Não é muito fácil imaginar como será o ministério de Elias que Deus enviará antes da volta de Jesus. Será por meio de uma pessoa, duas pessoas, um grupo profético? Será que haverá mesmo um cumprimento da profecia de Malaquias 4.5,6, antes da vinda de Jesus? Assim como o Primeiro Testamento termina com uma nota melancólica, mostrando como o povo de aliança estava falhando terrivelmente, mesmo depois da restauração do cativeiro babilônico, nós podemos olhar tanto para a Igreja hoje, quanto para o povo de Israel e sentir a mesma coisa. Temos uma abundância de vozes, muitos ensinos, muitos líderes, muitos apóstolos e profetas, mas não temos clareza sobre a voz de Deus. Tem alguma promessa no final do Novo Testamento que também promete uma voz profética contundente que será conhecida como a voz de Deus?
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Leitura recomendada:
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14/12/25 – Ml 4 – Baixardo áudio.

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Transcrição
Estamos no final de Malaquias, no final do primeiro testamento,
hoje, se Deus permitir, vamos completar nosso estudo sobre esse último capítulo, sobre esse último livro,
sobre essas últimas palavras do livro de Malaquias,
e nós temos já falado bastante nas aulas passadas,
estamos examinando essa profecia, especialmente essa promessa de Deus,
de enviar o profeta Elias antes do grande e terrível Dia do Senhor,
e nós temos inclusive falado sobre essa questão, será que foi só João Batista,
ou tem um cumprimento ainda dessa profecia, porque nos evangelhos
fica bem claro que João Batista foi um cumprimento exatamente dessa profecia,
mas estamos colocando nosso entendimento de que essa profecia ainda não foi cumprida em sua totalidade,
mesmo porque na própria profecia de Malaquias ele fala do grande e terrível Dia do Senhor que não foi a primeira vinda,
Jesus veio uma vez, os profetas não entendiam, nenhum dos profetas no primeiro testamento,
entendia que o Messias prometido, descendente da mulher, descendente de Davi, que haveria de reinar, trazer paz,
não entendiam que seria uma vinda em duas etapas, Jesus viria uma vez,
e depois iria embora e vai voltar para cumprir plenamente todas as profecias,
então assim como Elias veio, João Batista veio no espírito, o poder de Elias antes da primeira vinda,
nós cremos que essa profecia aponta mais ainda para uma preparação, para uma vinda antes da segunda vinda,
então vamos orar, pedir que o Senhor nos ajude nessa aula final sobre essa profecia e sobre esse livro de Malaquias.
Senhor, nós cremos que Tua Palavra é verdade, cremos que aquilo que o Senhor prometeu o Senhor vai cumprir,
o Senhor tem feito isso ao longo da história, tudo que o Senhor prometeu o Senhor sempre cumpriu,
e ainda há várias promessas que irão se cumprir, nós estamos colocando nossa confiança, nossa fé nesse cumprimento pleno,
não só de que haverá a vinda de uma preparação para a segunda vinda,
mas principalmente que o Senhor voltará e que o Senhor estabelecerá o Teu reino para sempre.
Ajude-nos a entender como isso se aplica, como nós podemos entender essa época de Malaquias
e a nossa época de hoje pedimos em nome de Jesus, amém.
Na aula passada nós falamos sobre três bases para a gente entender que ainda haverá um cumprimento dessa profecia de Malaquias 3,
essas três bases são que a profecia de Malaquias fala do grande e terrível dia do Senhor, que ainda não aconteceu,
a segunda base é que Jesus mesmo falou para seus discípulos que Elias tinha vindo na pessoa de João Batista,
no Ministério de João Batista, mas que ainda haveria uma vinda de Elias para restaurar todas as coisas,
e a terceira base são as profecias do Livro de Apocalipse,
nós começamos a olhar o capítulo 11 do Livro de Apocalipse para ver...
não uso o nome Elias, não faz referência à profecia de Malaquias,
mas fala a respeito de um ministério profético, uma testemunha antes da volta de Jesus,
que se encaixa muito com essa profecia de Malaquias,
então seria a nossa terceira base, e ainda nós vamos continuar falando sobre o Apocalipse,
mas antes eu só quero fazer uma observação importante, que já fizemos, mas eu quero deixar bem claro assim,
nesse encerramento do nosso estudo de Malaquias e do Primeiro Testamento,
eu quero chamar a atenção para um aspecto importante sobre o Livro de Malaquias.
O Livro de Malaquias é a última palavra desse tempo que nós chamamos de restauração,
que começou com o retorno do cativeiro na Babilônia,
então Zorobabel voltou no início do Livro de Estras, houve várias etapas de retorno de cativos,
de exilados da Babilônia para Israel,
e tem toda a história que envolve Estras, Nehemias, e principalmente o Livro de Nehemias que termina no fim numa nota melancólica,
então a gente tem falado sobre isso, eu quero enfatizar,
que quando o povo de Israel, o povo de Judá especificamente, foi para o cativeiro na Babilônia, no tempo de Jeremias,
houve profecias na parte de Jeremias, houve profecias na parte de Ezequiel dentro do cativeiro,
de que aquele cativeiro não seria para sempre,
que Deus não estava quebrando sua aliança, que ele traria o povo de volta,
e as profecias de Jeremias e de Ezequiel são muito fortes no sentido de que haveria uma restauração,
e essa restauração seria plena, seria maravilhosa,
depois nós temos o profeta Ageu, que foi um dos que estava ali no começo da restauração, no começo do retorno,
e ele profetizou que aquele templo que eles começaram a reconstruir e que eles começaram a achar que aquele templo seria muito inferior ao templo de Salamão que tinha sido destruído,
e Ageu profetizou, o livro dele é curtinho, mas ele tem uma profecia muito forte
de que a glória da segunda casa desse segundo templo seria maior, não seria menor, seria maior do que da primeira casa.
Zacarias tem profecias também sobre isso.
Então, o que que eu quero dizer?
No final do livro de Nehemias, Nehemias é aquele que termina as etapas de restauração,
construindo os muros em volta de Jerusalém, restaurando a lei junto com Esdras, celebrando,
então tem todo o livro de Nehemias mostrando as etapas finais desse retorno do cativeiro
e da restauração que, como Deus prometeu, ele estava cumprindo.
Porém, o livro de Nehemias termina numa nota melancólica porque aquilo que Esdras e Nehemias fizeram
e que trouxeram restauração e reforma e retorno à lei de Deus, a celebração das festas e ao serviço dos sacerdotes,
a cidade de Jerusalém, tantas coisas que foram feitas, no final do livro de Nehemias termina sim com uma nota triste
porque o povo, dentro de poucos anos, espaço de poucos anos depois dessas restaurações finais,
eles já estavam se afastando de Deus, deixando de novo de fazer as coisas,
misturando-se com os povos da terra que não serviam a Deus, então termina nessa nota,
e Malaquias ele é contemporâneo dessa parte final de Nehemias e ele também, as profecias dele,
mostram que o povo tem essas discussões com Deus e Deus com o povo,
então o livro de Malaquias retrata uma situação em que Deus está chamando o povo de volta,
mas o próprio fato de ter que chamá-los de volta mostra que eles não estavam sendo fiéis,
e o primeiro testamento termina assim, nós depois de conhecermos a nova aliança e como Jesus veio para fazer,
como o Romanos fala, através da graça em Jesus Cristo, Deus faz na nova aliança o que a lei não poderia fazer,
então nós entendemos que a lei, o primeiro testamento, a lei, os profetas, tudo que foi feito foi bom,
mas não foi suficiente, então nós temos um final do primeiro testamento que poderíamos dizer assim,
o povo falhou e até tem essa nota registrada no Novo Testamento que Paulo fala assim que os rombos judeus,
eles não tinham conseguido alcançar aquilo que Deus realmente desejava,
então nós podemos dizer, ah, então a lei de Moisés, as primeiras alianças fracassaram, houve um fracasso,
não, o primeiro testamento termina aqui em Malaquias, nesse texto que nós estamos estudando,
o final de Malaquias, falando que Deus não vai tirar a lei, lembra-te da lei, lembrai-vos da lei,
e vou enviar a Elias porque o Ministério Profético vai ajudar vocês a guardar a lei,
vai preparar o caminho, e Malaquias 3 fala do verdadeiro mensageiro que é o próprio Deus chegando para o seu tempo,
então nós temos essa tensão que a primeira aliança, o primeiro testamento termina mostrando
que não seria suficiente sem a vinda do Messias, sem o estabelecimento da nova aliança,
então há um senso sim de ser incompleto, há um senso de que precisa ter alguma coisa,
nessas discussões entre o povo e Deus nós já mostramos que Deus fala assim, vocês querem justiça?
Vocês querem uma coisa verdadeira, uma coisa permanente, uma coisa que vai funcionar mesmo?
Vai ser quando eu chegar, e isso vai ser no grande dia do Senhor, só que eu não posso vir e estabelecer isso agora
porque tem que ter uma preparação, então nós temos a preparação da primeira vinda de Jesus,
que foi preparada pela vinda de João Batista no Espírito de Elias,
e agora nós estamos diante de um tempo semelhante, porque nós agora estamos no final de uma outra etapa,
nós estamos no final desse período, dessa era, e estamos aguardando a segunda vinda,
mas antes da segunda vinda também precisa ter essa preparação,
e mesmo com a preparação o que vai resolver mesmo é a volta de Jesus, em outras palavras,
Jesus está esperando alguma coisa, ele espera, precisa ter algo que ele está aguardando,
mas nós também estamos aguardando que mesmo com a preparação,
mesmo com a vinda do preparador, do ministério preparador, não vai ser completo,
nós também estamos vendo um tempo em que, assim como o Israel, a igreja formada de todas as nações,
também deixa a desejar, nós também vez após vez há movimentos de retorno, de restauração,
mas sempre nos afastamos novamente, então a restauração que aconteceu com Esas e Nehemias naquele tempo,
não foi a restauração plena, profetizada por Jeremias e Ezequiel, e anunciada até por Ageu e Zacarias,
não aconteceu essa glória da segunda casa, nós ainda estamos aguardando isso,
então nós também estamos numa época semelhante, uma nota melancólica no sentido de que
ainda não se completou tudo que Deus quer, mas antes de Jesus voltar, precisa ter um preparador,
então nós estamos mostrando esse paralelo.
E na aula passada eu acrescentei algumas coisinhas nessa relação aqui,
o que é o ministério de Elias dos últimos dias, esse último cumprimento da profecia de Malaquias 4,
então nós falamos assim, que ele tem um ministério de preparação e de restauração,
mas eu acrescentei, tem um ministério de consumação, então nós queremos mostrar isso um pouco melhor,
então nós vamos agora para o Livro de Apocalipse, vamos completar essa análise dessa profecia no Livro de Apocalipse
para podermos entender essa terceira base de que haverá assim um ministério que, como eu falei, pode ser,
tem as interpretações de que Elias virá no tempo de Jesus da primeira vinda, foi João do Batista,
uma pessoa, agora no Livro de Apocalipse 11 tem essa profecia de duas testemunhas,
então algumas pessoas pensam que agora será um ministério exercido por duas pessoas,
não uma pessoa como João Batista, mas agora vai ter duas pessoas,
e existe também uma possibilidade não ser duas pessoas, mas de ser um ministério coletivo, um ministério de muitas pessoas ao redor do mundo,
que o mundo hoje é muito mais complexo, tem igrejas em todas as partes do mundo, tem pessoas em todas as partes do mundo,
e todos precisam ouvir, todos precisam receber esse testemunho.
É verdade que nós temos meios de comunicação, tem internet, tem televisão, tem transmissão de redes sociais,
mas é possível que seja um ministério feito por duas pessoas apenas? É possível,
mas pode ser também que seja uma manifestação, uma encarnação coletiva, corporativa, feita em muitas pessoas ao mesmo tempo, seria um milagre ainda maior.
Nós começamos na aula passada falando sobre Apocalipse 11, mostrando que as duas testemunhas têm os mesmos sinais de Moisés e Elias,
então tem essa relação simbólica que identifica as duas testemunhas com o mesmo tipo de ministério de Moisés e Elias,
mas agora nós vamos voltar um pouquinho antes, nós vamos voltar um capítulo para o capítulo 10, Apocalipse 10,
e lembrando que, como já mencionei, o livro de Apocalipse tem várias profecias, várias visões que não são sequenciais,
assim, são acontecimentos que não são cronológicas sequenciais, são acontecimentos, ele vê uma coisa, ele vê outra coisa,
e faz parte do mistério, faz parte daquilo que a gente não compreende perfeitamente, que Deus está reservando para o tempo do fim,
quantas interpretações já tivemos do livro de Apocalipse, quantas ideias diferentes, algumas profecias do Apocalipse já se cumpriram,
outros ainda faltam se cumprir, então tem muitas visões e muitas ideias a respeito do livro de Apocalipse, e eu não tenho a menor pretensão de ter a chave,
de ter a interpretação correta, mas para entender essa profecia específica a respeito de um ministério profético,
então lembrando que aqui nessa Apocalipse 10 e 11 não falam especificamente de Elias, mas as duas testemunhas têm sinais muito parecidos,
iguais àquelas que Deus deu para Elias, então tem uma relação por causa disso, e não tem uma referência também à profecia de Malaquias 4,
então não tem essas conexões, mas nós vamos ver agora no capítulo 10 de Apocalipse algumas coisas que podem nos ajudar nesse entendimento,
e esses dois capítulos, embora as visões do Apocalipse não são todas sequenciais, todas cronológicas, mas existem sequências,
então tem os sete selos que começam depois que o Cordeiro abre os selos em Apocalipse 5, então vão ser abertos sete selos,
e o que são esses selos, o que é esse livro? É o livro das Escrituras, é o livro do propósito de Deus, são aspectos que foram selados,
tem toda aquela visão de Apocalipse 5 em que próprio João chora porque ninguém pode abrir esse livro, então tem coisas seladas,
Deus falou, o anjo falou com Daniel que ele não podia entender as coisas que foram reveladas a ele porque eram seladas para o tempo do fim,
então no livro do Apocalipse os selos são abertos, então tem uma sequência de sete selos, e o sétimo selo é justamente a abertura de sete trombetas,
então esses dois capítulos, Apocalipse 10 e 11, acontecem entre a sexta trombeta e a sétima trombeta, e a sétima trombeta que acontece em Apocalipse 11 e 15,
quando o sétimo anjo toca a sua trombeta, mostra que acabou esse tempo presente e fala os reinos do mundo vieram a ser de nosso Senhor, de seu Cristo, é o fim dessa era e o início do reino de Deus,
então essa parte cronológica, embora seja um pouco difícil de entender, sete selos, sete trombetas, depois em Apocalipse 16 tem as sete taças e tem várias outras visões,
e às vezes é difícil a gente saber exatamente como encaixar na cronologia, no entendimento da escatologia,
porém esses dois capítulos acontecem entre a sexta e a sétima trombeta, sendo que, até Paulo fala assim, quando tocar a última trombeta,
então a sétima trombeta, a última trombeta é o retorno de Jesus e é o estabelecimento do reino dele na terra, então essas coisas aqui acontecem logo antes,
e essa sequência fica clara, então vamos ler um capítulo curto, Apocalipse 10, para a gente entender esse contexto,
lembrem-se que o nosso propósito aqui não é interpretar um monte de coisas na escatologia,
é entender se temos fundamento, se temos verdadeira base para afirmar que Deus vai enviar um ministério profético antes da volta de Jesus,
algumas pessoas podem dizer "mas já tem um ministério profético, tem pessoas no século XX, derramamento do Espírito Santo,
pessoas começaram a se levantar, até então praticamente não se falava diretamente, principalmente de apóstolos, mas mesmo de profetas, ninguém ousava usar esse título".
Hoje nós temos múltiplas pessoas, múltiplos ministérios que falam que são profetas, falam que são apóstolos,
temos profecias, temos pessoas que usam esse ou esse título, ou falam que são profetas, mas as coisas não... uma coisa não bate com a outra,
é como Paulo fala em 1 Coríntios 14, ele fala assim, se a trombeta é para preparar as pessoas para uma guerra,
e se a pessoa que toca a trombeta tem um som meio desafinado, toca de um jeito, toca de outro jeito, porque tinha um toque específico no arraial de Israel no deserto,
tinha um toque específico da trombeta dizendo "tem guerra, preparem-se, nós vamos ser atacados", tinha um outro toque para chamar as pessoas para se congregar diante de Deus,
tinha um outro toque para dizer "nós vamos levantar acampamento, nós vamos mudar", eles tinham vários toques, e as pessoas entendiam.
A minha sensação, e não é só minha, há muitos anos a gente escuta, claro, a gente escuta pessoas que a gente sente que têm uma palavra de Deus,
a gente ouve ministérios, a gente tem um ministério A, B, C, D, tem tantos ministérios, mas eles não falam a mesma coisa,
e não há um senso, a gente percebe alguns elementos, percebe algumas coisas que de Deus, não é que não tem mensagens,
não é que não tem homens e mulheres de Deus hoje, mas não existe uma clareza, tem gente falando "é tempo disso",
tem gente falando "não é tempo de outra coisa", tem muitas pessoas falando que está próximo da vinda do Senhor,
mas há uma diversidade, há uma cacofania, vozes diferentes, cada um falando com sua tribo, não tem, eu afirmo isso,
não tem uma palavra profética, e principalmente não temos palavras, João Batista teve um ministério de Elias,
todas as pessoas naquela região, naquele lugar, todas as pessoas saíam para ouvi-lo, até as pessoas que eram meio críticas,
mas saíam para ouvi-lo, era uma voz clara, nem todo mundo prestou atenção, não estou dizendo isso,
nem todo mundo ouviu Elias, nem todo mundo ouviu João Batista, mas havia uma voz clara, agora uma coisa que Elias tinha,
que João Batista não tinha, Elias dizia que tal e tal coisa ia acontecer, ia acontecer mesmo,
João Batista não tinha, ele tinha uma profecia, que "eis aí vem o Cordeiro de Deus", e essa palavra foi certa,
e ele confrontou Herodes pelo casamento errado, então ele tinha isso, mas no ministério de João Batista,
nós não vemos sinais, fogo caindo do céu, não vai chover, vai chover, vai acontecer isso, vai acontecer aquilo,
não vemos isso, então João Batista não tinha esse aspecto do ministério de Elias, e Apocalipse 11 mostra que as duas testemunhas terão essa palavra,
em outras palavras, eles terão o endosso de Deus, a grande dúvida que paira sobre o ministério profético de hoje,
é que as coisas, em geral, não acontecem de acordo com as profecias deles, eu não estou dizendo que nada acontece,
já vimos pessoas que profetizaram no século 20, houve alguns ministérios, ministérios conectados, aquele Kansas City,
houve vários ministérios, houve palavras, mas são coisas isoladas, não são essas palavras que definem o tempo de Deus,
que definem, que trazem o endosso de Deus, e que confronte, uma palavra que confronte os grandes líderes,
veja bem, hoje nós temos pessoas que falam, que são muito conectadas, aconteceu isso nos Estados Unidos, durante muito tempo,
e tinha, sentia um ministério muito bom, que era do Billy Graham, que orava com os presidentes, mas ele não tinha uma palavra profética,
ele não confrontava, em geral, e os ministérios que nós estamos vendo hoje, que são muito ligados, alguns candidatos, alguns presidentes, alguns líderes,
muito menos, não estão confrontando, às vezes até fazem parte de uma direção errada, sendo dada para o país e para a igreja,
então nós não temos visto esse tipo de ministério, por outro lado, hoje tem alguns homens, alguns ministérios, algumas vozes,
que vem falando de juízo, e vem falando dos erros da igreja, mas muitas vezes sem a compaixão, sem o lado correto,
que é uma palavra profética, mas uma palavra que aponta para Jesus, que aponta para a Graça, enfim, nós estamos vendo ministérios parciais,
nós estamos vendo ministérios que não representam uma voz clara, e a pergunta que eu faço nessa aula é, será que haverá uma voz profética, clara,
antes da volta de Jesus? Não estou dizendo que todo mundo vai ouvir, não estou dizendo que será um consenso 100%,
não será essa coisa diplomática, muitas pessoas usam essa expressão politicamente correta, não é uma palavra agradável,
mas também não é uma palavra que simplesmente condena, acusa e divide mais, enfim, será que vai ter uma palavra que realmente
represente o que Deus quer falar com essa geração? Essa é a grande pergunta. Se eu for olhar para evidências, se eu for olhar para a situação atual,
eu vou ser muito cético, eu vou dizer assim... acho que cada um tem que buscar ouvir a voz do Espírito Santo e fazer o que pode ser o mais fiel possível à voz de Deus,
mas está muito confuso, está muito confuso, muito dividido, muito separado, muito parcial, então a tese, a proposta,
e que eu vejo em Malaquias 4 e agora eu quero mostrar em Apocalipse 10, é que haverá sim, haverá uma voz profeta.
Então vamos olhar aqui, Apocalipse 10, versículo 1. "Vi outro anjo forte descendo do céu vestido de uma nuvem."
Agora, a visão desse anjo parece a visão de Jesus, e na verdade é mensageiro, o anjo significa mensageiro,
Daniel foi visitado por um mensageiro no capítulo 10 de Daniel, e a descrição desse anjo parece a descrição de Jesus,
e esse anjo também, e Jesus não é anjo, Jesus não é um mensageiro qualquer, mas Jesus é um mensageiro,
ele é o mensageiro, anjos são mensageiros, eles levam recados, mas Jesus é o recado, ele é a palavra, ele é o verbo,
se esse anjo é Jesus em pessoa, se ele só está mostrando uma visão parecida com Jesus,
não sabemos, mas ele tem uma descrição muito forte parecida com Jesus, então ele é vestido de uma nuvem,
por cima de sua cabeça estava o arco-íris, seu rosto era como o sol e os seus pés como colunas de fogo,
existe uma identificação entre o mensageiro, quanto mais próximo o mensageiro for da presença de Deus,
mais ele vai mostrar, ele vai representar, ele vai expressar quem Deus é,
então esse anjo forte, ele é chamado de anjo forte porque ele se sobressai, ele é diferente de outros anjos,
ele tinha na mão, versículo 2, um livrinho aberto, pois o seu pé direito sobre o mar e o esquerdo sobre a terra,
então ele está sobre todo o globo terrestre, porque o globo terrestre é formado de terra e mar,
então ele tem um pé sobre a terra e um pé sobre o mar,
em outras palavras, ele tem algo para falar para a terra inteira,
e ele clama com grande voz como quando rugi o leão, que também parece a voz de Deus,
muitas descrições da voz de Deus é como um leão quando rugi ou às vezes como trovão,
tendo clamado ele, os sete trovões fizeram soar as suas vozes,
então ele rugi como leão e sete trovões são ouvidos.
Agora esse aqui é um dos versículos que às vezes eu brinco, porque isso está na Bíblia?
Porque os sete trovões, eles falaram alguma coisa, não era só barulho de trovão,
houve sete trovões, assim como houve sete trombetas,
e esses sete trovões falaram alguma coisa,
porém, versículo 4, quando os sete trovões fizeram soar as suas vozes,
eu ia escrevê-las, mas ouvia uma voz do céu que dizia "Sela o que os sete trovões falaram e não o escrevas",
e aí a gente tem aquela pergunta, se não ia falar o que os sete trovões disseram, então que nem colocasse,
porque a gente fica curioso, mas será o que que os sete trovões falaram?
Mas sabe por que, isso é um pensamento meu, mas por que que ele coloca esse anjo, tem um livro na mão,
ele tem uma voz como leão, como leão rugi, então é a voz de Deus,
e os sete trovões, então quando ele aparece e quando ele rugi,
vêm sete trovões que são a voz de Deus,
e João ouviu, ele ia escrever,
mas assim como Daniel, que a gente até sabe de algumas coisas que Deus mostrou para ele,
setenta semanas e várias outras coisas que Deus mostrou para Daniel,
e Daniel se esforçava para entender,
e o anjo falou com Daniel "Sela essas coisas porque só vai entender no tempo do fim",
então esses sete trovões, está registrado isso aqui,
porque os sete trovões, eles ainda vão ser ouvidos,
isso aqui está falando sobre algo que vai acontecer no fim,
e João, ele ouviu, ele ouviu mas eram coisas que ele não podia escrever,
Daniel ouviu coisas que não podia entender, ele escreveu mas não entendeu,
agora João ouviu coisas que não era nem para escrever,
porque aquilo que foi falado, que ele teve a oportunidade de ouvir,
não ia trazer benefício, não era o momento de ouvir,
então tudo isso fala... por que fala que tem sete trovões?
Porque tem alguma coisa que precisa ser falado,
nesse tempo que o anjo está representando, e olha o que ele vai falar,
então os sete trovões falaram,
mas não era tempo de ouvir e de entender o que eles falaram,
então o anjo, versículo 5,
então o anjo que via em pé sobre o mar, sobre a terra, esse anjo,
levantou a sua mão direita, agora ouça bem o que diz aqui,
isso aqui é importante para nós entendermos em relação a essa pergunta que eu estou fazendo,
haverá uma voz profética?
Malaquias profetiza no fim do livro dele e fala assim "Olha, não houve restauração completa,
vocês fizeram perguntas que só serão solucionadas quando Jesus voltar,
quando Deus chegar no seu templo,
mas antes que Deus possa chegar no seu templo,
precisa ter o ministério do profeta Elias, é isso que Malaquias está dizendo,
a restauração não foi completa,
mas eu vou enviar Elias, Deus promete que vai acontecer e Jesus fala,
Elias virá e restaurará todas as coisas, então tem que ter um ministério ainda,
quem vai restaurar mesmo a terra e o céu e a criação e o reino de Deus é Jesus,
mas tem algumas coisas que precisam ser restauradas para que Jesus possa voltar
e tem que ter esse ministério profético,
então olha, o anjo Apocalipse 10, 5, ele levanta sua mão direita ao céu
e jura por aquele que vive para todo sempre,
o qual criou o céu e o que nele há, a terra e o que nela há, o mar e o que nele há,
que não haverá mais demora,
quando é que o anjo fala isso?
Entre a sexta e a sétima trombeta,
então essa visão que João está recebendo desse anjo,
isso ele viu em visão, mas isso não aconteceu ainda,
isso vai acontecer entre a sexta e sétima trombeta,
ou seja, antes do final, pouco antes do final,
e então João está recebendo essa visão do final
e tem um anjo que tem um livrinho na mão e ele está jurando,
eu falei assim, olha, o anjo ele fala a palavra de Deus, não precisa jurar,
mas isso é tão forte e se eu e você estamos duvidando
de que haverá uma voz profética clara antes da volta de Jesus,
esse anjo está afirmando alguma coisa,
vamos ouvir o que ele brada, o que ele afirma,
o que ele levanta a mão para o céu e diz,
eu juro por aquele que criou todas as coisas,
que não haverá mais demora,
não haverá mais demora e Jesus vai voltar, não,
não haverá mais demora, mas nos dias da voz do sétimo anjo,
nos dias, pouco antes, quando ele estiver prestes a tocar a sua trombeta,
então está muito claro isso aqui,
ele jura que quando estiver nos dias,
que nós não sabemos exatamente quando,
mas é o fim, nos dias do sétimo anjo,
quando ele estiver prestes a tocar a sua trombeta,
se cumprirá o mistério de Deus,
como anunciou aos profetas seus servos,
então vai se cumprir plenamente quando o sétimo anjo tocar
e os reinos deste mundo se tornarem os reinos do Senhor, do seu Cristo,
mas nos dias anteriores a essa sétima trombeta,
olha o que diz aqui, para não deixar dúvida,
ele diz, olha, vai se cumprir o mistério de Deus,
os profetas eles foram encarregados do mistério,
eles foram encarregados de anunciar,
eles foram encarregados de proclamar que vai acontecer,
mas eles foram encarregados de anunciar o que precisa ser feito antes,
para que quando se cumprir mesmo e Jesus voltar,
que a gente não seja como palha diante do fogo,
então vamos continuar, porque ele vai explicar mais o que vai acontecer,
então a voz, versículo 8, a voz que eu do céu tinha ouvido,
sabe aquela voz que falou assim, "não escreva o que os sete trovões falaram",
então essa mesma voz tornou a falar comigo e disse,
"vai e toma o livrinho aberto da mão do anjo que está em pé sobre o mar e sobre a terra",
eu fui pois ao anjo e lhe pedi que me desse o livrinho,
disse-me ele, "toma-o e come-o",
isso já aconteceu com o profeta Ezequiel, foi exatamente o que aconteceu,
Ezequiel também recebeu a ordem para pegar a palavra e comer,
Jeremias não fala exatamente de um livrinho, mas ele também fala assim de comer as palavras,
e o anjo falou assim, "toma-o e come-o, ele fará amargo o teu ventre, mas na tua boca será doce como mel",
o que significa isso?
A palavra, ouvir a palavra de Deus, Deus falar conosco é uma experiência extremamente maravilhosa,
é doce, é intimidade com Deus, mas por que que se torna amargo?
Porque para se cumprir, quando você pega um livrinho,
quando você pega a palavra e não só ouve, não só repete,
o profeta não é só para ser um repetidor de mensagens,
ele não pode ser apenas aquele que ouve e fala assim, "eu escutei, eu estou falando aqui",
ele tem que comer, porque isso tem que fazer parte da vida dele,
ele tem que começar a sentir as dores de parto,
não é que a palavra de Deus tenha um final triste, mas a palavra de Deus para trazer a luz,
é como a experiência de gerar uma criança, a união do homem e da mulher é uma experiência prazerosa,
mas a gestação, ela pode ser dolorosa, e principalmente o nascimento com dores de parto,
então você come, a palavra é doce, você se une a Deus, você entende o propósito de Deus,
você enxerga a visão de Deus, mas quando ela entra na sua vida,
existe um processo que Jesus mostrou, o processo da cruz, o processo de cair em terra,
então esse processo tem uma amargura, mas no fim produz um resultado maravilhoso,
então ele falou para fazer isso, versículo 10,
"tomei o livrinho da mão do anjo, comi, na minha boca era doce como o mel,
mas tendo comido o meu vento ficou amargo", e aí o que acontece?
O que é que esse capítulo 10 está mostrando?
Está mostrando aqui o último versículo 11, então foi-me dito,
"importa que profetizes outra vez a cerca de muitos povos, nações, línguas e reis",
então o capítulo 10, que vem antes do capítulo 11, que fala das duas testemunhas,
está mostrando que nos dias do sétimo anjo, mas antes, quando ele estiver prestes a tocar,
então logo antes da sétima trombeta, tem um cumprimento do mistério de Deus,
e o que é esse cumprimento, como é que vai acontecer esse cumprimento do mistério de Deus?
João, ele está ali na visão, ele está representando os ministérios que estarão profetizando nos últimos dias,
e ele faz o papel, nessa visão, ele faz o papel, o que é o papel das duas testemunhas,
do ministério de Elias, do ministério profético, da voz de Deus, é ir diretamente à presença de Deus,
pegar o livrinho, comer o livrinho, e profetizar para muitas nações e a cerca de muitas nações,
testemunhar, e o que essa visão representa é o que acontece no capítulo 11,
então na aula passada a gente viu o capítulo 11, a primeira parte, para identificar quem são as duas testemunhas,
mas a preparação para isso é o capítulo 10, porque de onde surgiram essas duas testemunhas?
Surgiram dessa experiência que João está contando no capítulo 10,
então o que é a minha proposta, o meu entendimento, que aqui não fala a respeito de Elias especificamente,
não fala de Malaquias 4, mas ele está dizendo, nos últimos dias tem que haver uma consumação,
por isso que eu escrevi aqui na frente, o ministério de Elias nos últimos dias,
é o ministério de preparação, é o ministério de restauração, e é o ministério de consumação,
porque foi isso que o anjo falou, nesses últimos dias vai haver uma consumação do ministério profético,
o ministério profético vai chegar ao seu ápice, vai chegar a sua expressão máxima,
e aqui eu quero fazer um paralelo muito claro com João Batista.
Em Mateus 11, o que que Jesus falou sobre João Batista?
Porque João Batista estava na prisão, na ocasião de Mateus 11,
e ele ficou em dúvida se Jesus era mesmo aquele que ele tinha anunciado,
e ele mandou os mensageiros para perguntar, e Jesus não acusou, não descredenciou João Batista,
ele falou assim, "João Batista, a lei e os profetas duraram até João, e ele foi o maior",
então Jesus estava falando a respeito da mudança de dispensação,
a lei e os profetas do primeiro testamento, eles duraram até João, e João foi o maior,
ele foi também o ápice, ele também foi a consumação,
todos os profetas que falaram do Messias falaram à distância,
João apontou e falou assim, "ele está aqui", então João teve a honra, João não foi,
se você comparar com Isaías, Jeremias, ele também não escreveu nada,
ele, assim, como que poderia falar que João Batista foi o maior de todos?
Porque foi ele que anunciou a vinda, que apresentou, então da mesma maneira,
no fim dos tempos nós também estamos diante de uma transição,
João Batista fez a transição entre a lei e os profetas e a nova aliança em Jesus,
que não acabou com a lei e os profetas, ele cumpriu,
mas Jesus disse, "não teve ninguém maior do que João Batista",
mas o menor no reino dos céus é maior do que ele, que contradição,
e o ministério profético, no fim dos dias, eu creio que vai ser semelhante,
aqui em Apocalipse 10 está falando que vai completar, que vai ser também a consumação,
mas para ser a consumação tem que ter esse aval de Deus,
e eu não sei se eu posso fazer esse paralelo,
mas lembra que entre Malaquias e João Batista houve um intervalo de 400 anos,
e não é que não houve pessoas dedicadas e estudiosas e mestres e pessoas que ensinavam,
eu nem conheço tão a fundo tudo o que aconteceu naqueles 400 anos de intervalo,
mas hoje nós temos muitas vozes,
mas eu diria que faz muito tempo que não tem uma voz realmente com a mesma confirmação como Elias,
alguém que quando ele fala "assim diz o Senhor",
na verdade Elias falava assim "eu estou dizendo isso porque eu estou diante da presença de Deus, da face de Deus",
então Elias podia falar porque ele tinha autoridade, porque ele estava diante de Deus,
e ele falava o que Deus realmente mandava,
então eu creio que é isso que vai acontecer,
Deus também vai trazer o ministério profético a um clímax,
ele vai trazer o verdadeiro ministério profético, eu não sei como será,
eu tenho muitas dúvidas, eu não sei como, como será esse ministério profético,
eu só estou afirmando que o que diz em Malaquias, que não foi cumprido ainda,
e aqui nós temos o livro do Apocalipse, que é o livro do fim das últimas profecias,
é o final da nova aliança, assim como nós temos o final do primeiro aliança,
nós temos o final aqui do Apocalipse falando do tempo do fim,
e dizendo "vai ter o ministério profético simbolizado por João pegando o livrinho e comendo o livrinho,
e sendo comissionado a falar, profetizar ainda, ainda precisa profetizar",
ele recebeu essa ordem, e na sequência aparece aqui as duas testemunhas.
Agora eu quero, no capítulo 11, ter uma menção aqui, como eu disse,
essa profecia das duas testemunhas não fala a respeito da profecia de Malaquias 4,
mas faz referência a uma outra profecia de Zacarias 4,
está em Apocalipse 11, 4, que ele fala assim, eu vou ler o versículo 3,
"E darei", Apocalipse 11, 3, "darei poder as minhas duas testemunhas,
e profetizarão por 1.260 dias vestidas de saco".
Então, essa descrição "vestidas de saco" significa que eles têm essas vozes proféticas,
essas pessoas, sejam duas, sejam milhares, centenas ou milhares,
essas vozes proféticas, elas não vão ser como a gente escuta às vezes,
a gente escuta aqueles que são muito aliados, muita amizade com as pessoas que estão no poder,
muito apoio a posições, a privilégios de poder, não é isso,
vestido de saco não é a pessoa que está no poder,
Elias, João Batista eram pessoas que tinham que ficar correndo, se escondendo porque o rei queria matá-los,
o vestício de saco é um símbolo de contrição, de arrependimento,
então eu escuto algumas vozes que falam que a igreja precisa se arrepender,
mas eu não escuto muito essas vozes como se elas mesmas... agora não sou eu que julgo isso,
mas eu só estou querendo dizer que não é suficiente sentir um chamado
para dizer "se vocês não se arrependerem, vocês vão ser julgados por Deus",
o grande exemplo foi Jonas em Nineveh,
ele foi lá e falou com eles que eles tinham que se arrepender, mas ele não estava vestido de saco,
ele ficou chateado porque Deus não cumpriu a profecia dele,
e a pessoa que se veste de saco é uma pessoa que o que mais deseja é, como falei, a Malaquias 4 e 6,
ele fala assim "converterá o coração dos pais aos filhos dos filhos aos pais para que eu não tenha que ferir a terra com maldição",
então o vestício de saco significa que você não quer que Deus julgue,
Jonas ficou chateado porque ele queria que Deus mandasse fogo e enxofre sobre Nineveh,
e aí ele ficasse satisfeito porque o que ele falou se cumpriu.
Misericórdia, nós não queremos, nós temos que ter essa comunhão com o coração de Deus
que não deseja que nenhuma pessoa na cidade de Nineveh, Deus falou com Jonas,
eu não tinha que não julgar essa nação que tem tantas pessoas, tantas mil pessoas e muitos animais,
Deus tinha dó até dos animais ali, então Deus não quer trazer fogo e enxofre,
você pode falar do juízo de Deus, nós podemos falar do juízo de Deus se nós estivermos chorando junto com eles,
então eles se vestem, são vestidos de saco.
Agora o versículo 4, Apocalipse 11, 4 diz o seguinte,
"Estas são as duas oliveiras e os dois candieiros que estão diante do Senhor da terra".
Essa é uma referência explícita, clara, a visão que Zacarias teve em Zacarias 4,
quando ele viu o candieiro, e aí nós podemos lembrar dos sete candieiros no livro de Apocalipse,
então os candieiros no livro de Apocalipse claramente se referem às igrejas,
mas lá na visão de Zacarias ele vê duas oliveiras, porque o candieiro no templo,
candelabro, candieiro, tinha sete braços, sete lâmpadas,
e no livro do Apocalipse tem sete candieiros, mas tem assim número sete que é o número completo, de qualquer maneira representa o povo de Deus,
mas para ter luz no candelabro precisa ter azeite,
e normalmente o que é feito é... você pega... o sacerdote pegava azeite e colocava no lugar apropriado para que alimentasse o pavio,
para que alimentasse aquela lâmpada e ela pudesse dar luz,
mas na visão de Zacarias não era por meio humano, não era um homem que colocava azeite para fazer o candelabro brilhar,
tinha duas oliveiras que na própria oliveira, era uma coisa super espiritual, uma visão, porque não tinha condição de isso acontecer,
a oliveira produz olivas, que produzem azeite, mas na visão a própria oliveira tinha um cano, um tubo,
que levava azeite da oliveira diretamente para o candelabro,
e é interessante, eu não tenho tempo agora para fazer a leitura do capítulo 4 de Zacarias,
mas é muito interessante porque Zacarias pergunta... "Mas o que são essas oliveiras?"
E aí Deus fala assim... é aquela resposta que parece que não é uma resposta,
ele falou assim... "Isso é o que o senhor falou, não por força nem por violência, mas por meu espírito", diz o senhor,
e ele começa falando que Zorobabel vai conseguir edificar o templo, que essa visão ele recebeu enquanto Zorobabel estava construindo o templo,
então a visão era para dizer... "Olha, Zorobabel vai conseguir construir o templo", essa é a visão,
mas na visão ele fala assim... "Não desprezem os dias de pequenos e humildes começos", e a visão continua assim, ele continua falando,
e no fim até o anjo pergunta... "E você sabe quais são..." Acho que Zacarias pergunta... "Mas o que são essas duas oliveiras?"
E o anjo fala assim... "Você não sabe?" Faz o Zacarias se sentir meio bobo assim... "Eu devia saber, mas eu não sei",
ele fala assim... "Esse são os dois filhos do azeite que estão diante do senhor",
essa expressão "diante do senhor" é exatamente a expressão que Elias falava,
Elias foi para a Cabe e disse assim... "Eu estou dizendo porque eu estou diante do senhor",
e aqui fala... "Essas são as duas oliveiras, os dois candieiros que estão diante do senhor da terra".
Então nós temos aqui... nessa relação aqui, eles fornecem azeite para a igreja, mas eles são sem pretensão,
porque o que Zacarias vê... ele fala assim... "Mas quem são essas duas oliveiras?"
E o anjo fala assim... "Mas você não sabe?" Porque ninguém sabe, eles não são, eles não aparecem,
João Batista, eles mandaram perguntar... "Você é o Elias? Você é o Messias? Quem que você é?"
Ele falou assim... "Não, eu não sou ninguém, eu sou amigo do noivo, eu sou uma voz".
Então essa é a essência, quando ele fala das duas oliveiras, ele está falando que é a fonte do azeite
que é diante do senhor, quando o anjo Gabriel chegou para dar a mensagem para... agora eu não sei se foi para Zacarias ou para Maria,
mas ele fala assim... "Eu sou o anjo Gabriel que estou diante do senhor".
Esse "está diante do senhor" é diante da face do senhor, é servir ao senhor, é ministério ao senhor,
Elias podia falar assim... "Não vai chover, senão a hora que eu falar". Mas quem que é Elias?
Ele é apenas uma pessoa que está diante da face do senhor.
E é isso que acontece aqui com as duas testemunhas, elas não aparecem, elas não têm pretensão,
e aquilo que Deus falou com Zacarias... "Não despreze os dias de humildes começos, você não dá nada".
O que que é uma oliveira? De onde que vem o azeite? De onde que vem a palavra? De onde que vem o poder?
Não vai ser através de grandes ministérios, grandes vozes, grandes impérios, grande poder, grandes nomes, não será.
É humildes começos, mas quem é? O Zacarias queria saber, mas quem são as duas testemunhas?
Ah, são os filhos do azeite, são aqueles que têm azeite, são aqueles que estão diante da face do senhor.
Então, voltando aqui, então vamos só completando aqui para entender,
o Elias, nos últimos dias, ele é o Ministério de Preparação, é o Ministério de Restaulação,
e é o Ministério de Consumação, assim como João Batista consumou as vozes proféticas,
precisa ter uma voz profética antes da vinda de Jesus, que vai apontar para Jesus,
que vai trazer, não a restauração do mundo, da criação, igrejas, governos, não, não, não,
mas vai trazer uma palavra verdadeira, vai consumar a palavra, vai trazer, vai ser uma testemunha,
um aviso, uma transição, está para mudar a época, sem pretensão, apenas uma voz, humildes começos,
azeite que vem da parte de Deus, vão confrontar grandes líderes, isso não está acontecendo,
eu não tenho visto isso acontecer, proteção sobrenatural, ninguém pode pôr a mão neles antes do dia,
são aqueles que fornecem azeite para a própria igreja, a igreja vai brilhar como nunca antes,
porque vai ter azeite vindo da parte de Deus mesmo, sem mãos humanas.
E finalmente vamos ver o que diz no final dessa profecia de Apocalipse 11, versículo 7, Apocalipse 11, versículo 7,
"Quando acabarem o seu testemunho", então eles têm uma missão, têm algo que Deus os encarregou de fazer,
"Quando acabarem o seu testemunho, a besta que sobe do abismo lhes fará guerra e os vencerá e matará,
e os seus corpos já zerão na praça da grande cidade, que espiritualmente se chama Sodoma e Egito,
onde o seu Senhor também foi crucificado."
Esse versículo é cheio de simbologia, porque a cidade que espiritualmente se chama Sodoma e Egito,
nós podemos chamar também de Babilônia, parece,
"onde seu Senhor foi crucificado", foi em Jerusalém, então é um sistema religioso,
"Homens de vários povos, tribos, línguas e nações verão seus corpos mortos, por três dias e meio não permitirão que sejam sepultados,
os que habitam na terra se regozijarão sobre eles, se alegrarão e mandarão presentes uns aos outros,
porque esses dois profetas tinham atormentado os que habitam sobre a terra.
Depois daqueles três dias e meio, o Espírito de Vida vindo de Deus entrou neles e puseram-se de pé e caiu grande temor sobre os que os viram.
Então ouviram uma grande voz do céu que lhes dizia, 'subi para aqui', e subiram ao céu em uma nuvem e seus inimigos os viram.
Naquela mesma hora houve um grande terremoto, caiu a décima parte da cidade.
No terremoto foram mortos sete mil homens, os demais ficaram atemorizados e deram glória ao Deus do céu.
É passado o segundo 'ai', o terceiro 'ai' cedo virá, e o sétimo anjo tocou a sua trombeta, os reinos do mundo vieram a ser de nosso Senhor,
o seu Cristo, ele reinará para todos sempre."
Então é muito simbólico isso, é literal, eu creio... Jesus falou de João Batista,
ele falou assim, "Olha, Elias já veio e eles fizeram o que eles quiseram com ele porque decapitaram João Batista",
e ele falou assim, "assim também eles vão fazer comigo".
E agora ele está falando aqui sobre o ministério profético dos últimos dias que também vai dar o testemunho,
ninguém vai poder tocar neles antes da hora, eles vão completar sua missão,
mas no fim da missão eles serão mortos assim como Jesus foi.
E tem toda essa parte assim de... do povo que... dos homens e pessoas de poder que não gostavam da sua palavra,
que resistiram, que sentiram... se sentiam ofendidos ou impactados pela palavra,
eles vão ficar contentes quando eles são mortos e depois eles vão ressuscitar e subir ao céu.
Então tem muitas perguntas, tem muitas coisas que eu não sei como vai acontecer,
mas tem um paralelo entre este ministério e o ministério de João Batista,
tem um forte testemunho aqui de que haverá uma voz profética nos últimos dias antes do sétimo anjo tocar a trombeta,
tem um paralelo entre eles e Jesus, porque Jesus ministrou durante três anos e meio eles também,
e eles serão mortos no fim como Jesus foi, e eles vão ressuscitar e subir ao céu como Jesus.
Então até que ponto, o que que vai acontecer literalmente eu não sei dizer,
mas eu creio que é uma profecia, é uma visão verdadeira e que existirá uma voz profética,
eu anseio por isso, eu anseio, claro, mais ainda pela volta de Jesus que ele venha mesmo,
que os reinos deste mundo se tornem o reino do nosso Senhor e do seu Cristo para sempre,
mas se precisa ser dado um testemunho, se a voz profética, a voz de Deus, a voz de testemunho
e o azeite que vai fazer a igreja brilhar, se isso precisa acontecer antes que Jesus venha,
então eu anseio por isso também, que o mistério profético de todas as épocas que chegue ao seu final,
que seja com João Batista a maior voz profética até então conhecida porque até agora nós não vemos,
nós não vemos esse tipo de voz profética e não dá nem para acreditar humanamente falando que vai existir.
É muita divisão, é muita voz, é muita gente que acha que sabe,
mas eu me firmo no que está escrito em Malaquias 4 e o que está escrito em Apocalipse 10 e 11
e também o que Jesus confirmou.
Então, assim como Malaquias termina mostrando, foi válido o que Deus deu para Moisés,
foi válida a voz profética, foi válida a restauração que Deus cumpriu,
trazendo os exilados de volta para Jerusalém e isso fazia parte da preparação, mas falta alguma coisa.
Malaquias termina assim dizendo, está faltando, não está do jeito que deveria ser,
mas vamos nos lembrar da lei de Moisés e vamos esperar a vinda do profeta Elias.
Hoje nós estamos num tempo semelhante em que é válido tudo que Deus fez na nova aliança, é válido o que Deus fez na igreja,
é válido a restauração de Israel para a sua terra, mas falta alguma coisa, não vai ficar completo sem Jesus voltar,
mas antes de Jesus voltar tem que haver uma plena voz profética para avisar, para consumar e para preparar o caminho
para que Jesus realmente possa voltar.
E tem muita coisa para a gente entender, os sete trovões, eu acredito que essa voz profética vai poder ouvir e transmitir
o que os sete trovões falaram, porque se está escrito aqui é porque tem alguma coisa que Deus queria falar,
mas não era a hora, então vai chegar a hora em que Deus vai poder falar, e nós queremos que essa hora chegue.
Senhor, nós estamos aqui, queremos a vinda do teu reino, queremos que o senhor complete a tua obra,
queremos que a voz verdadeira saia e que todos conheçam,
e nós esperamos nisso e pedimos que o senhor tenha misericórdia de nós e de todo o povo nesses dias que antecedem a tua vinda.
Em nome de Jesus, amém.
Conversa
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