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Aula 53 – Vol.27 – Infidelidade a uma aliança opressora

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Aulas ministradas no Bookcafé de Americana, Rua Antônio Nunes 255, Campo Limpo, próximo à rodoviária – aos domingos às 10h30 da manhã.

Infidelidade a uma aliança opressora

2 Reis 17 – 15/01/17 – Baixar


Transcrição · gerada automaticamente

Algumas pessoas estão aqui que não têm acompanhado nossa sequência nesses últimos dias,
mas nós estamos, se você olha no esboço, ainda tem alguns, se alguém não pegou aqui na frente,
mas se você olha no seu esboço, nós estamos, nosso título dessa parte do estudo que nós estamos fazendo
chama-se "Do fim da influência de Isabel", então nós estamos vendo o reino dividido
e esse bloco, essa parte que nós estamos estudando chama-se "Desde o tempo do final da influência de Isabel",
que nós estudamos anteriormente, Jacob e Isabel, então "Do fim da influência de Isabel",
que foi aquela época de Jeú que veio com o mandato de Deus para limpar a nação de Israel de toda aquela influência,
então "Do fim da influência de Isabel até a queda de Samaria", Samaria é a capital de um dos dois reinos,
o reino de Israel ficou dividido em duas partes, as dez tribos, a gente chama, era chamada de Israel mesmo,
e a parte do sul era Judá, tinha Benjamin junto, mas era chamada de Judá, e as outras dez tribos eram chamadas de Israel,
a capital era Samaria, a capital de Judá é Jerusalém, e então nós estamos chegando exatamente nesse final desse período que nós estamos estudando,
então a queda de Samaria, aí você olha o título do nosso estudo de hoje, a letra J é "A queda de Samaria",
então nós estamos, vamos dizer assim, no último capítulo dessa parte que estamos estudando,
então estamos exatamente nesse ponto final, queda de Samaria e cativeiro, então toda Israel foi para o cativeiro,
mas foram em duas partes, as dez tribos vão para o cativeiro agora, nós tínhamos feito aqui,
nós tínhamos feito aqui uma linha cronológica mostrando que 930 antes de Cristo foi quando começou o reino dividido,
depois de Salomão, aí pula uma parte, essa aqui é só para mostrar alguns aspectos, mas Jeroboão II era um dos últimos reis,
não foi o último, mas foi o último daquela linhagem, o penúltimo daquela linhagem de Jeu, foi nessa época que colocamos Jonas,
e aqui tem o rei da Síria que reinava naquela época, e 722 foi a data aproximada em que Israel, essas dez tribos foram para o cativeiro,
a outra nação, a Judá vai em 612, não, 586, quer dizer mais de 100 anos, mais ou menos 150 anos depois das dez tribos,
então isso é só para a gente lembrar um pouco dessa parte de cronologia, a outra parte que eu queria lembrar de vocês aqui também,
foram que nós colocamos aqui os últimos reis das dez tribos, Zacarias veio depois, aquele Jeroboão II, ele foi o último da linhagem Jeu,
então esses foram os últimos seis reis, um, dois, três, quatro, cinco, seis, os últimos seis reis, nós falamos um pouco na época,
todos que tem X na frente foram assassinados, então os últimos seis reis de Israel, dos últimos seis reis, quatro foram assassinados,
então foi um período bem turbulento, e nós estamos em segundo reis, capítulo 17, nós vamos retomar a nossa história nesse ponto,
quem está acompanhando nós, a gente fica alternando entre Israel e Judá, porque é um reino dividido, então às vezes a gente estuda uma sequência das dez tribos,
Israel, depois vai para Judá, depois volta, agora depois o cativeiro não vai ter mais alternância, agora vai ficar só com Judá até chegar aquele cativeiro de Judá,
mas as últimas semanas do ano passado a gente estava em Judá estudando o rei Acas, que era paralelo nesse tempo aqui, ele estava em Judá,
e ele estava, inclusive peca esse penúltimo rei de Israel, fez guerra contra Acas, então a gente viu esses aspectos.
Segundo reis 17 é um capítulo muito importante na análise desse período da história, eu estou mostrando que houve duas fases de cativeiro,
esse cativeiro das dez tribos, que nós estamos nesse período agora, capítulo 17, segundo reis, vai falar sobre esse cativeiro, 150 anos depois que vem o cativeiro de Judá,
o cativeiro de Judá é muito mais falado na bíblia, principalmente por causa dos profetas, o profeta Jeremias, principalmente, ele profetizou bem nessa época do cativeiro de Judá,
quem que profetizava nessa época do cativeiro de Israel? Ozeias, Amoz, Isaías, que fala mais de Judá, mas ele era nessa época,
então esses eram os profetas que falavam nessa época, nós estamos estudando, Jeremias vem bem depois, no cativeiro de Judá, e ele fala muito, ele tem partes até históricas,
então nós temos muita, muita informação sobre o cativeiro Judá, e era mais importante do ponto de vista de Deus, porque envolvia Jerusalém, e foi o cativeiro final,
já tinha acontecido o cativeiro das dez tribos, agora tinha ficado só Judá, então nós vamos chegar nisso depois, mas eu só queria comentar que nos livros de reis e crônicas,
que nós estamos seguindo essa história aqui, quando Judá vai para o cativeiro, não tem um capítulo tão completo como esse capítulo que nós vamos estudar hoje, que é segundo o rei 17,
esse capítulo 17 ele começa falando sobre esse último rei aqui, Ozeias, mas ele faz, nesse capítulo nós temos uma análise muito completa sobre as causas do cativeiro,
porque que chegou nesse ponto, porque que Deus permitiu o cativeiro, e antes da gente começar, a gente sempre faz nosso objetivo aqui, não é tornar ninguém doutor em história do Velho Testamento,
não vou dar prova, eu brinco assim, eu ia brincar hoje, eu queria ver quem que ia falar desses últimos seis reis aqui, porque são reis que você nunca ouve falar, então é difícil a gente guardar,
quem que foi Menahem, quem que foi Pecaías, quem que foi Peca, quem que eram esses nomes, a gente nunca ouviu, garanto que você nunca ouviu na igreja uma pregação sobre o rei Peca, sobre Salum, quem que foi Salum,
então assim, são fatos pouco conhecidos, mas nosso objetivo não é só aprender, a gente está indo bem devagar, entrando nos detalhes, mas não é tanto para guardar toda essa informação,
seria muito bom, é muito importante a gente ter essa visão, por isso que eu sempre faço esses diagramas, a linha do tempo, o que que estava acontecendo,
porque quando você lê a Bíblia meio devocional, ou tirando um versículo meio fora do contexto, ou mesmo que você esteja lendo a Bíblia na sequência, mas você não para para estudar, você não ganha essa ideia,
então esse é o objetivo desse estudo, a gente ter uma noção realmente da sequência de acontecimentos, mas principalmente o que nós queremos é aplicar isso ao tempo de hoje, esse é o ponto principal,
o que que isso tem para nos ensinar, o que que a gente aprende disso, nossa realidade é totalmente diferente, mesmo você olhando para a nação de Israel hoje, é outra realidade, é outra história,
então o que que a gente ganha estudando isso aqui? Muita coisa, e a Bíblia fala sobre isso, nós vamos até depois ler um dos textos bem importantes do Novo Testamento, 1 Coríntios 10, que ele fala que todas essas coisas foram escritas para nós que estamos no final dos tempos,
Paulo já falou naquela época que eles estavam no final dos tempos, e nós muito mais, nós estamos não no final dos últimos anos, nós estamos nos últimos segundos se você for pensar na proporção histórica,
então qual é a importância hoje de estudar o cativeiro? Então só, com certeza eu vou voltar a esse tópico e procurando entender e sempre também fazendo a ressalva de que eu não tenho as respostas todas, eu faço as perguntas,
mas as respostas são tarefa de todos nós, nós estamos buscando respostas, nós estamos buscando revelação, quanto mais chegar perto do fim, a gente acredita que Deus mesmo vai revelar mais porque ele tem esse objetivo de nos advertir, de nos preparar para o tempo do fim,
mas a pergunta é a seguinte, o que significa o cativeiro para nós na época da igreja? Em um certo sentido, e isso é sempre bom ver também, em um certo sentido o cativeiro já aconteceu na história da igreja,
então no certo sentido nós podemos olhar para isso e dizer, não, isso aqui já aconteceu, se você for estudar a história da igreja, os dois mil anos da história da igreja, você vai ver que por longos períodos a gente sempre pensa mais naquele período escuro,
porque até os livros, até na história secular eles chamam de idade escura, a idade média, idade escura, época de superstição, época que não tinha esclarecimento, época que tinha poucas pessoas com estudo,
época dominada por uma igreja que não ensinava as pessoas, que não incentivava as pessoas, só o clero que podia ter entendimento, então nós temos assim um período da história da igreja que realmente foi muito escuro,
e a gente pode comparar em vários sentidos ao período do cativeiro, que foi um período em que Deus permitiu que a igreja, como o seu povo de Israel no velho testamento, fosse levado, fosse perder, não perdeu,
você pode achar pessoas maravilhosas em todas as épocas da história da igreja, todas as épocas, nas piores épocas, havia pessoas que buscavam a Deus, havia pessoas com paixão por Deus,
você pode achar jóias, você pode achar pessoas maravilhosas na igreja católica, fora da igreja católica, em todas as épocas da história da igreja, você encontra pessoas maravilhosas,
mas estou falando sobre a situação da igreja no geral, durante o período da Idade Média tinha pouca gente, pouca disponibilidade de conhecimento e de maneira geral a igreja tinha perdido a sua herança,
tinha perdido a sua prática, então, num certo sentido, a igreja já passou pelo cativeiro a partir de vários movimentos dentro e fora da igreja, a partir de vários movimentos, a reforma esse ano de 2017,
estamos comemorando 500 anos da reforma, mas a reforma começou antes de Lutero, 200 anos antes de Lutero, já tinha reformadores, mas de qualquer forma foi uma data muito significativa, 31 de outubro de 1517,
quando Lutero colocou as teses na porta da catedral, então é uma data muito importante, esse ano 500 anos disso, isso é uma data significativa, e tem outras datas significativas em 2017,
então Deus gosta de datas, ele observa datas, ele faz coisas de acordo, depois a gente vai estudando a história, a gente descobre que muitas coisas aconteciam dentro de datas específicas,
mas ao mesmo tempo Deus gosta muito de surpresas, aqui eu posso fazer todos vocês lembrarem de 1999, quando todo mundo falava que a virada do milênio ia ser um caos, tudo ia dar errado,
que ninguém estava preparado, que o sistema mundial de defesa de computadores, tudo ia, vocês lembram disso, tinha muita previsão e não aconteceu, talvez porque algumas pessoas já estavam prevendo e alertando,
tem isso também, mas muitas coisas, nos anos recentes falaram de profecias em 2012, que aconteceu umas coisas em 2012, e tem muitas datas que as pessoas marcam e fazem, vai acontecer alguma coisa,
eu não posso dizer que vai acontecer alguma coisa em 2017, mas que é uma data significativa, é, e Deus faz coisas nessas datas, as luas de sangue também foi outra coisa que deu bastante conversa recentemente em 2015,
mas Deus não faz muitas vezes as coisas dentro da nossa previsão, então Deus sempre tem surpresas, a gente tem que caminhar com Deus, estar preparado em todos os momentos, mas voltando aqui,
então o cativeiro já aconteceu, porque nós estamos estudando o cativeiro, porque nós estamos seguindo a sequência, mas qual o significado, qual a importância para nós do cativeiro hoje, então eu só queria dar esse vislumbre, essa ideia geral,
para vocês entenderem o que que nós estamos procurando aqui, o cativeiro da igreja de perder sua herança e depois ter uma reforma e ter restauração, de muitas coisas serem restauradas,
o que aconteceu depois também do cativeiro na bíblia, essa parte histórica já aconteceu, mas o cativeiro que nós estamos vendo aqui tem muito a ver com o fim dos tempos,
porque o cativeiro é o último estágio numa progressão de juízos de Deus, Deus gosta de julgar, o que vocês acham, Deus tem prazer em julgar, porque o juízo anula o pecado, o juízo é necessário, mas Deus gosta de julgar?
Deus não gosta, a bíblia é muito clara sobre isso, até no velho testamento, Deus falava com Ezequiel, eu não tenho prazer, lembra desse texto em Ezequiel, eu não tenho prazer na morte do ímpio,
então Deus não tem prazer em exercer juízo, ele é um Deus que exerce juízo, mas ele não tem prazer nisso, se ele não tem prazer nisso, o que que ele faz?
Ele faz tudo possível pra evitar o juízo, o juízo está decretado, vai acontecer juízo, vai acontecer juízo, o apocalipse está aí pra gente entender, vai acontecer juízo mais uma vez e numa escala que a gente nunca viu,
e quando você estuda história, principalmente quem gosta de estudar história recente, segunda guerra mundial, holocausto, essa época, parece que tem um fascínio, não tem?
Uma época também terrivelmente escura, mas é uma época que a gente imagina, pode ter, eu e Maricela sempre conversamos sobre isso, quando a gente vê fatos, lê filmes, museus, qualquer coisa que fala sobre essa época,
que a gente começa a ver o que realmente aconteceu nessa época, a gente fala assim, é possível ter uma tribulação pior do que essa?
Porque todo mundo conhece, todo mundo já assistiu filmes, todo mundo já leu alguma coisa, se você realmente acompanha o que aconteceu e não foi num lugar só, tem fatos menos conhecidos, mas os japoneses, nas Filipinas, na Indonésia, na China, houve massacres, houve torturas,
quando a gente pensa no sofrimento que já houve, não só na guerra, se você for pensar na China comunista, se você for pensar na Rússia de Stalin, tanto sofrimento, tanta morte, tanta perseguição contra cristãos,
será que vai ter mesmo uma tribulação pior do que essa? É uma pergunta que cabe a gente fazer, mas a Bíblia fala, Jesus fala em Mateus 24, vai ter uma tribulação como nunca houve.
Então, se já houve tudo isso que a gente conhece, só no século 20, sem falar de outras épocas, que também já houve coisas muito terríveis, então a coisa vai ser muito negra mesmo.
Mas Deus não tem prazer. Nós precisamos enfatizar muito isso. A igreja, se a igreja vai ser uma testemunha, se a igreja vai cumprir o seu papel de avisar ao mundo que vem a segunda vinda, que vem juízo,
a igreja não pode ter prazer em anunciar isso. E tem gente que tem prazer, gente. Infelizmente, tem gente que tem prazer em falar, vocês não gostam do Evangelho, mas também Deus vai acabar com vocês.
Tem gente que parece que fala isso com a boca cheia, tem gente que, gente, isso não é Deus. Deus não fala assim. Deus nunca tem prazer em ficar pensando no juiz o que virá.
Então, se Deus não tem prazer no juiz, o que Deus faz para evitar o juiz? Então, isso que nós vamos ver aqui. Nós vamos ver como Deus trabalhou, ele falava com os profetas, vocês vão para o cativeiro, mas ele fazia tudo para eles não irem.
Então, essa é, é por isso que nós estamos estudando. Os últimos dias, o período dos últimos dias, os últimos, os últimos dias, o fim dos tempos, cumprem muitas profecias.
Muitas profecias que já foram cumpridas, serão cumpridas de uma maneira mais completa. Então, tem muita coisa que já aconteceu, mas vai acontecer de uma forma mais completa agora.
E é uma coisa interessante, porque essa época fala do cativeiro, o cativeiro era todo o povo de Deus sendo levado para o cativeiro.
Na época em que nós estamos vivendo, vai haver uma espécie de divisão. Deus vai julgar o mundo e vai julgar a igreja, como ele julgou o povo dele no velho testamento.
Deus vai fazer isso. A gente não gosta de falar sobre isso. Nós oramos para que não aconteça. A Bíblia manda a gente orar pela paz, a Bíblia manda a gente orar.
Deus nos dá mais tempo. Nós vamos ver isso na história que vem pela frente em Judá. Deus mandou um Ezequias e principalmente o cara que mais representa o último avivamento, a última chance que Deus deu para Judá, foi o rei Josias.
Foi o último rei bom da nação de Judá. E foi um avivamento, ele fez uma limpeza, ele foi atrás de idolatria, ele foi atrás de tudo que Deus não gostava, fez uma limpeza, fez um retorno para Deus.
Uma coisa que, mas mesmo assim, o juízo veio. Mas muita gente que ia ser julgado por Deus, muita gente que ia ser julgado assim, ia perder a sua herança em Deus, foi restaurado com Josias.
Então, esse é o nosso desejo. Ao mesmo tempo que vem cativeiro, que vem juízo, vem também um período que a igreja vai brilhar. No meio de toda essa escuridão que vem vindo, a igreja vai brilhar.
Então, estou dando todo esse cenário para vocês entenderem que é um pouco diferente dessa época, mas tem muita coisa que a gente pode aplicar. Ok? Deu para ter uma ideia. Então, nós vamos começar.
Nós vamos ler uma parte do capítulo 17, segundo Reis 17. Vamos ver o que a Bíblia fala sobre esse último rei, Oséias. E aí já vai entrar nesse discurso que não tem nada tão completo assim.
Tem partes em outras partes da Bíblia, tem profetas, tem outras partes nos livros históricos, mas esse é o capítulo mais completo para descrever as causas do cativeiro, porque que chegou nesse ponto que Deus não queria que chegasse.
No 12º ano de Akaz, rei de Judá, começou a reinar Oséias, filho de Elá. Como é que Oséias chegou no poder? Quem que foi o rei antes dele? Peca. Como é que Peca morreu?
Assassinado. Assassinado por quem? Por Oséias. Ok? Então, Oséias não é filho de nenhum rei, ele é de uma outra família e ele está no poder porque ele matou o anterior.
Outra coisa que a gente tem falado muito. Por que Deus permitiu que matasse Peca? Porque Peca pecou, porque Peca foi muito mal. Por isso que Deus permitiu. Mas Deus gostou que Oséias matasse Peca?
Gente, é uma coisa muito engraçada. Se a gente for olhar assim, Deus fala assim, com Jeú, mata toda a família de Iacabe. Aí Oséias vem e fala assim, eu vou julgar a casa de Jeú porque ele derramou muito sangue.
Não é nada. O senhor manda matar e depois fica bravo comigo porque eu matei. Mas a gente já falou sobre isso, então se você quiser saber um pouco sobre esse paradoxo, não vou entrar nisso agora, mas Deus usa instrumentos para exercer juízo.
E eu acho que a aplicação, você pode aplicar isso nas nações, um governo que acaba com outro. Existem governos que caem para a revolução. Hoje não é tão comum isso, mas tem muita briga política nas igrejas, isso acontece em empresas, isso acontece na igreja, muito na igreja.
Então, por que Deus permite? Vamos falar sobre igreja porque é mais pertinho da gente. Por que Deus permite uma divisão na igreja? Por que Deus permite brigas? Por que Deus permite que se levantem pessoas que contestam a autoridade, que criam divisões, que levam pessoas e formam uma outra igreja?
Por que Deus permite isso? Deus permite porque a igreja como todo, a liderança da igreja não está sendo fiel a Deus, porque quando Deus, quando a liderança, quando a igreja está buscando a Deus, tem unidade, em torno de Jesus não tem divisão.
Mas aí então, tem uma divisão. Deus permitiu porque, cada situação tem sua história particular, mas Deus permite uma divisão porque as pessoas não foram fiéis.
Ah, então Deus está a favor da divisão. Deus está a favor do grupo que muitas vezes o grupo que sai, que forma uma outra, é um grupo que talvez seja até mais sério com Deus, está buscando mais a Deus.
O que a gente aprende aqui? Que a pessoa que exerce esse juízo, mas com motivação errada, ela é julgada por Deus. A igreja, isso aí gente, é uma história que já repetiu literalmente milhares de vezes na história da igreja.
Gente, aqui nós somos um grupo pequeno. Quantas divisões cada um de vocês não viveu já? Eu acho que tem pessoas aqui que já passaram por três, quatro, cinco divisões na sua vida.
Agora, isso na cidade americana, imagine isso multiplicado por todo o Brasil, por todo o mundo. Gente, tem divisões. Ninguém nem sabe quantas igrejas existem. Eu vejo falando assim, tem mais de 30 mil denominações hoje.
Gente, 30 mil é um número muito baixo. Só em americano deve ter quantas que só existem aqui. Não tem fim. É um processo que não tem fim. Então, só resumindo, Deus permite divisão muitas vezes por causa de falhas da liderança, mas a pessoa que causa, as pessoas que causam divisão, elas vão ser julgadas depois.
Então, tome cuidado, porque Deus permitiu que Ozeias usurpasse o trono, mas depois chegou o dia de Ozeias. Isso você pode ver em todas as histórias. Isso é contínuo, ok? Então, só para lembrar esse fato.
Então, Ozeias começou a reinar. Nove anos reinou sobre Israel em Samaria. Versículo 2. Fez o que era mal aos olhos do Senhor, contudo não como os reis de Israel que foram antes dele.
A gente não sabe porque que Ozeias ganhou um. Não foi um elogio, mas foi uma condenação menos severa. Porque, inclusive, é o único rei que não fala que andou nos caminhos de Jeroboão.
Ele deve ter andado, mas não fala aqui. Porque ele fez o que era mal aos olhos do Senhor, mas não como os reis antes dele.
Então, a Bíblia não explica, a gente não sabe o que ele fez de menos mal diante de Deus, mas ele não foi tão mal aos olhos do Senhor como os reis de Israel que foram antes dele.
Mas, na verdade, nós só temos um fato registrado sobre Ozeias. E é também uma coisa importante para a gente observar.
Contra ele, versículo 3, subiu Salmaneser, rei da Síria. Ozeias ficou sendo servo dele e lhe pagava tributo. Isso não foi o começo do domínio da Síria sobre Israel. Já tinha acontecido antes, nós já estudamos isso. Inclusive, até uma parte do cativeiro aconteceu aqui nesse rei Peca.
Aquele rei Tiglate Pelezer veio e levou, não levou todo mundo, mas levou bastante gente embora para o cativeiro já aqui nesse reinado anterior.
Então, talvez, Ozeias não estava querendo continuar pagando tributo, então veio Salmaneser, rei da Síria, e Ozeias ficou sendo servo dele e lhe pagava tributo.
Versículo 4. Porém, o rei da Síria achou em Ozeias conspiração. Tem traduções que falam assim de que traição. O que é traição? Traição é não ser fiel a um acordo feito.
Você faz uma aliança, você faz um acordo, então eu prometo que todo ano vou pagar tanto de tributo. Mas sem falar, sem chamar, conversa, sem revogar o contrato,
Ozeias faz uma coisa traiçoeira, ele faz uma coisa escondida. E o rei da Síria ficou sabendo. A gente sempre compara com os tempos de hoje.
Alguém teria mandado uma mensagem para o celular, ou tem câmaras de vigilância, sei lá, teria alguma coisa tecnológica para descobrir. Naquela época, apesar de não ter nenhum desses recursos, o rei da Síria ficou sabendo.
O que ele ficou sabendo? Que o Ozeias enviara mensageiros a So, rei do Egito, e não pagava o tributo anual ao rei da Síria como antes.
Quer dizer, não pagar era fácil, ele descobriu. O pagamento não chegava. Mas ele descobriu que ele foi tentar pegar apoio de um outro rei, de uma outra potência, Egito.
Portanto, Salmaneser o agarrou e aprisionou na casa do cárcere. E por causa disso, versículo 5, o rei da Síria invadiu toda a terra, chegando a Samaria, Sitiua por três anos.
No nono ano de Ozeias, o rei da Síria tomou Samaria e deportou Israel para a Síria. Ele os fez habitar em Ala, em Gosã, junto ao rio Abor, e nas cidades dos Medos.
E a partir do versículo 7 ele vai começar a explicar por quê, por causa desse cativeiro. Mas eu só quero comentar, antes de prosseguir, eu quero comentar rapidamente sobre essa traição do rei Ozeias, que é o único fato que nós temos sobre a vida dele.
Ele tinha sido dominado pelo rei da Síria. Ele foi obrigado. O rei da Síria não foi um acordo voluntário. O rei da Síria veio e obrigou Ozeias a se comprometer a mandar um valor alto em tributo todos os anos para o rei da Síria deixá-lo em paz.
E ele concordou com esse acordo e depois, unilateralmente, ele foi buscar uma outra solução. O que eu quero chamar a atenção para isso?
Na verdade, muitos anos depois, lá com Judá, o último rei de Judá vai fazer a mesma coisa. Zedekias faz a mesma coisa. Ele tinha sido obrigado a ser servo do rei de Babilônia e, de repente, ele não quis mais.
E esse foi o estopim. Nos dois casos, foi exatamente a causa imediata, foi o que aconteceu para que o rei viesse e destruísse Samaria, depois Jerusalém, na mesma situação, e depois levasse o povo para o cativeiro.
Então, a gente pode analisar da seguinte forma. O rei da Síria representa uma força opressora, não é de Deus, Deus permitiu, mas não é uma força que vem de Deus.
A Bíblia não relata o que foi na cabeça de Ozeias, mas eu vou só sugerir uma possibilidade. Ozeias não foi tão mau como os outros reis. Sabe que ele tinha, quase todos os outros reis, mesmo que andavam nos caminhos de Jeroboão,
os outros reis, eles mantinham, era uma mistura. Eles andavam nos caminhos de Jeroboão, tinham idolatria, tinham outras práticas que Deus não tinha mandado, mas eles temiam a Deus também.
Eles não abandonavam totalmente a Deus. E essa situação é muito importante para a gente analisar a situação da igreja hoje, a sua situação, a minha. Porque a gente fala que quer ser fiel a Deus, mas a gente mantém coisas na nossa vida que não são o que Deus queria.
Então é uma mistura. Essa mistura não é só dos outros, essa mistura é nossa. Mas ela pode ser vista talvez mais, talvez seja mais fácil observar em igrejas que pregam a palavra de Deus, mas pregam outros costumes, outras coisas,
as coisas vêm juntos. Não precisa ser muito estudado, não precisa pesquisar muito para saber que as igrejas, de maneira geral, mas principalmente essa onda forte de igrejas neopentecostais, eu estou falando disso, mas eu não quero tirar o foco da gente.
Eu só estou querendo sim, porque é mais fácil a gente ver. Depois que você ver o que tem lá, você tem que aplicar para você, porque o erro não é só deles. Pode ser numa escala menor, mas nós temos os mesmos problemas.
Então eu não estou falando isso para criticar, eu estou querendo mostrar que esse tipo de mistura existe em todos nós. Então a gente fala, a gente prega a mensagem do Evangelho, a gente fala que Jesus morreu na cruz, a gente fala da base da salvação, a gente fala que nós somos pecadores,
só somos salvos pela graça de Deus, mas no meio da nossa prática e até no meio da nossa pregação, nós usamos muitas outras coisas.
Essa mistura de práticas de outras nações, nós vamos ver depois a lista que Deus coloca aqui. Por que chegou ao ponto de ter que ir para o cativeiro? Deus colocou uma lista grande aqui nesse capítulo.
Então, o Zéias pode ter pensado assim, "Puxa, eu não preciso, eu não devia ficar obedecendo esse rei da Síria, em nome de Jesus, eu repreendo o rei da Síria, em nome de Jesus, eu não vou me sujeitar mais".
O que ele faz? Ele quebra uma aliança e Deus não fala que a gente tem que obedecer só, a gente não pode fazer aliança com outros povos nem com outros deuses, a gente não pode fazer.
Mas aquilo que é feito, não no sentido de outros deuses, mas aquilo que é feito, você não pode quebrar unilateralmente, Deus é muito sério sobre a questão da nossa palavra, do nosso compromisso, dos acordos que nós fazemos.
Então, Sovô, tem vários lugares que falam sobre isso. O que o Zéias poderia ter feito? Ele quebrou a aliança com o rei da Síria e foi procurar ajuda onde? Com o Egito.
Melhorou a questão? Não, porque é idêntico. Mas o que o Zéias poderia ter feito? Ele poderia ter pedido a Deus, e na verdade depois vai ter um exemplo mais clássico disso, que o rei Ezequias, ele também começou, rei Ezequias que vem depois dessa época, logo adiante, ele também fez um acordo com o rei da Síria.
Mas depois o rei da Síria queria mais ainda, e aí Deus tem toda uma história com o rei Ezequias de livramento. Então, o Zéias poderia ter buscado ajuda de Deus, então ele cometeu dois erros, ele quebrou uma aliança sem justificativa, sem buscar uma ajuda de Deus para isso.
Essa opressão do rei da Síria era muito ruim? Sim. Era vontade de Deus, que o povo de Deus fosse submetido a esse tipo de opressão? Não, não era essa a perfeita vontade de Deus, mas Deus havia permitido por causa do pecado.
Então para nós nos livrarmos das opressões, e aí sim a gente pode falar, lógico tem muita coisa assim que não dá para aplicar exatamente, mas se nós estamos debaixo de um governo opressor, nós podemos pedir a Deus, Deus livra-nos dessa opressão.
Mas como nós vamos fazer isso? Essa é a questão, porque se for com essa metodologia, eu mato o rei anterior para eu sentar no trono, não vai trazer benefício nenhum.
Então tem muitas metodologias, tem muitas estratégias para sair da opressão, e aí tem vários tipos de opressão. Se você procura o livramento de Deus, o seu socorro tem que vir realmente de Deus.
Então vamos só, não vou ficar muito tempo nisso aí, mas eu acho que é o único fato que nós temos da vida de Joséus, então eu acho que falha a pena, a Bíblia não é um livro histórico como nós escreveríamos história.
Eu, por exemplo, que gosto de detalhes, se eu soubesse tudo que aconteceu na vida de Joséus, eu ia fazer um registro de tudo que aconteceu na vida de Joséus, porque eu ia querer saber tudo, eu ia querer fazer uma coisa completa.
Eu sou detalhista, eu gosto de detalhes, mas Deus não falou nada sobre os 9 anos, e tem outros que governaram mais tempo, porque você não tem quase informação nenhuma.
Deus coloca só as informações que são importantes para nós, por isso que quando a gente lê a Bíblia, nada, eu posso não entender porque que tal coisa está na Bíblia.
Tem muita coisa que eu não sei porque, mas que tem uma razão tem, e todas as coisas, todos os fatos, todas as aparentes contradições de fatos que tem na Bíblia, existem algumas, alguns probleminhas que são mesmo de cópias.
As pessoas que faziam cópias dos manuscritos, as vezes cometiam erros de números, isso não é inspirado por Deus, os erros humanos é só para mostrar para a gente que Deus usou pessoas falhas, Deus usou pessoas humanas para escrever a Bíblia.
Mas outras coisas que estão ali, por exemplo, a genealogia de Mateus que falta algumas pessoas naquela genealogia, tem razões para isso, não foi Mateus que esqueceu, existem razões para isso.
Então todas as coisas que tem na Bíblia tem uma razão porque Deus inspirou o registro dos fatos pertinentes. Então o fato pertinente da vida de Euseias, esse juízo de Deus que viria, já tinha sido decretado, Deus já tinha falado com Euseias.
Vocês não foram fiéis à Aliança, vocês te dei muitas chances, mas vocês não aceitaram, então vai acontecer, chega um ponto que não tem mais virada, isso outra vez a gente vê em Jeremias.
Teve um ponto, eu não lembro o capítulo, mas teve um ponto em Jeremias que Deus fala com Jeremias para não orar mais, para que o povo não vá para o cativeiro.
Você para de orar, não adianta orar. Eu espero que esse ponto não tenha chegado na nossa época.
Agora tem coisas que já foram determinadas, vão acontecer, pode atrasar, Deus pode nos dar mais tempo, mas tem coisas que vão acontecer, está na Bíblia, vão acontecer.
Mas o nosso papel como igreja, como eu falei, não é falar "Deus vai julgar Jonas", parece que ele tinha prazer em falar que Deus ia destruir Nineveh e Deus não tinha prazer em destruir Nineveh.
Então qual o fato que nós tivemos a tentar na vida de Euseias? É que ele quebrou uma aliança, isso é muito importante.
Lógico que eu não estou querendo defender que quando nós estamos debaixo de algum tipo de opressão, de algum tipo de situação que Deus não quer, que a gente precisa simplesmente ser passível a aceitar, não estou falando isso.
Mas nós podemos saber como buscar o livramento. Tem muitas coisas, muitas maneiras erradas, tem horas erradas. Quando o povo foi pra Babilônia, Deus mandou falar pelo profeta "Gente, vocês vão ter que ficar em Babilônia agora, não adianta querer voltar, não é hora, busque a paz da cidade onde vocês vão morar".
Então tem muitas situações que dependem do tempo, depende da maneira, então vamos ver Ezequiel 17, o que ele fala sobre uma outra situação, mas é igualzinha a essa, Ezequiel 17.
Vamos começar no versículo 11, "Então veio a minha palavra do Senhor, diz-se agora a casa rebelde, não sabéis o que significam estas coisas? Diz-se, veio o rei de Babilônia a Jerusalém e tomou seu rei".
Esse não era o último rei que ele está falando aqui, acho que era o penúltimo, mas não era o último rei ainda. "Então veio o rei de Babilônia a Jerusalém e tomou seu rei e os seus príncipes e os levou consigo pra Babilônia.
Então tomou um da semente real", que era Zedekias, "fez aliança com ele e o ajuramentou e removeu os poderosos da terra, para que o reino ficasse humilhado e não se levantasse, embora guardando a sua aliança pudesse subsistir".
Então vocês entenderam o que ele está descrevendo? "Então veio o rei de Babilônia, pegou o rei de Judá, que estava naquele momento, levou pra prisão, levou nobres, acho que foi nessa época que Daniel foi pra Babilônia, foi a primeira leva que foi pra Babilônia.
E o rei de Babilônia colocou um descendente de Davi, um descendente da família real, Zedekias, e colocou no trono e fez ele jurar que ia ser bonzinho, que ia obedecer, que ia ser, ele ia ser um servo, ele não ia ser um rei que mandasse, ele ia ter que ser um rei que aceitasse ordens superiores.
Ah, mas Deus não quer isso. Deus não quer que a gente obedeça o rei de Babilônia. Mas nesse caso, por que eles estavam nessa situação? Então o que eu quero dizer, tem uma aplicação muito simples.
Quando as coisas na política vão mal, o que que todo mundo faz? Ah, nós temos que mudar o governo, nós temos que fazer um movimento, nós temos que fazer manifestações, nós temos que... tudo tem coisas, democraticamente são perfeitamente lícitas e certas.
Mas quando a igreja... eu fico abismado com a igreja. Eu fico abismado com as manifestações de pessoas da igreja. Eu não fico assustado com as pessoas da sociedade.
O que as pessoas da sociedade podem fazer? É movimentos dentro da política e tal. Mas o que que a igreja tem que fazer? A igreja não faz como as outras nações. Nós fazemos isso. Nós fazemos como as outras nações.
O que que tinha que ser diferente? Nós tínhamos que entender a questão da causa. Por que que o rei de Babilônia aqui, ou porque que o rei da Síria está dominando sobre nós?
Por que que nós, como povo de Deus, ou como povo brasileiro, por que que nós não temos liberdade? Por que que nós estamos sendo submetidos a tanta vergonha? Não é isso que a gente sente?
Porque no Brasil, eu acho que todo mundo sente vergonha. Vergonha do que está acontecendo, vergonha da corrupção, vergonha das cadeias, vergonha. A gente fala com pessoas de fora e as pessoas, às vezes, quem tem interesse...
Tem umas pessoas que nem sabem que o Brasil existe, mas tem pessoas que procuram saber e tal. Meu filho André, ele tem uns vizinhos que se interessaram muito pelo Brasil porque são vizinhos do André.
Os holandeses ficam perguntando e pesquisando. Mas por que? Por que que acontece isso? Por que que vocês fazem assim?
Então, as pessoas da sociedade, elas perguntam e têm as respostas e têm as reações. É perfeitamente normal. Mas o que que a igreja deveria fazer?
A igreja sabe que a situação do Brasil não é por causa do partido político, não é por causa do político A ou político B, não é por causa dos juízes, não é por causa das facções, não é por causa disso.
A situação do Brasil é por causa de nós. A situação de todos os países, a situação do mundo é porque a igreja não está ocupando o seu lugar. A igreja não está sendo fiel.
Então a resposta, ele fala assim, então vocês precisam se submeter. Se submeter a um governo opressor. Mas é isso que Deus quer?
Não, Deus não quer isso, mas tem uma outra saída. A outra saída é arrependimento, é voltar-se para Deus. É assim, Deus nos livra, Deus manda socorro, tire esse governo daqui.
Nós temos recursos espirituais, mas nós entramos na mesma linha de pensamento, nós achamos que nós vamos resolver o problema através de coisas superficiais.
E a gente está há pouco tempo, mas nós já vimos que mudança de governo não significa mudança de situação real para nós. Eles podem até dar uma livre de uma coisa ou de outra, mas a situação real, ela existe ainda. Nos Estados Unidos, todo mundo ficou, nós podemos mudar, precisamos colocar um cara diferente.
E como acharam um cara diferente? Mas isso não vai mudar a situação real. Está dando para entender? Então o que Deus fala aqui? Então o profeta está falando, então veio o rei de Babilônia, Deus está permitindo isso porque o povo está desobediente, porque o povo não está sendo fiel a Deus.
Então ele permitiu, tudo isso é permitido por Deus, não é coisa que Deus gosta, não é coisa que Deus quer, essa não é a nossa herança, isso não é o que Deus quer para a igreja, isso não é o que Deus quer para o Brasil, isso não é o que Deus quer para lugar nenhum, não é.
Mas Deus fala assim, olha, está aí, está a situação, aí o cara faz o juramento, o novo rei, e o rei fala, olha, se você for bonzinho, você vai poder viver em paz, é isso que ele fala no versículo 14, porque o rei não ficasse humilhado, não se levantasse, embora guardando a sua aliança, pudesse subsistir, você pode ter a sua vida.
Claro que não é uma vida boa, claro que não é a herança que Deus tem para nós, mas poderia continuar e buscar de Deus para reverter a situação.
Mas o que ele fez? Versículo 15, ele se rebelou contra o rei de Babilônia, enviando os seus mensageiros ao Egito, ele fez a mesma coisa que Oséias fez, isso aqui vai acontecer cento, eu estou lendo aqui em Ezequiel, isso é cento e cinquenta anos depois, a gente repete a história, nós estamos fazendo a mesma coisa hoje, está tudo aqui, faz, Deus fala assim, isso é pior, não, ele faz a mesma coisa.
Zedekias não devia saber que cento e cinquenta anos antes, o seu parceiro, o seu compatriota lá, Oséias fez a mesma coisa e se deu mal, ele devia saber disso, eles tinham esses relatos, eles tinham esses relatos históricos, mas ele faz a mesma coisa, ele se rebelou contra o rei de Babilônia, enviando os seus mensageiros ao Egito para que ele mandasse cavalos em muita gente.
Prosperará, agora olha a pergunta que Deus faz pelo profeta, prosperará ou escapará aquele que faz tais coisas? Que coisas? O quebrantará a aliança e escapará? Mas gente, é uma aliança com Babilônia, aliança feita com Babilônia não tem valor, não, Deus não fala isso, ele não fala isso.
Era para mudar essa situação, era, Deus queria que o povo ficasse incomodado, perturbado com a situação, Deus queria, Deus não estava querendo que todo mundo achasse bom, não é isso que eu estou falando.
Não é aceitar uma situação ruim na igreja, no país e falar não está tudo bem, eu não estou falando isso, mas não é assim que a gente muda a situação, então ele fala, ele vai escapar se ele faz tais coisas ou quebrantará a aliança e escapará?
Versículo 16, tão certo como eu vivo, diz o Senhor Deus, no lugar em que habita o rei que o fez reinar, cujo juramento desprezou, cuja aliança quebrantou, sim, com ele no meio de Babilônia certamente morrerá.
E foi o que aconteceu com Zerequias, né? Como ele quebrou essa aliança, o fim de Zerequias foi a morte e foi o cativeiro. Então eu só queria mostrar essa situação paralela que revela exatamente o que aconteceu com Oséias, ok?
Só vou mostrar pra vocês, nosso tempo acabou, mas só queria dar uma olhada rápida no que nós vamos ver na próxima aula, se eu conseguir achar.
Então, na parte que começa no versículo 7, segundo o rei 17 em diante, ele vai dar uma lista de causas, só vou ler rapidinho essa lista pra vocês terem uma ideia, mas na semana que vem nós vamos voltar a falar sobre isso.
Ele vai versículo por versículo, ele fala uma porção de causas, depois ele começa de novo da outra lista, é uma coisa muito, assim, muito completa nesse capítulo 17.
Ele fala de outros deuses, ele fala de seguir os costumes das nações, todas essas coisas falam em outros textos, mas aqui tá tudo reunido num lugar só.
Então ele fala sobre o primeiro mandamento, não terás outros deuses além de mim.
Então a primeira coisa, outros deuses, seguir os costumes das nações, como naquela época Israel queria muito ser como as outras nações, Israel não queria ser diferente.
Desde pequeno a gente não quer ser diferente, na verdade, na escola a gente não quer ser diferente, no trabalho a gente não quer ser diferente, na sociedade a gente não gosta de ser diferente.
E tem um diferente que é muito ruim também, tem um diferente que não é o diferente que Deus quer.
Então eu sempre falo que a gente faz naquilo que era pra ser igual, Jesus por exemplo comia com os pecadores e tal, naquilo que era pra ser igual a gente não é, a gente não mantém relacionamento, amizade.
E naquilo que era pra ser diferente a gente não é, a gente não é igual da maneira que a gente deveria ser igual, e a gente não é diferente do jeito que deveria ser diferente.
Mas não é pra seguir os costumes das nações, tinha costumes que foram inventados, por exemplo, por Jeroboam, costumes inventados pelos reis de Israel.
Lugares altos, isso aparece em toda a história, nós vamos procurar lembrar um pouco sobre o que são os lugares altos.
Porque gente depois a gente vai tentar ver se, eu sempre peço a Deus, Deus dá-nos uma lista de hoje, o que que o senhor não gosta de, na igreja né, é Deus olhando pra igreja hoje.
Dá uma lista pra gente, Ele fez isso, Ele deu uma lista, Ele falou de tudo que estava desagradável, por que que aconteceu isso?
Deus não queria levar o povo pro cativeiro, Ele tirou do Egito e colocou numa terra que manda leite e mel, Ele não queria tirá-los de lá.
Por que que Deus vai tirar o seu povo da sua herança?
Então, quantas coisas a gente faz exatamente ao contrário do que Deus quer, Deus mostra pra nós o que o senhor não gosta.
Será que é tão difícil a gente achar isso? Será que é tão, será que nós vamos ter tanta dificuldade pra achar o que Deus não gosta?
E outra vez, a gente troca naquilo que a gente não devia ser igual ao mundo, a gente é, e naquilo que a gente devia ser diferente, a gente não é.
Então, lugares altos, ídolos, baal, principalmente baal, depois vem muito sim, colunas e postes ídolos, ou azerá, era outro aspecto.
Tudo fazia parte, mas eram aspectos diferentes, todo exército, todas as estreiras do céu eles adoravam, tudo isso que está no capítulo 17, segundo Reis, Ele vai citando essas coisas.
Eles ofereciam os filhos, o que é oferecer os filhos? Passar pelo fogo, alguns acham que nem sempre morriam, mas acho que na maioria das vezes era oferecer assim de morrer mesmo, os filhos, pelo fogo.
Que situação chegar nesse ponto de oferecer os filhos para poder ganhar prosperidade ou favor, nós, e isso a sociedade tem feito direto, mesmo na igreja.
Nós nos dedicamos a tantas outras coisas e deixamos nossos filhos de lado, é oferecer os filhos aos deuses deste mundo.
E em último lugar, ocultismo, magia, então essa é a lista, nós vamos falar um pouco, nós vamos ler e falar, só queria dar esse vislumbre e a outra relação, depois se alguém não copiou tudo se quiser, mas a gente vai continuar domingo que vem.
Mas esses são os recursos divinos que ele cita nesse capítulo, lembra que eu falei assim, Deus não queria levar para o cativeiro, então o que Deus faz para que eles não fossem para o cativeiro?
Principalmente os profetas, ele mandava advertências proféticas, o profeta falar não dói, ele fala, é o primeiro recurso que Deus usa, ele manda advertência profética, não é sofrimento ainda, mas a gente não gosta de ouvir, a gente não gosta.
Aflição, ele não especifica, mas algum tipo de aflição, se as pessoas não escutam ele manda aflição, depois ele manda saqueadores e finalmente o cativeiro.
Vamos orar? Senhor, nós queremos que o senhor fale conosco com uma igreja do século XXI, queremos que o senhor mostre para nós quais são as coisas que nós insistimos em manter como parte do nosso culto, como parte da nossa prática,
como parte da nossa vida que faz parte dessas coisas abomináveis ao senhor, porque não é possível que o povo naquela época tivesse tantas coisas que eles não conseguiam largar, não deixavam, eles não deixavam de temer o senhor, de reconhecer o senhor, mas eles mantinham todas essas coisas juntos.
Pô Deus, e nós estamos fazendo a mesma coisa. Senhor, nós queremos realmente que o senhor levante uma igreja arrependida, pronta para receber o senhor, pronta para buscar o senhor nesses últimos dias.
Senhor, fala conosco, abre o nosso coração, ajuda-nos a entender quais são as coisas que o senhor abomina para que nós possamos atender o teu, a tua advertência, atender a tua palavra antes que seja tarde demais.
Senhor, nós pedimos isso, a bençoa a todos nós nesse início desse ano, ajuda-nos senhor, nós não queremos simplesmente fazer promessas de ano novo, mas nós queremos que o senhor mude a nossa vida senhor, de acordo com a tua perfeita vontade, em nome de Jesus, amém.

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