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Aula 2 – Vol.32 – O fim do cativeiro

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08/08/21 – Esdras 1 – Baixardo áudio.

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Transcrição · gerada automaticamente

Sejam todos muito bem-vindos. Estamos iniciando mais uma aula, estamos no livro de Esdras, nós iniciamos semana passada, na última aula, iniciamos mais com uma visão panorâmica, esse diagrama que a gente também compartilhou, um diagrama mais correto, né, isso aqui é só um rabisco,
mas nós vimos uma visão panorâmica da Bíblia para entender o significado deste momento que estamos começando a estudar, um novo tempo, uma nova fase, uma nova etapa no plano de Deus,
nós podemos chamar esse tempo de restauração, podemos chamar de retorno do exílio, podemos chamar também do segundo templo, são nomes que nós podemos usar para dar uma característica desse tempo que está começando agora no livro de Esdras.
Então nós vamos pedir ajuda de Deus para que possamos entender, hoje nós vamos focar mais no tempo, ainda não vamos começar exatamente realmente um estudo do livro de Esdras porque estamos querendo entender um pouco mais sobre o significado,
o que significa ser o fim do cativeiro, o que significa, qual é a importância profética e qual é a importância no plano de Deus desse tempo que está começando que já no primeiro versículo de Esdras fala a respeito desse retorno e desse novo capítulo, terminando um e começando outro.
Senhor Deus, nesta hora nós pedimos a Tua presença, a Tua revelação, sentimos como sempre a nossa pequenez diante de um plano tão grandioso, até para a gente entender, até para podermos sondar um pouquinho o que estava no teu coração,
por que que o Senhor autorizou o cativeiro, por que que o Senhor agora estava trazendo de volta aqueles que foram espalhados, que tinham sido infiéis, por que que o Senhor estava trazendo de volta para a Terra, qual é o plano mais a longo alcance,
como isso se aplica a nós, como nós podemos entender o que o Senhor quer fazer no nosso tempo, na nossa geração, estamos vivendo restauração, estávamos em cativeiro, ainda estamos em cativeiro,
abre os nossos olhos para podermos entender e para que de alguma forma possamos entender o alcance, o objetivo do teu plano e também a nossa parte e o nosso momento no tempo atual, nós pedimos tudo isso em nome de Jesus, amém.
Ok, então só retomando da aula passada, lembrando desse diagrama que foi compartilhado assim na última aula, na verdade eu estava revendo esses pontos principais e acho que logo vou fazer mais uma alteração, essas coisas a gente vai desenvolvendo e vai aperfeiçoando,
mas tem um outro momento quando nós passamos do Éden até direto para o Egito, como nós sabemos houve um momento importante na Terra que envolveu Abraão e Isaac e Jacob, os patriarcas,
então isso também seria um ponto importante, um pico importante dentro do plano de Deus, representa também um êxodo, porque o que nós começamos a mostrar tem muita coisa que poderia ser explorado nesse diagrama, nessa visão,
mas o que nós estamos procurando ver é que Deus tem um grande plano que não é nos levar embora da Terra, largar a Terra para Satanás ou eliminar a Terra, o grande plano de Deus que não vai ser frustrado,
ele criou a Terra, ele colocou o homem na Terra, claro que ele tinha muitos aspectos, tem muitos aspectos no plano dele que a gente não tem condições de entender, uma criança não consegue entender tudo que os pais pensam, tudo que planejam,
a medida que vamos amadurecendo como filhos, nós vamos entendendo um pouquinho mais do que Deus estava querendo e que Ele está querendo, mas tem muita coisa no plano de Deus que ainda é mistério para nós,
mas o que nós sabemos, o que a Bíblia revela, e a gente costuma dizer que a Bíblia não trata da eternidade antes da criação da Terra e do homem, a Bíblia não trata nem mesmo de tudo que aconteceu antes do homem pecar,
a Bíblia não trata quase nada, temos poucos vislumbres do que aconteceu com os anjos, com a queda de Lúcifer, muitas coisas, nós temos só alguns pontos muito vagos, sem muito detalhes, sem muita revelação,
então o que a Bíblia mostra, também não temos muito conhecimento sobre o que vem depois no plano eterno, o que vai acontecer depois da consumação e da redenção que Deus está efetuando,
mas o que nós sabemos é que Deus criou a Terra, Ele tem um plano, Ele quer estabelecer o Seu reino sobre toda a Terra, falamos sobre o lugar que Deus quer na Terra, o lugar de habitação,
e em alguns picos aqui nós temos, chegando perto, mas sempre ainda, ou quando nós falamos do Éden, que foi o início de tudo, mas o mesmo Éden não é o final,
eu lembro que como criança aprendendo a Bíblia, como jovem, eu ficava sempre pensando, Deus vai restaurar tudo como era no Éden, e claro que tem essa ideia de Deus trazer de volta,
restaurar o paraíso, ter o rio de Deus, ter a árvore da vida, ter tudo em harmonia, tem muitas coisas que estavam lá no Éden e que Deus vai trazer de volta, porque foi perdido no pecado, na queda,
mas mesmo o Éden era um ponto de partida, então o que Deus planeja é muito maior do que o Éden, porque Deus deu ao homem a ordem, multiplicai-vos, enchei a Terra, sujeitai a Terra,
e tem coisas, isso é uma coisa que me fascina há anos, entender que muitas coisas que Deus tem em mente ele não fala, ele espera que a gente descubra, isso é em relação a isso que colocamos também na aula passada,
que Deus quer um lugar de habitação, o propósito de Deus é que tenha um homem na sua, não só um homem, mas uma humanidade na sua imagem, que possamos expandir o reino de Deus para toda a Terra,
e também que haja um lugar para Deus habitar, então esse plano de Deus, em muitas épocas, hoje nós temos até como uma coisa que sabemos de cor, Deus quer habitar com o homem, o propósito de Deus é ter uma casa,
mas isso nem sempre foi claro, e para nós ainda é só falar isso, muitas vezes nós não conseguimos entender a profundidade disso, mas Deus quis, Deus quer ter um lugar de habitação,
então algo também que é muito misterioso, é que lá no final, na volta de Jesus, que temos as profecias, e temos a promessa de que aquilo que Deus iniciou na criação,
aquilo que em alguns momentos na história, o homem dentro do plano de Deus chegou mais próximo, mas como o próprio Éden ainda não era o final do plano de Deus,
como Abraão, ele ainda era peregrino na Terra, como Josué, que entrou na Terra com o povo de Israel, mas tinha muitos inimigos e eles não venceram todos, e daí veio um tempo de juízes, então tem esse sobe e desce,
tem Davi e Salomão, Davi um homem segundo o coração de Deus, mas um homem também que cometeu pecados sérios, o filho dele que levou adiante o plano que Deus revelou a Davi,
algo que Davi descobriu sobre essa habitação de Deus, mas Salomão também um homem cheio de falhos, o próprio coração dele se afastou de Deus, mas em toda a história,
vocês podem notar fora o Éden, em toda a história, Davi e Salomão, esse tempo do reinado deles representa em figura o mais próximo do reino de Deus na Terra,
mesmo quando Jesus veio a primeira vez, ele era o reino de Deus, mas o povo, a concretização do plano de Deus não chegou a essa plenitude nem perto, eles eram dominados pelos romanos,
o próprio povo de Israel não aceitou o Messias, então ainda não foi um tempo de consumação, não foi um tempo de plenitude, de cumprir o propósito de Deus,
então o tempo de Davi e Salomão em figura representa o mais próximo que a humanidade já chegou, que o povo de Deus já chegou ao cumprimento do plano de Deus,
foi quase que uma primícia, foi quase como um primeiro gosto daquilo que Deus vai fazer, só que é claro, faltando muitas coisas que Deus foi efetuando ao longo da história,
mas até mesmo então na volta de Jesus, quando essa plenitude virá assim, aí nós vamos ter com certeza o cumprimento de todas as promessas do plano de Deus,
não vai estabelecer seu reino sobre toda a terra, nós terminamos a aula passada lendo o texto em Isaías 2, em Abacuc 2 também, falando sobre a glória de Deus, todas as nações, então nós temos essa promessa,
mas mesmo esse cumprimento final que virá com Jesus, sem Jesus, isso nunca vai acontecer em plenitude, mas algo precisa acontecer, existe uma chave, existe algo que Deus está esperando
e que precisa acontecer para que o plano de Deus se cumpra, assim como tinha que ter um Abraão, tinha que ter um Josué, tinha que ter um Davi, tinha que ter esses momentos específicos na história
para que o plano de Deus pudesse avançar, para que algo pudesse chegar mais próximo daquilo que Deus queria, então o que nós estamos querendo mostrar é que Deus tem uma terra,
Deus tem um povo, tem requisitos, não é a terra física em si que vai trazer Jesus de volta, não é o fato de ter um povo que vai trazer Jesus de volta,
tem alguma combinação e falamos um pouquinho sobre isso e vamos continuar com certeza todas essas aulas próximas, essas próximas aulas nós vamos sempre cavar, procurar, entender
o que Deus está querendo, qual o plano se o povo de Israel falhou, como falharam tanto na história, especialmente naquele final do reino dividido, falharam tanto ao ponto de Deus mandar para o cativeiro,
por que Deus não desistiu, por que Deus não falou assim, bom esquece disso, agora vou fazer um reino espiritual, não, Deus fez questão de trazer o povo de volta, então hoje nosso foco é o que significa realmente esse fim de cativeiro,
por que nós estamos falando sobre o plano de Deus, por que nós estamos falando sobre esse capítulo, qual o significado desse capítulo para nós hoje, então é muito importante a gente entender
e nós vamos procurar mostrar alguns aspectos do significado e isso não vai ficar só nessa aula, nós vamos continuar cavando, vamos continuar procurando entender,
eu posso dizer o meu testemunho que faz muitos anos, muitos anos mesmo que, mesmo na minha formação, com meus pais, com meus irmãos, na minha jornada espiritual, há muito tempo eu tenho buscado entender mais o que significa a terra espiritualmente,
por que a importância de ter uma terra, por que Deus não poderia fazer algo como eu falei espiritual, por que Deus não poderia simplesmente ter um povo e ir trabalhando com esse povo aonde quer que o povo estivesse,
por que isso, qual o significado para nós, o que nós gentios perdemos quando nós nos afastamos mais dos judeus no plano de Deus, depois do início da igreja que começou com judeus,
que foram discípulos de Jesus e com a primeira igreja que era totalmente formada de judeus e depois, dentro de décadas, dentro de primeiro século, já começou a ter um afastamento, um processo de afastamento,
um processo em que os gentios praticamente desertaram os judeus, excluíram os judeus e nós perdemos muita coisa do legado que eles tinham com o povo de aliança desde o Antigo Testamento.
Esse aspecto, do que isso representa, está bem no centro desse momento que estamos vendo. Eu vou ler de novo os primeiros versículos do livro de Esdras para a gente se situar e que nós vamos focar hoje nesse aspecto.
Estamos falando sobre o fim do cativeiro, estamos falando sobre o fim de um capítulo no plano de Deus. Então, Esdras 1 diz o seguinte, "No primeiro ano de Ciro, rei da Pérsia, para que se cumprisse a palavra do Senhor,
falada por intermédio de Jeremias, despertou o Senhor, o Espírito de Ciro, rei da Pérsia, o qual fez passar pregão e etc." Eu não vou nem ler os outros versículos que seguem aqui porque nós queremos realmente focar bastante nesse primeiro aspecto,
primeiro ponto que nós queremos enxergar melhor é que esse momento histórico, esse momento em que um monarca, um rei, um imperador pagão foi usado por Deus para dar início a um novo capítulo.
Normalmente, na história anterior do povo de Israel, quem anunciava um novo capítulo? Quem anunciava que Deus estava fazendo algo novo?
O próprio Moisés, que é considerado um profeta, Abraham foi considerado um profeta, mas Abraham foi Deus falando com ele e conversando com ele e isso foi o início da história do povo de Deus, do povo da nação de Israel.
Mas a partir, por exemplo, de Moisés, de Samuel, nós temos profetas que nem sempre eram tão conhecidos, mas Elias e Eliseu e depois, assim, profetas que nós temos nos livros como Isaías, Jeremias, Ezequiel e outros.
Então, quem anunciava um novo capítulo? Quem dizia, olha, é tempo, é tempo de algo novo? Os profetas eram servos de Deus, faziam parte do povo de Deus.
Agora, quem está aqui anunciando que chegou o fim do cativeiro? Quem passou um pregão? Quem anunciou para todo o povo de Deus, quem estava anunciando para todo o povo de Deus que era hora de voltar, que era hora de acabar o cativeiro?
Quem estava anunciando era Ciro, um rei, um monarca, um governante que não fazia parte do povo de Deus.
Nós não temos nenhuma prova de que ele fosse depois, em outra aula nós podemos falar um pouquinho sobre quem era Ciro, mas hoje eu só quero ressaltar esse fato de que o livro de Estras, o livro que temos o registro nas escrituras desse novo tempo, desse novo capítulo, não era nem Daniel.
Daniel estava vivo nesse tempo, mas não foi ele que anunciou a todo o povo de Israel que era tempo de voltar.
Então, Deus tinha um profeta, mas não foi Daniel que anunciou, foi Daniel que orou, Daniel buscou a Deus, mas ele não foi o instrumento que Deus usou para anunciar esse novo tempo.
Então, isso é muito significativo. Nós tivemos Nabucodonosor não anunciando, mas Nabucodonosor foi usado por Deus para iniciar o período do cativeiro, mas quem anunciou foi Jeremias.
Mas Nabucodonosor foi o instrumento de Deus para fazer acontecer algo que estava no plano de Deus, não que Deus quisesse isso, mas foi necessário Deus fazer.
Então, Nabucodonosor foi usado por Deus, agora Ciro está sendo usado por Deus no sentido contrário, Nabucodonosor foi usado para trazer juízo, para trazer destruição, para trazer cativeiro, exílio, mas agora Ciro está sendo usado por Deus para colocar um fim a esse período de 70 anos.
Então, nós vamos falando um pouquinho sobre esse período determinado por Deus. Nós temos aqui, eu vou só colocar aqui alguns desses pontos aqui, nós vamos ressaltando, destacando alguns deles.
Mas em primeiro lugar é a fidelidade de Deus. Deus prometeu, então aqui está dizendo assim, no primeiro ano de Ciro, para que se cumprisse.
A Bíblia é muito forte no sentido, isso é um mistério para nós. A Bíblia não mostra pessoas nem do povo de Deus, líderes ou as pessoas em geral, nem o povo de Deus e nem outros líderes humanos, reis e lideranças humanas, não são marionetes, não são pessoas que Deus simplesmente puxa.
Agora faz isso, agora faz aquilo. Nós temos, claro, uma revelação muito grande, uma ênfase muito grande na Bíblia de que cada pessoa é responsável por suas decisões.
Então, Nabucodonosor foi usado por Deus para trazer juízo, mas Deus responsabilizou por ter feito coisas que não era para fazer.
Ciro agora está fazendo uma coisa boa, no sentido de anunciar o retorno, ele permitiu, ele abençoe, ele ajudou o retorno do povo de Israel para a terra deles.
Mas isso foi algo que Deus coordenou, então nós temos uma coisa muito clara aqui, que Ciro fez isso porque Deus determinou que tinha chegado a hora.
Agora, como faraó no Egito, no tempo de Moisés, como tantos outros que fizeram coisas que, como aqueles que crucificaram Jesus segundo a predeterminação dele,
existe um mistério ali que a gente não consegue decifrar exatamente como acontece isso, porque Deus está coordenando os eventos, então Deus é soberano na história,
Deus usou Nabucodonosor para trazer juízo, era o momento para isso, agora ele usa Ciro para trazer restauração, foi o momento para isso,
mas cada um, faraó, Nabucodonosor, Ciro, Saúl, Davi, rei Ezequias, rei Manassés, os bons e os maus, cada um é responsável por suas próprias ações.
Então isso é uma coisa que não entra na nossa cabeça, como é que Deus está coordenando as coisas e ao mesmo tempo como que cada um é responsável e está tomando as suas decisões,
mas é só precisamos dizer assim, um dia quem sabe, tenho bastante certeza que um dia nós vamos poder entender melhor, mas hoje nós não conseguimos entender esse mistério.
Mas o ponto é que o retorno do fim do cativeiro, o retorno do exílio foi algo da fidelidade de Deus, aquilo que Deus promete ele cumpre.
Então Deus falou com Jeremias, falou, nós vamos dar mais uma olhadinha hoje nessas profecias que falam, porque aqui ele cita o profeta Jeremias, assim como Daniel, em Daniel 9, ele foi orar por causa da profecia de Jeremias.
Então nós vamos lembrar hoje um pouquinho dessas profecias para entender o que Deus tinha prometido de fato e como isso entra nesse plano que Deus está efetuando.
Mas vamos olhar aqui, então Deus está dizendo, olha, Ciro está anunciando o retorno por causa da fidelidade de Deus para que se cumprisse a palavra do Senhor falada por intermédio de Jeremias.
Então algo muito importante a entender, todas as coisas, as 70 semanas de Daniel, o plano de Deus de restaurar as coisas no fim, tem a questão de tempo, temos falado bastante em aulas sobre Daniel, como que Deus cumpre o seu tempo é bem misterioso, nós vamos também apontar isso aqui.
Mas o importante para entender é, Deus é fiel, o que Ele prometeu apesar da infidelidade do homem, apesar do cativeiro, e como Daniel orou, que mesmo no cativeiro, depois do cativeiro, o povo ainda não estava no ponto que Deus queria, mas Deus é fiel, Ele vai cumprir.
Ele falou 70 anos, é 70 anos que vão se cumprir.
Outra coisa que nós estamos falando, isso é um novo tempo, isso é um capítulo diferente, então isso é muito importante e muito difícil de entender nos nossos tempos, eu tenho sempre enfatizado que nós precisamos saber em que tempo nós estamos,
e é um dos grandes objetivos meus em fazer esse estudo sistemático todos esses anos e continuo estudando, continuo me debruçando sobre todas as épocas que nós estudamos, porque todas as épocas falam conosco hoje, mas em que época específica nós estamos?
Nós estamos no tempo do cativeiro, nós estamos no tempo de restauração, nós vamos ver que esse tempo de restauração não acontece uma vez só, esse aqui é chamado do segundo êxodo,
mas se você olha esse diagrama, aqui todos os retornos são êxodos, às vezes são êxodos não tão destacados, mas no Egito houve um êxodo que é o mais conhecido, quando nós falamos êxodo nós pensamos no Egito,
mas cada vez no livro de Juízes eles não saíram da terra, mas cada vez que eles voltavam para o Senhor eles saíram da opressão de um povo opressor, um povo estrangeiro, fosse medianitas, fosse cananeus, fosse filisteus, amunitas, moabitas,
quem fosse era sempre uma opressão, era como se estivesse voltando à escravidão do Egito, então cada vez que eles voltavam para Deus e que Deus restaurava era uma espécie de êxodo,
e depois esse tempo agora que estamos vendo agora que é retorno da Babilônia, isso é chamado realmente de êxodo, foi profetizado, mas agora nós já vimos que durante quase 2 mil anos o povo Israel, 1800 anos o povo Israel estava na dispersão, no exílio,
então no século XX nós tivemos vários retornos e até hoje os judeus estão fazendo aliás, estão voltando para a terra, então são êxodos, mas isso tudo aponta para um grande êxodo final,
então cada vez que tem uma saída de volta para esse plano de Deus é um êxodo, mas esse aqui é chamado segundo êxodo, nós vamos ver como isso acaba apontando para um êxodo futuro,
e nós temos visto que esse cativeiro era um processo necessário, então vamos fazer o seguinte agora, eu não vou evidentemente ler detalhadamente,
mas eu quero olhar as profecias, na verdade eu quero mostrar 4 lugares nas escrituras que fala dos 70 anos de cativeiro,
2 referências em Jeremias em que ele profetiza, isso é muito repetido, aqui em Estras, Daniel, muito enfatizado, que foi Jeremias que Deus usou para prever que haveria realmente um tempo de cativeiro de 70 anos,
então nós vamos mostrar esses lugares, essas profecias, são 2 lugares no livro de Jeremias, e eu não vou ler o capítulo todo, mas só para vocês anotarem inicialmente,
os 2 capítulos de Jeremias que falam dos 70 anos são o capítulo 25 e o capítulo 29, então Jeremias 25 e Jeremias 29,
se você quiser anotar o versículo, no capítulo 25 é o versículo 12, que ele fala que vai cumprir 70 anos, e no capítulo 29 é o versículo 10,
então nós temos aqui em 2 profecias diferentes, uma profecia de Jeremias falando a respeito de 70 anos, mas eu quero só passar por alguns aspectos aqui,
vou começar no capítulo 24 de Jeremias, um capítulo antes, foi esse capítulo 24, é outra ocasião, não foi a mesma profecia, não foi o mesmo tempo do capítulo 25,
mas quem por inspiração do Espírito Santo fez, organizou o livro de Jeremias, a gente não sabe se foi ele mesmo, se foi alguém no cativeiro, muitas pessoas dão crédito a Esdras,
o sacerdote Esdras de ter feito muitas organizações, o livro de Salmos, não temos certeza disso, mas alguém organizou essas profecias,
pode ter sido o próprio Jeremias e Baruch que Deus mandou escrever tudo num rolo, não sei, mas de qualquer forma o livro de Jeremias não é cronológico,
as profecias no livro de Jeremias não estão na sequência cronológica, mas nós cremos que Deus inspirou alguém para fazer, juntar, fazer uma sequência,
então o que eu quero colocar é que no capítulo 24, nós estamos voltando um pouquinho no tempo para antes do cativeiro, porque eu quero mostrar nessa questão do fim do cativeiro, o que estava acontecendo,
o que que Deus tinha previsto para o cativeiro, para a gente entender o retorno do cativeiro, nós podemos entender, lembrar, nós só estudamos isso, mas nós precisamos lembrar de o que Deus tinha em mente,
porque era necessário, nós colocamos aqui, o cativeiro foi um período necessário, então vamos olhar aqui, eu não vou ler, o capítulo 24 é curto, mas eu só vou resumir, nós vamos passando assim rapidamente por essas passagens,
só para a gente pegar uma visão, então no capítulo 24 de Jeremias, isso aqui aconteceu depois, logo depois do segundo estágio, eu estou disponibilizando para vocês, é um diagrama que já vimos no início,
mas está disponível para vocês, um diagrama que fala dos três estágios, ou das três levas, das três, foram mais do que isso, na verdade se você for levantar mesmo nas escrituras,
tem segundo Reis e Jeremias, tem vários textos bíblicos, houve mais, nós chamamos de deportações, então houve mais deportações do que três, mas houve três períodos principais,
um foi no período do Rei Geoaquim, a primeira deportação foi quando Daniel foi para a Babilônia, a segunda foi nessa aqui que fala no capítulo 24,
Jeremias 24 ele fala logo depois dessa segunda deportação, e depois teve a terceira quando foi o fim de tudo, quando os Edequias foi o fim do reinado,
o fim de Judá como um reino, destruição do templo, então isso nós chamamos o terceiro estágio, então houve três estágios, três deportações, três levas dos cativeiros para a Babilônia,
então esse capítulo 24 está falando logo depois do segundo estágio, da segunda deportação, e ele fala de uma visão que Deus deu para ele de figos,
figos bons e ruins, e os bons eram muito bons, não era uma coisa assim mais ou menos, não tinha figos mais ou menos bons e figos mais ou menos ruins, Deus mostrou para ele um contraste entre figos muito atraentes,
muito apropriados para o consumo, maduros, gostosos, figos maravilhosos e figos horríveis, figos que não dava para pensar em comer, figos podres ou estragados,
então Deus mostrou para ele essa cesta com esses dois tipos de figos, e Deus falou para ele quem eram os figos bons e quem eram os figos ruins, isso é uma coisa muito interessante,
onde não teve tempo de mostrar isso, mas no nosso esboço, isso faz parte do primeiro da letra A, letra A, número 5, no esboço da aula passada,
é interessante que Deus acompanhe, porque nós sabemos sim que tem essa ideia de remanescente, tem todo o povo de Israel, mas nem todos são fiéis a Deus, nem todos caminham com Deus,
isso sempre foi verdade, desde o início, desde os filhos de Abraão, filhos de Isaac, entre as doze tribos, então sempre tem alguns que atendem, que andam com Deus, outros que não,
e nós temos então essa linha na história, sempre a linha dos filhos de Noé, sempre tem essa linha que alguns são fiéis e outros não são, então a gente chama de remanescentes,
mas pensando em remanescente do povo de Israel e pensando que o propósito de Deus é que o povo esteja na terra formando um reino para Deus, o plano de Deus é usar um povo numa terra,
não só um povo com a imagem dele, mas um povo formando o reino dele, se organizando, permitindo, existe um corpo de Cristo, todos os membros interligados,
nós não somos um balaio de pedras soltas, nós somos um corpo, um organismo, em que cada pessoa tem uma ligação, nós não somos avulsos, não somos independentes, não é um monte de gente que reconhece a Deus,
o plano de Deus é ter uma terra, um lugar físico e ter um povo interligado formando o reino de Deus, então quando nós pensamos sobre o remanescente,
isso é uma coisa muito curiosa, muito interessante, nesse tempo, Deus permitiu o cativeiro, houve três deportações, mais do que isso, mas estamos falando de três estágios principais,
o cativeiro aconteceu em três etapas, mas mesmo com essas três e outras que aconteceram também, antes e depois, não foram todos para o cativeiro, nem quando foram as dez tribos,
e nem quando foi Judá e Benjamim, não foram todos, ficaram alguns na terra, mas o remanescente, e de acordo com isso eu estou citando esse capítulo 24 de Jeremias,
justamente porque ele fala, agora eu vou ler, Jeremias 24, versículo 5, assim diz o Senhor ao Deus de Israel, como a estes figos bons, quem eram os figos bons?
Assim olho com favor aos de Judá levados em exílio e que enviei deste lugar para a terra dos caudeus, então os figos bons foram os que saíram da terra, não os que ficaram,
versículo 6, "porei meus olhos sobre eles para o bem, eu vou trazê-los de volta, eu vou edificá-los", versículo 7, "dar-lhes-ei coração para que me conheçam, eles me serão por povo e eu lhes serei por Deus",
é tudo que Deus sempre falou, cadê o povo de Deus? Não são os que ficaram na terra, são os que saíram, claro que não foi da vontade deles, não foi uma opção deles ir para Babilônia,
mas algo interessante, então o cativeiro, eu coloquei aqui, o cativeiro foi necessário, ele está dizendo os figos bons, olha, os que saíram e foram para o cativeiro, eles não eram pessoas tão boas assim,
o melhor profeta, a melhor parte da Bíblia para ver como os que foram para o cativeiro não foram tão bons é o livro de Ezequiel, o profeta Ezequiel ele era um dos que foi, ele foi nessa segunda deportação,
ele estava lá com os cativos que foram nessa ocasião e você vai lendo o que Deus falou, o que as pessoas falavam com Ezequiel, eles eram idólatas, eles eram rebeldes, eles eram pessoas que não queriam ouvir Deus,
então por que que Deus fala? Os figos bons são os que eu mandei para fora da terra, porque o cativeiro era necessário, era o processo de Deus para purificar um povo e trazer de volta e tem muitos lugares que falam sobre isso,
eu vou citar Ezequiel capítulo 20, eu vou citar Ozeias capítulo 2, lugares que falam sobre esse processo de Deus, de tirar um povo da terra, do lugar onde eles pensavam nós já estamos na nossa herança,
nós já somos igreja, nós já estamos vivendo como o povo de Deus, nós somos o povo de Deus, no livro de Jeremias as pessoas falavam assim nós temos o templo, Deus não vai nos abandonar porque nós temos o templo,
Deus falou assim não, nada disso, vocês me abandonaram, eu vou abandonar meu templo, então Deus tem um processo, Malaquias 3 fala desse processo de como tem que ser como sabão do lavandeiro,
tem que ser como fogo que purifica a prata, tem que tirar a impureza e tem que produzir um povo purificado, então o cativeiro é necessário e aí versículo 8, Jeremias 24, 8 fala mas como se rejeitam os figos ruins que não se podem comer,
do mesmo modo entregarei Zedekias e o resto de Jerusalém que ficou nessa terra, então nós temos aqui uma situação muito bizarra, diferente porque o remanescente não, pra Deus não foi o povo que ficou na terra,
o remanescente foi o povo que saiu da terra, então tem muitas coisas aqui que eu não sei explicar, mas o que eu quero sugerir sobre isso é mais uma vez o que eu já falei há poucos instantes,
nós precisamos saber o tempo de Deus, Jeremias e esse profeta tinha uma missão muito ingrata, de falar como o povo que eles deveriam se entregar,
quando é que o povo deve se entregar para um grande inimigo, eles consideraram Jeremias um traidor, os oficiais, o rei, os oficiais da Babilônia consideraram Jeremias um aliado,
fizeram um tratamento tremendo, Jerryminha você pode escolher o que você quiser fazer, porque eles entenderam que Jeremias era um aliado, mas Jeremias não era um aliado da Babilônia,
Jeremias não estava dizendo que Babilônia é tudo certo, eles que estão certos, não, ele estava dizendo, Deus determinou,
é um tempo em que precisa acontecer por causa do pecado, por causa de se afastarem do plano de Deus, mas é necessário que haja o cativeiro,
porque é a única maneira que Deus vai purificar o seu povo, então os que ficaram na terra, claro que nós não estamos falando, a Bíblia nem nos dá direito de falar de cada pessoa,
mas nós estamos falando sobre grupos, sobre características, o povo que ficou na terra, nós vamos ver agora no livro de Esdras, quem ficou na terra se tornou inimigo do plano de Deus,
mesmo aqueles que eram descendentes dos, tinham os estrangeiros que estavam ali, tinham outros povos, como hoje tem, outros povos dentro da, outras etnias dentro da terra de Israel, mas tinha aqueles que tinham ficado,
e que tinham se misturado, era mais ou menos a origem dos samaritanos, então tinha esse povo misturado, mas os que ficaram na terra não passaram pelo processo de Deus,
então eu estou enfatizando duas coisas, uma que nós precisamos saber o tempo de Deus, quando Deus falou com Jeremias, é tempo de aceitar a minha sentença,
a minha sentença é, o rei de Babilônia vai dominar tudo, agora chegamos no capítulo 25 de Jeremias, ele falou assim, olha, é tempo, vamos ler, Jeremias 25,
Deus anunciou para Jeremias, esse aqui é antes do capítulo 24, o tempo da profecia, ele profetizou no quarto ano de Joaquim e versículo 3, ele fala assim,
durante 23 anos, isso é Jeremias falando que nessa época já fazia 23 anos que Jeremias estava profetizando, durante 23 anos, do 13º ano de Josias até o dia de hoje,
"tem vindo a minha palavra do Senhor, e vulo tenho anunciado, madrugando e falando, mas vós não escutastes". Então, por que o povo foi para o cativeiro?
Ele fala depois, ele chamou para deixar seus maus caminhos, versículo 5, versículo 6, "não andeis após outros deuses", agora olha o que fala no final do versículo 6,
ele fala, "não andeis após outros deuses, para vos inclinar diante deles, não me provoqueis a ira com a obra das vossas mãos". Eu sei que aqui, o que ele quis dizer?
O que é a obra das vossas mãos? Eram os ídolos, como Isaías descreve, como os salmos descrevem, como é que o homem pode ser tão sem inteligência,
que ele faz, ele faz, eu faço uma coisa com minhas mãos, lá em Isaías, não sei se é 41, ele descreve o cara que corta uma árvore, pega o tronco, a madeira da árvore,
com uma parte ele queima, faz lenha para se aquecer e a outra parte ele faz um ídolo, o mesmo material, ele queima, que é uma coisa super passageira, é matéria que vai acabar, que você queima,
e a outra parte ele faz, ele vai esculpir, faz um ídolo e ele se prostra diante do ídolo e adora, como é que você pode adorar uma coisa que você fez?
Mas isso é muito profundo quando a gente começa a pensar sobre o que realmente é a idolatria, porque a idolatria é você endeusar aquilo que você mesmo faz.
Então aqui ele está dizendo, não me provoqueis a ira com a obra das vossas mãos, então nós temos muitas obras nas nossas mãos, a tecnologia, as perfeições, as coisas,
nós fomos criados na imagem de Deus, Deus nos deu a capacidade de inventar, descobrir soluções para doenças, para descobrir coisas tecnológicas,
para descobrir segredos da natureza, para ir à Lua, para enviar naves espaciais, Deus nos deu inteligência, mas nós adoramos as obras das nossas mãos,
nós já vamos colocar isso no contexto de igreja, nós adoramos as nossas instituições, nós adoramos as coisas que nós mesmos criamos,
então Deus falou assim, não é para me provocar a ira com a obra das suas mãos, mas lá por trás de tudo, e tem tantos passagens que falam sobre isso,
acho que Jeremias 7 quando ele fala assim, eu nem pedi para vocês sacrifícios, mas Deus pediu sacrifícios sim, mas o que ele quis dizer em Jeremias 7 é muito antes, muito mais fundamental
do que ensinar vocês a lei e como que vocês deveriam oferecer sacrifícios para ter perdão, expiação dos pecados, muito antes é como aquele texto em Deuteronômio 6,
que é o tipo centro do judaísmo hoje, que é o Shemach, que fala "ouve ó Israel", ouve ó Israel, então o clamor de Deus nos salmos, nos profetas, nas escrituras,
e no próprio Novo Testamento também, Jesus trouxe Deus para perto de nós, para a gente poder ouvir Deus, porque é um relacionamento, não é uma coisa morta, não é uma coisa de regras, não é um livro de rituais, é ouvir Deus,
então o que ele fala no versículo 4, voltando ao versículo 4 é, isso acontece, você vê isso vez após vez, quando ele fala de cativeiro, por que que foram para o cativeiro?
Porque não ouviram a minha voz, se nós como povo de Deus, não ouvimos a voz de Deus, e isso tem que ser uma coisa atual, claro que ler a Bíblia faz parte, claro que ouvir pregações dos servos de Deus faz parte, mas não é, não é o que Deus está falando,
temos que ouvir a voz de Deus, quem não ouve a voz de Deus não vai saber o momento, como é que Deus estava voltando ao capítulo 24 de Jeremias,
Deus estava dizendo, olha, tem aqui, figos bons e figos ruins, tudo é o povo de Israel, é o povo de Deus hoje, tem figos bons e figos ruins, agora quem são os figos bons?
Eles não são melhores do que os outros, os que foram para o cativeiro eram idotas, os que ficaram na terra eram idotas, os dois tinham deixado de ouvir a voz de Deus,
agora vamos nos submeter ao processo de Deus, vamos entender, Deus falou com Jeremias, agora não adianta mais, chegou o momento, não foi desde o início das profecias de Jeremias,
mas chegou o momento que Deus falou com Jeremias, não ore mais para o povo, para eu deixar o povo aqui, para não permitir que eles sejam exilados, não ore mais para isso, então Deus deu a Jeremias o tempo,
então esse tempo de Deus, qual é o tempo de Deus? É muito complexo, não estou dizendo que é uma coisa simples, e nós vamos estudando isso nesse livro de Estras, nessas aulas sobre restauração, nós queremos entender,
qual é o tempo de Deus? Quando houve um tempo, ou vai haver um tempo de restauração? Em muitas épocas da história se falava em tempos de restauração, no tempo da reforma,
Lutero, Calvino, os reformadores, eles falavam que Babilônia era igreja católica e que tinha que sair de lá e fazer parte desse novo mover de Deus, em alguns aspectos estava acontecendo algo novo, algo diferente,
eles estavam redescobrindo algumas coisas que tinham ficado encobertas, mas até hoje nós não estamos também vivendo uma situação de cativeiro, então precisamos entender como que é esse tempo de restauração,
em um sentido ele acontece em todas as gerações, mas em outro sentido tem tempos e nós precisamos realmente entender, então no tempo de Jeremias Deus falou, olha o tempo agora é aceitar,
o rei Zedekia se ele tivesse se submetido a Babilônia, se ele tivesse deixado ouvido a voz de Jeremias, não precisaria ter acontecido o que aconteceu com ele, de ver os filhos dele mortos, de ter os olhos dele furados,
ele não precisava ter passado por isso, então os figos ruins, os figos podres são aqueles que não conseguem ouvir o que Deus está fazendo hoje, isso é muito sério, então esse é um dos aspectos,
então Deus estava falando um aspecto da restauração, um aspecto do cativeiro é que eles não estavam ouvindo a voz de Deus, outro aspecto era que eles não estavam entendendo qual era o tempo de Deus para eles,
eles não estavam entendendo que Deus tinha um processo, Deus tinha um processo para restaurar, a restauração não é simplesmente ir para a Babilônia e voltar,
nós vamos ver como isso faz parte do plano de Deus, mas tem que haver algo interior, tem que ter algo que Deus está fazendo esse processo interior.
Agora uma outra coisa que eu quero mostrar em Jeremias 25 é que então ele fala, versículo 7, que o povo não deu ouvidos a ele e que por causa disso ele ia convocar,
versículo 9 ele convocar Nabucodonosor, meu servo, Nabucodonosor é chamado meu servo, Ciro é chamado ungido, Nabucodonosor era servo, pelo menos ele estava fazendo o que Deus queria que acontecesse,
mas aí ele fala a respeito aqui de 70 anos no versículo 12, ele fala assim, toda essa terra será desolada no versículo 11 e as nações servirão ao rei de Babilônia 70 anos,
então ele fala no versículo 11 e no versículo 12, quando se cumprirem os 70 anos então punirei o rei de Babilônia,
e eu não vou ler o resto do capítulo, mas eu só queria mostrar o contexto, isso aqui é muito importante porque a restauração no tempo de Esdras foi parcial,
e nós vamos entendendo melhor como que isso aconteceu, porque a restauração, olhando aqui vou usar esse diagrama mais uma vez aqui, quando o povo foi levado para cativeiro,
foi o ponto mais baixo, desde o tempo de Davi e Salomão foi caindo, foi caindo, foi caindo e o cativeiro foi o último estágio,
e aí Deus trouxe de volta a terra, mas foi um número pequeno, nós vamos ver assim que não foram todos que foram para Babilônia que voltaram,
as 10 tribos até hoje ninguém sabe exatamente o que aconteceu com elas, então não foram todos que voltaram, mas não só que voltou um número pequeno,
mas também nunca, nunca tiveram o reino restaurado, nunca tiveram, tem um período dos macabeus, mas nunca tiveram um filho de Davi, um descendente de Davi no trono,
nunca tiveram fora esse tempo mais ou menos 100 anos que eles ficaram até livres de outros domínios, domínio de outros reinos, mas eles não tiveram a restauração do reino,
eles não tiveram realmente uma restauração plena por vários aspectos que depois nós vamos estudando isso com mais detalhes, então o que eu quero mostrar agora no capítulo 25
é que o cativeiro, nós sempre mostramos isso, eu não tenho isso aqui em diagrama, mas lembro que nós falamos no início acho que das aulas sobre o cativeiro,
que quando um profeta, quando ele fala a respeito de um acontecimento imediato, aquele evento, aquele acontecimento imediato não representava o pleno cumprimento da profecia,
ou da promessa, mas apontava para algo lá na frente, Daniel via muito isso, Deus falava com ele sobre uma restauração naquela época que ia acontecer,
esse tempo de Êxodo e Neemias, mas aquilo ainda não era a restauração completa, então o cativeiro em Geremias 25 representa um período muito maior,
como nós vimos naquele diagrama que mostra que depois da destruição de Jerusalém, no ano 70, depois de Cristo, houve um exílio que durou 1800 anos, então foi muito maior do que o cativeiro babilônico,
então quando ele fala em Geremias 25, olha, vai ter 70 anos de cativeiro, depois desses 70 anos e durante os 70 anos, durante os 70 anos eu vou punir todas as nações por meio do rei de Babilônia,
mas depois dos 70 anos eu vou punir a própria Babilônia, então o que eu quero mostrar aqui, o segundo Êxodo nesse tempo, o retorno que também aconteceu em várias etapas, não foi tudo de uma vez,
teve vários retornos de Babilônia para Israel, como teve várias deportações, mas esses retornos do exílio não representam a plena restauração,
assim como o próprio cativeiro que Geremias fala no capítulo 25 parece que fala de um cativeiro muito mais drástico, muito mais profundo e isso representa um julgamento, um acerto de contas,
um acerto de contas, é aqui, coloquei aqui, é um tempo, esse final, o final do cativeiro aponta para um tempo de acerto de contas,
então nesse diagrama de sobe e desce, de Deus querendo chegar, Deus quer alcançar um povo na terra, Ele quer uma miniatura, Ele quer uma primícia do reino de Deus na terra,
nós não sabemos exatamente como isso vai acontecer na prática, nós temos o exemplo do povo da nação de Israel que está na sua terra, mas eles não representam uma restauração,
eles estão brigando, eles têm muitos inimigos, eles estão vivendo, eles mesmo não são puros, Tel Aviv é o centro de muita coisa, contrária à vontade de Deus,
todo o povo de os judeus e os outros povos que estão lá, eles não representam esse povo que Deus falou assim, eu vou trazer vocês de volta para ser um povo meu, vou renovar aliança, vou viver entre vocês, vou trazer uma restauração,
isso não aconteceu ainda, então o cativeiro representa vários períodos e o êxodo aqui em Estras representa também várias, várias restaurações, vários retornos do exílio,
na verdade durante toda a história tem pessoas que estão voltando, que estão saindo daquilo que representa a Babilônia, que nós também queremos entender melhor,
o que é Babilônia? O primeiro êxodo, o primeiro cativeiro foi no Egito e a gente sempre faz um paralelo entre o Egito e o mundo, a escravidão, a opressão, a pessoa que está servindo o mundo, que está sendo obrigado, escravo de drogas, de vícios, de hábitos, de rebeldias, de distância de Deus,
então nós temos o Egito que é uma opressão, mas nós temos Babilônia que é um outro tipo de situação e nós vamos ver que muita gente estava vivendo bem do povo de Israel, eles estavam vivendo bem na Babilônia.
Então esse período que Jeremias fala de cativeiro e de fim do cativeiro, então como sempre nós estamos procurando entender o aspecto escatológico, porque é aí que nós entramos, a nossa geração, nós estamos vivendo também na Babilônia,
nós também estamos procurando o fim do cativeiro, mas nós precisamos entender onde, tem coisas parciais, mas tem coisas muito mais completas, que quando ele fala, em Jeremias 25,
então quando chegar ao fim do cativeiro dos 70 anos, eu vou julgar Babilônia, isso se refere ao livro de Apocalipse, quando Babilônia como sistema econômico, comercial, sistema humano de governo, sistema religioso,
tudo que é o sistema do homem que nós vimos tanto nas visões de Daniel, todo esse sistema vai ser julgado. Então vamos rapidamente para Capítulo 29, a outra menção, a outra profecia dos 70 anos.
Jeremias 29 é uma carta que Deus mandou Jeremias escrever, Jeremias tinha ficado, Jeremias até o fim, quer dizer, ele saiu no fim, ele foi com os remanescentes na terra de Israel, ele foi para o Egito e deve ter morrido no Egito,
mas durante todas essas etapas de cativeiro, Jeremias ficou na terra de Israel e ele escreveu para o povo, as pessoas que já tinham ido na primeira e segunda deportações,
ele escreveu para eles lá e falou, olha vocês estão, eu estou ouvindo falar que vocês têm uns profetas que estão dizendo que o cativeiro já vai acabar, não vai acabar não.
E aí que ele fala assim, olha vocês podem, Versículo 29, Versículo 4, Deus fala para todos que foram transportados, Versículo 5, edificar casas, pode plantar pomares, só planta pomar quem tem vários anos, não é uma coisa que vai acontecer dentro de um ano ou dois,
vocês devem gerar filhos e ver seus filhos se casarem também, multiplicar-vos ali, não vos diminuais, procurarem a paz e a prosperidade da cidade.
Então Deus está, isso você pode aplicar para as pessoas, onde está, isso tem o cumprimento literal com o povo de Israel, no tempo que eles, os judeus prosperaram muito na Europa,
muitos lugares eles foram perseguidos, mas na Europa, nos Estados Unidos, no Brasil, em muitos lugares os judeus tem prosperado, tem se saído bem, tem sido bem sucedidos,
mas ele fala assim, então é para procurar a paz, a prosperidade, na igreja também isso tem um sentido, em que nós estamos ainda dentro de sistemas de igreja que são sistemas babilônicos, todos são sistemas babilônicos,
aqueles que estão em alguma igreja institucional, aqueles que não estão em igrejas institucionais, tudo é um sistema ainda que não é esse reino de Deus na terra,
então nós estamos no cativeiro, nós não estamos vivendo, eu tenho sempre falado assim que a verdadeira comunidade viver vinculado e com amor e compartilhando bens e sendo testemunho por toda parte,
isso está na terra e nós não temos isso hoje, com pouquíssimas, raríssimas exceções, então mas é para procurar o bem, é para buscar enquanto for tempo de ficar lá,
por isso precisa saber qual é o tempo de Deus para nós hoje, Deus está falando por Jeremias que é o tempo como essa carta de procurar a paz, de se estabelecer, de ficar bem onde está e aí ele fala,
ele está falando que tem versículo 8 e 9, não escutem os falsos profetas que estão falando que vai acabar logo, não vai, versículo 10 tem que passar 70 anos,
aí depois de 70 anos eu vou atentar para vocês e vou cumprir a boa palavra, todo mundo cita o versículo 11 mas geralmente não sabe qual o contexto,
ele falou assim porque eu sei os planos que tenho para vós, Deus está falando que tem planos bons, quando ele está falando assim vocês vão ficar 70 anos no cativeiro,
mas ele está dizendo não se preocupem porque eu tenho planos bons, não é para ficar na Babilônia para sempre, nós estamos vivendo uma vida de igreja, uma vida cristã que não é o que Deus quer,
então nós estamos no cativeiro, nós estamos vivendo algo que não é o que Deus quis no jardim do Éden, não é o que Deus prometeu para entrar e possuir a boa terra no tempo de Josué,
não é o reino de Davi e Salomão, nós não estamos vivendo esse tempo, agora que tempo que nós estamos vivendo?
É o começo do cativeiro quando Deus fala assim fiquem sossegados e se estabeleçam e procurem a paz ou é o tempo de Ciro quando Deus falou por intermédio de Ciro,
é tempo de voltar agora que vocês já se estabeleceram, fizeram o que Jeremias mandou, tem os filhos casados, tem netos, tem negócios, tem casas, tem plantações,
fizeram tudo que Jeremias mandou, agora que vocês fizeram isso, agora arranquem tudo e venham, é tempo de voltar, não precisa saber para ser figo bom,
tem que saber o que Deus está falando, então Ele fala vocês vão me invocar, Jeremias 29 e 12 e aí eu vou ouvir, vocês vão me buscar e vão me achar quando me acharem de todo o coração,
e aí Ele fala que Ele vai, versículo 14, esse é o segundo êxodo, mas esse é o segundo êxodo que aconteceu no tempo do livro de Estras,
aconteceu no século 20 em relação a Israel, mas não aconteceu tudo isso que Ele falou, porque Ele prometeu que iria acabar, olha só,
eu vou lembrando assim que Ele continua falando, nesse capítulo 29 Ele continua falando,
versículo 15, mas vocês estão dizendo que o Senhor falou conosco com profetas que logo logo vai ter, vai ter restauração e tal, e Ele falou assim, não, eu não falei isso, eu não falei, e quem está achando algo contrário que eu falei vai entrar no juízo,
então é muito sério o que Deus fala e continuando no capítulo 30 eu só queria mostrar que no capítulo 30, que pode ser uma continuação, a gente não sabe se foi na mesma época do capítulo 29,
Deus fala no versículo 3 que Ele vai fazer voltar ao exílio, Ele vai acabar com o cativeiro, versículo 8 Ele fala "Naquele dia eu quebrarei o jugo de sobreter o pescoço, nunca mais se servirão deles os estranhos, eles vão servir ao Senhor",
então o fim do cativeiro é a volta do reino de Deus e Ele fala, versículo, lá na frente eu só tenho que passar assim que meio rápido só para pegar esse aspecto,
versículo 21 Ele fala "O Seu Príncipe procederá deles, o Seu Governador sairá do meio deles", Deus está prometendo que Ele vai trazer uma restauração e Ele vai trazer o governo que vem de dentro do povo de Deus,
mas que é o governo de Deus, não é o governo do homem, então é o reino de Deus, só que para que chegue nesse ponto, Ele voltando agora no versículo 12 de Jeremias 30 Ele fala "O Teu ferimento é incurável e a Tua chaga não tem remédio",
então nós voltamos aqui, o cativeiro é necessário para curar a ferida que é incurável e nós olhamos para a situação do povo judeu, é incurável, volta para a terra mas o coração não mudou,
a igreja é incurável, as pessoas saem de um sistema humano e criam outro, porque o sistema está dentro de nós, então o cativeiro é necessário, Deus falou "Eu vou fazer um processo, eu não sei quantos cativeiros,
eu não sei como isso vai acontecer", mas nós precisamos realmente entender que Deus falou de um cativeiro, esse cativeiro babilônico que tem duração de 70 anos, é um tempo em que Deus estava tratando mas ele é apenas uma amostra,
porque esse cativeiro teve resultado na vida do povo de Israel, eles nunca mais foram atrás de idros, então realmente o cativeiro babilônico trouxe muitas mudanças,
nós vamos ver essas coisas nesse estudo do livro de Estas e Nemeas, mas não resolveu todos os problemas, o cativeiro foi parcial e a restauração foi parcial,
então eu estou querendo mostrar que o fim do cativeiro nessa época é uma coisa que aponta para um fim muito maior, o êxodo no livro de Esdras é um êxodo pequeno mas ele aponta para um êxodo maior,
a restauração que aconteceu no livro de Esdras foi muito parcial, mas vai acontecer uma restauração assim como Deus foi fiel para cumprir os 70 anos e no final dos 70 anos ele prometeu, ele cumpriu,
agora aquilo que ele estava indicando pelos profetas, olha quando chegar o fim do cativeiro vai chegar a hora de julgar todas as nações, olha o que ele diz no versículo 11,
Jeremias 30 versículo 11, ele fala "Embora eu dei fim a todas as nações entre as quais te espalhei a ti porém não darei fim, mas castigartei com medida".
Então o que Deus estava falando? Ele está dizendo "Olha todas as outras nações", o que representa as outras nações? Deus não está falando que ele vai acabar com todos os povos,
o livro de Apocalipse no fim fala de todas as nações entrando na cidade santa, Deus fez etnias diferentes, Deus fez culturas diferentes,
Deus fez as nações, a variedade, a beleza da humanidade, a beleza das diferenças de raças, de culturas, de contribuições, quando Deus fala "Eu vou dar fim a todas as nações",
Ele está dizendo "Todos os outros sistemas, aqueles impérios que Daniel viu, Babilônia, Pérsia, Grécia, Roma, Islâmicos, todas as nações, todos os impérios,
todos os sistemas humanos", e isso vale para a igreja, todas as instituições, todos os sistemas humanos vão acabar, mas ele vai tratar, ele arrancou o povo de Israel da sua terra,
levou para fora da sua terra para poder falar com eles, Ezequiel 20 fala sobre isso, Mozeias 2 fala sobre isso, mostrando que Deus vai eliminar do povo dele,
tanto o povo natural Israel, como o povo da igreja, ele vai eliminar do nosso coração e da nossa prática, ele vai purificar, como em Malaquias 3, com aquele fogo,
que vai purificando a nossa vida, eu não sei como isso vai acontecer, não sei se é durante a tribulação, de que forma, mas ele vai purificar todos os sistemas,
o que ele está dizendo é "eu vou dar fim a todas as nações, todos os sistemas humanos, eu vou dar fim não aos povos em si, não às culturas, não às etnias,
mas eu vou dar fim aos sistemas, ao sistema humano, à independência, à rebeldia, à forma do homem se tornar independente de Deus,
o conhecimento do homem que faz com que ele se ache mais conhecedor do que Deus, por isso meu querido amigo, irmão, irmã, muito cuidado em vestir a camisa,
em assumir ideologias, religiosidades, governantes, seja o que for, todos estão condenados, quando chegar o fim do cativeiro,
Deus falou, eu vou colocar fim, porque eu vou trazer uma restauração, eu vou achar um novo pico, a volta de Jesus vai trazer o homem para esse lugar,
de estar unido, em sintonia com Deus, ouvindo a voz de Deus, entendendo como andar nos caminhos dele,
então isso nos mostra que todos os sistemas, todos os sistemas, se você voltar no capítulo 25 de Jeremias, ele vai citando um monte de povos,
eu vou julgar Faraó, Us, Gaza, Edom, Moab, Tiro, Sidon, Dedan, Arábia, ele faz um monte, ele faz uma lista, isso é representativo,
porque o juízo de Deus vai cair sobre os sistemas, nós não queremos ser participantes de sistemas, nós vimos tanto com Daniel,
ele fez parte da corte, serviu, estava nas posições mais elevadas, mas ele não tinha nada,
quando acabou o Babilônia e entrou Pérsia, ele continuou servindo ali, porque ele era servo de um outro reino,
ele não era partidário de Babilônia, ele não era partidário da Pérsia, ele não estava fazendo lobby para lugar nenhum, nem para o próprio povo dele,
ora, em Daniel 9, diz Deus, o senhor falou 70 anos, que o senhor possa voltar a olhar para a sua cidade, porque é o teu nome,
e ali, em Daniel 9, ele fala do primeiro êxodo, e foi assim, o senhor tirou o povo do Egito para fazer o nome para o senhor,
para que esse povo fosse um testemunho de quem o senhor é, e nós não temos dado esse testemunho, nós temos sido partidários políticos, religiosos,
partidários do meu reino, nós temos sido muito parciais, nós temos sido muito voltados para as obras das nossas mãos,
nós temos deixado de ouvir o que Deus realmente quer falar, se nós não ouvirmos, se nós não acompanharmos, nós não vamos ser os figos bons,
que dão satisfação para Deus, quem vai comer o figo? Não somos nós, os figos bons são para Deus, os figos são frutos que Deus procura em nós,
a gente tem muitas outras coisas, nós vamos continuar na próxima aula. Senhor, nós pedimos que esse tempo de fim de cativeiro fale conosco, porque verdadeiramente,
se nosso coração arde como o coração de Daniel, nós não nos sentimos em casa, nós podemos estar até numa posição boa,
dentro do reino humano, e isso não é nenhum erro, porque o senhor usou Daniel onde ele estava, então nós podemos estar num sistema religioso, numa igreja, numa instituição,
ou numa posição no mundo, até na política nós podemos estar se o nosso coração estiver desapegado, se o nosso coração estiver desvinculado com sistemas, com reinos,
com as coisas que representam algo que é contra o reino, Babilônia é o grande oponente, o grande adversário, o grande concorrente do teu reino,
então senhor, que nada em nós, nada em nossa vida seja ligado, vinculado a um sistema que é contrário, a um sistema que se levanta contra o senhor,
as obras das nossas mãos, nós queremos ser um povo que ouve, nós queremos ser um povo que discerne, senhor, o que que o senhor está falando, é tempo de Jeremias, é tempo do rei Ciro,
qual o tempo de hoje, e onde o senhor está agindo, e como nós podemos ser esses figos bons que servem para satisfazer o senhor, nós pedimos isso não só para o senhor,
mas nós queremos ser o testemunho, figos também para alimentar as pessoas que têm sede de algo verdadeiro, o pão que desceu do céu, que seja também a nossa vida,
Nós pedimos em nome de Jesus. Amém.

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