Os últimos versículos de Malaquias são uma espécie de advertência final, conselho final da sua profecia. Não fazem parte diretamente de nenhuma das seis controvérsias que compõem o seu livro. Ao mesmo tempo, servem como conclusão final de todas. São palavras especialmente significativas porque não são apenas a conclusão do livro de Malaquias, mas de todo o cânon das Escrituras Hebraicas. São as últimas palavras antes de um longo período de silêncio que precedeu a vinda do Messias. Por isso, são especialmente importantes. A primeira advertência foi para lembrar-se da lei de Moisés. Deus é vivo, ele sempre fala; mas ele é consistente e coerente. O que ele falou no passado, a aliança que firmou lá atrás, nunca deve ser esquecido. Inclusive, mesmo na Nova Aliança, nunca devemos nos esquecer das primeiras instruções de Deus para o povo de Israel e para toda a humanidade!
Clique aqui para fazer o download do esboço correspondente a essa aula.
Leitura recomendada:
– Livro: Chesed – por Christopher Walker (Chesed é um ato de graça, que vai além do que é esperado, é uma característica essencial de Deus, é a expressão do seu amor, da sua misericórdia e do seu cuidado pelo mundo.)
– Apostila: O Sentido Profético das Festas de Israel – por Harold Walker
02/11/25 – Ml 4 – Baixardo áudio.

FIQUE POR DENTRO DE TUDO QUE ESTÁ ACONTECENDO ATRAVÉS DAS NOSSAS PLATAFORMAS DIGITAIS:
- Se inscreva em nosso canal do Youtube: CLIQUE AQUI
- Siga nosso Instagram: CLIQUE AQUI
- Curta nossa página no facebook: CLIQUE AQUI
- Siga-nos no Twitter: CLIQUE AQUI
- Acesse nosso loja: CLIQUE AQUI
- Nosso E-mail: [email protected]
- Spotify: CLIQUE AQUI
Transcrição
Estamos nos versículos finais de Malaquias e também do primeiro testamento porque é na nossa Bíblia, na maneira que nós temos a sequência dos livros,
Malaquias é o último livro do que é chamado o Antigo Testamento, o Primeiro Testamento, na organização, na sequência dos livros para os judeus, na Bíblia judaica,
eles não colocam Malaquias como o último livro, o último livro é "Sigo no crônicas", mas na sequência histórica, na cronologia,
Malaquias realmente é o último livro, cronologicamente foi a última coisa a ser escrita no cânon das... também podemos chamar de escrituras hebraicas,
para diferenciar do Novo Testamento que foi escrito em grego,
então a gente está evitando tanto usar o Antigo, Velho Testamento para tirar um pouco essa impressão errada de que é uma coisa ultrapassada,
que é antigo, velho, é uma coisa que não tem mais validade,
e tem um aspecto em que a Nova Aliança supera e deixa para trás algumas coisas nas primeiras alianças,
mas as escrituras elas são permanentes, as escrituras hebraicas, o Primeiro Testamento faz parte do cânon, faz parte das escrituras e são muito importantes,
e na sequência histórica, Malaquias é o último livro, o último texto a ser escrito nessa parte da Bíblia, nessa parte das escrituras,
então esses versículos finais, e muitas pessoas têm chamado atenção para isso, que foi o último recado de Deus, a última palavra de Deus,
é a última parte do livro de Malaquias, mas como tem essa posição importante, significativa dentro das escrituras,
seriam as últimas palavras de Deus, de inspiração, as últimas palavras das escrituras antes do Novo Testamento, antes da vinda do Messias,
e isso é significativo também porque houve um grande período de 400 anos de silêncio, em que não houve nada, porque é a última palavra aqui,
mas ainda ia demorar quatro séculos, é muito tempo, principalmente para nós, no nosso ritmo de vida de hoje, para nós pensar assim,
400 anos atrás é muito tempo, então essas seriam as últimas palavras antes da vinda do Messias, então é como se Deus tivesse encerrado essa parte,
a razão de ser dos 400 anos é outro assunto que nós vamos ver depois, mas é a última coisa que Deus falou, a última escritura inspirada que nós temos, temos livros históricos
que não são considerados parte do Canon, mas são livros muito importantes, são os macabeus, os livros dos macabeus, mas seriam assim, dentro desse contexto dos 66 livros da Bíblia,
essa seria a última palavra, as últimas palavras de Deus para o seu povo, para o homem, antes da palavra final, da palavra grande palavra que é a vinda do Messias,
então vamos orar para que o senhor nos ajude no estudo desses três versículos finais do Livro de Malaquias, senhor, nós sabemos que o senhor sempre fala,
o senhor teve atuação durante esses 400 anos de silêncio, mas realmente não temos outros livros que foram colocados como parte das escrituras dentro desse tempo,
então esse recado, esse recado final, todo o Livro de Malaquias, mas especialmente essas palavras finais são importantes para nós entendermos o que o senhor quis deixar como a última advertência,
o último conselho, a última palavra dessa parte das escrituras, ajuda-nos, ensina-nos para que elas tenham vida, para que elas sejam fortes, para que sejam uma palavra verdadeira para nós,
nos dias de hoje nós pedimos em nome de Jesus. Amém.
Antes de começar, então nós temos esses três versículos finais, quatro, cinco e seis, né, do capítulo 4 de Malaquias, mas para dar uma conexão e também para complementar um pouquinho
o nosso assunto da última aula, que era na sexta e última controvérsia, diálogo, disputa entre Deus e o Seu povo no Livro de Malaquias,
em que ele fala sobre o Dia do Senhor, e nós vimos aí como é um dia, será um dia de tristeza, num certo sentido, num grande sentido,
o Dia do Senhor, principalmente nos profetas, mas também no Livro do Apocalipse, no Novo Testamento, fala do juízo final, fala do tempo de acerto de contas,
então é um dia muito sério, um dia muito... que vai ter muita coisa difícil de... em que, assim, contas, injustiças, situações que não foram julgadas anteriormente,
todas as coisas serão julgadas, todas as coisas serão não só esclarecidas mas recompensadas, haverá uma recompensa, haverá um resultado do juízo,
Deus não é aquele que simplesmente deixa as coisas passarem, Ele fez tudo possível, desde o início, desde quando o homem pecou e ele fez roupas para cobrir a sua nudez, Deus sempre agiu para redimir o homem,
o desejo e o plano de Deus é sempre para redimir o homem, ele trabalha para isso, ele está adiando, a própria Bíblia fala isso em mais de um lugar que Deus não tem prazer no juízo,
não tem prazer na... ele... quando eu falo que Deus não tem prazer no juízo, a gente deve sempre qualificar que Deus tem prazer em tirar injustiça, Deus tem prazer em trazer o seu reino de justiça e tirar toda a maldade,
é como um cenário de entulho, de destruição, de morte, de doença, então quando você pensa, Deus vai tirar tudo isso e deixar limpo, deixar puro, deixar um reino de harmonia, nesse sentido Deus tem prazer,
Deus anseia por esse dia, Ele se sente mal com a opressão, com o sofrimento, com os resultados do pecado, Ele se sente mal com isso, mas Ele não tem prazer em exercer essa justiça punitiva, essa justiça que vai julgar definitivamente toda a injustiça na Terra,
então Ele não tem prazer na morte, Ele não tem prazer em destruir, Ele tem prazer em poder trazer algo que vai ficar puro pra sempre, não é uma limpeza temporária, não é uma limpeza só pra resolver uma coisa por um momento,
mas é algo definitivo, é algo completo, não vai ficar nada, como o próprio Malaquias fala, não vai ficar raiz nem ramo, então Ele vai arrancar de vez aquilo que sempre brota de novo,
quando eu penso numa planta daninha que sempre brota de novo, eu sempre penso na tiririca porque é uma planta que vai criando uma rede de raízes embaixo da Terra e vai formando assim uma conexão entre uma raiz e outra embaixo da Terra,
então quando alguém procura arrancar a tiririca, sempre fica uma parte da raiz, umas batatinhas e os fios das raízes, sempre fica, então arranca a planta, aparentemente até arranca a raiz, mas alguma coisa ficou,
e esses resquícios, esses restos de maldade, que mesmo quando Deus, Deus já fez muita limpeza, Ele mandou dilúvio, ficou só uma família, Deus mandou fogo em chofre sobre Sodoma e Gomorra,
então Deus tem agido em formas, né, o dilúvio foi muito grande, mas em formas também mais pontuais, Deus já julgou os cananeus na terra de Canaã, enfim, Deus já fez vários juízos, mas não foram juízos definitivos,
então sempre brotava de novo, em outro lugar, de outra maneira, da própria descendência de Noé, e assim sempre tem acontecido, dentro do povo de Deus, Deus vai separando o remanescente, vai julgando,
mas no meio do remanescente brota de novo, e assim tem sido toda a história, então o Dia do Senhor é um dia em que Deus vai fazer uma limpeza total, e como também já mencionei,
essa limpeza total que vai ser iniciada na volta de Jesus, na vinda de Jesus, esse dia que muitas vezes nós imaginamos como um dia, e realmente vai ter um dia em que Jesus vai voltar,
não vai ser uma coisa imperceptível, não vai ser uma coisa escondida, não vai ser uma coisa que ninguém sabe se Ele veio ou não veio, vai ser um dia em que todo o olho verá, vai ter um dia em que vai ter realmente um aparecimento e o estabelecimento de Jesus aqui na terra,
porém, essa limpeza, esse início do seu governo na terra vai durar mil anos, então o processo de renovação, o processo de purificação vai durar mil anos, no final dos mil anos Satanás ainda é solto para ver quais são as pessoas que ainda têm essa semente, essa raiz que não foi arrancada,
então só no final dos mil anos que todos os inimigos serão postos debaixo dos pés de Jesus e entregues ao Pai e aí nós vamos ter o reino puro para sempre,
mas, voltando, o Dia do Senhor é um dia de tristeza para os que estão contra Deus, mas também para o próprio Deus, porque Deus não tem prazer em trazer juízo e morte para os homens que Ele criou,
mas então eu quero fazer uma conexão entre essa, que é uma tristeza, mas é também um dia de alegria, porque, como fala em Malaquias 4;2, "Pra vocês que temem o meu nome nascerá o sol da justiça, trazendo cura, trazendo salvação, trazendo cura",
então a vinda de Jesus será um dia de alegria porque justamente é o dia em que nós veremos a justiça de Deus, em que veremos a cura, em que veremos o reino de Deus sendo estabelecido, então um dia de muita alegria,
mas para nós fazermos uma conexão entre essa sexta disputa que fala do Dia do Senhor e os últimos três versículos, porque os últimos três versículos de Malaquias não fazem parte diretamente da sexta disputa, da sexta controvérsia, termina no versículo 3, capítulo 4, versículo 3,
então o Dia do Senhor vem, vai ser um dia de grande fogo, de ardor, que vai arrancar realmente toda a maldade e que vai trazer alegria para aqueles que estavam esperando e amando a volta de Jesus e crendo na justiça e no caráter de Deus.
Então eu quero ler, nós já lemos da outra vez o início de Isaías 2, mas eu queria ler porque em Malaquias 4, vamos, antes de ler Isaías 2, lembrando de Malaquias 4, 1, ele fala "Certamente aquele dia vem a arderá como fornalha todos os soberbos, e todos os que cometem impiedade serão como o restolho".
João Batista falou desse Dia, falou que o Messias viria e separaria o trigo da palha, a palha é algo que queima com muita facilidade, muito rápido, não permanece, então é isso que João Batista também falou sobre a vinda do Messias quando ele apontou para Jesus.
Então em Isaías 2, acho que talvez seja... tem muitos textos que falam que a grande ira, o grande juízo de Deus no dia do Senhor tem a ver com a maldade do homem, com a injustiça do homem,
mas tem uma raiz, tem um elemento que é o elemento principal contra o qual Deus quer, Deus vai julgar, o que Deus vai eliminar, e ele cita isso em Malaquias 4, que ele fala assim "Contra todos os soberbos",
como nós sabemos, o pecado, a raiz do pecado que começou com Lúcifer, que começou com essa semente do mal que Satanás implantou no primeiro casal e que vem contaminando o homem desde então é a raiz da soberba, do orgulho, da altivez,
porque é isso que está por trás de toda a maldade, toda a maldade nasce dessa semente maligna, desse mal que veio e que tem contaminado o homem,
se tem alguma coisa chamada pecado original, se tem alguma coisa que contamina todos desde o nascimento, é essa semente.
E Isaías 2, que é o mesmo capítulo que mostra o reino de Deus, eu não vou ler novamente, mas os primeiros cinco versículos de Isaías 2,
em que ele fala do reino que Jesus veio implantar e que não vai ter mais guerra, não vai ter mais discórdia, todos vão subir para conhecer mais a Deus,
então é uma descrição maravilhosa de como Jesus vai implantar seu reino,
então lembrando mais uma vez que o reino do milênio será um processo de colocar todas as coisas debaixo dos pés de Jesus,
mas como o Satanás vai ficar preso imediatamente quando Jesus voltar, então ele vai reinar sem essa influência constante,
só no final do milênio é que ainda vai aparecer aqueles que, mesmo sem influência de Satanás, vão se levantar contra Jesus e seu reino,
mas durante os mil anos em que Jesus está reinando, não vai haver guerra, não vai haver doença, não vai haver nenhuma das maldades que nos acometem hoje.
Então ele descreve esse reino nos primeiros versículos de Isaías 2, mas depois, logo depois dessa descrição maravilhosa,
ele começa a falar, eu não vou ler toda a sequência, mas ele começa a falar sobre a situação,
versículo 6, que a casa de Jacó está cheia de pecados, versículo 7, tem muita riqueza, tem ouro, tem prata, tem muitos tesouros, carros, cavalos, ídolos,
versículo 8, a terra está cheia de ídolos, então ele começa a falar da maldade, então ele mostrou a visão futura do reino, mas também ele já começa a mostrar que agora a situação é exatamente o oposto,
e ele começa a falar o que é que Deus vai fazer para mudar, porque nós temos a visão gloriosa do que Jesus vai implantar no seu reino e como vai ser maravilhoso,
mas aí ele começa a descrever a situação atual, e o que vai acontecer para que essa maldade, essa situação dentro da nação de Israel, ele não está falando de outros povos que também estão cheios da mesma situação,
mas ele está dizendo dentro do povo que fez aliança com Deus, que seria o instrumento de Deus para trazer o reino, esse próprio povo que seria o instrumento está cheio, cheio de maldade, cheio de outros ídolos, cheio de riquezas, cheio de autoconfiança,
até o final de Isaías 2 e até continua no capítulo 3, ele vai falando sobre a condição do homem, a condição do homem, a sua arrogância, a sua soberba, e não tem, que eu saiba assim, não tem nenhum outro texto nas escrituras que descreve isso tão bem,
então acho que vale a pena a partir do versículo 9 agora, Isaías 2, versículo 9. Então ele está falando assim, como que Deus vai limpar uma humanidade a partir da igreja, a partir de Israel, a partir do povo dele,
como que Deus vai resolver essa questão e julgar e trazer uma humanidade redimida para dentro do seu reino, então vamos ler aqui, versículo 9.
"Pelo que o homem será abatido e a humanidade humilhada, não lhes perdoes, vai, entra nas rochas, esconde-te no pó, de diante da presença espantosa do Senhor e da glória da sua majestade."
Porque como Deus não está sendo visto, nós não vemos Deus, nós não temos, assim, Jesus não está presente na Terra e mesmo quando Ele veio, Ele não veio como o Rei poderoso, com Sua glória, Ele veio na humildade,
então o homem ele não tem essa consciência da grandeza de Deus, da dependência que ele tem de Deus, ele não tem essa visão, e assim o homem vai se exaltando, o homem vai se tornando muito altivo,
e aqui o profeta está mostrando como o dia do Senhor, até antes disso, mas o dia do Senhor é o grande dia em que a altivez do homem, a maldade que vem pela altivez, Deus vai julgar,
então ele fala, o homem será abatido e é melhor você se esconder, é melhor você se abater diante da majestade do Senhor, é versículo 11.
"Os olhos do homem arrogante serão abatidos, o orgulho dos homens será humilhado, só o Senhor será exaltado naquele dia."
Vou parar aqui de novo, nós podemos olhar para a humanidade em geral, quando nós temos aquele exemplo no livro de Daniel de como o Rei Nabucodonosor se achava o mais poderoso,
como ele se exaltava, acima de tudo, que é esse espírito que Satanás infundiu no homem, que se manifesta nessa glória, todos, nós temos reis, a gente sempre tem as tradições dos reis e rainhas da Inglaterra, por exemplo,
mas nós temos isso nas democracias, nós temos isso nas ditaduras, nós temos isso em países pobres, a Coreia do Norte, por exemplo, que é um país que a grande maioria, é um país pequeno,
mas a grande maioria da população sofre, não tem nem o que comer, e os dirigentes de um sistema que se diz que tudo é comum, tudo é em favor do povo, mas os dirigentes vivem com luxo, vivem com grande riquezas,
e isso tem em toda parte, em toda parte, quase sem exceção, você tem algum grau de exaltação, algum grau de ser considerado quase Deus, são pessoas que são veneradas, adoradas, idolatradas, exaltadas,
então agora nós podemos pensar, isso é dos governos humanos, isso é de pessoas que não temem a Deus, e na verdade não é assim, até de pessoas que eu nem sei o nome,
mas há pouco tempo um amigo me falou de um nome que eu não conheço, eu nem me lembro hoje do nome, mas é de alguém no Brasil que é líder de uma igreja neopentecostal, sei lá assim, de uma igreja no Nordeste,
mas ele vive em São Paulo, e a esposa desse amigo foi dar aula de piano lá nessa casa, mas um luxo, uma riqueza, seguranças, coisas feitas de materiais caros,
uma coisa assim deslumbrante por ser líder de uma igreja, uma igreja que nem é tão conhecida, e uma igreja cheia de gente pobre, então isso tem dentro da igreja,
eu estou falando de alguns casos mais extremos, mas isso tem em vários graus, vários graus em que os líderes, os governantes, sejam de governantes municipais, estaduais, federais, de países,
ou de igrejas, ou de organizações, os donos de grandes empresas, todos, todos os donos vivem em grande luxo, em grande exaltação, e o dia do Senhor é um dia de acerto de contas,
e esse capítulo eu sei que tem outros aspectos, tem a maldade de pessoas que matam, de pessoas que são infiéis, de pessoas que fazem todo tipo de desonestidade,
Deus vai julgar todas as coisas, mas a Bíblia traz uma ênfase especial no acerto de contas que Deus vai fazer com essas pessoas que vivem em luxo as custas de pessoas pobres e simples,
e Deus mostrou isso no livro de Daniel quando Deus expulsou Nabucodonosor do palácio e ele viveu vários anos comendo capim como um animal, uma humilhação, uma terrível humilhação para alguém que se achava o dono de tudo,
então isso que Deus está falando existe em todas as camadas, em todas as esferas da sociedade humana, mas isso existe dentro da igreja,
então é muito importante a gente olhar para isso e essa declaração de Deus de que naquele dia só o Senhor será exaltado, Ele vai acabar com toda a altivez,
no século 12, Isaías 2, 12, o dia do Senhor dos exércitos será contra todo o suberbo altivo, contra todo o que se exalta para que seja batido,
contra todos os cedros do Libno, cedo do Libno as árvores altas, elas eram simbólicas desses líderes que eram, como os cedros do Libno eram árvores mais altas e mais fortes do que as outras árvores,
simboliza esse tipo de líder que se exalta acima dos outros, altos e sublimes, contra todos os carvalhos de Bazã, contra todos os montes altos,
contra todos os oteiros elevados, contra toda a torre alta, está usando várias alegorias para falar dessa altivez, contra toda a muralha fortificada, contra todos os navios de Tarses, contra todas as naus vistosas, nós temos isso hoje assim,
navios que são uma verdadeira cidade e cheio de luxo, arrogância do homem será humilhada, versículo 17, o orgulho dos homens será batido só o Senhor será exaltado naquele dia,
ele repete vez após vez, todos os ídolos totalmente desaparecerão, os homens se meterão nas cavernas das rochas, nas covas da terra, por causa da presença espantosa do Senhor, por causa do esplendor da sua majestade,
quando ele se levantar para sacudir a terra, naqueles dias os homens lançarão as topeiras aos morcegos, seus ídolos de prata, seus ídolos de ouro, que fizeram para ante elas se prostrarem,
naquele tempo tinha os ídolos mesmo, mas hoje nós temos os ídolos do dinheiro, nós temos os ídolos do poder, os ídolos da luxúria e tudo mais,
então tudo isso, o livro de Apocalipse descreve isso no capítulo 18 do Apocalipse, fala sobre como Babilônia caiu, então Babilônia representa exatamente onde Nabucodonosor era rei,
então era essa, ele era o ícone, ele simbolizava ali, encarnava essa atitude, então eles se meterão pelas fendas das rochas, pelas cavernas das penhas,
por causa da presença do Senhor, por causa do esplendor da sua majestade, quando ele se levantar para sacudir a terra,
parar de confiar no homem cujo fôlego está no seu nariz, quer dizer, está dentro dele, ele não tem autossuficiência, ele não tem permanência,
ele não tem capacidade de se manter no poder, de se manter com tudo isso, em que se deve ele estimar, então esse é o capítulo e tem outros,
tem continuação e tem outros textos que falam sobre isso, mas era essa descrição que eu queria trazer, porque voltando para o Malaquias 4,
quando ele fala que todos os suburbos e todos que cometem impiedade serão como o restolho, então é isso que Deus está preparando, esse acerto de contas,
Deus, quando nós pensamos no dia do Senhor, é claro que eu não sei, você não sabe como Deus vai fazer isso, como é que vai ser o juízo de Deus,
mas porque nós sabemos que há muitas pessoas que não conhecem a verdade, há muitas pessoas pobres, simples, que são instruídas de uma maneira errada, que são exploradas, que são simplesmente piões nas mãos desses poderosos,
então como Deus vai julgar todas as pessoas nós não sabemos, mas uma coisa é certa, que essa altivez, esse orgulho, essa soberba, isso é muito claro nas profecias, nas escrituras,
que são o alvo principal da ira de Deus. Então, vamos entender a conexão entre todas essas disputas, porque os últimos três versículos de Malaquias 4 representam uma conclusão,
representam uma advertência final, representam a última palavra de Deus antes desse período de silêncio, antes Jesus enviar o verbo vivo, a palavra em carne que é Jesus,
mas essa palavra então encerra esse período, encerra todas as disputas, como nós falamos antes, todas as perguntas, todos os questionamentos, todas as palavras assim,
por que que Deus não julga, por que que tem tanta injustiça, por que que Deus não dá um jeito, por que que Deus não se manifesta, todas essas perguntas elas serão respondidas definitivamente no dia do Senhor,
então, por isso que, essa última disputa, Deus fala, fala daqueles que são fiéis a Ele, apesar de tudo isso, mas que a resposta final será o dia do Senhor.
Na quarta disputa, em que ele também fala da sua vinda, também fala do dia do Senhor, mas ele fala bastante, no início de Malaquias 3, ele fala bastante sobre uma preparação,
porque se nós queremos, já enfatizamos bastante esse ponto, mas se nós estamos olhando para a injustiça, estamos olhando para essa altivez, estamos olhando para tanta desigualdade,
para tanta injustiça no mundo, em que as pessoas pobres sempre sofrem, nós temos sempre exemplos disso, o tráfico de drogas, as pessoas que exploram o vício para ficarem ricas,
e depois quando tenta acertar as contas, quando tenta fazer uma limpeza, só sofrem as pessoas mais pobres, até pessoas inocentes, são mortas, são injustiçadas nesses movimentos,
então a injustiça é gritante, a situação é terrível, mas se nós falamos assim "Deus, então quando que o Senhor vai fazer algo para acertar isso?" é o dia do Senhor.
É Jesus vir, Malaquias 3, no início ele falou sobre isso, então vocês estão querendo, vocês querem uma resposta, é o dia do Senhor.
Eu vou chegar no meu templo, eu vou colocar as coisas em ordem, eu vou acertar tudo que está errado, mas ele enfatiza lá mais do que no final, nessa parte final,
ele enfatiza no capítulo 3 que essa injustiça, esse dia do Senhor vai resolver o problema, mas que isso vai afetar o próprio povo de Deus,
então é algo que deve nos preocupar, porque se nós queremos que Deus julgue a injustiça, Ele vai julgar em nós também,
Ele não vai deixar nada, e principalmente naqueles com quem Ele tratou, com quem Ele fez a aliança.
Então o ponto aqui é que para terminar, que ele falou sobre o dia do Senhor, falou sobre essa solução final, no capítulo 3 ele fala que precisa de um mensageiro,
e agora nesses versículos finais ele vai falar de novo sobre isso e ele vai colocar um nome, então vamos ler esses três versículos finais,
nós não vamos falar sobre todos os aspectos hoje, mas vamos entender então que assim como no capítulo 3 ele falou assim, a solução é o dia do Senhor, mas vocês não estão preparados.
No capítulo 4 ele também falou, a solução é o dia do Senhor, mas vocês, agora ele vai falar, a advertência final, as últimas palavras,
a consumação da história vai ser o dia do Senhor, a consumação do plano de redenção vai ser o dia do Senhor,
Malaquias, especificamente, ele não profetizou sobre a primeira etapa da vinda do Messias,
ele falou assim, depende vem o mensageiro, depende vem o próprio anjo da aliança que é Jesus, mas ele não fala sobre a primeira vinda em Malaquias, ele fala sobre o final,
ele fala sobre a consumação, esse último livro das Escrituras Hebraicas fala a respeito do final e é bem apropriado porque é o último livro,
então ele está falando, olha, esse aqui aponta para o fim, mas o povo que voltou da Babilônia, eles não estavam preparados para essa consumação
e nós hoje também não estamos preparados, então quando ele fala sobre a consumação e ele dá essa advertência, ele dá essa visão, olha,
o dia do Senhor vai ser muito sério, vai acabar com altivez, vai acabar com injustiça, vai acabar com impureza, no capítulo 3 ele fala assim,
eu vou preparar vocês para que vocês ofereçam ofertas aceitáveis, porque dentro do livro de Malaquias ele fala muito sobre as ofertas que não são aceitáveis,
então as últimas palavras dele nesse livro, nessa advertência profética e nesse testamento, as últimas palavras são "Vocês precisam se preparar".
A consumação vem, eu vou acertar contas com todo mundo, quem estiver preparado e quem não estiver, mas Deus que é rico em misericórdia,
Deus que é fiel, Deus que é leal, Deus que não quer destruir ninguém, Deus vai mandar uma preparação.
Então no capítulo 3 ele fala sobre preparação e na sexta disputa ele não fala sobre preparação, mas aqui na conclusão,
nesses últimos versículos ele fala sobre a preparação, veja como está aqui esses três versículos bem resumidos.
Versículo 4 "Lembrai-vos da lei de Moisés, meu servo, a qual lhe mandei em Oreb para todo Israel os estatutos e os juízos.
Vede, eu vos enviarei o profeta Elias antes que venha o dia grande e terrível do Senhor.
Ele converterá o coração dos pais aos filhos e o coração dos filhos aos pais, para que eu não venha e fira a terra com maldição".
Então, veja só, ele acabou de falar que vai chegar o dia do Senhor, que vai ser como fogo ardente no início do capítulo 4,
mas agora ele fala que precisa ter uma preparação e a ideia é, como ele falou no início do capítulo 3,
mas quem suportará? Nem o meu povo, nem os que estão em aliança comigo, nem naquele tempo Israel, mas hoje a igreja também,
ninguém vai suportar, porque vocês também estão contaminados. Essa altivez, essa soberba, essa independência,
esse questionamento de Deus, essas atitudes, essa idolatria, está tudo dentro da igreja também.
Então ele fala assim, "Se não acontecer uma preparação, a consumação seria maldição", e é simbólico, muita gente comenta isso,
que as últimas palavras do Primeiro Testamento, as últimas palavras no Livro de Malaquias, a última palavra é "maldição",
para que eu não venha e fira a terra com maldição, e uma das coisas, talvez a gente trate melhor disso, mas a gente tem mencionado já,
é que o Livro de Nehemiahs, que é contemporâneo aqui, o Livro de Nehemiahs, que fala de restauração, que fala dos muros,
que fala da renovação da aliança, fala de como eles fizeram, tiveram uma cerimônia tremenda de oração, de concerto, de arrependimento e tudo mais,
mas o Livro de Nehemiahs termina mostrando o fracasso, porque aquela renovação, aquela restauração nos capítulos 8, 9 e 10 de Nehemiahs,
aquilo lá durou pouco tempo, então Nehemiahs se ausentou, depois voltou lá e tinha desmoronado tudo,
então o Livro de Nehemiahs termina numa nota melancólica, numa nota triste, de pensar, puxa, depois que voltaram do exílio,
depois de um processo longo de restauração do templo, restauração da cidade, restauração da aliança,
toda a restauração que aconteceu em Essas e Nehemiahs, no final do Livro de Nehemiahs nós temos tudo dando errado,
as pessoas voltando atrás, não cumprindo a aliança que renovaram com Deus, não sendo fiéis,
e o Livro de Malaquias também termina Malaquias, que foi justamente nessa época do retorno de Nehemiahs, no final de Nehemiahs,
Malaquias também, ele mostra essas controversas, ele mostra o povo discutindo com Deus, o povo não confiando em Deus,
o povo fazendo as cerimônias do templo, o templo tinha sido restaurado, mas não estavam dando ofertas aceitáveis a Deus,
não tinham coração para Deus, não estavam mantendo aliança com Deus, então Deus fala a respeito do dia do Senhor,
e Deus até assim, o Livro termina dizendo "olha, se não acontecer alguma coisa diferente, eu vou ter que voltar e ferir a terra com maldição".
É como eu já tinha mencionado como os profetas Isaías e Ezequiel, eles mostram Deus falando "e eu olhei,
e eu procurei alguém no meio do meu povo para ser um intercessor, para entrar na brecha, para mudar essa situação,
para trazer o povo de volta para mim, eu admirei que não tivesse ninguém, e aí eu tive que agir com o meu próprio braço,
mas essa afirmação profética, ela não é o final da história, porque Deus não quer isso, é mais ou menos como se lá no Monte Sinai,
como se Moisés tivesse ouvido de Deus e Deus falando assim, é mais ou menos como no tempo de "não é",
no tempo de "não é" Deus falou assim "vou destruir a humanidade, vou salvar só o não é",
para Moisés Deus falou assim "eu vou destruir todo esse povo, toda essa descendência de Abrão,
porque eles foram atrás do isenro de ouro e vou ficar só com você".
Então Deus está falando isso, mas ele não quer isso, Deus não quer, Deus não vai ter esse fracasso.
O final do Livro de Nehemias, o final do Livro de Malaquias, a ameaça de Deus, o que Deus fez no dilúvio, não é o fim da história.
O que Deus falou com Moisés, sai da frente que eu vou destruir esse povo, não é isso que Deus quer, não é isso que Deus vai fazer,
Deus vai encontrar alguém para entrar na brecha, ele encontrou em Jesus um homem que fez a vontade de Deus
e a partir desse homem, esse messias, ele encontra, ele vai encontrar.
Sim, a situação ainda está feia, a situação ainda não está do jeito que Deus quer, mas a obra de Deus vai prosseguir.
O fim da história não é esse fim de Malaquias, de ter que vir e ferir a terra com maldição.
Até mesmo essa história, eu não sei, eu não posso, eu não sei exatamente como Deus vai agir, porque vai ter o dia do Senhor,
vai ter juízo final, vai ter muita injustiça sendo julgada, mas Deus tem uma, Deus tem promessas,
ele fala de derramar o seu espírito sobre toda a carne, ele fala que todas as pessoas que clamarem pelo nome do Senhor serão salvas,
ele fala de uma grande colheta, Deus promete que o que ele fez, o que Jesus fez vai dar fruto,
Isaías 53, ele verá o fruto do seu penoso trabalho e ficará satisfeito.
Então, a nossa confiança é realmente que não vai terminar assim, mas ele está dizendo que nós precisamos prestar atenção.
Então, a primeira coisa, eu só vou dar essa introdução e depois vou começar a falar um pouquinho sobre esse versículo 4,
mas é muito claro aqui, muitas pessoas têm visto isso, que nesses versículos finais, então,
quando ele fala que precisa ter uma preparação, que precisa ter... algo precisa acontecer antes desse grande e terrível dia do Senhor,
e fica muito claro aqui, lembrai-vos da lei de Moisés, versículo 4, aí versículo 5,
vou enviar o profeta Elias antes que venha o grande e terrível dia do Senhor.
Por que ele vai mandar Elias antes? Porque tem esperança, porque algo pode acontecer.
Essa estratégia de Deus, essa é a nossa esperança, que ele não vai deixar assim.
Ele fala assim, e aí ele vai converter o coração dos pais aos filhos, o coração dos filhos aos pais,
para que eu não venha e fira a terra com maldição.
Então, eu não sei até que ponto, porque todos os textos bíblicos falam de muita apostasia,
de anticristo, de muitas forças que vão, muito povo que vai seguir a besta,
então nós temos muitas profecias do fim que falam de muita gente que vai continuar sendo contra o Senhor,
mas ele também fala que haverá um movimento de restauração, que haverá algo que vai preparar o coração de muita gente,
então essa é a nossa esperança e é para isso que nós temos que atentar.
Então quando ele fala então dessas duas notas, são duas notas,
versículo 4 ele fala de Moisés, e versículos 5 e 6 ele fala de Elias.
Então o último recado das escrituras hebraicas, o último recado de Malaquias,
o último recado do primeiro testamento é "preparem-se para a consumação".
Isso aqui não é, apesar de ser a última palavra antes da primeira vinda de Jesus,
mas toda essa palavra de Malaquias tem um cumprimento parcial em João Batista, mas o contexto do que Malaquias está falando,
o contexto da preparação não é para a primeira vinda.
Todo o contexto, Malaquias 3, "de repente eu virei ao meu templo", não foi a primeira vinda de Jesus,
ele veio, ele entrou na casa e expulsou os cambistas, mas não foi, não foi na primeira vinda de Jesus
que ele veio com essa missão de colocar o reino de Deus na terra e de julgar os que não são fiéis a ele,
então toda essa palavra de Malaquias, toda essa preparação para o dia do Senhor é em relação ao dia final,
então é um livro que não serviu principalmente para preparar, tinha essa preparação de João Batista
que foi importante, foi necessária e que cumpriu uma parte da profecia,
mas a grande ênfase da profecia de Malaquias é sobre a consumação, sobre o grande e terrível dia do Senhor.
Então, o último recado das escrituras hebraicas é para falar dessas duas coisas.
Primeiro, nunca se esqueça da aliança mosaica, e segundo, vem aí o profeta Elias.
Então, a primeira coisa que eu quero apontar, que é muito evidente, a maioria das pessoas já deve ter notado isso,
é que o final das escrituras hebraicas resume as escrituras hebraicas.
Em que sentido? Todo o primeiro testamento, várias vezes no novo testamento,
quando Jesus, quando Paulo, quando eles se referiam às escrituras hebraicas, eles resumiam,
eles diziam as escrituras hebraicas, naquele tempo eram as únicas escrituras que eles tinham,
mesmo na primeira igreja não tinha, não tinha nada, nem os evangelhos escritos,
não tinha nos primeiros anos, no tempo do livro de Atos, não tinha ainda.
Então, as únicas escrituras que eles tinham eram as escrituras hebraicas, o primeiro testamento,
essa era a bíblia deles, era a bíblia que Jesus tinha, era a bíblia que Paulo tinha, era a bíblia que Pedro e João tinham,
então, essa bíblia, ela era sintetizada, ela era chamada de lei e profetas, olha aqui, lei e profetas.
Então, nós temos no final do primeiro testamento um lembrete dizendo, olha, a coisa mais importante
para se preparar para estar pronto para a consumação é manter vivo, é continuar olhando para as escrituras que vocês têm,
nunca se esqueçam da aliança, ele fala assim, lembrai-vos da lei de Moisés,
a palavra lei, é torá, é instrução, e a instrução é toda aliança, a torá compreende os primeiros cinco livros da bíblia,
então, lembrem-se, lembrem-se do começo, Deus, ele não vai reiniciar, ele não vai apagar tudo isso aqui e deixar para lá,
ele vai construir em cima, a nova aliança é uma continuação, a nova aliança é trazer vida e continuidade para aquilo que foi feito no início,
por isso que eu estou procurando mudar a minha linguagem e não chamar mais de Velho Testamento, não é nenhum pecado,
é a maneira que nós conhecemos, Velho ou Antigo Testamento, mas assim, é uma maneira da gente mudar nosso conceito,
de entender que essa palavra de Malaquias que fala, fala da consumação do dia do Senhor,
então isso aqui não é uma coisa que serviu para preparar o povo daquela época para a primeira vinda, não, esse livro de Malaquias é para nós,
é nós que estamos diante do grande e terrível dia do Senhor, então esse lembrete final é para nós,
e a palavra que ele deu para nós, a palavra que ele está dizendo, olha, tem algo que vocês precisam se lembrar,
é algo que vocês precisam ter em mente antes da grande consumação, vocês precisam manter,
e isso aqui a gente vai ter que continuar falando a respeito disso, mas nunca se esqueça da aliança mosaica, nunca se esqueça de Moisés,
e depois ele fala, vem aí o profeta Elias, em relação a Moisés, ele fala, não se esqueça, lembrem-se, lembrem-se,
ele não fala que Moisés vai voltar, mas ele fala assim, Moisés está aí, são as escrituras, e vocês precisam lembrar das escrituras,
mas Elias representa um movimento vivo, Elias foi o primeiro de uma linhagem de profetas, de pessoas que vinham continuamente ao longo da história,
as escrituras se encerraram, ninguém pode acrescentar mais nada às escrituras, isso fala no novo e fala no velho, no primeiro testamento,
todas as escrituras falam assim, não pode acrescentar nada, isso aqui não é uma coisa que qualquer pessoa vem,
como fazem na constituição dos países, fazem um anexo, fazem um novo artigo, acrescenta alguma coisa, não, as escrituras você não acrescenta nada,
mas os profetas eles são contínuos, e nós vamos falar sobre isso em outro estudo, mas são as duas coisas que devem ser lembradas, mantidas, que devem continuar para sempre,
então primeiro eu só quero mostrar como na nova aliança eles continuavam se referindo, eles se referiam às escrituras hebraicas como a lei e os profetas,
então tem vários lugares, mas eu vou ler aqui em Mateus 5 no Sermão do Monte, Mateus 5 isso reforça para nós esse princípio de que o que Malaquias está falando não é só uma coisa antes da vinda de Jesus,
Jesus continuou falando, então Mateus 5, versículo 17, "não penseis que vim destruir a lei ou os profetas", o que ele estava falando?
As escrituras, era assim que eles resumiam todas as escrituras, as escrituras hebraicas, as escrituras do primeiro testamento,
"não penseis que vim destruir a lei ou os profetas", não vim para destruí-los, mas para cumpri-los, e não só ele cumpri,
ele veio para que Paulo fala em Romanos 8, para que a justiça da lei, aquilo que Deus queria, aquilo que Deus estava almejando,
aquilo que Deus queria transmitir, isso é para ser cumprido, não é para ser esquecido, não é para ser anulado,
Jesus está dizendo "não, não vim para acabar com nada", em verdade, versículo 18, Mateus 5, 18, "em verdade vos digo que até que o céu e a terra passem,
nem um jota ou um tio se omitirá da lei sem que tudo seja cumprido", então, isso é para mostrar que Jesus, ele fez isso, ele deixou isso muito claro,
não tinha como ele ser mais claro, e depois assim, na sequência aqui, Mateus 5, ele vai mostrar como os dez mandamentos,
"não matarás, não adulterarás, não mentirás, não jurarás", ele mostra como esses mandamentos devem fazer parte da nossa vida,
esses mandamentos, essas instruções, essa lei de Moisés, ela deve ser mais viva, mais real, ela deve ser encarnada em nós,
então ele fala, versículo 19, "Qualquer que violar um desses mais pequenos mandamentos e assim ensinar os homens será chamado menor no reino dos céus,
aquele porém que os cumpri e ensinar será chamado grande no reino dos céus, pois vos digo que se a vossa justiça não exceder a dos escribas e fariseus,
de modo nenhum entrareis no reino dos céus". Bom, várias vezes Jesus fala sobre a lei dos profetas, eu vou ler um do apóstolo Paulo,
em Atos 24, só essas duas passagens, tem várias outras em que usa esse termo, por exemplo, em Lucas 24, quando Jesus apareceu para os dois no caminho de Emmaus,
ele foi mostrando para eles, na lei e nos profetas, tudo que estava escrito a respeito dele, então isso mostra que a lei e os profetas,
eles não são velhos, eles não são antigos, eles não são ultrapassados, mas eles são vivos para nós, então em Atos 24,
versículo 14, Paulo está fazendo a defesa, ele foi preso, acusado de ser alguém que incitava contra a lei,
e ele fala assim... Atos 24, 14... "mas confesso-te isto, que conforme o caminho a que chamam seita, assim sirvo ao Deus de nossos pais, crendo tudo o que está escrito na lei e nos profetas".
Então só... eu só vou usar esses dois textos para a gente olhar como é importante entender que não são coisas ultrapassadas,
na Nova Aliança foram citadas como a base, tudo que nós temos na Nova Aliança foi edificado em cima do Primeiro Testamento,
em cima das alianças, em cima do que Deus fez com Abraão, com Moisés, com Samuel, com Davi, com os profetas,
então tudo que Deus fez, está fazendo hoje e é baseado no que ele iniciou.
Agora, só rapidamente, talvez não explore suficiente ainda hoje, mas eu queria falar sobre essa palavra "lembrem-se, lembraivos, lembrem-se da lei de Moisés",
que ele fala no versículo 4, "lembraivos da lei de Moisés, a qual lhe mandei em Oreb para todo Israel, os estatutos e os juízos".
Isso é muito enfatizado nas próprias palavras de Moisés, nos profetas, em todas as escrituras,
Deus sempre mostra que ele quer que a gente se lembre, essa palavra "lembrar",
Deus fazia questão de deixar os acontecimentos históricos, de deixar marcas, de deixar monumentos, de deixar escritos,
e eu só vou ler em Deuteronômio, primeiro em Deuteronômio 4, e eu queria apontar que quando Deus fala "lembraivos da lei de Moisés", para nós,
claro que a gente precisa colocar isso no contexto da nova aliança, existem coisas da aliança mosaica, o sacrifício de animais, por exemplo,
existem coisas que foram, de fato, superadas pela vinda do Messias, pelo sacrifício do Messias, pela nova aliança,
o sangue de Jesus é muito mais eficaz do que o sangue de animais, então o livro de Hebreus mostra isso como a nova aliança é superior,
não no sentido de desfazer, como Jesus falou assim, ele não veio para desfazer, mas ao mesmo tempo ele não removeu,
e só enquanto estou lembrando, em Romanos 9, Paulo fala a respeito do povo dele, do povo judeu, do povo de Israel, e ele fala assim "a eles pertencem as alianças",
a eles pertencem o serviço no templo, os patriarcas, ele fala de várias coisas que não são descartadas, que não são anuladas pela nova aliança,
fazem parte, Paulo mostra tanto que nós também somos filhos de Abraão, então tem continuidade, mas eu queria, assim, quando a gente lê,
lembrai-vos da lei de Moisés, a gente fala assim, isso não é para nós, porque nós não estamos debaixo da lei, e Deus nos deu agora a graça em Jesus,
e às vezes até parece que a gente nem tem obrigação, e Deus nem espera nada de nós em termos de uma vida transformada,
em termos de ter uma vida de acordo com o que ele pediu, isso não é verdade, e a gente não pode sentir que, porque falou de lei, não tem a ver conosco,
porque mais uma vez, lei significa instrução, e a lei, ela era a instrução, a lei de Deus,
era muito ligada, Deus, praticamente todas as vezes que Deus fala a respeito da lei, das instruções,
ele fala a respeito do grande ato de misericórdia quando ele libertou o povo da opressão, da escravidão no Egito,
então Deus associa, isso é um tema extremamente enfatizado sim nas escrituras, de que a aliança com Deus,
porque ele fala em Malaquias 4,4, lembrem da lei de Moisés que eu dei para ele no Monte Jorebi,
então aquele monte, Monte Sinai, Monte Jorebi, onde Deus fez a aliança com o povo,
ele fez lembrando assim, vocês estavam perdidos, estavam escravizados no Egito, eu libertei vocês,
e nós estamos entrando numa aliança, numa aliança de amor, e nós vamos ver essa relação,
mas quando fala assim, Deus não quer que a gente se esqueça da lei, nós não podemos isolar como se Deus quisesse que a gente lembrasse apenas de mandamentos,
porque toda a instrução é uma instrução de um pai, é uma instrução amorosa de alguém que entrou em aliança conosco,
ele nos libertou, ele tem uma relação de libertador, de salvador, como Jesus, que deu sua própria vida por nós,
e Jesus falou assim, se vocês me amam, vocês vão guardar meus mandamentos, mas não são lista de mandamentos,
mas os mandamentos são muito importantes, então eu quero só colocar, primeiro, uma relação entre a lei, entre as instruções e aquilo que Deus fez por nós,
Deus sempre, mesmo antes da nova aliança, antes da possibilidade, nós temos a lei no nosso coração de servirmos a Deus voluntariamente,
mas esse sempre foi o desejo, Deus queria que a gente lembrasse do que ele fez por nós, que a gente tivesse uma relação de amor, de gratidão,
que a gente tivesse uma relação de querer saber o que que esse Deus que se empenhou tanto, que se doou por nós, o que que ele quer de nós,
como que nós podemos ser um povo grato a ele, como que nós podemos ser um povo que deseja fazer o que ele quer para nós, que é para nosso bem,
ele não quer que a gente obedeça por causa de uma obrigação ou porque ele quer nos explorar, então nós temos muita trauma, muita associação errada
com essa ideia de um Deus que exige santidade, de um Deus que quer um padrão alto, que Deus quer que a gente faça coisas que a gente não quer fazer.
Lembrar da lei de Moisés é lembrar da aliança, aliança que é o início de todas as alianças,
como Deus chamou Abraão, como Deus cuidou dos filhos dele e principalmente como Deus tirou um povo do Egito,
então olha em Deuteronômio 4, Deuteronômio 4,9, então somente guarda-te a ti mesmo e guarda bem a tua alma, é o coração, é o sentimento,
é o seu interior, guarda bem a tua alma para que não te esqueças das coisas que os teus olhos viram e para que elas não se apartem do teu coração
todos os dias da tua vida ensinas aos teus filhos e aos filhos dos teus filhos, então isso aqui é simbólico, tem tantos outros textos,
eu vou ler mais um texto no capítulo 6, Deuteronômio 6, nesse texto que a gente conhece bem, que fala assim em versículo 4,
"Ouve, ó Israel, o Senhor nosso Deus é o único Senhor, é só Ele que salva, é só Ele que foi atrás de nós,
Ele é nosso Criador, Ele é nosso Salvador, Ele que nos redime, é Ele que está preparando o futuro, é Ele que é tudo para nós,
então o Senhor nosso Deus é o único Senhor, e o que é a base da lei?" Inclusive eu não li esse texto, mas vocês se lembram que aquele escriba chegou para Jesus
em Mateus 22, Mateus 22, 40, quando o escriba chegou para Jesus, ele falou assim, "Jesus, tem tantos mandamentos, tem tantas coisas na lei,
qual que é o grande mandamento?" E aí Jesus dá os dois mandamentos, o primeiro é esse que está aqui no versículo 5,
"Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma e de toda a tua força,
estas palavras que hoje te ordeno estarão no teu coração." Então quando o homem perguntou para Jesus qual que é o grande mandamento,
Jesus falou desse mandamento e do outro que está em Levítico, que é "Amarás o teu Próximo como a ti mesmo."
E aí ele falou assim, desses dois mandamentos, Mateus 22, 40, desses dois mandamentos dependem, é como resumem,
é a partir deles que está toda a lei e os profetas, todas as escrituras, então a lei e os profetas se resumem nisso.
E Deus quer que a gente se lembre, Deus quer que a gente sinta, então eu vou terminar só mostrando aqui, talvez a gente acabe falando um pouco mais,
em outro estudo, mas veja só, Deus queria, Deus está falando, lá no final de Malaquias Deus está falando "Lembre-se de Moisés,
lembre-se da aliança, lembre-se da instrução de Moisés." E não é da lei isolada, da lei como se fosse algo, só um conjunto de mandamentos,
a lei é a instrução e a instrução é amar a Deus sobre todas as coisas e amar o próximo como a nós mesmos.
E ele está dizendo "Eu quero que vocês se lembrem, por que eu vou ser grato a Deus? Porque ele me libertou do Egito, essa história é pra ficar inculcada."
E olha o que ele fala aqui no Deuteronômio 6 e 7, "tu as inculcarás, todas as palavras, inculcarás a teus filhos, delas falarás assentado em tua casa,
andando pelo caminho, deitando-te, levantando-te, também as atarás na tua mão, eles tinham que colocar lembretes, te serão por faixa entre os teus olhos,
escreverás nos umbrais da casa nas portas." Então ele sempre fala para não, versículo 12, "guarda-te que não te esqueças."
E na verdade quando ele fala "não te esqueças", não é da lei em si, não te esqueças do Senhor, é isso que está escrito em Deuteronômio 6 e 12,
"guarda-te que não te esqueças do Senhor que te tirou da terra do Egito, da casa da servidão."
Então, o que é lembrar? E como nós podemos nos lembrar? E como nós devemos nos preparar?
Lembra que ele está falando assim, olha, antes do grande terrível dia do Senhor, vocês precisam estar preparados,
e a primeira coisa é, vocês precisam manter viva a aliança, vocês precisam manter viva a lembrança,
tornar aquilo vivo no seu coração. Então, olha aqui, eu coloquei algumas coisas aqui para entendermos como que é para lembrar,
como que a gente deve lembrar, o que que era para eles fazerem? Primeiro eles tinham que fazer leitura,
inclusive no livro de Neemias mostra que eles fizeram leitura da lei durante várias horas.
A leitura, a leitura é importante, nós precisamos ler, como é que você vai lembrar das coisas se você não lê,
se você não tem aquilo já encucado na sua memória? Então, leitura individual, como família, como igreja, como povo,
a leitura é o ponto mais importante, como é que nós vamos nos lembrar da lei de Moisés?
Leitura periódica, leitura contínua, meditação, Salmo 1 fala assim,
"Bem-aventurado aquele que tem seu prazer na lei do Senhor e medita nela de dia e de noite."
Então, a leitura e a meditação. Eu vou falar sobre isso depois, mas eu vou mencionar aqui,
que tudo isso que eu estou falando pode se tornar algo morto.
Eu já estive, até assim, isso acontece em cultos cristãos, em missas católicas, em serviços de judeus,
tudo pode se tornar uma coisa mecânica. Eu vi que tanto nos judeus ortodoxos como nos judeus messiânicos,
uma parte do serviço, do culto deles, eles repetem orações, eles repetem trechos da Bíblia,
e às vezes eles fazem isso, até um judeu messiânico estava contando há pouco tempo que ele foi,
eu não me lembro exatamente o contexto, mas chamaram, acho que ele foi numa sinagoga,
ele foi chamado para ler em hebraico, uma leitura da lei no serviço de judeus ortodoxos,
e ele sabe falar hebraico, só que ele falou assim,
"Eu não sou capaz de ler com tanta rapidez como vocês leem, eu tenho visto, não conheço tanto,
mas às vezes eles falam tão rápido, eu fico pensando, não dá tempo nem de absorver aquilo,
aquilo se tornou uma reza que a gente fala, uma oração repetida, uma coisa sem sentido,
então eu quero dizer que tudo isso aqui que eu estou falando, ela pode se tornar uma coisa mecânica,
sem nenhum sentido, mas quando ele fala, nunca se esqueça, quando ele fala para lembrar, ele está dizendo,
"Eu quero que vocês façam", quando essas palavras de Deuteronômio ele continua falando que é para falar pelo caminho,
quando você se levanta, quando você se deita, fala com seus filhos, ele quer, ele queria e quer que a gente faça de um jeito vivo,
de um jeito que realmente não seja mecânico, não seja uma repetição,
então vamos de novo, leitura, mas tem que ser leitura com sentido, lembra lá em Neemias,
eles faziam leitura e os levitas explicavam, então a leitura, tem que ser feita a leitura, mas tem que haver uma absorção,
nós precisamos entender, precisamos entender o coração de Deus, nós precisamos ler e sentir Deus falando,
não leitura mecânica, não leitura por obrigação, meditação, as festas, as festas judaicas,
festas da Páscoa, festas de Tabernáculos, eles até hoje fazem, eles dramatizam, eles revivem,
então essas festas foram designadas para lembrar, para que aquilo fosse vivo para eles,
e faziam esses lembretes nas mãos, nas roupas, na testa, nas portas das casas,
para fazer lembretes, como a gente coloca ímãs na geladeira, é para colocar, é para ter lembretes,
mas tudo tem que ser vivo, tudo tem que ser real, tem que ser feito no contexto de família,
para que fosse passado para filhos, para as outras gerações, e eu só vou terminar lembrando que Jesus também mandou a gente lembrar,
ele instituiu a ceia e falou assim, vocês vão comemorar essa ceia e vocês vão se lembrar de mim,
porque Deus não está visível para nós hoje, a gente não vê, Jesus veio, mostrou quem é o Pai, mostrou o amor,
mostrou a palavra, mas ele também foi embora, então nós temos as escrituras para nos fazerem lembrar,
e nós temos a ceia, que é aquilo que foi acrescentado na nova aliança, além de todas essas coisas, as escrituras,
lembrar de Jesus na ceia, na eucaristia, não significa que não precisa fazer as outras coisas, mas foi o que Jesus acrescentou,
para que a gente se lembrasse dele, a ceia também se torna um ritual, todo mês faz, em algumas comunidades,
alguns grupos, toda semana, na igreja primitiva era todo dia, mas tinha que ser uma coisa viva, se não é viva, não vale a pena.
A ceia tem que ser, a comemoração tem que ser um meio da gente se lembrar, um meio da gente trazer para que essa memória seja viva,
para que por meio da lembrança, por meio de lembrar que Deus nos libertou do Egito, eu falo "nos" porque nós somos enxertados,
então nós fazemos parte, foram nossos antepassados no Egito que estavam na escravidão, e quantas outras escravidões depois disso,
quantas outras situações, então a lembrança, essa é a primeira mensagem final de Malaquias.
Lembrem, lembrem de Moisés, mas não é uma memória morta, infelizmente na maioria das vezes é, mas é para ter uma memória viva,
é para trazer como se a gente estivesse revivendo aquilo, é para a gente ser inclusive criativo, como nós podemos lembrar,
como nós podemos mais uma vez reviver alguma coisa que possa renovar, reacender nossa paixão por esse Deus,
não tem outra preparação que vai valer a pena. Agora só fazendo uma ponte para o próximo, eu não coloquei nessa lista aqui,
mas como que a gente se lembra de Moisés, da Aliança Mosaica, todas as maneiras, talvez tenham outras, mas eu coloquei algumas aqui,
como que a gente se lembra, como que a gente pode, a gente pode mudar isso, talvez em algum momento é fazendo leituras de uma certa forma,
mas nós podemos mudar, até mesmo de mudar, eu fui criado em inglês fazendo cultos domésticos com meus pais, minha família,
e a gente usava aquela versão, aquela tradução mais tradicional na língua inglesa que é o King James, que é uma tradução de 1600,
imagine só, e por muito tempo para mim ler qualquer outra versão era como se tivesse, não era tão ungido, eu não sentia assim para mim, eu cresci lendo a Bíblia em inglês na versão King James,
e eu achava que outras assim, depois em português, eu fui me acostumando também com uma versão João Ferreira, mais atualizada, enfim,
a gente começa a pensar assim na outra versão, a gente não está tão acostumado, a gente não memorizou tão bem, mas depois eu comecei a ler em outras traduções comparando,
e de repente a outra tradução usa outras palavras e como se aquele versículo se tornasse novo, então o que eu quero dizer é,
nós precisamos descobrir maneiras de tornar a leitura, a lembrança das alianças, das escrituras, de quem Deus é, isso precisa se tornar vivo, porque é isso que Deus quer,
ele não quer um culto, uma tradição, ele quer que você se lembre, ele quer que você tenha memória, ele quer que você passe isso de uma forma viva para as próximas gerações,
Jesus quer que a gente tome a ceia lembrando dele, então que essa lembrança seja a nossa primeira, o nosso primeiro passo na preparação para a vinda de Jesus, mas o que eu ia dizer,
que tem um outro jeito que Deus arrumou da gente se lembrar e é usando os profetas, isso vamos falar na próxima vez. Senhor, nós pedimos que realmente essa lembrança que o senhor deseja,
essa lembrança viva, essa lembrança que possa nos fazer não só saber que o senhor pediu, que o senhor ordenou certas coisas, que o senhor deseja as suas instruções,
mas queremos acima de tudo lembrar de como o senhor é e do teu coração e como o senhor agiu com o povo de Israel e como o senhor agiu com a igreja, como o senhor tem agido na nova aliança,
nós queremos lembrar para que realmente todas essas coisas façam parte da nossa vida, pedimos que o senhor nos ajude nesse empenho em nome de Jesus, amém.
Conversa
O que esse texto te despertou?
Compartilhe sua reflexão, dúvida ou testemunho. Sua voz importa pra essa comunidade.