Aula

Aula 3 – Vol.37 – Deus ama somente o povo escolhido?

Prefere ouvir? Esta aula também está disponível em áudio.

Deus afirmou pelo profeta Malaquias que amou a Jacó e aborreceu a Esaú. Ele tratou a nação de Edom, descendente de Esaú, de modo diferente da maneira como tratou o povo de Israel. Qual era a intenção de Deus em relação ao povo escolhido? Ele realmente quis amar somente o povo de Israel? Ele os ama mais do que qualquer outro povo? Como podemos compreender o amor de Deus dentro do contexto da Nova Aliança?

Clique aqui para fazer o download do esboço correspondente a essa aula.

Leitura recomendada:

– Ebook do livreto “Chesed”  (Chesed é um ato de graça, que vai além do que é esperado, é uma característica essencial de Deus, é a expressão do seu amor, da sua misericórdia e do seu cuidado pelo mundo)

04/05/25 – Ml 1 – Baixardo áudio.


FIQUE POR DENTRO DE TUDO QUE ESTÁ ACONTECENDO ATRAVÉS DAS NOSSAS PLATAFORMAS DIGITAIS:

  1. Se inscreva em nosso canal do Youtube: CLIQUE AQUI
  2. Siga nosso Instagram: CLIQUE AQUI
  3. Curta nossa página no facebook: CLIQUE AQUI
  4. Siga-nos no Twitter: CLIQUE AQUI
  5. Acesse nosso loja: CLIQUE AQUI
  6. Nosso E-mail: [email protected]
  7. Spotify: CLIQUE AQUI
Transcrição · gerada automaticamente

Continuamos hoje no livro de Malaquias, no primeiro capítulo, e vamos continuar mais um pouco ainda nessa primeira, a gente fala assim que eram diálogos, uma espécie de controvérsia de Deus com o seu povo.
Tem seis desses diálogos, seis dessas controvérsias de Deus com o seu povo, no livro de Malaquias, mas nós ainda estamos na primeira, em que ele afirma que ama a Israel, e o povo perguntava assim, mas como?
A gente não está vendo que o senhor nos ama, a gente não sente que o senhor nos ama, então ele responde falando sobre como ele escolheu Jacó e não escolheu Esaú, como ele sempre amou Jacó e aborreceu ou amou menos, ou não escolheu Esaú.
E isso é uma afirmação que traz bastante implicações, é bastante controverso, tem muitas teorias, muitas doutrinas, mas continua sem ter uma explicação que realmente satisfaça todos.
E nós falamos na última aula que a gente precisa se incomodar mesmo, porque isso não é uma afirmação que deve nos levar a tirar conclusões erradas, tipo Deus só ama Israel, eles são a preferência de Deus, Deus não ama todos da mesma forma,
e a gente pode se incluir nisso, mesmo não sendo do povo de Israel, a gente pode também ter essa mesma ideia assim de que nós somos escolhidos por Deus e isso nos dá um ar de superioridade.
Isso deve realmente nos incomodar, a gente deve procurar respostas, entendimentos, mas ao mesmo tempo nós temos que reconhecer que Deus não vai explicar para nós todos os motivos, nós precisamos começar realmente com o entendimento de que Deus é uma pessoa perfeita,
Ele tem motivos, Ele não tem essas preferências bobas, muitas preferências que às vezes para nós são importantes, mas não são verdadeiras, não tem uma razão verdadeira.
Deus não tem caprichos, Deus não tem razões aleatórias simplesmente porque Ele quer ou Ele não gosta, Ele tem razões para tudo que faz, mas nós muitas vezes não vamos saber todos os motivos, nós não vamos entender plenamente como Deus faz essas escolhas.
Nós não temos todas as respostas, mas como eu costumo dizer, é importante a gente não simplesmente falar assim "bom, Deus não, a gente não vai saber isso, está além da nossa capacidade, então eu também não vou me interessar, eu também não vou procurar uma resposta".
É importante pesquisarmos, buscarmos entendimento de Deus sobre isso, mas sempre com humildade sabendo que nós não vamos explicar a Deus, nós não vamos reduzir Deus às nossas doutrinas,
sempre vai ter algo sobre Deus e suas escolhas, suas maneiras de agir que a gente não entende, sempre vai ter algo além do nosso entendimento, mas Deus gosta quando nós procuramos, quando nós pesquisamos, quando nós nos interessamos em conhecê-lo mais.
Então, mais uma vez, nós estamos diante dessa questão profunda, dessa questão difícil, dessa questão que causa tanta divergência de opiniões, mas nós queremos ajuda de Deus para que aquilo que Deus quer nos mostrar,
essa pergunta, resposta, esse diálogo está nas Escrituras porque tem importância para nós, porque é importante a gente procurar entender.
Deus aqui estava procurando, aqui é o objetivo dessa pergunta, o objetivo desse diálogo, não era necessariamente entrar em toda essa questão, para nós é importante entrar,
mas assim, o contexto aqui, Deus não estava querendo explicar ou afirmar alguma coisa para causar dúvidas, controvérsias. Ele estava tentando afirmar para seu povo um argumento convincente de que Deus realmente os amava.
Esse era o propósito de Deus, mostrar que de fato Deus os amava. Então, vamos pedir ajuda de Deus e confiar que Ele vai nos revelar alguma coisa que vai nos ajudar na nossa caminhada.
Senhor, queremos afirmar, queremos declarar a nossa confiança em Ti que o Senhor é um Deus justo, o Senhor é um Deus que ama a todos da mesma forma,
o Senhor é um Deus que não tem uma preferência simplesmente porque o Senhor quis preferir uns acima dos outros, o Senhor é um Deus que deseja, como outras partes das Escrituras afirmam,
o Senhor é um Deus que deseja que todos encontrem a salvação em Ti, que todos encontrem a vida em Ti. E queremos, neste momento, entender esse teu amor pelo povo de Israel e que também se aplica a nós,
e queremos entender como isso também alcança toda a humanidade. Que o Senhor nos ajude, que possamos conhecer o Senhor como o Senhor realmente é. Pedimos isso com o coração aberto e com o desejo de realmente amar a Ti mais.
Que o Senhor nos ajude e pedimos em nome de Jesus. Amém. Então, só lembrando que aqui em Malaquias, ele fica implícito, mas aqui em Malaquias ele não discute abertamente essa questão de que Deus havia escolhido Jacó
e não escolheu Esaú desde o ventre, como conta em Gênesis 25, Deus escolheu, falou isso com Rebeca, com a mãe, e essa questão de Deus escolher antes de nascer é o tema de Paulo em Romanos 9, ele trata disso.
Aqui, Deus não fala muito assim por que, mas fica implícito assim que Edom, os descendentes de Esaú, que eles eram pessoas que tinham atitudes erradas, ações erradas.
O livro de Obadias, como nós vimos, trata disso mais explicitamente falando por que Deus está virado com Edom, mas aqui ele está implícito porque ele fala que Esaú era irmão de Jacó, então leva em consideração esse fato de que eram dois irmãos gêmeos e que Deus escolheu um e não escolheu outro.
Mas o ponto aqui que Deus está falando por meio de Malaquias é que o povo de Israel deveria acreditar no amor de Deus por eles porque a maneira como Deus tratou Esaú, os descendentes de Esaú, esse povo de Edom, era diferente.
E aqui ele fala que, versículo 3, ele fala que fez dos montes uma desolação e aí, no versículo 4, ele fala "ainda que Edom diga, empobrecidos somos, porém tornaremos a edificar os lugares desertos, assim diz o Senhor dos exércitos, eles edificarão e eu destruirei.
Edom será chamada terra da impiedade". Então isso é porque realmente eles tinham agido de uma forma impiedosa com relação ao povo de Israel.
No momento em que Israel, o povo de Judá, estava sendo disciplinado, em que eles estavam sofrendo nas mãos da Babilônia, o povo de Edom se aproveitou daquele momento, não teve misericórdia, não teve piedade.
E por isso, então, aqui o contexto é mais que Edom agiu de uma forma impiedosa com seus parentes, com os descendentes de Jacó.
Então ele fala "Edom será chamada terra da impiedade, povo contra quem o Senhor está irado para sempre". E então, nesse tempo de malakias, Deus tinha trazido o povo de Judá de volta do cativeiro.
Então Deus está dizendo aqui que Ele tratou o povo descendente de Jacó, o povo de Judá, de uma forma diferente. Eles também pecaram, eles também foram julgados.
O fato de ser um povo escolhido, o fato de Deus amar Jacó, não significa que Deus não disciplina. Como nós vemos em outras partes das Escrituras, Deus como Pai, Ele mostra o seu amor disciplinando.
Se Ele não disciplinasse, se Ele não julgasse aquilo que é feito de uma forma errada, a maldade no meio do seu povo, Ele não os amaria.
Então aqui nós temos toda essa questão de como Deus tratou Edom e que isso era diferente da maneira como Deus tratou o povo de Israel, no sentido de que mesmo Deus julgando, mesmo Deus permitindo que eles fossem severamente castigados por outras nações, Ele os traria de volta.
Nós vimos isso em Jeremias 30, que Ele fala assim que ainda que Ele tratasse duramente com o seu povo, mas Ele restauraria, Ele não os abandonaria.
E aqui Ele está dizendo que o povo de Edom, a nação de Edom vai ser julgado para sempre. Então tem um tratamento diferente.
Então mais uma vez nós queremos explorar um pouquinho, na aula passada nós vimos alguns desses pontos aqui que eu coloquei, falamos sobre o caráter de Deus, sobre o fato de aborrecer não significa odiar,
que Deus realmente trata seu povo, Ele realmente trata aqueles que a ideia é Deus escolheu Abraão, Deus escolheu a descendência de Abraão, Deus amou o seu povo e Ele queria que eles correspondessem ao seu amor.
Então quando Ele tem um povo que corresponde ao seu amor, o tratamento é diferente.
E aí entram outras questões, como até hoje nós na nova aliança, nós somos amados por Deus, Jesus morreu por nós, Jesus deu a vida por nós, nós somos redimidos, mas isso não significa que não sofremos.
Mas há um tratamento diferente porque quando nós correspondemos ao amor de Deus, então Romanos 8, 28, todas as coisas cooperam para o bem, para aqueles que amam a Deus, que são chamados segundo o seu propósito.
Então o povo de Deus, os filhos de Deus não deixam de sofrer, não são isentos, nós somos disciplinados por Deus, mas também nós somos sujeitos.
As mesmas coisas, as catástrofes da natureza, as guerras, as coisas que acontecem nesse mundo cheio de injustiça e de maldade não são sujeitos, mas Deus cuida, Deus faz com que isso coopere para o bem,
o que não acontece quando a pessoa não corresponde ao amor de Deus, mesmo quem não corresponde ao amor de Deus, tudo que acontece tem o objetivo de levar as pessoas a conhecer a Deus.
Deus quer que as coisas ruins que acontecem, os desastres, as doenças, as coisas ruins que acontecem na nossa vida, na vida das pessoas, que isso abra os nossos olhos, que isso nos torne capazes de buscar ao Senhor.
Então Deus deseja isso, mas se a pessoa não corresponde ao amor de Deus, isso Deus não tem como fazer aquilo cooperar para o bem delas.
Então tem um tratamento diferente, porque nós muitas vezes não nos sentimos amados, falamos também sobre quando Deus trata com uma nação, há consequências, Moab, Edom, Babilônia,
Deus trata com nações, então existem consequências na nação quando a nação é dirigida por pessoas que afrontam Deus.
Aqui, Edom, em Malaquias 1.4, Edom está dizendo "a gente apanhou bastante, a gente sofreu, mas nós vamos construir tudo de novo", e essa atitude, até mesmo quando as torres, as duas torres caíram lá em Nova Iorque,
em 11 de Setembro de 261, houve essa reação, nós vamos construir, nós vamos fazer algo melhor, e isso quando as pessoas estão buscando o interesse de Deus,
se algo acontece de ruim financeiramente ou de outra forma na sua vida e você fala assim "não, eu vou me levantar, Deus vai guiar minha vida", isso até é algo louvável, né?
Nós apanhamos, nós fomos derrotados, mas nós vamos reconstruir, mas quando aqui, o que você subentende aqui nesse texto que Deus está falando sobre Edom, é que Edom está dizendo "eu vou reconstruir, eu fui derrotado,
eu fui julgado, mas eu não me dou por vencido, eu vou me levantar, eu vou fazer tudo de novo", então essa atitude humana e como eu já mencionei, Edom aqui é Obadias 1, que fala muito sobre o orgulho de Edom,
que Edom achava que ninguém podia derrubá-lo, eles habitavam em regiões montanhosas, muito fortalezas, naturais, a gente vê um pouco disso naquela cidade Petra, na Jordânia,
tinha esses lugares muito difíceis, eram muito protegidas por situações naturais, por montanhas, por altitudes, então quando as pessoas, quando a nação se acha invencível, se acha forte,
se acha capaz, então isso é uma fronta a Deus, principalmente se é uma nação ou se é um povo que está agindo de uma forma maligna, de uma forma errada,
então Edom está dizendo "tudo bem, a gente sofreu aqui, mas nós vamos reconstruir", e Deus está fazendo "vocês podem construir, mas eu vou destruir, porque esse lugar vai ser conhecido como o lugar da desolação,
a terra da impiedade", e tem vários povos, várias nações, a própria Babilônia no Iraque, não tem mais nada, só tem ruínas, nunca se levantaram,
então Deus fez questão de falar isso com algumas nações que foram muito exaltadas contra Deus, Deus falou assim "eu vou derrubar, eu vou destruir vocês como nação, como entidade, como a identidade da Babilônia, a identidade de Edom",
Deus falou assim "vou tirar isso para que vocês entendam, para que as pessoas entendam que não é a pessoa que vai dizer, nós vamos fazer isso para sempre",
e os grandes impérios, Napoleão, Hitler, várias assim, as pessoas tentam ressuscitar, Saddam Hussein quis no Iraque, quis ressuscitar aquela glória antiga, e tem vários líderes no mundo hoje, na Turquia, na Rússia,
em vários lugares que, no próprio Irã, que querem ressuscitar aquela glória antiga, mas sem Deus, então essa atitude de Edom é emblemática porque Deus está falando assim "não, eu não vou permitir isso",
agora o que eu quero falar assim, é diferente você falar assim "Deus odeia o povo da Turquia, ou da Rússia, ou do Irã, ou do Iraque, ou os palestinos", falando em termos mais modernos,
ou o povo de Edom, Deus não odeia o povo, Deus vai destruir a altiveza, Ele vai julgar aquilo que foi feito de maneira que está sendo feito com o espírito,
sim, é o espírito que aparece na Bíblia, no livro de Apocalipse, é Babilônia, que representa todos esses impérios, como a estátua que apareceu nos sonhos de Nabucodono Zor,
no livro de Daniel, tinha uma estátua com várias partes, representando vários impérios, mas todos tem o mesmo espírito, é a mesma estátua, é o mesmo espírito,
que é contrário aquilo que Deus quer fazer através do seu reino, então é por isso que nós falamos que Deus trata com nações,
Deus pode julgar, Babilônia não vai existir mais, mas isso não significa que Deus quer eliminar todas as pessoas, Deus vai tratar com cada pessoa individualmente,
e aí também assim, as atitudes que Deus não tolera, aqui no livro de Malaquias não fala, mas Obadiás, na profecia de Obadiás, ele fala sobre essa maneira que o povo de Edom agiu em relação ao povo de Israel,
e isso não foi só em uma ocasião, foram várias ocasiões que eles agiram quando o povo de Israel estava apanhando, estava sendo derrotado, estava sendo julgado,
eles entravam e eles ajudavam a derrotar, pisavam, saqueavam, se alegravam, aquelas cenas que às vezes nós vemos quando pessoas celebram por causa de atrocidades feitas contra o outro povo,
então essa alegria, toda a atitude de destruir, de pisar, de oprimir, Deus não aprova, Deus não tolera, e ele não tolera também a altiveza, a presunção, o orgulho,
então são essas atitudes e Deus julga isso não só nos outros povos, naqueles que não são do povo de Deus, ele julga isso principalmente dentro do seu próprio povo,
então temos todas essas questões. Então, com tudo isso em mente, eu quero falar um pouco sobre agora esse último ponto aqui, que nós precisamos entender essa profecia,
e muitas outras, no primeiro testamento, nas escrituras hebraicas, nos tempos antigos, antes da primeira vinda de Jesus,
nós precisamos entender que houve uma diferença quando veio a nova aliança, e isso é uma questão muito ampla, muito complexa que eu não vou poder abordar tudo nessa aula,
mas é importante a gente entender porque quando nós lemos isso, então Deus amou Jacó, os descendentes de Jacó, e Deus aqui aborreceu Edom,
mas poderia colocar outras nações, Deus, Jeremias tem profecias longas nos capítulos 50 e 51 de Jeremias, quase os últimos capítulos do profeta Jeremias,
tem profecias longas contra Babilônia, ali era um momento na história de Jeremias, nos dias de Jeremias, em que Babilônia era a maior potência,
estava no auge do poder, da glória, e Deus falou severamente contra eles porque eles usaram esse poder,
Deus permitiu até para disciplinar seu povo, mas Deus não aprovou as atitudes deles, o orgulho, a crueldade, a forma como eles agiam,
então, e aí nós podemos dizer assim, bom, o povo de Israel também errou muito, pecou muito, mas Deus disciplinava, mas não eliminava, e aquele texto em Jeremias 30 fala assim, Deus vai sempre tratar com seu povo,
mas não vai acabar com eles, e hoje o povo de Israel e a nação de Israel são uma prova disso, que quantas outras nações, algumas não existem mais como Babilônia,
não existe mais assim como aquele povo, como aquele império, mas Israel existe, então Deus está mostrando que realmente ele preservou a nação, o povo de Israel,
apesar que eles ficaram muito tempo sem uma identidade como nação, mas Deus restaurou, então aí nós temos sempre essa pergunta, devemos ter essa pergunta,
como é assim, Deus então só ama o povo de Israel, sabemos que na nova aliança tem o povo que foi alcançado pelo Evangelho, então, mas também nós podemos fazer a mesma pergunta,
mas Deus só ama aqueles que são da igreja, nós devemos ter atitudes semelhantes, às vezes as pessoas usam bases nos textos bíblicos pra ter atitudes de rejeição,
de achar que Deus não ama os outros povos, alguns outros povos, aqueles que são mais duros, então a própria igreja ou os países que tem um predomínio de cristãos,
tem atitudes muito de grande desprezo e de grande ódio em relação a outros povos, então isso é um desafio pra nós e eu quero tentar abordar um pouquinho essa questão aqui,
então eu vou passar rapidamente por alguns aspectos aqui pra gente tentar entender um pouco nos tempos antigos, nas primeiras alianças, como que Deus tratava, como que era a situação,
porque essa questão de Jacó, Isaú ou os outros povos, né, eram menos ainda, Deus não tratava com os outros povos naquele tempo, era só com Israel,
então a primeira coisa assim, então a nossa pergunta se Deus amava, mudou alguma coisa na nova aliança, como nós podemos entender essa maneira de Deus ter escolhido um povo e amar um povo,
porque Ele mesmo está dizendo, olha, vocês não acreditam no meu amor por vocês? Veja só, eu trato vocês diferente e essa é uma pergunta, mas então Deus só ama Israel,
Deus não quer preservar Edom, Egito, Babilônia, Pérsia, tanto os outros povos daquela época, os povos de hoje, Deus não ama,
então vamos pensar um pouquinho sobre o plano de Deus da Redenção, vamos procurar entender um pouco mais essa questão,
então o ponto de partida, como nós sabemos, nos tempos antigos, no plano de Deus, foi em Gênesis 12 quando Deus chamou Abraão e deu aquela bênção, conhecemos bem aquele texto que Deus chamou Abraão,
falou que era para ele sair da sua terra, da sua parentela, ir para uma outra terra e que Deus o iria abençoar, que ele ia se tornar uma grande nação e que a descendência dele seria o meio de Deus abençoar todas as famílias da terra,
então nós nunca podemos nos esquecer disso porque está ali a semente, está ali toda a verdade bem resumida, bem conciso, mas está ali a semente do propósito de Deus, o propósito de Redenção,
então o povo escolhido, outro texto que às vezes pode nos causar essa impressão, Exo 19, quando estava ali no Monte Sinai, Deus falou com Moisés e Moisés transmitiu para o povo de Israel que Deus falou assim,
vocês são meu povo escolhido, minha propriedade peculiar, toda a terra é minha, mas vocês são minha propriedade peculiar, então um tesouro, uma coisa especial, uma coisa diferenciada,
então isso é difícil para a gente entender porque isso significa que Deus despreza as outras nações, que Deus não tem interesse nas outras nações, Deus usava as outras nações na história antiga
para disciplinar o povo de Israel e eles entraram até de Canaã era para exterminar todo mundo, então dá essa ideia de que Deus não se interessa com os outros povos,
mas vamos olhar aqui, o povo escolhido, eles deveriam ser, eles foram chamados, isso é a parte que a gente percebe a linha em todo o plano de Deus, Deus sempre quis agir para redimir toda a humanidade,
o propósito de Deus, João 3 e 16, Deus amou o mundo, Deus amou todos os povos, Deus não quer que ninguém pereça, mas que todos cheguem ao arrependimento,
então o objetivo de Deus, a restauração de Deus, a redenção de Deus visa a terra toda, a criação toda, a humanidade toda, esse é o propósito de Deus, isso fica muito confirmado na Nova Aliança,
quando Jesus falou assim, é para vocês saírem para todo o mundo, não só para o povo de Israel, então na Nova Aliança nós entendemos, mas não é que Deus mudou de ideia,
na Nova Aliança chegou o momento de Deus levar adiante o seu propósito original, fazer cumprir o seu propósito original, que é toda a terra, toda a humanidade, então por que ter um povo escolhido,
por que ter um povo diferenciado, por que Deus vai falar com o seu povo em Malaquias, eu amo vocês, mas como que o senhor nos ama, mas você não percebe,
eu escolhi Jacó, eu amo Jacó, eu trato os descendentes de Jacó de uma forma diferente, mas por que, essa pergunta por que, é uma das coisas que eu estou procurando transmitir,
a gente tem que fazer essa pergunta por que, eu posso não entender, posso não, eu jamais vou conseguir, antes de Deus nos redimir completamente, nos dar um novo corpo, uma nova mente, uma capacidade maior,
eu não vou compreender plenamente as razões de Deus, mas por que que a gente deve buscar, por que que a gente deve ficar querendo entender mais, porque nós fomos chamados pra ser parceiros de Deus,
como é que nós vamos ser parceiros de Deus se a gente não entende a mínima parte do coração de Deus, do objetivo de Deus,
então quando Deus fala, aqui ou em qualquer outro lugar, eu amo vocês, vocês são meu povo escolhido, em Exo 19 vocês são minha propriedade peculiar, a terra toda minha, mas vocês são diferentes,
mas o que era o propósito de Deus com esse povo diferente, que eles fossem uma nação de sacerdotes, se é uma nação de sacerdotes, eles são sacerdotes em favor do resto da humanidade,
eles são parceiros de Deus, eles foram chamados para levar o amor de Deus aos outros, o amor especial de Deus por Jacó não é pra que eles se tornem vaidosos e dizer assim,
tá vendo Esaúl, tá vendo Edom, é só nós, vocês não são, vocês estão de fora e as vezes, muitas vezes a igreja passa essa ideia,
eu vou pro céu, vocês vão pro inferno, porque vocês não amam a Deus, nós pregamos o evangelho hoje, nós sabemos que todas as pessoas são convidadas a entrar,
mas muitas vezes a nossa atitude transmite uma ideia de que Deus só ama a quem foi escolhido, a quem foi predestinado, a quem é diferente,
quando na verdade o povo foi escolhido por Deus, Abraão foi escolhido para que a sua descendência pudesse abençoar todas as famílias da terra, então isso é a origem,
isso é como a gente voltar ao jardim do Éden e saber o que Deus queria fazer com o homem e a mulher que eram da sua imagem e o que Deus queria fazer por meio deles,
ele nunca mudou de ideia, ele queria que enchessem a terra, que todos fossem da imagem de Deus e que pudessem fazer parte do povo de Deus,
então esse é o propósito de ser povo escolhido e como a gente quer dar uma visão rápida, panorâmica, eu não posso parar nos textos,
mas esse propósito então, povo escolhido para ser parceiros de Deus, povo escolhido para abençoar as nações e aqui eu coloquei aqui para abençoar as nações causando ciúmes,
pelo menos que eu me lembre, eu não fiz uma pesquisa mais profunda, mas que eu me lembre, não tem um lugar explícito nas escrituras que fala que Deus queria que Israel causasse ciúmes,
mas no livro de Deuteronômio, no capítulo 4, ele fala assim, Moisés falando com o povo, ele fala assim, a sabedoria de vocês, a glória de vocês é realmente mostrar quem Deus é para as outras nações,
porque as outras nações vão olhar para vocês e vão dizer que outro povo tem um Deus tão grandioso, tão justo, tão próximo a eles,
tudo isso aí está no capítulo 4 de Deuteronômio, que é um dos meus capítulos favoritos, essa forma de entender,
porque Deus queria que o povo cumprisse a lei, que o povo andasse com Deus e que eles fossem diferentes de todas as nações, não para serem superiores,
não para se tornarem secretários, separatistas, superiores, racistas, qualquer palavra que você queira usar, não era para isso, o propósito de Deus era que o povo de Israel pudesse causar ciúmes nas outras nações,
toda nação tinha sua religião, tinha seu Deus, tinha sua maneira de viver, mas eles deveriam olhar para Israel e esse é o propósito de um povo escolhido,
o povo escolhido é que Deus quer fazer as coisas em parceria, em comunhão, ele não quer fazer as coisas por atacado, ele não quer fazer as coisas diretamente,
ele quer primeiro trabalhar com um grupo pequeno, com uma nação pequena, ele quer demonstrar como é a vida em relacionamento, em aliança com Deus,
ele quer que as outras nações sintam ciúmes, o que é sentir ciúmes? Poxa, nós temos o nosso Deus, mas o Deus deles, olha, ele é mais forte, ele é mais poderoso, mas ele também é mais justo,
ele ensina o seu povo a viver uma vida de amor, de comunidade, de justiça e ele é próximo, Edelto no nome 4 fala isso, não tem nenhuma nação que o Deus deles tenha falado com eles,
não tem nenhuma outra nação que o Deus deles tenha ido buscar lá no Egito, na opressão, na escravidão e tirado de lá,
então todas as qualidades, a vida de um povo escolhido é para que o povo, os outros povos sintam ciúmes, para que eles sintam desejo de ter esse mesmo Deus, de seguir esse mesmo Deus, de conhecer esse mesmo Deus,
então não é que Deus ama só o povo de Israel, ele começa, existe uma diferença, porque eles foram escolhidos antes, porque eles deveriam corresponder ao amor de Deus,
e quem corresponde ao amor de Deus vive sob o amor e a proteção de Deus, existe uma relação maravilhosa quando o povo escolhido vive em comunhão com Deus,
e isso seria uma atração, seria algo que chamaria a atenção dos outros povos, e eles teriam esse desejo de fazer parte que é o que Deus realmente queria,
agora é óbvio que Deus sabia que antes da vinda de Jesus isso não ia se tornar uma realidade, então todo o tempo dessa, da dispensação da lei de Moisés, das alianças antigas,
Deus não tinha chegado o momento de Deus alcançar as outras nações, não foi possível, porque Israel falhou, e aqui eu queria colocar que Israel falhou basicamente,
porque eles não foram fiéis às alianças com Deus, eles não corresponderam ao amor de Deus, todos os profetas, os livros históricos mostram, os profetas mostram Deus como um marido abandonado,
como a esposa sendo infiel para ele, Deus querendo "voltem para mim", então toda a discussão, toda a questão da história era Deus tratando com o seu povo escolhido,
como eles não foram fiéis, ele não tinha como alcançar as outras nações, Deus não ia passar por cima deles, Deus se manteve firme no seu propósito de alcançar os outros por meio de uma base, um início,
eu vou trabalhar com vocês, vocês são meus parceiros, vocês são meus sacerdotes, vocês trabalham junto comigo para alcançar as outras nações, mas eles foram infiéis à aliança,
então esse propósito nesse sentido de alcançar as nações não aconteceu na primeira aliança, mas com isso, e esse é o ponto que eu quero focar hoje porque essa questão de Israel não ser fiel,
e aí Jesus veio e ele abriu caminho na nova aliança, nós podemos alcançar aquilo que não foi possível na aliança antiga, isso é bastante conhecido,
mas um aspecto que eu acho que não está geralmente muito bem conhecido, muito bem abordado, é que por causa dessa falha de não serem fiéis à aliança com Deus,
o povo, mesmo os profetas, e esse é um ponto delicado para eu falar, mas mesmo os profetas, você pode procurar nas escrituras hebraicas, no primeiro testamento,
você pode procurar e não vai encontrar muita coisa falando sobre o amor de Deus pelas nações, e isso é uma coisa que eu quero chamar a atenção,
porque ainda que seja uma coisa assim meio não muito forte nesse início do capítulo da profecia de Malaquias, mas essa ideia assim que Deus não ama os Edomitas, Deus não ama,
ele fala assim, eles vão ser um povo contra quem o senhor está irado para sempre, mas como assim? Deus, então acabou, Esaú não foi escolhido e por culpa dele,
que às vezes nem sabemos exatamente porque Deus não quis Esaú, mas podemos falar, olha, ele não deu importância para o direito dele de primogenitura,
ele não se interessou, ele não quis, a gente pode até colocar algumas questões, mas por que Esaú não foi escolhido e de acordo com o Paulo,
de acordo com o Gênesis também, Deus escolheu antes deles nascerem, antes deles fazerem o bem ou o mal, então Deus simplesmente quis,
vou com Jacó e não vou com Esaú, e depois os filhos de Jacó foram terríveis, alguns deles foram terríveis também, mas eles fizeram parte das doze tribos,
então fica assim, mas por que? Por que Deus não quis os descendentes, não quis Esaú e não quis os descendentes dele? Por que Deus trataria Edom ou Babilônia ou outros povos dessa forma?
E fica essa questão, mas será que Deus só ama o povo de Israel? Então por isso eu queria chamar a atenção para esse aspecto de que naquele tempo,
Israel e não só o povo em geral, nós sabemos que no livro de Atos, por exemplo, Pedro teve a maior dificuldade para ir na casa de Cornelho,
os outros judeus, que mesmo aqueles que aceitaram o Messias, que se converteram, eles tinham uma visão diferente sobre as outras nações,
que alguém poderia entrar no povo escolhido, mas só se fizesse parte como antigamente, um gentil, alguém de outra nação,
poderia entrar, mas teria que ser concedado, teria que aceitar toda a lei, então eles tinham muita dificuldade para entender o propósito de Deus para as nações,
e eu quero falar um pouco sobre isso agora para a gente entender aquilo que precisamos ver e qual que é o propósito original de Deus e como isso faz parte hoje.
Eu quero mostrar, assim, no livro de Deuteronômio 28, vocês podem ver que na maioria das vezes, aqui é Moisés falando e depois você pode ver nos profetas também,
eu vou mostrar um ou dois textos só para dar um exemplo, mas a visão que eles tinham em relação a Israel e as nações era uma visão ainda incompleta.
Vamos ver o que fala, assim, no capítulo 28 de Deuteronômio, aquele capítulo em que Moisés coloca as bênçãos e as maldições, se vocês forem obedientes a Deus,
se vocês forem fiéis a Deus, Deus vai abençoá-los, e ele gasta 14 versículos para falar sobre as bênçãos, mas depois, como ele sabia que eles não seriam obedientes,
então eles tinham que dar um espaço muito maior, o resto do capítulo é sobre as maldições, mas no versículo 10 fala assim, na parte de bênçãos,
Deuteronômio 28, 10, então se eles fossem fiéis, se eles fossem fiéis à aliança, continuassem amando a Deus e andando nos caminhos de Deus, todos os povos da terra,
então aqui Moisés está falando o que vai acontecer se o povo de Israel for fiel a Deus, todos os povos da terra verão que é chamado pelo nome do Senhor e terão temor de ti.
Então, aqui não fala, você pode ver até nas bênçãos que Deus deu para Abraão, a sua descendência vai possuir as portas dos seus inimigos, vocês vão dominar,
então tinha uma visão que eu falo que é parcial e é uma coisa delicada para falar porque quando nós temos toda essa questão de que algumas pessoas acham que a Bíblia é um livro comum
e tem muitos erros e a gente não precisa dar muito crédito na Bíblia porque foram pessoas que escreveram que não é uma coisa que tenha fundamentos e a gente como cristãos normalmente,
a grande maioria dos cristãos nós consideramos a Bíblia como a palavra de Deus e tem até aquela doutrina de que a Bíblia não tem erros, não tem erros,
a Bíblia é chamada a inerrança das Escrituras, não pode ter erro e eu creio que a Bíblia é inspirada por Deus, eu creio que a Bíblia não é um livro qualquer,
mas quando nós olhamos para a Bíblia, a Bíblia não foi escrita como uma constituição de um país, então isso aqui é letra, a gente tem que seguir cada letra da palavra,
nós temos várias partes no primeiro testamento que nós não guardamos mais sobre alimentação, sobre apedrejar filhos que são desobedientes aos pais, então o que tem todas as explicações, o que faz parte, o que não faz parte,
o que nós consideramos como uma coisa sem erro nenhum e na verdade a Bíblia foi escrita, foi escrita ao longo de muitos séculos como um registro da caminhada do homem com Deus
e para falar sobre como Deus desenvolveu seu plano de redenção, então as pessoas que escreveram a Bíblia, os profetas que falaram, Moisés, quem seria uma autoridade maior do que Moisés,
mas a visão que cada um tinha, qual era a visão que Abraão tinha das coisas, ele e muitos outros naquela época sim, eles mantiam escravos e aquilo não é o fato de Abraão ter uma escrava chamada H, não é uma base bíblica para a gente ter escravos,
então estou dando alguns exemplos para dizer assim, a Bíblia ser inspirada por Deus, a Bíblia ter uma autoridade, as escrituras são autoridade final, não tem erros,
não significa que as pessoas não tenham tido ainda uma visão incompleta, a Bíblia é inspirada porque ela mostra exatamente como Deus foi trabalhando,
como Deus foi se revelando, mas muitas coisas que eles não enxergavam naquela época, agora por meio de Jesus e do Espírito Santo e da Nova Aliança, nós podemos enxergar,
então eu estou dizendo isso para explicar que tem muitos textos nos profetas que dão essa ideia, Deus tornou o nome em 28 e 10, todos os povos até verão que é chamado pelo nome do Senhor e terão temor de ti,
não é unidade, não é conviver, não é fazer parte do mesmo povo, eu vou mostrar um outro exemplo em Isaías 49, lá na frente, Isaías 49,
Isaías foi um profeta que viu, tem várias profecias em Isaías que falam a respeito do plano de Deus para as nações, os salmos falam, todas as nações glorificarão a ti,
tem vários salmos que falam sobre as nações, mas o que eu queria mostrar é que muitas vezes em muitas profecias, em muitos textos do primeiro testamento, a visão que eles ainda tinham era assim,
Israel é o povo escolhido, Israel vai ser restaurado, Israel errou muito, Israel foi para o cativeiro, Israel foi tratado por Deus, mas Israel um dia será restaurado,
Israel um dia dominará, Israel será o mais forte e é o reino de Deus, de Israel sairá a lei, todas as nações vão obedecer, mas olha o que diz aqui em Isaías 49,
primeiro ele fala no versículo 6, Isaías 49 e 6, fala assim, ele está falando sobre o servo que às vezes se referia a toda nação de Israel, mas às vezes se referia assim ao Messias,
então ele fala assim, Isaías 49 e 6, pouco é que sejas o meu servo para restaurares as tribos de Jacó e tornares a trazer os preservados de Israel, também te darei pra luz dos gentios,
para serem a minha salvação até as extremidades da terra, ok, maravilhoso, Isaías estava enxergando que Deus não se interessava somente com a nação de Israel,
ele também queria assim, pouca coisa eu vou mandar no meu filho, meu servo para restaurar Israel, isso é pouca coisa, eu vou mandar você para trazer as nações, como o Salmo 2 fala,
as nações são a herança do filho, o filho vai receber de Deus toda a terra para fazer parte do seu reino, mas aqui nesse mesmo capítulo 49 que ele fala do servo,
que ele fala de alcançar as nações, de ser também uma aliança não só para Israel, mas para as nações, olha o que ele diz, é no versículo 22 e 23,
assim diz o Senhor, eu acenarei com a mão as nações e ante os povos arvorarei a minha bandeira, então Deus vai levantar, ele usa essa expressão em outros textos também que ele vai levantar um estandarte,
que ele vai chamar atenção, que o reino de Deus, a presença de Deus vai alcançar as nações, toda a terra será coberta com o conhecimento,
de se encherar do conhecimento de Deus como as águas cobram o mar, então era uma visão universal, era uma visão que Deus não queria só Israel,
não queria as nações, mas a visão que a maioria dos textos bíblicos do primeiro testamento mostra, é uma visão em que essas outras nações seriam sujeitas, seriam dominadas,
elas não estariam num pé de igualdade, então fala assim, ante os povos arvorarei a minha bandeira, eles trarão os teus filhos, então primeira coisa assim, as nações vão trazer o povo disperso de Israel,
eles vão trazer os teus filhos nos braços, as tuas filhas serão levadas sobre os ombros, reis serão teus aios, as suas rainhas, as tuas amas, diante de ti se inclinarão com o rosto em terra e lamberão o pó dos teus pés,
então muitas vezes, na maioria das vezes, a visão que eles tinham sobre abençoar as nações, eles não entendiam esse propósito de Deus de se revelar às outras nações,
de fazer com que as nações fossem parte, que eles também fossem do povo de Deus, do povo escolhido, que eles fossem enxertados como nós vemos na nova aliança,
eles vinham, e aí eu não tenho tempo para mostrar mais, mas se você olhar Isaías 60, que é um capítulo glorioso que fala da restauração de Israel e fala até da nova terra, novos céus, mas ele fala das nações como é vindo para se encurvar diante do povo de Israel,
então eles tinham muito essa visão, e eu estou colocando isso em contexto com Malaquias, porque qual era a ideia? E olha aqui, eu estou andando numa linha muito tênue, muito perigosa, no sentido de falar assim, isso é profecia, isso faz parte das escrituras,
as escrituras não tem erro, mas o que eu estou dizendo é que ainda eles, os profetas, essa revelação maior, esse propósito de Deus maior para as nações ainda não tinha sido revelado para eles,
eles não enxergavam ainda o que Deus realmente queria fazer com as nações, eles não enxergavam, Deus até falou em Malaquias com eles, olha eu amo vocês, e olha só, eu trato vocês diferente da maneira que eu trato Edom,
mas nesse momento, esse era até ali que ia a visão deles, não era o momento de Deus mostrar algo além, então quando Malaquias vê que Deus vai julgar Edom, ele não vê nada além disso, eu vou mostrar como a nova aliança nos dá uma perspectiva maior,
não está como Jesus mesmo falou assim, eu não estou negando nada na primeira aliança, tudo o que tem ali é a palavra de Deus, é o caminho de Deus, foi o passo que Deus deu, mas tem um passo maior,
e só para, é rapidamente, mas para entender um pouquinho, na carta que Pedro, o apóstolo Pedro escreveu na primeira carta, ele fala assim, que os propósitos de Deus, que Deus revelou na nova aliança, aquilo que Deus tinha em mente para fazer,
ele usa expressão até os anjos querem entender melhor, até os anjos não entendem plenamente, é um texto meio forte, porque os anjos que estão na presença de Deus, não conseguem sondar esse mistério do que Deus quer fazer com o homem,
e ele fala dos profetas, ele fala dos profetas, eles buscavam, eles tinham espírito de Cristo, eles tinham espírito de revelação, eles eram usados por Deus, mas eles ainda não tinham a plena revelação daquilo que Deus queria fazer com as nações,
e é isso que nos dá uma outra perspectiva, quando nós voltamos para a Malaquias, e vemos Deus falando assim, eu escolhi Jacó, eu escolhi Isaú, e Edom não vai ser jamais, eu não quero saber de Edom mais,
nós ainda não temos ali uma revelação plena do que Deus queria com Edom, com Babilônia e com todas as nações, com nações, com potestades, com aqueles que se levantam contra Deus,
Deus continua falando, vou julgar, mas a visão de Apocalipse, João viu pessoas de todas as raças, tribos, povos, etnias, Deus quer pessoas de todas,
e no último capítulo da Bíblia, os últimos dois capítulos de Apocalipse, tem as nações, então continua tendo nações com suas características, com sua diversidade e com seu propósito,
então Israel não entendeu, não entendeu, primeiro porque eles não entraram plenamente na correspondência ao amor de Deus, que Deus queria, e isso é algo que ainda vai acontecer,
Jesus não negou o propósito que Deus tinha e tem para Israel, Jesus até falou assim, eu vim só para as doze tribos, mas João Batista que anunciou Jesus,
ele falou e Jesus falou várias coisas no mesmo sentido, João Batista falou assim, vocês acham que são filhos de Abrão, que isso te dá o direito a tudo? Não, Deus vai colocar o machado na raiz,
Deus pode levantar das pedras, filhos de Abrão, então nós temos algo muito interessante acontecendo em relação ao povo escolhido, eu vou só citar, vou ler um versículo em Deuteronômio 32,
porque aqui agora nós chegamos a um ponto interessante, Israel não foi fiel às alianças com Deus, eles não conseguiram e nem os profetas conseguiram entender plenamente o que Deus queria fazer com as nações,
Deus queria que Israel causasse ciúmes às outras nações para que as outras nações quisessem saber mais sobre Deus, e a gente até tem isso por exemplo no livro de Zacarias,
capítulo 8 ele fala que dez homens vão querer seguir, vão agarrar um judeu, um seguidor verdadeiro de Deus, ele fala assim, nós vamos com você porque a gente quer conhecer o seu Deus, isso é ciúme,
isso é ciúme porque um dia Israel vai ser restaurado ao seu Deus, ao seu Messias, e Deus vai usar Israel, Deus tem um propósito para Israel, mas olha o que vai acontecer antes de Israel cumprir plenamente seu propósito de causar ciúmes às outras nações,
Moisés viu isso em Deuteronômio 32, versículo 21, as ciúmes, aqui fala Zelos mas a palavra ciúmes, Deuteronômio 32, 21, as ciúmes me provocaram, então eles não causaram ciúmes nas nações,
eles causaram ciúmes em Deus, porque eles foram atrás de outros deuses com aquilo que não é Deus, e com seus ídolos me provocaram a ira, então o que Deus vai fazer?
Eles propósito do amor, o que eu quero mostrar? Que Deus amou e ama seu povo escolhido, seja nação de Israel, seja aqueles que aceitaram, que tiveram seus olhos abertos e viram Jesus, aceitaram Jesus como a fonte da vida,
porque Deus ama esses e fala assim, não, ele não tem prazer, ele não sente o amor daqueles que não entraram em aliança, mas o objetivo do amor que ele tem pelo povo escolhido é que esse amor possa alcançar os outros,
que nós possamos causar ciúmes naqueles que não conhecem a Deus, mas só que nós como povo de Israel muitas vezes nós não correspondemos ao amor de Deus, então como é que nós vamos causar ciúmes quando nem nós estamos vivendo no amor de Deus?
Mas o objetivo de um povo escolhido é que nós possamos ser sacerdotes, que nós possamos ser cooperadores com Deus, ansiosos, como aquele povo naquele avivamento morável no século XVIII,
lá com Kondis Isendorff e eles tiveram uma revelação do amor de Deus, mas não assim, que bom que Deus nos ama e nós estamos satisfeitos com isso, nós somos o povo escolhido, não, eles sentiram, nós precisamos ir a todas as nações para que o Cordeiro receba aquilo que ele comprou na cruz,
o sofrimento dele foi para alcançar as nações e nós precisamos ir, nós precisamos levar esse amor de Deus aos outros, então esse amor para um povo escolhido não é para ficar restrito a um povo escolhido,
sim, não são todos que vão corresponder ao amor de Deus, mas o amor de Deus não é uma exclusividade para nós, o amor de Deus deve nos levar e não só anunciar, mas a viver, viver o amor de Deus de tal forma que as pessoas queiram saber,
como Deuteronômio 4 fala, que Deus é este, que Deus próximo é este que vocês têm, que Deus justo é este que vocês têm, que Deus maravilhoso é este, causar ciúmes, mas como nós causamos ciúmes a Deus porque nós não correspondemos ao seu amor,
olha o que ele fala, Deuteronômio 32, 21, também os provocarei a ciúmes com aquele que não é povo, com nação louca os despertarei a ira e isso você pode seguir em vários outros textos da Bíblia,
Paulo fala sobre isso em Romanos 10, Romanos 11, ele fala que Deus, o que que acontece, então vamos recapitular para a gente, eu quero que você acompanhe esse pensamento que eu acho que é muito, muito importante,
o amor de Deus por um povo escolhido é para que nós, para que esse povo escolhido possa causar ciúmes e levar o amor de Deus a outras pessoas, esse amor de Deus ele é diferenciado para nós se nós correspondemos ao amor dele,
se nós não correspondemos ao amor dele que aconteceu com a nação de Israel, Deus vai ser duro, Deus vai disciplinar, Deus vai rejeitar, Deus vai dizer, chegou ao ponto de dizer em Oséias, vocês não são mais meu povo,
então é, nós causamos ciúmes, o povo escolhido é para causar ciúmes, mas quando ao invés de causar ciúmes ao povo, a outras pessoas, quando nós causamos ciúmes em Deus,
então Deus fala, eu vou causar ciúmes a vocês, porque eu vou escolher um outro povo que não são vocês, e foi o que aconteceu com Israel,
Paulo explica isso em Romanos 9, 10 e 11, ele falou assim, Deus não abandonou o seu propósito com Israel, mas ele fez o que prometeu fazer aqui com Moisés, ele causou ciúmes, ele quer causar ciúmes,
ele chamou os gentios, ele chamou as nações, Jesus mandou seus apostos para as nações, para causar ciúmes, foi o que Paulo entendeu, ele falou assim,
Paulo disse, eu sou aposto para os gentios, para as nações, mas o meu propósito é causar ciúmes no meu povo, então Deus vai causar ciúmes a Israel, mas nós os gentios, os cristãos, nós também falhamos,
nós também fizemos igual a Israel, nós não temos correspondido o amor de Deus, nós também não temos tido o entendimento do propósito de Deus,
e isso tem nos levado a não causar ciúmes, nem no povo judeu e nem nos outros povos que ainda não aceitaram Jesus, então agora eu quero mostrar aqui um diagrama, já faz três aulas que eu estou querendo chegar nesse diagrama e quase não chego aqui hoje também,
mas esse aqui é para mostrar a diferença e eu vou mostrar esse diagrama e ler um texto que eu acho que ajuda a entender isso aqui.
Antes da nova aliança, então no tempo antigo, nós temos, de toda a terra, Deus escolheu o povo de Israel, a salvação e o reino de Deus, naquele tempo ficava restrito ao povo de Israel,
a relação de Israel com as nações era de guerra, eles eram inimigos, eles eram vistos nos profetas, quando os profetas falavam dos outros povos era só juízo, juízo, juízo, juízo,
porque eles, até o entendimento deles, era Israel para fazer parte do reino de Deus, é só por meio de Israel, salvação é só para Israel, o amor de Deus é só para Israel,
e as nações, elas teriam que ser subjugadas, um dia Deus vai reinar sobre toda a terra por meio de Israel, mas os povos serão subjugadas.
Mas na nova aliança, nós temos um novo entendimento, qual que é o novo entendimento?
Deus começou a trabalhar com as outras nações e isso deveria causar ciúmes no povo de Israel, porque Deus não abandonou Israel, Deus não abandonou seus propósitos com Israel.
Então Israel, agora quem que está nesse centro aqui? Não é só Israel, é Israel, mas na verdade um remanescente de Israel e um remanescente do gentil, das nações,
e durante grande parte desse período depois da vinda de Jesus, Israel nem fazia muito parte disso, era mais o remanescente das nações que estava aqui,
mas o propósito de Deus é que seja junto, como Paulo fala em Romanos 11, nós enxertados,
Efésios 2, nós fazendo parte da comunidade de Israel, então tem um novo centro, tem uma nova definição de povo escolhido,
não naquele sentido de substituir que agora não tem mais Israel, mas realmente houve uma diferença, houve uma mudança,
porque agora não é só Israel, e durante muito tempo Israel nem podia fazer parte, nem fez parte, eles ficaram de fora,
mas agora Deus está trazendo junto e agora tem essa união entre o remanescente de Israel, os judeus messiânicos, aqueles que creem,
e o remanescente das nações, então agora qual que é a relação entre esse povo, agora o povo escolhido que inclui povos das nações,
não numa segunda categoria, não para serem subjugados, mas para fazer parte, enxertados juntos, plenitude dos gentios, plenitude dos judeus,
para que, agora qual que é a relação desse círculo aqui do reino de Deus com as nações, por um lado nós ainda temos nações
que são dominadas por protestados, de maneira geral os governantes das nações e os governantes de outras instituições,
das mais diversas, até religiosas, os governantes são ligados a protestades, então ainda tem entre as nações,
dominando as nações, nós temos ainda aqueles que se levantam contra Deus, que são contrários a Deus, que Deus vai julgar,
então em relação às nações continua tendo guerra e juízo de Deus, porque antes era assim, só se falava de nações como inimigas,
como sendo julgadas por Deus, e na melhor das hipóteses sendo subjugadas a Israel, agora não, Israel se junta com o remanescente,
juntos nós queremos causar ciúmes uns nos outros, mas queremos causar ciúmes no sentido de evangelização,
a redenção das nações, Jesus falou assim, de cipular as nações, então ele não quer só que um ou outro,
ele quer que o reino dele chegue às nações, redimidas, servirão ao Senhor como parte,
o objetivo de Deus continua sendo a humanidade toda, mais uma vez nem todos vão corresponder,
mas o amor de Deus não pode ser visto como uma exclusividade, e aqueles que foram predestinados para o inferno,
aqueles que não fazem parte, que a gente julga que não fazem parte, a gente não tem compaixão, não,
nós devemos sentir que o propósito de Deus nos amar é nos tornar parceiros, cooperadores, sacerdotes,
e eu vou ler então um versículo que eu achei muito interessante, um texto do primeiro testamento, está em Amós,
capítulo 9, e vamos ver, é uma coisa assim que eu nunca tinha percebido, eu sabia que era citado no livro de Atos
de uma forma um pouco diferente, mas olha só que interessante que nós temos, quero que vocês prestem bem atenção
no que está escrito aqui em Amós, capítulo 9, quando ele fala a respeito do Tabernáculo de Davi,
Amós 9, versículo 11, naquele dia tornarei a levantar a tenda de Davi, Tabernáculo de Davi, que está caída,
isso se refere a Davi como aquele que Deus escolheu para ficar no trono, ele e os descendentes para sempre,
então como eles foram para o cativeiro, acabou a descendência de Davi no trono, então o Tabernáculo de Davi estava caído,
e Deus está falando assim, um dia eu vou restaurar o Tabernáculo de Davi, e essa era a esperança,
depois que eles foram para o cativeiro e durante os séculos até hoje, eles olham para essas promessas,
e dizem assim, Deus prometeu restaurar o trono de Davi, e eles tinham essa visão que eu já mostrei,
que era todas as nações ficarão subjugadas, as nações ficarão dominadas, eles não serão parceiras nossas,
elas não fariam parte do mesmo reino, eles não tinham ainda uma visão completa, como a gente também não tem,
temos um pouco mais do que naquela época, mas o que é o reino de Deus, o que é Jesus reinar,
o que é Jesus colocar todos os reinos do mundo debaixo dos seus pés, o que Deus realmente deseja com esse reino,
então aqui ele fala, eu vou restaurar o Tabernáculo de Davi, vou restaurar o reino,
repararei os seus lugares quebrados, restaurarei as suas ruínas, e edificarei como nos dias da Antiguidade,
ok, esse é o versículo 11, Amós 9 e 11, mas no versículo 12 ele fala o seguinte,
para que possuam, então o Tabernáculo de Davi, o Trono de Davi, vai ser restaurado para que eles dominem,
para que possuam o restante de Edom, justamente Edom, é a primeira nação que é citada, mas aí, e todas as nações,
mas é para que eles possuam, para que eles dominem, para que todos os inimigos sejam agora povos subjugados,
como aquela visão de impérios antigos, tem, Babilônia domina sobre todo o mundo, Grécia domina sobre todo o mundo,
Roma domina sobre todos, eles vão possuir o restante de Edom e todas as nações que são chamadas pelo meu nome,
aí já tem uma luz aqui, as nações são chamadas pelo meu nome, mas rapidamente vamos, prestou atenção,
Deus vai restaurar o Tabernáculo de Davi, para que o povo de Israel possa possuir os inimigos, possuir e dominar as nações,
agora vamos ver como isso foi interpretado e citado em Atos, Capítulo 15, na Nova Aliança, justamente na ocasião,
em que eles estavam discutindo a relação entre judeus e gentios no corpo do Messias, nessa nova comunidade que Deus estava levantando,
então, olha só, Atos 15 e versículo 15, foi na conclusão daquele concílio, no final, quando Tiago falou assim,
então, vamos voltar aqui, versículo 13, quando ele começa, então, tomou a palavra Tiago e disse "irmãos, ouvim-me,
Simão, Pedro, relatou como primeiramente", agora, olha a visão que está diferente aqui, "Simão relatou como primeiramente
Deus visitou os gentios para tomar dentre eles um povo para o seu nome", isso aqui não é para ser subjugado,
isso aqui, Deus está agindo no meio dos gentios, no meio das nações, para levantar para si mesmo,
como ele levantou a nação de Israel um povo para si mesmo, Deus está levantando um povo para o seu nome,
Versículo 16, agora ele vai citar Amós, a passagem que acabamos de ler em Amós 9,
"Depois disto", ele fala assim, "com isso concordo as palavras dos profetas", como está escrito, "Depois disto voltarei,
reedificarei o tabernáculo de Davi que está caído, levantá-lo-ei das suas ruínas, tornarei a edificá-lo",
lembra, lá em Amós 9, é, o que que vai acontecer, quando restaurar o tabernáculo de Davi, vai possuir Edom,
e é o que que ele fala aqui em Atos 15, agora Versículo 17, "para que o restante dos homens busque ao Senhor
sim todos os gentios sobre os quais o meu nome é invocado", não tem nada de possuir, não tem nada de dominar,
a visão mudou, a visão mudou, o amor que Deus tem para o povo escolhido é um amor que é para alcançar as nações
e para que elas sejam incluídas, não é um amor separatista, eletista, sectarista, é um amor que é para alcançar,
então isso eu achei muito importante colocar aqui, inclusive essa profecia, essa outra profecia do profeta Amós
bem antes de Malaquias, mas quando ele também falou "eu vou restaurar o tabernáculo de Davi e vocês vão dominar Edom",
isso então para a gente entender, Deus ama Jacó e não ama Isaú, não, Deus tem um propósito para as nações,
e aqui na nova aliança o propósito de Deus é levantar no meio das nações um povo para Deus que vai causar ciúmes
até no próprio povo escolhido de Israel, mas vai fazer parte, vai ser um povo só, uma comunidade,
Deus deseja que o seu amor para um povo escolhido resulte no seu amor também para todas as nações,
eu espero que isso seja uma revelação que tem sido algo muito forte no meu coração para entender esse amor de Deus,
como que eu posso entender que Deus só ama um povo e não quer os demais, isso não é verdade, Deus deseja a todos.
Senhor, nós pedimos que essa revelação possa revolucionar a maneira como nós vemos, o teu olhar para todas as nações,
o teu olhar para os povos que não fazem, as pessoas que não fazem parte da igreja, que não fazem parte daqueles que buscam o Senhor,
o Senhor está empenhado em alcançar os outros também com o teu amor, o teu amor nos alcançou,
podemos ser um povo escolhido do Senhor para receber o teu amor, mas o propósito é que esse amor alcance os outros que o Senhor ama também,
que nós possamos crer nisso e viver nisso de acordo com a tua vontade, pedimos em nome de Jesus, amém.

Editora Impacto

Da loja Impacto

Ver tudo

Conversa

O que esse texto te despertou?

Compartilhe sua reflexão, dúvida ou testemunho. Sua voz importa pra essa comunidade.