O retorno de Esdras para Jerusalém com mais um grupo de exilados aconteceu 58 anos depois de terminada a reconstrução do templo e quase 80 anos depois do primeiro retorno do cativeiro com Zorobabel. Sua vocação como escriba era restaurar a importância e o conhecimento da lei de Deus. Representou uma segunda etapa da restauração. Entretanto, fica muito claro nos capítulos 7 e 8 de Esdras que o centro de tudo, o objetivo verdadeiro de todo ministério e de toda restauração é adornar, equipar e completar a casa de Deus. A habitação plena de Deus entre os homens é o alvo e a consumação de todo o plano dele e é a única coisa que pode realmente dar sentido e propósito para nossa vida individual!
Clique aqui para fazer o download do esboço correspondente a essa aula.
Clique aqui e leia os artigos da Revista Impacto “Deus quer Morar na Terra”
Clique aqui e adquira o ebook “Chesed” (A palavra hebraica chesed (“misericórdia”) é uma das mais ricas e profundas do Antigo Testamento. Ela descreve o amor de Deus, Sua bondade, misericórdia e o propósito da aliança em relação ao Seu povo).
24/03/24 – Ed 7 e 8 – Baixardo áudio.

FIQUE POR DENTRO DE TUDO QUE ESTÁ ACONTECENDO ATRAVÉS DAS NOSSAS PLATAFORMAS DIGITAIS:
- Se inscreva em nosso canal do Youtube: CLIQUE AQUI
- Siga nosso Instagram: CLIQUE AQUI
- Curta nossa página no facebook: CLIQUE AQUI
- Siga-nos no Twitter: CLIQUE AQUI
- Acesse nosso loja: CLIQUE AQUI
- Nosso E-mail: [email protected]
- Spotify: CLIQUE AQUI
Transcrição
Continuando então, no livro de Esdras, estamos nessa segunda parte do livro de Esdras,
lembrando que o livro se chama Esdras, mas é agora nesse ponto do capítulo 7 que a pessoa de Esdras aparece,
porque no início do livro de Esdras ele provavelmente não tinha nem nascido ainda.
Então esse retorno de Esdras que estamos vendo agora no capítulo 7 e 8, os dois capítulos,
tratam desse, que seria pelo menos nos registros bíblicos, o segundo retorno do cativeiro,
o segundo retorno de exilados da terra de Babilônia.
Se algumas pessoas, se houve algum retorno avulso ou diferente, nós não sabemos,
mas houve um primeiro retorno no início do livro de Esdras com Zorubabel,
a direção era Zorubabel e Josué, o sacerdote, o sumo-sacerdote.
Então isso aconteceu quase 80 anos antes do retorno de Esdras.
Então, Esdras está voltando agora 80 anos depois do primeiro retorno.
E outro número que é sempre bom guardar, do final do capítulo 6 de Esdras,
o capítulo anterior, que fala quando terminaram de reconstruir o templo, a casa de Deus,
então passou até entre capítulo 6, o final da construção, da reconstrução do templo,
entre a primeira etapa da restauração, não era só o primeiro retorno de um grupo de exilados,
mas era a primeira etapa de restauração, tudo estava destruído, tudo tinha ficado arrasado,
e o povo fora da terra, no cativeiro, então estamos falando agora sobre um período de restauração,
mas é uma restauração olhando para números e para a glória de anteriormente,
é uma restauração tímida, no sentido assim, poucas pessoas, a casa, o templo foi reconstruído,
mas quem tinha visto o primeiro templo de Salomão, achou que era uma casa bem mais simples,
não era uma casa, com certeza seguiu o mesmo padrão, mas não tinha tantos recursos,
então era uma casa mais pobre, num certo sentido, mas nós vimos com o profeta Geo que essa segunda casa,
no sentido da restauração, tem um sentido profético de ter uma glória muito maior do que a primeira,
parecia ser muito tímida, muito modesta, mas seria no plano de Deus, e não seria aquela casa
que Zorgo Abel construiu, a não ser no sentido de que Jesus, o filho de Deus, andou nessa casa,
tinha sido reformada e muito ampliada e muito embelezada por heróis, mas o sentido profético
é que a restauração, embora ela pareça pequena, um grupo pequeno, não tinham autonomia, eles dependiam
eram governados pelo Império Persa, eles não eram independentes, então tinham muitos aspectos diferentes,
eles foram para a sua terra, a terra que Deus prometeu, mas eles tinham que conviver com outros povos
que estavam ali, que passaram a habitar ali, depois que o povo de Judá, os habitantes de Israel,
foi para o cativeiro, então a terra foi habitada por outros povos, e isso é muito semelhante a esse outro
ciclo que nós estamos vivendo hoje, depois de quase dois mil anos de diáspora, de estar espalhado pelas nações,
no século passado, o povo de Israel também começou a voltar em 1948, quando se formou o Estado,
nesse momento houve uma independência de Israel, mas a semelhança é que eles também eram, principalmente naquela época,
hoje tem um grupo mais forte de judeus dentro de Israel, mas no início era também um grupo muito pequeno,
muito mais fraco, muito sem defesa, então isso é semelhante a essa história que nós estamos vendo agora,
e outro que eles tiveram naquela época, e tem até hoje, que conviver com árabes, com povos das nações em volta,
que passaram a ocupar a terra durante esse longo tempo de diáspora, então tem várias semelhanças com os tempos que nós estamos vivendo hoje,
mas então, Esdras, ele está voltando 80 anos depois do primeiro retorno, e 60 anos depois do final da primeira etapa,
que é a etapa da reconstrução do templo, então nós já falamos que Esdras era um escriba, ele era um sacerdote,
ele era um escriba, ele não foi, eu tenho falado que ele não tinha missão dele, não era voltar para Jerusalém,
eu quero assumir o meu lugar como sacerdote, eu quero oferecer sacrifícios, se ele fez isso nós não sabemos,
mas não fala nada sobre isso nos relatos que nós temos sobre Esdras, o que ele, o que estava no coração dele,
e o que nós podemos presumir que era a razão dele voltar para Jerusalém, todo o chamado dele, toda a preparação dele,
era de ser um escriba, um conhecedor profundo da lei de Deus, então esse era o chamado dele, mas hoje eu quero mostrar,
nós vamos continuar talvez um pouco nesse relato, mas eu quero mostrar que embora a casa de Deus não fosse a missão de Esdras
reconstruir a casa, porque já estava reconstruída, então ele estava envolvido numa outra etapa de restauração,
que é restauração da lei, mas hoje eu quero mostrar a ênfase, isso veio para mim bem forte enquanto estava
preparando essa aula e olhando de novo no capítulo 7, eu vi o quanto que enfatiza que o objetivo sim era a casa de Deus,
então hoje nós queremos mostrar, inclusive um pouco, isso vai continuar nos relatos que vamos estudar para frente,
mas é muito importante entender que a lei em si mesma, embora seja a palavra de Deus, a revelação de Deus,
as ordens de Deus para seu povo, a lei não é um fim em si mesma, a lei ela contribui, então Esdras ele tinha zelo,
ele tinha amor, ele tinha conhecimento da lei de Deus, mas o objetivo dele era contribuir para a casa de Deus,
então queremos explorar um pouco essa relação entre a missão de Esdras e a casa de Deus que já estava restaurada,
mas que continuava sendo o objetivo principal do Ministério de Esdras e deve ser o objetivo principal
de todos os ministérios e de toda a restauração, vamos orar, vamos pedir que o senhor nos ajude a enxergar isso,
não é algo só para o nosso conhecimento, isso é algo que precisa nos tocar até hoje com esse amor, com essa paixão.
Senhor, muito obrigado por podermos saber a respeito desse momento da história e de todos os momentos a Tua Palavra
nos revela a história, nos revela como o senhor foi desenvolvendo esse plano fantástico de redimir o homem do pecado
e de nos levar de volta a uma posição de comunhão, de restauração, de estar de volta a Tua imagem,
de estar de volta ao propósito original que o senhor criou para nós e é muito bom a gente ver isso porque isso tem tudo a ver
com o que está acontecendo e precisa acontecer nos nossos dias, por isso mais uma vez pedimos,
abre nossos olhos, abre o nosso coração e ajuda no senhor a nos apaixonar por Ti, por Teus propósitos
e a cooperar, estar totalmente disponíveis a Ti, esse é o nosso desejo em nome de Jesus, amém.
Então eu coloquei aqui nessa folha um pequeno resumo, é um tipo de esboço desses dois capítulos de Esdras,
que é o capítulo 7 e 8, os dois capítulos tratam da viagem de tudo, de tudo em volta desse retorno
que seria o segundo retorno dos cativos, os exilados para a terra de Israel nesse tempo de restauração.
Então são dois capítulos que tratam, não do que ele fez depois que chegou lá, isso vai começar no capítulo 9,
mas esses dois capítulos são do retorno e tudo que tem a ver com a preparação e a origem e a própria viagem de volta.
Então vamos só dar uma olhada no plano geral para podermos entender melhor assim o contexto,
às vezes a gente para numa parte desses capítulos e é importante a gente entender como cada parte se encaixa.
A primeira coisa que eu queria, eu acho que não falei isso ainda, é que os primeiros dez versículos desse capítulo 7 tem o resumo,
porque no decorrer eu vou mostrar, por exemplo, dentro desse trecho nos versículos 8 e 9,
no quinto mês, Ezra chegou a Jerusalém no sétimo ano, começou a sua jornada no primeiro dia do primeiro mês
e chegou a Jerusalém no primeiro dia do quinto mês, então fala do retorno, só que é um resumo, é uma assim,
antes de contar os detalhes, porque depois ele vai voltar a partir do versículo 11, ele vai começar a falar como tudo isso aconteceu.
Então nesse resumo desses dez versículos que já estudamos, o que nós encontramos?
Que é o resumo geral de todo o retorno dele de Babilônia para Jerusalém.
Então nós vimos o chamado dele como escriba, fica muito evidente que ele era um sacerdote, fala da linhagem dele,
como é que ele era um descendente de Arão, sumo-sacerdote, então tem a linhagem dele, ele era um sacerdote,
mas a ênfase é que ele era um sacerdote, escriba, é um sacerdote, claro que no cativeiro ele não podia fazer outra coisa,
não tinha como oferecer sacrifícios, não tinha como usar o ministério sacerdotal para outra coisa,
mas mesmo voltando para Jerusalém, o chamado dele era totalmente em relação ao conhecimento da lei,
a prática da lei e ao ensinamento da lei, então todo o chamado dele era como escriba,
ele era um sacerdote, mas com esse chamado especial.
Aí também tem o resumo que fala que tudo que ele pediu ao rei, o rei deu, só que depois vai mostrar a carta,
então é um resumo, nos primeiros versículos sintetiza toda a história e fala, tudo que Esas pediu ao rei ele conseguiu.
Outra coisa que fala nesses dez versículos, fala no versículo sete, que qual era o grupo que voltou com ele,
Esas não voltou sozinho, ele foi o líder de um grupo bem menor do que o primeiro grupo,
que era algo em torno, com Zorobabel, 80 anos antes, era algo em torno de 40, 50 mil pessoas,
e agora é algo em torno de 5 mil pessoas, então assim tipo um décimo, um grupo bem menor,
já era um grupo pequeno com Zorobabel, em relação a todo o povo de Israel que vivia no cativeiro,
era uma minoria, era um pequeno remanescente, agora vai voltar mais um grupo menor ainda,
mas ele especifica que desse grupo tinha os filhos de Israel em geral, mas tinha sacerdotes, levitas, cantores, porteiros, servidores do tempo,
isso também vai explicar depois aqui no item três, então é só, eu queria mostrar aqui, aqui tem um resumo,
mas depois na sequência vai explicar melhor como isso aconteceu na prática, e tinha fala também da viagem,
que levou em torno de quatro meses, e isso também vai contar sobre esse retorno, vai contar um pouco mais sobre a viagem no capítulo 8,
então os primeiros dez versículos são essa síntese, esse resumo geral do que vai contar nos dois capítulos,
então aí na sequência nós temos, já vimos essa carta que ocupa o restante do capítulo 7, depois no capítulo 8,
começa contando um pouco dos nomes, das genealogias, alguns nomes e números do grupo que voltou com ele,
e dentro dessa história, que nós vamos ver depois com mais detalhes, ele conta que ele chamou um grupo,
você acha que ele chamou, ele deve ter feito algum aviso, não tinha os recursos de hoje, não tinha como colocar nas redes sociais,
não tinha telefone, não tinha anúncio por televisão, jornal, não tinha nada disso, então eles tinham boca a boca,
Esdras fez algum tipo de convocação, quem quer voltar, nós vamos voltar, qual grupo quer voltar,
e no capítulo 8 relata que ajuntou um grupo e fala dos números, e aí fala que de repente ele descobriu nesse grupo,
já estavam reunidos, acho que já estavam com as malas, eles se reuniram perto de um rio e estavam prontos para partir,
e aí Esdras fez um levantamento e descobriu que faltavam, ele não tinha um número, acho que ele não tinha,
não é que faltava um número X, mas ele tinha, ele buscou, tinha sacerdotes no grupo já, mas ele foi buscar,
foi descobrir que não tinha, não sei se não tinha nenhum, tinha muitos poucos, não tinha levitas,
aqueles que ajudam no serviço da casa de Deus, então ele sentiu falta, e todo o povo ali esperando acampado já,
pronto para já sair de viagem, eles ficaram esperando mais acho que uns 10 dias, enquanto ele fez uma segunda etapa
de um esforço para achar levitas, porque no capítulo 7, versículo 7 fala que ele voltou com levitas, cantores,
porteiros, servidores do templo, mas isso é porque ele foi buscar, porque o primeiro grupo que apareceu lá
para voltar com ele não tinha essas pessoas, então algo muito importante, porque ele sentiu falta e ele queria
complementar, eu acho que já tinha pessoas dessas vocações em Israel já, mas ele queria levar mais pessoas
para fortalecer, para encorajar, para complementar o serviço na casa de Deus, então essa é a segunda parte,
depois de falar sobre a carta do rei, ele foi falar sobre a volta, o grupo que voltou e mostrou que eles
tiveram que fazer um segundo recrutamento, eles tiveram que buscar mais pessoas, porque não tinha algumas
funções que ele queria, depois, na sequência do capítulo 8, ele fala que eles já completaram o grupo,
estavam prontos para sair, e aí eles descobriram, eu estou dando uma visão rápida depois, na próxima aula eu vou voltar
a falar mais detalhadamente sobre alguns desses pontos, eu só queria dar essa visão mais panorâmica do capítulo,
do relato todo, então ele estava com todo o grupo pronto, eles estavam acampados à margem de um rio,
e aí eles estavam, a gente descobriu isso na carta que o rei deu e colocou nas mãos de Esdas para ele,
era um documento dando autorização para a volta e mostrando o quanto que o rei estava conferindo autoridade
sobre ele, essa carta fala de um volume grande de valores, de ouro, prata, utensílios que o rei e os outros
conselheiros do rei doaram e também pessoas do povo judeu, ou que não fosse judeu, quem quisesse ofertar
para eles levarem, então esse grupo estava carregando uma quantidade muito grande de valores,
era muita coisa e eles iam fazer uma viagem a pé, acho que alguma coisa em torno de 1500 ou 1600 km,
eles levaram quase 4 meses para fazer essa viagem e essa viagem era uma viagem muito arriscada,
porque mesmo que ninguém soubesse talvez os povos que moravam perto das regiões por onde eles passaram,
talvez eles não soubessem que eles tinham tantos valores, mas eles poderiam facilmente ter sido
vítimas de ladrões, de grupos de nomades, de povos que poderiam ter saqueado toda essa riqueza,
todos esses valores que estavam com eles, então eles estavam para enfrentar uma viagem longa,
demorada e muito muito arriscada e aí coloca, nós vamos explorar isso um pouco mais depois,
porque na aula passada nós falamos sobre como nesse momento Deus usou o governo humano,
o governo da Pérsia, um império, um daqueles animais que faz parte das bestas que Daniel viu na visão,
faz parte daquela grande imagem que Nabucodonosor viu, aquela estátua, faz parte dos governos,
do sistema deste mundo, do sistema da besta, do sistema do anticristo, então esse governo deu autoridade para ele,
deu valores para ele, deu permissão, deu tudo para ele e aí Esdas enfrentando esse momento em que ele era o responsável,
ele ia à frente de um grupo que incluía mulheres, crianças e eles poderiam ser alvo de morte, de roubo, de assalto,
era uma situação muito difícil e ele poderia ter pedido isso ao rei, porque tudo que ele pediu ao rei,
o rei deu e lembra que a nossa pergunta na aula passada foi até que ponto é correto pedir,
é correto receber o apoio que o governo dá, isso é bem-vindo, não é, e aqui então o rei deu tanta coisa,
deu carta branca, autoridade, deu ofertas, deu tudo que Esdas pediu e talvez mais, mas aí Esdas resolveu não pedir ajuda,
uma escolta, um grupo armado para proteger, ele falou assim "eu não quero pedir isso porque eu já testemunhei
para o rei que Deus é nosso Deus, é o Deus que nos guarda, ele é o Deus que faz tudo,
se nós estivermos fazendo a vontade dele, se nós estivermos buscando a ele, então ele vai fazer, ele vai nos guardar,
aí ele volta e pede ao rei "eu tenho medo que alguém nos roube, mas você não falou que seu Deus protege?"
Então é um exemplo muito importante de que mesmo tendo um governo amigo, tendo um governo que apoiou,
que deu todo o apoio que ele precisava, ele resolveu se não, nesse ponto eu não vou depender do governo,
eu não vou depender dos homens, eu vou depender de Deus, então essa é a necessidade de proteção,
eles jejuaram e oraram antes de sair porque não falaram simplesmente "ah Deus está conosco, tudo bem",
eles levaram a sério, sabiam que era algo muito perigoso, mas oraram e jejuaram e se prepararam antes da viagem,
"Deus, houve nossa oração, estamos dependendo de ti e não queremos pedir ajuda ao rei".
Aí em seguida tem a parte em que Esdras ainda antes de partir na viagem, ele chama os sacerdotes,
as pessoas mais responsáveis, pessoas com ministério sacerdotal e ele fala "como vocês são?
Pessoas santas, sempre com Moisés no deserto, quem que levava o tabernáculo, quem que podia levar os móveis,
os itens sagrados, não era qualquer pessoa, então ele também colocou esses valores que seriam usados
para a casa de Deus, ele usou esses valores, ele chamou essas pessoas para cuidar dos valores,
então todo cuidado, ele fez uma relação, pesou, deixou tudo anotado, ele não foi desplicente,
ele não foi sem cuidado, ele considerou que aquilo que foi entregue a ele para levar para Jerusalém,
para levar para a casa de Deus, era algo muito sagrado, era algo muito importante e que ele precisava ter responsabilidade.
Ele não buscou a proteção do rei, ele falou assim "não vou pedir ajuda humana, mas eu vou fazer tudo que eu posso,
vou orar, vou jejuar, vou entregar os valores para as pessoas de responsabilidade, as pessoas que são separadas
para o senhor, para o ministério sacerdotal e essas pessoas vão levar esses valores, vão ser responsáveis
por esses valores, inclusive ele falou assim "vocês que vão entregar para os responsáveis quando chegarmos
em Jerusalém, vocês vão entregar, vocês vão ser responsáveis durante a viagem e vocês vão entregar,
tudo anotado, vai conferir lá quando chegar, assim muito cuidadoso com as coisas de Deus, isso é de Deus,
a gente não precisa se preocupar, a gente não precisa fazer contabilidade, a gente não, nada disso,
ele foi muitíssimo responsável e é algo assim que infelizmente, lógico, não estou generalizando,
tem muitas pessoas responsáveis na casa de Deus, na obra de Deus hoje, mas infelizmente tem muitas pessoas
que não são cuidadosas, que não são, não consideram os valores como algo que pertence a Deus,
usam como se fossem o seu dinheiro para gastar para seu prazer, para banquetear, para fazer viagens,
para fazer coisas que muitas vezes não são realmente da direção de Deus.
Estras considerou isso como não algo que pertence a ele, não como uma parte que é minha, tudo pertence a Deus
e precisa ser muito bem administrado como mordomo, como responsáveis fiéis.
Depois então fala sobre a viagem, na verdade assim, a parte da viagem se não descreve, não conta o que aconteceu,
só fala que Deus foi fiel e eles não foram atacados e eles consideraram isso,
antes e depois dá para perceber que eles consideraram isso não como assim, vou fazer uma viagem,
vou sair de carro, vou fazer uma viagem longa, pode acontecer algum acidente, mas muitas vezes não acontece,
a gente perde a proteção de Deus, mas muitas vezes você não considera assim que você tem uma alta probabilidade de ter um acidente.
Nesse caso ele não considerou assim, ele considerou que a probabilidade deles serem assaltados durante a viagem era muito alta,
a probabilidade era extremamente alta, eles estavam correndo um enorme risco e então eles oraram antes e chegaram bem,
eles consideraram isso como um milagre, eles consideraram isso como algo muito soberano.
Esdras, ele foi considerado, não sei se nos dias dele, mas depois, nas gerações posteriores,
ele foi considerado até mesmo como o segundo Moisés, lógico que não, não tinha milagres, intervenções sobrenaturais,
pragas, abrindo o mar vermelho, coisa assim, maná no deserto, ele não tinha nada disso,
mas a viagem dele era de um lugar diferente, mas a linguagem, quando fala assim Esdras, subiu, é engraçado essa expressão,
eles não olhavam, nós quando olhamos pro mapa, aquilo que é mais pro sul, indiferente do relevo,
quando tem uma coisa assim, a pessoa que está na Argentina sobe para ir para o Brasil, ou quem está no México sobe para os Estados Unidos,
quem está no Canadá desce, nós olhamos muito para o mapa, eles sempre falavam, isso é uma linguagem interessante,
eles sempre falavam que quem fosse para Jerusalém, porque Jerusalém realmente fica, não é uma montanha,
não é uma altitude tão grande, mas é mais alto do que a terra em volta, mas eles sempre falavam,
quem estava no norte de Israel, quando ia para Jerusalém, sobe para Jerusalém, subi para Jerusalém,
subi para casa de Deus, e aqui em Esdras, se você quiser olhar versículo 6, este Esdras subiu de Babilônia,
se você for olhar, Babilônia é mais para o leste, mas é um pouco mais para o norte, mas ele subiu da Babilônia para Jerusalém,
isso é uma linguagem muito significativa, eles tinham uma razão para isso, mas em relação a Babilônia,
em relação a outros lugares, não tinha muito como comparar a altitude, enfim, eles subiram para Babilônia,
então essa viagem, até fala que eles passaram por um deserto, então tinha assim umas semelhanças
de quando o povo de Israel saiu do Egito e foi para a terra prometida, a terra de Canaan,
então Esdras está fazendo um outro roteiro e os profetas falaram sobre isso e falam ainda sobre um futuro êxodo,
um futuro, uma futura saída de todas as nações, não só de um lugar, então esse sentido simbólico e muito significativo,
é uma coisa muito importante ver, não tinha esse sobrenatural de maneira geral, não tinha provisão sobrenatural,
não tinha mar se abrindo, não tinha pragas, não tinha esses tipos de milagres que Deus deu no tempo de Moisés,
mas era uma época mesmo, nós já vimos isso no livro de Ester, houve intervenções de Deus muito claras no livro de Ester,
mas nada assim tão visivelmente sobrenatural, só quem estivesse prestando muita atenção poderia realmente ver que
só por Deus que aquele plano maligno de Amã não se cumpriu, mas não era uma coisa evidente e isso acontece muitas vezes
na história, que Deus age, é a mão de Deus, mas não tem essa manifestação de sinais sobrenaturais de milagres,
mas então por um lado alguém poderia dizer que bom, fizeram essa viagem e ninguém amolou, ninguém atacou,
mas isso eles mesmos consideraram como um milagre, eles consideraram que eles chegaram em segurança
e aí fala de como eles chegaram, como eles entregaram todos os valores e etc. chegada lá.
Então esse é o esboço de todo esse relato, todos esses dois capítulos, 7 e 8 de Ester que falam a respeito
do retorno de Ester para Jerusalém, então esse é o relato hoje que estou falando um pouco mais sobre o capítulo 8
e nós vamos voltar a ler com mais atenção, mais versículo por versículo depois, mas agora então eu queria
falar sobre, voltando um pouco para o capítulo 7, estou tendo dificuldade para sair do capítulo 7,
olhando de novo para o capítulo 7 e o capítulo 8, eu quis dar esse esboço geral de tudo porque eu vou usar
alguns textos nos dois capítulos para falar sobre a importância da casa de Deus nesta missão de Esdras
que a princípio, e eu tenho enfatizado mais isso, então quero até dar um equilíbrio agora sim
porque tem uma ênfase muito grande no fato de Esdras ser um sacerdote, de ser um sacerdote,
escreva, tem muita ênfase de que o chamado dele, isso é muito forte principalmente no capítulo 7
mostrando quanto que Esdras, o chamado dele era da lei de Deus, era de ensinar, era de restaurar,
era uma segunda etapa, já tinha sido restaurado o templo, reconstruído o templo, então era uma
segunda etapa, mas me chamou bastante atenção olhando para o capítulo 7 de novo, me chamou bastante
atenção a importância dentro dessa missão que Esdras tinha de Deus, a importância da casa de Deus.
Então eu vou mostrar alguns textos e primeiro eu vou lembrar, nós já falamos, acho que já chamamos a
atenção a vários desses textos, mas primeiro eu vou mostrar no capítulo 7 quantas vezes que Esdras
é chamado de um escriba, então nós vamos identificar todas as vezes que nesse capítulo 7
fala que Esdras era um escriba, então eu quero mostrar essa relação, essa segunda etapa da
restauração, uma etapa muito importante, essa segunda etapa tinha essa ênfase da lei, da restauração
da lei, mas depois nós vamos mostrar como a casa de Deus ela sempre aparece como o objetivo final,
tudo existe em função da casa de Deus, então primeiro vamos ver, capítulo 7, versículo 6,
esse Esdras subiu de Babilônia, ele era a escriba hábil, ele era versado, ele era um estudioso,
na linguagem de hoje ele era um doutor, ele era um profundo conhecedor da lei de Moisés
criada pelo Senhor Deus de Israel, esse é o versículo 6, no versículo 10 fala que Esdras tinha preparado
seu coração para buscar e cumprir a lei do Senhor, para ensinar em Israel seus decretos, suas leis,
então temos já, essa é a segunda vez que fala que Esdras tinha esse objetivo, esse versículo 10 é o
principal que mostra de onde veio o chamado de Esdras, como que aconteceu de Esdras lá na Babilônia,
um dos exilados, de repente deu na cabeça dele de querer voltar toda a origem do chamado dele,
toda a ênfase da vida dele era porque ele era um homem dedicado, de coração, um homem apaixonado
pela lei de Deus, pela palavra escrita, ele foi uma pessoa fundamental na história do povo de Israel,
pelo tanto que ele aparece nos livros de Esdras e Nehemiah, não parece ser uma das pessoas mais importantes da Bíblia,
quando você relaciona Abraão, Moisés, Samuel, David, Esdras ele não salta, parece que não tem tanto destaque,
mas ele foi uma pessoa fundamental na história, na restauração, então isso era o chamado dele,
esse é o 11, essa é uma cópia da carta que o rei Artaxerxes deu ao sacerdote, as vezes fala só "escriba",
as vezes fala os dois que ele era sacerdote e era um escriba das palavras dos mandamentos e dos decretos do Senhor,
algumas versões, algumas traduções, não fala só que ele é escriba das palavras, ele era um conhecedor,
outra vez parece que essa palavra destaca que o próprio Artaxerxes reconhece o quanto que Esdras é um profundo conhecedor da lei de Deus.
Versículo 12, logo na sequência, Artaxerxes, rei dos reis, ao sacerdote Esdras, escriba da lei do Deus do céu,
eu gosto de relacionar, citar um após o outro porque você percebe várias qualificações,
ele era um escriba, um conhecedor da lei que Deus deu a Moisés, ele buscou cumprir e cumprir a lei do Senhor para ensinar os decretos e leis,
Versículo 11, ele era um profundo conhecedor, um escriba das palavras dos mandamentos e dos decretos do Senhor,
então hoje nós no lugar da lei, os judeus não, os judeus chamam a Torá, a Torá seria os primeiros cinco livros,
mas eles falam muito da Torá, todo o fundamento dos judeus eles colocam nos primeiros livros,
os primeiros livros tem a aliança que Deus fez com Israel, hoje nós chamamos Bíblia, Escrituras,
falamos de uma maneira geral, mas eles, assim, Torá significa instrução, lei tem uma conotação ruim para nós,
lei é um negócio duro, tem mandamentos, mas nós temos que ler o Salmo 119 que alguns acham que Esdras escreveu,
o Salmo 119 coloca vida, a lei não é uma coisa morta, não é uma letra, não é uma coisa, não é um peso,
não é uma obrigação, Esdras, ele dedicou o coração para conhecer, para entender plenamente,
para ser alguém que pudesse colocar em prática essas coisas, você lê a Bíblia, depende como você ler a Bíblia,
algumas pessoas leem a Bíblia para extrair promessas, outras pessoas querem conhecer histórias, as coisas que aconteceram,
enfim, as pessoas podem tirar, podem ler a Bíblia ou sequencialmente ou seletivamente,
podem ler com objetivos diferentes, superficiais, mas Esdras, ele olhava, eu estou preenchendo as lacunas,
mas assim, o que a gente percebe é que quando você lê, principalmente os primeiros livros da Bíblia,
Pentateu, Quatorá, tem tantos mandamentos, tem coisas que não são, parece que não são muito práticas para hoje,
mas o sentimento, o coração, quando fala assim, os mandamentos, os estatutos, nossa, fala estatuto,
parece que estatuto de uma organização, coisa mais chata do mundo para você ler, não é isso, gente,
é você pensar que Deus, Ele planejou, Ele mandou Moisés escrever coisas, mandamentos e ordens,
e uma ordem geral para o seu povo que em Deuteronômio 4, que é um dos meus capítulos favoritos na Bíblia,
que fala assim, de como, Israel, se vocês guardarem, se vocês viverem isso, os povos do mundo inteiro
vão olhar para vocês e vão assim, de onde que esse povo tirou tanta coisa maravilhosa,
como é que eles têm uma vida tão tremenda, eles vão admirar, esse era o propósito da lei de Deus,
era guiar o povo, não só para uma terra que emana leite e mel, que o povo pegou muito nisso,
vamos sair da escravidão e vamos para uma terra que emana leite e mel, vai ter abundância, a gente vai comer,
vai viver uma vida tranquila, as pessoas olham para a vida ideal como se fosse assim, uma vida de egoísmo,
uma vida de prazer próprio, Deus interessa assim no nosso prazer, mas ele conhece o que realmente é bom,
é como comer saudavelmente, é como viver uma vida saudável, fala saudável também, às vezes é uma palavra
que causa até arrepios, porque parece que comida saudável não é gostosa, parece que fazer exercícios é chato,
mas é Deus tem algo, Deus planejou uma vida que fosse uma vida maravilhosa, que fosse glorificar a Deus,
mas que fosse a melhor vida para a pessoa, para as pessoas, para todos, então Esdras ele tinha essa paixão
pela lei de Deus, ele queria buscar, não é só conhecimento, às vezes a pessoa vai fazer teologia,
vai estudar a Bíblia e enche a cabeça, mas não aplica nada, não tem um valor prático na sua vida cotidiana,
então Esdras ele quis buscar a lei, ele quis praticar a lei, estuda no versículo 10, e ele quis ensinar,
então era essa a vocação de Esdras, então nós estamos aqui no versículo, falamos do versículo 11,
que fala dos decretos do Senhor para Israel, no versículo 12 fala que ele ia escriba da lei do Deus do céu,
eu já falei isso, mas eu quero lembrar, antes de seguir aqui falando dos textos dentro da carta,
essa carta de Artaxerxes até nos surpreende, porque tudo bem que um rei pagão, um rei que não era convertido
ao Deus de Israel, ele não passou a adotar esse Deus como Deus dele, não tem nenhuma consideração assim,
não assim, se Deus aceitou o coração dele, salvação, é outra questão que é fora do nosso conhecimento,
mas que a gente saiba, o rei Ciro, o rei Darius, o rei Assuero, o marido d'Ester, esse rei Artaxerxes,
não fala que eles se tornaram seguidores do verdadeiro Deus, mas para ele escrever essa carta,
o que eu imagino, isso é uma imaginação minha, mas a Bíblia fala que tudo que Esdras pediu, o rei deu,
então a minha suposição é, como é que o rei Artaxerxes escreveu nessas palavras,
a gente já leu essa carta nas aulas, mas eu quero chamar atenção para alguns aspectos de como ele falava
de Esdras e depois em seguida nós vamos ver como é que ele falava da casa de Deus, então como que Artaxerxes
podia falar desse jeito? Eu imagino que Esdras fez uma petição formal para o rei, ou seja, ele fez uma petição
por escrito, então ele deve ter feito toda uma fundamentação, ele era um escriba, ele expressava,
ele sabia escrever, ele sabia fazer um documento, ele era uma pessoa erudita, ele fez uma carta para o rei
que nós não temos, mas eu estou imaginando, estou supondo que a única maneira de Artaxerxes colocar
tanta coisa nessa carta aqui com quem, até fica claro na carta que é o Deus de Israel, é o Deus de vocês,
mas ele não fala meu Deus, mas ele fala Deus do céu e ele fala muita coisa aqui que ele só pode ter
colocado nessa carta como uma resposta àquilo que Esdras escreveu, então quando ele usa certos termos
e quando ele fala dos sacrifícios e das coisas que Esdras ia precisar, ele não podia saber disso,
ele soube através ou de uma conversa ou de uma petição por escrito de Esdras, então nós estamos
no versículo 12 e ele falou Esdras, escriba da lei do Deus do céu, versículo 14, você é enviado,
você é enviado da parte do rei para fazer inquirição, nós falamos sobre isso, conforme a lei do teu Deus,
não o meu, mas é o teu Deus, a qual está em tuas mãos, então eu estou lendo esses textos aqui
para mostrar como tem essa ênfase em Esdras como não só alguém que copiava a lei,
não só como alguém que sabia ensinar, um professor da lei nas escolas judaicas, ele era mais do que isso,
ele tinha a lei de Deus na mão dele, mas na verdade no coração, ele era alguém assim,
Artaxerxes reconhece que Esdras é uma pessoa que tem a lei de Deus, ele é um guardião,
ele entesorou isso, ele guardou isso de uma forma especial, então a lei de Deus está em suas mãos,
versículo 21, agora eu, o rei Artaxerxes, decreto a todos os tesoreiros, tudo que vos pedi o sacerdote,
que é um dos lugares que coloca os dois termos, o sacerdote Esdras, escriba da lei do Deus dos céus,
então se Artaxerxes acreditava nisso ou não a gente não sabe, mas é interessante porque ele vai falar
em alguns lugares aqui nessa carta, ele fala que é o Deus de Jerusalém, ele fala que é o Deus de Israel,
então tinha essa ideia naquela época que cada povo tinha seu próprio Deus, então o Deus do Egito,
o Deus da Síria, o Deus de alguma outra província, algum outro país, então ele poderia colocar Deus
e provavelmente ele pensava assim que Deus era mais um, mas é interessante que ele fala a lei do Deus dos céus,
ele já tinha falado isso antes, é, versículo 25, e tu Esdras, conforme a sabedoria do teu Deus,
a minha tradução fala que possuis, a outra tradução fala assim, que está em suas mãos,
Esdras tinha, não nas mãos como a gente carrega uma bíblia, mas quando ele fala,
Esdras, você vai colocar juízes, você vai governar, essa palavra, essa concessão,
ele está reconhecendo que Esdras não só tem um documento, ele não só tem o rolo sagrado da Torá,
que ele guarda com muito cuidado, ele tem a sabedoria de Deus, ele tem a sabedoria de Deus,
de onde que tem? Ele era um cara muito sábio? Não, ele era um cara que lia, que é como eu já mencionei,
Deuteronômio, se você tiver a palavra de Deus, se você conseguir não repetir, não colocar como obrigação,
tem tanta gente que conhece a bíblia hoje, tem tanta gente que fala de escrituras,
que cita escrituras, que usa escrituras fora do contexto, não é sabedoria, não é sabedoria saber,
é maravilhoso decorar as escrituras, maravilhoso saber de cor, mas o que eu estou falando é ter isso
no coração e o rei Artaxerxes reconhece em Esdras alguém que tem sabedoria, mas uma sabedoria
que vem por causa da lei de Deus, que estava na mão dele, mas estava no coração dele.
E voltando para o versículo 18, ele fala "Tudo você vai fazer conforme a vontade do vosso Deus".
Artaxerxes talvez não acreditava assim que Deus falasse com ele, mas quando ele fala assim
"Faça tudo conforme a vontade de Deus", ele falava por causa da lei, ok? Então essas são uma boa relação,
eu queria enfatizar mais uma vez esse chamado de Esdras com Escriba, ok?
Agora eu quero mostrar que esse Esdras, com essa ênfase que ele tinha, com esse chamado,
com essa preparação, uma pessoa estudada, uma pessoa que tinha como paixão a lei de Deus,
eu quero agora mostrar nesse capítulo 7, depois indo para o capítulo 8 também,
como era importante a casa de Deus, embora a casa de Deus já fosse, já tivesse sido reconstruída,
não era a missão de Esdras repetir o primeiro estágio da restauração, a casa de Deus já estava
"restaurada" porque a casa estava construída, mas o que Esdras ia fazer nessa segunda etapa da
restauração, o que Esdras iria, esse encargo dele com a lei, tinha tudo a ver com a casa de Deus,
então primeiro vou ler os textos e aí a gente finaliza falando um pouquinho sobre a interligação
entre os dois, então a lei de Deus, lembra que nós falamos que lá no início, na história de Moisés,
na história do povo de Deus, Deus deu para o povo primeiro a lei, primeiro aliança, primeiros mandamentos,
tinha o tabernáculo, mas o tabernáculo, Deus falava assim que ali eu vou falar com vocês,
mas esse entendimento de que Deus queria habitar no meio do povo, nós também temos sempre enfatizado,
eu sempre repito isso, que é uma das coisas mais fortes e impactantes para mim na história da redenção,
na história de Deus com o seu povo, foi quando Davi fez o propósito de fazer uma casa para Deus,
o tabernáculo estava dividido, a arca estava num lugar, o resto do tabernáculo em outro,
mas assim, era muito forte, foi muito forte esse momento Davi, foi o que fez Davi ser escolhido por Deus
com o homem segundo o seu coração e a cidade de Jerusalém, tudo foi por causa dessa grande revelação
que Davi recebeu de fazer uma casa para Deus, então essa conexão, a conexão nós queremos ver assim,
primeiro foi a lei na história, depois a casa, agora na restauração, primeiro foi a casa e depois agora,
no tempo de Esdas, vai ser a restauração da lei, mas eu quero agora então mostrar todas as vezes nesse capítulo 7
e depois no capítulo 8, quanto que a casa de Deus continuava sendo o centro, ok?
Então, na carta, antes, nessa primeira parte do capítulo 7 não aparece a casa de Deus,
mas na carta de Artachécias agora vamos ver quantas vezes aparece a casa de Deus nessa carta
e lembrando outra vez, porque que Artachécias está falando sobre a casa?
E lembra que o rei Ciro, no primeiro retorno, para ele era, qual que era o decreto dele?
Vocês podem, vocês estão liberados, podem sair do exílio, voltar para sua terra para fazer o que?
Construir uma casa, como é que Ciro sabia disso?
O grande foco, a coisa mais importante era a casa de Deus e nós precisamos não só repetir isso,
precisamos entender porque que isso é tão importante, então Artachécias começa, não vou ler a carta toda,
mas vamos só procurar esses lugares, mas ele começa falando, Artachécias ao Escriba,
mas aí ele fala, vocês podem voltar, versículo 13, quem quiser voltar do povo, dos sacerdotes, levitas,
porque que os sacerdotes e levitas eram as pessoas mais importantes?
Quem quiser pode voltar, mas sacerdotes e levitas, por que? Porque eles serviam a casa de Deus,
eles eram as pessoas que iam fazer com que a casa de Deus pudesse ser usada corretamente,
pudesse ter a sua função correta, sem sacerdotes e levitas não tem, não adianta só ter uma casa,
então tem que ter a restauração de sacerdotes e levitas e cantores e porteiros e servidores,
tudo, tudo gira em torno da casa de Deus, então versículo 13, quem quiser ir, aí ele fala sobre,
no versículo 14, já vimos sobre a lei, então agora o versículo 15, então você, Eses, você vai levar
a prata e o ouro que nós oferecemos, vocês vão, nós demos, essas ofertas não foram dadas para você,
não foram dadas para o povo judeu, pra quem que lhe deu, pra quem a oferta, pra quem o rei e os seus nobres,
pra quem eles dirigiram essa oferta, no final do versículo 15, ah, vocês vão levar essas ofertas
que foram dadas ao Deus de Israel, aqui tem essa ideia sim de um Deus de um povo específico,
ele tinha falado Deus dos céus, que parece que coloca Deus num patamar diferente, mas aqui ele coloca o Deus de Israel,
cuja habitação está em Jerusalém, então Artashersis, quanto que ele tinha consciência disso não,
não sabemos, mas é uma verdade revelada, Deus é o Deus dos céus, ou seja, de todo o universo,
e ele tem uma habitação em Jerusalém, como nós podemos entender isso, como é que o Deus dos céus
pode habitar num lugar pequenininho, num espaço específico, num lugar na terra, e aqui ele coloca essa oferta
está sendo dada para o Deus de Israel, cuja habitação está em Jerusalém, mais uma vez eu penso que ele soube disso
através de Essras, mas assim essa verdade é muito significativa, então vamos agora, essa é a primeira vez
que aparece a casa de Deus, versículo 16, versículo 17, eu não vou ler, vocês vão comprar animais, novidos,
porneiros, oferecer sobre a altar da casa do teu Deus, onde está essa casa? Está em Jerusalém, isso está no
versículo 17, versículo 19, os utensílios que te foram dados para o serviço da casa de teu Deus,
restitui-os perante o Deus de Jerusalém, então Deus é o Deus dos céus, Deus é o Deus de Israel, mas é o Deus
de Jerusalém, porque a casa dele está em Jerusalém, versículo 20, olha quantas vezes, tudo mais que for necessário
para casa de teu Deus, você vai pegar, você pode pegar da casa dos tesouros do Rei, isso é o versículo 20,
versículo 23, tudo que se ordenar segundo o mandado do Deus do céu, prontamente se faça para casa do Deus do céu,
então olha só, ele é o Deus de Israel, Deus que habita em Jerusalém, mas ele é o Deus do céu, então para casa
do Deus do céu, está no versículo 23 e no versículo 24, tudo que vos fazemos saber, cerca de todos os sacerdotes,
levitas, etc, outros servos, desta casa de Deus, então as ofertas eram para casa, os levitas e todos os sacerdotes,
todos eles eram servos da casa de Deus e no versículo 24 ele fala que não podia cobrar impostos deles,
eles eram servos da casa de Deus, e aí agora, então essas são as menções, olha, uma, duas, três, quatro, cinco, seis,
sete vezes nessa carta fala a respeito da casa de Deus, é muita coisa, e aí no versículo 27, não é mais a carta,
no versículo 27 de Esdras 7, Esdras, ele faz uma reação de louvor que Esdras fala "bendito seja o Senhor Deus de nossos pais
que pôs no coração do Rei o desejo de honrar ou adornar ou abençoar a casa do Senhor que está em Jerusalém",
então aqui também Esdras, o próprio Esdras, o que eu estou querendo mostrar? Que Esdras tem esse ministério,
essa função, uma segunda etapa de restauração em que ele vai focar mais na lei, mas eu estou querendo mostrar
assim, quanto que a casa de Deus está no centro, não é necessário mais reconstruir, já tinha sido feito,
mas tudo que ele faz, tudo que ele faz é para a casa de Deus, agora rapidamente já dei mais ou menos a sequência de acontecimentos
no capítulo 8, então vou mostrar agora no capítulo 8 quando também fala da casa de Deus, capítulo 8, versículo 17,
lembra que eu falei que quando ele ajuntou o grupo que ia voltar com ele para Jerusalém, para Israel,
ele sentiu falta de Levita, as pessoas que estavam faltando funções, então ele foi, fez uma outra convocação
e no versículo 17 ele fala "dei-lhes as palavras que enviou um mensageiro", ele deu as palavras que deveriam dizer
a Edo, seus irmãos, então ele mandou um mensageiro para um grupo de pessoas que tinha essa função,
eles estavam no cativeiro, mas eles eram descendentes dos servidores do templo, de Levitas, de pessoas que tinham essas funções,
então ele mandou um mensageiro para Edo e seus irmãos, os servidores do templo, para que nos trouxessem ministros,
ministro parece muito chique, mas ministro é servo, alguém que vai servir, que nos trouxessem servos para a casa do nosso Deus,
olha só, Esdras, ele não quis ir com um grupo que não tivesse essa, estava faltando pessoas com essa função,
ele enxergava a função, o ministério dele, como sendo para a casa de Deus, versículo 25, aqui já lembra que eu falei
que ele separou todos os valores, as ofertas que o rei deu e tal, então versículo 25 "pesê-lhes", ele está entregando para os sacerdotes,
"pesê-lhes a prata e o ouro os utensílios à oferta para a casa de nosso Deus", então todos esses valores eram para isso,
versículo 29, ele falou com ele e deu um encargo assim, "olha, vocês vão guardar isso em toda viagem até que vocês vão entregar na presença dos principais sacerdotes, dos levitas, em Jerusalém, nas câmaras da casa do Senhor",
eles iam fazer essa viagem, iam levar toda essa oferta e entregar para os responsáveis dentro da casa de dependências, da casa de Deus em Jerusalém,
versículo 30 "então os sacerdotes levitas receberam o peso da prata e do ouro dos objetos a fim de os trazerem a Jerusalém à casa do nosso Deus", versículo 33, então aí esse aqui quando eles chegaram em Jerusalém,
eles fizeram isso, entregaram na casa do nosso Deus e versículo 36, o último versículo do capítulo, eles levaram, além de levar essa oferta,
eles também estavam com a carta e os documentos do rei, e eles entregaram as ordens do rei ao seu sata para os governadores deste lado do Eufrates, "então estes ajudaram o povo e a casa de Deus",
olha só como a casa de Deus está no centro, então agora eu quero só, nós vamos continuar pensando sobre isso no decorrer dos estudos,
mas eu queria mostrar que a casa de Deus é o centro, e agora isso é um estudo em toda a Bíblia, como acabei de mencionar, isso não aparece com tanto destaque,
por isso que quando Davi, ele resolve fazer uma casa e Deus fala, manda uma mensagem pelo profeta Natan para dizer assim, eu não estava pedindo uma casa,
até Deus se faz de desentendido assim, você está falando de casa, quem falou de casa aqui? Mas na verdade está escondido, no jardim do Éden,
Deus visitava, mas fica nas entrelinhas de que Deus queria que ali fosse a morada dele junto com o homem, isso não aparece nas ordens,
na comissão original que Deus deu ao primeiro casal, não fala assim, vocês vão fazer uma casa para mim, mas a própria linguagem do jardim do Éden tem muita semelhança com a ideia de santuário,
então quando Deus manda fazer o tabernáculo, ele fala assim, eu vou habitar no meio, mas fica sempre assim, mas nas entrelinhas, e Davi que trouxe isso mais forte à tona,
e nós sabemos que Jesus, o verbo, ele que era Deus em carne, ele viveu, habitou entre nós, tabernaculou e Apocalipse termina com Deus vindo para habitar permanentemente entre os homens,
então realmente o objetivo de todo plano de Deus até me faz mal falar isso tão rapidamente, porque uma coisa assim que a gente tem que pensar é porque que não fala assim mais explicitamente,
porque que isso não aparece em todas as páginas da Bíblia, porque que Deus não repetiu isso exaustivamente, porque ele queria que Davi ansiasse, ele queria que Davi descobrisse,
ele queria que Davi se oferecesse, queria que alguém se oferecesse e fosse assim, Deus onde está a tua casa, nós queremos que o senhor more aqui, então essa verdade central ela tem que ser descoberta,
ela tem que ser algo assim quase inimaginável, como o Salomão orou, quem sou eu para fazer uma casa para o senhor, nem o universo inteiro, os céus dos céus não te cabem,
como é que aqui na terra eu vou fazer algo tão minúsculo para te caber, então essa ideia da habitação de Deus, ela tem que nos encher de espanto,
ela tem que nos encher de realmente um profundo temor, uma admiração, a gente tem que ficar muito admirado de Deus querer isso e de Deus ter um plano de isso ser possível,
disso ser viável, como é que Deus pode habitar por ele ser infinito, mas também por nossa pequenez, por nosso pecado, por nossa indignidade, por tantas razões,
mas agora assim eu quero ler em Êxodo 15, porque está aqui escondido a plena vista, está aqui um cântico de Moisés, logo que eles passaram pelo bar vermelho saindo do Egito,
Moisés ele coloca isso, que o objetivo de tudo é a habitação de Deus, começa assim exaltando Deus, porque Deus venceu todo o exército dos egípcios que estava atrás deles,
versículo 11, quem é como tu entre os deuses, o senhor é glorificado, terrível em louvores, operando maravilhas, quem é igual o senhor? Versículo 13, tu com a tua bondade,
eu não conferi aqui, eu não sei se essa palavra beneficência é récede ou não, mas assim, tu com tua misericórdia, tua bondade, com teu amor, tu guiarás,
olha, estão só começando a viagem, acabaram de sair do Egito, tu guiarás o povo que remiste com a tua força, o levarás à tua santa habitação,
então aqui Moisés já está dizendo, todo objetivo não é, ele começou falando, porque é a linguagem que nós entendemos, quantas pessoas se convertem,
porque Deus é o Deus que cura, Deus é o Deus que tira a gente do buraco que a gente estava, Deus liberta a gente de vícios, de opressões,
de escravidões, de temores, de sentimentos, de amarguras, Deus é o Deus que faz essas coisas, Ele nos leva para uma terra que mana leite e mel,
parece tudo é para nós, e na verdade Deus está guiando, o povo estava guiando naquela época, está nos guiando hoje para o lugar da santa habitação de Deus, esse é o versículo 13,
e aí depois Ele fala, versículo 17, tu os introduzirás, os plantarás no monte da tua herança, no lugar que tu, oh Senhor, preparaste para a tua habitação,
no santuário, oh Senhor, que as tuas mãos estabeleceram, o Senhor reinará eterno e perpetuamente, Deus vai reinar, todo mundo sabe disso,
Deus no fim, Ele vai vencer todos os inimigos, mas Ele vai fazer isso a partir da sua habitação, do lugar onde Ele habita entre nós, ok?
Então eu vou terminar só falando então da importância dessas duas coisas, desses dois aspectos, a casa de Deus e a lei de Deus,
lembra que tudo que Deus faz, ela pode se transformar numa casca morta, numa semelhança de algo bom, mas se torna um ritual, se torna uma prática,
se torna algo morto, sem vida, que não agrada a Deus, tanto a casa de Deus pode ser deturpada, desviada da sua função, por isso que Deus mandou destruir a sua casa,
no tempo dos Babilônias e depois nos tempos dos Romanos, Deus não quer uma casa que só tem uma semelhança, só tem um ritual vazio, onde Ele não pode realmente
habitar, para que tenha uma casa, pode ter ornamentos, pode ser bonito, pode ser bem feito, Herodes gastou milhões para fazer uma casa muito mais bonita do que Zorobabel tinha feito
e Jesus, os discípulos mostraram para Jesus admirando de novo, não que Jesus não conhecesse, mas em Mateus 24 os discípulos falaram assim, Jesus você viu que coisa maravilhosa que nós temos, esse é o nosso orgulho
e a casa não vai ficar uma pedra sobre pedra, porque eu não habito mais aqui, em Jeremiah 7 Deus manda o profeta falar, vocês ficam confiados que onde tem a casa de Deus, o templo do Senhor,
o templo do Senhor, nada vai nos acontecer porque nós temos o templo e ele falou assim, isso não vai adiantar nada, a minha glória já foi embora, eu não estou mais ali,
então a casa de Deus, ela pode se tornar vazia, mas por que ela ficaria vazia? Porque não tem a palavra de Deus, se não tem a palavra de Deus, aquilo que Ele planejou, aquilo que Ele quer para nós
Deus se faz conhecer pela sua palavra, a palavra vai mostrar os planos de Deus, mas vai mostrar a natureza de Deus e vai nos chamar para entrar em aliança com Deus
então sem palavra não tem aliança, sem palavra não tem habitação, não tem presença de Deus, na arca da aliança que ficava no Santo dos Santos estava a lei que é aliança, que é a palavra
então a casa de Deus ela não tem sentido se não tiver a palavra, então Esdras veio, ele foi nesse momento da restauração, nessa segunda etapa da restauração
ele foi para restaurar a lei, porque se não tiver a palavra, se Deus não se revela pela palavra, a casa vai ficar sem sentido, então precisa das duas coisas
mas a lei também ela não pode ficar sozinha, a lei foi muito importante, até hoje os judeus não tem o templo, eles tem o muro de lamentações, que nem é o resto do templo
é o resto de um muro que sustenta aquele monte do templo, é uma sombra muito distante do templo, é um resquício muito longe da substância da casa
o que que guardou os judeus no tempo da Babilônia e no tempo da diáspora? A lei, mas olha só o que acontece quando você só tem a lei
os judeus até hoje, claro que tem muitos que buscam a Deus, eu não estou julgando, mas assim em grande parte o que os judeus têm é a lei, a letra, estudam, guardam muitos mandamentos e tradições
a lei perdeu sentido, a lei não está levando para conhecimento de Deus, eles não têm a casa, eles perderam a essência, a lei, não sabemos se é um espírito, é uma letra morta
então percebem como nós precisamos dessas duas coisas, nós precisamos da reconstrução da casa, mas precisamos da palavra de Deus, da presença de Deus por meio daquilo que ele fala
sua aliança, então tem que ter essa combinação, nós temos a necessidade da palavra, da revelação, da aliança, mas nunca a lei deve ser, por mais que é admirável
como os judeus até hoje, assim na sinagoga, a cópia da Torá que fica naquela arca, é uma coisa bonita e é uma coisa certa mas incompleta
porque quando você meio que idolatra a letra em si, você fica contente com algo, mas o objetivo é a casa de Deus, o objetivo é Deus habitar conosco
e veio assim com muito impacto, hoje mesmo enquanto estava meditando assim de ver como Estras com essa sua função de restaurar a lei, mas o centro de tudo, o objetivo de tudo é a casa
e não a casa como um lugar de ritual, mas a casa como lugar para habitação de Deus, então nós queremos as duas coisas, queremos a restauração da palavra, a restauração da lei
da importância dada aquilo que Deus revelou como ele é, como ele quer se relacionar conosco, mas nunca vamos colocar a lei, a Bíblia, a Escritura, o conhecimento como objetivo em si mesmo
tem que levar para Deus, para relacionamento com Deus e o que Deus quer é habitar conosco, senhor tudo vai se consumar no final da história quando o senhor vier para morar conosco
e nós não queremos perder isso de vista, queremos ser, seja qual for a nossa função, se somos um cantor, um porteiro, um levita, um sacerdote, um escriba, alguém também que contribui de alguma outra forma
todas as funções, todos os papéis são importantes, mas o objetivo de tudo é que haja tua casa e que o senhor fale "eu quero morar ali, eu quero estar com o meu povo para sempre"
que isso possa encher nosso coração, que isso possa nos dar o verdadeiro sentido da nossa vida, verdadeiro propósito da nossa vida é contribuir com o que o senhor nos der para que essa casa
possa estar completa, para que ela possa estar adornada, para que ela possa ser incrementada, para tudo, qualquer coisa que seja necessária, como o rei falou, tudo que precisar conforme a vontade de Deus
faça para a casa de Deus, nós pedimos que essa seja, esse seja o nosso desejo também, em nome de Jesus te pedimos, amém.
Conversa
O que esse texto te despertou?
Compartilhe sua reflexão, dúvida ou testemunho. Sua voz importa pra essa comunidade.