Durante o período do cativeiro, o remanescente fiel se voltou mais à leitura da lei, já que não tinha mais o templo. Mesmo depois da restauração do templo, especialmente com a atuação do sacerdote Esdras, a palavra escrita continuou ocupando um papel muito importante. Como ainda não havia um conjunto claro de escritos compondo o que poderia ser chamado de Escrituras Sagradas, e como surgiu uma corrente forte contrária ao templo em Jerusalém e à restauração da descendência de Davi, houve um movimento claro para definir os textos considerados sagrados, ou seja a canonização do Primeiro Testamento. Isso foi muito importante, mas também trouxe consequências negativas. É possível afirmar que a definição das Escrituras inspiradas trouxe consequências negativas?
Para enriquecer mais seu conhecimento recomendamos a leitura:
– Livro: A Patrola de Deus
– Livro: Quem Almoçou com Abraão
– Livro (cópia): União Através de Comunhão
– Livro: O Conhecimento do Santo
– Apostila: O Sentido Profético das Festas de Israel

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Transcrição
Estudo sobre o período intertestamentário, período entre os testamentos ou entre Malacias e Mateus, interbíblico, tem várias maneiras de chamar-se esse período que estamos estudando.
Ainda estamos dentro de um período coberto parcialmente por livros nas nossas escrituras,
porque estamos falando sobre o período persa, é o primeiro período desses 400 ou 500, se começarmos a pensar, se começarmos a contar desde quando o império persa começou,
um pouco mais de 500 anos antes de Cristo, então estamos falando sobre um período de até 500 anos entre o retorno do cativeiro e a vinda de Jesus.
Então nós temos os primeiros cento e poucos anos com os livros que já mencionamos, Éstras, Nehemias, Esther, os profetas também, Agios, Acarias e Malacias,
então esses livros cobrem essa primeira parte do império persa e nós já estudamos esses livros, já estudamos essa primeira parte,
mas estou ainda falando um pouco sobre esse período porque o restante do período persa, que é mais ou menos de 400 até 330 antes de Cristo,
esse último período que não temos um registro nas escrituras a respeito dele é uma continuação, é uma continuação do período persa
e nós estamos falando sobre alguns aspectos que estão, são mencionados na nossa última aula sobre os samaritanos,
os livros de Éstras e Nehemias citam os samaritanos, citam os líderes deles, citam alguns conflitos, mas não descreve todos os aspectos,
então na nossa última aula falamos sobre como eles edificaram um templo no monte Jerizim que era justamente para ser um contraponto, um rival com o templo em Jerusalém,
dando sequência àquela divisão lá atrás entre o filho da linha de Davi, o filho de Salomão, Roboão e a divisão que houve entre os dois reinos com Jeroboão,
e aquela mesma divisão que desviou o povo de Israel, desviou as 10 tribos, lógico que tinha gente lá que continuava fiel a Deus,
como Deus falou com Elias, mas as 10 tribos, o governo das 10 tribos se desviou do governo de Deus, daquilo que Deus tinha ordenado,
e muitos dos descendentes da Davi também se desviaram, então nós temos toda aquela história do reino dividido,
mas aqui, pós-cativeiro, voltando do exílio, os remanescentes dentro da terra de Israel, da terra prometida por Deus,
nós vimos como eles enfrentaram vários desafios, e um deles era esse convívio com o povo samaritano e outros povos que existiam lá, os Idumeus,
outros povos que estavam dentro da terra, então hoje nós vamos falar sobre um outro aspecto desse período que começa com os nossos registros
no livro de Esdras e Nehemiah, mas que esse início de processo continuou depois nos outros, no restante do período pérsain,
na verdade no resto do período interbíblico, então vamos pedir que Deus nos ajude a entender a história, a entender o que Deus estava fazendo,
entender como isso se aplica para os nossos dias. Senhor Deus, nós temos muito interesse em saber onde nós estamos no teu plano de redenção,
nós temos muito interesse em cooperar, em apoiar, em estar junto contigo, para que todo esse plano se consuma, para que tudo termine,
não vai terminar tudo antes da tua vinda, mas aquilo que precisa acontecer para que o Senhor volte, para que o Senhor estabeleça o teu reino,
é isso que nos interessa e é por isso que estamos estudando a história e os teus caminhos, os teus propósitos, para que nós possamos te conhecer melhor
e cooperar melhor com o teu plano. Esse é o nosso desejo, pedimos a tua revelação e a tua aplicação daquilo que aconteceu e daquilo de como o Senhor é,
para que nós possamos também viver dentro dos teus propósitos nos nossos dias, em nome de Jesus, te pedimos amém.
Bom, eu vou voltar aqui para o que nós colocamos nas últimas duas aulas, que são esses cinco pontos para nós entendermos o que Deus estava fazendo,
já estudamos esse período de Zorobabel, Esdras, Enemias, o retorno para a terra, o que Deus foi fazendo, a reconstrução do templo e o processo de restauração,
mas nós precisamos firmar bem esses cinco pontos aqui, o que é que Deus estava fazendo com a nação de Israel, com o povo escolhido,
com o seu plano que Ele começou com Abraão, para desenvolver algo que tinha um propósito grandioso que não terminou ainda.
Jesus já veio a primeira vez, completou a sua obra, completou o que Ele tinha que fazer, como Ele mesmo fala ao Pai naquela oração de João 17,
que Ele completou a obra que o Senhor tinha dado a Ele para fazer, mas nós sabemos que Ele foi embora, que Ele deu uma comissão para os Seus discípulos,
Ele enviou o Espírito Santo porque algo teria que acontecer, e que vem acontecendo há dois mil anos, para que Ele pudesse voltar.
Ele falou com os discípulos, "Eu vou embora, daqui a pouco eu volto", e daqui a pouco Ele voltou no Espírito Santo, na vinda do Espírito Santo,
mas Ele ainda não voltou fisicamente em plenitude para completar a obra que Ele começou na cruz,
mas Ele também está trabalhando em nós, e por meio de nós, e por meio de toda a história, para completar, e como nós falamos, teve a plenitude dos tempos para Jesus vir a primeira vez,
já falamos isso, que se "malaquias" fosse a última palavra e não precisava acontecer mais nada, Jesus já poderia ter vindo a primeira vez logo depois daqueles dias.
Mas passaram-se 400 anos, muitas vezes chamados de 400 anos de silêncio, e tem argumentos a favor e contra chamar isso de 400 anos de silêncio,
mas é importante entender que os 400 anos foram necessários, assim como os 40 anos de Moisés no deserto, antes de libertar o povo, os 40 anos da nação de Israel vagando no deserto,
e toda a história, tantos anos da história da igreja, enfim, os anos em que aparentemente Deus não está falando, ou não está trazendo algo novo, ou não acrescentou algum livro especial nas Escrituras,
nós vamos discutir tudo isso, mas isso não significa que Deus estava inativo, claro, ele não estava dormindo, não estava viajando, não estava esperando, porque para Deus ele não se importa com tempo,
mas ele estava desenvolvendo, passo a passo, nunca devemos pensar que Deus não se importa com o tempo, porque ele se importa conosco,
e embora ele tenha todo o tempo do mundo, da eternidade, assim, Deus não é limitado pelo tempo, ele se importa conosco, e ele não faz nada demorando mais do que o necessário,
eu gosto muito da frase, já mencionei nas aulas, eu gosto muito da frase que Bob Muffer diz na Patrola de Deus, porque Deus levou 40 anos para preparar Moisés para ser o libertador do povo de Israel,
porque ele não terminou sua obra em 39, a resposta é essa, não é porque ele podia ter feito em 5 anos, em 2 anos, mas como ele não se importa com tempo, ele demorou 40 anos,
e por que 400 anos? Porque ele estava esperando a plenitude dos tempos, para Jesus vir a primeira vez, e nós estamos esperando a plenitude dos tempos para Jesus voltar,
muitas dúvidas, muitos questionamentos sobre o que é a plenitude dos tempos, a plenitude dos tempos antes da primeira vinda é diferente da plenitude dos tempos para a segunda vinda,
mas mesmo assim nós podemos aprender bastante coisa, e é isso que nós queremos fazer, então vamos focar, mais uma vez, eu fiz duas alterações aqui, mas vamos focar nesses 5 pontos aqui,
que é o que Deus estava procurando fazer com a nação de Israel, porque na nossa perspectiva, Deus se interessava em preparar uma nação para trazer Jesus,
e para conceder a nós as Escrituras, e Deus tem uma visão muito mais ampla, muito mais completa do que isso, então precisamos entender que Deus não estava brincando, Deus não estava gastando tempo que para Ele não é importante,
Deus estava trabalhando meticulosamente para chegar ao ponto necessário para Jesus vir a primeira vez, e esses pontos continuam sendo importantes para a segunda vinda,
porque como nós vimos, as profecias nessa época, antes do cativeiro, durante o cativeiro e depois, as profecias que falavam de restauração falavam mais da nossa época do que da época de Zorobabel e essas anemias,
então por isso é muito importante, e nós já vimos isso, o que Ezequiel, por exemplo, 36, 37, o que ele fala, o que Deus falou por meio dele a respeito de restauração,
ele falou que ia trazer de volta o povo, que ia estabelecer o povo na terra, que ia renovar, não dar uma aliança diferente, ele ia renovar a aliança, ele ia colocar essa aliança no coração,
ele ia fazer com que essa aliança fosse mais viva, mais real do que foi com Moisés e com as tabos da lei, então aliança, ele ia restaurar, cumprir suas promessas,
de dar um descendente de Davi para reinar, então ele ia restaurar o reino, e a gente tem sempre falado sobre cada um desses pontos, eu não posso parar aqui, e o final de tudo, como é em Apocalipse 21 e 22,
o final de tudo é a habitação de Deus conosco, com o homem, então esse é o plano de redenção, esses são os requisitos, agora nós estamos estudando o período,
esse período entre Malaquias e Mateus, para entender o que Deus estava fazendo para trazer a plenitude dos tempos para Jesus vir a primeira vez, e nós vimos até nas profecias de Daniel,
nós estamos estudando, estamos vendo, analisando, como aquelas profecias, como Ezequiel 36 e 37 e outros profetas, Jeremias 31 e Ozeias e Zacarias e Ageu e tantos lugares que falam Isaías,
todos os profetas falavam de uma época, de uma restauração, de que apesar da infidelidade, da apostasia, da quebra de aliança, Deus traria de volta,
Deus não abandonou sua aliança, Ele ia fazer cumprir, só que isso não iria acontecer nesse período antes da primeira vinda, mas o que iria acontecer?
Então, só rapidamente olhando esses cinco pontos aqui, com o povo que voltou da Babilônia, eles eram o povo de Deus, mas não eram todo o povo,
lembra que as profecias, várias profecias falam assim, eu vou catar, eu vou buscar até o último, eu vou como caçador, como pescador, eu vou atrás de cada um do meu povo que está espalhado pelo mundo inteiro e vou trazer de volta,
então Deus quer seu povo, mas quando o pequeno remanescente voltou da Babilônia, eles eram poucos, não voltaram todos e começaram a conviver com os samaritanos e do meus e outros povos ali,
então ali na Terra eles conviveram e não tiveram, olha a semelhança com os dias de hoje, nós vivemos também uma restauração da nação de Israel, na sua terra, mas não são todos os judeus, não são todos os descendentes,
tem muita gente do povo descendente de Abrão, pelo mundo inteiro, no Brasil, no mundo inteiro tem, então só uma parte, hoje é uma parte bem mais expressiva do que no tempo de Zorubabel,
mas tem uma parte do povo lá e eles também estão convivendo com povos como no tempo do cativeiro, na ausência do povo que foi levado embora para o cativeiro, entraram outros povos e se estabeleceram na Terra
e em contraste com o tempo, nem no tempo de Josué foram eliminados todos os cananeus, levou muito tempo e na verdade nunca foram totalmente eliminados,
mas no tempo de Zorubabel, Deus não deu a Zorubabel, a Esas, a Nehemiah, a nenhum dos líderes do povo naquela época, Ele não deu nenhum mandato, assim, volte para a Terra e expulse todos os povos que existem lá na Terra agora,
que entraram depois que vocês saíram e nós estamos com esse dilema até hoje, um povo na Terra mais misturado, no tempo de Zorubabel, no tempo de Esas e Nehemiah, eles estavam na Terra, mas era uma Terra sob domínio dos impérios,
primeiro do Império Persa, depois dos gregos e depois das subdivisões da Síria, do Egito, depois de Roma, então eles estavam na Terra mas eles não tinham autonomia,
por que que Deus queria dar uma Terra, por que que Deus fez questão de ter uma Terra, porque o único jeito de Deus formar um reino que evidencie sua natureza é um povo, é coletivo, não é individual,
não é sua salvação individual que torna você uma expressão do reino de Deus, é preciso viver coletivamente como povo, em Deus foi mostrando isso Abraão, Isaac, Jacó, mas enquanto eram patriarcas, sozinhos, peregrinos, não era o cumprimento ainda,
então precisava ter a Terra mas precisava ter um povo, o povo é formado por famílias, famílias formam o povo, então a expressão coletiva, corporativa, Deus é família, Deus é plural, Deus é relacionamento,
ele não se revela, não se expressa através de uma pessoa sozinha, mas o individual é fundamental para o nosso relacionamento, para ter um povo, não pode ser só um povo massificado que todo mundo se diz filho de Abraão,
ou se diz membro de igreja, então o povo é formado por indivíduos, os indivíduos formam famílias e famílias formam um povo coletivo, e para quem pensa "não, mas eu estou sozinho, eu não faço parte de uma família natural",
a família espiritual completa, não substitui, sempre tem que ter a família, mas Deus tem um lugar para cada pessoa, para quem ficou sozinho, para quem nunca casou, para quem não faz parte de uma família natural,
existe a família espiritual, o coletivo sempre é a base da expressão de Deus e onde Deus vai morar, Deus não vem habitar com um Abraão, com um Moisés, com um Samuel, nem com um Jesus,
Deus vem habitar com o corpo, com o coletivo, é a única maneira de Deus completar seu plano, ele não vai habitar de outra forma, e na verdade ele não quer só Israel, não quer só aqueles que se consideram a igreja,
ele quer todos, ele quer chamar todos para redimir, todos que aceitarem, ele quer trazer para o seu reino, então a terra é necessária e não só estar na terra, mas ter domínio, ser um povo não debaixo do Egito, não debaixo da Babilônia,
não debaixo da Pérsia, da Grécia, de Roma, então Deus quer uma terra, ele quer um povo na terra, aí vem o ponto da aliança, que é necessário ter aliança com Deus,
porque senão o povo não fica na terra, não tem como ter povo na terra formando lugar para Deus morar sem ter aliança, e com esses três elementos nós temos a possibilidade de ter um reino,
e esse reino é evidenciado, foi simbolizado, foi sinalizado por Davi e depois assim em plenitude por Jesus, e com o reino existindo nós podemos ter, nós temos um ambiente para ter habitação de Deus,
então vamos pensar sobre todos esses aspectos aqui em relação a esse grupo, nós estamos estudando o povo de Israel nesse tempo depois do cativeiro e entre Malaquias e Mateus,
o que que estava acontecendo com eles, então era um povo, não era todo o povo de Israel, eles estavam convivendo com pessoas de outras raças, então era um povo misturado,
não estava ainda de um jeito que Deus poderia formar seu reino, até estava sob domínio de reinos humanos, aliança, nós vamos falar especificamente sobre a palavra escrita hoje,
a importância, o que que estava acontecendo, nós já vimos o que que estava acontecendo com o povo, eles estavam sendo ameaçados, eles estavam passando por um perigo,
nós nem temos todos os detalhes, mas os reis, os soberanos do império persa, eles as vezes eles ficavam apoiando Zorubabéu, Ciro deu aquele decreto,
Esdras veio com apoio de Artaxerxes, Nehemias também, então eles tinham apoio, mas os imperadores, eles queriam governar, queriam que os povos ficassem sujeitos,
e os samaritanos, eles eram mais fortes, mais numerosos, mais políticos, mas tinha as vezes mais interesse do governo persa de apoiar os samaritanos,
mas Deus foi guardando e não permitiu que os samaritanos tomassem conta e desviassem, mas eles estavam passando por uma ameaça,
e eu mesmo já li quando Zorubabéu não quis ajuda de Tobias Sambalatti, quando Nehemias não queria, vocês não têm parte conosco,
parece até uma atitude sectária, uma atitude de exclusão, eles não queriam, sendo que esses líderes vieram e falaram assim,
nós servimos o mesmo Deus, vamos ser unidos, vamos fazer juntos o mesmo templo, e eles percebiam que a intenção dos samaritanos não era cooperar,
não era estar debaixo do mesmo governo, como nós vimos, eles eram continuadores, eles eram da sequência das dez tribos, tinham misturado com outros povos,
mas eles tinham essa ideia de que não seria Jerusalém, não seria o templo ali e não teria um descendente de Davi, então eles estavam enfrentando todas essas questões.
Agora, a importância, a aliança, então é isso que nós queremos falar um pouquinho hoje, é sobre essa importância, porque nesse período que nós estamos estudando,
houve alterações muito importantes sobre o papel, sobre a organização da palavra escrita, e isso muitas vezes as pessoas não têm percepção disso,
quando nós lemos a nossa bíblia, ok, Moisés organizou os primeiros cinco livros, então ele recebeu as informações, as tradições,
e ele compilou, e o resto de Êxodo para frente já é a história dele com o povo, então os primeiros cinco livros foram escritos por Esdras,
aí vem Josué, Juízes, Tempo dos Reis, toda a história, e a gente fica pensando que assim que acabou o Tempo de Josué, o povo já tinha em mãos o Livro de Josué.
Esses livros foram escritos, a gente nem sabe exatamente quando, como foram compilados, mas não havia, o ponto central para a gente entender é que essa aliança
que eles precisavam ter, é fundamental para ter com Deus, essa aliança, qual era a relação da aliança com a palavra escrita?
Eu já vou voltar nesse ponto, mas só para terminar então, o reino era para ser estabelecido por um descendente Davi, mas Zorobabel é o único,
é o último descendente Davi que temos assim mais notícias, então essa linhagem do reino que era uma das grandes, dos grandes pontos de divergência com os samaritanos
e até mesmo com os impérios, qual império dos persas, dos gregos, dos romanos, lembra que quando colocaram Jesus diante de Pilatos,
a acusação era que ele queria ser o rei, e como é que Jesus poderia ser o rei se tinha um imperador rumano, então essa questão de ter um reino,
de ter uma linhagem, de ter um reino independente, era totalmente contra os impérios e também contra, tinha essa grande briga com essa outra parte
da descendência do povo de Israel que era dos samaritanos, e a habitação de Deus era simbolizada pelo templo, ok?
Então nós vamos agora falar especificamente sobre esse papel, nós já vimos isso no livro de Esdras e no livro de Nehemiah, nós vemos o papel de Esdras.
Esdras foi um sacerdote, ele veio bem depois, acho que 80, 90 anos depois de Zorobabel, ele era um sacerdote, nós não sabemos a idade dele,
mas ele nasceu com certeza no cativeiro, até a época que ele veio, ele era um estudioso dedicado à lei, ao estudo da palavra escrita lá na Babilônia,
e ele veio e ele trouxe uma ênfase muito grande, isso aparece mais no livro de Nehemiah quando eles fazem toda uma festa dos tabernáculos com leitura da lei,
fazendo da leitura da lei uma grande cerimônia. Então, o que estava acontecendo com o culto, com o povo judeu?
Nós estamos procurando entender algumas alterações importantes que vão nos ajudar a entender o templo de Jesus.
Quando Jesus veio, tinha um templo, já tinha o templo, era o templo de Zorobabel, mas tinha sido todo reformado, mas era o segundo templo.
Então, já tinha o templo lá, mas tinha algo no templo de Jesus que na verdade nós não sabemos exatamente quando começou, mas tinha as sinagogas que fazem parte,
até hoje não tem mais templo, então só tem as sinagogas, mas no templo de Jesus tinha o templo e tinha as sinagogas.
A gente imagina que de alguma maneira a tradição das sinagogas deve ter começado até no cativeiro, mas nós não temos nenhuma prova disso.
Não tem escritos, não tem achados arqueológicos e nem no tempo de essas nehemias, na verdade as primeiras evidências concretas de sinagogas
deve ser mais ou menos de 100, 150 anos antes de Cristo, tempo dos macabeus, mas bem provável que já existiam antes, nós só não temos prova disso.
Mas o que é a sinagoga? A sinagoga é o lugar onde as pessoas se reuniam no sábado, se reúnem até hoje, nas sinagogas para ouvir a leitura da lei,
tem outras coisas que fazem parte da liturgia, dos rituais de uma sinagoga.
Mas o importante é entender que até o cativeiro a ordem de Deus em Deuteronômio era que antes de entrar na terra prometida,
Deuteronômio 12, Deus deu a Moisés a ordem que não era para eles na terra ter muitos lugares de culto, era para ter um lugar só,
um lugar que depois os samaritanos disseram "é no monte Gerizim", mas Deus tinha, as outras escrituras mostram que Deus tinha escolhido Jerusalém por meio de Davi.
Davi conquistou Jerusalém, Davi queria fazer uma casa para Deus, então a habitação de Deus, o lugar para habitação de Deus,
o quarto ponto aqui que é o reino, que é da linhagem de Davi, é intimamente ligado com o quinto ponto que é a habitação de Deus, que é o templo.
Lembra que na nova Jerusalém não tem templo, mas tem habitação de Deus em pessoa, é o templo, o templo é a presença dele, ele que habita lá,
mas o templo representava, era um sinal, era uma expectativa, representava essa consumação do plano de Deus, mas o templo, o tabernáculo foi desde o templo de Moisés,
mas o templo que representa essa habitação de Deus mais permanente, lembra que Davi falou assim "eu moro numa casa, uma casa estruturada, uma casa de madeira,
uma casa, não uma tenda" e ele falou assim "eu quero uma casa para Deus, eu não quero uma tenda".
Então é toda a ideia de uma casa permanente, de uma morada permanente de Deus, não uma coisa passageira, não uma coisa provisória, não uma coisa parcial,
mas a habitação mesmo, não uma visita de Deus, não a presença, não o avivamento, mas Deus vir e morar conosco, é o templo, mas o templo não existiria sem Davi e nem Davi pode fazer,
Deus falou assim "é o seu filho que vai fazer", que era literalmente ali naquele momento Salomão, mas que representava o grande filho de Davi que é Jesus.
Então eu queria mostrar assim que o reino, quem vai sentar no trono, quem vai governar o povo de Deus é a chave para ter uma habitação de Deus.
Então não tem habitação sem ter o reino e aí quando você entende o conflito, a briga entre samaritanos e os judeus que voltaram do cativeiro,
eles estavam dizendo "não, o lugar que Deus falou em Deuteronômio 12, o lugar central é o nosso lugar".
Lembra que a mulher samaritana perguntou isso para Jesus. "Onde que é?" Vocês falam que é Jerusalém, a gente fala que é aqui, onde que é?
Então essa briga entre quem tem o lugar certo, até hoje as igrejas estão todos brigando quem é a igreja certa, quem tem o lugar da habitação de Deus.
Então a habitação de Deus não vem sem o reino de Deus, sem ter alguém no trono.
Então isso é importante entender essa ligação entre o reino e a habitação de Deus.
Então quando Estras veio para restaurar a importância da lei, a importância da palavra escrita, então esse aqui é um assunto muito amplo e durante os próximos estudos sobre esse período
nós vamos continuar falando sobre isso porque isso vai permeando, isso vai nos levar até o tempo de Jesus, quando tinha fariseus, tinha escribas,
então a importância da palavra escrita e os perigos da palavra escrita, que a gente pode fazer mais a palavra, a Bíblia, não tem perigo na Bíblia, a Bíblia tem que existir e ponto final,
mas nós queremos mostrar que a formação, a organização, a canonização das escrituras foi um passo muito importante e aconteceu nessa época, iniciado por Estras mas quase certeza que não foi completado por ele.
Então esse momento, primeiro precisamos entender, tinha a Torá, tinha os livros de Josué, Juízes, Salmos, Isaías, etc, tinha os livros, alguns deles,
mas primeiro, o que não tinha no tempo de Estras, já até indo para 100 anos depois do fim do cativeiro, o que não tinha? Nem a Torá, nem os primeiros cinco livros da Bíblia não tinham sido estruturados,
não tinham sido, esse aqui até hoje, fica assim, qual que é o manuscrito certo, qual que é o original, quem tem os manuscritos mais antigos, então tinha essa briga, já falei na última aula que os samaritanos tinham uma outra versão da Torá,
que apoiava a posição deles que o lugar certo era no Monte Gerizim, então tinha essa briga sobre quais eram as escrituras, o que nós podemos considerar como as escrituras, a Bíblia daquela época,
as escrituras sagradas, nós podemos chamar do primeiro testamento, podemos chamar das escrituras hebraicas, eu tenho optado por não ficar falando do velho ou antigo testamento, para não dar ideia de que é uma coisa ultrapassada,
mas são escrituras, são a nossa base das escrituras, então o que é que as escrituras representam? Primeiro, não tinha ainda nem da Torá, não tinha uma versão estabelecida, que essa aqui é a versão oficial,
e nem tinha, tinham os documentos, tinham os outros livros, os Salmos de Davi, mas eles não tinham sido estruturados, organizados, e não tinham um consenso sobre quais, tem vários livros importantes, tem vários escritos importantes, mas quais que fazem parte,
o que que nós consideramos? Isso é um processo importante, depois foi acontecer tudo de novo, alguns séculos depois de Jesus, para a formação definitiva do canon da nossa Bíblia de hoje, com o novo e velho testamentos.
Ok, então no tempo de Esdras ainda não tinha um consenso, ainda não tinha uma estrutura das escrituras, e os samaritanos, eles tinham a versão deles da Torá, e eles não aceitavam nada além disso, não tinha mais nada, por que?
É interessante que as pessoas acreditam, acredita, a mulher samaritana que conversou com Jesus, ela acreditava, ela viu que Jesus tinha autoridade, ele sabia o que estava acontecendo na vida dela,
então ela começou a crer que ele poderia ser o Messias, poderia ter a revelação de Deus, e ela começou a fazer as perguntas teológicas da época, onde que é o lugar sagrado, como é que é o culto verdadeiro, quem que é o Messias?
Então eles tinham essas brigas, e as pessoas têm até hoje as convicções, como nós temos convicções, como nós achamos que nós temos a versão correta da verdade, e muitas vezes essas convicções elas são influenciadas pelo que nós queremos que seja a verdade.
Então, sem dúvida nenhuma, muitos samaritanos, não todos, mas tinha muitos samaritanos, com certeza sinceros, convictos, querendo, tem samaritanos, tem descendentes dos samaritanos, que continuam as tradições dos samaritanos até hoje,
e eles acreditam, acreditam que eles têm a versão correta, acreditam que Abraão ofereceu Isaac no Monte Gerizim, não no Monte Moriá, acreditam até que Deus pegou o pó da terra do Monte Gerizim para criar o homem.
Enfim, as pessoas acreditam numa versão, e infelizmente, como, segundo o Testamune Sciences 2, fala sobre o erro, nós acreditamos naquilo que nós queremos acreditar.
E do lado dos judeus, pode muitas vezes ter influenciado outras coisas, nós vamos ver sobre várias coisas que até fazem a gente questionar, a gente sabe da soberania de Deus, que Deus está acima dos erros,
quando a gente estuda a história da igreja, a história dessa época, e vê os conflitos, a carnalidade, a ambição, a política das pessoas, na igreja a gente fala assim, como que nós estamos hoje com uma Bíblia?
As pessoas que não acreditam até colocam assim, tem erros, tem decisões erradas, enfim, é um assunto muito delicado, muito difícil da gente mostrar, mas queremos entender como Deus foi conduzindo a história.
Então, Esdras era um estudioso, o que nós temos de mais certeza, de mais probabilidade, nada disso tem assim, provas históricas, mas o que provavelmente aconteceu, porque nós temos o registro,
principalmente em Nehemiah, como Esdras organizou o povo para fazer leitura, e tinha levitos para traduzir, lembra que a língua aramaica estava sendo cada vez mais falada, as pessoas estavam perdendo contato com o hebraico,
então precisava ter intérpretes na sinagoga, que como eu falei, a gente não sabe exatamente quando começou, mas provavelmente desde o tempo do cativeiro, provavelmente já tinha algo semelhante a uma sinagoga,
não estava tão estruturado, não estava tão organizado, mas deve ter acontecido alguma coisa semelhante a uma sinagoga, porque tinha essa necessidade de ter uma base firme para combater os samaritanos,
para combater erros, e o que nós temos nas escrituras, Esdras ele fazia leitura, ele ensinava para que as pessoas entendessem que estavam vivendo de uma maneira errada, que eles estavam quebrando a lei,
então vamos pensar o seguinte, como eu falei, esse assunto tem muitas implicações, é muito complexo, porque envolve a nossa Bíblia, e até que ponto, o que nós queremos dizer quando a Bíblia é inspirada por Deus,
o que nós queremos dizer quando não tem erros, não tem nenhum erro na Bíblia, e as escolhas, como que nós encaramos as escrituras, o papel das escrituras, e eu coloquei aqui até como título do nosso estudo hoje,
um novo papel da palavra escrita, a partir de Esdras, e esse é um ponto sim que nós precisamos entender, que vai levar até o tempo de Jesus, é uma grande mudança,
porque até o cativeiro, o centro do culto, o centro da adoração deles, e para que não houvesse exatamente samaritanos e judeus, Jerusalém, Monte Jerezim, e outras divisões,
nesse templo, para vocês terem uma ideia, tinha um terceiro templo, tinha templo em Jerusalém, do judeus, estou falando de judeus, templo em Jerusalém, templo no Monte Jerezim dos samaritanos,
e tinha uma colônia de judeus lá no Egito, uma espécie de ilha, elefantina, que também eles construíram um templo, então era por isso que Deus falou, não é para ter um monte de cidades, um monte de lugares,
é um lugar só para quem entendesse que Deus vai habitar num lugar só, ele está em todos os lugares, mas ele vem para habitar num lugar, é tão importante entender isso,
mas com a destruição do templo, do primeiro templo, o cativeiro, eles começaram a substituir, eles tinham que fazer alguma coisa, não tinha onde levar sacrifício de animais, não tinha onde ter as festas,
eles começaram a ter um culto na sinagoga, e mais uma vez repetindo que não era chamado, provavelmente, sinagoga, aliás, sinagoga, a palavra sinagoga é uma palavra grega,
então tem origem de uma palavra grega, então com certeza não tinha esse nome, mas alguma coisa eles estavam fazendo, e Esdras instituiu algo que na verdade já existia nas ordens de Deus,
nos livros de Moisés, já tinha a ordem para ler, então antes de falar sobre essa novidade do papel da palavra escrita a partir de Esdras, vamos lembrar que a palavra escrita sempre foi importante,
numa época em que, na época de Moisés, tinha poucas pessoas que sabiam ler, não tinha esse costume, não era todo mundo que sabia escrever, não era todo mundo que sabia ler,
não era uma coisa comum, tinha outras escritas, já tinha desenvolvido a escrita em outras culturas, mas Deus sempre, sempre, você pode ir lá atrás e Deus mandava escrever,
aliás, Deus escreveu os dez mandamentos com o dedo dele na pedra, porque ele queria registrar, é como registrar essas coisas quando, por exemplo,
Paulo fala em 1 Coríntios 13 que ele fala assim, tudo vai passar, só o amor vai continuar, conhecimento disso, milagres, a necessidade de ter fé, tudo vai passar,
quando vier o que é perfeito, não precisa, não vai precisar mais de uma bíblia, você acha que vai ficar carregando uma bíblia na eternidade?
Não, a promessa da nova aliança, que é assim como Deus escreveu nas tábuas de pedra, ele vai escrever no nosso coração,
então, no perfeito, não precisa de aliança, mas nós, na nossa situação atual, até ter a redenção perfeita, o casamento, nós registramos os nossos votos, a nossa aliança de casamento, nós registramos no cartório,
para ficar registrado, então, Deus sempre mandava registrar, escreva, escreva, Deus mandava escrever em Êxodo 24, ele manda escrever, ele sempre mandava,
aí a gente tem em Deuteronômio 6 que ele fala, escreva, se possível, escreva na sua fronte, leve para todo lugar, então, Deus queria a escrita,
então, porque eu vou mostrar que tem alguns perigos, e esse papel que começou a desenvolver,
Esdras, por tudo que nós podemos perceber, ele fez algo de Deus, de restaurar, de colocar a Torá, de estruturar a Torá, de deixar uma copia, uma versão, uma copia oficial,
parece que ele fez isso, nós não temos nada assim que prova isso, mas ao longo desse tempo interbíblico, o cânon, o conjunto das escrituras do primeiro testamento foi sendo formalizado,
e em parte, porque como o Esdras ele viu que o povo estava se afastando, então ele queria que eles entendessem, ele queria que eles se lembrassem, era coisa que Deus queria,
então, qual a importância, já antes desse aqui que eu coloquei aqui, não é algo novo com Esdras, isso já existia, mas qual a importância da palavra escrita, é um registro,
é um registro da aliança com Deus, Deus queria que ficasse escrito, Deus queria que tivesse algo que as pessoas não duvidassem depois, outras gerações,
que eles não ficassem, mas é verdade isso, vai passando de boca em boca, de geração em geração, será que não deturpo ou não, tem escrito,
então a importância da aliança com Deus, a importância da história da redenção, estou só resumindo aqui, mas tem as poesias, as orações, as lamentações, as queixas, as profecias,
então tem tantos escritos que registram a história e registram como Deus caminhou com pessoas em outras épocas, então claro que nós não precisamos ficar repetindo muito sobre a importância da palavra escrita,
mas como a palavra escrita representou, eu vou já antecipando um pouquinho, mas só para entender a importância, nós estamos vendo como as coisas foram evoluindo
e formando um ambiente para a plenitude dos tempos quando Jesus veio, e se você pensa que é natural que a gente pense, o que é plenitude dos tempos para Jesus vir a primeira vez?
Tudo perfeito, tudo em ordem, um povo com o coração aberto, o povo na terra só esperando Jesus chegar e ser aclamado e assumir o seu lugar como o Messias, como o enviado de Deus,
como príncipe, como filho de Davi, como filho de Deus, não, as coisas não estavam todas perfeitas, mas tinha algo que era necessário, eu ainda estou tentando entender o que é,
mas uma das coisas que aconteceu ao longo desse tempo, especificamente nesses 400, 500 anos antes de Jesus, uma das coisas que aconteceu foi exatamente um novo papel, uma nova importância da palavra escrita,
porque antes do cativeiro, tinha na época de Josafá, por exemplo, nós temos a história de como ele mandava Levitas ficar ensinando a lei, isso era a vontade de Deus, como estou falando isso não foi uma novidade,
mas existe uma mudança, uma mudança clara, uma mudança de paradigma, uma mudança de ênfase, algo aconteceu nesses anos, nesses séculos antes da vinda de Jesus, da primeira vinda, que mudou o ambiente,
antes não tinha essa classe de fariseus, não tinha essa classe de escribas, não tinha essa importância, não tinha sinagogas, tinha o templo, era pra ler a lei, era pra lembrar,
era pra falar em casa, ao deitar-se, ao levantar-se, pelo caminho, nas refeições, mas não tinha, não tinha um conjunto, esse aqui é a nossa bíblia, esse aqui é a nossa, não, não tinha, eles tinham, sabiam que eram os livros de Moisés,
sabiam que tinha os salmos de Davi, sabiam que tinham os profetas, mas não estava organizado, não estava canonizado, então diante das dificuldades que nós temos no livro de Esra,
as pessoas se misturando, casando com pessoas que não temiam a Deus e tendo famílias que não temiam a Deus, que não iam ser fiéis, alianças, então Esra chegou e com arrependimento e mostrando a seriedade,
e o que ele podia fazer? Ele podia mostrar a palavra escrita, ele podia mostrar a importância do que Deus tinha feito, então a palavra escrita, o registro da aliança com Deus, da história da redenção,
conhecimento de Deus, nós vamos mostrar que a palavra escrita sozinha não é suficiente para conhecer Deus, mas é um instrumento tremendo, através das Escrituras, através da palavra escrita,
nós temos conhecimento, nós temos os primeiros passos, nós temos abertura, nós temos uma porta para entrar, e tem as normas para adoração, para expiação, para vida prática e o combate à heresia,
nós temos todos esses elementos que são importantes, já eram importantes, mas que a partir de Esras nós temos algo que começou a trazer uma nova ênfase,
então o que aconteceu de maneira prática? Isso, como falei, nós não temos datas, nós não temos pessoas específicas, mas o que aconteceu a partir de Esras e que continuou talvez durante 100, 200 anos ou mais,
continuou um processo de solidificação, quais são as nossas Escrituras, e uma das razões para isso, uma das razões para isso era justamente esse caminho considerado com o desvio dos samaritanos,
como eles não aceitavam a descendente de Davi, como eles não aceitavam Jerusalém, como eles achavam que eles que tinham razão,
então também não sabemos exatamente como esse processo aconteceu, como foi desenvolvendo, mas claramente o grupo, e nós vamos continuar estudando, porque mesmo no tempo dos macabeus, tinha gente que não esperava um reino com descendente Davi, mesmo entre os judeus ali, não-samaritanos,
então essa questão de o que que Deus vai fazer naqueles cinco pontos que eu tenho mostrado, tem que ter o povo, tem que ter até, tem que ter aliança, mas tem que ter o reino, tem que ter o reino sem o reino, sem o descendente Davi, não tem templo, eles construíram o templo,
mas vocês sabem que o templo de Zorobabel, o templo que tinha no templo de Jesus, não tinha mais arca, e o que que estava na arca original, no tabernáculo e no primeiro templo?
Tinha a lei, a aliança, a palavra escrita, mas olha como é importante entender, nesse padrão, nesse modelo que Deus deu originalmente, Ele deu um papel central para a palavra escrita,
Ele colocou no lugar mais sagrado, Ele colocou dentro do santo dos santos, porque o que que é a arca? A arca sem o conteúdo não é nada, e o templo sem a arca não é nada,
então o papel central tem um papel central para a palavra escrita, a nossa aliança até que venha o reino de Deus permanente,
quando a nova Jerusalém descer e Deus vier para habitar conosco para sempre, nem templo não vai precisar mais, não vai ter arca, não vai ter tabos da lei,
não vai ter mais porque vem o que é perfeito, mas até que vem o que é perfeito, nós precisamos, nós precisamos do cartório, nós precisamos ter o registro da nossa aliança,
nós precisamos da palavra escrita, mas olha como no plano original de Deus, era algo assim que deveria funcionar a arca com as taboas da lei,
dentro do santo dos santos, e que lugar é esse o santo dos santos? O lugar onde Deus viria para falar com o homem, então o grande objetivo,
sim, vamos ter a lei, vamos ter a palavra escrita, vamos memorizar, vamos ensinar para nossos filhos, mas se não tiver a arca, se não tiver Deus vindo falar conosco,
nós descobrimos isso na nova aliança, segundo os Coríntios 3, a letra mata, você pode ter a palavra escrita, Jesus falou, vocês têm a palavra escrita,
vocês são doutores da lei e vocês não enxergaram dentro da palavra escrita quem sou eu, quem é Deus, então nós temos um grande problema,
ao mesmo tempo que, olha que processo interessante, estou resumindo aqui essa parte da palavra, mas nós vamos continuar falando,
tem várias etapas para isso, então não é só hoje que vou falar sobre isso, mas que coisa importante nesse período interbíblico foi nesse período que formou-se,
que estabeleceu-se, que reconheceu-se o cânon do primeiro testamento, até então era meio misturado, meio solto, podia surgir pessoas como os samaritanos,
dizer não, essa palavra, essa ideia de Davi é uma ideia humana, não com o cânon, com as escrituras, com o segundo Samuel 7, que os samaritanos não aceitavam, segundo o Samuel 7,
que Deus fala Davi eu tenho uma aliança para sempre, inquebrável com você, então a gente fica imaginando, será que os judeus, o grupo, eu já vou falar um pouco sobre uma ideia,
que também a gente não tem provas disso, mas tem uma ideia de quem formou esse cânon, quem estabeleceu, qual era a autoridade, a gente imagina que Esdas fez algumas coisas,
mas nós não sabemos exatamente o que Esdas fez, e de acordo com vários estudos que eu não posso avaliar assim, até que pontos são verdadeiros,
mas de acordo com vários estudos provavelmente Esdas não fez a compilação de todo o cânon, até que ponto que ele fez, ele deu um exemplo, ele começou,
e aí se você tem, eu não pus aqui na folha, mas se você tem o esboço que vai junto com esse estudo, eu queria que vocês olhassem porque é mais fácil assim,
só falando, vocês não vão gravar, mas é no final do nosso esboço dessa aula, na letra D, que fala sobre o papel de Esdas, no número 5,
eu quero falar sobre uma tradição, uma tradição interessante, mas não tem prova nenhuma, nem arqueológica, nem de documentos, não tem prova nenhuma, mas existe uma tradição judaica,
e de documentos antigos, judaicos, mas não dessa época, essa tradição pode ter surgido, provavelmente depois de Jesus,
mas como nas tradições, ela pode ter validade, pode ser que passaram essa ideia de geração em geração, mas nós não temos como comprovar, não está na Bíblia, nenhum livro da Bíblia,
e nem tem um documento ou um achado arqueológico que prove isso, mas é uma tradição interessante, e pode ter tido alguma base, sabe, quando vai passando a tradição,
pode ter sido aumentada, pode ser, enfim, a gente não sabe, mas existe uma tradição que Esdas organizou um grupo chamado "Os Homens da Grande Assembleia",
e no seu esboço tem o nome em hebraico, o que era esse "Homens da Grande Assembleia", mas o curioso é que essa tradição, que é claro que é muito mais antiga do que Israel moderno,
essa grande assembleia usa o nome Knesset, que é o nome do parlamento hebraico de Israel até hoje, e aliás eles escolheram esse nome por causa dessa tradição,
então essa tradição diz que Esdas organizou uma assembleia, uma grande assembleia com 120 pessoas, olha só, o Knesset de Israel tem 120 membros, 120 parlamentares,
mas então esse nome, esse número de ter sido Esdas, nada disso tem prova, mas esse grupo é igual a sinagoga, nós não sabemos quando começou a sinagoga,
nós não temos provas de quem tenha existido exatamente ou no cativeiro em Babilônia ou mesmo nos primeiros séculos depois, mas em algum momento antes de Jesus surgiu a sinagoga, provavelmente,
o nome pelo menos surgiu no tempo grego, e no tempo dos macabeus já tinha, ok? Então a sinagoga era um lugar onde se lia a lei, e isso é importante,
eles não estavam quebrando a ordem de Deus de ter um templo em cada lugar, eles estavam estabelecendo um lugar onde na ausência do templo, até hoje né, não tem mais templo,
que eles pudessem ter um lugar para adorar, mas olha como nós humanos, como nós temos uma tendência de institucionalizar, o surgimento da sinagoga foi ruim? Não!
Mas as sinagogas, a estruturação do canon e outras coisas que, ou essa assembleia, de alguma maneira essa assembleia como a sinagoga, nós não sabemos quando surgiu, quem organizou,
mas essa assembleia é a origem do sinédrio que tinha no tempo de Jesus, então as sinagogas existiam no tempo de Jesus e o sinédrio existia no tempo de Jesus e tinha começado pelo menos uns dois séculos antes,
então exatamente se Estras começou um protótipo dessa assembleia, o que que ele fez nós não sabemos, mas o que nós sabemos, e esse ponto a gente precisa ir desenvolvendo mais,
é a seguinte, agora prestem bem atenção porque é importante entender isso, e eu tenho que, assim, primeiro que eu não sei, mas é muito difícil a gente falar sobre erros envolvendo a centralidade das Escrituras,
mas Jesus fala sobre isso, Paulo fala sobre isso, é muito importante a gente entender que a palavra escrita é essencial, que Deus sempre quis e foi uma dádiva pra nós,
os judeus nessa época, se foi essa grande assembleia, quem foi que escolheu os livros, foi inspirado por Deus, foi permitido por Deus, mas cada coisa que nós fazemos, cada coisa que Deus ordena fazer, a gente acaba transformando num ritual vazio,
o Deus que mandou fazer sacrifícios, o Deus que estabeleceu os sacerdotes, ele fala com os profetas que ele tinha nojo dos sacrifícios, que tinha nojo do culto no tempo que ele tinha mandado fazer,
então veja como nós podemos deturpar, como nós podemos substituir o conhecimento de Deus, o verdadeiro papel das Escrituras, nós podemos colocar isso no centro, nós podemos combater os samaritanos e ter a verdade,
e ainda está fazendo algo que quando Jesus veio, ele expôs tudo, ele não tirou a lei, ele não falou que não era mais pra ir no templo, os discípulos dele continuaram indo na sinagoga, Jesus ia na sinagoga, ele achava importante ir na sinagoga,
mas ele falava, vocês estão lendo a lei, vocês não sabem do que a lei ou do que a palavra escrita está falando, então, voltando aqui, essa grande assembleia, uma parte disso pode ser não ser verdadeiro, ser apenas uma tradição,
mas alguma coisa começou a existir que depois virou o sinédrio, e o que essa grande assembleia, essa grande assembleia fez, ou se não existia, bem organizado, desde quando não sabemos, mas esse grupo coletivo foi quem de alguma maneira estabeleceu o conjunto de textos
que compõem o primeiro testamento das escrituras hebraicas, e isso foi um grande presente, e isso não significa que, como a gente vê na história da igreja depois, os concílios que estabeleceram doutenas corretas na igreja,
muitos desses concílios foram cheios de política, de briga, de atitudes erradas, e Deus consegue, e ainda, claro, ele é soberano sobre todas as coisas, e ele ordena, mas, sabe, você começa a perceber que não foi tudo bonitinho,
como um grupo de homens diante de Deus, e Deus revela, e vamos fazer o que o senhor manda, e aí entra algo muito significativo, que, durante esse tempo, veio cada vez mais, foi cristalizando,
foi se tornando uma tradição muito forte de que realmente a profecia, a revelação de Deus tinha acabado com malaquias, que é um conceito que nós temos até hoje, por isso que nós falamos que houve 400 anos de silêncio,
porque Deus não falou mais nada depois de malaquias, ou, no mínimo, Deus não acrescentou nenhuma escritura, e eu não estou questionando isso porque eu entendo que Deus é soberano sobre todas as coisas,
mas eu queria mostrar que, ao mesmo tempo, que essa formalização, que nós chamamos de canonização, quais são os livros inspirados por Deus, o que que nós aceitamos como tendo sido inspirado por Deus,
isso foi algo muito importante e muito correto, mas, junto com isso, veio a ideia que, depois de Jesus, os judeus que não aceitaram, que não creram em Jesus, eles se apegaram muito nisso,
não tem profeta depois de malaquias, e até hoje é o que os judeus pensam, que Deus não fala mais, que Deus parou, e olha como todo esse paradigma que mudou,
olha como isso influencia nós até hoje, os cristãos, a igreja, nós aceitamos o novo testamento como canon, isso foi estabelecido alguns séculos depois de Jesus, mas foi estabelecido,
mas junto com a ideia correta de que você não deve acrescentar, Deus não vai revelar um novo livro na Bíblia, Deus não vai revelar algo que vai mudar, o que vai acrescentar,
como o livro de Apocalipse fala que não é para tirar nem para acrescentar, mas junto com isso, como até hoje, tem a ideia de que Deus não fala mais,
e aquilo que tinha sido a essência de Deus caminhar com o homem, depois de Moisés, depois de Davi, Deus levantou homens, Ele levantou Elias e Eliseu que não escreveram nada,
Ele levantou os profetas que escreviam, alguns sim, alguns não, mas tinha gente que recebia palavras de Deus,
e quando eles recebiam eles não estavam pensando que eles estavam acrescentando algo, as profecias, os livros proféticos, eles não aumentam,
eles não acrescentam além da revelação de Deus a Moisés, eles nos levam de volta aquilo que Deus deu para Moisés e para Davi,
então essa ideia de silêncio, que até hoje nós falamos que Deus não falou mais nada, na verdade é um conceito que nós pegamos de pessoas,
até antes da primeira vinda de Jesus, até os samaritanos, eles não aceitavam nem os livros de Samuel, os outros profetas,
mas os judeus que fecharam o cânon do primeiro testamento, eles começaram a propagar essa ideia de que não tinha mais profecia,
e às vezes isso era do interesse de quem estava no poder, porque eles não queriam assim, depois nós vamos estudar o tempo dos macabeus,
os macabeus mesmo que foram usados por Deus, foi uma época interessante e que Deus fez uma intervenção na história,
mas os macabeus também se institucionalizaram, se colocaram como detentores de poder e não queriam mais profetas,
não queriam ser questionados, não queriam ser confrontados, então a ideia de que Deus não falou mais,
depois de malakias, claro que ele falou com João Batista, Jesus e os apóstolos, mas mesmo antes, essa ideia de silêncio,
então nós colocamos aqui a importância da palavra escrita, isso aqui foi uma dádiva de Deus e esse aqui foi de fato uma contribuição,
algo que Deus estava fazendo nessa época, e a palavra escrita começou a ter um novo papel, a sinagoga, o ensino, a canonização,
a palavra escrita, ela sumiu um papel que não tinha antes, embora Deus sempre quisesse registrar,
depois, nessa época, depois do cativeiro e nessa época, a palavra escrita começou a ter um papel mais importante, isso foi bom e foi ruim,
ruim por quê? Por que a palavra no centro seria ruim? E eu quero aqui, até para quem gostaria, é um livro que a gente só faz cópia,
a gente não tem ele assim, impresso, mas eu quero recomendar muito para quem tem interesse, se você quer saber um pouquinho,
ele não se aprofunda muito em alguns aspectos, mas o livro União através da Comunhão, é um livro que vai mostrar como a Bíblia,
hoje, sendo o centro da nossa fé, sendo a única base da nossa fé, a gente faz assim, claro que a Bíblia é a única base da nossa fé,
mas leia União através da Comunhão, escrito por um japonês, a gente não sabe nada a respeito da vida dele, isso é de algo que nós pegamos
e traduzimos há muitos anos, há décadas, mas é um livro impressionante para abrir os olhos e para mostrar que a Bíblia é importante,
a Bíblia é fundamento, a palavra escrita não é uma coisa subjetiva, relativa, nada disso, mas ela não pode ser o centro,
porque a Bíblia, como o próprio Jesus disse, a Bíblia tem que nos apontar para ele. Se não tiver a arca, se não tiver a palavra viva de Deus,
um relacionamento vivo, então a Bíblia pode ser usada como instrumento e até mesmo a Bíblia pode ser usada para provar o que você quiser.
As pessoas que praticavam escravidão com tortura, com um tratamento desumano das pessoas, as pessoas iam para a igreja e liam a Bíblia
e usavam a Bíblia e até hoje, até hoje, nós usamos a Bíblia para combater, nós usamos a Bíblia para dividir, nós usamos a Bíblia
para achar que nós somos como fariseus, melhor do que os outros, os defensores das Escrituras mataram Jesus.
Então, olha quais são os perigos desse novo papel que a Bíblia, naquele tempo, o primeiro testamento, os primeiros livros da Bíblia,
qual era o perigo disso? Que eles começaram a falar "isso é o fim da profecia, não existe, Deus não vai falar mais nada".
E aí, o que que aconteceu no lugar de profetas? Deus, com certeza, tinha vozes proféticas, provavelmente a gente não saiba quase nada,
mas tem alguns livros que têm buscado, eu vou tentar achar pelo menos alguns exemplos de pessoas que Deus usava no papel profético nesse período,
mas o que que aconteceu? No lugar de profetas que vinham para falar, que falavam da parte de Deus, que tinham revelação,
então toda a estrutura da religião, toda a estrutura do povo era para interpretar a Bíblia, não para ter o conhecimento de Deus,
então nós vamos falar sobre isso em outros momentos, como esse mesmo grupo, essa assembleia, essa grande assembleia, esse knesset,
esse grupo não só estabeleceu o cano, como eu falei, a gente não sabe, a gente não tem prova de como isso aconteceu,
mas que durante esse período surgiram as orações judaicas que fazem parte da liturgia judaica até hoje,
as tradições orais começaram a surgir porque quando você tem a palavra escrita e você não tem Deus falando em cima da arca e você não tem profetas,
então nós precisamos discutir, nós precisamos brigar sobre detalhes da lei, nós precisamos colocar tradições sobre como guardar a lei até hoje,
então nós temos depois, essas coisas continuaram muito depois de Jesus também, mas Talmud, Mishnah e tal, isso foi desenvolvendo tradições
que o próprio Jesus falou assim, vocês estão usando suas tradições para ir contra o que Deus realmente quer,
pensa, nem precisa ir para a bíblia, tem a constituição do país, os advogados conseguem provar o que eles querem,
usando a constituição, usando as leis, o congresso tem que passar um monte de leis para explicar a constituição,
para colocar cercas, isso aqui não pode, isso aqui não pode, então nós temos essa dificuldade de usar a letra, era um grupo, era uma assembleia,
e eles determinavam e depois, no tempo de Jesus, era o Sinédrio que condenou Jesus, o Sinédrio passou a ser presidido por um sacerdote,
e aí, no próximo estudo, nós vamos falar sobre como o papel dos sacerdotes foi mudando,
então, substituição do relacionamento vivo com Deus, com a letra da palavra escrita,
então, isso é só, isso é, é difícil a gente explicar, porque isso aqui tem que, tem que penetrar no nosso coração,
porque você pode falar, palavra escrita é tudo, e aí você começa a ver os perigos, aí você pode falar assim, não,
então, nós não precisamos de palavra escrita, nós precisamos de revelação de Deus, revelação de Deus sem a base nas escrituras,
vai levar você para muitos enganos, então, como o importante, Deus colocou esse equilíbrio,
ele colocou equilíbrio no governo, ele falou assim, é o sacerdote e o juiz, não uma pessoa só, não o juiz,
Moisés até fala, quando vocês quiserem colocar um rei, que eu sei que vocês vão querer, esse rei, ele tem que ler a palavra escrita,
mas ele tem que ter um relacionamento com Deus, então, é como nós precisamos, precisamos da profecia,
nós precisamos de revelação, não só o estudo intelectual, e a igreja hoje em grande parte também é cercada por teólogos,
por interpretações, por colocar a palavra escrita no centro, mas divide, então, nós muitas vezes substituímos, nós podemos,
isso não acontece sempre, mas é claro que existem muitas pessoas que usam a palavra escrita para auxiliar,
para fundamentar seu relacionamento com Deus, mas é possível você colocar a sua, você guardar a palavra escrita e tudo isso,
você começar a pensar sobre Jesus e os evangelhos, você vai entender como tudo isso aqui estava acontecendo nos séculos antes,
e isso estava preparando o caminho, não de uma maneira positiva, mas Deus queria que acontecesse isso,
para que Jesus pudesse mostrar o verdadeiro contraste entre guardar só a palavra e ter a palavra com a pessoa viva que era ele,
e que Deus nos ajude a aprender essas lições no tempo de hoje. Senhor, pedimos que essas lições e que entender como esse processo estava acontecendo,
ao mesmo tempo que estava cumprindo um propósito teu de estabelecer com linhas claras quais eram os livros inspirados e quais não eram,
ao mesmo tempo também estava preparando um caminho em que o Senhor teria que vir e mostrar a diferença,
e mostrar o contraste com a palavra escrita e a palavra viva que era o Senhor, e nós queremos aprender isso, queremos manter nosso apego,
manter a centralidade da tua palavra, mas no contexto, com tua presença e com o contato vivo contigo, e é isso que nós pedimos em nome de Jesus. Amém.
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