Depois da leitura bem extensa da Palavra, o povo sentiu o quanto estavam distantes de Deus e da aliança com ele, e chorou em voz alta. Não foram repreendidos por causa do choro, mas foram instruídos a celebrar a Festa das Trombetas com alegria, porque a alegria lhes daria força para mudar de vida. No dia seguinte, continuaram investigando mais a vontade de Deus nas Escrituras e descobriram que naquele mês, o sétimo mês, tinha um outra festa, muito importante, a Festa dos Tabernáculos, ou das Cabanas. E descobriram o jeito certo de celebrar, algo ignorado pelo povo de Deus durante aproximadamente mil anos! A celebração dessa festa, também com grande alegria, seria a preparação perfeita para um conserto mais profundo e verdadeiro diante do Deus que os tirou do Egito, guardou no deserto e, agora, os trouxe de volta do cativeiro.
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Leitura recomendada:
“O Sentido Profético das Festas de Israel”
17/11/24 – Ne 8 – Baixardo áudio.

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Transcrição
Nós estamos ainda em Nehemias, capítulo 8. Estamos vendo, acompanhando tudo o que aconteceu.
É o ponto, nós temos falado que é o ponto mais alto da restauração com Nehemias.
Começou com Zorubabel antes, no livro de Esdras, mas a primeira parte do livro de Esdras,
depois, bastante tempo depois, veio Esdras, depois veio Nehemias.
Então, todo esse processo relatado em Esdras e Nehemias, nesses dois livros, foi um processo de restauração,
claro que não foi a restauração completa que nós esperamos, ainda não aconteceu,
mas foi um tempo muito significativo de retorno do cativeiro, do pior momento da história do povo de Israel,
pelo menos até então, porque houve momentos piores depois da época de Jesus,
mas foi um tempo em que houve uma restauração, uma restauração de voltar para a terra, uma restauração do templo da casa de Deus,
uma restauração dos muros de Jerusalém, da cidade de Jerusalém,
e agora uma restauração com Esdras e com os Levitas da palavra de Deus, da aliança com Deus.
Então, nós estamos vendo aqui como isso aconteceu depois da restauração dos muros,
houve esse momento muito significativo de leitura da lei, de voltar para realmente reconhecer a importância e redescobrir o conteúdo da palavra,
e nós vimos então que essa leitura trouxe convicção de pecados, o povo começou a chorar,
sentiram o quanto que eles estavam distantes,
mas naquele momento foram instruídos a não chorar mais, mas a celebrar porque era aquele dia, era uma festa, a festa das trombetas,
e aí quando eles foram continuar investigando e estudando a palavra, descobriram no dia seguinte que havia uma outra festa muito importante no sétimo mês,
e descobriram como deveriam celebrar.
Então nós falamos sobre a alegria, sobre a importância da alegria no contexto certo,
mas hoje queremos focar mais nessa questão das festas,
porque celebrar as festas com alegria, qual a relação entre a alegria que eles tiveram,
esse reencontro com a palavra, esse reencontro com o conteúdo de tudo que Deus tinha ensinado por meio de Moisés e depois dos profetas,
e eles redescobriram isso, mas era um momento em que eles deveriam celebrar algo com alegria ao Senhor antes de um aprofundamento,
porque o capítulo 9 vai ser um aprofundamento de arrependimento e de conserto e de mudança de acordo com a palavra de Deus,
mas antes de focar em arrependimento, em confissão, em jejum, em choro,
pelo momento que aconteceu, mas isso tinha realmente um significado, eles deveriam celebrar com alegria ao Senhor a festa,
então esse é o nosso ponto hoje, entender, porque em seguida eles celebraram a festa dos tabernáculos ou a festa das cabanas,
então vamos orar e pedir ajuda, pedir que o Senhor nos visite com revelação que essas coisas possam se tornar reais para nós outra vez,
Senhor, nós reconhecemos que o Senhor hoje também deseja restaurar e que tem muitas coisas nas escrituras que nós ignoramos,
que nós passamos por cima, que nem às vezes conhecemos, e assim como o povo naquele tempo foi levado a ter um novo encontro com a palavra,
e entender a importância e respeitar, reverenciar o Senhor que deu a palavra, nós também queremos ter essa atitude,
queremos nos aproximar da Tua Palavra, sentindo o quanto que estamos distantes, mas ao mesmo tempo buscando a alegria do Senhor
para que nós possamos realmente voltar com todo o coração e que haja uma verdadeira restauração, porque é também o nosso desejo,
mas sabemos que acima de tudo é o Teu desejo, ajuda-nos a olhar para essa celebração e para que isso possa se tornar uma realidade nos dias de hoje,
pedimos e suplicamos em nome de Jesus, amém.
Então eu só vou lembrar o contexto que nós vimos na aula passada, o que aconteceu nestes três capítulos, que são um conjunto,
nem os 8, 9 e 10, são um conjunto, representam a consumação, representam o clímax de tudo que Deus estava fazendo naquele tempo e apontam, porque o povo naquele tempo não conseguiu viver plenamente tudo isso,
a casa de Deus, a terra prometida, os muros de Jerusalém, a cidade de Jerusalém, eram coisas assim que tinham um significado além daquilo que eles puderam experimentar naquele tempo,
mas foi uma restauração profética, eles viveram aquilo apontando para algo que precisa acontecer até hoje, nós precisamos de tudo isso.
Essa foi a sequência desses três capítulos, eles fizeram a leitura da palavra no início do capítulo 8, a leitura da palavra trouxe o choro, convicção de pecado,
sentimento profundo de que eles não estavam vivendo aquilo assim só, foi só leitura, mas os levitas estavam explicando para o povo entender, mas vamos dizer assim que eles não estavam falando uma coisa nova, não estavam profetizando algo sobre o futuro,
estavam olhando o que estava escrito, o que Deus queria, o Deus que eles tinham aliança com esse Deus, eles eram o povo de Deus, mas não é suficiente falar nós adoramos a Deus,
nós queremos saber como ele é, nós queremos corresponder, hoje se dá muita, às vezes se dá ênfase assim, você tem que obedecer a Deus, você tem que fazer o que ele manda,
e é verdade isso, mas às vezes isso se torna uma relação de obrigação, uma relação de mandamentos, de leis que não toca, não muda o nosso coração,
então quando nós falamos sobre a palavra escrita e como ela nos revela a Deus, é mais do que mandamentos, é mais do que ordens que Deus dava, que Deus deu naquele tempo, que Deus nos dá hoje, inclusive na nova aliança,
é para saber quem é Deus, é para conhecer esse Deus com quem nós queremos nos relacionar, e é lógico que nós queremos agir para agradá-lo, nós queremos agir de uma forma que possa realmente ter essa proximidade com ele,
então o choro era justamente por sentir, nós não sabemos exatamente como os levitas faziam essa leitura, como o Estras fazia, como ele fez naquele dia, mas talvez não era tipo uma pregação,
olha vocês estão errados, vocês estão muito distantes, só a leitura eles se sentiram, eles próprios se sentiram distantes, se sentiram muito longe daquilo que Deus queria,
e isso trouxe o choro, e isso era algo muito importante, mas aí veio a orientação de toda a liderança dizendo, olha, não chore agora, agora é um momento em que nós queremos,
por causa da data e também por causa da importância de ter uma alegria, de saber quem é esse Deus, nós queremos entender melhor a palavra, nós queremos celebrar, celebraram aquela primeira festa no dia 1º,
mas aí eles foram, então no primeiro dia do sétimo mês, não era para se entristecer, eles ordenaram e aí eles foram fazer celebração, fazer, comer juntos, ter alegria em comer na presença de Deus,
mas no dia seguinte eles entenderam especificamente, eles tinham lido muitas coisas na lei, mas no dia seguinte eles foram investigando, não sabemos se os levitas já orientaram, vamos ler o que fala sobre o sétimo mês,
mas aí fala no capítulo 8, em Emias 8, quando fala sobre, sim, eles, versículo 13, "no dia seguinte ajuntaram seus cabeças de famílias de todo o povo, sacerdotes, levitas na presença de Esdas o escriba, para atentarem",
eles foram despertados naquela leitura da lei e no dia seguinte eles não ficaram contentes, já ouvimos, fizemos nossa obrigação, não, eles quiseram saber mais, esse dia 2 era um extra, eles foram de novo diante de Esdas para entender mais,
porque eles foram despertados, se entristeceram, mas não, não vamos nos entristecer agora que nós vamos celebrar esse dia a Deus, mas eles não perderam aquele impacto,
não perderam, eu enfatizei, que a alegria ela não pode ser desvinculada do conhecimento de Deus, do desejo de ter uma mudança de vida, uma mudança de coração, ter alegria por alegria,
isso, isso não, nós sabemos disso, né, quando somos distantes de Deus, a pessoa que não tem um relacionamento com Deus, às vezes procura alegria, mas no vazio,
alegria que é a nossa força, não é uma alegria no vazio, mas é uma alegria por estarmos na relação com Deus, por estarmos em aliança, e essa alegria que eles tiveram no primeiro dia,
ainda faltava muita coisa para colocar em ordem, então era uma alegria, mas logo em seguida, vamos entender mais, e aí, versículo 14, em emes 8 e 14 fala, acharam escrito, eles descobriram,
e olha que coisa interessante, já mencionamos isso, estava escrito, assim, aquilo que eles estavam descobrindo, não era uma coisa nova,
é que eles não sabiam, e não só eles, mas isso era por gerações e gerações, isso tinha sido ignorado,
então acharam escrito na lei que o Senhor ordenara por intermédio de Moisés que os filhos de Israel habitassem cabanas durante a festa do sétimo mês.
Então, vou terminar essa sequência aqui só para a gente pegar o contexto, então, depois do entristecimento, depois da celebração da festa no primeiro dia,
no dia seguinte, eles foram buscar um entendimento, o que Deus quer para nós hoje, nós descobrimos que a relação com Deus é algo vivo, e é algo que tem, Deus fala coisas, não é uma coisa teórica,
mas é uma coisa que tem relação com nossa vida de hoje, e aí eles descobriram algo específico, que tinha uma festa para celebrar naquele mês, dia 15, estava no dia 1º, depois no dia 2,
e daí eles descobriram que tinha uma festa, provavelmente muitos sabiam que tinha essa festa, o que tinha de novo, o que muitas vezes eles nem celebravam,
pelo menos tem muito poucas menções nas escrituras, na história do povo de Israel, poucas vezes fala da festa dos tabernáculos,
durante muito tempo eles abandonavam a Páscoa, que era a festa mais conhecida e mais, provavelmente a mais celebrada de todas,
quando tinha Ezequias, quando tinha Josias, um retorno para Deus, depois de um tempo de apostasia, eles celebravam a festa da Páscoa,
era a primeira coisa a celebrar, primeira coisa a restaurar, e poucas vezes se fala na festa dos tabernáculos, talvez algumas vezes eles celebravam,
mas não é mencionado, poucas vezes se fala de Pentecostes também, mas o que eles descobriram, porque depois que os exilados voltaram da Babilônia,
no livro de Esdras, a primeira festa que eles celebraram depois do retorno da Babilônia, a primeira festa foi justamente a festa dos tabernáculos, porque era o sétimo mês,
algo tão desconhecido, eles sabiam que existia a festa, muitas vezes eles abandonavam, não praticavam, muitas coisas que estão escritas na lei,
sabe, o livro, o sétimo ano, o ano sabático, o ano do jubileu, tem tantas coisas escritas, tantas práticas maravilhosas, libertação dos escravos,
restauração das propriedades, nós não lemos a respeito da prática dessas coisas, a impressão que tem é que durante a grande maioria do tempo eles não praticavam as coisas que estavam escritas na lei, nas escrituras,
e não é muito diferente de nós hoje, é que a nova aliança não fala tanto de dados ou celebrações, a nova aliança tem muitas coisas que nós também não observamos,
todo mundo fala do sermão do monte, mas quantas coisas que Jesus ensinou para os discípulos nós estamos procurando entender como que pratica isso, como que nós podemos trazer isso para a nossa vida,
porque depende, não é só uma celebração, observação de uma data, mas é uma mudança interior, mas nós temos acesso a isso, enfim, eles, na maioria da história, eles não celebravam, não foi celebrada a festa dos tabernáculos,
e nós descobrimos no final do capítulo 8, versículo 17, que essa maneira de celebrar a festa dos tabernáculos, que era através de fazer essas cabanas com ramos de árvores,
essa maneira de celebrar não tinha sido feita, não tinha sido observada desde o tempo de Josué, isso é mil anos aproximadamente, talvez até um pouco mais, mil anos,
tempo de Josué, quando eles entraram na terra, e durante o tempo no deserto, no tempo do Egito, no Egito eles nem tinham essa instrução,
mas no deserto, fala que eles nem a Páscoa estavam celebrando durante os 40 anos no deserto, só nos primeiros dois anos,
e a festa dos tabernáculos, as cabanas, não dava para fazer no deserto, porque não tinha essas árvores,
então, enfim, Josué deve ter celebrado dessa forma, e depois dele, nunca mais, então olha que restauração, olha que retorno,
que o povo estava descobrindo algo perdido por séculos e séculos, por um milênio, quantas coisas que nós perdemos ao longo também do tempo,
tanto do tempo de Israel, no tempo antigo, como desde os tempos da Nova Aliança, então isso foi algo eles redescobriram, então fizeram a celebração da festa com muita alegria,
isso aqui vai ser o nosso assunto de hoje, a celebração da festa dos tabernáculos, porque isso é importante, qual o significado,
claro que não tenho nem conhecimento de todo o significado da festa dos tabernáculos, e nem tenho um tempo para explorar com muita profundidade,
mas aí depois, no capítulo, então, essa primeira parte aqui é tudo o capítulo 8, desde a leitura da palavra no início do capítulo 8 até a celebração da festa dos tabernáculos,
tudo está em Nehemiah 8, a Assembleia Solene, com confissão e oração, é o capítulo 9, e o último ponto é o capítulo 10, em que eles renovaram sua aliança com Deus, para que houvesse realmente uma mudança prática,
então, a restauração, a alegria que é a força de Deus, essa alegria está nesse contexto aqui, porque a alegria ela tem que ser baseada num coração contrito,
eles tinham chorado e tinham que depois celebrar com alegria, mas uma parte da alegria era justamente porque eles tinham entendido a palavra, porque eles tinham sentido o impacto,
porque eles queriam mudar, porque eles estavam desejosos de renovar sua aliança, seu relacionamento com Deus, por isso eles podiam celebrar com alegria,
e a alegria também era justamente para que eles pudessem fazer uma Assembleia Solene com confissão, e renovar sua aliança com Deus, então é muito importante entender esse contexto da alegria,
porque alegria, como nós temos muitas celebrações com alegria, não estou criticando, eu não posso avaliar, mas a gente sabe que tem muitas celebrações com alegria,
que não estão dentro desse contexto e não produzem bons frutos, então é importante entender quando a gente cita esse versículo "Alegria do Senhor é a nossa força",
nós temos que saber de onde vem a alegria, se vem de uma compreensão maior da palavra e daquilo que Deus quer de nós,
e se é uma força, nossa força para servir ao Senhor com mais pureza e com mais dedicação e de uma forma que agrade a Deus, então tudo isso faz parte.
Ok, então nós queremos falar sobre essa festa dos Tabernáculos, mas antes eu quero falar um pouco sobre, isso vai ser bem rápido, eu espero, existe todo um estudo das festas, das sete festas em Levítico 23,
mas eu quero falar um pouco porque a festa dos Tabernáculos também está no contexto, a festa dos Tabernáculos é a sétima festa de sete festas citadas no livro de Levítico,
então eu quero falar um pouquinho bem rápido sobre a essência, sobre o que que fazia, porque que celebrava as festas, porque muitos desses aspectos se aplicam a festas dos Tabernáculos,
então Deus determinou, o capítulo chave é Levítico 23, mas tem várias outras passagens na lei de Moisés que falam sobre as festas, mas o capítulo 23 de Levítico é a que explica melhor,
e vamos lembrar que é o único lugar, é o único lugar na lei de Moisés que fala sobre essas cabanas da festa dos Tabernáculos,
por isso até assim, quando eles falam assim, eles descobriram, eles acharam, porque não é um fato tão fácil de achar, se você pensar, é uma vez só que aparece essa instrução que na festa dos Tabernáculos eles deveriam sair e pegar ramos de árvores e construir uma cabana simples para eles habitarem durante os sete dias da festa,
então Levítico 23 é o capítulo que fala das sete festas e começa com o sábado, que não é uma das sete festas, mas é a observação semanal, e todas essas festas, o sábado e as outras sete festas, todas tem algumas coisas em comum, ok?
Alguns aspectos são mais de uma coisa do que de outra, a própria festa dos Tabernáculos é para lembrar também, mas eu coloquei o número 2, mas se eu fosse colocar de novo, até seria interessante passar esse número 3 e inverter a ordem aqui,
porque a essência das festas era para lembrar, primeiro aspecto, não era o único, mas a primeira coisa que fala, e aí você pode olhar também em Deuteronômio 16, alguns desses textos eu vou ler também daqui a pouco,
mas Deuteronômio 16 é também um capítulo que fala sobre as festas, e geralmente em vários lugares quando fala sobre a Páscoa, fala que a Páscoa é para a celebração da Páscoa,
era para lembrar, na verdade em Êxodo 12, quando eles estavam no Egito, quando Deus deu a instrução para celebrar a primeira Páscoa, já na saída deles do Egito, Deus falou que era para sempre lembrar dessa data,
dia 14 do primeiro mês, era para eles sempre lembrarem, então a festa da Páscoa e depois a festa dos Tabernáculos, as festas tinham esse mote, essa ideia central de lembrar,
Deus sempre fala de lembrar, às vezes Ele mandava levantar uma coluna, Ele falava muito sobre lembrar, o sábado era para lembrar que Deus criou todas as coisas em seis dias, e no sétimo dia Ele descansou,
então o sábado também é uma lembrança, é uma lembrança não só assim uma coisa fria, uma coisa assim de lembrar de um fato, mas é uma celebração, é trazer a memória,
nós celebramos a ceia do Senhor, nós estamos lembrando, então tem esse tema tão forte nas Escrituras, faz parte da natureza de Deus, Ele faz as coisas e Ele não quer que aquilo que Ele fez fique no esquecimento,
Ele não quer que passe e outras gerações não saibam daquilo, mas Ele fala que é para celebrar e que é para responder as perguntas dos filhos quando eles perguntam aos pais,
Por que nós estamos fazendo isso? O que significa essa data? Nós temos muitas datas históricas, tiradentes na história do Brasil, é para lembrar, e às vezes as pessoas lembram só do nome,
celebramos a ceia, às vezes é uma coisa tão rápida, tão sem muito conteúdo, mas essa lembrança é para reviver, então o que Deus queria que lembrasse na Páscoa?
Que era para o povo lembrar que eles tinham sido escravos, era para lembrar que eles não tinham como sair daquilo, eles não tinham recursos, eles estavam vivendo uma vida oprimida,
então a Páscoa era para lembrar, o sábado era para lembrar, na festa dos tabernáculos como nós vamos ver daqui a pouco também era para lembrar,
e eu queria colocar esse número 3 já na sequência, porque o segundo tema, a segunda coisa que percorre todas as festas, nem todas as festas falam de um acontecimento histórico,
a festa de Pentecoste lembra, aconteceu no Monte Sinai, mas é interessante que quando Deus manda celebrar os 50 dias depois da Páscoa, ele não fala do Sinai,
então tem algumas festas que não tem uma ênfase tão grande em lembrar, mas todas as festas tem a ver com gratidão,
porque você lembra da Páscoa, da libertação, então já é gratidão, mas todas as sete festas elas são relacionadas ao ano agrícola, as colheitas nas três primeiras festas,
Páscoa, Pains Asmos e Primícias, já tem a festa das Primícias, tudo é incluído na mesma semana, então fala do início, as sevadas, as primeiras espigas que eram colhidas,
eram para ser oferecidas a Deus, é gratidão pela colheita, a colheita de todas as pessoas, porque hoje nós temos nossa economia, claro que todo mundo depende daquilo que a terra produz,
mas hoje com as cidades, com a tecnologia, com outros tipos de trabalho, tem muito mais pessoas envolvidas em produzir coisas pela indústria ou serviços,
e que não tem uma relação tão direta, as pessoas não percebem o quanto que nós dependemos de Deus, mas quem trabalha com a terra, quem depende de chuva,
tem uma consciência contínua, se Deus não mandar chuva no tempo certo, não tem colheita,
e Deus sempre falava com o seu povo, se vocês mantiverem uma aliança comigo, então não vai faltar chuva,
uma das primeiras coisas que acontecia quando eles não eram fiéis a Deus, é que Deus não mandava chuva, e os povos pagãos, os outros povos,
eles tinham toda uma série de cultos a Bahá, ou a outros deuses, muito relacionados com isso também, porque todo mundo dependia da chuva,
se não chovesse, se não tivesse a bênção que vem dos céus, não tem comida, então as festas elas têm uma relação muito grande de gratidão a Deus,
era sempre para chegar nessas festas e agradecer a Deus, trazer primícias, trazer, na época das três primeiras era cevada,
no tempo de Pentecoste era o trigo, no tempo dos tabernáculos era vinho e azeite e todas as outras coisas, os frutos da terra,
então as festas eram muito ligadas a essa gratidão a Deus pelas colhetas, pelas bênçãos, reconhecendo que tudo que nós temos provém de Deus,
se Deus não abençoa, se Deus não traz chuva, se nós não estivermos nessa relação de dependência de Deus, nós não temos o fruto e hoje a civilização humana não tem essa consciência,
nós achamos que tudo vem do nosso trabalho, da nossa inteligência e mesmo quando nós estamos trabalhando em áreas que não tem uma ligação direta com a terra, com a dependência das chuvas, do clima,
mas hoje o mundo está cada vez mais consciente de que o clima, nós dependemos das catástrofes que vêm, com enchentes ou com secas, terremotos, tsunamis, tanta coisa que Deus está sempre fazendo com que a gente entenda que nós realmente dependemos de Deus,
mas muitas vezes nós perdemos essa consciência. Então esse seria o primeiro tema lembrar, segundo tema essa gratidão, eu quero mostrar que todas essas coisas têm a ver com alegria,
por isso que quando o povo começou a chorar porque viram que não estavam sendo fiéis a Deus, estavam muito distantes, mas eles estavam num dia de festa
e o dia de festa é um dia em que você celebra a Deus aquilo que ele já fez, seja a Páscoa, ou seja a proteção de Deus no deserto, ou seja até uma coisa futura,
e você também está celebrando as bênçãos de Deus que Deus sempre derrama sobre nós, então são coisas de alegria.
Então voltando aqui para o número dois, essas festas, elas deveriam ser celebradas todos indo juntos, várias vezes é falado Êxodo 23, Êxodo 34, Deuteronômio 16,
é falado assim três vezes por ano é para todos, todos os homens, mas era para todos estarem no lugar que Deus escolhesse que era Jerusalém,
então não era uma festa para ser celebrada, independente de cada um no seu lugar, era para estar juntos, então isso fala de unidade, isso fala de... assim, a celebração é algo coletivo,
evidentemente pensando no mundo todo, não dá para todo mundo estar no mesmo lugar, mas a ideia de uma celebração é de estar juntos, é uma coisa coletiva e a chamada de Santa Convocação,
Santa Convocação porque é uma convocação que vem de Deus e nós nos reunimos ali pela convocação dele, nós ouvimos o chamado dele e todos estão juntos,
mas isso às vezes era chamado assim de uma Assembleia Solene porque era uma coisa assim, não era uma bagunça, não era cada um fazendo o que quisesse,
mas mesmo a Assembleia Solene era uma Assembleia de alegria por estar juntos, quando você reúne a família maior, filhos, casados ou primos, tios, sei lá,
quando você está junto com a voz, com a família maior, sempre é uma ocasião de alegria, é muito bom estar juntos, nós não temos essa possibilidade de estar sempre juntos,
todo mundo, então esse momento, as doze tribos, as pessoas que viviam, que eram mais distantes, todos se reúnem, isso é um momento de alegria, é uma Santa Convocação, mas é um momento de alegria.
Aí número quatro é justamente isso, que a festa, todas as festas eram momentos de alegria, falando das sete festas, eu não encontrei uma ordem nas primeiras festas,
a festa da Páscoa, não encontrei a palavra alegria relacionada às três primeiras festas, Páscoa, Pães Asmos e as Primícias, mas a ideia da alegria é subentendida,
porque a Páscoa é para você lembrar que nós somos libertos do Egito, você vai ficar triste pensando que você foi liberto dos seus antepassados,
não, a Páscoa é um momento de alegria, aí você fala assim, não, mas os pães asmos, sem fermento, é para ficar assim, a gente muitas vezes associa isso com arrependimento,
com tirar as impurezas da sua casa, mas por que que comia, é lógico que tem muitos significados em cada festa, mas por que que era para comer sete dias pães asmos?
Era para lembrar que quando eles saíram do Egito, não dava tempo para fazer pão com fermento, que é um processo demorado, eles receberam a ordem, a liberdade para sair,
era no meio da noite, por causa dos primogênios que tinham morrido, então o farol falou assim, fala com o povo para sair já, e Deus tinha avisado antes,
olha, vocês vão ficar prontos, todo mundo pronto, cajado na mão, e vocês vão fazer pão sem fermento, porque vocês vão ter que sair com pressa,
então tudo era para lembrar a maravilhosa libertação e a festa, as primícias, as primeiras espigas, olha, nós estamos oferecendo a Deus as primeiras espigas que amadureceram, uma primícia a Deus, então tudo isso era alegria,
na festa de Pentecostes era para fazer pão com fermento, e era uma festa de alegria, porque já tinha tido, e essa festa tem a ordem para celebrar com alegria.
Agora, a única festa que claramente não era, não tinha ordem de alegria, era a sexta festa, a penúltima festa, no sétimo mês tinha, a quinta festa era o dia das trombetas, o primeiro dia, o dia da expiação,
no dia 10 e a festa dos tabernáculos do dia 15 ao dia 22, então a festa do dia da expiação era um dia de afligir a alma, de arrependimento nacional por todos os pecados da nação, individuais e da nação,
então essa era uma festa de preparação para a festa mais alegre do ano todo que era a festa dos tabernáculos, a festa dos tabernáculos era a festa de maior celebração que enfatizava mais alegria do que qualquer outra,
porque era a última e era assim o final de toda a colheita e de todas as bênçãos, então era a festa mais alegre, mas antes da festa mais alegre, tinha o dia de mais aflição de alma, porque era o dia da purificação.
Então a ordem de Deus era que se celebrasse as festas com alegria, eram celebrações, tanto no sentido de lembrar como também no sentido de gratidão,
as duas coisas eram sempre presentes e eram causas de alegria, eram causas de alegria também por estarem todos juntos e todos em relação com Deus, então eu estou querendo assim pegar a linha central, o ponto central de todas as festas, tinha esses temas.
O número cinco aqui, uma coisa sempre enfatizada, principalmente em Levítico 23, é que todas, sem exceção, eram festas em que deveria fazer um descanso, isso é também um assunto bem amplo se você for olhar,
começa com o sábado, o sétimo dia da semana, era para descansar, quando a festa tinha vários dias, como a festa de pães asmos que era uma semana,
também a festa dos tabernáculos eram as duas festas que tinha, que era durante uma semana, os pães asmos, a segunda festa, quer dizer, a festa da páscoa era só aquela primeira noite e aí já começava os sete dias de pães asmos, e a festa dos tabernáculos que eram também sete dias e mais um oitavo de Assembleia Solene,
então quando tinha essas festas que duravam vários dias, era para descansar de todas as obras no primeiro e no último, no primeiro dia da festa e no último dia da festa, porque não podiam ficar a semana toda sem fazer nada,
mas todas as festas eram chamadas de Santa Convocação e eram dias de descanso, não era para fazer nenhuma obra, agora eu estava pensando assim, que coisa interessante, porque normalmente, todo mundo adora o final de semana, que não trabalha, normalmente o descanso é um motivo de alegria também,
porque é um momento em que você pode parar, você pode mudar seu ritmo, você não precisa ficar correndo e produzindo tanta coisa, é difícil fazer isso para quem cuida de casa, quem cuida de crianças,
tem certos serviços também que não tem como ter, tem que ter alguns, as vezes assim um rodízio, uma data diferente, tem cem serviços que não tem assim um descanso já embutido, mas o descanso é uma coisa boa, mas parece muitas vezes quando Deus pede o descanso no sétimo dia,
parece que é uma coisa difícil, nossa, vou ter que ficar um dia sem fazer nada, às vezes o descanso pode parecer uma obrigação, uma coisa difícil, mas a ideia de onde que vem, de que que Deus queria implantar com o descanso,
e outra vez eu estou falando assim bem resumidamente, só para pegar mais ou menos a noção, mas a ideia de ter um dia de descanso e depois tinha vários outros dias durante o ano em que tinha que ter um descanso,
e tinha o sétimo ano e depois tinha o quinquagésimo ano, então Deus tinha muitos descansos, alguns descansos prolongados, que a gente até chama, às vezes as pessoas falam assim "ah, vou tirar um ano sabático, um mês sabático",
é muito bom você parar com aquilo que você está fazendo, mas às vezes o descanso e o ter que parar com aquilo que a gente quer fazer, às vezes parece difícil,
então quando você lê no livro de Hebreus que ele fala sobre isso, Hebreus 4 ele fala assim "esforcemos-nos para entrar no descanso de Deus", porque parece difícil para nós, parece que a gente não quer descansar, a gente quer o nosso descanso, o nosso lazer,
mas esse descanso que Deus instituiu, o sábado muitas vezes é considerado uma coisa pesada, hoje os cristãos em geral eles falam de observar o domingo,
mas antigamente eles tinham as igrejas, muitas igrejas, elas tinham assim uma regra, não era para comprar nada no domingo, eles tinham colocado domingo no lugar do sábado, então tinha regras e era uma coisa assim que as pessoas não queriam guardar,
as pessoas não queriam separar aquele dia, então mas o sábado, de onde que vem o sábado? O sábado vem que Deus fez tudo em seis dias e no sétimo dia ele quis apreciar o que ele fez,
Deus não cansa, Deus não precisava de recuperar suas forças, mas ele queria um tempo de espaço, ele queria parar de fazer mais coisas para ter um dia, olha, um entre sete dias,
ele queria um dia que ele instituiu que fosse realmente um tempo de apreciação, de gratidão, de celebração, de admirar, de desfrutar, então o sétimo dia, o dia do descanso,
é um dia em que nós celebramos o que Deus fez e tem várias ramificações, mas o dia de descanso que veio, veio de Deus, veio da aliança que Deus fez com Israel,
o costume que nós temos de ter pelo menos um dia de descanso na semana, porque nos povos pagãos e quando tinha campos de concentração, escravidão, não tinha descanso nenhum,
então o descanso é para proporcionar a todas as pessoas, inclusive pessoas no tempo da escravidão, todas as pessoas deveriam ter o direito de descansar,
mas a ideia original era muito mais do que isso, a ideia era apreciar e quando Deus coloca nas festas que era um descanso de toda obra,
inclusive no dia da expiação, que era esse dia que não tinha propriamente uma celebração de alegria, mas ele enfatiza muito, nenhuma obra serviu,
porque a ideia é que Deus descansou sendo que ele fez coisas boas, mas nós temos que descansar por um motivo que Deus não tinha,
que nós temos que descansar do nosso suor, dos nossos esforços sem Deus, esse sétimo dia e o dia nas festas é um dia para pensar no que Deus fez,
é para celebrar o que Deus fez, também é para celebrar o que Deus fez na nossa vida, mas é sempre essa alegria de nós podermos parar com nossa agitação,
parar com aquilo que não produz fruto, reavaliar, retomar diante de Deus, conectar nossa vida na tomada que vem de Deus, é uma coisa cíclica toda semana,
mas também nessas épocas das festas para pensar no que Deus fez, não, não é obra sua, a Páscoa é para lembrar do que Deus fez, a aliança no Sinai foi algo que Deus fez,
e a festa dos tabernáculos, que nós já vamos entrar daqui a pouquinho, por que que era para fazer cabanas? Para lembrar do tempo no deserto,
a Páscoa é para lembrar daquilo que Deus fez para tirar do Egito, mas tabernáculos é para lembrar de como Deus preservou o povo durante 40 anos do deserto,
sem uma casa própria, uma casa permanente, aquela coisa passageira, transitória, então era um tempo para lembrar também daquilo que Deus fez, então sempre esse descanso obrigatório,
esse descanso que às vezes nós pensamos que é uma coisa dura, mas é uma coisa maravilhosa, porque descansar, e também não é um, a gente pode pensar, descansar, a gente cansa de descansar,
mas o descanso não é para nunca mais trabalhar, o descanso que Hebreus 4 fala para um descanso definitivo é para nos livrarmos das obras humanas que não produzem bom fruto,
mas Deus, a eternidade com Deus não é uma vida parada, passiva, sem fazer nada, toda a vida eternamente sem fazer nada, não, eu não sei quais serão os desafios,
nós somos chamados para ser reis e sacerdotes e noiva e junto com Deus, só você olhar para o universo e você pensa que Deus não vai ter grandes projetos para fazer juntos,
então o descanso é para apreciar, para abrir um espaço, nós temos um livrinho chamado "Espaço para Deus", o sábado e as festas são um espaço para Deus, o dia da expiação é para cessar as obras humanas
e realmente ter essa conexão com Deus, mas não para ficar parado, e agora eu queria ler em Deuteronômio 16, eu vou começar em Deuteronômio 12,
porque essa festa, todas as festas, três vezes por ano, era para ir juntos para celebrar, era uma ocasião de alegria, agora como que é essa alegria?
Em Deuteronômio 12 ele não fala das festas, mas ele fala do lugar que Deus escolheria, que era o lugar para onde eles deveriam ir para fazer os sacrifícios e tal,
e na verdade isso que ele descreve aqui era exatamente o que acontecia nas festas, então Deuteronômio 12, versículo 4 fala assim, que não era para adorar a Deus em todo lugar,
versículo 5 era para buscar o lugar que Deus ia escolher para pôr ali seu nome em sua habitação, então versículo 6, então lembra que isso aqui depois nós vamos ver no capítulo 16 também,
de festa de três vezes por ano e na presença de Deus, então ele fala, trareis a esse lugar os vossos holocaustos, vossos sacrifícios, vossos dízimos, vossas ofertas especiais, vossos votos,
vossas ofertas voluntárias, o primogênito, as vossas vacas, as vossas ovelhas, versículo 7, ali comereis na presença do Senhor vosso Deus e vos alegrareis com as vossas famílias por todo o bem com que vos abençoar o Senhor vosso Deus,
então todas as festas elas tinham essa ideia central de lembrar de alguma coisa mas de gratidão a Deus por todas as bênçãos, mas essa gratidão ela claro deveria estar em cada família, em cada local,
mas tinha esses três vezes por ano que era pra realmente celebrar juntos, então essa oportunidade compartilhar, isso é algo muito, muito importante e é algo que a gente não sabe muito como aplicar,
a gente não faz muito isso, mas ele falou assim ali comereis, versículo 6,7, ali comereis na presença do Senhor vosso Deus e vos alegrareis com as vossas famílias por todo o bem,
agora vamos pro versículo 12, e ali vos alegrareis com quem? Perante o Senhor vosso Deus, vos, vossos filhos, vossas filhas, vossos escravos, vossas escravas,
bem como Levita que mora dentro das vossas cidades que não recebeu nem parte nem herança convosco, o Levita não tinha terras, na verdade depois eles tinham um lugar pra eles plantarem também,
mas eles não tinham uma herança, então teoricamente eles podiam não ter algo que eles pudessem oferecer a Deus ou poder desfrutar, então eles, era pra alegrar com todos, agora vamos pra capítulo 16,
tem todo esse capítulo aqui que não dá pra ler, mas é tudo, capítulo 16, versículo 1, por exemplo, fala guarda o mês de Abíbe que é o primeiro mês,
celebra a Páscoa ao Senhor teu Deus porque no mês de Abíbe o Senhor teu Deus te tirou do Egito de noite, então era pra não,
versículo 3, não comerás pão levedado porque sete dias comerás pães ásmos porque apressadamente saísse do Egito, então tudo era pra ser uma memória pra fazer aquilo lembrando de todo o bem que Deus tinha feito a eles,
aí quando ele fala da festa do Pentecoste a partir do versículo 9, ele fala que é quando começasse a ter a colheita,
versículo 10, celebrarás então a festa das semanas ao Senhor teu Deus com ofertas voluntárias a tua mão que dará segundo as bênçãos que o Senhor teu Deus te tiver concedido, então tem esse tema central que é de gratidão,
é celebrar com gratidão ao Senhor e é interessante, tinha coisas que tinha que oferecer para os sacerdotes, para os levitas que tinha que dar pra Deus, mas essa gratidão olha como Deus fala,
era pra eles levarem diante de Deus os animais, os frutos da terra que eles tinham colhido e a gratidão a Deus era de comer junto na presença de Deus,
Deus ficava feliz em ver o povo celebrando mas agradecido a Deus por causa das bênçãos, da prosperidade que Deus tinha dado, agora com quem? Versículo 11,
Deus ter o nome 16, versículo 11, olha a lista, está maior do que no capítulo 12, alegratias, isso é a festa do Pentecoste, alegratias perante o Senhor teu Deus, quem?
Tu, teu filho, tua filha, teu serva ou escravo naquele tempo, tua serva, o levita que está na tua cidade, o estrangeiro, o órfão, a viúva que estão no teu meio,
no lugar que o Senhor teu Deus escolher para ali fazer habitar o seu nome, e tem outro lugar que agora não me lembro exatamente onde é, que ele fala assim, é pra levar seus dízimos e comer junto, mas divida com quem não tem,
então é uma oportunidade demonstrar gratidão a Deus, você celebra com seus familiares, você faz uma grande festa, você se regozija junto com todos os seus familiares,
mas você inclui, porque os escravos era da classe que não tinha propriedades, tinha que trabalhar para os outros, mas era para incluir, é para incluir a viúva, o órfão, o estrangeiro que estava ali,
então é essa oportunidade de celebrar juntos diante de Deus, ok? Vamos passar logo para então falar algumas coisas que eu já falei, mas a festa dos tabernáculos,
então, dentro desse contexto geral de todas as festas, queremos falar sobre a festa dos tabernáculos, porque foi a festa dos tabernáculos que celebraram em Nêmias 8, nessa ocasião que nós estamos estudando,
eles celebraram a festa dos tabernáculos, porque era o sétimo mês, então era uma festa, então antes de... eu vou falar assim algumas coisas aqui e depois vou usar ainda um texto do capítulo 16 de Deuteronômio, então eu vou ficar ainda aqui.
A última festa do ano, tem um versículo que não vou abrir agora, mas você pode anotar, que é ex do 3422, ex do 3422, tem um outro lugar que chama assim também,
que ele fala das três ocasiões em que todos deviam se apresentar a Deus, e as festas às vezes tinham outros nomes, nós conhecemos por exemplo a quarta festa como a festa de Pentecostes,
mas é também chamada festa das semanas, porque eles tinham que contar sete semanas, então às vezes a festa tinha um outro nome, a festa dos tabernáculos, às vezes é chamada festa das cabanas, porque é um sinônimo de tabernáculo,
era especificamente um tabernáculo, uma cabana feita com ramos de árvores, então era a festa das cabanas, festa dos tabernáculos, mas em ex do 3422 tem várias traduções,
às vezes é só chamada festa da colheita, porque era a última festa do ano, e era a festa em que toda a, estamos também olhando em Deuteronômio 16, versículo 13,
ele fala "celebrarás a festa dos tabernáculos durante sete dias, quando houveres recolhido os produtos da eira e do lagar", e no versículo 15 ele fala "toda a tua colheita, em toda a obra das suas mãos",
então era ex do 3422, fala "a festa da colheita", mas algumas traduções falam assim "a festa da última colheita", ou "a festa do final do ano",
então a festa dos tabernáculos ele tem, ele é a última festa do ano, e é a festa que consuma tudo, que termina, é a festa da consumação, é a festa do ponto mais alto, de toda a colheita,
então é a última festa do ano, claro que isso tem um significado profético, porque de todas as festas do ano, nós temos assim, as festas que tiveram cumprimento histórico,
assim a Páscoa teve, é por causa da ocasião do êxodo do Egito, mas Jesus cumpriu, a sua morte aconteceu na data exata, não foi perto, não foi quase, foi no dia da Páscoa, Jesus morreu na Páscoa,
e o Espírito Santo desceu sobre o 120 no Senáculo no dia da festa de Pentecostes, então essas festas foram cumpridas literalmente, Jesus foi às primícias, voltando para a Páscoa,
ele morreu, foi sepultado e foi a primícias para Deus, de todos que vão ressuscitar, Jesus foi o primeiro, então essas festas foram cumpridas, as primeiras quatro festas, elas foram cumpridas literalmente na data específica,
então quando nós pensamos sobre as últimas três festas, a festa das trombetas, a festa do dia da expiação, Yom Kippur, e a festa dos tabernáculos, são festas que ainda não se cumpriram em algum momento histórico,
não tem uma ocasião em que nós pudéssemos falar quando que vai se cumprir a festa dos tabernáculos, quando que já se cumpriu essas festas, nós não temos, então essas festas falam da consumação,
as trombetas figuram muito no Livre de Epocalipse, tem as sete trombetas que vão sendo tocadas, então as trombetas anunciam as coisas do final, no dia, naquele ano do Jubileu,
quando tudo era, todos os escravos libertos e tudo voltava às propriedades e tudo mais, o dia da libertação era justamente no dia das trombetas,
então as trombetas anunciam libertação, o dia das trombetas anuncia que vem vindo a volta de Jesus, o final de todas as coisas, então essa festa é a última do ano, tem muito a ver com o final de todo o plano de Deus, então isso é muito significativo.
A festa dos tabernáculos, como nós vimos, ela é relacionada, agora vamos ver nesse capítulo que nós estamos vendo em Neemias, Neemias 8,
ele fala assim que eles tinham sido ordenado, versículo 14, tinha sido ordenado que eles habitassem em cabanas, eles tinham que sair à região e trazer ramos e assim eles fizeram, cada um no irá da sua casa, nos seus pátios, nos atros e tal,
porque de acordo com Levítico 23 era para lembrar, a festa dos tabernáculos também era para lembrar que, Levítico 23, 43,
para que saibam as vossas gerações que eu fiz habitar os filhos de Israel em tendas quando os tirei da terra do Egito, então essa festa dos tabernáculos ela é relacionada não tanto com o êxodo mas com o tempo do Egito,
na Páscoa lembrava do que Deus tinha feito para tirar o povo do Egito, mas a festa dos tabernáculos era para habitar em cabanas para mostrar o tipo de vida que eles tiveram durante o deserto.
Agora uma pergunta que eu também não sei se eu tenho a resposta certa, que eu me lembro, eu nunca ouvi uma explicação, mas eu há muito tempo eu ficava perguntando,
mas no deserto eles não habitavam em cabanas, eles habitavam em tendas, essas cabanas que eram feitas com ramos de árvores, isso não era, não tinha árvores no deserto, o deserto não tem nada, eles não tinham como fazer,
tanto é que eles provavelmente nunca celebraram a festa dos tabernáculos no deserto, então aí uma possível conexão seria a festa dos tabernáculos lembra as cabanas,
elas não tinham essas cabanas no deserto, mas a ideia é que era como tendas, era uma coisa provisória, não era uma casa permanente, então a festa dos tabernáculos tem uma conexão relacionada com a jornada no deserto,
mas os ramos das árvores só podia pegar na terra prometida, então era uma festa que apontava para o deserto durante 40 anos vivendo em moradas muito provisórias como nômades, como peregrinos,
mas os ramos falavam daquilo que eles iam encontrar na terra prometida, então a festa dos tabernáculos tem essa conexão com o passado e com o futuro, aqui também eu vou pular aqui a sequência,
o número 4 aqui é que a festa dos tabernáculos olhava para o passado, para o deserto, mas olhava para o futuro, porque tabernáculos, a palavra tabernáculo tem uma conexão com a vinda permanente de Deus, é um paradoxo,
porque quando em Apocalipse 21 fala "eis que desce a nova Jerusalém do céu e Deus vem para morar para sempre com o homem", não fala que Deus veio para habitar num palácio, fala assim "Deus veio e colocou seu tabernáculo com os homens",
então isso representa Deus descendo de nível, ele não, assim, ele pode fazer um palácio, mas ele vem tabernacular, o próprio Jesus que desceu em João 1 e se tornou homem como nós,
a palavra também é tabernáculo, ele veio e tabernaculou entre nós, então o que quer dizer isso? Ele veio e assumiu, Paulo chama esse corpo nosso de tabernáculo, então ele vem e habitou numa tenda, numa coisa frágil, numa coisa transitória que não é permanente,
mas nós estamos olhando para o futuro, os ramos da terra prometida falam do futuro glorioso quando na terra prometida que tem árvores, Deus vai fazer seu tabernáculo,
não significa que Deus vai habitar numa coisa mal feita ou que vai ser só por um tempo, mas significa que Deus desceu ao nosso nível e habitou numa cabana, numa coisa parecida com o que nós temos.
Lembrando essa cabana feita de ramos de árvores que são muito mais interessantes do que uma tenda, esse tabernáculo fala de uma vida assim feita com ramos de árvores da terra prometida, então ela depende dessa terra da herança,
então é relacionado com a jornada, mas também com os ramos da terra prometida, ela fala do passado, do deserto, mas também fala do futuro, então tabernáculos é quando nós pensamos da habitação de Deus e Deus tabernacular conosco.
Voltando para o número três e ainda falando no Deuteronômio 16, Deuteronômio 16, versículo 15, "Durante sete dias celebrarás a festa ao Senhor teu Deus no lugar que o Senhor escolher,
pois o Senhor teu Deus há de abençoar-te em toda a tua colheita e em toda a obra das tuas mãos e a tua alegria será completa".
Então de todas as festas a que mais enfatiza a alegria é a festa dos tabernáculos porque é uma festa que se relaciona com consumação, é quando as pessoas terminam uma obra e vão dedicar, vão inaugurar, vão fazer uma festa de inauguração, é uma alegria,
inaugurar uma loja, lançar um livro, uma exposição de arte, uma casa, sempre tem essas coisas de inauguração, porque você terminou, então alegria que Deus vai ter e que nós vamos ter quando sua obra de redenção for completa
e quando realmente poder falar assim está, Jesus falou na cruz, está consumado mas ele ainda não viu essa consumação sendo manifesta, então ter essa alegria de poder inaugurar, de poder consumar toda a obra e Deus está falando da obra dos homens.
Vocês vão se alegrar porque Deus abençoou e a colheita, a obra que Deus colocou nas mãos das pessoas se consumou, então Deus tem alegria quando nós completamos mas que seja uma obra feita e dirigida por ele, então é a celebração mais alegre de todas.
Vamos aqui, quais foram as ocasiões históricas em que cita, são poucas, quando é que a festa dos tabernáculos foi realmente celebrada? Na dedicação do templo de Salomão.
Quando Salomão terminou de edificar o templo que é uma figura, aponta para casa permanente, foi a casa mais gloriosa que alguém fez para Deus, o templo de Salomão se completou e teve uma grande festa com muita alegria de inaugurar, de apresentar para Deus.
Então essa festa dos tabernáculos teve esse significado, foi celebrado num momento histórico muito propício.
Como já falei em Esdras 3, a primeira festa que os exilados celebraram quando vieram da Babilônia, a primeira, porque eles chegaram nessa época do ano, mas foi a primeira festa que eles celebraram foi a festa dos tabernáculos quando eles estavam colocando os alicerces da casa de Deus.
Então no começo da restauração, Esdras 3, e agora em Neemias 8, no final, nesse momento do clímax da restauração, desse ciclo de restauração, também eles aqui nesse capítulo 8 de Neemias, eles celebraram a festa dos tabernáculos.
Então foram essas três vezes na história que nós temos menção da festa dos tabernáculos, e todas as três têm esse significado de restauração, de consumação, de completar algo, de terminar um ciclo, de realmente apresentar a Deus a conclusão.
E em Zacarias 14, fala a respeito da festa dos tabernáculos, que eu saiba a única festa que fala, que é mencionada nas profecias, que vai ser celebrada por todas as nações, no milênio, todas as nações subindo para Jerusalém, para celebrar a festa dos tabernáculos.
Então aqui também tem um significado de consumação.
Então, vamos só ver então o final de Neemias 8, então eles descobriram, no versículo 14, Neemias 8, 14, eles descobriram que Deus tinha mandado celebrar a festa dos tabernáculos com tabernáculos, uma coisa tão óbvia, eles tinham que celebrar festas cabanas com cabanas, então nunca tinha feito isso na história desde Josué,
e aí saíram a região para trazer ramos de oliveiras, eles colocaram esses ramos, fizeram para ser cabanas, é isso que o povo de Israel faz até hoje, na terra de Israel e também na diáspora.
Nossos amigos messiânicos, mas também os judeus ortodoxos, eles fazem no quintal, na varanda, em algum lugar onde eles conseguem fazer, eles fazem uma cabana, e é uma coisa muito transitória, é uma coisa muito passageira, porque as folhas vão se secar,
mas eles têm essa vida, as crianças adoram qualquer coisa diferente, é sempre muito legal ter, mas é uma festa que eles celebram dessa maneira, agora eles aprenderam que na festa dos tabernáculos tem que fazer essas cabanas.
Agora veja, versículo 17, toda a congregação, então essa ideia de ser todos, toda a congregação, dos que tinham voltado do cativeiro, fizeram cabanas e nelas habitaram, nunca tinham feito assim desde os dias de Josué, e seu regozijo foi muito grande.
E em versículo 18, dia após dia, olha só, nesses sete dias e mais o oitavo, da festa dos tabernáculos, do primeiro ao último dia, Esdras leu na lei de Deus, então eles continuaram esse avivamento da leitura, da redescoberta das escrituras,
era algo, era uma alegria baseada em conteúdo, em um conhecimento de quem Deus é, como Deus é e o que Deus deseja.
Então eles celebraram a festa por sete dias, no oitavo dia, segundo o prescrito, houve uma assembleia solene, então foi assim que eles celebraram, foi assim que eles tiveram alegria, alegria que ia dar força, porque o próximo versículo,
Nermias 9 e 1, fala que eles se ajuntaram com jejum e pano de saco e confissão, mas a alegria que eles tiveram na festa dos tabernáculos deu força para realmente ter um retorno genuíno para Deus.
Nós não vamos conseguir, isso é uma das conclusões mais importantes dessa ocasião, desse momento de restauração, é que a palavra escrita, as escrituras, trazem para nós o entendimento de como Deus é, de como nós estamos distantes disso, de quanto que nós temos falta disso.
Essa tristeza, o arrependimento que causa não tem força para ir adiante se não tiver alegria, e a alegria é celebrar o que Deus já fez, a alegria também de olhar para o futuro, daquilo que vai acontecer, essa celebração, tudo que nós falamos hoje sobre as festas,
o descanso de todos estarem juntos, de agradecer a Deus por toda a bondade que ele nos deu, todas essas coisas juntos são o conteúdo da alegria, eles se regozijaram, mas não foi uma alegria superficial, sem motivo, sem conteúdo,
é uma alegria que vem depois da tristeza, da convicção, do arrependimento, mas que prepara para um arrependimento mais profundo, então essa restauração, esse momento aqui da festa dos tabernáculos,
entendendo tudo que faz parte, pelo menos um pouco, do que faz parte de todas as festas, especificamente da festa dos tabernáculos, nos ajuda a entender o que vem depois. Senhor, obrigado por ter nos dado tantas instruções,
e por ter nos dado também um caminho, que não é só de tristeza, mas de alegria naquilo que o senhor fez, na tua provisão, e na tua... no teu plano, na tua estratégia, e na conexão que nós podemos ter contigo,
para podermos realmente amar a ti e fazer, ó Deus, aquilo que o senhor deseja, que é nos voltarmos para ti e servirmos a ti integralmente. Muito obrigado, e que isso possa acontecer realmente nos nossos dias,
porque é tempo de tocar as trombetas, é tempo de nos voltarmos a ti, é tempo de estarmos preparados para o final, para a consumação de todas as coisas. Obrigado esteja conosco em nome de Jesus. Amém.
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