Compreender e aplicar corretamente profecias sobre o final dos tempos já é bem complexo e depende totalmente da ação do Espírito Santo para abrir nossa mente, assim como Jesus abriu a mente dos dois discípulos no caminho de Emaús em Lucas 24. Entender como os acontecimentos do passado podem sinalizar o que vai acontecer no futuro é ainda mais delicado, e precisamos sempre de muito discernimento do Espírito e a confirmação de outros textos proféticos. Há um consenso entre muitos servos de Deus de que o livro de Ester aponta para o tempo do fim. De acordo com outras profecias bíblicas, haverá semelhanças e diferenças. Que Deus nos ajude e nos dê mais e mais clareza para entender o nosso tempo no plano dele!
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18/02/24 – Ester 9 e 10 – Baixardo áudio.

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Transcrição
Estamos já no finalzinho do livro de Ester. Já falei isso há umas três ou quatro aulas que estamos finalizando.
Eu acredito que hoje vai finalizar mesmo. Nós estamos desde a aula passada falando agora sobre algumas lições que nós podemos tirar do livro de Ester.
É um relato histórico, é um pouco diferente de outros relatos históricos nas escrituras, principalmente porque não menciona o nome de Deus, não menciona o templo, a lei, sinagogas, culto a Deus, não é só o nome de Deus que não menciona.
Então tem uma característica diferente porque fala muito sobre as ações de Deus sem falar do nome dele, então é uma maneira bem interessante de fazer isso.
Mas é um relato histórico, mas ao mesmo tempo tem muitas lições, nós colocamos aqui na aula passada, nós colocamos quatro lições principais, quatro categorias de lições que nós podemos tirar.
Principalmente o primeiro é realmente, o livro foi escrito com certeza para mostrar, para fundamentar a razão de uma festa que foi iniciada por causa dessa história.
Não é uma das sete festas que estão em Levítico 23, mas é uma festa importante até hoje nas celebrações anuais do povo judeu.
Então o livro foi escrito, parece principalmente para isso, porque no último capítulo 9, fala muito sobre como essa festa foi instituída, que ela foi instituída, as pessoas começaram a celebrar, logo em seguida, mas depois Mordecai e a própria Rainha Esther confirmaram e instituíram a prática dessa festa.
Mas também tem esses outros aspectos que mencionamos e na aula passada nós só chegamos a falar desse primeiro motivo, dessa primeira lição, dessa primeira razão de ser do livro de Esther e falamos que em todas as histórias, em todos os textos bíblicos, você tem que descobrir qual é o ponto principal,
o que Deus quer falar através daquilo, porque foi escrito, a interpretação, a aplicação do livro ou de uma história ou de um texto, depende muito assim do porquê, porque que está ali, porque que Deus colocou ali, mas existem sempre várias outras lições, outras conclusões, outras aplicações que nós podemos tirar de um texto bíblico.
Então nós temos essas outras que não são de pouca importância, a parceria entre Esther e Mordecai, falamos bastante sobre isso durante o livro, ação escondida da soberania de Deus, nós temos mencionado isso, vamos só reforçar isso um pouco hoje,
mas nosso ponto principal na aula de hoje é falar sobre Esther como uma parábola, como um acontecimento histórico, existem vários exemplos disso, de outras histórias, Jesus usou a história de Jonas para falar de si mesmo, isso não significa que a história de Jonas não é verdadeira,
o tempo de Noé, o dilúvio aponta para o tempo do fim, a própria Páscoa, a libertação do Egito é sempre usado como princípio, como modelo, e tem vários paralelos com o tempo do fim no livro de Apocalipse,
então tem muitas histórias, acontecimentos reais nas Escrituras que não só mostram como Deus agiu, não só mostram o plano de Deus, Deus estava desenvolvendo um plano, então é muito importante entender como esse plano foi sendo desvendado passo a passo,
como o plano foi se abrindo, sendo desenvolvido, mas também porque alguns aspectos daquela história vão se repetir, vão ser aplicáveis para o tempo do fim, a diáspora, o cativeiro no tempo da Babilônia foi também assim um simbolismo,
foi um apontamento, uma sinalização de um tempo muito maior depois que o tempo foi destruído no ano 70, foi algo que foi um tempo de quase dois mil anos que o povo ficou fora da terra prometida,
então são vários acontecimentos que vão sinalizando aquilo que vai acontecer no fim, mas sempre assim não é exatamente igual, não vai repetir, não vai ser o povo no Egito por mais de 400 anos antes de ser liberto, não vai acontecer igual,
por isso nós precisamos de muita direção, muita sabedoria, muita revelação, muita comparação de outros textos bíblicos para entender de que maneira, que é o nosso assunto hoje, que maneira que este é pode ser entendido, o livro pode ser entendido como uma parábola,
como um simbolismo, uma sinalização apontando para acontecimentos finais, então vamos orar como sempre, nós precisamos de muita sabedoria de Deus, que Deus fale aos nossos corações iluminando, trazendo à luz coisas que estão escondidas aqui,
Senhor, nós reconhecemos que a Escritura, a Bíblia é um livro milagroso, é um livro que contém tantas coisas fantásticas, não é um livro morto, não é um livro que precisa ser simplesmente aplicado de uma forma legalista ou mecânica,
mas é um livro vivo, um livro que contém tua mensagem, é um livro que traz para nós tantas coisas que revelam nosso passado, revelam como o Senhor vem trazendo o plano de redenção,
mas também revela algo que nos espera, que nos prepara para os acontecimentos finais, por isso nós precisamos da Tua ajuda e dependemos de Ti, Senhor, pedimos isso em nome de Jesus, amém.
Então antes de passar para essa parte principal do nosso tema hoje, eu só quero lembrar que não vou elaborar muito sobre isso, mas é uma coisa fantástica, dá vontade de pensar e meditar muito sobre isso,
porque esse terceiro ponto que o livro de Esther mostra e como temos falado, não é que o livro de Esther foi escrito para isso, o objetivo principal foi para mostrar essa ação escondida,
mas não é algo de pouca importância e eu não sei se a pessoa, nós não sabemos se foi elaborado a partir de escritos de Mordecai, quem foi responsável por realmente redigir o livro de Esther,
mas não pode ter sido um acidente, não pode ter sido um acaso, simplesmente aconteceu de não mencionar o nome de Deus, o fato de explicar, de relatar um acontecimento tão tremendo,
tão uma virada de mesa, uma mudança repentina e inesperada, algo que poderia ter acontecido, estava tudo planejado, as coisas estavam caminhando para destruir, para aniquilar o povo judeu,
então como que isso, como que mudou isso, como é que foi transformada essa quase derrota numa vitória tão grande, sem mencionar o nome de Deus, então isso não foi algo por acaso,
então eu só vou reforçar isso, lembrando também nós já falamos que houve vários grandes livramentos de Deus na história do povo de Israel, houve muitos livramentos,
mas os que destacam mais é o êxodo do Egito, todas as pragas e como saíram do Egito e depois tudo que aconteceu de sobrenatural, maná no deserto, água da rocha, a nuvem que protegia, a coluna de fogo,
depois quando entraram na terra prometida com Josué, os muros de Jericó como caíram milagrosamente, Josué teve talvez considerado um dos maiores milagres da história quando o sol parou numa das batalhas lá,
então Deus fez livramentos sobrenaturais na história, com o rei Josafá, um exército enorme, eles nem pegarem armas, os inimigos se mataram uns aos outros,
Ezequias, a cidade de Jerusalém foi cercada pelo rei da Síria e o anjo do Senhor saiu e matou o exército inteiro, então houve vários livramentos sobrenaturais,
o retorno do cativeiro da Babilônia, Deus levantou o rei da Pérsia para fazer um decreto, então Deus agiu muitas vezes na história com intervenções, com milagres,
com Deus intervindo, Deus invadindo a história, o sistema natural de leis que Deus instituiu, Deus pode mudar, Deus pode fazer o sol parar, Deus pode mandar pragas e tirar as pragas,
tem muitas coisas assim, muitos milagres que Deus já fez e o livro de Apocalipse aponta pra milagres, pra coisas sobrenaturais no tempo do fim, mas o livro de Ester que foi um grande livramento,
foi uma intervenção de Deus realmente numa história que poderia ter terminado em tragédia, mas foi um livramento sim, a gente lendo o livro, olhando o que aconteceu, principalmente naquela noite que o rei não conseguiu dormir,
e aí ele foi ler sobre o que Mordecai tinha feito, aquela mudança, de repente o favorito, o queridinho do rei que era Amã, ele de repente viu o que Mordecai tinha feito e estava,
Deus preparou o caminho, Deus abriu o caminho e permitiu uma mudança total, aquilo que Amã pretendia fazer com o Mordecai e com o povo foi virado contra ele próprio, caiu o mal que ele desejou, o mal que ele planejou, caiu sobre ele mesmo e sobre todos os inimigos dos judeus,
mas isso aconteceu de uma forma, alguém olhando poderia pensar, não, mas foi uma coincidência, nossa, que sorte, que sorte que Mordecai teve, que sorte que o povo judeu teve, não foi sorte,
mas aparentemente Deus não enviou um anjo, Deus não mandou um profeta, Deus não fez uma intervenção clara, foi trabalhando nas circunstâncias, eu realmente não quero tomar muito tempo com esse tema,
eu quero, eu vou até escrever aqui, tem uma palavra que vem do hebraico, mas que os judeus até hoje falam, desenvolveram um princípio que é exatamente essa providência divina,
providência é Deus usando circunstâncias, é muito difícil para a gente colocar isso em palavras racionais, porque ou nós pensamos que Deus está longe, distante,
que ele não está nem aí com os nossos acontecimentos e cada um acontece uma coisa, um tem uma vida fácil, de conforto, começa ganhando dinheiro, sai bem em tudo, outra pessoa, tudo dá errado, nada vai para frente,
parece que tem uma maldição, enfim, essa distância de Deus e de não enxergar como Deus está agindo na vida individual e na vida das nações, nos acontecimentos mundiais, nos governos, nas direções,
então tudo isso às vezes é muito difícil da gente entender, e tem uma palavra, eu vou escrever aqui, lógico que eu não sei exatamente como pronuncia as palavras no hebraico,
mas a trans, porque eles têm outro alfabeto, mas a transliteração é assim, "hash gaha", esse "ch" pronuncia como se fosse dois "r", "hash gaha", algo semelhante a isso,
mas essa palavra, até fui ouvir algumas coisas, vocês podem pesquisar no YouTube, no Google com essa palavra, eu achei muito interessante a definição que os sábios judeus, judeus ortodoxos, judeus não messiânicos,
eles estudam isso, eles tiram essa conclusão das Escrituras e falam que é uma interação, olha só, a palavra em si significa olhar, supervisionar, a ideia assim que Deus está olhando,
que Deus está cuidando de tudo, que quando você fala assim, Deus está olhando, seu olhar está sobre sua vida, sobre os acontecimentos grandes e pequenos,
se Deus está olhando, ele não está olhando passivamente, ele está olhando e ele está atento, ele está vigilante, é Deus, como que Deus pode cuidar da vida de 7 bilhões, 8 bilhões de pessoas,
de cada pessoa, de cada nação, 200 e tantas nações, de etnias, de conflitos, de tantas coisas acontecendo ao mesmo tempo, como é que Deus está olhando e ele não perde o controle,
é como se os pais estivessem olhando, as crianças brincando e pode ter algum perigo, estão vigilantes, mas tem coisas que a gente não consegue evitar e Deus também, ele é todo poderoso,
ele é onisciente, ele sabe de todas as coisas, mas como que ele cuida, como é que ele protege, como é que ele pode fazer algo, cuidar de uma forma tão minuciosa e até que ponto que Deus cuida,
Deus está manipulando todo mundo, nós somos todos marionetes que Deus está controlando como robozinhos, ou Deus permite que as coisas aconteçam de acordo com as leis naturais,
é algo muito profundo e vai muito além da nossa aula e vai muito além do meu conhecimento, da minha capacidade de qualquer pessoa na verdade,
mas eu gostei muito sim da definição que os judeus colocaram para isso, que Deus sabe de todas as coisas, eles falam, Deus sabe de todas as coisas, mas ele não só sabe,
mas ele se engaja, ele tem uma ação que não é de manipular todo mundo, mas também não é de estar isento, ele não está olhando como assim quem ligou o motorzinho e deixou a coisa rolar do jeito que cada um quer,
Deus não largou o mundo, Deus não soltou as rédeas, mesmo nas mãos de Satanás, ele não soltou as rédeas de forma a perder a capacidade de intervir,
então eles colocam assim que esse "hashkahá" seria uma interação entre o criador e a criatura, cada um respondendo e interagindo um com o outro,
então essa descrição eu achei muito interessante e eu quero fazer uma leitura bem rápida que quero passar para o outro ponto, mas eu achei, os próprios estudiosos judaicos,
eles indicam o Salmo 33 como o Salmo que descreve, principalmente tem um versículo, eu vou falar do versículo primeiro, mas depois eu quero comentar rapidamente esse Salmo,
porque ele fala da soberania, do poder de Deus, mas fala dessa interação, então no Salmo 33, versículos 13 e 14, que é o ponto central sobre essa ideia,
Salmo 33, 13 e 14, fala que o Senhor olha desde os céus e vê a todos os filhos dos homens, da sua morada contempla todos os moradores da terra,
então aqui o Senhor olha, tem três vezes ele fala nesses dois versículos, três vezes ele fala sobre olhar, o Senhor olha desde os céus,
o Senhor vê a todos os filhos dos homens, não é só o povo escolhido, não é só um ou outro, ele vê todos, então o Senhor olha desde os céus,
ele vê todos e da sua morada, a minha tradução aqui fala, contempla, mas é essa palavra que mais ou menos tem uma raiz semelhante a essa palavra em hebraico,
eu coloquei aqui "hashkahá", que é um olhar, mas um olhar de supervisionar, um olhar que envolve, não um olhar passivo, mas envolve uma interação,
não é que Deus simplesmente puxa as cordinhas do robozinho ou liga o botão ou controla com controle remoto, não é algo mecânico, não é Deus controlando todas as coisas, todas as pessoas,
mas é uma interação, mas que envolve a sabedoria e o poder total do Criador que pode mexer com as coisas, o Provérbio fala que Deus pode inclinar o coração do Rei pra onde ele quer,
então só, eu não vou ter tempo pra ler o Salmo inteiro, mas eu quero chamar atenção a alguns versículos, mas vale a pena ler esse Salmo com calma, com meditação,
pensando sobre isso, o que que esse Salmo fala a respeito da soberania de Deus, a respeito da interação de Deus com a sua criação, o que que esse Salmo fala,
então no versículo 4, depois de falar sobre louvar a Deus nos primeiros três versículos, no versículo 4 ele fala que a palavra do Senhor é reta, é correta, é direita, não tem nenhuma tortuosidade, não tem nenhuma falha,
a palavra do Senhor é reta e verdadeira, quando muitas traduções colocam como verdade ou verdadeiro, geralmente tem uma relação com a palavra de fidelidade,
Deus é coerente, ele não faz as coisas por acaso, ele não é uma pessoa contraditória, uma hora faz uma coisa, outra hora faz outra, às vezes parece pra nós isso, mas não,
aqui está dizendo, a palavra do Senhor é uma linha reta, nunca tem desvio, nunca tem infidelidade, nunca tem falha, Deus não é injusto, Deus não é injusto de forma alguma,
e aí ele fala que o Senhor ama a retidão, a terra, olha o versículo 5, tem três vezes nesse capítulo, quem já ouviu em outras alas eu falando sobre uma outra palavra em hebraico,
que é "resed", que significa aquele amor de aliança, é um amor, mas é um amor que envolve relacionamento, e nós sabemos que Deus tem um amor unidirecional,
Deus ama, indiferente da resposta, indiferente da nossa reação, mas essa palavra "resed" fala muito mais a respeito de um amor forte,
muitas vezes essa palavra é traduzida como misericórdia, bondade, benignidade, muitas vezes tem essas traduções, mas é muito mais do que isso,
então o Senhor ama a retidão e a justiça, e a terra está cheia, a minha tradução aqui fala do seu constante amor, essa tradução é boa, porque essa palavra "resed" fala de um amor forte, incapaz de mudar,
incapaz de ser, sabe quando a pessoa ama, mas depois fica decepcionado e muda e perde o amor, como tantos casais ou tantas amizades, as pessoas falam "acabou, não sinto mais nada por aquela pessoa",
Deus não tem isso, é um amor constante, é um amor recíproco, é um amor de aliança, e aí no versículo 6 ele fala do poder criativo de Deus e da sua palavra,
pela palavra do Senhor foram feitos os céus, aquela palavra que Deus decreta em Gênesis 1, haja luz, haja separação entre os firmamentos, haja os astos, as estrelas, o sol,
então Deus cria com a sua palavra, isso mostra um Deus capaz de mudar qualquer coisa, é um Deus que jamais a sua vontade poderia ser contrariada,
porque é Deus que fez todas as coisas, basta Ele falar algo, basta Ele querer algo e dar a palavra e é feito, então esse aqui é o poder imenso, o poder soberano de Deus,
pela palavra do Senhor todos os céus foram feitos, os exércitos, versículo 7 "as águas do mar os abismos", versículo 9 "Ele falou, tudo se fez", e olha o versículo 10 "O Senhor desfaz o conselho das nações",
Ele quebranta os intentos dos povos, então Deus é capaz de interferir, Ele é capaz de mudar, de frustrar os planos malignos, como Ele fez nesse livro de Esther,
então o conselho, versículo 11 "O conselho do Senhor permanece para sempre os intentos do seu coração, de geração em geração",
então tudo isso falando a respeito da soberania de Deus, da capacidade de Deus, mas sempre precisamos entender que Deus não faz isso de uma forma, quando Ele age com o ser humano,
Ele não simplesmente decreta e obriga todo mundo a fazer, é por isso que nós estamos há tantos milênios depois do pecado, de história do homem na terra e ainda não temos o reino de Deus,
porque Deus poderia ter feito isso desde o início e Ele não fez, então aí o versículo 12 fala "bem-dito, bem-aventurada é a nação cujo Deus é o Senhor", então nem todas as nações, nem todas as pessoas, nem todas as igrejas, nem todos os sistemas tem realmente Deus como Senhor,
então isso mostra que tem essa liberdade, esse afastamento, essa escolha que as pessoas fazem, e aí vem os versículos que eu li no início,
o versículo 13 "o Senhor olha desde os céus", então Deus é esse Deus poderoso, soberano, Ele olha desde os céus, Ele vê a todos os filhos dos homens, então Ele enxerga, a Bíblia fala que o nosso coração é um livro aberto pra Ele,
Ele conhece tudo que está no nosso coração, cada pessoa, eu, eu não sei o que está no meu coração, eu preciso de Deus, o Salmista falou assim "sonda o meu coração, vê se há alguma coisa",
porque a gente não consegue ver o próprio coração, não é uma coisa ridícula como nós criticamos, como nós julgamos as outras pessoas, como se nós soubéssemos o que está no coração de uma pessoa,
seja da nossa família, seja da política, seja de uma religião, seja quem for, nós achamos que sabemos o que passa no coração,
e a Bíblia fala que nós não conhecemos nem a nós mesmos, quanto menos os outros, e Deus vê, Deus olha desde os céus, Ele vê todos os filhos dos homens, da sua morada contempla todos os moradores da terra,
porque foi Ele, versículo 15, foi Ele que formou o coração, mas Ele não formou, isso aí entra numa área muito polêmica, muito controverso assim de será que Deus já cria as pessoas com a programação,
como se Ele tivesse nos programado ou para aceitar ou para rejeitar, não, mas Ele formou o coração, então Ele sabe, Ele conhece a fiação dos mecanismos do coração,
Ele sabe como a coisa funciona, Ele lê o que está no coração, então Ele que forma o coração de todos eles que contempla todas as suas obras,
e aí Ele começa falando, segue falando que não há rei, que se salve com a grandeza de um exército, isso eu vou voltar nesse tema mais para o final, se Deus permitir essa aula, porque aqui Ele fala que ninguém se salva,
isso tem muitos salmos, muitos lugares, o exemplo que Deus deu tantas vezes com o faraó saindo do Egito, com o exército que veio contra Josafá, contra o rei da Síria que afrontou Deus no tempo de Ezequias,
então não há rei que se salve com a grandeza de um exército, e hoje nós temos essa luta de potências, a guerra fria durante décadas, quem que tem o maior arsenal nuclear,
e até mesmo quando nós vemos conflitos entre a Rússia e a Ucrânia, entre Israel e Ramás, nós temos sempre essa questão, quem é mais forte, então você já sabe quem que vai ganhar o conflito, quem vai,
só que os Estados Unidos, a maior força militar foi derrotado num país pequeno, o Vietnã, e sofreu derrotas no Afeganistão, etc, então não é a grandeza, não é a força de um exército que garante a vitória,
o cavalo é vão pra segurança, e aí olha versículo 18, "mas os olhos do Senhor estão sobre os que o temem, sobre os que esperam no seu réced", segunda vez fala sobre essa palavra, que é uma palavra de reciprocidade,
então esse Deus todo poderoso, esse Deus que cria, esse Deus soberano, mas ele está olhando e ele vai ser forte quando ele encontra pessoas que amem, que aceitem, que correspondam ao seu amor,
então sobre os que o temem, sobre os que esperam no seu constante amor, seu réced, para livrar suas almas da morte, para os conservar vivos na fome, a nossa alma espera no Senhor,
ele é nosso auxílio, nosso escudo, nele se alegra o nosso coração, pois confiamos no seu santo nome, então você percebe como essa providência de Deus, Deus ordenando as coisas, isso depende muito de uma interação,
é uma coisa misteriosa, ninguém, ninguém, os calvinistas, os armenianos, os estudiosos, os teólogos, os judeus, os cristãos, seja quem for, ninguém consegue realmente sondar esse mistério,
os filósofos, quantos filósofos ao longo dos milênios se debateram com isso, como é que, o que que faz uma pessoa escolher o bem, o que que faz uma pessoa escolher o mal,
então, mas ele fala sobre uma interação, sobre esperar no Senhor, eu não estou dizendo que o controle está nas mãos do homem, mas eu também não estou dizendo que Deus que poderia nos nos controlar,
que poderia tomar conta do nosso coração e direcionar para onde ele quer, que ele conhece o mecanismo interior da nossa mente, do nosso coração, mas aqui está dizendo que tem algo,
uma interação entre o Criador e a criatura, nele, versículo 21, se alegra o nosso coração, pois confiamos no seu Santo nome, seja o teu réced, oh Senhor, sobre nós, assim como em ti esperamos,
então, aqui resume essa interação. Então, eu só queria mais uma vez enfatizar isso que poderia ser muito mais explorado, muito mais aprofundado no livro de Esther,
de entender como que esse livro descreve a vida de Esther, a vida de Mordecai, a inclinação de Aman, o rei que era meio, não sabia muito assim, ele era muito facilmente manipulado pelas pessoas perto dele,
mas como que Deus agiu nessa situação, nesse contexto todo para preservar, voltando para o versículo 11 ou 10 e 11 que fala assim que Deus desfaz as intenções, os conselhos, os planos das nações,
então quando nós olhamos hoje e vemos intenções das grandes nações, das potências, a intenção da Rússia de dominar os países por perto, a intenção dos países do ocidente de se levantar contra a Rússia e não permitir,
tem tantas e tantas intenções, tantos ventos que sopram na política das nações, tantos conflitos e tensões entre China e Rússia e Irã e Oriente Médio e Ocidente e um país, um presidente, outro presidente, as forças políticas,
então tem muitos planos, mas Deus, nós não entendemos isso, mas embora ele não controle, embora ele não nos manipule como se nós fôssemos robôs, mas ele não perde o controle,
então é esse mistério que o Livro de Esther fala e é muito interessante, ok, então agora vamos começar a falar um pouquinho sobre o Livro de Esther como uma parábola dos últimos dias,
sobre o que que o Livro de Esther fala, como que nós podemos aplicar, como é que nós podemos entender que aquilo que aconteceu nesse livro com Esther, com Mordecai, com Amã, com Rei Assuero,
como que nós podemos aplicar isso, será que vai acontecer igual, o que que nós podemos deduzir, é claro que só olhando o Livro de Esther como livro histórico nós não vamos ter essas respostas,
nós temos que estudar o Livro de Esther como nós fizemos, entendendo bem o enredo, olhando assim os personagens, olhando para cada coisa que acontecia, que aconteceu naquela época e comparando com profecias,
comparando com o que nós temos nas escrituras de profecias claras apontando para o tempo do fim, então eu vou tirar algumas aqui, claro que eu não estou dizendo que essas são as únicas coisas,
o que eu estou deduzindo, concluindo as coisas certas, mas eu quero colocar as minhas análises, o que que eu consigo enxergar, tenho procurado ouvir de outras pessoas,
eu quero só mencionar que tem um ministério de judeus messiânicos em Israel e em outras partes do mundo que chama Ticum, que significa restauração, também assim os mesmos irmãos estão envolvidos num ministério que chama Revive Israel,
então é um ministério com Ashen Traitor, Ron Cantor, Eden Juster e vários outros irmãos, Eitan Shishkoff, vários irmãos que estão envolvidos, estão trabalhando juntos, estão em alianças juntos há muitos anos
e que estão em Israel buscando entender o que Deus quer não só mostrar, mas o que Deus quer fazer na vida deles e por meio deles e por meio da união com a igreja no mundo inteiro,
como que Deus pode nos preparar, preparar a todos para os acontecimentos finais e eles têm já há vários anos, não sei quando que eles começaram, mas eles fazem todo ano na época da festa de Purim,
eu acho, eu tinha olhado uns dias atrás, não sei se é 23, 24 de março que vai cair esse ano, eles fazem todo ano nessa época da festa Purim, a festa que celebra o livramento de Deus que é relatado em Ester,
eles fazem o que eles chamam de jejum de Ester, eles transmitem online, geralmente é durante 12 horas, durante algumas horas assim, eles fazem um jejum com oração, com louvor, buscando a Deus
e qual que seria o jejum de Ester? Por que eles proclamam um jejum de Ester? Então vamos olhar algumas coisas aqui, depois eu tento responder essa pergunta, eu tenho sempre acompanhado, mas estou ouvindo algumas palavras, algumas coisas que eles sempre colocam no YouTube nessa época,
então vamos ver o que eles e o que nós podemos enxergar no livro de Ester que vai apontar para acontecimentos finais e que vai nos ajudar como nós devemos nos preparar.
Então a primeira coisa que nós podemos tirar de semelhança, de paralelo, é que o livro de Ester começa, o primeiro versículo começa falando do rei da Pérsia e do Império Pérsia que controlava 127 províncias ou estados ou povos,
eles tinham um Império muito grande, maior do que tinha sido o Império da Babilônia, maior do que tinha sido o Império da Síria antes, até então era o maior Império que já tinha existido, mas depois vieram Impérios maiores ainda.
Mas o contexto, a narrativa de Ester é dessa cento e vinte, várias vezes, quando ele tirou a rainha Vasti, quando Amman fez aquele plano de matar os judeus, quando Mordecai se levantou e o rei permitiu que ele fizesse outro decreto para resistir a tentativa de matá-los,
todas as vezes depois na festa, no decreto das festas, então pelo menos quatro ocasiões no livro de Ester fala a respeito dessas cento e vinte e sete províncias, desse Império enorme, como eles tinham uma comunicação, falavam na língua de todos os povos, enviava tinha uma comunicação,
então todo mundo quando pensa nas profecias do fim, pensa sobre o governo do anticristo, um governo mundial, não sabemos, existem pessoas que defendem que o governo não será mundial,
mas é um sistema que vai, mesmo que não seja um governo, nós já estamos vivendo numa época em que tudo a gente fala assim, globalizado, globalização, porque existe a internet, porque existe comunicação,
porque existe sistemas de comunicação, essas redes sociais, existe toda essa interligação entre o mundo inteiro que vai formando, existem as mentiras que são propagadas pelo mundo inteiro,
então já existe algo semelhante, existe a ONU, as Nações Unidas, que reúne mais de 200 países, enfim, já tem vários sistemas que podem representar e é isso que o livro de Ester descreve,
então o cenário desses acontecimentos é de um sistema mundial, e eu até já li entre pessoas que não estão estudando a Bíblia, não são defensores da Bíblia, não são cristãos,
pelo menos não estão defendendo algo relacionado à Bíblia ou ao cristianismo, mas pessoas analisando que o grande centro de controle do mundo pode nem ser político,
porque quem controla, por isso tem esses gigantes das redes sociais, o Facebook, o Twitter, essas redes sociais que influenciam milhões de pessoas,
então o poder que está nesses sistemas pode até ser mais do que um sistema político, mas pode ser que o anticristo tenha um poder político,
então a primeira coisa é um cenário de um sistema mundial que faz um paralelo com o nosso tempo, a segunda coisa é Aman como evidentemente uma grande figura do anticristo, é interessante, não dá pra saber se isso vai se repetir,
o contexto livre de Ester aponta para algumas coisas no fim, mas não significa que é um modelo exato que vai acontecer igual, mas Aman ele não era o rei, ele conseguiu manipular o rei, mas ele não era o rei, então não sabemos exatamente como será,
já houve muita especulação que o anticristo poderia ser um líder religioso como o Papa, mas nós não sabemos exatamente como será essa influência,
mas o que caracteriza, eu acho que o sinal que nós podemos ver no livro de Ester, que é uma coisa que fala muito forte e que faz parte de um, claramente de um intento maligno, mencionamos isso já, não vou parar pra explicar melhor isso, mas tem um intento maligno,
Satanás sabe muito bem, sabe melhor do que nós sobre as estratégias de Deus, ele entendeu muito bem no jardim do Eden que a semente da mulher, da mulher que pecou, da mulher que ali no jardim do Eden,
a serpente conseguiu puxar o casal, o primeiro casal, para o lado dele, ele conseguiu envenenar a mente deles, ele controlou a mente da mulher e Deus falou que a semente da mulher iria esmagar a cabeça da serpente,
então Satanás sabe muito bem, ele lutou durante todo o tempo do primeiro testamento tentando acabar com a linhagem, com o povo, até Herodes ali no tempo do nascimento de Jesus,
matando todas as crianças onde Jesus tinha nascido, para tentar evitar a estratégia de Deus e agora como a estratégia de Deus é estabelecer o povo descendente de Abrão na terra da Palestina,
na terra de Canaã, na terra prometida para eles, Satanás sabe que é ali que vai ser a sede do governo de Jesus que vai acabar com todo o reino satânico, então ele luta contra isso com todas as forças,
então o que nós vemos no livro de Esther é esse ódio, um ódio terrível e as profecias de Daniel, as profecias do Apocalipse falam, Apocalipse 12 por exemplo fala que tem uma guerra no céu
e que Satanás vai ser expulso do céu e ele vem sobre a terra com muita ira tentando ainda reverter a situação, então o que nós precisamos ser bem atentos e nós vimos isso escancarado nesse último 7 de outubro,
eles se manifestaram, mas todos esses grupos, Hamas, Hezbollah, ISIS, Iran, os dirigentes do Iran, todos tem esse ódio implacável contra o povo judeu,
então esse é um grande sinal e o livro de Esther mostra como isso era o sinal característico como a identificação de Hamas.
Já falamos na outra aula sobre esses papéis complementares, isso é algo que não sei dizer como isso vai acontecer, mas eu vejo isso como muito significativo no livro de Esther,
os papéis complementares, Mordecai criou Esther, Esther foi escolhida como rainha, mas Esther continuava precisando dos conselhos de Mordecai,
principalmente aquela cena, aquele contexto em Esther 4 quando já tinha sido feito o decreto de Hamas, Mordecai estava em luto, cinzas, jejum, rasgando as roupas, lamentando, suplicando a Deus,
Esther estava no palácio na vida boa nem sabendo o que tinha acontecido, talvez não fosse culpa dela, mas ela nem sabia o que tinha sido determinado por Hamas e junto ao rei,
então Esther precisava, ela nunca teria entrado no seu papel se não fosse Mordecai falando, olha você foi escolhida, não para você ter uma vida boa, não para seu próprio prazer,
não para sua exaltação, você foi escolhida como rainha para essa hora para você arriscar sua vida e para você entrar na brecha, então vai ter esses papéis complementares,
não sei, a gente pode usar isso, judeus e não judeus, no caso de Esther não era, mas alguns talvez que estejam em situações de conforto, financeiro, posições boas,
o mundo ocidental que está tudo bem e Mordecai, a fúria de Hamas foi direcionado contra Mordecai, Mordecai era o alvo da ira de Hamas, então Mordecai chamou Esther,
você não pense que você deve ficar nessa vida boa, você precisa acordar, você precisa entrar no seu devido papel, então esse papel, esses papéis complementares,
a própria questão de homem e mulher, a mulher, a rainha, ela não tinha poder nenhum, mas Deus usou, Deus chamou Esther para ter uma posição importante de ação nesse caso,
então esses papéis complementares eu não sei exatamente como vai acontecer, mas com certeza no tempo do fim vai ter essa necessidade um do outro, não é um sozinho, Esther não poderia fazer sozinha e Mordecai não poderia fazer sozinho.
Número 4 entra exatamente essa questão que eu falei que nossos irmãos messiânicos estão sempre conclamando, não só no tempo da festa purim de Esther, mas essa necessidade de chamar o povo de Deus para uma assembleia solene,
para buscar de Deus uma solução, foi proclamado um jejum, nossa senhora é bom jejuar, nós precisamos estar orando, não, eles estavam dentro de uma situação de emergência,
eles estavam diante de um plano maligno com poucos meses de prazo e aí nesse caso foi a Esther que chamou Mordecai, chamou a Esther para tomar a frente, para agir e Esther chamou o povo para orar,
fazer, então eu vou, eu vou arriscar minha vida, mas nós precisamos orar, então a oração e o jejum é diante de uma situação que parece irreversível,
o importante para entender é que a situação, a emergência no tempo do fim vai ser muito maior, nós estamos vivendo essa situação de anti-semitismo, a própria guerra,
Israel continua sendo atacado pelo Hezbollah, por outras forças ligadas ao Irã, então já é uma situação de emergência, mas vai ser mais crucial, vai ser mais forte ainda
e a oração e o jejum é para que Deus intervenha, para que Deus haja e não tem um incentivo maior para orar do que você está numa situação de grande perigo
e quem vai orar não é só Mordecai que está sendo, que está em perigo, mas Esther que aparentemente está num lugar protegido e de conforto, ela precisa entrar nessa mesma luta,
então oração e jejum para reverter o plano maligno, então esse é o grande objetivo, a grande motivação da oração de jejum e jejum de Esther, é de orar para que Deus mude a situação,
outra coisa que vai acontecer no final é que vai haver também uma virada surpreendente, repentina e milagrosa, a ação de Deus é milagrosa por causa,
nesse pelo menos no livro de Esther, não de uma coisa visível, não houve um milagre sobrenatural, foi milagroso porque como que o rei poderia de repente mudar a sua opinião e a sua visão de Aman,
era uma coisa que parecia impossível, Aman tinha conquistado o coração do rei, estava tudo encaminhado, tinha inimigos dos judeus em todas as partes do império,
como é que eles iam mudar isso? Então houve uma virada, houve uma virada repentina, surpreendente, ninguém poderia ter esperado, o próprio Mordecai, Esther, eles não tinham como imaginar o que iria acontecer ou como iria acontecer,
o que Esther fez foi assim, eu eis-me aqui, eu vou diante do rei para pedir misericórdia, para pedir uma mudança, mas ela não sabia como que ia acontecer,
não sabia nem se ela mesma seria condenada à morte por tomar aquela iniciativa, então foi uma virada surpreendente, repentina, dentro de um dia as coisas estavam mudando totalmente,
de figura, Deus pode mudar as situações de uma hora para outra, então é por isso que nós precisamos orar.
E no fim, o que aconteceu no final de tudo, Mordecai se tornou primeiro ministro, houve assim, tem aquela descrição, Mordecai não era o rei mas Esther era a rainha,
e passou a ter um período de paz, os judeus não foram mais ameaçados por algum tempo, então aquilo é a descrição final do livro de Esther,
no último capítulozinho de três versículos, Esther 10, tem essa descrição de tudo em paz, todo mundo pagando tributo, Mordecai tendo um reconhecimento, tendo muito poder, e isso é uma figura
do reino, do poder do mundo, do poder dos governos, passando de Amã que estava controlando tudo antes, do sistema satânico para o homem que Deus escolheu, e quem é o homem que Deus escolheu?
Paulo fala em Atos 17, no seu discurso em Atenas, Deus determinou que o mundo inteiro fosse julgado e governado por um homem, Jesus se tornou homem para que ele fosse o homem que Deus queria usar para governar o mundo.
Então, olhando aqui, uma das coisas que eu quero mostrar, eu sempre tenho falado em outros estudos proféticos, de Daniel e Zacarias, que a visão profética, e aqui Esther não é um livro profético, mas descreve algo que aponta para todos esses aspectos aqui do tempo do fim.
Mas quando nós olhamos para os últimos dias, para o final, não havia uma linha clara para nós, para nós assim, tem a primeira vinda de Jesus, que faz uma separação do tempo, antes de Jesus, depois de Jesus, uma linha que separa um marco fundamental da história,
a primeira vinda de Jesus, e nós temos a segunda vinda de Jesus que estamos esperando, que é uma grande, é um grande marco, o maior marco de toda a história, vai por fim a todo esse tempo de afastamento de Deus, de frustração dos planos de Deus, vai trazer a uma consumação final.
Mas na visão dos profetas, eles às vezes falavam do dia do Senhor, falavam do tempo do fim, falavam do reino maravilhoso, eles viam o resultado final, que vai haver um reino de paz, que vai haver uma coisa maravilhosa ali no fim,
mas esses acontecimentos, eles não enxergavam assim, bom, até Jesus voltar pode acontecer isso, mas depois de Jesus voltar, nós não temos essa linha muito clara, em quase nenhuma profecia, a gente tem essa ideia por causa de Apocalipse 20, que fala do milênio.
Mas o que nós podemos olhar aqui para a gente entender o que é Esther, os acontecimentos do livro de Esther, o que eles representam para o fim?
Olha, vai ter esse sistema humano chegando a um ápice, chegando a um poder, um controle muito maior do que antes, nós temos toda essa força de Amã para tentar, Satanás tentando sua última tentativa de tentar, de matar, de impedir o plano de Deus, a vinda do reino de Deus, então Amã representa isso.
Toda essa oração em jejum, os papéis complementares de Mordecai e Esther acontecendo nessa época para que haja uma virada, mas quando nós chegamos a esses últimos dois pontos, os cinco e os seis, nós estamos já entrando no, se você comparar, como é que eu sei disso?
Não pelo livro de Esther, essa virada, essa mudança que aconteceu no livro de Esther, como que isso vai acontecer no fim?
Vai haver um grande plano satânico, como o plano de Amã, vai haver uma resposta de oração em jejum do povo de Deus se unindo e clamando a Deus para mudar essa situação, mas essa virada, o que que é essa virada, qual é o cumprimento no tempo do fim dessa virada surpreendente?
Repentina e milagrosa, que virada que vai ter no último dia?
Olha, eu estou dando a minha percepção, se eu olho para o livro de Daniel, Daniel 7 por exemplo, mas tem várias, várias visões de Daniel, ele fala que vai ter um, ele viu os impérios humanos, quatro animais, mas o último muito mais terrível,
então essa força, o pequeno chifre que falava coisas grandes e que se exaltava e acabava com os santos e fazia guerra, e surpreendentemente, diferentemente do livro de Esther, porque no livro de Esther os judeus não foram mortos por Amã,
mas no livro de Daniel e no livro de Apocalipse, Apocalipse 13 por exemplo, fala que a besta, o anticristo vai ter poder por um tempo, vai fazer guerra contra os santos e vai dominar, vai matar muitos,
Apocalipse fala de muitos mártires, fala assim, então nós temos algo um pouco diferente do livro de Esther, porque no livro de Esther o plano maligno foi desfeito antes de chegar ao fim,
mas no tempo do fim, esse plano de Amã, esse plano satânico, ele vai avançar mais, essa é a minha conclusão, e quando é que vai ter uma virada, porque vai ter uma virada, claro que vai,
Deus é poderoso, Deus é esse Deus soberano, ele não vai deixar Satanás desfazer, pelo contrário, como o Salmo 33, Deus desfaz as intenções das nações, mas vai ter um momento rápido, um momento de algum tempo em que o anticristo vai prevalecer,
Daniel 8 fala assim daquele que vai levantar a voz contra o príncipe dos céus, ele vai ter permissão, essa palavra é usada em Daniel e no Apocalipse, que ele vai receber permissão, foi dado a ele,
então Deus, que é esse soberano que está olhando sobre as nações, que está cuidando de todas as coisas, ele vai permitir que avance mais um pouco do que no livro de Esther, essa é uma das grandes diferenças que eu vejo entre os acontecimentos do livro de Esther e os acontecimentos do fim,
que no tempo de Esther, esse plano não avançou, foi desfeito antes de ser executado, mas no tempo do fim ele vai avançar e vai ter uma certa liberdade,
Zacarias fala, Zacarias 14, que Jesus vai voltar justamente na hora que parecia que estava tudo perdido e vai reverter, então vai ter uma virada, mas essa virada, pelo que eu consigo ver nas escrituras, essa virada é a volta de Jesus,
a virada surpreendente, repentina e milagrosa é a volta de Jesus e aí vem o poder, Apocalipse 11 e os reinos deste mundo se tornaram os reinos do Senhor e do seu Cristo,
então esse aqui é Esther apontando, sendo uma parábola para o tempo do fim e eu coloquei aqui então no final essas diferenças que várias coisas são semelhantes, vão acontecer de maneira semelhante ao tempo do fim,
o tempo do fim semelhante ao livro de Esther, mas tem algumas diferenças e alguns desses assuntos são mais complexos, eu não vou ter tempo para me aprofundar mais,
em primeiro lugar o que aconteceu no livro de Esther, eles foram autorizados pelo decreto, pelo segundo decreto a resistir a tentativa dos inimigos de matá-los,
então eles mataram os inimigos, então foi luta armada e eles usaram vingança, eles se vingaram dos seus inimigos,
até mesmo assim a mãe, para nós muitas vezes parece uma atitude que não é o que nós esperaríamos da reina Esther por exemplo, que ela pediu ao rei que não só a mãe já tinha sido enforcada, mas os dez filhos dele foram enforcados,
eles mataram todos aqueles, a gente não sabe se foi os inimigos vindo contra os judeus ou os judeus já sabiam quem eram os inimigos e foram atrás deles,
e de qualquer forma a resposta dos judeus naquele tempo foi uma resposta de luta armada e uma resposta de vingança, eu não posso, vamos falar assim, é um assunto meio complexo e controverso,
porque hoje nós estamos vendo Israel por exemplo, se levantando para eliminar Hamas por causa do que Hamas fez com eles, e é necessário que isso aconteça,
mas nós temos uma grande dificuldade nisso porque Jesus falou que os servos dele não iam pegar em espadas, ele falou assim, meu reino não é deste mundo, senão se fosse meus servos lutariam,
Jesus deu a entender não, ele falou claramente que o reino dele era diferente, ele falou com os servos, os discípulos, vocês não devem procurar pelo poder,
vocês não devem procurar conquistar, dominar, vocês vão fazer pelo mesmo jeito que eu estou fazendo, indo até a morte, então eu coloquei aqui a luta armada e vingança,
isso vai acontecer quando Jesus voltar, a Bíblia fala que Jesus vai se vingar dos inimigos, que ele vai exercer juízo, ele vai exercer juízo justo, ele vai fazer algo correto,
mas até a volta de Jesus, pelo menos aqueles que são discípulos de Jesus, eles não vão estabelecer o reino, eles não vão preparar o reino pelas armas humanas,
pela política, sendo políticos e se vingando ou da esquerda ou da direita, de quem é contra, não é assim, não é nosso espírito, agora isso é complexo,
por quê? Porque nós entendemos que Deus tem um propósito para a nação de Israel, Israel desde 48 é uma nação, é um estado e Israel teve que enfrentar muitas guerras,
desde o dia que foi declarado o estado de Israel e até hoje Israel está sendo ameaçado, os inimigos querem apagar Israel do mapa,
então Israel tem que lutar e muitos judeus messiânicos, muitos discípulos de Jesus lutam dentro do exército de Israel, então é um pouco complexo para a gente entender essa relação,
mas colocando de uma forma mais simples que eu puder e não estou dizendo que eu consiga fazer todas as distinções necessárias, mas no primeiro testamento,
Deus trabalhou com Israel como uma nação e eles tinham exércitos, Josué tinha um exército, Rei David tinha um exército, todos os reis lutavam com armas,
mas desde o tempo de Jesus, mesmo antes de Jesus, Israel não tinha mais autonomia, Israel tinha os elotes no tempo de Jesus, mas não eram eles que estavam representando o que Deus queria,
pelo contrário, Jesus mandou guardar, não usar a espada, porque não era o tempo de Israel como estado, era o tempo de estabelecer o reino interior, o reino espiritual,
mas também a igreja foi para o outro lado e tem movimentos dentro da igreja que são passivistas totais e tem pessoas que com muita convicção não servem no exército,
porque não querem usar armas enquanto outros entendem que é o seu dever como cidadão, quando nós pensamos em Israel ou Brasil ou qualquer outro país onde a pessoa estiver,
nós estamos ainda dentro do sistema humano, então como Jesus falou sobre o tributo, ele falou assim, olha, dá a César o que é de César, então Jesus era a favor de obedecer às leis romanas,
Romanos 13 fala sobre isso, você obedece às autoridades civis, mas eles não são o reino de Deus, você não defende um partido, você não defende um governo,
você não defende como se fosse o reino de Deus, você faz simplesmente sua obrigação como cidadão, agora a nação de Israel tem um papel profético,
tem cumprimento profético que vai acontecer, mas o governo de Israel hoje ainda não é o governo que Deus autoriza, os políticos de Israel são tão falhos quanto os políticos de outras nações,
então nós temos uma questão que precisa ser analisada com muita atenção, mas a conclusão é que Israel está caminhando para ser quando Jesus voltar à sede do seu governo
e Jesus vai fazer guerra, mas as guerras de Israel, Israel como nação precisa enfrentar, precisa cumprir suas obrigações e sua necessidade de existência e lutar,
mas nós precisamos fazer uma distinção entre os reinos deste mundo, porque todos os reinos, governos eclesiásticos, quantas guerras, quantos conflitos,
às vezes não com armas, hoje, antigamente todos os conflitos religiosos eram com armas, isso não é o reino de Deus, então precisamos entender, há uma luta verdadeira de Israel contra o mal que quer eliminar,
só que nós sabemos que não é pela sua força, pela sua tecnologia, não é pelas suas armas que vai obter a verdadeira paz,
então toda essa parábola do Livro de Esther que mostra como os judeus pegaram em armas e se livraram é de uma época e de um sistema naquele tempo que era para usar,
mas como discípulos de Jesus, mesmo como os judeus messiânicos, aqueles que aguardam reinos de Deus e a volta de Jesus, lembra que tem aquela marca divisória,
quando é que Israel realmente vai ser liberto de todos os seus inimigos, não é pelo exército bem formado, por mais que seja um exército ético e bem equipado e cheio de pessoas querendo fazer o que é certo,
mas a minha conclusão é que o cumprimento do Livro de Esther no sentido de quando é que vai virar, quando é que Ramaz ou todos os sistemas que querem destruir Israel,
quando é que o sistema do Anticristo vai ser desfeito, não vai ser desfeito por meio de exércitos humanos, o cumprimento do Livro de Esther não é por meio de armas humanas,
e eu já coloquei aqui embaixo a vitória é pela morte, o mesmo caminho de vitória de Jesus, por isso que o Livro de Daniel, o Livro de Apocalipse fala de um período de tribulação
em que os cristãos, os seguidores de Jesus, os judeus vão ser severamente perseguidos e não vão ter essa vitória que aparece no Livro de Esther, por isso que estou colocando como uma diferença,
a vitória vem, mas ela vem com a vinda de Jesus e nosso papel, papel da igreja, papel de Mordecai externo, tempos de hoje, o papel nosso é um papel de preparação,
nós estamos preparando o caminho para o reino de Deus, nós não temos o mandato, a permissão, a ordem de Deus, a comissão para estabelecer o reino definitivo, isso é quando Jesus voltar.
Então são algumas chaves, são alguns aspectos que podem nos ajudar e que podem nos trazer luz sobre o que vai, as coisas que vão acontecer nos últimos tempos,
o Livro de Esther é maravilhoso, conta, relata uma vitória surpreendente, tremendo, mas que nos últimos tempos se cumprirá com a volta de Jesus.
Antes da volta de Jesus, nós temos o chamado para orar e jejuar, nós temos o chamado para ter cooperação entre quem está na posição de Esther,
quem está na posição de Mordecai, esses papéis complementares, nós temos ação de Deus por meio de circunstâncias, de situações invisíveis aos olhos humanos,
Deus vai agir, Deus vai preparar, Deus protege, Deus permite, são situações como nós vimos no Salmo 33, a palavra de Deus é reta, Deus não é infiel,
Deus não perde o controle, Deus está presente em todas as situações, mesmo num dia tão negro como foi o 7 de outubro, como foi o holocausto, como foram várias perseguições
que nem são muito relatadas em países, na Nigéria, na Índia, tem vários lugares onde tem Paquistão, Afganistão, tem muitos lugares no mundo hoje onde cristãos estão sendo perseguidos,
muitas vezes mortos, isso está acontecendo e Deus não está distante, Ele não perdeu o controle, Ele sabe o que está fazendo e é aí que entra o resto é de Deus,
a nossa confiança nele e esperando para que Ele nos conduza para a virada que virá, a virada vem, mas nós temos que esperar, quando vier será repentina, surpreendente e vai ser a própria volta de Jesus.
Senhor, obrigado por ter nos dado a Tua palavra, o livro de Esther junto com outras palavras que nos ajudam a entender que nos últimos dias algumas coisas muito semelhantes acontecerão,
mas o processo vai ser um pouco diferente, que nós possamos estar preparados, que nós possamos entender cada vez mais o que o Senhor está fazendo nos nossos dias e qual é o nosso chamamento,
qual é o papel que o Senhor deu para nós, possamos entender e abraçar, pedimos isso em nome de Jesus, amém.
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