Por incrível que pareça, o período intertestamentário pode nos dar chaves muito importantes sobre a plenitude dos tempos necessária para a primeira vinda de Jesus. E, consequentemente, entendimentos sobre a plenitude dos tempos antes da segunda vinda. Fiquemos muito atentos!
Depois do retorno do exílio relatado nos livros de Esdras e Neemias, havia um povo na terra, com a aliança renovada, com base na leitura e no ensino da palavra escrita. Para chegar ao alvo de Deus, de vir habitar no meio do povo para sempre, precisaria ainda da restauração de duas linhagens, a linhagem real da descendência de Davi, e a linhagem do sacerdócio. A linhagem de Davi existia, mas estava ficando cada vez mais apagada. A linhagem sacerdotal também existia e estava em funcionamento. O que estava acontecendo com o sacerdócio?
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Transcrição
Estamos estudando o período interbíblico ou intertestamentário,
período da história entre Malaquias e Mateus.
Nós estamos dentro da nossa trajetória com o estudo sistemático da Bíblia,
que, na verdade, estamos estudando não tudo que tem na Bíblia, no Primeiro Testamento,
não estamos estudando todos os livros, todos os versículos do Primeiro Testamento,
porque nosso foco é a História, a História da Redenção,
o desenvolvimento do plano de Deus durante a História.
Então, não estudamos todos os livros poéticos ou proféticos,
ou medidas do tabernáculo ou sacrifícios, várias coisas que tem nas Escrituras
que não fazem parte desse foco histórico do desenvolvimento do plano de Deus.
Mas agora estamos estudando um período que não tem registro no cânon das Escrituras,
do Primeiro Testamento, porque faz parte da História.
Então, nós estamos estudando a História do povo de Deus, a História do plano de Deus,
o plano de Redenção, estamos estudando tudo isso para poder entender a Primeira Vinda de Jesus,
nosso foco principal agora nesse período da História, como é bastante tempo, 400 anos,
mas é o período que vem antes da Primeira Vinda de Jesus.
E nós queremos entender sobre a Primeira Vinda,
especialmente aquele texto em Galatas 4, que fala que Jesus veio na plenitude dos tempos,
dando um sinal muito claro que Jesus só veio quando as condições estavam prontas,
quando Ele podia vir.
E para nós isso é muito importante, porque desde quando entrou o pecado no mundo,
veja o Jardim do Éden, a necessidade de Jesus vir já estava no coração de Deus,
Ele tinha preparado antes da fundação do mundo, mas a necessidade na História já estava presente.
E agora demorou tanto para Ele vir, porque as condições precisavam estar prontas, completas.
E isso é algo que nos ensina sobre a Segunda Vinda de Jesus,
porque já está muito maduro, muito necessário aos nossos olhos que Ele venha,
mas se Ele não veio ainda, não é porque Deus está sendo cruel, ou sendo indiferente,
ou não pensando no nosso sofrimento, mas porque as condições não estão prontas ainda,
não se completaram, então tudo isso é para a gente entender realmente esse plano de Deus
e como isso faz parte do plano da redenção.
Então vamos orar que nós vamos dar mais um passo, só explicando também que nós estamos
na primeira parte do período interbíblico, esse período de 400 anos,
e se a gente voltar para o tempo do exílio, 500 anos antes de Cristo,
nós temos vários impérios que Daniel recebeu revelação desses impérios que viriam depois do Império Babilônico.
Então esse primeiro período do período interbíblico é o Império Persa,
e a primeira parte desse império já estudamos, faz parte do período que estudamos nos livros de Esas,
Nehemias, Ester e os profetas Ageu, Zacarias e Malaquias.
Então nós estamos falando sobre essa primeira parte, ainda falando um pouco sobre esse tempo depois do exílio,
porque o período interbíblico é uma continuação desse retorno do exílio,
desse período que começou com a reconstrução do templo, a reconstrução de Jerusalém,
tudo que foi relatado nesses livros nos primeiros cem, cento e poucos anos depois da volta do cativeiro.
Então estamos falando sobre isso porque nesse período nós temos as sementes,
já temos os primeiros indícios das coisas que iriam acontecer no restante do período antes da primeira vinda de Jesus.
Então por isso estamos gastando um pouquinho de tempo para deixar esses princípios bem claros
e entender em que direção o plano de Deus, o plano de redenção está caminhando.
Vamos orar. Senhor, nós pedimos continuamente, diariamente, que o Senhor nos ajude a entender,
não com nossa cabeça, com nosso raciocínio, com nosso desejo de prever as coisas, de ter controle sobre as coisas, não.
Nós queremos entender o teu plano para sermos amigos teus, para sermos cooperadores teus,
para podermos caminhar dentro daquilo que o Senhor está fazendo, o que o Senhor quer fazer na nossa geração.
E como sempre sabemos que o Senhor pode completar, pode continuar o teu plano sem a nossa participação individualmente,
cada um de nós, mas o Senhor deseja a nossa participação e é isso que nos move a estudar o teu plano,
estudar a tua palavra para podermos ser cooperadores eficazes, fiéis, alinhados contigo na nossa geração.
E é por isso que nós pedimos a tua ajuda em nome de Jesus. Amém.
Então, eu coloquei aqui novamente, nós vamos continuar nos baseando bastante nesses cinco pontos,
nesses cinco pilares, os cinco fundamentos do plano de redenção,
porque nos mostram o que Deus está fazendo desde o início e para onde ele vai,
e quando a gente olha esses cinco pontos, nós podemos entender que o Evangelho,
a maneira que nós ouvimos o Evangelho, a maneira como a igreja cristã tem ensinado e praticado o Evangelho
ao longo dos séculos, desde o começo da igreja, isso nós temos perdido a essência,
a gente sempre fala sobre isso e estamos bem conscientes,
acho que muitos cristãos hoje estão conscientes que o propósito de Deus não é só perdoar nossos pecados,
nos dar uma garantia de vida eterna e nos levar para o céu,
mas muitas vezes o Evangelho foi colocado nesses termos e mesmo a gente entendendo que tem algo
muito mais completo e muito mais profundo no propósito de Deus, e isso formou,
isso influenciou nosso pensamento de maneiras que a gente às vezes nem percebe.
Então, quando a gente olha isso aqui, parece que é coisa do, como a gente costuma falar,
do velho, do antigo testamento, e eu estou falando sempre primeiro testamento,
para a gente entender que as coisas na nova aliança são uma continuação,
porque Jesus afirmou que ele não veio para tirar, mas sim para cumprir e para levar adiante,
para dar continuidade ao plano de Deus.
Mas quando a gente olha povo, terra, reino, casa de Deus, nos termos do povo de Israel,
nos termos da história do primeiro testamento, às vezes nós temos a impressão de que tudo isso é apenas
algo temporário, não era o propósito principal de Deus, e a gente trocou, nós substituímos tudo isso
por igreja, não importa que lugar na terra está, não tem muita importância o que Deus vai fazer
no futuro, de restaurar a terra, parece que o que vai acontecer depois que Jesus voltar para nós,
muitas vezes não é nem muito, parece não muito real, parece que um sonho, é quase uma ilusão.
Então, nós precisamos entender que Deus começou seu trabalho de redenção com Abraão,
com os patriarcas, Moisés, a nação de Israel, Davi, toda a história foi sendo construída,
não para que Jesus viesse e falasse assim "bom, vocês estavam brincando de templo, e de sacrifícios,
e de aliança, e de lei, e coisa assim, agora acabou tudo, agora vem o verdadeiro, isso é bíblico,
que no livro de Hebreus, o antigo passou para que o permanente possa vir e ser estabelecido,
mas esse permanente é algo muito, que faz parte, isso que começou, faz parte, então isso nos ajuda,
então nós já falamos sobre isso, eu não vou ficar muito tempo falando, mas eu quero enfatizar,
eu vou repetir bastante esses cinco pontos durante esse estudo do período interbíblico,
para entender o que estava acontecendo, que tipo de situação Jesus encontrou,
lembre que o nosso foco principal, eu não vou fazer um estudo detalhado dos reis da Pérsia,
dos reis da Grécia, da Síria, do Egito e assim por diante,
eu não vou fazer um estudo detalhado da história dos outros povos,
o que nos interessa é o que estava acontecendo com o povo de Deus e o que é que, quais foram os fatores,
como é que isso foi evoluindo para chegar à situação que Jesus encontrou,
que às vezes nós nem entendemos direito que tipo de situação Jesus enfrentou,
e como isso foi importante para o ministério dele, Jesus não veio de paraquedas,
não entrou em qualquer nação, qualquer terra, qualquer história,
e eu sou filho de Deus e todo mundo tem que crer em mim, e não importa o que vocês pensavam antes,
mas o povo de Israel é diferente de todos os povos da terra, porque eles trazem uma história
daquilo que Deus estava realmente fazendo, o povo de Israel é tão falho, tão idólatra,
coração tão rebelde quanto qualquer outro povo, na terra, qualquer raça, eles não são diferentes nesse sentido,
mas Deus deu a eles uma história, e essa história, as coisas que Deus plantou ali,
foi desenvolvendo, foram coisas que ele fez questão de continuar,
Jesus não só veio para o povo de Israel, os descendentes de Abrão,
mas ele veio como descendente de Davi, e como todos os aspectos que futuramente nós vamos enfatizar.
Então, para entender o que Deus estava e está querendo, o que é que Deus quer, o que Jesus pregou,
o Evangelho do Reino, o que é que o Evangelho do Reino são as boas, novas,
que até hoje nós estamos esperando se cumprirem plenamente, que é o Reino de Deus na Terra,
a oração que Jesus nos ensinou, venha o teu reino, então, todo o propósito de Deus,
desde antes do pecado, desde quando ele criou o homem e a mulher, desde quando ele planejou,
todas as coisas, é estabelecer seu reino na Terra, o que significa, não só que Deus será o Rei,
o soberano, que todos vão servir, que todos vão fazer sua vontade, que tudo vai ser perfeito,
vai ter harmonia, criação, todos os aspectos, tudo que Deus planejou vai chegar a sua manifestação,
a sua expressão, vai ser tremendo, tudo isso é maravilhoso, a restauração da Terra,
toda criação, não gemendo mais, mas expressando, cantando, as árvores cantando, os montes batendo palmas,
tantas passagens nas escrituras que nos mostram pequenos vislumbres de uma criação,
sendo perfeitamente restaurada para o propósito original de Deus, então, a criação é maravilhoso pensar,
a humanidade é maravilhoso pensar, porque todos confessarão, todos conhecerão,
o conhecimento do Senhor encherá a Terra como as águas cobrem o mar, então, tudo isso é maravilhoso,
mas o centro de tudo que às vezes a gente não fala é que Deus quer ver e habitar, não visitar,
não, ele vem não com o desejo de mandar, Deus não tem essa coisa que nós homens e mulheres temos que é
de querer controlar, de querer mandar nos outros, de querer ter poder, Deus não tem sede de poder,
Deus não tem, não sente carência, Ele tem desejo de viver como família, Ele tem desejo de habitar,
então, o reino de Deus, sim, Deus é Rei, mas o grande desejo do coração de Deus é habitar, é conviver,
é ter família com muitos filhos, é ter uma casa enorme com todas as pessoas, toda a humanidade,
todos os povos de todas as nações entrando na Cidade Santa, convivendo na Luz, então,
o grande propósito de Deus é esse número cinco, que é casa, habitação de Deus,
isso nem sempre ficava claro para as pessoas, para o próprio povo de Deus,
quando Deus criou Adão e Eva, pelo que nos consta, Ele não falou assim, "eu quero que vocês vivam na minha imagem,
que vocês reflitam a minha natureza, quero que vocês sujeitem toda a terra, que não haja mais desordem,
trevas, morte", mas o que Ele queria que não fique expresso ali no início é, Ele queria vir e habitar,
Ele queria fazer sua morada, Ele queria união, Ele queria ser um com o homem, assim como Deus é um dentro da divindade,
então, esse propósito de Deus foi sendo revelado aos poucos, não temos isso direto e muitas vezes,
até nas passagens da nova aliança, muitas coisas que Jesus falava, os apóstolos falavam,
às vezes não fica tão nítido isso, porque o que Deus quer é que a gente chegue ao ponto,
nós como noiva, dizer "eu quero casar, eu quero viver para sempre, eu quero",
como a Bíblia fala em muitas passagens, que às vezes a gente não associa necessariamente com habitação de Deus,
mas cada vez que na Bíblia fala "e então, vocês serão meu povo e eu serei seu Deus",
é habitação de Deus, não tem Deus sendo nosso Deus e nós sendo o povo Dele sem habitação,
então, o grande objetivo de Deus é que Ele possa vir e habitar, então, esses elementos todos são necessários,
são os aspectos, Deus quer um povo, Ele não quer um indivíduo só,
se Deus pudesse vir para a terra com uma pessoa totalmente aberta, alinhada com Ele, já teria acontecido,
com todas suas falhas, mas Deus alcançou com Noé, Deus alcançou com Enoch, Deus alcançou com Abraão,
Deus alcançou com Moisés, com Davi, assim por diante, Deus encontrou, nós temos a história de pessoas
que alcançaram essa intimidade com Deus, pelo menos num nível suficiente para Deus vir e morar,
se fosse uma pessoa, mas Deus quer um povo, é coletivo, é unidade entre nós e com Ele,
então, Ele quer um povo, o povo precisa estar na terra porque Deus não vai habitar com o povo espalhado,
meio solto, no meio de outras pessoas que não querem, isso não é o propósito de Deus,
então precisa de uma terra onde realmente essa vida é como você falar assim, eu vou casar,
eu e a minha esposa somos casados, mas um mora num lugar, outro mora em outro, a gente não tem como viver juntos,
a gente não tem casa, isso não é possível, não se torna uma realidade, então precisa de uma terra,
e precisa de uma aliança, porque se o povo na terra não tem aliança, como aconteceu na história de Israel,
eles perderam a terra e praticamente perderam, estavam correndo o risco de perder até a relação de ser povo de Deus,
só que Deus jamais voltou atrás nisso, mas sem aliança esse povo na terra não pode formar o ambiente para Deus habitar,
então esses três elementos, povo na terra, em aliança, esses são os três elementos que nós encontramos desde o início,
Deus chamando Abraão fora da sua terra para ir para uma terra onde Deus pudesse fazer uma aliança com ele,
e multiplicar sua descendência e começar a formar um relacionamento, então esses três elementos são importantes,
e outra coisa então que não fica claro desde o comecinho, é que é nesse ponto que nós estamos começando a trabalhar,
com esse período interbíblico, o povo, esses três pontos, vamos parar nesses três pontos,
depois do exílio, dispersão, o povo tinha rompido, tinha sido infiel à sua aliança com Deus, então Deus espalhou,
tanto as dez tribos, como depois Judá e Benjamin, Deus espalhou, levou para o exílio, eles ficaram na dispersão,
e nesse momento da história, que começa com o Império Persa, e que é a primeira parte do período que vai introduzir, o período interbíblico,
nesse período então o povo voltou da Babilônia, porém foram poucos, não foram todos,
não foram todos que foram dispersos, que voltaram, então nesse ponto da história que continua durante todos o período interbíblico nós temos um povo,
nós temos um povo que se voltou para Deus, lembra, eles tinham sido infiéis, não todos, mas uma grande maioria,
Deus sempre teve alguns, Jeremias na época, pior da história, ele era uma pessoa fiel, e tinha outras pessoas junto com ele, Daniel,
Ezequiel, que foram para o cativeiro, eram amostras de pessoas que eram fiéis, mas durante o cativeiro, Deus foi trazendo,
como ele prometeu, vou trabalhar com vocês, no deserto, no exílio, longe da terra, vocês vão começar a se voltar para mim e ter um coração em aliança comigo,
então, poucos voltaram, e quando eles voltaram, eles também tiveram esses perigos de se misturarem com os povos da terra,
e isso nos leva para esse ponto, então eles estavam na terra, depois do exílio, só que eles não tinham autonomia, lembra assim,
por que que Deus tirou o povo do Egito? Eles não estavam dispersos, estavam todos juntos no Egito, no tempo de Moisés,
mas Deus tirou do Egito porque ele não podia habitar com eles debaixo do governante Faraó, debaixo de um sistema humano e contrário a Deus,
então eles tinham que sair da terra, como Abrão tinha saído da terra deles, e como agora o povo estava saindo da Babilônia,
é necessário sair, é necessário se colocar debaixo realmente da aliança e do governo de Deus, do relacionamento com Deus,
só que eles chegaram na terra que representaria o lugar onde só Deus, Deus é o governante, mas nesse tempo, nem o povo era completo,
eles estavam voltando para Deus, tinha algo realmente muito positivo acontecendo, porque eles voltaram do exílio,
estavam voltando, o coração dos que voltaram da Babilônia, é porque eles queriam, eles queriam Deus, eles queriam voltar,
dar continuidade ao plano de redenção com Ele, mas eles estavam numa terra que eles não tinham autonomia,
e aí eles estavam convivendo dentro da terra com outros povos, e eu sempre faço questão de falar sobre isso porque a gente pode pensar
naquele tempo que Deus estava sendo favoritismo para os judeus, para o povo de Israel, só quem é de Israel,
só aquele povo que é escolhido, os outros não são, e o problema de Deus nunca foi de ser de outra nação, de outro povo,
de contaminar a pureza, Deus não tinha problema nenhum, Ele colocou uma Moabita na linhagem de Jesus, uma pessoa de Jericó,
uma mulher pagã, Ele colocou na linhagem, então Deus mostra que Ele não tem problema com mistura de raças,
Ele tem problema com a pureza da nossa base, a nossa unidade familiar, a unidade da comunidade, a unidade da família,
a unidade verdadeira para ser uma unidade debaixo de Deus, não uma unidade sectária, não uma unidade racista,
não uma unidade nem assim por um tipo de corrente que serve a Deus, porque hoje nós temos as infinitas denominações e correntes, Deus não tem problema em unir pessoas
com culturas diferentes, com raças diferentes, o que Ele quer é que haja uma pureza de aliança com Ele, mas eles estavam com sérios problemas,
falamos especificamente dos samaritanos, para mostrar que é dentro dos descendentes das dez tribos que tinham se misturado com outros povos,
mas o problema não eram os outros povos, o problema não era que as dez tribos tinham se casado, estavam com outros povos,
como o problema não era no tempo de Esdras e Nehemiah que eles tinham se casado com pessoas daqueles povos ali,
o problema é que eles estavam misturando e contaminando a pureza da sua devoção a Deus, então isso era uma situação que eles estavam enfrentando,
mas olha aqui uma coisa muito importante que eu não mencionei, assim, temos falado de quando falamos dos samaritanos, os samaritanos começaram um outro centro, um outro centro de culto,
e assim como aconteceu com Jeroboão, foi uma continuação dessa mesma linha de que não precisa ser Jerusalém, então para o povo que voltou da Babilônia, para os que estavam sendo fiéis a Deus,
você pode perceber que eles não puderam tomar posse de toda a terra que Deus tinha prometido, quando eles voltaram da Babilônia eles não chegaram e disseram "olha gente, cai fora todo mundo aqui, agora só nós", muito pelo contrário, eles tiveram que entrar ali, conviver junto com os povos que estavam ali durante todo aquele tempo que eles tiveram ausentes,
então mais uma coisa assim fica muito claro, Estras, Nehamias, eles estavam focados em um lugar na terra, não é que eles todos moraram ali, mas o foco do grupo que voltou com Zorobabel e Josué, o sacerdote, o grupo que veio depois com Estras, o grupo que veio depois com Nehamias,
toda a história, essa parte da restauração era focada em Jerusalém, porque Jerusalém foi a última parte a cair antes do cativeiro, foi a última coisa que eles já tinham, a Síria já tinha conquistado, já tinha derrotado várias partes do Reino do Sul,
Babilônia tinha vindo várias vezes antes, mas quando finalmente acabou mesmo o reinado e o testemunho, foi quando destruiu Jerusalém, então Jerusalém foi o último ponto, é o ponto também depois de Jesus no ano 70, quando Jerusalém foi destruída,
então Jerusalém é sempre um ponto estratégico, um ponto significativo no plano de Deus, então é a centralidade Jerusalém, e isso estava correndo risco porque os samaritanos queriam mudar esse centro para o Monte Geizim,
e como nós vimos na última aula, a aliança, eu não tenho tempo para falar muito sobre cada um desses pontos, mas nós falamos na última aula sobre como a palavra escrita começou a ter um novo papel, diferente, isso já tinha começado durante o cativeiro,
porque sem o templo e as pessoas que queriam realmente se arrepender, que tinham coração para Deus, você percebe que Daniel tinha acesso ao profeta Jeremias para saber que o cativeiro ia durar 70 anos,
então a palavra escrita começou a ter um papel muito importante, e principalmente com o sacerdote Esdras, ele começou a dar muita ênfase à palavra escrita, ele era um homem dedicado à lei, às escrituras,
e ele trouxe reformas, ele trouxe renovação da aliança, quase 100 anos depois do retorno de Babilônia, Esdras e Nehemiah, os dois trabalhando juntos no livro de Nehemiah, nós temos essa renovação da aliança no capítulo 8 de Nehemiah 8 e 9,
em que a renovação da aliança com Deus estava sendo fundamentada na palavra escrita, e isso tinha acontecido anteriormente na história de Israel, quando Ezequias trouxe restauração, quando Josias descobriu o livro da lei,
as escrituras já tinham tido um papel antes, mas nunca tão forte como agora, só que essa ênfase, nós estamos falando nessas primeiras aulas sobre direções,
o que é que vai acontecer nesse período interbíblico para criar um ambiente nem sempre positivo, essa plenitude dos tempos para Jesus vir a primeira vez, não é que Jesus ia vir e todo mundo estava pronto para receber,
sabe quando uma grande autoridade, mesmo quando você pensar em qualquer tipo de autoridade religiosa ou nacional, quando o rei ou a rainha da Inglaterra iam para visitar uma parte do grande império deles,
eles se preparavam antes para que eles pudessem ter uma boa recepção, não é esse tipo de plenitude que Jesus recebeu, Jesus não veio tudo pronto para todo mundo aclamar e recebê-lo como enviado de Deus,
como filho de Deus, não foi isso que aconteceu, mas nós precisamos entender mais que tipo de condições, o que estava acontecendo, que metamorfoses estavam acontecendo no povo de Israel na terra para Jesus vir,
é muito claro que o povo tinha que estar na terra, que Jesus não ia vir para o seu povo fora da terra de Israel, mas isso aconteceu já no retorno de Babilônia, por que mais 400, 500 anos para Jesus poder vir?
E uma das coisas que aconteceu, que é muito importante entender, o que nós vimos na última aula, era esse novo papel, essa nova importância dada à palavra escrita,
os livros do primeiro testamento foram agrupados, foram compilados, foram consolidados para formar o que nós temos hoje no nosso primeiro testamento,
isso foi um processo que não aconteceu só com Esdras, Esdras foi importante nisso, mas isso foi acontecendo ao longo de 100, 200, 300 anos nesse período, então essa aliança que nunca tinha sido,
se você olhar Abraão, se você olhar assim, por exemplo, o que Deus fez com Moisés, e mesmo que aconteceu no Monte Sinai, essa aliança feita com todo o povo, Deus mandou escrever,
Deus colocou os dez mandamentos nas tábuas e depois ele mandou Moisés escrever tudo, então a escrita tinha uma parte importante, mas a aliança do povo de Israel, principalmente dos patriarcas, não foi baseada em escritos,
a aliança de Deus sempre trouxe algo visível, então para Abraão Deus deu o sinal da circuncisão, Deus deu a guarda do sábado, Deus deu os dez mandamentos, Deus deu leis e estatutos,
então tudo isso foi sempre importante, mas Deus sempre falava "eu quero o coração, eu quero o coração, eu quero que vocês tenham uma experiência", então o que aconteceu?
Durante esse período interbíblico, a consolidação da palavra escrita foi muito importante, foi um presente de Deus para todas as gerações, mas eles foram substituindo a aliança no coração muito lindo que aconteceu em Nehemiah 8 e 9,
foi baseado na palavra escrita, faziam leituras, explicavam, então a palavra gerou uma mudança, uma conversão, uma renovação entre o povo e Deus, palavra escrita, tão importante,
mas ao longo desse período interbíblico, que até a gente conhece esse período como período de silêncio, período de ausência de profetas, não teve mais profecia, não teve mais manifestação de Deus,
isso é certo e errado ao mesmo tempo, porque Deus não ficou em silêncio, Deus não estava parado, dormindo, viajando, ignorando, não estava simplesmente esperando o tempo passar para dar a hora certa de Jesus vir,
ele estava agindo de diversas formas, que nós vamos observar nesse estudo, mas é fato de que durante esse período mesmo começou a surgir essa ideia que hoje é chamada de cessacionismo, cessar,
nós temos o cessacionismo como das pessoas que aceitam Jesus e os apóstolos, mas não tem mais dons do Espírito, Deus não fala mais, não tem mais apóstolos, não tem mais profetas,
nós temos essa ideia em vários setores da igreja hoje, então nessa época do período interbíblico, os próprios judeus começaram, além dos samaritanos que só aceitavam atorar,
não aceitavam nada que veio depois, mas os próprios judeus que formaram o cânon, que decidiram e consolidaram o cânon, eles começaram a falar "agora cessou, não tem mais",
então veja o que aconteceu, a palavra escrita, e gente eu vou ter oportunidade de falar isso várias vezes, é muito difícil falar sobre esse tema, porque principalmente para a igreja protestante que na reforma se dividiu da igreja católica,
a igreja protestante, as igrejas reformadas, mais até do que as igrejas muitas vezes pentecostais, mas assim, a teologia reformada, a linha que segue a reforma, ela dá uma importância enorme para a palavra escrita, para a Bíblia,
e isso foi e é importante, mas eu estou querendo mostrar que assim como no período interbíblico, e é isso que forma no templo de Jesus, se vocês podem talvez já antecipar, onde que isso vai chegar,
isso vai chegar nos fariseus, isso vai chegar nos escribas, isso vai chegar nos doutores da lei, e isso vai chegar nos dias de hoje aos teólogos, não estou falando que todo teólogo é assim,
não estou falando que a palavra escrita quem enfatiza, quem estuda que isso é ruim, eu quero mostrar que isso não pode substituir a revelação, o contato vivo, a aliança que é feita de coração,
se tem alguma coisa que os próprios profetas do antigo testamento viam, era que a nova aliança seria diferente da primeira aliança, a aliança mosaica seria diferente por ser no coração,
por ser uma coisa interior, Jesus mostrou isso, muitas vezes ele falou vocês têm as escrituras, mas vocês não entenderam que as escrituras estão apontando para uma pessoa viva,
então a palavra escrita é importante, mas a letra mata e nós podemos ficar com letra, nós podemos ficar com teologia, nós podemos ficar com verdades ortodoxas e não ter a verdadeira aliança viva, relacionamento viva com Deus,
então isso aqui era muito importante, porque a base, lembra que eu não estou falando que não deveria ter palavra escrita, que não foi importante o que aconteceu nesse período interbíblico,
graças a Deus pela escolha, pela definição do cano, confusão, você não sabe, tem um escrito antigo, mas isso é inspirado por Deus ou não,
então houve uma escolha, houve uma separação, houve uma definição, isso foi muito importante, mas as pessoas começaram a colocar toda a sua aliança com base numa palavra escrita,
e o que que estava faltando, o que que Deus sempre mandou durante toda a história do povo de Israel, o próprio Abraão foi considerado um profeta, Moisés foi considerado um profeta,
e durante toda a história, Samuel e os profetas que vinham ao longo da história, eles eram pessoas que tinham contato com Deus e que faziam com que a palavra escrita,
com que aquilo que Deus tinha feito no passado se tornasse algo vivo, lembra que as últimas palavras do primeiro testamento são "Deus vai enviar de novo Moisés e Elias",
lembrar de Moisés e Elias, mas ele vai enviar Elias porque é Elias que torna viva a palavra que Deus deu para Moisés,
então nós temos aqui um passo importante na definição da palavra escrita, mas ao mesmo tempo nós temos a tendência de se fechar e de não ter mais uma voz profética,
mesmo pensando que nem deve ter profetas mais, é isso que eles começaram a pensar, essa ideia surgiu durante o período interbíblico de que não teria mais profetas,
nem todos pensavam assim, mas nós vamos ver como isso vai se desenvolver, então agora nós chegamos a um ponto que seria, que eu queria colocar como muito importante,
então esses três primeiros pontos são pontos essenciais para Deus ter condições de fazer sua casa, e aí nós temos que, nós colocamos reino e casa,
e a gente pode colocar, a gente sabe que tinha dois ofícios importantes no primeiro testamento, isso começou com Moisés, lá no Monte Sinai,
primeiro Deus falou que queria que toda a nação, todo o povo, esse povo, o desejo de Deus é que esse povo que não seria exclusivo, não seria o único povo de Deus na terra,
ele seria o começo, seriam as primícias, seria o início de Deus alcançar toda a humanidade, ele queria que todo o povo fosse sacerdotes, todos fosse sacerdotes,
lembra, Êxodo 19, um texto muito, muito citado, que Deus tinha chamado do Egito, tinha trazido para aquele lugar e estava falando com eles,
com viva voz do céu, nem era do céu, ele estava no Monte Sinai, e ali ele queria que eles fossem sacerdotes, mas não era possível,
então, naquele momento da história, então Deus separou uma tribo, Deus separou uma família, e então nós temos, inicialmente, para que tinha todo o tabernáculo,
e para Deus, o tabernáculo não era um lugar para Deus morar, o tabernáculo de Moisés era um lugar para Deus vir e falar, não era ainda um lugar para habitar,
David queria que a casa, ele queria fazer uma casa para Deus morar, mas quando o Salomão construiu a casa, o próprio Salomão disse, eu sei que o Senhor não pode morar aqui,
porque nem o céu e o céu dos céus podem conter, o Senhor não cabe dentro dessa casa que eu estou construindo, então o tabernáculo e o templo eram sinais,
se apontavam para a morada de Deus, mas ele ainda não podia morar, mas era um símbolo, era um testemunho, Deus vinha para falar ali,
mas para falar ali, futuramente, Deus poderia vir habitar, e aí nós temos uns profetas, então eu tenho que dar só uma visão bem por cima aqui,
mas eu queria mostrar que isso aqui é muito importante no estudo do período interbíblico, todos esses pontos são importantes,
o fato que tinha um povo, o fato que eles estavam na terra e o fato que eles estavam em aliança, mas vocês percebem que todos esses três pontos estão ainda incompletos,
não é o povo completo, não é a terra sendo livre para realmente estabelecer o reino de Deus, e aliança sendo uma aliança feita com a palavra escrita, e ainda não uma nova aliança escrita no coração,
então aí nós temos assim, o que que Deus estava preparando e o que seria necessário para que Deus pudesse estabelecer, chegar nesse quinto ponto de Deus habitar?
Bom, eu coloquei reino primeiro, mas esses últimos dois pontos, você pode colocar casa primeiro no sentido de que a primeira coisa que o povo fez quando voltou da Babilônia era,
assim, primeira coisa que eles tentaram fazer, depois eles pararam, e aí a Geo falou assim, vocês estão fazendo suas casas e não estão fazendo a minha,
mas o primeiro propósito deles, até no Edito de Ciro, o rei da Pérsia, é vocês podem voltar para fazer uma casa para ser o Deus,
então a casa era uma coisa que já começou antes de eles serem reino, mas eu coloquei o último lugar porque a casa de morada mesmo para Deus é a última coisa que acontece,
quando tem tudo pronto, Deus vem e vai morar nos últimos capítulos da Bíblia,
mas as duas coisas são interligadas e é isso que eu quero mostrar e nós vamos continuar vendo essas duas linhas durante todo esse período,
mas é muito importante entender que não é suficiente ter o povo na Terra em aliança com Deus na maneira como estava durante o tempo de Esas Eneemias,
é necessário ter duas linhagens, dois fatores, duas linhagens, para que Deus possa preparar o terreno, preparar o caminho para Ele vir morar,
essas duas linhagens são a linhagem do reino, porque lembra, nunca teria formado, nunca teria construído a casa, o templo, a primeira casa mais permanente,
ainda não era uma casa onde Deus pudesse morar, mas nunca teria construído o templo se não fosse Davi, então tinha que ter o rei,
e o rei era essa promessa, um dia virá um descendente, aquele que vai pisar a cabeça da serpente, um dia vem o profeta semelhante a Moisés,
um dia vem aquele, e depois de Davi, então todos os profetas falavam, vou restaurar e vou restaurar Davi, Davi é necessário para a restauração, não Davi ele mesmo, mas é um descendente Davi,
o cumprimento da promessa de Deus para sempre ter um descendente de Davi em Jerusalém, a cidade de Jerusalém, descendente de Davi,
isso sempre fez parte de todas as profecias, de tudo, depois de voltar da Babilônia, Ageu e Zacarias profetizavam sobre a linhagem de Davi e sobre a casa de Deus,
então nós muitas vezes associamos, porque sabemos que Jesus veio como filho de Davi, então eu sei que o que eu vou falar não é novidade, mas eu só quero dizer que muitas vezes nós falamos sobre a necessidade de ter um descendente de Davi para trazer o reino,
e isso é importante, isso está muito forte nas Escrituras, tanto a cidade de Jerusalém, Cião, descendente de Davi, o Messias prometido, tudo isso é uma linha muito importante das profecias e dos requisitos para redenção,
e mais uma vez isso mostra que Jesus não veio para morrer na cruz, para nossos pecados, nos dá um passaporte para a vida eterna, nos dá a vida eterna e a gente ir para o céu,
ele deu isso, ele trouxe Jesus para que tudo isso que Deus estava preparando, porque Deus levou dois mil anos depois de Abrão, para vir o descendente de Abrão, porque Deus estava construindo tudo isso, século após século e todo o processo da história,
para chegar nesse ponto, não para jogar fora, mas porque Jesus como filho de Davi, ele cumpriria esse requisito, precisa ter um descendente de Davi, então o que estava acontecendo nesse período interbíblico em relação a isso?
Eu estou dando aqui linhas que nós vamos continuar seguindo, mas é importante pegar essas linhas e dentro desse contexto, então tinha um povo pequeno, na terra, sem autonomia, uma aliança baseada mais em palavra escrita,
foi muito bom, muito real, no tempo de Esesneia mesmo, mas depois foi ficando cada vez mais baseado só em letras, sem a realidade, então, mas precisava de um descendente de Davi, e qual era, o que estava acontecendo, eu estou falando sobre esse início do período,
mas isso vai ser a linha que nós vamos seguir, o que estava acontecendo durante os 400 anos antes da vinda de Jesus, sobre essa questão de ter que ter um descendente de Davi, quem foi o principal líder do retorno da Babilônia?
Zorobabel, um descendente de Davi, então, no início estava acontecendo um cumprimento, e tanto o Ajeu quanto os Acarias, que foram contemporâneos de Zorobabel, os dois profetizaram Zorobabel, a gente não sabe muita coisa sobre Zorobabel,
ele não aparece, não sabemos muito o que ele falou, nós sabemos que ele estava ali ajudando, acompanhando o povo para a voltada do exílio e reconstruir o templo,
sabemos que eles pararam por 16 anos, mais ou menos, e depois veio Ajeu e falou assim, olha, não é para parar, é para continuar, aí fala no profeta Ajeu que Zorobabel ouviu a palavra de Deus e retomou a construção,
mas fora isso a gente não tem muita, a gente não tem informação sobre Zorobabel, mas tem profecias, Zorobabel falou, Ajeu falou, Zorobabel, você, você vai, é a sua descendência, você, ele fala, você, como quando Deus falava com Davi, você, mas ele estava falando sobre descendência,
então ele fala que Deus, Ajeu profetiza no finalzinho do segundo capítulo, Ajeu só tem dois capítulos, é bem curtinho, mas ele fala que Zorobabel vai ser um selo no braço de Deus, que Deus vai levantar,
e aí Zacarias também fala, Zorobabel, não fique com medo, essa montanha que está na sua frente vai ser removida, não por força, nem por violência, então tem profecias sobre Zorobabel,
mas durante esse período, eu coloquei aqui, houve um, não um desaparecimento de quem não tinha mais descendente de Davi, esse desaparecimento, eles se tornaram invisíveis durante esse período, começando depois de Zorobabel,
a partir de Zorobabel, nós não temos notícia de um descendente de Zorobabel, de alguém que tomou a frente, que alguém que tinha a esperança de ser um descendente de Davi,
e todo mundo assim, não podia ser um rei, porque tinha o governo persa, depois os gregos, etc, os outros impérios, mas nem ouvimos falar,
então uma das coisas que estava acontecendo nesse período, é que o descendente de Davi foi ficando cada vez mais esquecido,
não totalmente, porque é uma das coisas principais que estava acontecendo entre os samaritanos no Monte Gerezin,
e os judeus que estavam ali em Jerusalém, era a cidade que Deus escolheu foi Jerusalém, não é o Monte Gerezin,
e outra coisa que eles representavam, o descendente que vai unir o povo de Israel, que vai ser o passo para o reino de Deus aqui,
é o descendente de Davi, os samaritanos não aceitavam, eles não aceitavam os outros livros da Bíblia, do primeiro testamento,
eles não aceitavam as promessas de Deus para Davi, então esse era um ponto que muita gente, os samaritanos e outros que estavam seguindo,
porque na história nós descobrimos que depois de Estras e Nehemiah, nessa continuação da história que a gente não tem nas escrituras, mas a continuação da história,
o Monte Gerezin com esse templo paralelo, eles já eram mais fortes, porque os samaritanos estavam ali, já uma população maior, eles estavam ali,
eles nunca tinham saído da terra, então eles estavam ali, eles tinham mais força, tinham cidades maiores, tinham mais população, tinha mais força política com os imperadores,
então muita gente, até daqueles que voltaram, a gente não sabe especificamente, mas tudo indica que até do povo que voltou do exílio,
alguns foram para o lado dos samaritanos, porque tinha mais força, tinha mais influência, parecia que eles estavam conseguindo avançar mais,
então essa descendência de Davi e a cidade de Jerusalém, isso segurava, tinha alguns que se mantiveram firmes, mas não foram todos,
então eu estou colocando isso aqui, que isso foi algo que ficou muito em perigo, não desapareceu sem a esperança messiânica,
a fé que Deus ia levantar um descendente de Davi, mas ficou fraco, e não tinha alguém, não tinha alguém.
Quando Jesus veio, Maria, a família dela, José, a família dele, eles não eram pessoas importantes, não eram assim, bom, esse aqui é a linha real,
nós temos até no Brasil, até hoje temos um político que é descendente de Dom Pedro II, então sabemos quem é, sabemos que aqueles que pensam numa restauração do monarquia,
tem uma descendência e é uma pessoa que tem destaque, mas naquele tempo não tinha, não se sabia, pelo que a gente sabe, eram pessoas totalmente comuns,
e ninguém estava olhando para essa família como dessa família vem o Messias, então isso é uma coisa que estava acontecendo, a linhagem de Davi,
a promessa de Deus para trazer a casa de Deus, lembra? Deus prometeu para Davi, Deus falou com ele, "olha, você não vai fazer a casa, mas seu filho vai fazer".
Foi Salomão, mas nós sabemos que essa profecia que veio para Davi, "seu filho vai edificar a casa", estava falando sobre um descendente futuro,
assim como Abraão teve um filho, Isaac, mas o descendente mesmo prometido para Abraão seria Jesus, então o descendente que nunca deixaria o trono vazio,
o lugar de Jerusalém seria um descendente de Davi e eles tinham que manter essa esperança viva e isso quase que apagou, então isso fez parte desse contexto,
nós vamos estudar isso porque nós vamos passar pelo período dos macabeus, nós vamos passar por todos os acontecimentos do período interbíblico para entender o que estava acontecendo de bom e de ruim para preparar o caminho para a plenitude dos tempos.
Agora, a outra coisa que nós vamos nos ocupar, essa questão da descendente de Davi, nós vamos continuar falando sobre isso, mas como eu já estou informando,
não aconteceu nada de significativo sobre a descendente de Davi depois de Sorobabel, então isso aqui já é um fato que nós podemos ter a respeito do período interbíblico.
Agora lembra-se então, tem duas coisas, duas linhagens que Deus prometeu, antes de Deus prometer para Davi, antes de Deus encontrar Davi, teve a profecia de Jacó sobre Judá,
o cetro não se apartará, teve uma profecia de Jacó a respeito de Judá, a respeito de uma linhagem real, mas teve uma outra, uma outra linhagem que é muito importante,
que é na verdade mais falado na Bíblia do que a linhagem de Davi, essa outra linhagem é a linhagem sacerdotal, e eu não tenho tempo aqui para ler as Escrituras,
mas quando Deus, como o Moisés, quando Deus chamou Arão e a tribo de Levi, ele tem vários lugares que falam a respeito de uma promessa de Deus de conceder essa linhagem sacerdotal,
dentro da nação de Israel a linhagem sacerdotal foi mais destacada e mais falada e mais funcionava do que a linhagem real, antes de Deus escolher um rei,
antes de Deus falar especificamente sobre a família de Davi, desde quando o povo se tornou uma nação, como Moisés, ele separou, ele lembra, ele queria que toda a nação fosse, todos fosse sacerdotes,
uma nação sacerdotal, mas como isso não pode acontecer antes da nova aliança, então ele separou e ele falou várias vezes no livro de Êxodo, eu vou ler Êxodo 29, versículo 9 que fala quando Deus estava dando instruções,
ele fala "os singirás com o cinto, Êxodo 29 e 9, Arão e seus filhos lhes atarás as tiaras para que tenham o sacerdócio por estatuto perpétuo e consagrarás Arão a seus filhos",
para que Deus pudesse caminhar com o seu povo, precisava de um ministério sacerdotal, porque lembra, eles não conseguiram entrar naquela aliança plena antes da nova aliança,
então precisava de sacerdotes, como Deus nos chamou e ainda vai ter um ministério sacerdotal no milênio, porque enquanto tiver pessoas que não tenham contato com Deus, é preciso ter sacerdotes,
é preciso ter uma nação, é preciso ter um ministério, nós precisamos do ministério sacerdotal até que venha na profecia a nova aliança em plenitude,
porque nós ainda precisamos disso hoje mesmo com a nova aliança na medida que nós temos, então o ministério sacerdotal é essencial para Deus falar conosco, para Deus cobrir nossos pecados, expiação pelos pecados,
para poder Deus vir em nosso meio e não é qualquer pessoa, isso fala no primeiro testamento em números, fala de novo em hebreus, que não é qualquer pessoa que pode ser sacerdote,
então só rapidamente eu quero ler dois textos para vocês para entender, você talvez esteja indo lá na frente, Jesus tanto é o filho de Davi que cumpriu a linhagem da descendência de Davi para ser rei,
como ele também ele é o sumo sacerdote, embora hebreus explique isso muito detalhadamente, que embora ele não fosse da tribo de Levi, Jesus reuniu em si esses dois chamados e ainda o chamado de profeta,
porque só para mais ou menos colocar aqui, eu não escrevi na frente, mas esses últimos três pontos, aliança deveria acontecer no coração,
mas na primeira aliança e até hoje nós dependemos muito da palavra escrita, e ela é importante, ela é essencial, mas ela não pode substituir o contato vivo com Deus,
porque a aliança verdadeira só é aquela que acontece no coração, e quem é que faz essa aliança na palavra escrita se tornar real?
O ministério profético, é o ministério de Elias, que traz, o ministério profético, João Batista, é o ministério profético que faz a palavra escrita,
e isso vem desde o início, Moisés foi profeta, então desde o início, a palavra que vem de Deus e que conquista o nosso coração e que nos conecta com Deus,
ela precisa ser uma palavra viva, ela não pode ser só a palavra escrita, então nesse ponto de aliança, nós temos a necessidade do ministério profético, profeta,
no reino nós precisamos de um rei, nós precisamos do verdadeiro ministério real, de governo, e no ministério da casa de Deus nós precisamos do sacerdote,
e um sacerdote poderia ser um profeta, mas a maioria não era, e isso aí seria mais ou menos um outro assunto, mas o que eu quero dizer para iniciar,
para definir nessa nossa visão de hoje, é que Deus não tem um versículo que fala isso, Deus não falou assim, um sacerdote nunca pode ser um governante,
mas Deus colocava, Deus colocou em duas tribos separadas, o ministério sacerdotal era da tribo de Levi, a linha real, a linha do rei vinha da tribo de Judá,
o profeta poderia ser de qualquer tribo, o profeta não tinha restrição, mas nós temos os exemplos do rei Saúl que se antecipou, não esperou para o Samuel,
ele quis oferecer, perdeu o reino, porque ele como rei, ele usurpou a função de um sacerdote, o rei Usá muitos anos depois entrou no tabernáculo, quis oferecer incenso a Deus, ficou leproso até a morte,
então Deus proibia, não tem uma lei falando isso, mas Deus não queria que fosse a mesma pessoa, e nós já falamos sobre isso em outros estudos, mas eu quero deixar isso muito claro,
e principalmente assim, eu vou só colocar esse ponto aqui, que esse é um aspecto que nós vamos continuar seguindo no período interbíblico, mas eu quero mostrar o contraste, olha só, a descendência de Davi foi sendo esquecida,
perdeu a importância, quase que perdeu a esperança, e não houve uma sequência durante o período interbíblico de esperar, de profetizar, de olhar para essa vinda do descendente de Davi,
em contraste, lembre-se então, Deus prometeu duas linhagens, Ele falou, eu não estou tendo tempo aqui para ler, tem vários textos, em Êxodo, em Números, em Deuteronômio, Deus fala assim,
em vários lugares, em Crônicas, fala que Deus deu o sacerdócio como um ministério permanente, era uma linhagem também, e era uma linhagem importante, e tinha que ser separado,
rei e sacerdote eram duas, não era a mesma pessoa, não podiam ser a mesma pessoa, mas os dois eram complementares, e nós temos um exemplo, embora Nehemias não fosse da, pelo menos pelo nosso conhecimento,
porque ninguém sabe a genealogia de Nehemias, mas ele provavelmente era da tribo de Judá, mas a cooperação entre Nehemias e Esdras é exatamente o que Deus queria, Nehemias como governador,
não podia ser rei, mas ele era o governador, e Esdras como sacerdote, esse complemento, essa cooperação, e é isso que Deus queria, em Deuteronômio,
quando Deus fala sobre governo para Moisés, era para ter um juiz, que estaria no lugar de um rei, e o sacerdote, então essas duas funções, e Deus deu promessas, a linhagem dos sacerdotes,
e a linhagem dos reis, mas no período interbíblico, um ficou mais forte, a descendência de Davi, quase que ninguém nem sabia mais quem era descendente de Davi,
e ninguém falava, e ninguém, parece que ninguém ficava, tinha grupos que tinham esperança, mas a maioria não tinha, mas os sacerdotes, os sacerdotes ficaram cada vez mais proeminentes,
os sacerdotes ficaram cada vez com mais poder, e começaram a acumular essas duas funções, eles não eram reis, a não ser no tempo dos macabeus, que eram autônomos,
mas na maioria desse período, o sacerdote ele não podia ser um rei, estava debaixo de algum outro império, porém, o sacerdote tinha essa função, ele tinha muito poder,
e no tempo de Jesus também, então essa situação que foi se desenhando, que foi formando durante o período interbíblico, porque isso não existia antes,
para não dizer que o sacerdote nunca tinha sido um tipo de governante, nós podemos apontar o sacerdote Eli, lembra de Eli? Eli, no tempo de Samuel, ele era o sacerdote, o sumo sacerdote, e ele era o juiz,
mas embora Eli fosse uma pessoa sincera, íntegra, mas ele não fez um bom governo, e esse acúmulo de poder nas mãos dele não foi bom, inclusive para os filhos, então não foi um bom exemplo.
Agora, tem um bom exemplo do sacerdote Joiada, no tempo do reino dividido, que no tempo daquela rainha, descendente de Iacabe, Atalia, que estava reinando e fazendo coisas terríveis,
o sacerdote Joiada, ele governou por um tempo, enquanto Joaz, descendente dos reis, descendente de Davi, era menino, mas depois ele preparou o caminho, preparou todo o esquema para eliminar a rainha Atalia e coroar Joaz,
então ele só fez um papel muito importante de ajudar a linhagem dos reis, mas antes dessa época, os sacerdotes não acumulavam esse poder, eles não tinham esse poder de governar,
e nós vamos seguir isso e mostrar como os sacerdotes, eles começaram a ficar cada vez mais poderosos e mais importantes, então eu vou ler dois textos aqui, um em I Samuel 2, justamente por causa dos filhos de Eli,
mas é uma promessa que Deus deu, e só para a gente entender um pouco sobre essa promessa de Deus e a importância dessas duas linhagens, isso se reuniu em Jesus, Jesus é o sacerdote, ele é o rei,
mas em todo o tempo, antes Jesus e depois da primeira vinda de Jesus, essas duas funções, elas são separadas, e essa mistura, essa mescla, essa contaminação, essa prostituição do poder espiritual com o poder cívico temporal,
é um problema seríssimo que nós enfrentamos até os dias de hoje, então esse período interbíblico vai nos ensinar muito sobre essa ausência de uma linhagem da vidica,
mas sobre a proeminência, sobre o surgimento dos sacerdotes com poder para dominar e como isso foi nocivo, como isso foi terrível para o povo de Deus, e essa foi, estou só já mostrando que esse é o caminho, foi isso que Jesus encontrou quando ele veio,
então em 1º Samuel 2, quando veio um profeta para falar com Eli, por causa do que os filhos dele estavam fazendo, eu só quero pegar um versículo aqui, no final do 1º Samuel 2, 1º Samuel 2, 35,
"Eu suscitarei para mim um sacerdote fiel, que fará segundo o que está no meu coração e na minha mente. Eu lhe edificarei uma casa duradoura, e ele andará sempre diante do meu ungido."
Então aqui fica muito claro, Deus está falando assim, essa época houve uma deturpação, uma corrupção terrível do sacerdócio nessa época, e Deus está falando, "Eu vou suscitar um sacerdote fiel, mas não para ele fazer tudo sozinho, ele vai andar sempre diante do meu ungido."
Então isso mostra essas duas linhagens que são importantes, só Jesus pode ser o rei e o sacerdote ao mesmo tempo, e o outro texto que eu quero ler está em Jeremias 33, na profecia da restauração,
e é uma das profecias mais fortes que tem aqui sobre a aliança perpétua que Deus tem, que Deus não vai desistir desse plano aqui, de ter um povo na terra, em aliança com ele,
de preparar o caminho para o reino que Jesus vem, assumir o seu lugar, e a casa que Deus vai ter para habitar para sempre.
E lembrando que nas profecias de Ezequiel, nós já mostramos isso, quando fala assim, "Vocês vão para o cativeiro, vocês estão no cativeiro", no caso de Ezequiel 36 e 37,
"Vocês estão no cativeiro, mas eu vou restaurar", e Deus fala assim, "Vou pegar todos, vou catar todo o meu povo, não vou pegar só uma parte, vou reunir todos,
vou acabar com a divisão entre o reino de Israel e o reino de Judá", então Deus promete unidade, Deus promete um povo, Deus promete a terra,
Deus promete uma aliança no coração, e o que mais que Deus promete?
Jeremias 33, versículo 17, "Pois assim diz o Senhor, nunca faltará a Davi", o que que ele está falando? O reino, ele está falando sobre essa promessa,
para Deus vir e morar e cumprir o seu plano de redenção, ele está prometendo trazer o seu povo, restaurar na terra, restaurar a aliança,
mas precisa ter o rei Davi, nunca faltará Davi homem que se assente sob o trono da casa de Israel, e que mais que ele promete?
Versículo 18, "Nem aos sacerdotes levitas faltará homem diante de mim para que ofereça holocausto e queime cereal, oferte de cereais e faça sacrifícios todos os dias",
e ele repete, versículo 20, "Assim diz o Senhor, se puder invalidar minha aliança com o dia, minha aliança com a noite, de tal modo que não haja dia e noite a seu tempo,
também se poderá invalidar minha aliança com Davi, meu servo, para que não tenha filho que reine no seu trono, como também com os levitas sacerdotes meus ministros".
Então, num sentido muito pleno, muito real, como o Livro de Hebreus mostra, Jesus é o rei e Jesus é o sumo sacerdote.
Mas dentro da nova aliança nós aprendemos com primeira Pedro, nós aprendemos o Livro de Apocalipse, que nós fomos resgatados para sermos sacerdotes.
Então, quando Deus promete, nunca vai faltar um descendente de Davi, esse é Jesus, não tem outra pessoa que vai ser o Davi sob o trono.
Mas ele fala assim, "Nunca faltará aos levitas sacerdotes, homens que estejam diante de mim como meus ministros".
Então, e a Bíblia fala muito claro sobre isso, em Apocalipse 20, aqueles que ressuscitaram vão reinar, vão ser reis e sacerdotes, vão reinar junto com Jesus,
não como o Davi, mas como sacerdotes, vão ministrar diante de Deus, vão ministrar para as nações.
Então, eu queria mostrar essa necessidade de duas linhagens, elas se unem em Jesus, mas ao mesmo tempo, Deus está preparando, Deus está buscando,
eu não tenho a revelação de exatamente como isso se aplica para a plenitude dos tempos, para Jesus voltar, é algo que eu quero entender, quero investigar, quero entender mais,
mas esse tempo mostra o desvio, a descendência de Davi foi esquecida, mas a descendência dos sacerdotes foi desviada,
ela assumiu posições, ela assumiu funções que não seriam, e eles perderam, o seu foco perderam a essência do que é um sacerdote,
e começaram a ter essa prostituição com o sistema de governo, com o sistema do mundo, e isso é o que nós encontramos até hoje na igreja.
E só uma observação interessante, porque quando a gente pensa sobre esses pontos, a gente pode fazer, mas onde que na Nova Aliança, no Novo Testamento fala sobre isso?
E é muito interessante, acho que eu nunca tinha visto exatamente dessa forma, mas se você pegar o livro de Hebreus, a Carta aos Hebreus, você encontra tudo isso aqui, tudo,
ele começa falando no capítulo 1 sobre como Deus falava com as pessoas antigamente, Jesus é o profeta, Jesus é o sacerdote,
Jesus é o que está sendo fiel, governando sua casa, como Moisés era um servo fiel dirigindo a nação, ele fala sobre o reino, ele fala sobre a casa,
sobre a casa onde Deus quer morar, tudo está, a terra, Hebreus 3 e 4, fala sobre a terra, então o livro de Hebreus mostra o cumprimento na Nova Aliança de todos esses aspectos,
seria muito interessante estudar o livro de Hebreus, ler e estudar o livro de Hebreus pensando nesses cinco pontos, porque exatamente o que nós vemos Jesus cumprindo,
mas abrindo caminho para que nós pudéssemos ser realmente o povo dele habitando na terra, encontrando a terra, tanto no sentido espiritual, mas também no sentido literal, enfim, que Deus mostrando que o plano de redenção inclui todos esses elementos,
então nós temos, esses são aspectos, são pontos que nós vamos seguir no estudo do período interbíblico para entender como Deus, principalmente nesses últimos dois pontos,
era uma época que não tinha, não tinha abertura para ter um descendente Davi sentado no trono, mas como isso foi sendo contestado pelos samaritanos e como foi sendo esquecido,
essa esperança de que realmente precisaria ter um descendente Davi, porque isso estava muito claro nas profecias, para ter restauração precisa do descendente Davi,
mas precisa, e eu posso até dizer na segunda vinda, precisa da restauração do ministério sacerdotal, não contaminado, não misturado, não tomando o lugar na ausência da descendente Davi,
os sacerdotes estavam assumindo uma função que não era deles e estavam contaminando o culto, contaminando o propósito e a esperança profética,
então tudo isso vai ser muito interessante para seguir olhando como isso foi acontecendo durante o período e para entender exatamente o que Jesus encontrou quando Ele veio,
Ele que era o Deus conosco, Deus habitando com o homem, mas preparando o caminho para que essa habitação de Deus pudesse ser uma habitação plena e é isso que nós esperamos na segunda vinda,
então vamos entender o que Deus quer conosco na nossa geração e vamos procurar ser realmente as pessoas que estão alinhadas com Deus e que entendem o que Deus realmente quer de nós,
a nossa geração de Deus está procurando pessoas assim, senhor, que nós sejamos algumas das pessoas que o senhor procure hoje, que o senhor procura hoje, que nós possamos ser o teu povo desejando a restauração verdadeira do ministério sacerdotal,
que o senhor possa nos ensinar naquilo tanto que no lado da descendência da vidica que perderam muitas vezes a esperança e a clareza como na substituição do ministério sacerdotal para o ministério que não tinha nada a ver com o ministério sacerdotal
e que contaminou, contaminou o povo, contaminou o culto, contaminou a esperança profética, pedimos isso e que o senhor fale e caminhe conosco ao nosso desejo em nome de Jesus, amém.
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