O volume 28 – Últimos anos do reino de Judá – Ezequias – está disponível, estude e compartilhe seus comentários.
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A páscoa para todo Israel
2 Crônicas 30 – 21/05/17 – Baixar
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Transcrição
Ok, nós terminamos então o capítulo 29, domingo passado, de Segundo Crônicas, agora estamos em Segundo Crônicas 30.
Só lembrando mais uma vez que nós temos três relatos do Templo de Ezequias, tem Segundo Reis, tem Segundo Crônicas e tem Isaías.
Mas essa parte que nós estamos estudando, já desde o capítulo 29, só tem em Segundo Crônicas, toda essa descrição da restauração da casa de Deus, agora da celebração da Páscoa, tudo isso só tem em Segundo Crônicas.
Só para lembrar, então essa foi a sequência que nós estudamos no capítulo 29, só para lembrar que essa sequência termina com a Páscoa que nós vamos começar a estudar agora.
Então, quando Ezequias assumiu o trono, a primeira coisa que ele se propôs a fazer era restaurar a casa de Deus que estava fechada, abandonada, o povo não estava servindo a Deus, então nós passamos por todas essas etapas, todos esses passos que ele deu para restaurar a casa de Deus,
para restaurar a adoração a Deus e para voltar a ser o povo de Deus, porque eles tinham passado por um tempo totalmente longe de Deus, com o pai de Ezequias que era a casa, então ele abriu as portas da casa de Deus, consagrou os levitas, os sacerdotes, fez uma limpeza na casa de todas as coisas que tinham sido acumuladas ali de idolatria,
fez a expiação, começou a oferecer sacrifícios para a expiação da casa real, do santuário, de toda a nação, depois houve um tempo de consagração da casa do povo,
aí o povo, domingo passado, nós vimos como o povo reagiu com ofertas voluntárias, depois de ter os pecados expiados, depois de se consagrarem ao Senhor, aí veio o tempo de espontaneidade, de voluntariedade, eles fizeram ofertas voluntárias ao Senhor.
Então, tudo pronto, tinham feito todo esse processo, qual que é a primeira coisa que eles iam fazer agora? Celebrar a Páscoa. A Páscoa é algo que é uma festa celebrada todos os anos e todo esse processo aqui aconteceu no primeiro mês do ano,
que é o mês em que se celebra a Páscoa. Então, as festas de Israel, Deus instituiu, através de Moisés, Deus instituiu várias festas, eu coloquei três aqui porque as festas elas são agrupadas em três períodos,
então só para a gente ter uma, quando fala de Páscoa, todo mundo, geralmente assim, de todas as festas, é a festa mais conhecida, é a festa da Páscoa, sabemos que no novo testamento Jesus veio para cumprir a Páscoa e ele morreu na cruz na data do calendário judaico da Páscoa,
então isso não é uma coisa, não é uma coincidência, isso Deus ordenou as circunstâncias porque Jesus era o Cordeiro, se tornou o Cordeiro da Páscoa para toda nação e até hoje ele é a nossa Páscoa e ele cumpriu isso dentro de um calendário, dentro do calendário judaico exatamente no dia em que os judeus estavam celebrando a Páscoa, Jesus morreu,
ele celebrou a Páscoa com os discípulos dele, como vocês se lembram, relata isso nos Evangelhos, ele celebrou a Páscoa e depois ele se tornou a Páscoa e ele ordenou que nós, os discípulos dele, continuássemos guardando essa festa, a ordenança é aquilo, a única coisa que Jesus falou que era para fazer continuamente,
nós costumamos dizer que Jesus instituiu dois sacramentos, do batismo e da Páscoa, da ceia, o batismo é uma vez só, a ceia não tem, não há uma ordenança assim, uma vez por mês, a igreja primitiva celebrava todos os dias,
então não tem uma ordem bíblica, no tempo do velho testamento era uma vez por ano, para nós a nova aliança não tem uma ordem, é para fazer uma vez por mês, uma vez por ano, uma vez por semana, não tem uma ordem bíblica,
nós temos duas referências que nos dão uma ideia no novo testamento, uma que logo nos primeiros capítulos de Atos, eles partiam o pão de casa em casa todos os dias, aí depois nós temos na carta aos coríntios uma referência que dá a entender que eles tinham um pouco tempo depois, um pouco depois desse começo da igreja,
no primeiro dia da semana quando vocês se reúnem para partir o pão, então a gente entende por ali que eles faziam toda semana, de todo jeito nós estamos bem atrás, bem menos do que Deus quer,
mas assim, não tem uma ordem, não tem uma lei sobre isso, então não tem periodicidade, mas tem uma ordem que todos fazem, todas as vezes que fizerem isso, façam em minha memória, então isso é páscoa,
mas eu só queria, para colocar isso no contexto, porque é a primeira coisa que Ezequias vai fazer, vamos ler o primeiro versículo, segundo Crônicas 30, versículo 1, "Depois disso enviou Ezequias mensageiros por todo Israel e Judá, e escreveu cartas a Efraim e a Manassés, para que viessem à casa do Senhor a Jerusalém, a fim de celebrarem a Páscoa ao Senhor Deus de Israel."
Para celebrar a Páscoa, precisava ter a casa de Deus, então por isso que nós estudamos tudo, todo o capítulo anterior, o capítulo 29, era para mostrar como precisava realmente restaurar a casa de Deus e os sacerdotes, tinha que fazer toda essa preparação,
mas agora está tudo em ordem, consagraram, se dedicaram ao Senhor, colocaram também, fizeram ofertas voluntárias, eles fizeram tudo assim, voltaram a estar na posição certa diante de Deus, voltaram ao Senhor,
então agora está tudo certo, agora vamos começar a adorar a Deus normalmente, como manda a lei, de acordo com a vontade de Deus, e nós estamos no primeiro mês, então Ezequias vai explicar, mas só lembrar que então, vamos continuar,
"O rei e os seus príncipes, toda a congregação, e será em Jerusalém, decidiram celebrar a Páscoa no segundo mês." Como assim? A gente não pode mudar na lei, como eu expliquei, para nós não tem essa coisa de se é uma vez por mês ou uma vez por ano,
para fazer todas as vezes que fizerem é para fazer em memória dele, é para fazer muitas vezes, quanto mais melhor, quanto mais nós fizermos melhor, porque nós queremos lembrar de Jesus dessa forma o máximo possível,
mas naquela época era uma vez por ano, e tinha uma época certa, o primeiro mês, e eles resolveram fazer no segundo mês, por que? Eles não podem simplesmente mudar a data, por que eles fizeram isso?
Versículo 3, "Não a puderam celebrar no tempo próprio, porque não se tinham consagrados sacerdotes em número suficiente, e o povo não se tinha reunido em Jerusalém." A gente pode até colocar, ele dá dois motivos aqui, até coloquei na sua folha, tem dois motivos,
um, porque não tinha número suficiente de sacerdotes consagrados, e isso a gente viu no capítulo anterior, que realmente na hora que eles foram oferecer muitos sacrifícios, os levítidos precisaram ajudar,
porque os sacerdotes foram negligentes, eles não se dispuseram, eles não corresponderam todos, alguns sim, mas não todos, então como seria uma grande celebração, teria muitos sacrifícios, precisaria ter muitos sacerdotes,
no primeiro mês eles não tinham número de sacerdotes suficientes, mas tinha um segundo motivo, porque Ezequias queria fazer uma celebração conjunta, ele queria fazer uma celebração de toda a nação, que é também o que Deus tinha ordenado,
hoje nós podemos não só fazer cada um na sua cidade, mas nós podemos até fazer na igreja primitiva, eles partiam tudo em Jerusalém, não tinha um lugar central, eles partiam pão de casa em casa,
então hoje não tem uma coisa centralizada, mas naquele tempo eles não podiam fazer nas suas cidades respectivas, três vezes por ano, todos os homens, era a obrigação dos homens,
porque na cultura as mulheres ficavam mais cuidando, eram responsáveis pelas crianças, muitos não podiam viajar, então todos os homens, pelo menos as mulheres também deveriam ir, mas a obrigação era que todos os homens fossem três vezes por ano,
ainda bem que lá mesmo naquele tempo, Israel não era um país grande, não era uma viagem tão longa, mas tendo em vista que não tinha transporte como nós temos hoje, não era uma ordem fácil,
eles tinham que ir três vezes por ano para celebrar essas festas ao Senhor em Jerusalém, no lugar que Deus tinha escolhido, no lugar onde tinha a casa de Deus,
então antes de Davi eles faziam onde tinha o tabernáculo, em Gibiom, em Siló, o tabernáculo esteve em mais de um lugar, mas a gente não sabe exatamente que a Bíblia não registra se o povo cumpriu, até que ponto que cumpriu,
eu coloquei aqui, letrinha bem pequenininha, as únicas vezes que a Bíblia cita quando a Páscoa foi celebrada no Velho Testamento, depois do tempo de Moisés,
então é citado em Josué, Josué 5, agora, depois de Josué, agora em Ezequias, tem uma outra menção no tempo de Salomão que Salomão fazia todos os anos três vezes por ano,
então a gente entende que no tempo de Salomão ele celebrava, a Bíblia não está dizendo, isso não significa que nos outras épocas não celebrava,
estou falando assim, quando que a Bíblia faz uma referência específica à celebração da Páscoa, então as celebrações da Páscoa que nós temos registradas são,
tempo de Josué, logo que eles entraram na terra prometida, agora com Ezequias, depois um pouquinho mais na frente com rei Josias, e depois de voltar de Babilônia do Cativeiro com Estras,
essas são as quatro épocas em que a Bíblia cita especificamente a celebração da Páscoa, vamos falando sobre isso, ok, mas vamos voltar para essa questão,
porque eles iam celebrar no segundo mês, porque eles não podiam celebrar no primeiro, só para a gente ter uma, hoje no nosso sistema de leis, de sistema judiciário e executivo,
o nosso sistema de governo, os juízes, o sistema judiciário que defende, que interpreta, que fala como é que se cumpre a lei, e quando tem uma situação inédita,
quer dizer, tem a Constituição, mas nunca surgiu tal situação, então quando tem um julgamento, principalmente se for do Supremo Tribunal, aquilo passa a estabelecer um precedente,
então tem esse tipo de precedência também na Bíblia, no tempo de Moisés, no livro de números, números capítulo 9, eles foram celebrar a Páscoa,
foi a primeira vez que eles celebraram a Páscoa depois que Deus instituiu a Páscoa como ordenança, e naquela ocasião que eles foram celebrar a Páscoa,
em números 9, todo mundo celebrou na data certa, no primeiro mês, dia 14, como estava ordenado, mas tinha uma regra, a pessoa que tivesse tocado num cadáver,
que tivesse impura, ela não podia participar da Páscoa, então tinham uns indivíduos lá que tinha acontecido isso, eles não podiam participar, não puderam participar da Páscoa,
porque eles talvez tinham sepultado alguém, eles tinham tocado num cadáver, então eles não podiam, eles mesmos vieram para Moisés e falaram assim, olha, como assim,
a gente não vai poder participar da Páscoa, nós vamos ter que esperar o ano que vem, e Moisés, eu acho muito bonito essa forma que a gente vê várias vezes com Moisés,
Moisés não foi assim, não, Deus falou que é só assim, eu determino que seja assim, não, ele não achou que ele tinha resposta, era algo inédito,
algo que Deus não tinha falado ainda, é, Deus falou que é para ser feito no primeiro mês e quem for impuro, quem não estiver em condições de participar, não participa,
mas ele falou assim, bom, espera aí que eu vou consultar a Deus, eu vou perguntar para Deus, e Deus falou assim, olha, muito bem, essa é a minha parte que Deus falou muito bem,
muito bem assim, eu falo isso, mas nas entrelinhas, você percebe que Deus achava bom quando as pessoas queriam algo, queriam saber e queriam participar,
Deus gostou da atitude daqueles homens, ah, eles querem participar, eles não querem ficar sem a Páscoa, ótimo, então sabe como é que você vai fazer Moisés,
esses que não podem participar, eles vão participar no segundo mês, no dia 14, 30 dias depois, ou 28 dias depois, que era o mês deles era de 28 dias,
então aí eles vão participar, então isso foi um precedente que a Ezequia está usando, agora não é um punhadinho de homens que não podiam participar,
agora é toda nação, e ele colocou essas duas razões, mas na verdade no dia 14 do primeiro mês eles estavam ainda suando para limpar a casa de Deus,
então nós temos sacerdotes que não estavam prontos, o povo não estava reunido porque eles não tiveram tempo para convidar o povo,
eles estavam ainda mexendo com a limpeza da casa de Deus e a própria limpeza da casa de Deus, então eles foram celebrar no segundo mês.
Ok, então mais uma coisa que eu quero mostrar para vocês aqui, isso aqui é importante para a gente entender, tem todo um estudo sobre as festas,
são sete festas, mas elas são agrupadas em três períodos, no tempo da Páscoa, na verdade são três festas, a Páscoa é um dia só,
mas logo no dia seguinte, a Páscoa era um cordeiro, era para celebrar a saída do Egito, então assim como eles fizeram no Egito para sair de lá,
para não ter os primogênitos mortos pelo anjo da morte, eles colocaram sangue nos umbrais e comeram o cordeiro da Páscoa,
e por sete dias depois eles comiam pães-asmos, então nós temos três festas aqui na época da Páscoa, Páscoa, pães-asmos que eram sete dias,
e a festa da Primícias que era no meio daquela semana, a festa das Primícias representa a ressurreição de Jesus,
então você tem a Páscoa, a morte de Jesus, os pães-asmos de certa forma seria o sepultamento, mas só que eram sete dias comendo pães-asmos,
então em I Coríntios 5 fala assim que é para a gente tirar todo o fermento do não arrependimento, do orgulho, do pecado,
tudo que é fermento representa algo que leveda, que contamina toda a massa, então é um período de arrependimento,
até hoje os judeus ortodoxos e até os judeus messiânicos observam esse período e até estava vendo umas instruções dos judeus messiânicos,
mas que são bem rígidos com a lei, eles fazem uma limpeza, não é que eles só não comem durante sete dias, eles não comem pão com fermento,
eles precisam tirar o fermento da casa deles, não pode ter, aí tem uma lista de coisas que eles não podem comer e tem que fazer uma limpeza,
eles tem que tirar, tem que descobrir alguma coisa que tenha fermento, que está esquecido, que está no canto da pratica, tem que tirar tudo,
e isso representa uma limpeza, um arrependimento, uma purificação da nossa vida, como falam em Coríntios.
E o dia das primícias, Jesus foi a primeira pessoa, não foi a primeira pessoa que ressuscitou, que houve ressurreições no Velho Testamento,
mas ele foi a primeira pessoa que ressuscitou que não morreu mais, porque todas as pessoas que ressuscitaram depois morreram de novo,
então ele foi o primeiro que realmente teve um corpo glorificado que não morre mais.
Você faz uma imagem que Jesus foi para o céu, ele não é um espírito que está voando por aí, ele tem um corpo humano que ressuscitou,
está com esse corpo, está sentado ao lado da destra de Deus e vai voltar com o corpo glorificado com o qual ele ressuscitou.
Isso é tremendo, a gente geralmente não pensa nessas coisas, mas tudo faz parte aqui.
Ela é a primície da colheita, mas Pentecostes é chamada também de festa da colheita, então faz um pouquinho de confusão nisso.
Mas a festa da colheita, da primície aqui, era um dia, aqui também é um dia, mas era a cevada, era o primeiro grão que era colhido.
Era o comecinho da colheita, mas Pentecostes seria a festa que eles chamavam assim, a festa da colheita, festa das semanas.
Geralmente quando fala festa da colheita, está se referindo ao Pentecostes.
No dia de Pentecostes, Pentecostes era contado 50 dias depois da festa da colheita, das primícies, desculpa.
Pentecostes significa 50 em grego, esse nome Pentecostes não é usado no Velho Testamento, porque no Velho Testamento é tudo em hebraico,
então não tinha esse nome Pentecostes no Velho Testamento, mas falava assim a festa das semanas, a festa da colheita, e era um dia só.
Nós não temos nenhum registro específico da celebração dessa festa no Velho Testamento, tem as instruções e tudo,
mas não tem nenhum lugar que fala "Então o povo celebrou a festa de Pentecostes".
Eu penso que, segundo Crônicas 15, fala que o rei Asa fez uma grande festa de celebração, renovou a aliança com Deus, e foi no terceiro mês que é exatamente o tempo de Pentecostes.
Não cita a festa, mas pode ter sido a festa de Pentecostes em segundo Crônicas 15, mas não faz menção.
E depois, no sétimo mês, então primeiro mês, terceiro mês, sétimo mês do ano, no sétimo mês tinha três festas também,
então a gente tem três festas aqui, uma festa em Pentecostes e três festas no sétimo mês.
Na Páscoa, são três festas, tudo dentro da mesma semana, dia 14, dia 15 já começa a festa dos Pães Asmos, dia 16 era a festa das Primícias, então tudo era da mesma semana.
No sétimo mês tem o dia primeiro que é a festa das Trombetas, dia 10 que é a festa da Espiação e dia 15 do sétimo mês, durante oito dias, é a festa dos Tabernáculos.
O primeiro dia do sétimo mês é das Trombetas, o dia 10, tudo do sétimo mês, o dia 10 era o dia da Espiação, o dia da Espiação, a gente citou esses dias, não sei se vocês guardaram,
é o único dia no ano que o sumo sacerdote entrava no Santo dos Santos, o único dia.
E até hoje, os judeus chamam isso hoje Yom Kippur, foi a data em que os árabes atacaram Israel em 1973, então foi uma situação muito, como é que a gente fala assim,
foi um ataque traiçoeiro porque é o dia mais sagrado do ano para os judeus, é o dia que eles mais guardam tudo, eles guardam a Páscoa, guardam as outras festas,
mas esse dia da Espiação, porque hoje eles não tem o templo, não tem sumo sacerdote, não tem ninguém entrando no Santo dos Santos, mas para eles,
como era esse dia único no ano que o sacerdote entrava no Santo dos Santos, de alguma maneira, os judeus acabaram colocando esse dia como o dia mais sagrado do ano,
aqui tem o sábado que não é para trabalhar, mas esse dia da Espiação o país praticamente para, realmente é um dia que eles guardam.
E o dia 15 começa 8 dias da festa dos tabernáculos, a única vez que essa festa é citada como sendo, como a celebração, estou falando assim, da celebração dessas festas,
a única vez foi no tempo, no livro de Nehemiah, foi com Esdras também, mas depois que eles voltaram de Babylon.
Então isso aqui é só para dar um panorama assim das festas, e só para lembrar, Jesus cumpriu literalmente essa festa,
ele morreu na Páscoa, foi sepultado, ressuscitou no dia da festa de primícias, então ele cumpriu essa festa, não significa que nós não observamos, mas ele é a nossa Páscoa.
Então é muito importante a gente entender isso, como que isso foi passado para a nova aliança, e como que isso é muito importante. É a festa mais citada na Bíblia toda, de todas as festas,
eu quis mostrar isso aqui para vocês verem, é a festa que mais você tem menção dela no Velho Testamento, de quando o povo cumpriu a festa, celebrou a festa, Pentecoste não tem nenhuma menção,
e Tabernáculos uma menção só, pois tem uma profecia de Zacarias falando sobre o tempo do milênio, que todas as nações vão cumprir a festa de Tabernáculos,
essa festa, se eu estou colocando aqui, as ocasiões em que a gente tem um registro da celebração.
A festa das trombetas era anunciando a entrada desse mês sagrado, e a trombeta sempre fala, representa uma voz profética.
Então, o que eu queria colocar aqui, Jesus cumpriu a Páscoa, estou dando assim, é bem rápido, tem muita coisa que poderia ser falso sobre as festas,
mas como nós vamos falar sobre a Páscoa, eu queria que vocês tivessem mais ou menos essa visão, Jesus cumpriu a Páscoa, na data do calendário judaico.
Atos 2, versículo 1, no dia de Pentecoste, literalmente, na data do calendário judaico, o Espírito Santo veio sobre os 120 no cenáculo.
Deus tem uma coisa com o calendário, Deus tem uma ligação com datas, essa festa foi cumprida na data,
Pentecoste também foi cumprida na data, agora essas festas aqui, de trombetas, dia da expiação e tabernáculos, nunca foi cumprida na igreja, nunca foi.
Essa menção, no tempo de Nehemiah, já nos faz pensar numa época de restauração do cativeiro, uma coisa que Deus fez no final da história,
vamos dizer assim, no final da história do povo de Israel no Velho Testamento, e o sétimo mês, sete é o número completo, trombetas, expiação,
o que era a festa de tabernáculos? Eles estavam, durante essa festa, eles faziam barracas com galhos, com folhas,
eles faziam barracas e montavam essas barracas em Jerusalém, não na cidade deles, tinha que montar na cidade certa onde estava a casa de Deus,
mas eles estavam celebrando o tempo em que eles ficaram no deserto, sem casa fixa, andando de lugar em lugar.
Mas essa festa também aponta que eles estavam lembrando do tempo de peregrinação, e a Bíblia fala desse corpo como sendo um tabernáculo,
como sendo uma coisa temporária, não no sentido de que na vida eterna nós não vamos ter corpos, nós não vamos ser fantasmas,
nós não vamos ficar voando por aí, nós vamos ter corpos porque a Bíblia fala que vai ter a ressurreição dos corpos quando Jesus voltar,
e Jesus que foi na nossa frente, que fez tudo que vai acontecer conosco, ele fez primeiro, nós temos todo o modelo dele,
que ele morreu e ressuscitou num corpo, um corpo que obedecia leis diferentes, porque ele passava pelas portas, estava aqui, já estava no outro lugar,
as pessoas ele podia, sei lá, apertar um botão, o que ele fazia, assim que as pessoas não conheciam, ele ficou caminhando com os dois no caminho de Maus e ninguém,
eles sabiam quem era Jesus, conheciam Jesus, mas ali eles não conheceram, mas ao mesmo tempo ele era o mesmo Jesus porque tinha as marcas dos cravos nas mãos no lado,
então era o corpo dele, entende? Então tudo isso aí são pistas para a gente entender, e a Bíblia fala que nós vamos ressuscitar os corpos,
mas a festa de Tabernáculos fala de Deus tabernacular, de Deus habitar conosco para sempre, então a festa de Tabernáculos aponta para a segunda vinda,
para a volta de Jesus, e as trombetas seriam um anúncio, seria já tocando a trombeta porque dentro de 15 dias vai começar a festa dos Tabernáculos,
ou seja, é uma voz profética anunciando que Jesus vai voltar, muitas pessoas fazem uma ligação das trombetas com as trombetas de Apocalipse,
que representa a voz profética, mas também representa juízos que vêm sobre a terra nesse tempo, então isso só para dar mais ou menos um panorama.
Agora, voltando então, nós estamos então vendo com Ezequias como ele, depois de preparar a casa de Deus, ele agora chama toda a nação para celebrar a Páscoa.
A Páscoa é a festa mais citada porque é a primeira festa, é a festa que conta a história, que celebra a história da libertação do povo de Israel do Egito,
foi nessa época que Deus se manifestou como nunca antes e nunca depois até hoje, nós temos falado assim que a única vez em que Deus vai desnudar seu braço
diante de toda a humanidade do jeito que ele fez no êxodo nessa época da Páscoa, vai ser na ocasião antes da volta de Jesus, que é o Livro de Apocalipse.
Então a Páscoa na verdade não é só uma figura, não é só uma celebração do que Jesus fez por nós morrendo na cruz, mas a Páscoa como em 1 Coríntios 11 Paulo fala,
quando vocês celebram a mesa do Senhor, a seia do Senhor, vocês estão anunciando a morte de Jesus, ok, até que ele venha, ou seja, na verdade nós estamos na Páscoa falando de duas coisas,
do passado e do futuro, nós estamos falando do que Jesus fez e nós estamos falando do que Jesus vai fazer, que é voltar para fazer um novo êxodo, porque nós seremos retirados desse mundo,
outra vez vamos lembrar, nós não seremos retirados desse mundo num arrebatamento para ir embora e viver no céu para sempre, eu já expliquei para vocês, você quer ir para o céu, você tem que morrer antes de Jesus voltar,
sua chance de ir para o céu é antes de Jesus voltar, porque quando Jesus voltar a gente não vai mais embora para o céu, a gente vai reinar com ele, vai viver com ele aqui na terra, tem o milênio que é na terra
e tem o reino eterno, em Apocalipse 21, que a nova Jerusalém desce do céu para a terra, então tudo bem, na eternidade nós vamos ter o céu e a terra tudo junto, estou brincando quando diz que quer ir para o céu, só tem a chance agora, não,
o céu nós vamos ter na eternidade, só que o céu virá para a terra, então vai ser junto, vai ter um casamento entre o céu e a terra e vai ser junto, mas essa história que a igreja tem entendido por muito tempo
de que a terra vai embora, vai ser destruída ou vai ficar para Satanás ou vai ficar para o Judeu, sei lá, tem um monte de ideias diferentes sobre escatologia, mas essa ideia assim de que nós vamos ser levados embora na volta de Jesus, nós seremos arrebatados ao encontro de Jesus nos ares,
porque Jesus está voltando para reinar sobre a terra, ok, precisamos entender isso, é isso que a Bíblia ensina, então a Páscoa fala dessa época grandiosa, não houve nenhuma outra época na história da humanidade
em que Deus demonstrou seu poder visivelmente para a maior nação, maior potência daquela época que era o Egito, Deus fez isso nessa época do êxodo, ele nunca mais fez daquele jeito, ele já mostrou o poder dele, mandou fogo do céu com Elias, ele fez outras coisas, mas não na proporção e não visivelmente para as nações como ele fez no êxodo,
mas o Livro de Apocalipse fala que ele vai fazer isso novamente, vai ter as duas testemunhas, vai ter manifestações de juízos, vai ter manifestações de avivamento, Deus vai agir visivelmente, vai ter perseguição, tudo isso junto,
eu não sei explicar como isso vai acontecer, mas o que a Bíblia fala é que vai ter uma grande intervenção de Deus culminando com a maior intervenção de todas, que é quando todas as nações estiverem reunidas em volta de Israel,
para acabar com Israel de vez, na hora daquela hora que se esperar mais um segundo acabou, ele vem para salvar a nação de Israel e a sua igreja, isso vai ser o êxodo, porque nós vamos sair do sistema do mundo,
nós vamos sair de Babilônia, nós vamos sair de tudo que tem nos mantido em cativeiro, eu não sei, a grande parte da igreja não se sente cativeiro, a maior parte da igreja não se sente em Babilônia,
mas nós estamos em Babilônia, nós estamos sendo escravizados pelo sistema deste mundo e é só um novo êxodo, uma nova intervenção de Deus que vai tirar o sistema do mundo e vai implantar o sistema do rei Jesus.
Então a Páscoa fala disso, a Páscoa aponta para isso e a Páscoa é a grande festa, é a primeira, é a mais importante, é aquela que a gente precisa celebrar sempre,
porque quando nós tomamos a ceia do Senhor, nós temos que falar sobre isso, nós temos que anunciar a morte de Jesus, mas nós temos que anunciar também que nós vivemos num sistema inimigo de Deus,
nós amamos as pessoas, nós oramos pelas pessoas, nós não estamos indo embora para abandonar as pessoas aqui, nós queremos a salvação, vai ter salvação como nunca antes na história do mundo,
vai ter uma grande colheta no fim do tempo, então nós não estamos pedindo Deus nos leva embora, deixa esse mundo pegar fogo, que os governos, que essas pessoas corruptas, que essas pessoas que não querem Deus, que queimem no fogo, não, essa não é a nossa oração, amém?
A nossa oração é Deus manifesta o teu poder, chama pessoas, chama as pessoas que estão presas, chama as pessoas que estão cegas, chama as pessoas que não conseguem ver a tua salvação e a aliança que precisamos ter contigo,
chama essas pessoas e faz uma coisa nova, mas no meio disso, diante de uma grande intervenção, Faraó, como naquele tempo, ele vai ficar furioso, Satanás vai ficar furioso, Apocalipse 12, Satanás vai ser derrubado para a terra,
sabendo que ele tem pouco tempo e ele vai incitar, ele vai levantar grande ira contra o que Deus está fazendo, é um tempo assim, a gente não consegue nem guardar, como é que vai acontecer tudo isso ao mesmo tempo, mas vai ser um tempo tremendo,
eu não sei você, mas vai ser um tempo difícil, mas eu quero estar vivo, eu quero ver, eu quero ver Jesus voltar, você não quer? Eu quero estar vivo, eu quero participar disso, eu quero ver Deus sendo glorificado no meio de um período mais difícil de todas as épocas, né?
Então essa é a Páscoa, e agora Deus vai cumprir essa intervenção, aí vai ter uma ligação com essas festas do sétimo mês também, ok?
Então isso é só mais ou menos para a gente ter uma visão panorâmica para dar um gostinho, se você quiser se aprofundar nesse estudo das festas, nós temos uma apostila, depois qualquer um que quiser pode me pedir,
nós temos uma apostila sobre o sentido profético das festas, e tem outras, tem outros estudos, outras opiniões, nem todo mundo tem exatamente a mesma interpretação de como essa festa dos tabernáculos vai se cumprir,
mas todos entendem que realmente é a época do fim, mas vamos nos concentrar, vamos focar na Páscoa. A Páscoa é essa renovação da nossa aliança com Deus, é algo que precisa ser renovado, repetido, visto com mais clareza,
às vezes nós ficamos tão interessados e tão, assim, a gente deseja entender as coisas dos últimos dias, verdade que a igreja não entendeu ainda, mas a Páscoa representa a verdade mais simples,
que ela precisa ser mais entendida, mais revelada, mais praticada entre nós, que é a morte de Jesus na cruz, não tem nada que precisa ser mais revelado para nós do que a verdade da Páscoa.
E outra coisa, nós vamos estudar esse capítulo 30, nós vamos ficar algumas aulas em cima dela, mas então a gente vai continuar falando sobre isso.
Uma coisa muito importante é que para Ezequias, desde no capítulo passado, quando ele estava ainda purificando o templo, a gente percebe que ele era rei de Judá,
todo mundo lembra que o reino foi dividido depois de Salomão, e na verdade, nesse comecinho do reinado de Ezequias, ainda tem um rei, o último rei das dez tribos ainda está lá,
porque ele vai mesmo, o cativeiro das dez tribos, acontece mais ou menos no sexto ano acho que do reinado de Ezequias, esse que foi no primeiro ano, então das dez tribos,
uma parte do povo já tinha sido levado para o cativeiro na Síria, mas o cativeiro final, a destruição de Samaria, o fim das dez tribos ainda não tinha acontecido, mas estava bem perto, faltava seis anos.
Mas Ezequias, desde o início, a gente percebe que ele tinha um anseio pela união de todas as tribos, isso é um assunto muito importante para mim,
que eu acho que é uma das grandes coisas que Deus quer fazer na nossa geração, é a unidade do povo de Deus, e as doze tribos representam, cada tribo tinha sua característica,
então as doze tribos representam, isso não tem problema, as doze tribos, Davi foi rei sob as doze tribos, então ter doze tribos não é problema, lógico que o número doze é só simbólico,
mas existem muitos tipos diferentes, muitas correntes na igreja hoje, isso não é problema para Deus, Deus não tem problema com pessoas que são pentecostais e com pessoas que não são pentecostais,
Deus não tem problema com pessoas que fazem parte da tribo da igreja católica e pessoas que fazem parte da tribo dos evangélicos, dos ortodoxos e de outras correntes menores,
Deus não tem problema com isso, agora Deus tem problema ao mesmo tempo que Deus, de certa forma Ele que fez acontecer isso, mas Deus tem problema com divisão, e a divisão, a grande divisão no Velho Testamento foi a divisão do reino dividido,
foi a divisão entre as dez tribos e a tribo de Judá, essa foi a grande divisão, e a gente tem falado assim que, como assim, nós estamos vivendo, nós temos centenas, milhares de divisões no corpo de Cristo hoje,
mas a grande divisão, nós temos algumas divisões muito grandes na história da igreja, uma delas é a divisão entre judeus e gentios, a igreja dos gentios rejeitou, isso tem toda uma história, não vou entrar nisso agora,
mas durante praticamente toda a história da igreja, os judeus como povo foram rejeitados pela igreja dos gentios, então essa é uma grande divisão, uma outra grande divisão entre a igreja católica e igrejas evangélicas, entre a igreja católica e a igreja ortodoxa e assim vai,
então tem grandes divisões, mas tem também uma grande divisão, que eu tenho sempre sugerido para vocês nesse assunto, que seria entre a igreja que é mais institucional e a igreja que é mais orgânica, a igreja que não faz parte de uma instituição,
é muito fina essa divisão, assim, muito difícil de entender porque muitos grupinhos separados são tão institucionais quanto, assim, em alguns pontos são até piores do que as grandes instituições,
mas existe essa briga milenar, desde, você pode estudar a história da igreja, sempre tinha a igreja mais assim, que tinha o governo e os bispos e as instituições e os pequenos grupos que saíam e falaram assim, nós precisamos voltar para a simplicidade da palavra,
nós precisamos praticar do jeito que está aqui, as instituições vão se afastando, vão se afastando, então essa é uma briga milenar também, ok?
Mas Deus está, Deus permitiu a divisão no tempo aqui por causa do pecado de Salomão e Deus sempre permite divisões nas igrejas quando os líderes não se submetem totalmente a Deus,
então Deus permite divisões porque Deus não quer que a gente se una em torno do homem, Deus sempre vai permitir, não é que Deus queira a divisão,
mas Ele não vai proteger a igreja contra a divisão quando nós nos tornamos como rei Salomão, autoconfiantes, idólatras, dependendo de nós mesmos, buscando outras coisas, a idolatria pior é essa idolatria assim da própria exaltação do homem,
colocar o homem no centro, o governo do homem ao invés do governo de Deus, então tem uma série de coisas que faz com que Deus, eu não vou manter a unidade da igreja,
isso acontece em congregações, mas acontece também em grandes denominações, mas Ezequias é um homem que quer o inverso e durante toda a história do reino dividido,
em vários momentos Deus chamava, Deus atraía, no próprio Roboão que foi o primeiro rei do reino dividido de Judá,
muita gente das 10 tribos lembra da famosa história de Jeroboão, como que Jeroboão instituiu uma religião para não deixar o povo voltar para Jerusalém,
e Jerusalém representa o centro que é Jesus, então toda instituição, toda tentativa humana de segurar o povo, os líderes, isso não fica muito claro na mente dos líderes,
mas existem esses temores que são por instinto, você tem um temor por instinto, você nem entende porque, uma criança tem medo de certas coisas que ninguém ensinou que aquilo é perigoso,
mas tem muitas coisas que a gente tem um medo por instinto, o homem no trono, ele tem um medo por instinto de Deus se tornar rei sobre o povo dele,
porque isso significa que eu vou ter que sair do trono, então isso é um instinto, eu não raciocino assim, eu tenho que fazer alguma coisa para o povo não se ligar a Deus,
as pessoas não pensam assim, claro, mas existe um instinto em todos nós, a gente quer controlar os filhos, a gente quer controlar as pessoas que oram no nosso grupo,
sempre isso não precisa prender, isso ninguém disciplina, ninguém para se tornar um líder que controla, isso é natural, da nossa natureza caída,
a gente tenta segurar as pessoas, a gente tenta controlar as pessoas para que elas não se liguem diretamente em Jesus, porque aí eu não vou ser mais importante,
mas João Batista falou assim, que ele cresça e que eu diminua, então é isso que nós precisamos aprender a fazer, mas Ezequias agora ele está andando na contramão,
então só queria lembrar vocês, capítulo 29, versículo 24, no versículo 21 fala que Ezequias ofereceu sacrifícios em favor do reino, do santuário e de Judá,
Ezequias é rei de Judá, então no versículo 21 ele está trazendo sacrifícios em favor da nação de Judá, mas ele não fica contente só com isso,
no versículo 24 ele fala, os sacerdotes os mataram, os animais, com seu sangue fizeram expiação do pecado sobre o altar para reconciliar todo Israel,
gente, isso, a gente fica assim, Judá, Israel, tudo o mesmo, não, lembra, nós estamos no reino dividido, Israel são as 12 tribos e no tempo do reino dividido
eles chamavam o reino das 10 tribos, eles chamavam de Israel e Judá era Judá, então quando eles falavam Israel eles estavam lembrando o nome da nação toda,
Ezequias não estava orando e buscando conserto e reconciliação só para sua denominação, só para sua igreja, ele estava buscando em favor de todo Israel,
então isso aqui no capítulo 29 é um pouquinho sutil, não é tão fácil de achar, mas agora no capítulo 30, já no versículo 1 ele diz o seguinte, depois disso enviou Ezequias mensageiro por todo Israel e Judá,
então ele está usando os nomes conscientemente, Israel as 10 tribos, Judá o meu reino, mas ele não estava contente só em pensar, nós vamos chamar todo Judá para celebrar a Páscoa, não, nós precisamos chamar todo Israel,
todo Israel, escreveu cartas a Efraim e Manassés que eram duas das 10 tribos, era o reino do norte, às vezes eles chamavam de Israel, às vezes eles usavam Efraim como até símbolo representativo das 10 tribos,
porque a capital Samaria ficava em Efraim, então como você falar assim, vamos mandar um convite para Brasília, Brasília representando toda a nação do Brasil, um outro país, vamos fazer um convite para a nação do Brasil,
às vezes usa o nome Brasília, então eles usavam ou Samaria ou a tribo de Efraim, ou ele chamava como aqui, Efraim e Manassés, e às vezes eles citavam mais algumas tribos, então para que viessem a casa do Senhor a Jerusalém a fim de celebrarem a Páscoa ao Senhor Deus de Israel.
Queria chamar a atenção no versículo 2, que essas coisas assim, daqui só está uma menção rápida, mas eu acho muito interessante pensar em como que funciona o governo da casa de Deus.
Ezequias é um rei, o verdadeiro rei, quando nós pensamos em rei, esse rei para a igreja representa Jesus, mas também Ezequias era um governante humano, então a gente vê,
Ezequias, ele era o rei de Judá, mas ele entendia que ele só tinha autoridade, ele só podia ser rei debaixo das ordens de Deus, então ele não via, ele não se via como o soberano, ele se via como alguém que tinha um mandato para governar debaixo de Deus,
então tudo que ele fazia, ou quase tudo, porque Ezequias também cometeu erros, mas quase tudo que ele fez, ele fez procurando seguir as ordens do verdadeiro rei, que é Deus.
Aí ele fala, o rei e seus príncipes, então ele tem um tipo de um conselho, nas igrejas chama juntas, chama conselhos, chama presbitério, tem vários nomes, mas ele tem, além dele, ele tem um grupo de pessoas que tem responsabilidade,
que tem encargos, que são autoridades na nação, que estão junto com ele, e depois ele fala, e toda a congregação, essa congregação, palavras, algumas bíblias talvez vão dizer assembleia, congregação, assembleia, mas Ezequias não estava com todo o povo de Judá ali,
ele estava com alguns representantes, mas o que eu queria chamar a atenção é que o rei, ele, e isso em todos os níveis de liderança, liderança na casa de Deus segue esse princípio.
Primeiro, nós só temos autoridade debaixo de Deus, Deus não colocou a gente como líder, não colocou ninguém como líder para fazer o que está na sua cabeça, nós só temos uma responsabilidade, ouvir e executar as ordens do verdadeiro rei.
Mas esse rei, ele vai obedecer a Deus, mas ele também precisa estar atento a um outro nível de liderança, que são as pessoas que estão abaixo dele.
Então, a liderança, o líder, ele não faz da cabeça própria, mas mesmo ele, buscando a direção de Deus, querendo ouvir de Deus, ele não pode agir sozinho, isso no Velho Testamento e no Novo, o princípio nunca muda, que é pluralidade.
O líder, o rei, ele era diferente, ele tinha uma posição acima dos outros que estavam com ele, porém, ele não fazia as coisas, isso que vai ficar muito claro.
Olha assim, o versículo 2, o rei e seus príncipes e toda a congregação em Jerusalém decidiram, então não foi uma decisão isolada, não foi uma decisão só do rei, eu decidi, eu orei a noite toda e eu descobri.
Ele queria fazer a vontade de Deus, nem fala aqui que ele ouviu diretamente de Deus sobre isso, mas ele tinha, ele busca na palavra, tem muitas maneiras de Deus falar, então ele sabia que era a vontade de Deus que celebrasse a Páscoa,
então ele queria tomar uma decisão, mas ele tomou essa decisão junto com os líderes e com representantes de toda a congregação, isso é muito, muito importante.
Muita coisa hoje é feita de maneira errada porque não obedece esses dois princípios, é muito simples, mas na prática nem sempre é tão simples assim, mas precisa procurar.
Isso tem que ser, nós estamos fazendo a vontade de Deus e se nós estamos fazendo a vontade de Deus, nós estamos consultando, porque para ter unidade você precisa trabalhar em conjunto com as pessoas,
lógico que isso não pode ser feito em conjunto com voto popular, não é uma democracia, mas isso tem que ser feito em conjunto com lideranças, com representantes e às vezes com toda a congregação sim.
Então todos participam porque todos vão caminhar juntos para fazer a vontade de Deus. E olha só, versículo 3 fala, não puderam celebrar, eles estão tomando essa decisão, lembra que eu falei, eles estão tomando uma decisão para celebrar a Páscoa,
não no primeiro mês, já passou quando eles estavam vendo isso, já tinha passado o primeiro mês, então eles estão tomando uma decisão para celebrar a Páscoa no segundo mês.
Então eles decidiram em conjunto e no versículo 4, "isto pareceu bem aos olhos do rei e aos olhos de toda a congregação". Então isso é muito importante, se nós queremos unidade, nós buscamos unidade com as 12 tribos, nós queremos, já falamos sobre aqueles outros passos,
se a igreja vai ter a presença de Deus, nós precisamos entender, não é uma coisa mecânica, eu não sei exatamente como isso vai acontecer, mas eu tenho muita convicção de que para Deus agir como ele quer agir na nossa geração,
nós precisamos ter um retorno a Deus, como aconteceu com Ezequias no capítulo 29. E nós precisamos aprender a, então tem todo esse movimento de arrependimento, de perdão, de consagrar, de limpar a casa de Deus, de consagrar as nossas vidas,
tem tudo que, todos esses princípios que a gente viu no capítulo 29, mas agora nesse retorno, como que a igreja vai ser uma só, celebrando a morte de Jesus, celebrando a Páscoa, como que vai, como é que Deus vai unir 12 tribos?
Olha minha gente, lá de Manacés e de Efraim, eu quero que vocês saibam que vocês estão com o sistema de governo totalmente errado, vocês precisam aceitar o rei Ezequias, porque o rei Ezequias é descendente de Davi, foi isso que Ezequias fez?
Não, ele não estava tentando resolver esse problema do reino dividido, ele falou assim, venham semana que vem, não semana que vem não vai ter aula, mas na próxima aula nós vamos falar sobre a carta que Ezequias mandou,
é uma carta tremenda, que ele mandou uma carta para ser anunciada, não tinha celular, não tinha televisão, não tinha livros, não tinha jornal, não tinha essas coisas, então ele escreveu uma carta e mandou mensageiros para ir a todas as tribos de Israel,
em todas as cidades lendo essa carta, anunciando essa mensagem, então qual era a mensagem de Ezequias?
Voltem-se para Deus, voltem, nós vamos ver os itens que ele fala, mas é um chamado para Deus, se a igreja parar de se preocupar com personalidades humanas, com lideranças humanas, vocês precisam reconhecer,
a gente tem um apóstolo, a gente tem um bispo, a gente tem uma igreja, a gente, gente, nós temos que parar com isso, Ezequias não tentou convencer as dez tribos que precisavam voltar para reconhecer a Ezequias como rei,
ele falou assim, voltem-se para Deus, vamos celebrar a Páscoa, vamos nos reunir em torno de Jesus, amém? Essa é a mensagem e é isso que ele pregou para que realmente o povo de Deus em todas as partes fosse unidas,
então eu acho muito significativo, o rei lá em Samaria ainda existia, ainda existia, mas ele mandou mensageiros e tem uma menção, no livro de reis, quando fala sobre esse último rei, se chamava Uzeias,
fala assim que a única coisa que fala sobre ele é que ele continuou nos caminhos de Jeroboão, como todos os outros, mas que ele foi menos idólatra, menos ruim do que os outros, ele falou assim, não como os pais dele,
e algumas pessoas acham e até acho que pode ser que ele não fez nenhuma, não impediu Ezequias de mandar esses mensageiros, porque se ele quisesse, não, o que é isso, está chamando o meu povo para Jerusalém, nada disso,
ele não fez, então talvez por isso que Deus fez uma avaliação, ele foi, ele como rei não se arrependeu, não voltou como Deus queria, mas ele foi menos do que os outros, porque ele permitiu, ele não impediu Ezequias de fazer esse chamado,
então Ezequias foi um homem que quis chamar as outras tribos para voltarem para Jerusalém, não para estar debaixo da ordem dele, mas para adorar a Deus, então isso é uma mensagem de unidade e é muito significativo isso,
então nas próximas aulas a gente vai ver qual foi a reação do povo, se eles aceitaram bem, se não aceitaram e vamos continuar vendo sobre como Deus agiu.
Senhor Jesus, nós queremos nesse momento, Senhor, pedir que o Senhor venha despertar homens, ministérios, pessoas como Ezequias, Senhor, que tenham o Deus realmente esse coração, que queiram restaurar a Tua casa,
que queiram voltar a consagrar a casa, o povo, os ministérios a Ti totalmente e que tenham essa visão de buscar o Teu povo em todas as tribos, onde estiverem.
Senhor, é isso que vai trazer a Tua presença de novo, é isso que vai fazer com que o Senhor intervenha mais uma vez como o Senhor fez naquele tempo, nós estamos esperando,
Senhor, pode ser que haja intervenções Tuas em graus menores com outros avivamentos, mas nós estamos aguardando o grande avivamento, porque vai haver algo muito grande para preparar o Teu povo para as últimas tribulações e os últimos acontecimentos,
então, Senhor, nós estamos esperando diante de Ti, nós estamos buscando a Ti, Senhor, porque nós não conseguimos fazer isso sozinhos, lá na frente nós vamos ler que a boa mão do Senhor estava junto com Ezequias fazendo isso acontecer,
porque nós não temos nenhuma capacidade de fazer isso, Senhor, nem sabemos como fazer, mas ó Deus, que o Senhor mais uma vez, naquela época estava muita ruína, muita desolação,
as dez tribos estavam totalmente dizimadas, estavam esperando em poucos anos eles iam ser totalmente eliminados como o reino, a própria nação de Judá estava super enfraquecida, ele não estava fazendo isso num momento de força, de grandeza,
ele estava fazendo isso num momento de fraqueza, de divisão, de derrotas diante dos inimigos, Senhor, ó Deus, e nós clamamos a Ti, Senhor, para que hoje os nossos olhos possam se voltar para Ti, Senhor,
ó Deus, numa época em que aqui na nossa realidade quantas pessoas estão perdendo cada vez mais sua confiança no sistema, no nosso sistema de governo, no nosso sistema de sociedade em geral, nós não estamos conseguindo, nós não estamos vencendo, nós não estamos implantando o Teu reino, Senhor,
então, ó Deus, é um momento em que nós precisamos também nos voltar para Ti, ver, ó Deus, a Páscoa sendo celebrada, nós precisamos, ó Deus, voltar os nossos olhos para Tua intervenção, ó Deus, é isso que nós pedimos, Senhor, nesta manhã, em nome de Jesus, Senhor, amém.
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