estava acontecendo aqui, então Deus estava despertando corações, despertando corações para ir, despertando corações para aqueles que não iriam mas que iriam ajudar,
então Deus estava preparando, era um tempo favorável, um tempo que Deus estava movendo, e aqui tem mais uma coisa que acontece aqui que vem do próprio Ciro,
isso é uma coisa que tem me despertado bastante, interesse, tem coisas que a gente percebe que tem um grande significado e isso vai continuar aparecendo aqui no livro de Estras,
então vamos ler, vou falar sobre o assunto e tem coisa assim que eu ainda não sei exatamente o que significa, mas eu sinto que tem algo precioso que Deus quer revelar aqui ainda,
e é o seguinte, versículo 7, "além disso", então além de tudo isso que já está acontecendo para mobilizar, "além disso tirou rei Ciro os utensílios da casa do Senhor,
os quais Nabucodonosor tinha trazido de Jerusalém e posto na casa de seus deuses", então vamos lembrar, vamos pensar aqui um pouquinho,
primeiro a ideia dos reis, dos imperadores que conquistavam outras nações, eles tinham essa, Ciro está agindo de uma forma diferente,
porque Ciro está liberando cada povo para ter seu próprio templo, para morar no seu próprio país, para seguir sua própria religião, então Ciro está agindo de uma forma diferente,
mas os da Síria, da Babilônia, essas outras nações que conquistavam, eles tinham a ideia assim, cada povo tinha um Deus,
então se Babilônia estava conquistando outros povos, isso significava que os deuses, geralmente era plural, os deuses da Babilônia eram mais fortes do que os deuses dos povos conquistados,
então é mais ou menos como a pessoa que compete nos esportes, então ele vai juntando troféus e ele tem na sua casa um monte de medalhas e outros troféus que ele ganha,
são um mostruário, são uma exibição de tudo que ele conquistou, então o rei da Babilônia, ele trazia para o templo, os templos dos seus deuses,
ele trazia os troféus de outras nações, e o que eram esses troféus? Muitas vezes eram imagens, porque as outras nações tinham templos e dentro daquele templo tinha uma imagem do seu Deus,
então o rei da Babilônia, no caso, conquistava um determinado povo e trazia o Deus daquele povo para dentro da casa do seu templo, do seu Deus, então isso mostrava que o Deus dele era mais forte do que esses outros que estavam ali,
agora em Israel, Judá, não tinha imagens, dentro do templo não tinha imagens, mas tinha muitos utensílios, tinha muitos vasos, então vamos voltar só a uma página que está em Ezruzum,
só voltar a uma página para Segundo Crônicas 36, aqui é interessante uma coisa que eu mesmo não tinha notado muito antes, em Segundo Crônicas 36 nós temos as três deportações,
as três levas de três etapas do cativeiro, então nós temos aqui, Segundo Crônicas 36, fala do rei Jehoiakim, no versículo 5, versículo 6 subiu contra ele Nabucodonosor, levou para Babilônia,
versículo 7, Nabucodonosor também levou alguns dos utensílios da casa do Senhor para Babilônia e os colocou no seu templo em Babilônia, então isso aqui é a primeira etapa,
isso aqui foi a primeira leva, foi nessa leva que Daniel foi para Babilônia, então a primeira etapa, primeira deportação, ele levou pessoas, mas ele levou utensílios,
não levou todos, mas olha só como nas três deportações vai falar sobre isso, agora mais adiante nós temos aqui versículo 10, agora é outro rei Joaquim,
tem Jehoiakim e tem Joaquim, não é fácil, então Joaquim, versículo 10, na primavera o rei Nabucodonosor mandou que o levassem para Babilônia,
juntamente com os mais preciosos utensílios da casa do Senhor, então segunda deportação mais alguns utensílios da casa do Senhor, cada vez por enquanto ele não destruiu o templo,
ele só está levando embora e eu só queria chamar a atenção como é interessante, eu estou só, isso aqui é só falando do cativeiro, mas se você começar a olhar desde o tabernáculo no deserto,
o templo quando Salamão construiu sempre fala dos utensílios, então tinha, Salamão fez muitos utensílios de ouro, de prata, eles tinham que ter as coisas para cuidar dos sacrifícios,
tinha que ter as coisas para cuidar das lâmpadas, tinha vários utensílios para cuidar de lâmpadas, tinha os utensílios do altar de incenso, tinha muitos utensílios, eram as coisas que se usava,
para colocar uma oferta de vinho, tinha cálices, tinha muitas coisas que eram usadas, o sacerdote, ele tinha que se separar para servir ao Senhor,
mas o que o sacerdote ia fazer dentro da casa de Deus para fazer as coisas que precisava fazer lá se ele não tivesse utensílios, ele tinha que ter e esses utensílios eram coisas de muito valor,
então esse é o segundo, agora vamos ver o terceiro, então a partir do versículo 11 de ciclo crônico 36, já é o último rei, Zedekias, e ele se rebelou no versículo 13,
e aí, versículo 17, Deus entregou todos eles nas mãos de Nabucodonosor, versículo 18, todos os utensílios da casa de Deus, grandes e pequenos, os tesouros da casa do Senhor,
os tesouros do rei e dos seus príncipes levou para Babilônia, então olha que coisa interessante, são três deportações e três etapas, três vezes,
agora essa última eu não vou ter tempo para ler agora, mas em segundo reis 24, 25 de 15 a 17 fala muito detalhadamente de todos os utensílios, tinha coisas enormes,
tinham pilares de bronze, eles tiveram que quebrar, mas as coisas pequenas eles levavam, eles levaram tudo embora, então eu quero meditar com vocês só rapidamente, esse tema vai voltar,
não vamos terminar esse assunto porque esses vasos e utensílios vão aparecer de novo, mas antes eu quero ler mais um texto no capítulo 27 de Jeremias,
Jeremias 27 estava no meio desse tempo, não tinha acontecido a última deportação ainda e nesse tempo Jeremias estava sempre falando, olha, Deus vai, vocês não estão atendendo a voz de Deus,
era para se submeter, para não resistir o rei da Babilônia, mas tinha profetas falando com alguns que já tinham até ido para a Babilônia e os que tinham ficado,
eles falavam assim, Jeremias 27 versículo 16, assim diz o Senhor, não deis ouvidos as palavras dos vossos profetas, eles eram profetas falsos,
não deis ouvidos as palavras dos vossos profetas que vos profetizam dizendo os utensílios da casa do Senhor cedo voltarão de Babilônia,
que momento que está acontecendo isso, não tinha acontecido a última deportação, não tinha sido destruída, destruído o templo, mas alguns como nós acabamos de ver, já tinha acontecido duas deportações e duas vezes tinha levado utensílios,
coisas preciosas, coisas que Deus tinha mandado fazer, coisas separadas para o serviço de Deus tinha sido levado e os profetas estavam dizendo, olha, é impressionante como as pessoas podem ver que Deus não está cumprindo suas profecias,
Deus já estava pesando a mão e mesmo assim os falsos profetas estavam dizendo, não se preocupem, vai dar tudo certo, até esses utensílios que o rei de Babilônia já levou, já vai voltar, não era assim,
ia ser pior ainda, ia acontecer uma terceira etapa pior, então versículo 17, não lhes deis ouvidos, servia o Senhor e vivereis, e aí eu vou pular aqui,
bom, versículo 19, pois assim diz o senhor exércitos acerca das colunas, do mar de bronze, das bases e dos restantes utensílios que ficaram na cidade, eu quero que vocês vejam como assim Deus se importava com os utensílios,
isso é uma coisa interessante, é, Deus está fazendo, olha, eles estão falando, os falsos profetas estão falando que os que já foram levados vão voltar e Deus faz assim, não, os utensílios que ficaram vão ser levados também,
os quais Novo Cudonozor levou, não é, versículo 20, versículo 21, sim, assim diz o Senhor dos exércitos, o Deus de Israel, acerca dos utensílios que ficaram na casa do Senhor e na casa do rei de Judá,
em Jerusalém, para Babilônia serão levados, agora olha só o que ele fala, e ali ficarão até o dia em que eu os tirar, Deus está falando assim, olha, vocês estão achando que já vai voltar, não, o que ficou aqui, o que restou vai ser levado,
mas vai ficar lá guardadinho, lá na Babilônia e um dia vai voltar, então os farei subir e os tornarei a trazer a este lugar, então Deus está falando assim, olha, os utensílios vão para o cativeiro também e as pessoas, né, as pessoas e os utensílios e vão ficar até o dia que voltar,
então vamos agora voltar para Estras, capítulo 1 e vamos ver se Deus cumpriu a sua promessa de restaurar todos esses utensílios, então nós estávamos no versículo 7,
então o rei Ciro tirou os utensílios da casa do Senhor, os quais Nabucodonosor tinha trazido e pôs na casa de seus deuses, versículo 8, Ciro, rei da persa, tirou os pointe-a-mede de Mitredate, o tesoureiro, que os entregou contados, olha, eles eram organizados, eles tinham tudo catalogado,
eles tinham um número, eles sabiam quais eram os utensílios que tinham sido levados de Jerusalém para a Babilônia, então ele pegou o tesoureiro e os entregou contados a Sespazar, príncipe de Judá, este é o número deles,
30 bacias de ouro, 1000 bacias de prata, 29 facas, 30 taças de ouro, 410 taças de prata, 1000 outros utensílios, agora tem uma diferença numérica aqui, que esse total, eu não somei aqui, mas acho que dá 2000 e alguma coisa,
então ele tem uma relação de tantos disso, tantos daquilo, mas tem muito mais além, todos os utensílios de ouro e de prata foram 5.400, a todos estes levou Sespazar quando os do exílio subiram de Babilônia para Jerusalém.
Então eu vou deixar meio em aberto esse assunto, mas eu quero só chamar a atenção para um fato de que Deus permitiu a destruição de Jerusalém, a destruição do templo, dos muros, da cidade, palácio, etc,
mas sempre a ideia que a gente tem resumindo é a cidade de Jerusalém e o templo, mas Deus não abandonou, seriam reconstruídos, Deus permitiu que fosse tudo arrasado, tudo destruído,
agora os utensílios da casa de Deus, todos estes 5.400 utensílios que foram levados em três etapas de Jerusalém para Babilônia, todos estes utensílios foram preservados,
lembra lá na história de Daniel, Daniel 5, quando aquele rei Belsazar quis fazer uma festa, ele pediu para trazer os utensílios da casa de Deus, eles usaram para prestar homenagem aos deuses e para se divertir e para festejar,
e já estava caminhando para isso, mas Deus ficou muito irado com aquela atitude, os utensílios da casa de Deus, Deus estava cuidando, a minha grande pergunta assim,
por que tanto cuidado de Deus com estes utensílios, todo aquele templo, tudo que foi feito lá em Jerusalém foi destruído, eles iam ter que achar um jeito de reconstruir, agora os utensílios não foram perdidos, os utensílios foram guardados,
então quando eu penso no significado da casa de Deus, sempre lembrando que nós temos sempre dois cumprimentos, tem um cumprimento mais literal, eu não sei muita coisa, não tenho uma clareza para mim,
para muitas pessoas é super claro que vai ter um novo templo em Jerusalém, até alguns que acham que vai ter um novo templo no templo do Anticristo, depois vai ser destruído de novo, depois quando Jesus voltar vai ter outro ainda,
tem aquela visão de Ezequiel, de um templo, uma visão lá, então tem muitas ideias sobre uma restauração literal da casa de Deus em Jerusalém, mas eu estou focando agora mais no sentido espiritual,
Deus tem esse cumprimento do seu povo, da nação de Israel, da cidade de Jerusalém, mas Deus também tem uma restauração da herança do seu povo, do reino de Deus,
porque aquilo que é visível, ele também tem uma ligação muito grande com aquilo que é o conteúdo, que é o significado espiritual,
então a casa de Deus, a Bíblia fala no novo testamento, fala que nós somos pedras vivas, então a própria casa é feita de pessoas,
naquele tempo tinha uma casa física, tinha sacerdotes, que eram pessoas, sacerdotes, mas tinha utensílios, então hoje nós temos a casa que é feita de pessoas,
nós temos sacerdotes que continuam sendo pessoas, mas nós temos também utensílios que são necessários para que o sacerdote faça a sua função,
então na minha meditação, no meu olhar aqui, senhor, que são esses utensílios que foram guardados e que vão ser restituídos, eu pus a palavra aqui, restituição,
Ciro ajudou com recursos, Ciro foi generoso, mas esses utensílios ele não estava dando, ele estava sendo correto, estava sendo generoso,
mas ele estava devolvendo, porque esses utensílios eram da casa de Deus, não eram outros utensílios, eram os utensílios que tinham sido roubados,
os utensílios que tinham sequestrados para a Babilônia, então Ciro está restituindo, isso é a ideia de restauração,
e eu só quero colocar assim uma sugestão, uma coisa que ainda estou investigando e perguntando, peço que pergunte a Deus junto comigo,
se alguém tiver também uma iluminação, uma ideia, mas é a casa de Deus que são pessoas que vão formar a habitação de Deus,
os sacerdotes que ministram dentro dessa casa, mas os sacerdotes precisam de utensílios,
como é que o sacerdote vai cuidar dos sacrifícios, dos pães, das lâmpadas, do incenso, para tudo aquilo lá e para talvez muitas outras coisas que a gente nem sabe,
eles precisavam de utensílios, e para mim esses utensílios são dons, são funções, são capacidades,
o sacerdote não consegue fazer algo para Deus sem ter também os recursos de talentos, de dons, de ministérios, de capacidades que Deus dá,
e essas capacidades foram sequestradas para serem usadas no reino da Babilônia,
essas funções, pensem em inteligências, em capacidades, pessoas, vamos pensar numa coisa assim, quantas coisas,
quanto dinheiro e quanta capacidade os países ricos estão gastando para produzir armas, para produzir armas de destruição,
e lembra o que Deus fala sobre o reino dele? Em Isaías 2, Ele fala sim que o reino milenar, o reino que Jesus vai estabelecer,
vai haver paz, não vai haver mais guerra, e todos os instrumentos de guerra, espadas e lanças, vão ser transformadas em utensílios para lavoura,
para o benefício das pessoas, então quantas capacidades, quantos dons, quantos recursos financeiros, olha quanta coisa que está assim,
na guerra fria, um lado e outro, desenvolvendo armamentos, capacidade de armas nucleares, até hoje nós temos essas corridas,
cientistas trabalhando noite e dia para conseguir armas de destruição, então nós temos Babilônia que sequestrou aquilo que Deus deu para as pessoas,
aquilo que é sagrado, aquilo que deveria ser usado para o benefício do reino de Deus está sendo usado para Babilônia, está sendo colocado na casa dos deuses,
dos deuses da Babilônia, dos deuses pagãos, dos deuses da guerra, da destruição, da exaltação humana, mas todas aquelas coisas que Deus deu para nós não foram perdidas,
não foram, assim, cadê os utensílios? Vão ser devolvidos, e que coisa maravilhosa, essa restauração vai trazer de volta, e tem textos que falam sobre isso,
especialmente Isaías 60, fala assim que a riqueza, que os recursos, que as contribuições do mundo inteiro vão ser devolvidos, vão ser trazidos para a casa de Deus,
então é uma visão realmente de Deus abrindo as portas e trazendo de volta, não foi perdido, estão guardados ali, está sendo usado para o mal,
se eu estou fazendo uma analogia correta, mas estão ali, estão ali honrando os deuses falsos, estão ali honrando aquilo que destrói,
aquilo que traz divisão, aquilo que oprime, estão sendo usados para isso, mas imagine só se tudo é tão maravilhoso você pensar em cientistas,
o que eles descobrem sobre o funcionamento da vida, aquilo que eles descobrem sobre vencer doenças, é maravilhoso o que Deus dá,
e em outras áreas de conhecimento tem tantas invenções, tem invenções simples, que às vezes podem beneficiar, podem purificar a água no Nordeste,
tem tantas coisas maravilhosas que Deus deu e que Deus vai restaurar, então esse é o tempo de restauração, existem várias etapas, vários momentos,
estou falando sobre uma consumação no tempo do milênio, mas eu creio que de alguma forma, eu ainda não sei exatamente,
claro, ninguém sabe exatamente como Deus vai trazer restaurações e restaurar, mas o tempo, isso nós vamos falar em próximas aulas,
assim como esse tempo de edificar a casa de Deus é um tempo maravilhoso, é um tempo em que as pessoas doam, não existe um tempo semelhante,
quando foram fazer o tabernáculo, quando foram fazer o templo, quando a causa é a casa de Deus, as pessoas doam, Deus toca e o nosso coração corresponde,
você não daria tudo se você soubesse que era a causa de Deus, mas quando tem um programa de televisão, quando tem uma missão,
quando tem um império, quando tem um projeto humano, você fala assim, não sei, parece que é uma causa boa, mas a gente não sabe,
a gente não sabe se o governo usa bem, a gente não sabe se a igreja usa bem, a gente não sabe se o dinheiro é realmente utilizado,
então quando você não sabe, você não doa, mas a causa de Deus vai despertar essa volta para Jerusalém, essa causa da casa de Deus vai nos despertar,
é um momento cairoz e de alguma maneira, em algum momento, em vários momentos, isso vai acontecer, é a nossa esperança. Deus, nós cremos que vai chegar o momento
de edificar a tua casa, de sair de Babilônia, nós temos coisas progressivas, nós temos coisas que vão acontecendo,
sabemos que ainda não é um tempo de libertação total, mas mesmo agora, nós cremos que o senhor tem algo no teu cronograma, no teu plano,
e nós queremos nos envolver, queremos ser pessoas com os espíritos afinados contigo, prontos para ouvir quando chegar a hora,
se tem alguma coisa que o senhor quer que aconteça agora, que nós tenhamos ouvidos, que nós tenhamos um espírito despertado por ti,
desperta mesmo o senhor, um remanescente, ainda que seja pequeno, mas para abrir o caminho e para que realmente haja uma casa
para o senhor habitar e para o senhor trazer o teu reino, pedimos em nome de Jesus, amém.
Conversa
O que esse texto te despertou?
Compartilhe sua reflexão, dúvida ou testemunho. Sua voz importa pra essa comunidade.