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Aula 02 – Vol.34 – Como Deus preparou as circunstâncias para Ester se tornar rainha

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O livro de Ester conta uma história tremenda da providência divina para usar todas as circunstâncias em favor do seu plano de redenção e restauração total – sem mencionar o nome de Deus! O primeiro passo nesse relato foi explicar como aconteceu que surgiu uma “vaga” para rainha. No meio de um reino totalmente dominado pelo homem, com todas as qualidades egocêntricas e perigosas de sua natureza caída, Deus estava preparando tudo com bastante antecedência para colocar a sua representante no lugar certo para a hora certa!

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24/09/23 – Ester 1 – Baixardo áudio.


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Transcrição · gerada automaticamente

Estamos agora no livro de Ester. Tivemos a primeira aula de introdução na semana passada,
só dando alguns fatos importantes, pegando mais o contexto histórico e algumas coisas importantes
para saber a respeito do livro de Ester. Hoje que nós vamos começar o livro propriamente dito,
vamos começar no primeiro capítulo. É uma história, é um registro de um fato importante,
como nós vimos, não tem nenhuma menção do nome de Deus. É uma das coisas que as pessoas
sempre comentam, né? Todo mundo geralmente observa esse fato de que é um livro inteiro da Bíblia,
quer dizer, não é um livro muito grande, mas é um livro que não menciona o nome de Deus, mas o propósito
principal do livro, nós vamos tirar outras lições, nós vamos olhar outras, sempre tem uma riqueza de
coisas que nós podemos aprender de todas as histórias, de todos os textos na Bíblia, mesmo uma profecia,
às vezes tem algo que é central, que é o propósito principal que Deus quer mostrar, principalmente
quando tem uma história, um registro, um relato de uma história que aconteceu, tem sempre um objetivo,
o objetivo é realmente saber as coisas que aconteceram, porque a Bíblia é um relato da
história da redenção, então não é uma história qualquer, mas na verdade toda a história da
humanidade mesmo, as histórias dos países hoje, você estudar história do mundo, história de um
país em particular, sempre tem importância porque faz parte de um quadro geral, mas a história da
Bíblia, do povo de Deus, da história da redenção, as histórias têm um significado muito especial,
é muito específico, Deus não colocou, Deus não dirigiu para que esse livro, esse relato,
entrasse na Bíblia, nas escrituras, não foi por acaso, não é uma coisa secundária, é uma
história importante que realmente aconteceu e que faz parte de uma sequência de eventos que
a Bíblia foi dirigindo ao longo da história, mas tem muitas lições que nós podemos tirar também
assim, mesmo não sendo o objetivo principal, eu até coloquei uma folha aqui, com algumas coisas que
nós vamos observar hoje, sobre as lições secundárias, secundárias não significa e não
são importantes, mas não é o objetivo principal dessa parte do livro de Esther mostrar esses
aspectos, mas são coisas que nós queremos também observar, no entanto, em primeiro lugar, queremos
entender qual é, dentro do possível, dentro do que nós podemos deduzir, entender com a ajuda de
Deus, qual é o objetivo principal, o objetivo principal dessa, de todo o livro e dessa primeira
parte, primeiro capítulo, ainda não vai apresentar nem Esther, nem Mordecai, nem Aman, que são os
três personagens principais, fora o rei, que aqui aparece com o nome Assuero, mas na história
dele, como rei Xerxes, então esse primeiro capítulo não apresenta essas personagens
principais, mas vai preparar o caminho, como é uma história de Esther como rainha e como Deus usou
a vida dela, a posição dela, Deus permitiu que ela fosse conduzida para essa posição muito elevada,
com um objetivo muito especial, ele não estava apenas querendo abençoá-la, reconhecê-la, porque
ela foi uma pessoa muito temente a Deus e Deus abençoou, Deus coroou a vida dela com reconhecimento,
a gente pode tirar lições pessoais da vida dela, mas esse não é o objetivo principal, claro que
Deus se interessa, se interessou na vida dela, se interessou na vida de Mordecai, Deus se interessa
em cada pessoa, não só porque faz parte da nação que Deus tinha do povo, que Deus tinha escolhido
para ser o instrumento dele, mas o propósito de Deus é sempre para que nós possamos contribuir com
a vida humana para toda a humanidade, Deus não quer uma bênção individual sem levar em conta o que
Deus quer fazer com tudo, isso é muito importante entender, o cristianismo tem perdido muitas vezes
essa noção, como se Deus quisesse nos abençoar independentemente do que está acontecendo com o
propósito da humanidade e isso não é verdade, então nós queremos focar hoje nessa primeira
parte da história para entendermos o propósito principal que Deus colocou isso aqui, como Deus
revelou seu jeito de trabalhar na história e queremos também aprender algumas outras lições,
vamos orar, senhor nós entendemos realmente que o senhor conduz a história, nós não entendemos
como, é muito complicado para nós entender a tua soberania e a livre escolha de cada um, como que
pessoas que eram tementes a ti, eram dirigidas por ti sem saber como, que a gente saiba Mordecai,
nunca tiveram esse sonho de ter essa posição no governo, Daniel não tinha, ele teve que ser
levado para o cativeiro, não era o plano dele com certeza, então como que o senhor dirige a história,
como que o senhor dirige a vida das pessoas, mas não só de servos teus, mas de pessoas que nem te
conhecem, de pessoas como os reis e rainhas e oficiais e sábios, como que o senhor dirige os
acontecimentos e trabalha com os acontecimentos para que a tua vontade seja feita, nós vamos olhar
isso nesse livro mesmo sem entender exatamente como o senhor faz, por isso o senhor nos ajuda,
nos dá a tua revelação e conduz-nos pelo teu espírito para que possamos entender aquilo que o
senhor quer revelar, em nome de Jesus pedimos amém. Reforçando mais uma vez, esse primeiro
capítulo vai contar exatamente como que abriu, eu até digo as vezes assim, abriu uma vaga para
a rainha, abriu um espaço, essa posição que Esther veio a ocupar, ela estava ocupada, o rei
Assuero, ele tinha uma rainha, então se ela continuasse vastice, se ela continuasse sendo
rainha, não teria a história de Esther pelo menos dessa maneira, o mistério da providência de Deus,
o mistério de como Deus age nas circunstâncias para que a vontade dele seja feita, isso vai vai
sempre pelo menos até que o senhor volte e nos dê mais entendimento, mais capacidade, até que a
gente saia das limitações mentais e físicas e intelectuais que nós temos hoje, nós nunca
podíamos entender plenamente, nem faria bem para nós entender exatamente como Deus conduz, até que
ponto que Deus mexe com os pauzinhos, como é que ele claramente não nos trata como marionetes que
ele puxa e dirige do jeito que ele quer, mas a bíblia fala que Deus pode endurecer corações,
Deus pode inclinar o coração do rei, tem vários textos que falam a respeito assim de Deus ter a
capacidade, claro ele é Deus, ele poderia interferir com as nossas decisões, mas como que Deus trabalha
as circunstâncias, como é que Deus faz com que a rainha Vasti fosse perder sua posição, e eu
acho particularmente assim, eu sei que é uma maneira muito incompleta de pensar, todas as nossas
maneiras de definir são incompletas, mas eu penso que Deus prefere trabalhar diante das escolhas
humanas, as pessoas escolhem, Deus sabe como as coisas vão acontecer, Deus sabia evidentemente
que anos depois, porque quando aparece no capítulo 3, quando aparece a mãe que é a figura daquele que
vai tramar para destruir o povo judeu, isso aconteceu vários anos depois, não foi já nesse
primeiro, no mesmo tempo, aliás a própria Ester ela não foi escolhida para ser rainha logo em
sua vida, passaram-se me parece que quatro anos, alguma coisa assim, entre a deposição da rainha
Vasti e a escolha efetiva de Ester, então alguns anos se passaram, mas Deus sabia de antemão e Deus
coordenou, Deus trabalhou com as circunstâncias humanas para preparar o caminho para que quando a
rainha surgisse e quando ele tivesse o poder e quando ele tivesse essa decisão de tramar contra
o povo de Israel, Deus já tinha preparado o caminho, ele já tinha Ester ali, ele tinha Mordecai ali,
então ele tinha as pessoas certas nos lugares certos e isso é maravilhoso, nós vamos continuar
admirando e acompanhando sem entender, nós não sabemos exatamente como Deus trabalha nas
circunstâncias, mas Deus é capaz de transformar circunstâncias ruins em algo bom para o seu plano,
isso para mim é muito mais grandeza de Deus do que se Deus tivesse puxando as cordinhas como se nós
tivéssemos uns robôs apertando botões e fazendo a gente fazer exatamente o que ele quer, isso não
é a visão que eu creio que a bíblia mostra a respeito de Deus, então em primeiro lugar nós
vamos passar pelo capítulo, vamos seguir, nós temos um esboço que você pode acompanhar que
enumera os acontecimentos principais, nós não vamos demorar, a história é muito clara, não tem
alguma coisa para explicar ou para deduzir em relação aos acontecimentos, mas logo em
seguida nós vamos tirar, nós vamos comentar sobre algumas lições, sobre algumas conclusões que nós
podemos tirar de tudo isso. Então no primeiro versículo do capítulo 1 foi isso que aconteceu nos
dias de Açueru, que reinou desde a Índia, evidentemente naquele tempo não tinha os países
de fronteiras que nós temos hoje, mas os estudiosos entendem que essa Índia, que era a região, na verdade
no original não fala o nome Índia, mas seria onde é o país hoje, Paquistão, mais ou menos na região,
porque depois de Afganistão vem Paquistão, então seria mais ou menos dessa região do Paquistão até a
Etiópia, ou Cuxi, também não corresponde exatamente ao país da Etiópia hoje, mas era a região ao sul do
Egito e que compreende a região onde está o país hoje da Etiópia, mas seria toda essa região do Norte
da África, então este rei a gente já mostrou em aulas anteriores, podemos voltar aqui para olhar
novamente essa sequência dos reis da Pérsia, esse rei Xerxes não foi ele que conquistou, então se
você olha aqui nós temos o primeiro grande rei da Pérsia que foi Ciro, depois dele veio o filho dele
que não está aqui, Cambizes, e depois o rei Dariu, que não era da linhagem, não era filho, não era
dependente de Ciro, mas o rei Dariu entrou depois, e Dariu que foi o pai de Xerxes, aqui são uma
linhagem, um é filho do outro, Xerxes não foi o rei que conquistou toda essa região, mas ele estava
desfrutando, ele tinha herdado, Ciro conquistou uma parte, Dariu conquistou mais uma parte, o próprio
Cambizes também, então são os reis que conquistaram, e Xerxes então, rei Assuero, estava governando
sobre toda essa região, versículo 3 era o terceiro ano do seu reinado, de acordo com os conhecimentos
históricos, ele gastou alguns, talvez esses primeiros dois anos do reino dele, combatendo rebeliões
que surgiram, se não me engano, no Egito, na Babilônia, tinha os reis, eles gastavam a maior parte do tempo
ou sufocando, reprimindo rebeliões que surgiam, porque era um império grande, os povos queriam ser
independentes, então quando surgia um líder, quando surgia uma força para se tornar independente,
os reis então, eles entravam com o exército e conquistavam, e matavam, e exerciam o controle deles,
então isso foi o que tinha acontecido no início do reinado dele, versículo 2, ele estava sentado no trono,
mas ele estava reinando, ele estava governando todo esse reino, no versículo 1 fala que tinha 127 províncias,
e ele estava na fortaleza de Susã, os reis da Pérsia, eles usavam vários, mais de um lugar, parece que pelo menos
tinha outras duas cidades, que eram capitais também, mas Susã é citado aqui, também no livro de Neemias,
no terceiro ano do seu reinado, ele deu um banquete, acho que não tem um livro na Bíblia que fala tanto de banquete
como esse livro de Ester, tudo que tinha que acontecer era dentro do contexto de um banquete,
e aqui no terceiro ano do seu reinado ele deu um banquete a todos os seus príncipes e oficiais,
os nobres e oficiais, estavam perante ele os chefes do exército da Pérsia e média,
porque eram dois povos meio relacionados etnicamente, antes de Ciro, quem eram os mais fortes eram os Medos,
mas agora Ciro que era da Pérsia, ele colocou a Pérsia, eles fizeram uma aliança, eram dois povos que estavam juntos,
então ele tinha os chefes do exército da Pérsia e média, e os nobres e governadores das províncias,
ou seja, ele tinha os nobres, os sábios, os oficiais, tinha alguma coisa parecida com ministros,
tinha os governadores dessas 127 províncias, ele tinha toda a força, toda a liderança dele para fazer um banquete,
e em versículo 4 esse banquete, a gente não imagina, provavelmente não era uma festança todos os dias,
mas você já imaginou uma festa que durou 180 dias, 6 meses, 6 meses de festa, e aí você pergunta,
"puxa, mas o povo não tinha nada para fazer, todos esse, o exército e o rei e os oficiais dele e os governadores,
todo mundo ficou lá banqueteando", bom, aqui para o propósito do livro de Esther não explica, de acordo, isso também não é certeza absoluta,
mas olhando os registros históricos, nós temos o historiador grego Heródoto que conta muita coisa,
tem outros documentos históricos também, então, o que aconteceu só para a gente entender esse contexto do rei Xerxes aqui?
Ele estava no terceiro ano do reinado dele, ele tinha acabado de tomar conta com mão de ferro sobre todas as províncias,
então onde tinha rebeliões, ele tinha acabado com as rebeliões, estava tudo em paz, e como tanto em questão de riqueza,
quanto em questão de posição, quanto em questão de domínio, nunca, nunca as pessoas ficam satisfeitas,
isso é uma característica do homem caído, a gente sempre quer mais, riqueza é um perigo, o amor ao dinheiro que é a raiz de todos os males,
o amor, assim, tudo tem a ver com a exaltação do ego, do eu, do nome, da fama, do desejo de querer ter mais,
então aqui tem um imperador, ele veio depois de outros antes dele, mas ele também queria, o próprio pai dele, Dario,
tentou conquistar a Grécia, e não conseguiu, e Xerxes, nesse banquete ou esse concílio de 180 dias,
é muito, muito provável, de acordo com essas pesquisas históricas, que ele estivesse, porque realmente coincide com o ano,
que logo depois desse terceiro ano, Xerxes tentou duas vezes, durante um período de exatamente entre a deposição de Vasti como rei,
e a rainha, a exter se tornar rainha, ter um intervalo de mais ou menos quatro anos, nesse intervalo ele tentou duas vezes,
duas grandes guerras contra a Grécia, eles queriam conquistar a Grécia, e não conseguiram, Dario tentou, o pai dele tentou,
não conseguiu, Xerxes tentou duas vezes, com um exército muito maior do que da Grécia, ele tinha muito mais poderio,
e ele foi derrotado duas vezes, mas o importante para nós é que esses 180 dias, provavelmente ele estava unindo os seus exércitos,
os seus generais, os governadores das províncias, porque os reis, eles sugavam tudo, eles sugavam recursos,
eles sugavam homens para fazer parte do exército, era assim um domínio e uma opressão terrível,
e sempre para que aquele rei, aquele imperador, aquele que estivesse em cima, para que ele pudesse ter mais riquezas,
mais glória, mais fama, nós estamos diante aqui, claro, de uma descrição de um rei, de uma das potências antigas,
no livro de Daniel, nós vimos várias descrições de Nabucodonosor, depois de Belsasar,
nós vemos como os reinos humanos, como eles são impregnados com esse espírito, e isso não é coisa antiga só,
isso até os dias de hoje, se você acompanha a pompa que tem na China, na Rússia, nos Estados Unidos, na Europa,
até certo, num determinado grau, em quase todos os países, você tem luxo, você tem dinheiro,
você tem riquezas e muita coisa que é feita assim, que é arrancada assim do povo,
isso nenhuma pessoa, nenhum governante poderia ter esse dinheiro, esse poder, se não fosse extraindo, explorando as populações,
para que eles possam ter esse poder, então é sempre, é sempre o reino humano, e eu gosto sempre de fazer um paralelo,
porque o sistema que a Bíblia chama de Babilônia, no livro de Apocalipse, Babilônia caiu, a grande meretriz,
então Babilônia não é só um sistema de governo, não é só os impérios, os governos humanos,
Babilônia é o sistema religioso, Apocalipse 17, a grande meretriz, então tem uma conexão entre a besta do Apocalipse,
que representa o sistema de governo, e a meretriz, que é o sistema religioso, e no capítulo 18 de Apocalipse,
nós vemos que a Babilônia também representa o sistema comercial, econômico, então você tem todas as ramificações,
é o sistema do homem, é o sistema do homem que é contrário ao sistema de Deus, como é que chama o sistema de Deus?
Reino de Deus, reino de Deus é o sistema de Deus, e é muito diferente dos reinos humanos,
nós já tivemos oportunidade de falar sobre isso no livro de Zacarias, e tem muitas, Daniel,
nós sempre podemos ver esse contraste entre o reino humano e o reino de Deus,
então eu vou aproveitar esse momento para explicar um detalhe importante sobre como que nós vamos abordar
o significado desse livro de Ester, como eu falei, as histórias, os relatos da Bíblia, elas podem ser interpretadas,
nós podemos pegar muitas lições individuais para aplicar como alegoria, nós podemos falar de Ester como uma representação da igreja, noiva,
mas eu quero traçar uma linha importante que é a seguinte, em alguns momentos, e eu não estou dizendo que isso não pode tirar uma lição importante,
mas tem pessoas que interpretam o livro de Ester como ela casada com esse rei persa, e como ela foi usada para interceder diante do rei em favor do povo,
e algumas pessoas tiram dessa situação, dessa história, a ideia assim de que a igreja intercede diante de Deus, como se esse rei,
Assuero ou Xerxes, como se ele representasse Deus, e evidentemente ele não representa Deus, ele é o rei de um império humano,
ele é, nós vamos ver nessa história, como ele é um rei cheio de defeitos, cheio de motivações erradas, é um rei que age de acordo com esse processo humano,
então isso vai ser muito importante para a gente interpretar e aplicar o livro de Ester para os dias de hoje, Ester pode ser sim uma alegoria,
ela é uma figura que aponta para a noiva, mas a posição dela como rainha não é, no contexto histórico aqui, não deve ser interpretado como a intercessão diante de Deus,
ela não estava casada aqui com Jesus, com o verdadeiro noivo, ela estava no sistema humano, ela foi, ela recebeu nesse caso, ela não estava casada de um jeito errado,
porque tem a igreja se alia de uma maneira errada com o sistema desse mundo, mas ela foi colocada ali como Daniel, como José, ela foi colocada ali por Deus,
por uma providência de Deus, ela foi colocada ali, mas não para representar assim, é ali que é o casamento, é ali que é o chamado dela, não, ela recebeu um chamado difícil, perigoso,
de estar num lugar contaminado, num lugar minado, contaminado para ser uma pessoa fiel no meio de uma situação hostil, então precisamos entender a vida de Ester nesse sentido,
mas mais uma vez, eu não estou criticando quem tira outras lições, eu só apresentaria essa interpretação como uma interpretação que tem mais a ver com o contexto,
porque é lícito você tirar uma história do contexto e tirar algumas lições, não é errado, os próprios autores do novo testamento, às vezes eles tiravam do contexto uma história do primeiro testamento,
mas quando nós queremos entender o propósito de Deus na história, que é o nosso objetivo nesse estudo, eu prefiro aplicar as situações, os contextos, de acordo com esse contexto histórico, ok?
Então, voltando aqui para a história, então esse rei, Asuero, ou Xerxes, ele fez uma grande festa, ele fez essa festa, nós imaginamos, pelo conhecimento da história,
nós imaginamos que ele fez essa festa com o objetivo de preparar a estratégia de guerra e unir o seu povo para fazer essa grande campanha, essas guerras contra a Grécia, então isso seria o objetivo,
mas para a história isso não é necessário saber disso, ele fez essa festa, versículo 4, por 180 dias, e o que ele quis fazer de acordo com o versículo 4?
Ele quis mostrar para todas essas pessoas, ele quis impressionar todo esse contingente de exércitos, de chefes de exércitos, de oficiais, de governadores, ele quis impressioná-los com o poder dele,
porque olha, ele quis mostrar as grandes riquezas do seu reino e o esplendor e glória da sua majestade, então é nisso que nós vemos o reino deste mundo,
toda a descrição desse primeiro capítulo e do contexto da história de Ister é mais um exemplo, como Nabucodonosor, como o faraó do Egito no tempo de José do Egito,
esses grandes reis tinham isso em comum, eles viviam no luxo e isso não é diferente dos tempos de hoje,
então ele quis, ele estava demonstrando o poder, demonstrando a sua majestade, e isso é uma característica do reino deste mundo,
isso é uma glória que Satanás mostrou para Jesus lá na tentação, ele mostrou todos os reinos do mundo e a sua glória,
ele quis tentar Jesus com a glória dos reinos deste mundo e Jesus não veio, Jesus podia ter tudo isso e mais, Jesus estava vindo da glória do Pai,
Jesus é o herdeiro de todas as coisas, então Jesus não foi tentado, não foi induzido a entrar no esquema de Satanás porque ele conhecia e conhece isso,
agora nós os seres humanos, nós caímos nessa cilada e o que eu estava dizendo sobre o sistema do mundo que envolve não só a política ou os governos,
envolve a religião, envolve o comércio, envolve a ciência, envolve a educação, envolve a cultura, envolve todas as áreas, o sistema humano está em todos
e o perigo em graus diferentes, mas o perigo, o perigo de um pastor, o perigo de um líder religioso, o perigo de um dono de uma empresa,
o perigo de uma pessoa que se torna famosa, seja na cultura, seja na ciência, o perigo que envolve dinheiro, que envolve fama,
é sempre esse perigo de exaltação e de querer mostrar para os outros aquilo que você tem para poder impressionar.
Então, versículo 5, acabados aqueles dias, então 180 dias, 6 meses, o rei trabalhando com todo esse contingente de liderança,
mas além desses 180 dias, acabados aqueles dias, ele deu mais um banquete, ou assim, aí depende um pouco da interpretação, fica um pouquinho confuso aqui,
mas os 6 meses, eu particularmente não acho que tinha banquete todos os dias, mas eram 6 meses em que todo esse pessoal estava na capital
e o rei estava providenciando comida, estava conversando, estava mostrando, estava fazendo planos, talvez é difícil imaginar o que eles estavam fazendo em 6 meses,
mas no final dos 6 meses ele quis dar um banquete para todo o povo, agora não é só líder, para todo o povo que se achava na fortaleza de Suzã,
parece que tinha uma diferença entre os que estavam nessa cidadela mais central, que fazia parte do palácio do rei, e o resto da cidade,
tinha uma cidade talvez maior, mas aparentemente ele deu para todo mundo que estava mais nessa fortaleza, que morava ali.
Desde o maior até o menor por 7 dias, no pátio do jardim do palácio real, e aqui no versículo 6 tem uma descrição do luxo desse pátio,
primeiro assim que um pátio, o jardim de um palácio real, você tem que imaginar um negócio enorme para caber todo o povo que morava ali, e ele preparou essa festa
com uma decoração luxuosa, porque aqui eles tinham cortinas de pano branco, verde, azul celeste, atadas com cordões de linho fino, púrpura,
essas coisas hoje seria uma extravagança, mas naquele tempo muito mais, ele fez uma coisa assim de um esplendor, de um grau de luxo inimaginável,
então tinha argolas de prata, tinha colunas de mármore, tinha uns assentos de ouro e de prata, tinha um pavimento de pórfero, mármore, alabasto,
pedras preciosas, dificilmente tem uma descrição tão completa desse ambiente onde foi feita a festa.
Então tudo isso é para mostrar essa ostentação, essa riqueza, e eu quero, nós vamos sempre repetindo isso, mas como estou querendo mostrar,
isso seria parte até dessa lição secundária, já estou falando sobre a primeira aqui, que é a natureza do reino humano, e como eu disse,
isso pode ser em graus diferentes, nós podemos olhar, por exemplo, para o Vaticano, que tem uma catedral luxuosa, que tem arquitetura,
que tem coisas assim de séculos, é muito dinheiro que foi investido ali, mas isso você pode ver em graus menores, assim, as igrejas hoje constroem sedes,
constroem templos, então é o mesmo princípio, é a mesma coisa, as grandes cidades, os países que fazem os lugares para o governo,
para o palácio, essa característica da natureza humana, e o que tem de errado nisso? Muitas vezes o povo até aplaude, eles têm orgulho,
nosso país tem uma capital e tem tal coisa lá, mas é uma coisa imoral, isso é uma coisa importantíssima para a gente entender,
porque se nós ansiamos pelo reino de Deus, nós precisamos entender que o reino de Deus tem outra característica, é totalmente diferente,
todos os sistemas de reino humano, eles, como eu disse, eles exploram a população, exploram o povo para tirar deles algo que não tem benefício para eles,
quando a gente pensa em governo, impostos, em dinheiro que o governo precisa para governar, nós gostaríamos de pensar que o governo cobra impostos,
ou tira daquilo que as pessoas produzem na sua vida individual, no seu trabalho, tiram para poder oferecer algo de benefício para toda a população,
e às vezes isso acontece em parte, os governos devolvem alguma coisa, mas desde esses tempos antigos, é sempre essa ideia de que quem está no poder está sugando,
está explorando a população a fim de ter mais glória e mais fama para se exaltar, então é exatamente isso que nós estamos vendo aqui.
Vai continuar, versículo 7, dava-se de beber em copos de ouro, isso aqui é para o povo participar de uma festa e eles vão beber vinho,
todo mundo vai beber vinho em taças de ouro, os quais eram diferentes, não foi feito assim numa fabricação, tudo igual,
cada um foi feito assim, é um artesanato, uma coisa caríssima, os quais eram diferentes uns dos outros, havia muito vinho real, segundo a generosidade do rei,
que rei maravilhoso, que rei que dava benefícios para o povo, aqui tem a segunda lição secundária que nós tiramos aqui, que essa bondade do rei,
ou a bondade do governante, era uma coisa enganosa, isso também é uma característica, é claro que nós não podemos dizer todos, tem pessoas que classificam todos,
todos os governantes, todos os deputados e senadores e governadores e reis e juízes, todo mundo tem motivações corruptas, sim, a natureza humana é corrupta,
o poder da influência de dinheiro, de fama, de ter uma posição elevada, isso corrompe, isso é terrível, por isso que Deus sempre trabalhou para que o governo fosse exercido de uma outra maneira,
não com uma pessoa no topo, Deus não queria que tivesse um rei, não porque não tem o reino, mas porque esse rei ele fatalmente, como aconteceu, ele fatalmente iria usar esse poder de maneira errada,
o próprio Davi, um homem segundo o coração de Deus, ele usou o poder dele de uma forma errada em algumas circunstâncias, então isso é terrível, isso é a natureza do reino humano,
isso é a própria bondade, nós chamamos isso de populismo, governantes que distribuem dinheiro, pode ser que em alguns casos o governante se preocupe com a condição do povo,
muitas vezes o governo, o dinheiro, os recursos são usados para simplesmente, ele estava dando essa festa para que o poder dele fosse consolidado, qual seria o benefício real para o povo comum dessa festa?
Não tinha nenhum proveito real para o povo comum, isso era para exaltar o rei, isso era para que o povo adorasse, nós temos isso muitas vezes disfarçado em países democráticos que tem mais alternância de poder,
mas as pessoas querem ser idolatradas, e isso acontece, as pessoas idolatram o governante, não conseguem ver os erros, porque o governante faz isso,
pode ser por causa de dinheiro, pode ser por outras coisas que atendem, isso é o que a gente sempre chama de populismo, o governante usa algo que o povo quer, ele faz algo que o povo quer, não para o bem real do povo, mas para si mesmo,
e mais uma vez o homem, nós seres humanos, os mesmos nascidos de novo, nós somos uma mistura, às vezes nós temos ideais bons, mas misturados com motivações erradas,
e isso acontece no governo, não estou dizendo que todos que fazem algo em benefício do povo fazem por isso, mas é sempre importante a gente entender que o espírito, o que permeia o sistema do mundo é esse desejo de benefício próprio, de exaltação,
então a própria bondade muitas vezes não representa algo realmente bom, e a gente vê aqui, às vezes as pessoas fazem algo que realmente é bom para o povo, mas com motivação errada,
essa bondade, que o versículo 7 fala, segundo a generosidade do rei, isso não era uma verdadeira motivação dele, não é porque ele queria abençoar e isso não tinha um efeito, o que isso ia ser bom para o povo, a não ser assim,
todo mundo gosta de uma festa, todo mundo quer essa oportunidade de beber vinho, mas não era algo de benefício duradouro. Versículo 8, segundo a ordem do rei, a cada convidado era permitido beber conforme o seu costume, pois o rei tinha ordenado a todos os oficiais da sua casa que fizessem segunda vontade cada um,
então cada um podia beber muito ou pouco de acordo com sua vontade, então mais uma vez isso faz parte dessa bondade, entre aspas, que não era uma bondade verdadeira. Mais uma vez, eu quero ressaltar, eu estou tirando essas conclusões como lições secundárias,
mas no final eu vou enfatizar o objetivo principal do capítulo, o autor desse livro, quem escreveu, quem compilou, ele não faz juízos, ele não faz avaliações, ele não fala assim, olha que rei malvado, o que que, mesmo sobrevastio, o que que ela vai fazer, o autor ele não faz, ele simplesmente conta os fatos,
e claro que nós vamos ler esses fatos e nós vamos tirar aplicações, mas é importante sempre lembrar que você deduzir algo, você tirar conclusões não é tão seguro, é uma opinião, e tem base em outros textos, você vai juntando com outros testemunhos para tirar essas conclusões,
mas o objetivo do capítulo é mostrar a soberania de Deus, a providência de Deus, mesmo não falando o nome de Deus, a história mostra como Deus estava conduzindo as circunstâncias para que o plano dele pudesse ser feito, esse é o objetivo principal dessa história.
Ok, então agora nós chegamos na verdade no ponto central, ponto central do primeiro capítulo, ponto central é que o rei estava fazendo uma reunião enorme com seis meses, depois com sete dias, sete dias para todo o povo,
nós chamaríamos de um desperdício incrível de dinheiro, assim jogando fora, usando as riquezas dele que foram tirados do povo para fazer algo para sua própria exaltação.
Então aí com esse cenário nós chegamos no versículo 9 que vai aparecer essa figura da rainha, que é o ponto importante dessa história porque se Vasti continuasse como rainha, Deus poderia, Deus poderia levantar uma outra circunstância,
ele trabalharia com uma outra estratégia para desfazer o plano de Amã, mas no caso aqui Deus usou Esther e Esther não teria sido rainha se Vasti não tivesse caído da sua posição.
Então agora nós vamos ver o que aconteceu antes de Amã surgir, antes de ter qualquer plano maligno, que que Deus estava preparando para que tivesse um lugar vago para Esther ocupar.
Então o que aconteceu? Durante os sete dias que o rei estava fazendo essa festa para todo o povo, a rainha Vasti também estava dando um banquete e ela deu para as mulheres no palácio do rei Assuero.
Era o costume, eles faziam as coisas geralmente separadas, homens e mulheres, então tinha festa para todos os homens, então como a Vasti estava dando essa festa para as mulheres nós entendemos que a festa de sete dias que o rei estava dando era só para homens.
Então a Vasti estava dando um banquete, provavelmente com bastante luxo também, no palácio do rei Assuero. Versículo 10, ao sétimo dia, então a festa durou sete dias e no último dia dessa festa, estando já alegre, o que quer dizer isso?
O rei ficou alegre, por quê? Porque ele estava bebendo há sete dias, geralmente dá para ficar alegre no primeiro dia, mas ele foi, foi, foi e no sétimo dia ele estando alegre do vinho no seu coração, o que quer dizer isso?
Quer dizer que ele não estava totalmente, ele não estava na sua razão, ele não estava totalmente consciente, ele estava embriagado, ele estava alterado.
Então, estando já alegre do vinho no seu coração, ele mandou, aqui tem os nomes, sete eunucos que serviam na presença do rei Assuero.
Olha só como era injusta, injusto todo o sistema, existe uma possibilidade, eu acho que bem assim, não é pouco provável, acho que é bem provável, que Daniel, aqueles amigos, Daniel e seus amigos, provavelmente eles foram feitos eunucos.
Não fala isso no livro de Daniel, mas isso era muito comum, os eunucos cuidavam das mulheres do arem, então eles não tinham inclinação, eles podiam cuidar das mulheres sem sentir atração por elas, mas também assim, eram pessoas que não teriam família, então eram pessoas que foram privadas de um destino, de uma vida normal.
Então, olha como assim, é como escravidão, é uma coisa totalmente injusta esse sistema do homem, a maneira como o homem trata os seres semelhantes, então ele tinha sete eunucos que serviam na presença dele.
Ele mandou esses sete homens para que levassem um recado para a rainha, estavam próximos dentro da mesma área geral do palácio, mas ele mandou esses sete homens com um recado, o que era o recado?
Que trouxessem a presença do rei, a rainha Vasti, com a coroa real, para mostrar aos povos e aos príncipes a formosura dela, pois era extremamente formosa à vista.
Então, o rei estava em todo esse processo de mostrar quanto que ele era rico, quanto que ele era generoso, quanto que ele tinha poder, quanto que ele podia gastar, quanto que ele podia mostrar do palácio, do jardim.
Ele estava nessa, em todo esse processo de mostrar a sua grandeza, de se exaltar diante de todos, e era uma coisa, a gente não tem muita condição de saber se isso, o quanto que isso era anormal, mas eu creio que era bem anormal.
Os maridos não mostravam, tanto é, não era exatamente como os países islâmicos hoje que usam a burka para cobrir até o rosto, mas em geral, naquele tempo, nos tempos bíblicos, usavam véu, as mulheres não se mostram, as mulheres casadas e mesmo as solteiras, elas não mostravam.
Não se apresentavam assim, era uma coisa muito restrita.
Para o rei chamar a rainha, tem gente que até deduz aqui que ela seria despida na frente de todo mundo, mas eu acho que não tem nenhuma base para isso, mas só o fato de chamar a rainha, primeiro, ele ia chamá-la para fora do ambiente dela, ela estava dirigindo uma festa com as mulheres.
Ele chamou Vasti porque ele queria exibi-la, ele queria mostrar o quanto que ele era privilegiado porque ele tinha uma rainha tão formosa.
E isso até hoje faz parte, os governantes de hoje fazem isso também, e as próprias mulheres às vezes fazem parte dessa exibição de pompa, de beleza, de maquiagem, de jóias, mas o fato que aqui tudo indica que ele estava fazendo algo por influência de estar embriagado
e uma coisa muito anormal para o contexto cultural, para Vasti se recusar, o ponto importante é, para Vasti se recusar tinha que ser uma coisa muito absurda.
Ela poderia ser uma pessoa voluntariosa, independente, mas naquela cultura não tinha muito isso, então para ela se recusar era porque, o quê, você está louco, não vou fazer isso.
Ela realmente se sentiu totalmente invadida, sentiu que era uma coisa imprópria e se recusou, achando assim, o rei está fora de si, ele não está pensando direito.
Outra vez o autor do livro não faz nenhum julgamento e tem pessoas que lêem essa história e falam assim, olha que mulher corajosa, ela resistiu, ela não aceitou uma ordem machista, uma ordem errada do rei.
Outras pessoas acham que ela foi rebelde, ela foi insubmissa e o resto do capítulo vai mostrar como o rei e os conselheiros dele, como eles exploraram essa situação.
Aparentemente eles deram toda uma conotação, nós vamos ler aqui em seguida, eles deram toda uma conotação de, nossa, nós temos que baixar um decreto, senão todas as esposas vão ser insubmissas, nós queremos ter um decreto moral, nós vamos mostrar um exemplo moral para todo o povo.
Não foi, não foi essa a motivação, porque o que aconteceu? Ele deu essa ordem no versículo 11, versículo 12, a rainha Vasti recusou atender a ordem do rei dada por intermédio dos eunucos e o que aconteceu com esse rei generoso, esse rei afável, esse rei que era tão assim amigo do povo e bondoso e cheio de qualidades boas,
que acontece quando a ordem dele é recusada, o que acontece quando uma pessoa que tem muito poder, ele age de acordo com reações, de acordo com o capricho do momento e os reis, isso tudo acontece hoje.
Muitas vezes não tem o mesmo poder, mas tem presidentes, eu poderia citar nomes, poderia citar ocasiões de hoje, de história contemporânea, ditadores que mandam matar por qualquer motivo, porque imaginam alguma coisa, porque a pessoa falou alguma coisa que a pessoa não gostou,
e isso acontece, isso acontece em corporações, acontece em empresas, acontece em famílias, acontece onde as pessoas tem poder. Então, onde que eu coloquei aqui, o último ponto aqui dessas lições aqui, poder nas mãos de homens caídos é muito perigoso.
E mesmo quando é um poder que não é absoluto, nessa época o rei podia fazer o que ele quisesse, mas hoje, mesmo quando tem democracia, tem leis, tem coisa assim, as pessoas fazem, as pessoas reagem, o cara deu uma multa,
quando a pessoa se torna poderoso, ele demite, não porque foi injusto, mas simplesmente porque é algo que ele não gostou, então as pessoas fazem, nós já vimos isso, pessoas que tem alguma autoridade levam uma multa de trânsito e acham absurdo, você sabe quem eu sou,
então essa tendência de se colocar acima da lei, de agir de acordo com esses impulsos caídos, o que diz dele, pelo que o rei muito se enfureceu e se inflamou de ira, eu vi até um estudioso judeu que falou que o sentido original dessa palavra,
não sei se inflamou de ira, qual das duas, mas falou que é a mesma palavra usada para animais selvagens que espumam na boca quando ficam muito bravas, animais bravos, então essa reação, uma reação de ira,
quase tem uma ideia, eu quero mostrar para vocês, indo na frente um pouquinho, no capítulo 2 de Esther, o primeiro versículo fala assim, "passadas estas coisas, apaziguado o furor do rei Assuero, lembrou-se ele de Vasti",
quase fala aqui que ele quis se arrepender da atitude que ele tomou, porque depois que passou a ira, ele se arrependeu, e isso é normal, por isso que a gente nunca, nunca deve agir pelo momento do calor da ira,
porque você não age com razão, você não faz uma coisa correta, mas você colocar muito poder nas mãos de um homem é muito, muito perigoso, então o que aconteceu, ele ficou muito enfurecido,
então vamos imaginar, vamos voltar ao contexto, o rei, ele tem esse monte, esse número grande de oficiais, de generais, de governadores, de nobres, ele tem toda essa classe alta e junto com o povo simples também, o povo comum,
então eles estão todos juntos nessa festa, o rei está fazendo uma grande festa para consolidar seu poder, mas para se exaltar, o motivo dado aqui nesse capítulo é que ele queria mostrar, queria mostrar o poder dele, queria se exaltar,
e aí ele manda uma ordem também para aumentar ainda mais a glória dele, ele manda uma ordem para a rainha, a mulher dele vir, para que ele quis mostrar, olha que rainha bela, linda que eu tenho,
e ela se recusa, então ele que quer poder sobre todas as províncias e quer invadir a Grécia, quer ser grande, a mulher dele enfrenta e não aceita a ordem dele, então foi uma humilhação,
ele fez uma coisa absurda, mas foi uma humilhação para ele, então por isso ele ficou tão inflamado, agora pelo menos ele faz uma coisa que aparece bastante nesses relatos de reis,
Nabucodonos Hortinha, os sábios, o rei Faraó Tinha, o rei Dario no livro de Daniel, geralmente nesses relatos bíblicos desses reis da antiguidade aparecem aqui,
no versículo 13 o rei perguntou aos sábios, e aqui tem uma expressão interessante, que entendiam dos tempos, lembra que isso fala sobre o povo da tribo de Issacar,
em primeiro crônicas acho que 12, quando fala a respeito de como as pessoas se juntaram a Davi de cada tribo, e tinha umas pessoas que eram diferentes das outras porque eles entendiam os tempos,
isso pode ser, as vezes isso tinha uma relação com advinhadores, com alguma coisa de mágica, de ciências ocultas, mas essa expressão que o sábio é aquele que entende o tempo,
e aqui parece que não era coisa de prever o futuro, de ser um advinhador, uma coisa assim, parece que era mais no contexto, pessoas que sabiam,
poderiam aconselhar ao rei sobre o que deveria ser feito, dentro daquela situação, porque você tem, por isso que tem a Suprema Corte, tem outros juízes que vão ajudar a entender o que as leis, o que a Constituição fala,
e como ela pode ser interpretada e aplicada dentro de um certo contexto, então aqui ele vai perguntar, aconteceu na visão dele essa coisa absurda da rainha não atender a ordem dele,
então ele perguntou aos sábios que entendiam dos tempos, porque assim se tratavam os negócios do rei, na presença de todos os que sabiam a lei e o direito,
parece até um tipo sim de um congresso ou de uma Suprema Corte, parece que ele tinha um grupo de conselheiros, ainda bem que ele tinha gente perto dele que poderia aconselhar,
mas aqui, número 3 das nossas lições secundárias aqui, é que os sábios, e isso é uma coisa que é muito, que aconteceu durante toda a história, acontece hoje, quando uma pessoa chega a uma posição de poder,
ela sempre vai precisar de outras pessoas, ela precisa de um Ministério, ela precisa de conselheiros, e sempre tem, ou com uma posição oficial, ou as vezes com uma posição não oficial,
as pessoas que estão no poder tem outras pessoas por perto que podem aconselhar, e isso seria muito bom se essas pessoas fossem confiáveis, o que é confiável?
Se eles fossem, se essas pessoas fossem pessoas que falassem a verdade, a verdade que o dirigente precisa ouvir, e a verdade que um governante, que uma pessoa no poder precisa ouvir,
às vezes é algo que ela não quer ouvir, às vezes é mostrar, confrontar. Davi tinha um profeta chamado Natan que teve a coragem de chegar e falar, olha, você é a pessoa que acabou de cometer um grande erro, um grande pecado diante de Deus,
então as pessoas precisam de conselheiros como Natan, que possam ouvir de Deus, que possam realmente aconselhar e mostrar quando o governante está errado, mas em quase todos os casos é muito, muito raro que o conselheiro ajude realmente o governante a saber a verdade,
geralmente são o que nós chamamos de puxa-saco, são pessoas que vão falar o que o governante quer ouvir, vão sempre afagar o ego, vão exaltar, não vão mostrar onde a pessoa está errando.
Como Roboão, ele tinha os conselheiros velhos, que falavam, você não deve agir assim, mas ele não gostou, então ele se cercou de conselheiros mais jovens que pensavam como ele, então isso é uma característica de governos.
O governante quase nunca se cerca de pessoas que possam ajudar e eu vou até ir um pouco adiante nesse próprio livro de Esther e tem outros exemplos na história também.
Não só é muito comum que os conselheiros reforcem, que os conselheiros, como aqueles profetas de Acabe que falaram "devo subir para a batalha", vai, sobe porque você vai ganhar, era uma mentira.
Mas além de ter pessoas que aconselham de uma maneira errada, existem conselheiros que induzem o rei, pela amizade, por estar próximo, a fazer uma coisa errada.
Como no livro de Daniel, que as pessoas, perto do rei Dario, por invés de Daniel, fizeram o rei, induziram o rei a assinar um decreto que iria prejudicar Daniel.
E como vai acontecer no livro de Esther, Amman vai usar a influência dele com o rei para fazer o rei fazer um decreto contra o povo judeu.
Essa coisa assim, sábios, conselheiros, muitas vezes não são nada confiáveis. Então vamos ver o que eles fizeram aqui.
O versículo 14, "os mais chegados a ele eram", aí dá o nome de sete também, tinha sete eunucos, antes agora tem esses sete conselheiros,
"os sete príncipes dos persas e dos medos, que viam o rosto do rei, ocupavam os primeiros assentos do reino", eles eram os que tinham mais poder.
E aí ele fez a pergunta no versículo 15, "o que se deve fazer segundo a lei?", até que o rei está sendo, assim, na pergunta dele ele está sendo ponderado, né?
Não é o que eu quero fazer, mas o que a lei diz, o que deve ser feito com a rainha Vasti? Ela não cumpriu a ordem do rei, dada por intermedios dos eunucos.
Então um desses sete, o último na lista, respondeu, chama Memucan, ele respondeu na presença do rei e dos príncipes.
Agora eu quero que vocês vejam, eu quero que vocês sintam o drama deste momento, porque para alguém que lê a Bíblia, que conhece,
Deus tem uma ordem na família, Deus quer que a esposa seja submissa ao marido e tal, o que eles falam aqui não parece tão,
até parece que eles estão fazendo um decreto correto e estão usando argumentos bons, mas vamos ver aqui.
Ele respondeu, versículo 16, a rainha Vasti pecou não somente contra o rei, mas também contra todos os príncipes e todos os povos
que há em todas as províncias do rei Assuero. Olha só, eles querem fazer a rainha Vasti ser culpada de ter dado um péssimo exemplo,
de ter, assim, se deixar isso sem punir, isso vai gerar uma insurreição generalizada em todas as famílias.
Pois a notícia, versículo 17, de que a rainha fez chegará a todas essas mulheres de modo que desprezarão os seus maridos.
Se a rainha fez isso, olha que incoerência, porque, claro, de acordo com a bíblia, a relação de marido e esposa
deve ser uma relação de entrega, de doação, de amar, se o marido realmente ama a esposa,
a esposa também vai procurar honrar o marido, então tem uma relação voluntária.
Não é porque a rainha fez um absurdo que as mulheres vão seguir o exemplo dela. Agora, é verdade, sim,
eles estão usando um princípio que, claro, que todas as pessoas do reino, as pessoas naquela época, como as pessoas hoje,
mesmo pessoas que nasceram de novo, geralmente esses princípios não estão, infelizmente, funcionando.
Não tem, tem em alguns casos, mas em muitos casos a ordem, a ordem no lar, a ordem na sociedade é por causa de imposição,
se não tiver a lei, se as pessoas acharem que se a rainha fez isso, então eu também posso fazer.
Que tipo de ambiente no lar, que tipo de lei vai conseguir manter as esposas submissas só porque a esposa do rei
fez algo certo ou fez algo errado, mas esse é o argumento e nós podemos admitir plenamente que o exemplo,
o modelo tem muito efeito mesmo, é muito importante o modelo, mas como sempre acontece nesses casos,
eles estavam prontos para ver, para deduzir que a rainha tinha feito uma coisa absurda em não atender a ordem do marido dela,
mas eles em nenhum momento falam assim "ó rei, na verdade o senhor deve uma desculpa a ela porque você fez algo impróprio,
você deu uma ordem que envergonharia, que iria expor a sua rainha, a sua esposa, a sua rainha".
Então eles usam argumentos morais, eles usam argumentos de dizer assim "olha, o que ela fez é muito reprovável",
mas é claro que diante do rei eles não iam, talvez nem perceberam, nem acharam que o rei tinha feito alguma coisa
também muito pior do que ela, mas então eles falaram assim "a notícia vai chegar às mulheres,
elas vão desprezar os maridos quando ouvirem dizer 'o rei mandou chamar a rainha Vasti e ela não veio'.
Neste mesmo dia, versículo 18, as princesas da Pérsia e da média, sabendo o que fez a rainha,
dirão o mesmo a todos os príncipes do rei, que também provavelmente usavam o mesmo tipo de autoridade errada que o rei estava usando.
Assim haverá muito desprezo e indignação, porque assim como o rei ficou inflamado de ira,
quando as outras esposas, as esposas no reino todo, fizerem a mesma coisa, isso vai causar uma ira, vai causar uma reação terrível no coração dos maridos.
Se bem parecia o rei, versículo 19, saia da sua parte um edito real e escreva-se nas leis dos persas e dos medos e não se revogue".
Eles tinham que pensar muito antes de fazer a lei, porque a lei depois de decretada, assinada, não poderia ser revogada.
"Que Vasti não entre mais jamais na presença do rei Assuero e que o rei dê o reino dela a outra que seja melhor do que ela.
Então quando o edito do rei for proclamado, todo o seu vasto reino, todas as mulheres darão honra aos seus maridos, desde a maior até a menor".
Será que é tão fácil assim? Será que é baixar uma lei que vai fazer com que todas as esposas honrem o marido?
O exemplo tem grande valor, mas o que eu quero mostrar mais é que eles usaram um argumento e eles queriam fazer uma lei,
eles queriam punir a rainha Vasti e queriam usar um argumento que tinha toda a aparência de ser um argumento moral.
Nós queremos, o senhor deve decretar uma lei e é para que se mantenha a unidade, a harmonia no lar, então era uma coisa louvável, era uma coisa fantástica.
E aí, versículo 21, "Pareceu bem esse conselho ao rei". Claro, eles tinham conselheiros que sabiam falar algo que ia agradar ao rei e não era só ao rei,
era de interesse deles também. Então, pareceu bem esse conselho ao rei, aos príncipes, o rei fez conforme a palavra de Memucan, mandou cartas a todas as províncias,
cada província segundo o seu modo de escrever, tinha muitas línguas, idiomas diferentes, e é interessante que naquela época nem sempre mandava por escrito,
às vezes eles mandavam algo simplesmente oral, proclamava na cidade, mas eles mandaram por escrito para deixar essa ordem clara.
E olha como termina o versículo 22, "Eles mandaram para cada província, cada povo, proclamando na linguagem de cada povo que todo homem fosse senhor em sua própria casa".
Então, eles fizeram uma lei, tudo, toda essa lei era para beneficiar o rei, porque ele ficou irado e ele queria fundamentar a sua reação de vingança com uma lei
que tinha aparência de ser moral, ele não queria parecer como alguém que estava simplesmente reagindo e mandando, depondo sua esposa da posição de rainha,
ele queria que tivesse uma aparência de moral. Então, essas são as nossas lições secundárias, que os sábios, os conselheiros não são muitas vezes confiáveis,
as ordens dos reis não eram justas, muitas vezes não eram justas, isso é uma característica dos reinos humanos, nós somos sujeitos a isso,
mas de acordo com o novo testamento, nós não podemos obedecer algo que vai contra Deus, que a autoridade é maior.
Os decretos morais, entre aspas, são para beneficiar os governantes e seus apoiadores, se você conectar os pontos, você vai fazer muitas aplicações com aquilo que está acontecendo hoje,
tem muita campanha, muito apoio para leis que às vezes são consideradas morais, mas isso muitas vezes é para beneficiar um partido, um governante,
e isso muitas vezes tem muito mais a ver com a satisfação de um desejo pessoal, egoísta, de resaltação de alguém, do que com realmente o interesse pela família, como é o contexto aqui,
e poder nas mãos de homens caídos é muito perigoso. Então, agora, com todas essas considerações, que são importantes, agora vamos voltar ao ponto principal para a gente encerrar.
O objetivo principal desse capítulo não é para mostrar essas coisas, o objetivo principal do capítulo, eu gastei muito tempo nessas coisas secundárias porque elas não são tão aparentes,
mas o objetivo do livro, não só desse capítulo, o objetivo desse livro de Esther é mostrar, sem falar no nome de Deus, mas é mostrar como Deus trabalha nas circunstâncias para promover os seus interesses.
Eu, como falei no início, eu não sei, isso é um mistério, eu não sei se Deus provocou o rei, se Deus estava mexendo com o rei para ele ficar irado,
eu não sei se nós não sabemos nada sobre a rainha Vasti, não sabemos se ela era uma pessoa íntegra, se ela era uma pessoa que tinha boas intenções, a gente não sabe nada a respeito do caráter dela,
mas ela se recusou a fazer algo que nos parece, eu acho que é bem evidente, de que era uma ordem injusta, que era um absurdo, que era algo que o rei fez sem pensar,
e que era algo que iria expor, talvez a humilhação, ou de alguma maneira isso seria uma coisa muito ruim para ela, então ela se recusou.
Deus estava trabalhando com essas circunstâncias, eu não tenho autoridade de Deus para falar que Deus puxou o coração da Vasti, ou que Deus puxou o coração do rei Assuero, eu não sei como que Deus faz essas coisas acontecerem,
ou se Deus simplesmente, ele sabe, ele está atento, e ele trabalha com as circunstâncias para promover o plano dele, a única coisa que o livro mostra sem ser uma coisa explícita,
o livro não faz uma análise, não faz uma exposição desse princípio, mas o livro mostra que essa circunstância favoreceu o que Deus queria com Esther,
e foi por causa dessa talvez rebeldia, ou dessa recusa de Vasti, foi por causa dela que aconteceu de ter essa posição aberta para Esther depois ocupar.
Então olha como é interessante, Deus estava trabalhando, a única razão dessa história estar aqui na Bíblia é porque esse é o cenário,
foi exatamente no próximo capítulo 2 que vai mostrar como ele foi escolher uma outra rainha, e essa outra rainha acabou sendo Esther.
Então esse é o ponto principal do capítulo, o principal dessa história é mostrar como Deus usa, Deus trabalha com as circunstâncias,
nós não temos a revelação de como Deus toca nos corações, como Deus manipula, eu não diria isso, que Deus não manipula, mas Deus é capaz,
sabemos isso na vida de pessoas como o rei Davi, como Jacó, como tantas pessoas na Bíblia,
Deus trabalha no meio das nossas falhas de caráter, dos nossos erros, dos nossos pecados, e Deus é capaz de tornar aquilo,
de trabalhar com aquelas circunstâncias para o bem, Ele é capaz de tirar mais glória de uma situação ruim até do que se fosse tudo normal,
aí algumas pessoas falam assim, então Deus queria que Davi pecasse, ou Deus queria que Abraão cometesse alguns erros sérios e tal,
porque daí Deus produziu dali algo bom, não, nós temos isso claramente expresso na Bíblia,
Deus não é autor do mal, Deus não induz ninguém para o mal, Deus não faz as pessoas irem para o mal,
Deus é capaz de usar toda essa circunstância, toda essa história meio absurda de um rei num sistema humano com todo esse luxo,
com todo esse pecado, com toda essa coisa errada no coração do rei e talvez da rainha também, não sei, mas pelo menos ela foi corajosa,
eu até, pela história eu teria tendência de admirá-la por ter coragem de não se submeter a uma ordem errada e de não se importar,
foi assim, seja o que for, ela poderia ter sido morta, os reis faziam coisas absurdas quando as ordens eram contrariadas,
então eu na verdade assim, eu acho admirável essa atitude dela, mas o importante aqui,
que nós não sabemos nada sobre a rainha Vasti, mas a coisa importante é que Deus usou essas circunstâncias para o bem do plano dele,
o que que isso nos diz hoje? Que Deus nunca é limitado por alguém que está no poder,
por uma pessoa perversa, por uma pessoa que não tem temor de Deus, por uma pessoa com motivação errada,
Deus nunca é limitado, o plano dele não é limitado por alguém que entra no poder, por alguém que exerce o poder de uma maneira errada,
Deus é capaz de usar todas as circunstâncias e de conduzir a história para o final que ele quer,
então essa é a lição do livro de Esther, Deus triunfa, Deus é capaz de tirar algo maravilhoso de uma situação cheia de falhas,
nesse caso nem eram pessoas que serviam a Deus, que conheciam a Deus e mesmo assim Deus estava trabalhando nessas circunstâncias para produzir a sua vontade.
Senhor, nós realmente olhamos cada vez que nos aprofundamos mais na história da redenção, nos teus caminhos,
nós admiramos mais, nós olhamos para ti com reverência, nós olhamos para ti com muita temor, com muita reverência,
com muita admiração pelo teu trabalho, pela tua sabedoria, pelo teu agir no meio da história para chegar ao plano que o senhor quer,
então o senhor recebe a nossa adoração, recebe o nosso reconhecimento e que possamos ter confiança em ti nos nossos dias também,
que o senhor está trabalhando, o senhor está conduzindo, mesmo quando as coisas parecem estar piorando cada vez mais,
nós acreditamos em ti senhor, que o senhor está firmemente no controle, é o senhor que está no trono e nós adoramos a ti por isso, em nome de Jesus, amém.

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