Aula

Aula 38 – Vol.31 – A visão do carneiro e do bode

Prefere ouvir? Esta aula também está disponível em áudio.

Ouvir esta aula

1:19:35

Clique aqui para fazer o download do esboço correspondente a essa aula.

 

04/10/20 – Daniel 8 – Baixardo áudio.

Vídeos / YouTube:


Transcrição · gerada automaticamente

Hoje nós vamos começar um novo capítulo no livro de Daniel, depois de acho que nove aulas no capítulo 7, agora nós vamos começar o capítulo 8, capítulo 8 de Daniel, a visão do carneiro e do bode, vamos orar, vamos pedir a ajuda de Deus, claro que sempre tem algumas coisas que nem vamos alcançar, nós não temos toda a revelação,
nós não temos todo o entendimento, Deus vai revelando progressivamente, mas queremos ajuda de Deus para nós podermos alcançar algo que ele tem para nós nos dias de hoje.
Então, esse novo capítulo nós queremos hoje dar uma visão geral, depois nós vamos nas próximas aulas aprofundar um pouquinho mais sobre vários pontos, mas nós queremos dar uma visão um pouco mais geral do capítulo como todo.
E também queremos sempre lembrar onde esse capítulo se encaixa no livro de Daniel, porque o livro de Daniel tem uma sequência, não é uma sequência perfeita cronológica, porque somente essas duas visões do capítulo 7 e do capítulo 8 foram recebidas antes do último acontecimento que nós temos no final do capítulo 5,
quando o reino de Babilônia foi conquistado pela Pérsia e o capítulo 6, então esses dois capítulos que voltam ao tempo de Bél-Sazar, voltam um pouquinho no tempo cronológico, mas essa segunda parte de Daniel, que são as visões, também tem uma sequência.
O capítulo 7 foi no primeiro ano de Bél-Sazar, agora nós estamos no capítulo 8 que é no terceiro ano, ou seja, passaram-se dois anos depois dessa visão do capítulo 7.
Eu estava pensando hoje se você juntar todas as vezes que Deus falou com Abraão, por exemplo, que foi um grande exemplo de alguém que teve vários encontros tremendos com Deus, ou mesmo Moisés também, esses homens que tiveram encontros tremendos com Deus, eles não tiveram esses encontros todos os dias e nem todos os anos.
Você estuda qualquer vida assim, qualquer biografia e até mesmo os profetas como Isaías e Jeremias, eles não recebiam profecias todos os dias, não era uma coisa diária, era quando Deus queria falar.
Então a gente tem que tomar muito cuidado e ter até uma certa reserva quando alguém hoje diz ter revelações contínuas, todo dia Deus está falando alguma coisa, eu não estou dizendo que Deus não fala todos os dias, Ele fala conosco, Ele nos guia, as ovelhas conhecem a voz de Jesus no sentido de comunhão, no sentido de um relacionamento,
mas no sentido de revelações, no sentido de abrir mesmo algo novo, uma nova etapa, uma revelação que vai mudar o rumo da vida, não é todo dia, porque se fosse todo dia a vida estaria mudando de rumo, todo dia não é assim que Deus age e nem é uma coisa boa para nós.
Então Daniel recebeu visões fantásticas, coisas assim incríveis que Deus revelou para ele, mas ele não recebia isso continuamente, a vida dele relatada em Daniel foi uma vida longa, começou com ele como jovem, então ele teve várias experiências, mas parceladas durante a vida dele.
Pelo que a gente vê aqui, às vezes passavam-se anos sem ter nenhuma coisa nova, e isso não é fácil, a gente às vezes pensa, se Deus falasse comigo, como Ele falava com Abrão, seria fácil crer, mas não é fácil passar muito tempo sem receber algo novo e a gente entende que Deus fala no momento certo,
Deus sabe quando é a hora certa de falar.
Então aqui essa visão do capítulo 8 acontece dois anos depois da visão do capítulo 7, mas também quero lembrar a você que nós comparamos o capítulo 7 ao pico de uma montanha, então nesse pico da montanha, nessa comparação com uma montanha, os primeiros capítulos de Daniel são passos,
são degraus, são estágios na subida para o Kumi, ou seja, os primeiros capítulos que têm narrativas, mas são preparações, aquilo que Deus revelou, Daniel pôde interpretar o sonho de Nabucodonosor, várias coisas, as várias coisas que aconteceram nos primeiros seis capítulos de Daniel foram preparações,
foram estágios na subida da montanha, então Daniel 7, que nós ficamos várias aulas estudando, Daniel 7 representa de todo livro de Daniel a revelação mais completa, não é só a mais gloriosa, ele viu o filho do homem, ele viu o ancião de dias,
então não se compara com nenhuma das outras visões, ainda que ele tenha tido coisas muito tremendas no capítulo 9, no capítulo 10, ele vai ter experiências tremendas, mas em termos da revelação de ver o filho do homem e o ancião de dias e o juízo final e o final de todas as coisas,
essa visão do capítulo 7 é a mais gloriosa, mas é também a mais completa, porque reúne todos os elementos que aparecem em outras partes, tanto na subida da montanha, agora capítulo 8 começa a descida, não no sentido de ser uma coisa menos importante,
ou menos intimidade, acho que no sentido de intimidade com Deus, a nossa vida deve ser, a vida de Daniel foi uma constante subida, Daniel nunca desceu, alguns homens infelizmente desceram do cume da montanha e foram caindo em situações, tentações, em situações de afastamento daquele momento mais glorioso,
mas Daniel não, na vida dele não é descida, eu vou comparar o capítulo 8 em diante, como a descida só no sentido de que capítulo 7 é a visão mais completa,
então a partir de agora até o final do livro nós vamos ter como se a câmara desse um close, chegasse mais perto de um aspecto da visão completa,
então em Daniel 7 nós temos os quatro animais, os reinos sucessivos e toda essa situação, toda essa visão do tribunal de Deus e temos a guerra do chifre contra os santos e os santos recebendo o reino,
então esses capítulos de 8 em diante vão mostrar aspectos, vão ampliar aspectos, mas nenhum dos capítulos, nenhuma das visões vai mostrar essa visão panorâmica,
por isso que é o pico da montanha, é lá em cima onde você consegue enxergar tudo, é nesse sentido que eu quero dizer que nós estamos agora descendo no sentido de não ver tudo de uma vez,
mas de ver aspectos mais detalhados de uma parte da visão, ok? Então isso é muito importante para a gente entender o contexto.
E mais uma observação antes de começar a leitura do capítulo, nós precisamos sempre lembrar, até do nosso objetivo aqui no estudo sistemático,
que nós estamos estudando um período na história, então nós estamos estudando o período do cativeiro, Daniel está no cativeiro, todos aqueles que foram levados tanto das 10 tribos da parte de Israel,
das tribos do norte, quanto que tinham ido para o cativeiro antes, mas especialmente a parte de Judá, a tribo de Judá que foi para o cativeiro na Babilônia, então o povo de Deus está no cativeiro,
Daniel está vivendo esse período, nós estamos estudando as visões do fim, que Deus mostrou para ele, mas nós também estamos sempre querendo entender o que é que Deus estava fazendo nesse período do cativeiro,
estamos estudando um período histórico, então nós já vimos as narrativas sobre como Daniel estava no reino da Babilônia, depois ele passou para também ter uma atuação no reino da Pérsia,
e nós estamos tentando ganhar uma perspectiva, um entendimento do que Deus estava fazendo nesse período da história, então Deus estava mostrando para Daniel,
Deus usou Daniel para mostrar como alguém pode estar num reino que não só era um reino totalmente pagão, totalmente fora, nem o povo, nem os governantes eram sujeitos a Deus, não era como a nação de Israel,
então esse lugar onde Daniel estava não só era um reino qualquer, mas é o reino que na Bíblia representa, Babilônia é o reino que representa o grande inimigo,
a outra parte é que o reino de Deus é em contraste com o reino do homem, então a Babilônia, como o reino do Egito, ou a Síria, ou Roma, ou Grécia, qualquer um dos outros reinos,
mas Babilônia tem essa representatividade, é um ícone, é um símbolo do reino que se levanta contra o reino de Deus, então Daniel nos mostra como alguém pode até subir,
ter posições de destaque dentro de um reino como esse de Babilônia, mas manter o coração dele puro e voltado para Deus,
Daniel não estava tão, ele não tinha uma ligação à carreira dele, ele não estava preocupado em como ele poderia se realizar ali, ele estava preocupado com o reino de Deus,
então ele serviu de uma maneira admirável, de uma maneira louvável, ele serviu ao reino de Babilônia depois da Pérsia, ele foi um excelente oficial,
ele foi um excelente servo dos reis, mas ele não tinha o coração, isso é muito difícil para nós, porque ou nós queremos sair de tudo e ser quase que um monge no deserto, a gente quer sair de tudo que é do sistema do mundo
e ficar totalmente fora, ou se nós entramos no reino do mundo, nós temos a grande tentação de querer subir e ficamos contaminados com aquele desejo de nos realizar,
de ter uma carreira, de nos realizar dentro daquele lugar, então Daniel mostra isso, ele é uma pessoa como nós vimos no capítulo 6, ele ora três vezes por dia com as janelas abertas para Jerusalém,
ou seja, ele não se esquece, não é apenas uma oração diária, é uma oração contínua, três vezes por dia ele ora porque o dia todo, três vezes por dia ele volta o coração para o reino de Deus,
para aquilo que Deus quer fazer e ele se interessa não só porque ele é do povo de Israel e ele quer para si, mas ele está preocupado com o plano de Deus, então esse é o contexto que nós temos aqui
para podermos começar a falar sobre esse capítulo, então vamos começar a ler o capítulo, eu vou parando um pouquinho, mas é só lembrando que eu só vou dar uma visão dos pontos,
eu quero que todos nós tenhamos uma visão desse capítulo e depois vamos comentar algumas coisas, mas nas próximas aulas que nós vamos nos aprofundar um pouco mais.
Então, capítulo 8, versículo 1, estamos no terceiro ano do reinado rei Belsazar, em relação a cronologia na Bíblia não fala quantos anos Belsazar reinou e lembramos que Belsazar ele era um regente, o pai dele que era o rei, mas o pai dele ficou a maior parte do tempo ausente,
então os historiadores acham que ele deve ter reinado em torno de 10 anos, então seria talvez no final de 10 anos de Belsazar que aconteceu aquele banquete do capítulo 5 em que ele pegou os vasos do templo de Jerusalém
e Deus colocou um fim no governo dele, teve a escrita na parede e tudo mais, então se foi 10 anos, então nós estamos falando sobre 7 anos antes do final do reinado de Babilônia, do reino de Babilônia.
Então no terceiro ano do reinado de Belsazar, ele teve essa visão, depois daquela que me apareceu no princípio, ou seja, capítulo 7, então essa visão ela tem uma relação com a visão anterior que é do capítulo 7, foi 2 anos antes, mas o próprio Daniel ele faz uma relação.
E outra coisa que a gente não sabe muito sobre o significado disso, mas uma coisa importante a observar aqui, é que o capítulo 1 de Daniel foi escrito em Abraico, do capítulo 1, do início do capítulo 1 até o capítulo 2, versículo 3.
No versículo 3 para 4 de capítulo 2, versículos 3, 4, é que começa a parte em Aramaico, a parte em Aramaico vai até o final do capítulo 7, então esse aqui também é uma mudança, ele muda e ninguém sabe exatamente a razão disso, o significado.
Alguns pensam que essa parte em Aramaico era mais de interesse não só do povo de Israel, porque Aramaico era uma língua mais conhecida nos outros reinos, nos outros povos.
Só que a partir do capítulo 8 volta para o Abraico que o foco realmente é mais o povo de Israel, isso vai ter mais o foco, mas assim, tem muitas coisas nos outros capítulos que também se referem a Israel, mas de fato as narrativas do capítulo 2 até o capítulo 6.
E a visão do capítulo 7 são coisas bem abrangentes, envolvem todas as nações, não só Israel, então aqui também é outro aspecto que nós temos no capítulo 8, volta para o Abraico.
Versículo 2 "Na visão que tive, vi que eu estava na cidadela de Suzã", onde fica Suzã? Isso é na visão, ele não foi para lá fisicamente, mas ele teve uma visão em que ele estava na cidadela, que é uma cidade fortificada, uma cidade forte, de Suzã, na província de Elão.
Onde hoje é o país do Irã e mesmo naquela época já fazia parte, nessa época que Daniel recebeu essa visão, a Pérsia ainda não havia tomado controle da Babilônia, faltava em torno de 7 anos para a Babilônia cair.
Mas a Pérsia, os persas e os medos, eram dois povos que se uniram, eles já estavam nessa época crescendo, já estavam crescendo, mas não tinham chegado a esse ponto de derrotar a Babilônia.
Mas, em outras palavras, Daniel está recebendo essa visão num tempo que essa visão vai focar especificamente dois dos quatro animais.
O segundo, de Daniel 7, nós vimos quatro animais, primeiro a Babilônia, segundo a Pérsia, os persas medos, e terceiro a Grécia, quarto Roma ou outros reinos posteriores.
Então, Daniel, na visão, ele está vendo algo que vai acontecer brevemente, ele está vendo essa visão que ele vai receber aqui, é uma visão em que ele vê coisas que ainda não aconteceram, mas que iriam acontecer em breve.
O sonho de Nabucodonosor, daquela estátua que tinha a cabeça, depois mostrava também quatro reinos, começava com Babilônia.
Em Daniel 7, os quatro animais começaram com Babilônia, mas aqui, Deus vai mostrar para ele agora um foco mais específico, em vez de ele ver quatro reinos, em vez de ele ver toda a sucessão, ele não está vendo mais Babilônia,
Babilônia está perto do fim, então ele está olhando para o que vem logo depois dessa época que ele estava vivendo, ele vê a Pérsia, que é o carneiro, e ele vê a Grécia, que é o bode.
Então, mas ele vai para a Pérsia, esse lugar onde ele está, na província de Elão, ele estava junto ao rio Ulay, então ele está ali no território onde hoje é Irã, inclusive essa cidade, Suzã, me parece que é uma cidade, não sei se, acho que é uma cidade habitada ainda, é uma cidade histórica e ela existe ainda.
Então, versículo 3, "Levantei os olhos e vi um carneiro que estava diante do rio, o qual tinha dois chifres, os dois chifres eram altos, um dos chifres era mais alto do que o outro, e o mais alto subiu por último."
Então aqui, nós vamos ver daqui a pouquinho, mas esses dois chifres são os dois povos. No capítulo 7, o segundo animal era um urso, não era um carneiro, era um urso, e ele tinha, ele se levantou de um lado.
Então, sempre mostra assim, tanto do capítulo 7, como aqui mostra os dois chifres, só que um era maior, mostra que dos dois povos, os persas e os medos, tinha um povo que era mais forte.
O urso, ele levantou de um lado, aqui tem um chifre mais alto, um chifre maior, e esse lado mais forte desse reino de dois povos, é o lado mais forte dos persas.
O versículo 4, "vi que o carneiro dava marradas, como se tivesse avançando e lutando assim, dava marradas para o ocidente, para o norte e para o sul, não para o leste, nenhum animal podia estar diante dele, nem havia quem pudesse livrar-se das suas mãos, ele fazia conforme a sua vontade e se engrandecia."
Vou ler mais adiante para a gente depois comparar.
Versículo 5, "estando eu considerando", ele usa muito essa expressão no capítulo 7 também, é como se ele estivesse assistindo um filme, ele fica olhando e ele vê esses fatos, essas cenas, desenvolvendo diante dos olhos dele.
"Estando eu considerando ou observando, vi um bode", então ele vê o carneiro, o carneiro está dominando o território, não havia quem pudesse livrar-se de suas mãos, ele fazia conforme a sua vontade, ou seja, por um tempo ninguém conseguia resistir a esse carneiro, esse carneiro é aquele que está tomando conta da região.
Mas aí ele continua olhando e vê um bode que vinha do ocidente, sobre toda a terra, mas sem tocar no chão, ou seja, ele está voando, e aquele bode tinha um chifre inotável, eu quero ir comparando com o capítulo 7, porque no capítulo 7, o terceiro animal, capítulo 8, está começando com o segundo animal do capítulo 7, então nós não estamos pensando na Babilônia mais.
Então essa visão do capítulo 8 já chega mais perto do segundo animal, que é carneiro, no outro capítulo ele era um urso, e agora vem o terceiro animal, que é o segundo do capítulo 8, que é um bode, no capítulo 7 ele é um leopardo,
e o leopardo no capítulo 7 tinha quatro asas de ave nas costas, e ele tinha quatro cabeças, então são animais totalmente diferentes, não tem nada a ver entre um leopardo e um bode, só que tem várias características semelhantes, o bode ele vem rápido, o leopardo tinha asas,
esse bode ele vai ter quatro chifres depois, ele tem um no início, mas depois ele tem quatro, e o leopardo no capítulo 7 ele tinha quatro cabeças, então essas ideias são bem semelhantes.
Então, mas aqui no capítulo 8, então o bode ele vinha muito rápido, sem tocar no chão, ele tinha um chifre notável, muito destacado, então se você pensar, esses animais ele vê, no capítulo 7 ele sempre falava, eu vi um semelhante a um urso, semelhante a um leopardo,
mas aqui não fala semelhante, mas a descrição dos animais é um pouco diferente do animal que nós conhecemos, qual bode que tem um chifre, a gente chamaria isso de unicórnio,
então não é um bode comum, mas o que ele vê, tudo parece um bode, tem toda a aparência de um bode, só que ele tem um grande chifre, um chifre notável, e no versículo 6, esse bode ele chega e confronta o carneiro,
então até esse momento o carneiro que mandava, o carneiro que estava dominando tudo, ninguém conseguia resistir, e agora chega o bode, ele se dirige ao carneiro dos dois chifres, ao qual eu tinha visto diante do rio, e correu contra ele no furor da sua força,
vem, e vem que vem rápido, voando, e confronta, entra e embate com o carneiro, com todo o furor da sua força, viu chegar perto do carneiro, versículo 7, irritado contra ele, o feriu e lhe quebrou os dois chifres, pois não havia força no carneiro para lhe resistir,
em seguida o bode lançou por terra e o pisou aos pés, e não houve quem pudesse livrar o carneiro do seu poder,
versículo 8, o bode se engrandeceu sobre maneira, estando porém na sua maior força, aquele grande chifre foi quebrado, e subiram no seu lugar quatro também notáveis para os quatro ventos do céu, então vamos parar aqui um pouquinho, nós temos então aqui uma descrição daquilo que vai acontecer,
Deus está revelando para Daniel as coisas que vão acontecer, nós temos visto na estátua do sonho de Nabucodonosor, Deus mostrou para Nabucodonosor, Daniel interpretou que um reino se levantaria depois de outro reino, depois de outro reino, mas vai chegar uma hora em que não vai ter mais essa alternância, essa sucessão de reinos,
a visão do capítulo 7 é a mesma coisa, quatro animais, vem um após o outro, então nós estamos vendo de mais uma vez essa ideia da sucessão de reinos, e essa é a história, nós já falamos muito sobre isso, não vou parar nesse ponto, mas só lembrando que mais uma vez, essa é uma das grandes ênfases do livro de Daniel,
é mostrar que Deus é soberano sim, mas que a história da humanidade até o momento da consumação em que o reino de Deus vem, e que aí sim Deus vai reinar de verdade, mas até o final nós vamos ver uma sucessão de reinos,
e essa sucessão de reinos, nessa sucessão, nenhum reino é o que Deus representa, nenhum reino representa a vontade de Deus, não é Deus reinando, Deus mostrou para Nabucodonosor quem mandava, Deus mostrou para Béu Sazá quem mandava,
o rei Dario no capítulo 6 reconhece também que tem um Deus que está acima de todos, mas apesar disso, nenhum desses reis que nós vimos no livro de Daniel, nenhum deles se torna realmente um servo de Deus,
Nabucodonosor faz o que Deus quer, mas sim, não é uma coisa consciente, ele exerce juízo sobre a nação de Israel, mas não é porque ele fala Deus é isso que o senhor quer, então vou fazer isso, não, ele faz porque é o que ele faz, ele domina, ele quer dominar todos,
ele tem o espírito do reino humano, ele é o reino de Babilônia, ele é o governo humano, até mesmo as coisas boas, agora nesse tempo que nós estamos estudando vai entrar o reino da Pérsia,
e o rei Ciro vai ser o instrumento que Deus vai usar para reverter o cativeiro, então Deus usou Babilônia para levar para o cativeiro, Deus vai usar a Pérsia para reverter o cativeiro,
mas nenhum dos dois é servo de Deus, nenhum dos dois se submete a Deus, nenhum dos dois nem parte o reino de Deus, e eu tenho enfatizado muito isso, realmente nós precisamos, eu peço a Deus porque eu sinto que nós estamos vivendo num dia em que a igreja não está enxergando isso,
eu estou falando de maneira geral, claro que algumas pessoas enxergam, mas a grande maioria da igreja, ainda que entenda que no fim todos os reinos vão se levantar contra Deus, as pessoas entendem essas profecias,
mas no tempo atual que nós estamos vivendo muitas pessoas na igreja estão iludidas com uma ideia de que tem um governo que representa Deus, ou que a igreja deve apoiar como se fosse algo de Deus,
e o que nós aprendemos com Daniel e que nós aprendemos com essa alternância, essa sucessão de reinos, é que nenhum dos reinos é de Deus, o rei Ciro foi chamado servo, ungido de Deus no profeta Isaías, mas Nabucodonosor também foi chamado de servo de Deus,
então o que eu quero mostrar é que o que Daniel via nessas visões é essa alternância de reinos em que nenhum é do lado de Deus, Deus usa, Deus é soberano, mas o reino de Deus é totalmente distinto, é totalmente contrário a esses reinos humanos,
então é isso que Daniel está vendo aqui, ele vê o carneiro, então nós vemos algumas coisas semelhantes entre esses dois reinos, primeiro no versículo 4, o carneiro faz tudo que ele quer, ele faz conforme a sua vontade e se engrandece,
esse é o espírito, e meu querido irmão, minha querida irmã, vamos prestar atenção, qual é o espírito do reino deste mundo, o carneiro não era ainda o reino do anticristo,
o reino do bode ainda não era o reino do anticristo, se nós formos olhar para o capítulo 7, o reino do anticristo é o quarto, mas nem era o quarto daquela época histórica,
como a gente mostrou, aquele quarto animal na época histórica que veio depois de Daniel seria Roma, mas Roma não cumpriu tudo que está escrito sobre o quarto animal, porque a visão do quarto animal no capítulo 7 é de um reino realmente do anticristo que vai levantar o pequeno chifre e que vai fazer parte dos acontecimentos do fim, isso não é Roma.
Então esse quarto animal do capítulo 7 aponta para, porque o número 4 é simbólico, então o quarto reino foi Roma, mas foi também o império islâmico, mas é também o reino dos últimos dias,
então representa muitos reinos que tem havido na história humana, mas vai ter um quarto que vai ser mais terrível do que todos os outros, então aqui no capítulo 8 nós estamos vendo o segundo e o terceiro,
e aí nós temos algo que confunde muito, nós vamos procurando entender aos poucos e mais uma vez com toda humildade, com todo reconhecimento, sim de que tem muitas coisas que nós não entendemos ainda.
Deus falou mais de uma vez com Daniel, não se preocupe, principalmente no capítulo 12, mas nesse capítulo 8 ele fala também, essa visão é para daqui a muitos dias, o anjo falou com Daniel.
Sela, deixa guardado, como é difícil a gente ver algo e não saber interpretar, Daniel ficou doente, porque ele queria entender mais, e a gente fica estudando essas coisas, se a gente se aprofundar muito a gente fica doente também,
a gente quer entender, e nós estamos mais próximos, então alguns aspectos já são mais claros para nós, mas tem muita coisa que a gente não sabe, mas aos poucos nós queremos ir entendendo o princípio profético,
como Deus revelou e que Deus possa realmente nos dar algumas chaves, e aquilo que nós precisamos para hoje com certeza Deus vai revelar, então vamos ver aqui, a comparação entre o segundo e o terceiro animal,
eu quero mostrar que isso está em todos, isso está em todos os animais, em todos os reinos, este é um princípio que nós vamos ver sempre repetindo, que o reino humano, ele quer se engrandecer,
então o que nós vemos nesses dois reinos que estamos olhando no capítulo 8, o segundo reino e o terceiro, o que nós estamos vendo, no versículo 4, o carneiro, o reino da persa, ninguém podia resistir,
então durante o período em que este reino tem algum tipo de domínio, está no auge, está na elevação, ele domina, ninguém resiste, e a gente tem visto isso na história,
houve épocas em que os islâmicos estavam por cima, houve épocas em que vários poderes da Europa estavam dominando, tinha um período imperial em que vários países da Europa estavam fazendo colônias em outras partes do mundo,
nós vimos o predomínio dos Estados Unidos, então nós temos uma sucessão de predomínios e tem uma época em que tem um reino que é irresistível, ninguém resiste,
então isso acontece com o carneiro, no versículo 4, e isso acontece depois com o bode, que no bode, no versículo 7, ele derrota o carneiro e não tem ninguém que pudesse livrar o carneiro ou qualquer outro país do poder do bode,
então tem o poder, o auge do carneiro e tem o auge do bode, nos dois casos nós temos assim essa sucessão de reinos em que um reino domina e nesse tempo de domínio,
o que aquele reino faz, o que aqueles reis fazem, eles se engrandecem e isso chega assim, quando nós vemos isso, isso é o Espírito que está em todos e o pequeno chifre que é o anticristo, ele vai ter isso mais do que todos os outros,
ele vai se engrandecer mais ainda, então quanto mais você vê em qualquer governante, e eu gosto sempre de repetir, isso está no governo político, isso está no governo da igreja,
isso está em outras áreas, na ciência, vários tipos de cultura, na economia, quando você vê na filosofia, quando você vê alguém que se sobressai,
na história da filosofia tem épocas diferentes, iluminismo, depois vem não sei o que, vem diferentes escolas, diferentes correntes de filosofia e tem pessoas que se sobressaem, Einstein na ciência,
então quando alguém se sobressai e as suas ideias começam a dominar o pensamento naquela esfera, cuidado, porque o natural, o Espírito que está em todos os reinos é "eu sou mais do que os outros",
então este Espírito que pode ser dentro de uma esfera pequena, numa igrejinha, num município, em qualquer lugar, quando eu vejo as pessoas repetindo coisas,
dizendo "nós vamos ser grandes, nós vamos ser os maiores, nós vamos recuperar nossa glória", isso acontece no esporte, você pode ver isso em todas as áreas, quando começa a sobressair,
e o que o sábio, o Salomão disse, "o orgulho precede a queda", porque quanto mais a pessoa se exalta, mais Deus fala "espere um pouquinho", ou talvez nem espere mais,
ele estava usando os vasos sagrados do templo de Jerusalém, achando que ele era o tal que ele podia fazer o que ele quisesse, e Deus falou assim "acabou, essa noite, acabou", e a gente tem a história do navio,
grande navio Titanic, que fala assim "nem Deus pode afundar esse navio", Deus falou assim "tudo bem, na primeira viagem já vai acontecer", então Deus tem uma maneira de tratar com isso, mas por um tempo, muitas vezes Deus permite,
mas a igreja, o povo de Deus, nós temos que nos distanciar de tudo que é arrogância, de tudo que é exclusividade, de igrejas que querem ser só nós que estamos certos,
de apóstolos, de profetas, de pessoas que, olha, eu sou totalmente a favor do Ministério Apostólico, profete, todos os dons que Deus deu, eu estou dizendo que na nossa geração, nesse tempo,
nós temos pessoas evangelistas, pessoas que têm se exaltado e têm caído, então nós precisamos entender que o espírito que nós estamos vendo aqui do carneiro e do bode é de dominar o reino de Deus,
vai trazer o domínio de Deus, mas é outro espírito no reino de Deus, não é esse reino, nós vamos ver aqui que uma palavra muito chave que nós já encontramos no capítulo 7 é a palavra "pisar",
olha só, capítulo 7 falando sobre o quarto animal, capítulo 7, versículo 7, ele viu o quarto animal, terrível, espantoso, muito forte, tinha dentes grandes, ele devorava, fazia em pedaços e pisava aos pés,
nós vamos ver essa expressão "pisar" muitas vezes no capítulo 8, então olha só, versículo 7 também, capítulo 8, versículo 7, o bode derrota o carneiro e em seguida o bode lançou por terra,
essa expressão também vai aparecer várias vezes, lançou por terra e o pisou aos pés, o propósito de Deus não é pisar aos pés, sim, todo estado é baixo dos pés de Deus porque ele é a autoridade máxima,
mas o reino de Deus é para fazer com que nós possamos brilhar, para que nós possamos reinar junto com ele, é outro espírito, por isso nós precisamos entender a igreja, o povo de Deus,
nós não podemos compactuar, nós não podemos nos alinhar com espíritos de arrogância, nessa sequência aqui, o carneiro se exalta e Deus manda o bode derrotar, isso na história tem acontecido geralmente,
isso é a sucessão da história da humanidade, sempre que algum reino se exalta não é imediato, mas em algum momento aquele reino vai cair, o reino, o Império Romano, o Império Bizantino,
o Império dos Islamismo, dos otomanos, todos os reinos, o grande Império Britânico, o poderio e glória dos Estados Unidos, todos os reinos, o domínio da União Soviética,
Deus vai quebrando, Deus vai quebrando, nós estamos vendo outros países subindo, outras forças aparecendo, Turquia querendo subir, Idã, própria China e tal, mas outros países também,
então nós entendemos que todas as forças, todos os impérios, eles têm esse espírito, eles têm essa ideia de que eu mando, eu quero estar por cima, Hitler tinha essa ideia e assim por diante,
então, nesse caso, Deus usou o bode para derrotar o carneiro, então isso é uma coisa que já aconteceu aqui, então o bode derrotou o carneiro, mas ele faz a mesma coisa,
versículo 8, o bode se engrandeceu sobremaneira, dá até para entender que ele se exaltou mais do que o carneiro, então ele se engrandeceu sobremaneira,
estando porém na sua maior força, aquele grande chifre foi quebrado, lembra o bode tinha um grande chifre e na história nós sabemos que esse chifre representa Alexandre o Grande,
Alexandre o Grande foi quem levou a Grécia à supremacia de toda aquela região e foi em pouco tempo essa visão de que um bode veio sem tocar no chão, realmente assim foi a conquista mais rápida que tinha havido até então na história,
nunca alguém, nenhuma potência chegou a conquistar um território tão grande, Alexandre ele alcançou até a Índia, ele foi mais para o Oriente, foi um império maior, muito maior do que da Babilônia, muito maior do que da Pérsia,
então ele alcançou um reino muito grande e de uma maneira muito rápida, só que ele também morreu muito jovem, então tudo isso que Deus está mostrando aqui para Daniel,
aconteceu, que o bode se engrandeceu sobremaneira, porém na sua maior força, no auge, Alexandre estava radiante com a glória que ele tinha, ele se achava e realmente ninguém tinha feito igual a ele,
então ele se achava ao máximo, mas bem na hora que ele estava no auge, como eu falei, Deus pode fazer rápido ou ele pode demorar, alguns impérios demoram séculos,
agora Alexandre foi muito rápido, no auge dele, ele morreu, ele morreu com 30 e poucos anos, ele morreu muito jovem, então aquele grande chifre, versículo 8, foi quebrado, subiram no seu lugar quatro também inotáveis para os quatro ventos do céu,
se você for olhar na internet, youtube, comentários, explicações sobre esse capítulo, você vai sempre encontrar aqui mostrando que esse bode representa a Grécia,
o chifre grande era Alexandre, depois da morte de Alexandre, o reino dele foi dividido entre quatro generais,
a história real é um pouco mais complexa, primeiro porque depois da morte de Alexandre demorou mais de 20 anos de intrigas e brigas entre os generais e também não foram só quatro generais,
parece que foram cinco pelo menos generais que subiram, mas o número também aqui é simbólico mesmo porque fala no versículo 8 que subiram no seu lugar quatro notáveis para os quatro ventos do céu,
então a ideia aqui é um pouco mais simbólico do que literal, porque podia ser quatro, cinco, seis, mas a ideia que esse grande império que Alexandre conquistou foi subdividido entre vários generais,
e aí versículo 9 de um deles saiu um chifre muito pequeno o qual cresceu muito para o sul, para o oriente, para a terra formosa, a terra formosa, não sei se outras traduções tem outro termo aqui,
mas a terra formosa é a terra de Israel, a terra do povo de Deus, ok, aqui então agora assim acho que nem talvez eu nem leia o resto do capítulo todo,
mas eu quero dar uma visão sobre o que esse capítulo fala e falar um pouquinho sobre o princípio que vai nos ajudar a interpretar esse capítulo,
nós já falamos sobre esse princípio em outra parte, mais no início do livro de Daniel nós já falamos sobre isso, eu tenho falado sobre isso muitas vezes no sentido de que a profecia ela sempre precisa ser entendida no seu contexto original,
como todas as escrituras, e as profecias elas têm muitas vezes mais de um cumprimento, então quando as pessoas estudam Daniel 8, nós temos algumas partes de Daniel que são mais conhecidas e mais estudadas,
por exemplo o capítulo 7 é um capítulo que muita gente estuda, a visão, o sonho de Nabucodonosor é muito conhecido, agora esse capítulo 8 ele é pouco estudado,
nós queremos entender um pouquinho sobre o propósito desse capítulo, porque muita gente, muitos comentários, muitos intérpretes, muitos estudiosos,
acham que esse capítulo, que já descrevi um pouquinho aqui, que esse capítulo trata realmente dos reinos da Pérsia e da Grécia, que foram os reinos que vieram logo em seguida,
Daniel pegou a primeira parte do reino da Pérsia, mas a Grécia, quando a Grécia veio, Daniel já tinha morrido, então nós temos essa visão que para muitas pessoas, essa visão ela já se cumpriu,
ou totalmente ou quase totalmente, sempre tem várias interpretações, tem várias visões, mas a maioria dos comentaristas vão dizer que toda essa visão, a maior parte dessa visão tem a ver com o passado,
mesmo agora no versículo 9 vai surgir um pequeno chifre, nós já vimos esse pequeno chifre antes, no capítulo 7, só que no capítulo 7 o pequeno chifre surge do quarto animal, não do terceiro,
então isso já é um problema, mas o pequeno chifre quem que é? Para muitas pessoas o quarto animal que seria o Império Romano, alguns tem a ideia de que o Reino do Anticristo vai ser baseado na Europa,
que seria como se fosse retornar, restaurar o Império Romano, e muitas pessoas associam com a Igreja Católica que é baseada em Roma, então tem muitas interpretações durante séculos,
muitos cristãos, normalmente não as pessoas da Igreja Católica evidentemente, mas muitos cristãos têm entendido que o quarto animal é Roma e que no fim também vai ser Roma, vai ser baseado na Europa,
já outros irmãos como Joel Richardson, ele tem uma visão de que o quarto animal é o Império Islâmico, que também seria, e vemos isso hoje no horizonte,
a gente não vê nem o Papa, nem ninguém falando sobre recuperar o poder, a Europa é uma potência econômica, mas a Europa é muito fraca em termos de união,
a Grã-Bretanha já saiu, tudo isso pode mudar, mas no horizonte hoje a gente não vê a Europa como a potência que vai dominar o mundo, mas algumas pessoas entendem que é,
eu acho que a gente tem que ter muita humildade e não ter posições dogmáticas, nós podemos ser surpreendidos, tem muitas coisas para acontecer e não sabemos ainda,
mas então nós temos a ideia de que pode ser alguma sucessão da Europa, do Império Romano, talvez envolvendo o Papa, a Igreja Católica,
nós temos uma visão mais recente até olhando os acontecimentos que nós temos, tinha o Iraque que Saddam Hussein queria ser o novo Nabucodonosor, mas não foi para frente,
aí nós temos o Irã que quer também recuperar a sua glória passada e continua sendo uma ameaça hoje com a possibilidade de ter armas nucleares,
e nós temos hoje também a Turquia que quer, abertamente, que fala a respeito de restaurar o califado islâmico, então nós temos todas essas possibilidades sobre o quarto animal,
mas quando fala aqui no capítulo 8 sobre esse terceiro animal, esse terceiro império que é da Grécia, e desse terceiro império surge um chifrinho, então vamos fazer a sequência,
primeiro, nesse capítulo 8, primeiro veio o carneiro, Persia e Medos, ele é o segundo animal do capítulo 7, depois vem a Grécia, que é o terceiro animal, o bode,
ele tem um chifre grande, que é Alexandre e o grande, Alexandre morre no auge do seu poder, surge quatro chifres no lugar dele,
desses quatro chifres que surgem no lugar dele, isso tudo aconteceu historicamente, como eu falei, não eram só quatro, mas isso pode ser simbólico,
mas desses quatro que se levantaram depois da morte de Alexandre, dos quatro, isso gerações depois, surge entre os quatro, um deles se transforma nesse pequeno chifre,
versículo 9, de um deles, então de um dos quatro, ele é um deles, mas de um deles surge um chifre muito pequeno, o qual cresceu muito para o sul, para o oriente,
para terra formosa, e aí em seguida, nós vamos estudar isso nas próximas aulas, mas aí temos uma descrição muito detalhada, muito mais detalhes no capítulo 8, do que no capítulo 7,
a respeito do chifre, só que será que é o mesmo chifre, porque no capítulo 7 é do quarto animal, e no capítulo 8 é do terceiro, então primeiro nós queremos entender,
que de tudo que Deus está mostrando para Daniel, Deus está interessado em mostrar para Daniel o que vai acontecer no futuro, e as visões de Daniel vão até o tempo do fim,
se continuarmos lendo, nós vamos ver que Daniel, ele, versículo 15, ele quer entender a visão, está preocupado procurando entender, e aí vem um homem que deve ser um anjo,
esse anjo grita para um outro, que é Gabriel, e fala assim, dá a entender essa visão, e Gabriel fala para ele, eu só quero ler essa parte aqui para relacionar, Gabriel chega para Daniel, Daniel fica assombrado, cai com o rosto em terra,
as verdadeiras visões com anjos não são brincadeira, a pessoa às vezes fala a maior naturalidade, eu vi um anjo, e fica assim até uma coisa meio leviana, a gente tem um encontro com quem quer que seja,
que seja uma visão de Jesus, que seja uma visão de um anjo, é algo que deve causar para Isaías, para Daniel, para Ezequiel, para o apóstolo João, para qualquer um que tem essas visões é algo muito sério,
então é uma coisa assim, sabe o que eu vi hoje, eu sonhei assim, ele teve assim, ele ficou assombrado, caiu com o rosto em terra, mas ele disse, entende, estou no versículo 17, entende filho do homem porque esta visão se realizará no fim do tempo,
então, e ele enfatiza isso, depois no versículo 19, Daniel cai com o rosto em terra de novo, ou continua, não sei, e ele fica até adormecido, ele desmaiou, ele ficou fora de si, e o Gabriel toca nele, o colocou em pé,
e no versículo 19, eu te farei saber o que há de acontecer no último tempo da ira, porque ela se exercera no determinado tempo do fim, então nós vemos três vezes, Gabriel fala com Daniel que a visão é para o tempo do fim,
então, nessa, hoje eu só quero dar uma ideia mais panorâmica e mais assim de como que nós devemos encarar esse capítulo, então eu só quero passar algumas coisas importantes para a gente entender,
como disse, muitas pessoas interpretam que esse capítulo se cumpriu totalmente, porque totalmente? Se está falando do chifre, do pequeno chifre, e tem muitas coisas que fala desse pequeno chifre que identificam esse pequeno chifre com o anticristo,
então como que alguns intérpretes acham que isso já se cumpriu? Porque de fato, na história, depois do reino persa, veio o reino da Grécia, com Alexandre, depois de Alexandre surgiram quatro ou cinco generais,
dessa divisão, então eles dividiram o grande império do Alexandre em quatro ou cinco partes, na verdade no início eram mais de vinte províncias, mas eles foram consolidando assim e tal, então o reino, o grande império do Alexandre ficou dividido em quatro ou cinco partes,
e uma dessas partes, que era da Síria, algumas gerações depois surgiu um homem chamado Antíoco Epifânio IV, esse homem foi um homem terrível, ele cumpriu muitas coisas que estão preditas aqui, mas não todas,
então para algumas pessoas isso aqui já aconteceu, só que tem problema com isso porque Antíoco não cumpriu tudo que foi escrito sobre o pequeno chifre.
E tem uma outra coisa, esse capítulo 8 de Daniel, embora seja muito menos estudado, por exemplo, nós temos Daniel 9 que vai falar das 70 semanas, mesmo que as pessoas não entendam, acho que todo mundo já ouviu falar das 70 semanas, é uma profecia muito conhecida,
mas em Daniel 8 tem uma profecia de 2.300 dias, e tem a primeira menção, a primeira menção no versículo 13, Daniel ouve um anjo, um santo, parece que são anjos, um santo falando e dizendo a outro santo,
até quando durará a visão do sacrifício contínuo e da transgressão assoladora, tem várias traduções sobre isso, mas essa é a mesma expressão que vai aparecer em Daniel 9, em Daniel 11, em Daniel 12,
e que Jesus vai citar, vai falar em Mateus 24, versículo 15, e eu quero até ler esse versículo para confirmar o que eu estou querendo explicar aqui sobre esse capítulo 8.
Em Mateus 24, que todos devem lembrar que é o capítulo em que Jesus responde aos discípulos dizendo, eles querem saber quando que vai acontecer o fim, quando que o templo vai ser destruído,
toda a pergunta, todo o assunto do capítulo 24 foi por causa de uma pergunta dos discípulos, e os discípulos queriam saber, porque eles estavam falando com Jesus, olha que templo maravilhoso,
você está achando isso muito bonito, muito maravilhoso, mas tudo isso aí vai cair, não vai ficar uma pedra sobre outra, eles ficaram, eles ficaram pasmos, eles ficaram atônicos com essa resposta de Jesus,
aí eles perguntaram, mas quando que vai ser isso, e quando então que o senhor vem para reinar, porque eles acreditavam que Jesus era o Messias, que Jesus ia reinar,
e eles entendiam que isso tinha uma ligação com o templo, se o templo vai ser destruído, como que isso vai acontecer no fim?
Então todo o capítulo 24 é uma resposta a essa pergunta, e essa resposta, ele fala várias coisas no início do capítulo, mas no versículo 15,
Deus 24, 15 ele fala, portanto, quando vir diz que a abominação da desolação, é a mesma expressão que eu acabei de ler em Daniel 8,13,
que é a transgressão assoladora, é uma transgressão tão grande, é um sacrilégio, é chegar a um ponto extremo de transgressão de afronta a Deus,
e isso aparece várias vezes em Daniel, só que a primeira vez era no capítulo, esse versículo 13 de Daniel 8, mas Jesus se refere a isso,
na sua resposta aos discípulos em Mateus 24, ele fala, portanto, quando vir diz que a abominação da desolação, de que falou profeta Daniel?
Não sei se todos lembram, mas os judeus não consideram, até assim, no cânon das escrituras dos judeus ortodoxos, dos judeus que ainda não conhecem Jesus,
na organização, isso veio antes, não foi de agora, mas na organização do livro das escrituras, não é como na nossa Bíblia que Daniel faz parte dos livros proféticos,
nas escrituras, na organização das escrituras hebraicas do povo judeu, Daniel não é considerado um dos profetas, ele é um dos escritos,
mas aqui Jesus está chamando Daniel de profeta, então quando vocês virem a abominação da desolação, de que falou profeta Daniel,
quando você vê que está no lugar santo, quem lê entenda, eu gosto dessa frase, quem lê entenda, eu leio e não entendo,
como é que Jesus fala assim, quem lê entenda, ou seja, você precisa ler e buscar a revelação de Deus, mas quem lê entenda,
então os que estiverem na Judeia, fujam para os monstros, ele começa a falar sobre o tempo do fim, tem muitas coisas aqui,
mas eu só quero deixar uma ideia clara, Antíoco Epifânio, ele fez sacrilégio no templo que já tinha o segundo templo naquela época,
o templo tinha sido reconstruído, ele sacrificou um porco, ele colocou coisas do Deus Deus no lugar santíssimo,
ele fez uma abominação, ele perseguiu o povo judeu, matou 40 mil só em Jerusalém, exilou um monte, proibia,
Antíoco era uma figura muito forte do anticristo, ele fez muita coisa que fala, que foi profetizado a respeito do pequeno chifre,
mas duas coisas nós precisamos observar, primeiro que ele não cumpriu todas as coisas, depois nós vamos ver algumas relações,
algumas coisas que Antíoco não cumpriu, a primeira coisa é que Antíoco não cumpriu tudo que fala aqui,
mesmo porque em Daniel 8, quando a gente lê tudo que fala a respeito do pequeno chifre, é muita coisa grande,
Antíoco foi terrível, mas ele não foi, ele não chegou nesse ponto, ele não fez estrelas do céu caírem,
ele não chegou, ele não se exaltou a esse ponto, se exaltou muito, mas ele não chegou a esse ponto,
e muitos governantes, muitas figuras do anticristo na história, Hitler foi um homem que cumpriu muita coisa,
mas teve vários outros, alguns dos imperadores romanos foram assim, mas nenhum cumpriu plenamente,
então nós temos esse problema de que Antíoco também não foi um cumprimento pleno de tudo que Deus mostrou para Daniel,
nem nesse capítulo e nem alguns outros, mas a segunda razão, porque nós entendemos que Daniel 8 não foi cumprido historicamente ainda,
é que o próprio Jesus está falando muito tempo depois de Daniel, muito tempo depois de Antíoco, Jesus está dizendo "quando vocês virem a abominação da desolação",
então Antíoco fez, mas não era ainda aquela abominação que Daniel estava falando, porque Jesus disse "quando vocês virem isso ainda vai acontecer",
e isso aconteceu também parcialmente na destruição de Jerusalém no ano 70 depois de Jesus, mas também não aconteceu tudo,
então vamos só olhar esse diagrama que nós já mostramos anteriormente, e isso eu creio que para mim é uma chave, como que eu entendo essas profecias,
então esse princípio profético funciona da seguinte forma, como eu entendo, não sou eu sozinho, mas essa é a minha maneira de olhar,
não só para Daniel 8, para muitas e muitas profecias na Bíblia, nós temos sempre essa visão de que uma profecia pode ter mais de um cumprimento,
mas além de só falar assim "ah, teve um cumprimento em Antíoco, mas vai ter outro lá na frente", mas vamos entender isso, Deus dá uma revelação no momento da história,
Deus não estava mostrando para Daniel algo que não tinha nada a ver com o tempo dele, Daniel estava vivendo o cativeiro, ele estava na Babilônia,
dentro de poucos anos depois dessa visão ele passaria a servir ao Império Persa, então Daniel vivia no momento histórico, ele estava no que nós chamamos aqui de presente,
a profecia, a visão que Deus deu para Daniel tinha algo a ver com um futuro próximo, com o futuro imediato,
Deus não iria simplesmente falar assim "Daniel, não se preocupe, daqui dois mil e tantos anos eu vou te mostrar o que vai acontecer no fim",
não, Daniel estava vivendo um momento histórico, Jeremias viveu, Ezequiel viveu, cada um dos profetas, no tempo de Jesus eles estavam vivendo um tempo presente,
dentro de alguns anos Jerusalém seria destruída, então Mateus 24 tem referência à destruição de Jerusalém por Roma, mas não foi o seu cumprimento final,
então Deus revela algo sobre o futuro imediato, isso é importante, Deus não tira gente do nosso contexto, nós estamos interessados, Daniel estava muito interessado no que iria acontecer
nos próximos anos, nas próximas gerações, então Deus revelou para ele várias coisas sobre o futuro imediato, nesse capítulo 8 nós podemos colocar aqui os reinos da Pérsia e da Grécia,
de toda aquela visão de Daniel 7, que é lá do pico da montanha que ele viu basicamente tudo, não todos os detalhes, mas ele viu assim uma visão geral até o fim,
no capítulo 8 Deus está mostrando para ele um futuro imediato, então era importante para ele entender, e isso não só era importante para Daniel naquela época,
para nós a gente pode pensar, mas vem cá, eu posso ler em qualquer livro da história sobre a Pérsia, sobre a Grécia, por que eu tenho que ler no capítulo 8,
o que isso é importante para mim, é porque o carneiro depois veio o bode, o bode tinha um chifre, por que eu preciso me preocupar com isso?
Por uma razão muito simples, primeiro porque tem um plano de Deus que está aqui embaixo que envolve tudo, então a gente quer saber como é que Deus foi desenvolvendo seu plano,
essa sucessão de reinos, essas coisas que foram acontecendo naquela época interessam para nós, mas por uma outra razão também,
porque o fato de que Deus deu uma visão para Daniel, e essa visão se cumpriu em detalhes, o bode, Daniel não tinha como saber disso,
um bode com um chifre grande que ia cair no auge do poder dele, depois iam surgir mais quatro, depois ia ter um chifre pequeno, como que Daniel ia saber disso?
Então quando a gente vê que a visão que Deus deu para Daniel se cumpriu até ali, isso nos dá confiança,
Daniel não estava tendo uma visão falsa, uma visão que ele inventou, mas ele recebeu de fato uma visão de Deus, então esse futuro imediato é importante por causa disso.
Agora o futuro imediato, as coisas que aconteceram nessa época da Pérsia, da Grécia e depois do Antíoco, essas coisas foram importantes porque elas vão mostrar para nós uma visão sobre o fim dos tempos.
Então o que Deus estava falando, vai acontecer essas coisas agora, mas essas coisas que vão acontecer, vão ser uma espécie de espelho,
vão ser uma espécie de visão antecipada do que vai acontecer no fim, então o pequeno chifre que se cumpriu parcialmente em Antíoco,
vai nos mostrar muita coisa sobre o pequeno chifre que vai acontecer no fim dos tempos, então essa é a ideia que nós temos aqui do capítulo 8 de Daniel.
Às vezes eu vejo pessoas que falam assim "Não, Daniel se cumpriu totalmente" e outros não são muitos, mas tem aqueles que falam "Não, Daniel 8 vai acontecer tudo no fim, porque Gabriel falou que a visão é para o fim, não é só uma parte".
Gente, não é nem tudo histórico e nem tudo para o fim, é histórico de acordo com esse diagrama aqui, é histórico porque Deus mostrou que iria acontecer, mas também fala do fim dos tempos.
E aqui nós temos aqui que nessas visões que Deus deu para Daniel, e isso acontece em outras visões também dos profetas, vai cumprir alguma coisa mais rápido,
mas depois tem as coisas que vão acontecer no fim dos tempos, entre o futuro imediato e o fim dos tempos tem um tempo indeterminado que nós não sabemos.
E Deus até dá algumas medidas de tempo. No capítulo 7 ele fala de tempo, tempos e metade de um tempo, que entendemos que são três anos e meio.
No capítulo 8 de Daniel ele fala sobre 2.300 dias, no capítulo 9 de Daniel ele fala sobre 70 semanas e aí se você chegar no capítulo 12 de Daniel ele fala sobre 1.260 dias, 1.290 dias, 1.335 dias.
Ele dá uma porção de medidas de tempo que Deus queria passar, muitas coisas sobre o fim, nós não sabemos o dia que Jesus vai voltar, tem muitas coisas que nós não sabemos.
Mas Deus deu para Daniel e tem outras escrituras também no Apocalipse, tem outras escrituras que às vezes mostram umas medidas de tempo, então Deus quer revelar o tempo só que ele coloca dentro de um enigma, dentro de um mistério,
porque não é para a gente saber antes da hora ou de qualquer forma, mas tem coisas que nós precisamos saber sobre o cronograma de Deus.
E então nós temos esse fator recorrente que é o pequeno chifre que aparece no terceiro animal, mas aparece também no quarto animal,
ou seja, Deus está mostrando que esse chifre vai aparecer várias vezes na história, mas vai chegar o dia em que vai ter o pequeno chifre que é realmente a consumação, que é o cumprimento total e isso nós vamos ver depois.
E eu só queria terminar então essa aula de hoje falando, eu vou mostrar aqui o último versículo do capítulo 8, Daniel 8, 27, fala "Eu, Daniel, estive enfraquecido e enfermo alguns dias.
Então me levantei, tratei do negócio do Rei, espantava-me com a visão e não havia quem a entendesse." Isso quer dizer que ele acho que ele compartilhou com algumas pessoas, a gente não sabe se tinha aqueles três amigos dele ainda, mas ele compartilhou e ninguém entendia.
O que eu quero mostrar? Vamos lembrar de novo do contexto de Daniel. Para Daniel, ele não entendia plenamente as implicações, ele não sabia de tudo, mas só pensem junto comigo numa situação.
Daniel, quando jovem, ele já estava na Babilônia quando o templo foi destruído, mas ele viveu na época, ele viu em termos, ele soube da destruição de Jerusalém, a destruição do templo.
Daniel vive no cativeiro, Daniel ora três vezes por dia com as janelas abertas para Jerusalém, nós vamos ver nos próximos capítulos, Daniel 9, Daniel ora porque ele quer saber como que Deus vai restaurar, como que Deus vai reverter, como que Deus vai cumprir suas promessas, ele quer ver Jerusalém restaurada, restabelecida.
Então nós temos um Daniel que está perguntando "Deus, como vai ser isso?" e Daniel vê em visão coisas lá na frente em que ele vê um templo de novo, nós vamos ver aqui no capítulo 8, vai aparecer mais em outras partes do livro, ele vai ver que vai ter um templo reconstruído e esse templo reconstruído vai ser destruído de novo.
Daniel vê isso, ele não ia ficar doente, ele pensa talvez que o cativeiro vai orar no capítulo 9 "ó, acabaram os 70 anos, Deus está na hora de restaurar" e Deus mostra para ele "sim, vai restaurar, mas olha quanta coisa vai acontecer ainda".
Bom, nosso consolo é que nós cremos que diante de nós não tem todas essas coisas para acontecer ainda, mas nós precisamos entender, Daniel recebeu a visão de Deus mostrando que antes da glória final algumas coisas teriam que acontecer, inclusive que não aconteceram ainda.
E é isso que nós queremos nos colocar diante de Deus, como Daniel, queremos aprender a orar com Daniel e nós queremos ter o coração dele.
Senhor Deus, essas coisas são realmente muito além da nossa capacidade, só de olhar um pouquinho nesse capítulo 8 vemos que tem muitas coisas, várias delas que não temos nem condição de entender, mas se o Senhor puder nos mostrar, se nós pudermos entender,
se o Senhor, ó Deus, tiver misericórdia e tiver graça de nós a ponto de abrir alguns princípios para nós e de nos mostrar como que essas coisas, como nós podemos encarar as revelações que o Senhor deu para Daniel e como nós podemos encaixar isso na nossa geração,
como nós podemos entender esse grande plano de Deus, os fatores recorrentes, esse tempo indeterminado, como que aqueles acontecimentos históricos tem a ver com o nosso tempo atual.
Senhor, tem muita coisa que nós queremos entender e o Senhor sabe exatamente o que nós precisamos entender e nós pedimos a Ti que nós possamos estar diante de Ti e que o Senhor possa ver em nós pessoas, não uma só, não duas, mas que o Senhor possa ver uma igreja semelhante a Daniel.
Daniel é um exemplo de uma igreja, uma igreja que ora, uma igreja que é fiel na Babilônia, uma igreja que se interessa, que ora com as janelas abertas para Jerusalém.
Nós queremos ser como Daniel e queremos que o Senhor tenha liberdade, desejo de compartilhar conosco para que nós possamos entrar em dores de parto. Essas revelações não vão nos deixar arrogantes, achando que nós sabemos, a gente se vangloriando para outros, que a gente entende Daniel, a gente sabe o que significa.
Então, que essas revelações, a medida que realmente vierem para nós, possam gerar em nós um espírito de interseção e um espírito de disposição de estar diante de Ti nesses momentos finais em que vai haver tanta guerra contra os santos, tanto combate final, mas uma grande esperança porque vai acabar essa sucessão de reinos, vai acabar esse chifre,
vai acabar o poder que o inimigo tem sobre a terra e o Senhor vai estabelecer o teu reino. Essa é a nossa esperança e é o que nos mantém firmes num propósito diante de Ti.
Abençoa a nossa vida nesse dia, Senhor, pedimos em nome de Jesus. Amém.

Editora Impacto

Da loja Impacto

Ver tudo