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Aula 33 – Vol.29 – A destruição de Jerusalém

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O volume 29 – Últimos anos do reino de Judá – de Manassés até a queda de Jerusalém,
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27/01/19 – Jeremias 38 e 2 Reis 25 – Baixardo áudio.

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Transcrição · gerada automaticamente

Bom, nós estamos chegando agora realmente à parte final, né? A gente tem falado que estamos falando sobre os últimos quatro reis, depois nós começamos a falar sobre o quarto rei e agora nós estamos falando sobre a parte final, né, nas semanas, nas últimas semanas a gente tem falado assim já sobre essa parte dos últimos anos, do último sítio, tempo que Babilônia estava sitiando Jerusalém.
E hoje nós chegamos ao ponto mesmo de falar da queda, né, foda que vocês receberam, fala sobre, é o nosso esboço, sobre essa etapa final.
Então, eu vou só começar em Jeremias 30 e 8, eu vou relembrar uma parte que a gente já falou, mas eu preciso só relembrar porque esse momento na história é um momento muito triste, né, é um momento...
É um momento muito dramático, a queda final de Jerusalém, que vem acontecendo, as 10 tribos foram para o cativeiro, teve muitos avisos anteriores, assim como tem acontecido em outras épocas e na nossa época, né, muitas coisas vêm acontecendo, às vezes são crises econômicas, às vezes são coisas que acontecem,
que a gente percebe são coisas ruins que acontecem na história e depois passa, né, a gente sempre fala, né, nós vivemos numa época que a gente viu várias, várias crises e vários prenúncios antes e aqueles que lembram, né, antes de virar o milênio, né, antes do ano 2000,
havia muitos, muitos prenúncios, olha, né, o bug do milênio, mas tinha outras coisas também, muitas coisas ruins que iam acontecer e aí, assim, no fim não foi tão ruim, aliás, não teve nenhum problema, né, nessa virada do milênio, o bug do milênio não deu em nada,
então sempre a tendência é, tá vendo, não aconteceu, e aí a gente começa a ficar meio sonolento, né, no sentido assim, né, a pessoa fala que vai acontecer uma coisa ruim, desde quando eu sou criança, falo assim, a economia vai acabar, né, os governos todos estão muito endividados, vai chegar uma hora que vai dar uma crise geral e temos enfrentado crises que realmente nos afetam,
mas não são aquelas crises que acabam com, né, que todo mundo fica nem como aquela que eles contam, né, de 1929, que realmente foi um arraso muito forte, eu não sei comparar, porque às vezes as pessoas falam que tem, que tem várias outras crises que a gente tem vivido, 2008 e agora mais recente no Brasil,
mas, assim, é difícil às vezes comparar, mas o mundo continua, né, o movimento continua, às vezes fala que tá em crise, você olha na estrada, tá cheio de carros, você olha nos restaurantes, tá tudo cheio de gente gastando nos shoppings, então, assim, algumas pessoas, sim, estão realmente em crise, mas não é aquela crise que para, que para tudo, que acaba com a situação mundial,
então, nesse, nessa época, também houve muitos avisos e muitos estágios, né, para chegar nesse ponto final, muita coisa tinha acontecido antes, né, várias levas, né, a gente tem falado, houve outras levas de cativeiro que, que levou para o cativeiro, assim, antes dessa época final,
então, houve vários avisos, vários preanúncios e, claro, Deus sempre avisando também, mas chegou aqui, chegou o momento da crise final e esse aqui é realmente o momento muito dramático na história, na história do povo de Deus, isso aqui é um marco,
o outro marco, depois desse foi o ano 70, quando Jerusalém foi destruído também, então, esses marcos são muito fortes na história e são muito significativos, né, então, e a gente às vezes pensa, puxa, Deus foi muito severo, né, Deus não, Deus podia ter maneirado um pouquinho a mão, Deus podia ter dado uns tapinhas e depois, né, mas Ele fez isso antes, né,
Ele fez isso antes, então, só quero relembrar com vocês, em Jeremias 38, eu não vou ler todo o capítulo, mas esse aqui foi quando Jeremias foi preso, porque as pessoas estavam falando, né, falaram com o rei, o rei Zedekias era um rei fraco, ele ouvia um, fazia o que ele mandava, ouvia outro, fazia o que o outro mandava, então, ele era uma pessoa assim que ia onde tinha mais pressão
e aí Jeremias foi preso, foi lançado dentro de uma cisterna e tal, aí depois alguém intercedeu, tirou da cisterna e aí, Jeremias 38, versículo 14, aí Zedekias, várias vezes antes ele tinha feito isso, mas ele faz de novo, Zedekias mandou trazer o profeta Jeremias à sua presença,
a terceira entrada na casa do senhor, ele disse, "pergunto-te uma coisa, não me encubras nada", assim, o cara sempre falou a verdade, sempre foi muito forte e ele fala assim, "por favor, me fale o que Deus realmente disse, não escondas nada", né, e tipo assim, Jeremias fala assim, não é quando que eu escondi alguma coisa, quando que eu deixei de falar, mas aqui também ele fala, Jeremias responde,
versículo 15, "se eu te der resposta, não me matarás e ainda que eu te aconselhe, não me ouvirás", então, eram as duas consequências possíveis, talvez eu vou falar a verdade e você vai me matar e talvez eu vou te falar a verdade e você não vai me ouvir, não vai adiantar nada.
Versículo 16, "mas jurou o rei Zedekias e Jeremias em segredo, tão certo como vive o senhor que nos deu a vida, não te matarei nem te entregarei nas mãos desses homens que procuram a tua morte",
Jeremias falou de duas coisas, você talvez vai querer me matar e você não vai querer me ouvir, Zedekias respondeu só uma, eu juro que eu não vou te matar, mas ele não falou, eu juro que eu vou seguir o conselho do senhor.
Versículo 17, "então Jeremias disse às Zedekias, assim dito o senhor, Deus dos exércitos, Deus de Israel", ó Deus dos exércitos, normalmente quando fala Deus dos exércitos, é o Deus que defende Israel na hora do grande perigo, mas não vai acontecer isso agora.
Deus dos exércitos, Deus de Israel, se voluntariamente, isso aqui ele já tinha falado outras vezes, eu estou lendo de novo aqui para vocês entenderem que Deus até na última hora, Deus deu chance para Zedekias, não precisaria ter acontecido o que aconteceu com ele.
Então Deus deu muitas chances, falou assim, se você, olha o que ele fala, se voluntariamente saíres, a cidade estava cercada, então se voluntariamente saíres, se você se render, se voluntariamente saíres aos oficiais do rei de Babilônia, viverá a tua alma, você vai escapar.
Não é que Babilônia vai embora, não tem livramento, mas se você se entregar, você não será morto e olha só quem ama a causa de Deus, para quem ama o povo de Deus, para quem ama a cidade de Deus, olha que benefício que ele teria.
E esta cidade não será queimada a fogo, viverás tu e a tua casa, ele tinha, olha só, ele tinha chance, não tinha mais chance de reverter os juízes de Deus sobre Israel, eles iam ser conquistados, eles já tinham sido, mas Zedekias rebelou, então eles iam ser conquistados novamente por Babilônia, eles iam se tornar sujeitos.
O exílio iria acontecer, porque Deus tinha falado, vai acontecer o exílio, mas o que você pode ganhar nessa altura?
Você pode ganhar sua vida, você pode ganhar a vida da sua família e você pode evitar a destruição da cidade de Jerusalém, por que que é tão importante a cidade de Jerusalém não ser destruída?
Porque é a cidade de Deus, é a cidade que representa onde Deus quer colocar a sua morada, tinha a casa de Deus, e também tinha todo um povo que morava ali, então era uma cidade, mas tinha um significado e tem um significado muito grande no plano de Deus.
Versículo 18, "Mas se não saíres aos oficiais do rei de Babilônia, esta cidade será entregue nas mãos dos caudeus, e eles a queimarão a fogo, e tu não escaparás."
Olha o que vai acontecer, estou lendo isso aqui, e isso aconteceu pouco tempo antes do momento que nós vamos estudar hoje, que é a queda de Jerusalém. "Tu não escaparás das mãos deles."
Olha como a gente pode ouvir uma palavra de Deus e achar que a gente consegue. É como um conselho assim, não faça isso porque você vai se dar mal.
E a gente pensa assim, não, a pessoa está me falando assim, não use o celular no carro, não, mas eu sei usar, ou não passe da velocidade, ou não, sei lá, qualquer coisa que manda fazer para evitar um perigo.
E você pensa, não, eu consigo, é bobagem, eu sou capaz, eu consigo superar, eu sou bom, eu sou capaz de evitar um problema maior.
Presta atenção o que vai acontecer, "tu não escaparás das mãos deles". Versículo 19, "diz-se o rei Zedekias", aí ele estava sendo até sincero aqui, "diz-se o rei Zedekias a Jeremias, receio-me dos judeus".
Ele estava falando assim, se eu for me entregar, tem uns judeus que já se entregaram, isso já tinha acontecido, são chamados de desertores, eles tinham saído da cidade e se entregado ao rei de Babilônia.
Então o rei de Babilônia, o exército de Babilônia já estava com judeus no poder dele, que ele ia levar embora para o exílio.
Então, "receio-me dos judeus que se passaram para os caudeus, pois os caudeus podem entregar-me a eles e eles se escanecerão de mim".
Olha, ele tem mais medo dos judeus, seria um tipo de traidor.
Porque veja bem, Jeremias falou assim, é para se entregar, é para se render, mas Jeremias ficou com o povo até o fim. Jeremias não procurou a saída fácil para ele.
Nós vamos acompanhar a história de Jeremias ainda depois desse momento.
Jeremias não procurava a saída fácil para ele, ele achou melhor ficar com o povo de Deus mesmo na desobediência do que abandonar o povo de Deus.
Então, mas esses judeus que tinham se entregado antes, eu não sei se eles estavam porque Deus tinha falado, não sei.
Mas de fato eles fizeram a melhor coisa, porque eles se entregaram e não foram mortos.
Mas ele tinha medo que os caudeus, os babilôneos fossem entregar o rei para esses judeus que tinham meio que passado para o outro lado.
E que eles pudessem, ele não fala assim, eles vão me matar, eles vão escanecer de mim.
Ele tinha medo do que eles iam falar, olha assim, o medo de Zé dequias.
Bom, versículo 20, respondeu Jeremias, não te entregarão.
Agora, a minha tradução aqui só fala, ouve a voz do Senhor. Eu li uma outra, eu tenho lido as outras versões.
Jeremias, ele chega a suplicar aqui no versículo 20, por favor, eu te suplico.
Jeremias está praticamente de joelhos diante do rei falando assim, por favor, ouve a voz do Senhor e faz o que eu te digo.
Não faça isso que você está pensando, então bem te irá e viverá a tua alma.
Gente, isso aqui é muito dramático, nós lembramos isso aqui umas aulas atrás, mas eu queria realmente que vocês entendessem o drama e a força e a oportunidade que Deus deu.
Porque quando você vê o que vai acontecer com Zé dequias, você pode pensar, "puxa, Deus foi muito duro com ele".
Mas olha quantas chances, e isso me causa muito temor, porque Deus pode estar nos dando muitas chances.
E Deus é muito longânimo, mas chega uma hora que Deus fala assim, eu te falei uma vez, te falei duas vezes, te falei três vezes, você não quis.
Então, mais versículo 21, se você não quiser sair, se você não fizer o que eu estou falando, esta é a palavra que me mostrou o Senhor.
"Todas as mulheres que ficaram na casa do rei de Judá serão levadas aos oficiais do rei de Babilônia, elas mesmas te dirão, os teus pacificadores te incitaram e prevaleceram contra ti".
Ele tinha medo de zombaria, então se você não sair, até as mulheres que ficaram na casa vão zombar de você.
"Agora que atolaram seus pés na lama, voltaram atrás", versículo 23, "todas as tuas mulheres, teus filhos serão levadas aos caudeus, tu não escaparás das mãos deles,
não pense que na última hora eu tenho plano B, eu vou conseguir me safar, não pense isso, porque você não vai escapar.
Antes pelas mãos do rei de Babilônia serás preso e esta cidade queimará ele a fogo".
Qual que era a preocupação dos herequias, eu nem vou ler até o fim aqui, mas qual que era a preocupação dele depois disso, não conte para ninguém que eu conversei com você.
Se alguém vier perguntar o que eu falei para você, o que você falou comigo, você só fale que você estava querendo escapar da prisão e que você fez um pedido para mim.
Então agora nós vamos ler, existem vários relatos, alguns são bem parecidos, principalmente porque nós temos no capítulo 39 de Jeremias, na sequência,
vai falar da queda de Babilônia, mas nós não vamos ler aqui agora, nós vamos para 2 Reis 25, versículo 1.
Esse relato que está aqui em 2 Reis 25 é quase idêntico ao relato que tem também no último capítulo de Jeremias, Jeremias 52, é praticamente idêntico.
Então, segundo Reis 25, "No nono ano do reinado de Zedekias, no décimo mês, aos dez do mês, Nabucodonosor, rei de Babilônia, marchou contra Jerusalém, ele e todo seu exército.
Acamparam-se diante da cidade e levantaram contra ela trincheiras em redor. A cidade ficou sitiada até o décimo primeiro ano do rei Zedekias".
Esse aqui eu já expliquei aqui, o cerco a Jerusalém, foi porque Zedekias quebrou a aliança, por isso que aconteceu isso.
Babilônia cercou Jerusalém, que é esse aqui, no nono ano do rei Zedekias e continuou até o décimo primeiro ano.
Então, acho que não deu 3 anos completo, mas foi do nono ano até o décimo primeiro ano.
Só que no meio desse período, que esse capítulo aqui não vai recontar isso, no meio desse período, do nono ano até o décimo primeiro ano,
no meio teve aquela saída que a gente já conversou sobre isso, que o Egito saiu e a Babilônia levantou o cerco, foi embora, eles pensaram "opa, agora está tudo bem",
só que depois o Egito parece que voltou atrás, não enfrentou e Babilônia voltou.
Então, esse capítulo não vai contar essa sequência, mas vai falar que o cerco durou com o intervalo, que a gente não sabe de quantos meses,
mas o cerco durou do nono ano até o décimo primeiro ano de Zedekias.
Versículo 2, a cidade ficou sitiada até o décimo primeiro ano do rei Zedekias.
Versículo 3, aos 9 dias, o nono dia, do quarto mês, a cidade se via apertada da fome e não havia pão para o povo da terra.
Aqui não tem uma descrição do sítio, do tempo do sítio, mas depois nós vamos, eu só vou dar uma sequência aqui, mas depois nós vamos ver, tem um livro na Bíblia, um livro inteiro, mas é um livro curtinho,
tem um livro que descreve o sofrimento, e foi escrito por Jeremias, chama Lamentações, então lá depois a gente vai conferir que tem uma descrição maior,
porque esse período foi igual, talvez o ano 70 foi pior, não sei, o ano 70 a gente tem um historiador famoso, que é Josefo, que descreveu tudo o que aconteceu no ano 70 d.C. quando os romanos sitiaram também por um período semelhante, 3 anos,
e houve muito sofrimento, e o sofrimento foi predito por Deus, a Moisés, no livro de Deuteronômio, que ia chegar ao ponto de mães comerem os próprios filhos,
que é meio que assim, é o extremo máximo de um sofrimento que pode acontecer, de chegar a esse ponto de uma mãe comer o próprio filho, que é uma coisa inconcebível, inimaginável,
então isso vai descrever, aqui não vai descrever, só vai falar assim, a fome aos 9 do quarto mês, na verdade isso aqui não foi a partir dessa data, essa aqui é a data da tomada da cidade, 9 do quarto mês,
esse dia, só um parênteses, esse dia, porque normalmente nessas coisas do Velho Estamento não tem umas datas muito precisas, às vezes não fala aos tantos dias do mês, às vezes fala o ano,
e mesmo assim é o ano que você não consegue achar certinho, essa data ela é muito significativa, e os judeus chamam de Tisha Bav, o mesmo dia que Jerusalém caiu no ano 70, será que é coincidência?
E eu até ia olhar assim, não deu tempo agora assim, não tinha lembrado de olhar, mas eu sei que eles falam assim, quando chega essa data, não sei quando que dá no nosso calendário,
mas quando chega essa data, os judeus sempre lembram de outras coisas, duas coisas muito significativas, que foi a queda de Jerusalém nesse ano aqui, antes de Cristo, 586, 587, anos antes de Cristo,
no ano 70 depois de Cristo, mas essa mesma data já houve outras coisas terríveis que aconteceram com o povo judeu, então é uma coisa significativa que acontece nessa mesma data,
e eles lembram, assim como eles têm uma outra data que eles lembram do holocausto, no mundo ocidental geralmente a gente tem datas comemorativas de coisas boas, dia da independência, coisas interessantes e boas,
os judeus têm muita coisa, eles têm as datas de Páscoa, das festas e tudo, mas eles relembram essas datas porque essas datas precisam ser lembradas, lógico que a gente não vai comemorar,
quando eles lembram do dia do holocausto, o que eles falam? Nunca mais, que nunca mais aconteça isso, então tem que lembrar, agora quando eles lembram, eu não sei exatamente como que todos eles pensam,
mas quando lembram e pensam, holocausto nunca mais, é meio que assim, que não haja antisemitismo, que não haja esse sentimento nos povos em geral, mas por que será que a gente deveria lembrar dessas datas?
Para pensar os outros não deveriam nos perseguir, claro, nós somos contra toda forma de racismo, de discriminação, de perseguição, isso é muito bom, é muito bom que o mundo inteiro lembre do holocausto,
mas por que que o povo judeu, ou transferindo isso para nós, por que que o povo de Deus deveria lembrar dessas datas? Por que que essa história é contada na bíblia?
Por que que a gente deveria, apesar de ser um assunto triste, por que que nós deveríamos lembrar dessas coisas? Porque nós devemos lembrar que nós também precisamos nos arrepender,
porque se nós não olharmos para essas situações, se nós não aprendermos do que aconteceu no passado, pode acontecer conosco, então esse dia da lembrança do holocausto não sou contra isso,
eu só quero dizer, o povo judeu e o povo cristão, o povo de Deus, não deveria lembrar só no sentido assim, escuta aqui mundo, cabe com anti-semitismo, vocês não deveriam nos perseguir, isso aqui foi uma coisa terrível, eu sou a favor disso,
mas não deveria ser a única coisa, deveria ser, por que que aconteceu? Por que que aconteceu isso aqui? Nós vamos ver assim o que as escrituras falam, tem uma razão para isso, então essa data é muito significativa,
nos 9 do quarto mês a cidade se via apertada, se via apertada de fome, fazia tempo já, estava nas últimas, estava numa situação calamitosa, não tinha o que comer, não havia povo, não havia pão para o povo da terra,
e lembra que com toda certeza tinha muita gente na cidade que não era da cidade, porque como o Babilônia tinha invadido, então os povos, as pessoas que moravam nos arredores, eles já tinham fugido para Jerusalém, fazia tempo,
Jerusalém na verdade estava cheia de refugiados, estava cheia de gente que provavelmente não tinha lugar direito para morar e não tinha como comer, então a situação com certeza estava muito desesperadora, fazia tempo.
Então aos 9 do quarto mês que a cidade estava com fome, não tinha pão, estava em desespero, então a cidade foi arrombada, porque o que que é um sítio?
O sítio evita que as pessoas tenham o que comer, as vezes até o que beber, então pode levar o povo a ficar desesperado e se render, o sítio tem essa função, mas nesse sítio também os inimigos ali não estão só esperando o povo,
tinha um pouco disso, assim, nós vamos esperar o povo ficar desesperado e eles vão querer se entregar, mas eles não estavam parados, durante esse tempo todos eles estavam ali tentando arrombar os muros, tentando subir,
vocês já viram filmes, já viram mais ou menos como que funciona, eles faziam rampas, faziam escadas, tinham aquelas, não sei como é que chama, aquelas coisas que eles faziam para rebentar o muro,
Jerusalém tinha umas muralhas boas, porque resistiu por bastante tempo e tem um lugar em Jeremias, que agora não me lembro onde que é, que ele falava até assim que eles estavam, durante esse sítio eles estavam desmanchando casas,
até casas como do rei, casas boas, eles estavam desmanchando casas e fazendo tipo um outro muro, sabe assim, para reforçar o muro, então durante esse tempo os inimigos estavam tentando arrombar
e o povo que estava lá dentro estava tentando reforçar de todas as maneiras possíveis, mas aí chegou a hora que a cidade foi arrombada, todos os homens de guerra, agora olha, eu queria, eu li aquela outra parte em Jeremias justamente por causa disso aqui,
então presta atenção, o que Deus tinha falado com as edéquias através do profeta Jeremias, o que ele tinha falado e o que eles vão fazer, que Deus avisou as edéquias, olha, é para você se entregar e tal,
agora se você não quiser se entregar escute bem, você vai, a cidade vai ser tomada e você não vai escapar, ele falou isso duas vezes naquele trecho que a gente leu em Jeremias,
então agora ele fala, a cidade foi arrombada e todos os homens de guerra fugiram de noite pelo caminho da porta entre os dois muros que estavam junto ao jardim do rei,
embora os caudeus estivessem cercando a cidade e o rei se foi, o que as edéquias achou que ia fazer? Ele achou que ia escapar e ele foi com o exército e foi com a família e a cidade foi arrombada,
a gente não sabe visualizar exatamente, mas vamos dizer assim, a cidade foi arrombada num ponto da cidade e eles acharam um jeito, apesar que o exército estava cercando a cidade,
mas talvez não estava cercando inteiramente, talvez o exército estava mais concentrado naquele lugar onde eles arrombaram a cidade, então eles acharam a brecha, eles acharam um jeito de fugir,
então eles fugiram por essa porta entre os dois muros que estavam junto ao jardim do rei e o rei se foi pelo caminho de Araba, eu acho que foi de noite,
então eles arrombaram a cidade, não sei que tempo do dia, mas de noite, as edéquias e o exército fugiram por esse caminho e esse caminho, pelo caminho da Araba, é o caminho que vai para Jericó, para o rio Jordão,
porque Jerusalém fica dentro do território de Israel, por um lado você vai na direção de Tel Aviv hoje, que é o mar Mediterrâneo e na outra direção você vai para o lado do rio Jordão, do mar morto e do rio Jordão,
então eles foram nessa direção achando assim, nós vamos achar um jeito de escapar, versículo 5, porém o exército dos caudeus perseguiu o rei, de alguma maneira o exército dos caudeus ficou sabendo,
viu que tinha fugido e eles foram atrás, tinham muito mais capacidade, com cavalos e tudo, perseguiu o rei e o alcançou, ele já tinha caminhado bastante, o alcançou nas campinas de Jericó,
todo o seu exército, olha, o exército, muitos deles parece que até se escaparam, porque todo o exército se dispersou e o abandonou, para quem que Deus tinha falado você não vai escapar?
Para o rei Zedekias e ele que não escapou, o exército, alguns, pelo menos parece a maioria, conseguiu se dispersar, se eles foram pegos depois a gente não sabe e o abandonaram, então na verdade o que o Babilônio queria?
Eles queriam rei, sempre que alguém se rebelava, eles queriam castigar, eles queriam retribuir o que estava fazendo o responsável pela revolta,
então prenderam o rei e o fizeram subir ao rei de Babilônia, a Hibla, onde se pronunciou a sentença contra ele, acho que fizeram um tipo assim de um tribunal e fizeram, decretaram uma sentença,
o que aconteceu com ele? Aos filhos de Zedekias, degolaram na presença dele, tem alguma coisa pior do que isso? E a ele, lhe furaram os olhos, ou seja, a última coisa que ele viu, foi os filhos sendo degolados,
e o ataram com duas cadeias de bronze e o levaram para Babilônia, então foi uma coisa terrível, mas Deus tinha advertido seguidamente que não precisava ter acontecido isso.
Bom, então na sequência aqui, até como está no esboço, a cidade foi sitiada, depois a cidade foi tomada, Zedekias foge, mas foi capturado e julgado, então isso foi no quarto mês,
versículo 8, no quinto mês, então um pouquinho depois, um mês depois, no quinto mês, no sétimo dia do mês, este era o 19º ano de Nabucu do Anusor, rei de Babilônia veio Nebusaradã, capitão da guarda,
servo do rei de Babilônia Jerusalém, queimou, logicamente muitas coisas terríveis devem ter acontecido, mas o que o registro bíblico foca? O rei, porque ele era responsável e Deus tinha avisado para ele,
então assim, o que aconteceu com o rei, mas depois, o que que interessa, o que que é o foco, o que que é a coisa mais importante?
A casa de Deus, que fica em Jerusalém, queimou a casa do Senhor e a casa do rei, como também a todas as casas de Jerusalém, a todas as casas importantes ele queimou, todo o exército dos caudeus que estava com o capitão da guarda derrubou os muros,
queimaram a cidade, depois eles quebraram os muros, ou seja, esse povo não vai conseguir mais se rebelar, não vai ter mais defesa.
E gente, isso tem acontecido muitas vezes na história, né, os romanos fizeram isso de novo, os romanos fizeram no ano 70 e ainda não destruíram tudo, aí depois de, mais ou menos 60 anos depois, no ano 135, depois de Cristo, houve outra revolta e outra vez os romanos vieram e fizeram uma destruição maior.
Então assim, sempre a ideia é, nós vamos acabar, não vai nem ter cidade mais, né, assim, é uma tentativa de dizer assim, esse povo está sempre revoltando, sempre se rebelando, nós vamos acabar com a resistência dele, não vamos acabar, não vai existir mais.
No tempo, nessa segunda destruição, eles mudaram o nome da Palestina, de Israel, não vamos mudar o nome, não vai nem chamar mais Palestina ou Israel, eles mudaram até o nome pra ver se se apagava essa resistência.
Então eles quebraram todos os muros em redor de Jerusalém.
O mais do povo que havia ficado na cidade e os que se haviam rendido ao rei de Babilônia e o mais da multidão, Nabusaradã, o capitão da guarda levou presos, porém dos mais pobres da terra deixou o capitão da guarda ficar alguns pra vinheiros e pra lavradores.
Então ele pegou uma parte do que tinha sobrado, acho que em Jeremias que ele dá os números, não era muita gente, três mil, quatro mil, depois a gente confere os números, não era muita gente.
Por quê? Porque muita gente tinha morrido, mesmo antes de arrombar a cidade, muita gente morreu de fome, muita gente morreu de doença, então houve assim muita morte antes desse momento.
E antes dessa época a Babilônia já tinha levado duas vezes um grupo grande para Babilônia, então esse momento aqui nem é a data que conta, sabe, 70 anos de cativeiro, não é a partir dessa data, é partir de uma das datas anteriores de levas pra Babilônia.
Então nem é esse o ano que conta os 70 anos, já tinha começado a contar, mas é o ano que marca o fim de Jerusalém temporariamente, o fim do reinado e o fim, gente, nunca mais, é muito significativo.
Desde esta época, 586, eu acho que eles datam, né, 586 ou 587, é um desses dois anos que eles datam, antes de Cristo, a partir dessa época nunca mais houve rei descendente de Davi no trono de Israel, nunca mais.
E somente durante um período de mais ou menos 100 anos, no tempo dos Macabeus, é que Israel era um estado independente.
Então se você olhar a história, desde essa época aqui, até 1948, quando Israel se tornou um estado novamente, só tinha esse período dos Macabeus que houve uma certa independência por perto de 100 anos, mas nunca houve um rei e mesmo assim, praticamente, com só essa exceção dos Macabeus, Israel não tinha voltado a ser um estado independente.
Então é muito interessante a gente ver quanto tempo isso durou e isso torna, o milagre de Israel estar na terra e ser um estado independente, isso mostra que é realmente algo muito significativo, que é muito tempo que eles ficaram sem.
Então ele levou alguns para o cativeiro e deixou alguns dos mais pobres da terra, ele deixou para vinheiros e para lavradores.
Agora ele vai descrever uma coisa que tem muito interesse para o povo que era fiel a Deus, para aqueles que estavam compilando essa história, eles tinham muito interesse no que aconteceu com a casa de Deus.
Então aqui vai ter uma descrição, eles queimaram a casa de Deus, mas tinha muita coisa de valor ali.
Então aqui vai descrever o que eles fizeram, versículo 13, "despedaçaram os caldeus, as colunas de bronze que estavam na casa do Senhor, como também as bases e o mar de bronze que estavam na casa do Senhor, e levaram seu bronze para Babilônia. Levaram também as caldeiras, as pás, as espevitadeiras, os recipientes de incenso, todos os vasos de bronze com que se ministrava.
Tomou também o capitão da guarda, os braseiros, as bacias, tudo que era de ouro e tudo que era de prata. O bronze das duas colunas, do mar e das bases que Salomão fizeram para a casa do Senhor, era incalculável."
Isso fala no tempo de Salomão, que ele tinha feito tanta coisa que não dava nem para pesar, não tinha nem como quantificar. "Era incalculável. A altura de uma coluna era de 18 covadus. Sobre ela havia um capitão de bronze de 3 covadus de altura. Era decorado com uma rede, romãs de bronze em redor. A outra coluna com a sua rede era semelhante a esta. Também o capitão da guarda..."
Bom, aqui ele vai mudar um pouquinho de assunto, deixa eu só parar um pouquinho. Então, tudo isso era de incalcular o valor material, muito bronze, muito ouro, prata, tinha um valor material, mas principalmente porque tinha um valor espiritual para eles.
O que ele está descrevendo era uma coisa que os judeus tinham visto as 10 tribos ir para o cativeiro, tinham visto muita coisa acontecendo, mas parece que eles tinham uma ideia que nunca Deus ia deixar acabar com a casa dele.
Então, era um ponto extremo de juízo e de destruição. E todas essas coisas que foram feitas tinham valor dos materiais, mas tinham valor como falei espiritual, mas tinham valor também artesanal, porque todas essas coisas eram muito trabalhadas, tinham sido feitas de acordo com o padrão de Deus, eram coisas que tinham levado anos para fazer.
Então, era uma coisa assim terrível ver tudo isso aqui acontecendo com a casa de Deus.
Bom, aqui vai ter mais um grupo de pessoas responsáveis, não só o rei, mas alguns dos líderes. Versículo 19. "Da cidade tomou a um oficial que tinha cargo da gente de guerra."
Que fazia, acho que, recrutamento das pessoas que iam para a guerra. "Cinco homens dos que viam a face do rei, que eram tipo conselheiros, se acharam na cidade, como também um escrivão mor do exército que registrava o povo da terra."
"Sessenta homens do povo da terra que se achavam da cidade." Todos assim, mas de lideranças. "Tomou os..." Ah não, eu pulei, desculpa, eu pulei o versículo 18. "Ele levou Seraías, primeiro sacerdote, Sophonias, segundo sacerdote, os três guardas da porta."
Então ele levou sacerdotes e levou toda a cúpula, os conselheiros, os que eram responsáveis pelo exército, todos os oficiais, tudo que ele achou ali, todos os responsáveis.
"Tomou os Nebusaradãs." Versículo 20. "Levou-os ao rei de Babilônia, a Híblia." E o rei de Babilônia, parece que o rei de Babilônia tinha a honra, coisa terrível, dele mesmo matar essas pessoas.
"Levou-os ao rei de Babilônia, os feriu e os matou em Híblia, na terra de Amat." Assim, Judá foi levado preso para fora da sua terra.
Eu sempre tenho falado, Deus usa várias medidas de disciplina, mas a medida máxima é tirar o povo da terra. Então isso aconteceu. Judá foi levado preso para fora da sua terra.
Nós vamos parar aqui nesse texto. Agora nós vamos para Segundo Crônicas, vamos ler o texto paralelo em Segundo Crônicas.
Esse relato é mais resumido e ele coloca algumas outras coisas que ajudam a entender as causas.
Segundo Crônicas 36. Nós vamos ler a partir do versículo 11. "Sedequias era da idade de 25 anos, quando começou a reinar, 11 anos reinou em Jerusalém."
Aqui em Crônicas ele não vai contar quase nada do reinado de Sedequias. Segundo Crônicas 36.11, versículo 12. "Ele fez o que era mal aos olhos do Senhor seu Deus."
E olha aqui, o que é a coisa aqui em Crônicas? Porque esse livro de Crônicas, o livro de Reis a gente não sabe. Às vezes foram escritos antes, mas alguém compilou ou editou depois, mas tem bastante evidência de que Crônicas foi compilado, ajuntou os documentos, foi escrito pelo sacerdote Esdras depois do cativeiro.
Então, esse livro provavelmente tem uma perspectiva mais depois do cativeiro de Babilônia. E ele coloca aqui que Sedequias fez o que era mal aos olhos do Senhor e não se humilhou perante o profeta Jeremias, que falava da parte do Senhor.
Então, ele não se humilhou, no sentido assim, ele não atendeu, ele não fez o que o profeta falou com ele. Versículo 13. "Também se rebelou contra o rei Nabocodonosor, que o tinha feito jurar por Deus."
Lembro, nós falamos sobre Sedequias, que tinha feito um juramento ao rei de Babilônia e Deus considerava esse juramento válido e não era para ele ter quebrado a sua aliança. Sedequias, essa parte final começou quando Sedequias quebrou seu juramento com o rei.
Então, ele endureceu sua serviz, tanto se obstinou seu coração, que não voltou ao Senhor Deus de Israel.
Eu vou parar aqui, vou só dar uma paradinha aqui. No seu esboço, eu estou pulando a letra B, mas nós vamos voltar a letra B depois. Na letra C, as causas do juízo de Deus, no livro, só para comentar uma diferença, uma complementação.
No livro de Reis, não na parte que nós lemos, nós lemos o último capítulo de Reis, mas um pouco antes, várias vezes, o livro de Reis enfatiza que o juízo de Deus estava vindo sobre Judá por causa, especificamente, claro que era um acúmulo de coisas, mas especificamente por causa do rei Manassés.
O livro de Reis faz uma ligação muito grande com o rei Manassés, por causa do que Manassés fez, foram coisas terríveis e ele passou da linha, que eu sempre falo que tem uma linha, a Bíblia não fala dessa linha, mas eu estou interpretando assim porque a Bíblia fala do cálice que enche, a linguagem bíblica é mais do cálice.
Mas quando a gente fala assim, Deus é misericordioso, então você peca, se arrepende, você peca, se arrepende. Claro, isso é nossa vida, até a volta de Jesus nós vamos precisar fazer isso.
Mas existe o pecado, que é aquilo que você não vence, e tem as coisas que a gente nem percebe que o Espírito Santo precisa ir mostrando para a gente, tem coisas erradas na minha vida que talvez eu nem me apercebi ainda.
Agora tem coisas conscientes, tem coisas que eu sei, e tem coisas que são bem obstinadas, assim bem assim, Deus falou e eu continuo fazendo.
Tem mozia, obstinação, a Bíblia fala muito sobre isso. Mas existe, então existe uma capacidade enorme, infinita de Deus, de perdão, de continuamente, Jesus está dessa de Deus intercedendo por nós.
Primeiro João fala assim, se você pecar, nós temos um mediador, nós temos um advogado diante de Deus, mas existem situações em que claramente Deus quer algo da nossa vida,
ou talvez a gente está conscientemente recusando algo de Deus, o caminho de Deus, sei lá, de alguma forma a gente está sendo realmente rebelde, obstinado, não queremos saber de Deus.
Mesmo assim, Deus vai atrás, os profetas falam que Deus é como um marido, e o marido não vai, naquela cultura o marido não ia atrás de uma esposa infiel.
Mas Deus fala assim, mas eu vou atrás de vocês, eu quero vocês de volta. Então existe uma capacidade, além do que nós podemos calcular, de Deus perdoar, de Deus amar apesar de nossos erros,
de Deus ir atrás, de Deus ser longânimo, de Deus esperar, de Deus não trazer juízo na hora, esperando que a gente se arrependa, assim, tem muitas e muitas coisas na vida que a gente vê sobre essa longanimidade de Deus.
Mas, como eu sempre tenho enfatizado, sim, existe uma linha, e essa linha a gente não sabe onde fica, e é bom que a gente não saiba, porque a gente iria até na linha mesmo, do jeito que o nosso coração é.
Então é bom que a gente tenha temor de Deus, não sei onde que é a linha, não temor de não acreditar no perdão e no amor de Deus, não é esse tipo de temor que eu estou falando.
Deus tem realmente grande misericórdia, porém existe uma linha. E manacés, a gente fala muito, sim, da nossa vida individual, mas lembre que a Bíblia fala muito mais,
especialmente no Velho Estamento, a Bíblia fala muito mais da responsabilidade coletiva, então tem os pecados individuais, mas tem essa coisa coletiva da nação de Israel.
Manacés foi um rei, ele foi um líder, mas o povo acompanhou, então ele foi além dessa linha. Então depois de Manacés, Deus sempre falava assim, olha,
depois de Manacés veio Josias, Josias foi um rei que buscava a Deus, fez muita restauração e segundo reis principalmente enfatiza, olha, apesar de tudo isso, Deus adiou o juízo, mas Deus não tirou a sentença.
Vai para o cativeiro porque passou da linha. Agora, talvez essa expressão que estou usando, ou encher o cálice, ou passar da linha, pode parecer meio arbitrário, não, sim, porque que tem uma linha?
Por que que Deus chega a esse ponto? Talvez numa outra aula a gente vai falar um pouquinho mais sobre a justiça de Deus, mas existe um princípio, a gente consegue entender um pouquinho.
Por exemplo, assim, em disciplina de filhos, se você pensar o pai, a mãe, os bonzinhos, isso vale na família, vale na escola, vale na política, vale no tratamento de criminosos, enfim, isso é um princípio que vale em tudo.
Então você tem o princípio da severidade, do castigo, e você tem o princípio da misericórdia. Então os pais bonzinhos, os professores bonzinhos, os juízes bonzinhos, a gente acha muito bom porque a misericórdia é uma característica de Deus.
Então é muito bom quando você vê a misericórdia sendo praticada do jeito certo, mas se você pensar, e é isso que muita gente tem uma ideia errada de Deus achando, ou achando que ele é assim, ou achando que ele deveria ser assim, achando que Deus deveria ter só misericórdia, só misericórdia.
Então quando você pensa em só misericórdia, só, qual que é uma outra palavra, assim, tolerância, permissividade, né, então assim, quando você pensa só nesse lado assim de não ser duro, de não castigar, não, tudo bem, eu entendo, eu sei que a carne é fraca, tudo bem, eu vou dar um jeito, né.
Então quando você só trata dessa forma, o que que acontece? Não tem como realmente implantar a justiça. Eu vou dar um exemplo.
Quando nós temos uma ferida, uma ferida no corpo e às vezes demora pra ser tendido, vamos supor que, sei lá, assim, tem muita carne morta, né, muitas células mortas, o que que o médico tem que fazer?
Ele vai, ele pode fazer assim, misericórdia, vamos colocar cura, vamos colocar remédios pra sarar, vamos dar vitaminas, vamos dar antibióticos, não, ele tem que fazer uma coisa muito ruim e muito doloroso que é tirar a parte morta, a parte afetada.
Precisa ter uma remoção. Você vai, um outro exemplo assim, não sei se ajuda assim, você pensar numa casa toda caindo aos pedaços, né, então vamos reformar essa casa, né, então tem problemas no alicerce, tem problemas nas paredes, mas nós vamos reformar o telhado, né, não dá pra fazer isso, tem que ir lá no fundo.
Às vezes, e aquele livro que eu sempre falo, A Patrola de Deus, ele fala sobre isso, né, que é assim, essa parte de Deus entrar e tratar duramente como a situação que precisa ser tratada, porque se não tratar disso só vai aumentar o sofrimento e só vai prolongar esse período em que a justiça de Deus não vem.
Porque quando a gente pensa, Deus vem o teu reino, como Jesus ensinou, Jesus vem o teu reino, vem o teu reino, traz justiça Senhor, traz justiça, vem reinar em justiça, o Senhor vai colocar tudo em ordem.
Sim, mas antes de Ele trazer tudo em ordem, precisa ter uma limpeza, precisa tratar, e Deus não seria um Deus justo, Deus não, assim, não existe uma justiça no reino de Deus sem tratar devidamente com aquilo que foi feito de errado.
Então, claro que eu não entendo quase nada desses princípios da justiça de Deus, e por que tem que ser feito assim, e por que tem que ser tão drástico, e por que tinha que chegar esse ponto de tirar o povo de Israel, o povo de Jerusalém, tinha que até acabar a casa de Deus, por que tinha que chegar nesse ponto, por que tinha que ir tão fundo, eu não entendo.
Assim como talvez eu não vou entender o médico que precisa fazer algumas coisas, não, chega, já deu, não, eu preciso ir mais fundo, né, até um dentista, não é, quando vai tratar uma cárie, assim, faz o, faz a obituração, assim, faz o, não, não, tem que ir lá furar com aquela coisa terrível no dente, tem que ir furando, não, não terminei ainda, ele fura mais, ah, tá doendo, assim, não, tem que ir mais fundo, porque se eu não tirar tudo,
eu posso cobrir, mas vai voltar a dar problema certo. Bom, então são algumas ideias, assim, mais ou menos, pra entender esse princípio de Deus.
Então, é, então só, recapitulando, estamos praticamente terminando aqui, né, assim, nós estamos aí falando sobre as causas do juízo de Deus, então no seu esboço, na letra C, é uma que o livro de reis enfatiza, são as maldades do rei Manassés, então, é, houve algo ali, eu não entendo todos os motivos, eu não sei como Deus pensa, não sei como Deus trata, mas Deus deixou muito claro,
porque o próprio rei Manassés, ele se arrependeu, ele se arrependeu, talvez não foi um arrependimento tão profundo como precisava ser, mas ele se arrependeu, e até Deus falou assim, tudo bem, eu não vou, não vou trazer juízo nos seus dias, mas mesmo assim, depois Deus sempre falava, mas houve algo ali que eu preciso tratar, e que vai ter que tratar.
Ok, então o livro de reis enfatiza Manassés, agora o livro de crônicas não enfatiza Manassés, então vamos, agora vamos continuar aqui, em segundo crônicas 36, ele falou aqui sobre zedequias, então, o livro de crônicas, ele traz mais pro tempo presente, então, tinha um problema que Deus tinha que tratar, porque aquilo que Manassés fez, Deus, Deus ia ter que, ter que tratar aquilo.
Mas, crônicas fala do reis zedequias, porque no versículo 13, ele se rebelou, ele endureceu o serviço, tanto se obstinou no seu coração que ele não voltou, Senhor, porque alguns reis maus, chegaram a arrependimento, zedequias não voltou, ele não era, quando você lê essas coisas, principalmente no livro de Eremias, você vê zedequias como um cara fraco, ele não enfrentava ninguém,
mas ele, ele parecia que não era um cara tão mau assim, porque ele, ele chamava Eremias e queria falar e perguntava, e aí você tem alguma coisa de Deus, mas ele não tomou decisão, ele, ele ficava assim, tem uma palavra de Deus, ah, eu vou cuidar de você, eu vou tirar você da, ele tirou Eremias daquele poço que ele estava e tal, mas ele também não soltou, ele ficava assim, só mais ou menos,
ele não enfrentou, ele não tomou uma decisão, o que aqui fala? Ele não voltou ao Senhor, Deus de Israel. Então, quais são as causas que Crônicas coloca? Então, nós já temos, Manassés, do livro de Reis, do livro de Crônicas, ele coloca zedequias, então, zedequias não tomou decisão, não mudou o rumo da vida dele,
você pode ter um coração muito assim, não, eu queria, eu quero, eu acho que é importante, mas se você não tomar uma decisão, se você não mudar o rumo da sua vida pra Deus, só ter interesse não é suficiente.
É, mas não foi só zedequias, você pensa assim lá, todo o povo sofreu por causa desses reis? Não, versículo 14, além disso, todos os chefes dos sacerdotes, então, quem era responsável?
Zedequias, mas também, todos os chefes dos sacerdotes e o povo, então, ninguém estava isento, o povo também, porque o povo poderia, até no tempo de Acabe, quando Elias falou com Deus, tinha 7 mil que não estavam dobrando o joelho a baal,
então, aqui não fala disso, então, o povo também se tornavam cada vez mais infieis, seguindo as abominações dos gentios e contaminando a casa do Senhor que ele tinha consagrado em Jerusalém.
Por que Deus não protegeu a casa dele, a casa dele? Porque o povo tinha transformado a casa de Deus numa casa de abominações, e gente, é claro que é difícil você caracterizar,
como eu falei assim, eu não sou o profeta de Deus que sabe o que Deus está, o que Deus pensa quando olha para a igreja hoje, o que Deus pensa, mas se não acha, eu não estou querendo apontar o dedo para ninguém em particular,
mas falando assim, no geral, nós não temos colocado muitos ídolos e muitas abominações na casa de Deus, nós não estamos fazendo da casa de Deus, como Jesus falou, quando Jesus ficou bravo e expulsou os cambis,
e não façam da casa do meu pai, uma casa de ladrões e salteadores, então, o que nós temos feito com a igreja, o que nós temos feito com a casa de Deus?
Então, eles tinham contaminado a casa do Senhor que ele tinha consagrado em Jerusalém, versículo 15, "O Senhor Deus e seus pais enviou-lhes a sua palavra sem cessar", isso que, essa minha esperança, que Deus levante muita gente na nossa geração para avisar,
porque Deus é sempre fiel, ele não traz juízo sem avisar antes, então, agora a gente precisa saber se Deus está falando e a gente não está ouvindo,
"Mas o Senhor Deus e seus pais enviou-lhes a sua palavra sem cessar, por meio dos seus mensageiros, porque se compareceu do seu povo e da sua habitação, mas eles zombaram dos mensageiros de Deus,
desprezaram as suas palavras, escarneceram dos seus profetas, até que", lembra, aqui também está falando da linha, "até que", Deus, "suporta até um momento", até um determinado momento,
"até que a ira do Senhor subiu tanto quanto o seu povo que não houve mais nenhum remédio", então chega um ponto que não tem mais, "e aí ele fez subir contra eles o Rei dos Caldeus,
o qual matou seus jovens a espada no seu santuário", aqui descreve um pouco mais a mortandade que aconteceu, a matança que aconteceu durante essa tomada da cidade, "matou seus jovens a espada no seu santuário, não teve piedade dos jovens, das donzelas, dos velhos, dos decrepitos,
Deus entregou a todos na mão de Dabucononozor, todos os utensílios da casa de Deus, grandes e pequenos, os tesouros da casa do Senhor, os tesouros do Rei de seus príncipes, levou para a Babilônia,
queimaram a casa do Senhor, derrubaram os muros de Jerusalém, todos seus palácios queimaram a fogo, destruíram todos seus objetos preciosos, os que escaparam da espada levou para a Babilônia, se tornaram servos dele e de seus filhos até o tempo do reino da Pérsia",
esse livro foi escrito já na época depois, então ele sabia que depois disso veio o tempo da Pérsia. Agora olha versículo 21, então é a terceira causa, então as causas dos juízos de Deus que nós estamos relacionando,
o rei Manassés, depois nós falamos sobre zedequias, sacerdotes, povo em geral, todo mundo daquela geração e agora versículo Crônicas 36, 21 fala "a terra gozou seus sábados, todos os dias da sua desolação,
ela descansou até que se completaram os 70 anos em cumprimento da palavra que o Senhor falara por intermédio de Jeremias", eu vou falar sobre isso depois, talvez na próxima aula, mas só para vocês terem uma ideia,
no regime que Deus instituiu por Moisés tinha o sábado semanal, um dia por semana e tinha o sábado todo o sétimo ano e depois tinha o ano do jubileu que é a cada 50 anos, só que o povo não estava guardando isso,
então Deus era uma outra causa colocada aqui, eles não guardaram os sábados de descanso, então ele tirou o povo e ficou 70 anos de descanso direto para compensar todos os sábados, os anos sabáticos que eles não tinham guardado,
eu vou falar sobre isso depois, mas é só para lembrar que esse ano sabático não era só para a terra descansar, era até um princípio agrícola, um princípio correto, você usa a terra para lavoura de poucos em poucos anos,
uns 7 anos é um bom intervalo, tem que deixar a terra descansar, porque aí a terra renova, a vegetação, a terra volta, porque é só você tirar, tirar, tirar, então Deus tinha um plano para isso até no caminho, no sentido agrícola,
mas o ano sabático não era só para isso, o ano sabático era para libertar os escravos, era o sistema financeiro, era o sistema de não oprimir os outros, então o ano sabático tinha muito a ver com a justiça social, então é importante lembrar disso.
Então só para terminar os últimos dois versículos, é só porque assim, nós vamos falar isso, mas nem sei se vai ser na próxima aula ou na outra, mas no meio de toda essa noite escura, toda essa coisa meio deprimente de ficar falando sobre destruição e juízo,
sempre tem uma esperança, sempre tem Deus falando assim, é, eu estou disciplinando, parece que muita gente morreu, mas parece que é uma coisa assim, tipo, Deus abandonou o povo, acabou, encerrou, Deus vai procurar uma outra pessoa, não, não, não, nós vamos falar bastante sobre isso,
Deus prometeu e nós estamos vivendo numa época, como eu falei assim, desde aquela época Israel não voltava a ser uma nação, então nós estamos vivendo já faz mais de 70 anos que Israel é uma nação,
isso mostra que Deus não abandonou o seu povo, não abandonou os seus propósitos, não abandonou, na verdade, ele disciplina para produzir algo de valor, então só vamos ler esses dois versículos finais aqui porque aqui o livro de Crônicas termina com uma nota de esperança,
não termina assim, e veio o cativeiro e acabou, não, no primeiro ano, versículo 22, no primeiro ano de Ciro, rei da Pérsia, para que se cumprisse a palavra do Senhor falada por intermedias de Eremias, despertou o Senhor o Espírito de Ciro, rei da Pérsia,
de modo que ele fez passar pregão por todo o seu reino, como também por escrito, dizendo assim diz Ciro, rei da Pérsia, o Senhor, Deus dos céus, deu-me todos os reinos da terra, me encarregou de edificar uma casa em Jerusalém que está em Judá, quem há entre vós de todo o seu povo, o Senhor seu Deus seja com ele e suba.
Então o livro de Crônicas termina, o livro de Reis não termina assim, mas o livro de Crônicas termina com essa nota de esperança, e eu só vou ler um versículo para a gente terminar.
O livro de Jó é um versículo sobre aprovação individual, mas eu queria que vocês, todo mundo sabe que Jó sofreu muito, perdeu muito, perdeu tudo que tinha, passou por uma noite muito escura, mas tem um versículo, não sei se vocês lembram, mas esse é um dos versículos de ouro no livro de Jó.
Jó 23, eu vou começar, versículo 8, Jó 23, 8, ele está falando, Jó está falando assim, eu não consigo falar com Deus, Deus não me escuta e tem tanta coisa ruim que aconteceu comigo, né?
E aí ele fala, se, versículo 8, se me adianto, se eu vou para frente, ali não está, Deus não está, se torno para trás, também não percebo, se me viro à esquerda, não o vejo, encobre-se à direita e não o diviso.
Mas o versículo então é o versículo 10, que eu queria que vocês, vai ser assim um nosso ponto de terminar, para não terminar assim tão lá para baixo, né?
Apesar assim que a gente tem que tomar cuidado, porque aquela coisa assim, Deus trata e a gente sempre quer fazer assim, não, mas tudo bem, vai ser bom, vai ser bom, claro, vai ser bom, mas a gente tem que tomar cuidado para não tirar o efeito do que Deus quer fazer na nossa vida, tanto individual como...
Mas isso aqui eu acho que é um versículo muito bom para...
Apesar de Jó, nesse momento, ele não tinha se encontrado com Deus novamente, ele não sabia, ele estava assim com os três amigos buzinando no ouvido dele, é você estar assim porque você pecou, porque você é injusto, que Deus está pesando a mão sobre você, assim e tal.
Então ele estava ouvindo e ele sempre fala, não, mas não é assim e tal, e ele fala assim, mas eu não consigo falar com Deus, eu não consigo enxergar, eu não vejo o que Deus está fazendo, eu não enxergo a luz, eu não sei onde Deus está.
E aí ele fala, de vez em quando, Jó tem vários versículos ao longo do livro que Jó fala assim, eu tenho outro que fala assim, mas eu sei que meu Redentor vive, mas aqui ele fala, mas ele conhece o meu caminho, se ele me provar, eu sairei como ouro.
Então é isso que Deus está querendo fazer, é isso que Deus está fazendo com a nação de Israel, é isso que Deus está fazendo com a igreja, é isso que Deus está fazendo com sua vida, com a minha vida, ele prova, ele precisa cortar onde precisa cortar.
E a confiança fundamental em Deus é, eu não entendo, eu não enxergo, eu não, assim, se você está vendo o que o médico está tirando, olha, está vendo aqui, o dente, então a gente não vê, né, quando o dentista vai tratar, eu não estou enxergando, onde que ele está furando, porque ele precisa ficar furando mais.
Então a gente às vezes não vê, se você vê, você fala assim, não, eu preciso mais, assim, de vez em quando o dentista fala assim, aguente que eu preciso ir mais um pouquinho, né, eu preciso ir mais um pouquinho.
Então Deus faz só até onde precisa, Deus nunca vai além do que precisa, Deus é muito misericordioso e nós vamos continuar nesse tema nas próximas aulas, nós vamos ver algumas coisas do livro de Lamentações e vamos procurar entender mais os caminhos de Deus.
Mas tudo é baseado na confiança, na confiança em quem Deus é, na confiança de que Deus tem algo que ele precisa fazer, é para o bem do plano dele, mas é para o bem nosso também.
Deus não está nos explorando, Deus não está nos usando, o plano de Deus, o propósito de Deus somos nós, nós somos o propósito de Deus.
Aonde Deus quer chegar, Deus quer estabelecer o seu reino, mas o que é reino sem nós ali, assim, Deus, o reino de Deus, a justiça de Deus, a harmonia de Deus, tudo que Deus fez é para ele habitar conosco, então ele tem o objetivo de trabalhar com a nossa vida.
E essa misericórdia, que às vezes a gente só olha misericórdia, todo mundo sabe o mal que faz quando uma criança não é corrigida, tudo bem, misericórdia, misericórdia, daí a pouco é misericórdia mesmo, porque a criança não tem mais limite e é mal para ela, é mal para ela.
Tem pais, nós somos, a Bíblia fala, nós que somos pais, nós fazemos muitas vezes para o mal, tem pai que briga com o filho porque o filho está irritando e eu quero mais tranquilidade, isso acontece muito.
Nem toda a disciplina que os pais fazem é com vistas ao bem do filho, infelizmente, professores, todas as áreas de autoridade, nós podemos fazer algo que é para o nosso bem, não é para o bem da pessoa que nós estamos corrigindo, mas Deus não é assim.
Deus não é assim. Deus faz o que é necessário, ele tem um plano, ele tem um projeto, ele tem um propósito, mas esse propósito somos nós.
Então, ele faz para o bem nosso, e se nós soubermos como cooperar com ele, vai ser muito, muito melhor. Senhor Deus, nós queremos realmente lembrar dessas datas, desses fatos históricos, está aqui registrado para o nosso bem, para o nosso conhecimento,
como o Senhor tratou com o povo naquela época, como o Senhor tratou com Israel, como o Senhor tratou com Jerusalém, a cidade amada de Jerusalém, o lugar onde está a sua casa, o lugar onde o Senhor pretende reinar e estar conosco.
O Senhor fez isso porque o Senhor não vai trazer algo imperfeito, o Senhor vai trazer algo perfeito, o Senhor vai produzir, como na vida de Jó, o Senhor vai produzir ouro, ouro purificado, ouro que foi separado de todas as impurezas,
ouro que não vai mais se inclinar para o mal, que não vai mais se contaminar, que vai ser algo que o Senhor está preparando desde antes da fundação do mundo, o Senhor está planejando e preparando e caminhando para a redenção total das nossas vidas.
Por isso, Senhor, nós nos submetemos a Ti, reconhecemos a Tua bondade, reconhecemos a Tua misericórdia e reconhecemos a Tua justiça e queremos que o Senhor complete a Tua obra em nós, para a glória do Teu nome. Amém.

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