O livro de Gênesis dedica um capítulo inteiro à descendência de Esaú, o irmão gêmeo de Jacó que não foi escolhido para fazer parte do plano de redenção. Mais uma vez, queremos abordar a estratégia especial de Deus em fazer escolhas específicas para desenvolver seu plano de redenção. Qual era a estratégia de Deus em tratar com as outras nações antes da Nova Aliança e como isso mudou depois? O que podemos aprender com a história de Esaú e dos seus descendentes?
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Significado da palavra Toledoth:
“Toledoth” (ou “Toledot”, “Toldot”, “Toldos”) em hebraico significa “gerações” ou “descendentes”. A palavra é usada na Torá, a lei judaica, para marcar o início de novas seções ou narrativas, indicando que se seguirá uma história de descendência ou um registro genealógico.
Leitura recomendada:
– Ebook do livreto “Chesed” (Chesed é um ato de graça, que vai além do que é esperado, é uma característica essencial de Deus, é a expressão do seu amor, da sua misericórdia e do seu cuidado pelo mundo)
10/05/25 – Gn 36 – Baixardo áudio.

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Transcrição
Hoje nós estamos em Gênesis, capítulo 36. Como nós estamos fazendo capítulo por capítulo, nós não vamos pular esse capítulo, às vezes dependendo da forma que a pessoa lê a bíblia.
Como é um capítulo cheio de nomes, né, um capítulo de nomes, genealogias, e não tem quase informação, não tem quase história dentro desse capítulo.
Então, muitas vezes, se for uma leitura mais devolucional, você pula esse capítulo, não é algo que vai acrescentar muita coisa à história.
Porém, tudo que está na bíblia tem um objetivo, tudo tem uma finalidade. Deus usou pessoas humanas para escrever a bíblia.
Esse livro de Gênesis, pela tradição, foi compilado, é um dos cinco livros de Moisés, mas não sabemos exatamente como Moisés ajuntou esse material.
Não sabemos também se outras pessoas ajudaram a organizar o livro da forma que está hoje.
Muitas vezes alguém pode ter feito um trabalho bem posterior, inclusive nesse capítulo nós vamos mostrar que é possível que uma parte desse capítulo tenha sido inserida depois do livro como um todo.
Enfim, tem muitos aspectos da compilação do capítulo ou das escrituras que nós não sabemos exatamente como aconteceu.
Mas aqui nós temos um capítulo sobre Esaú e nós vamos explicar por que está nesse lugar, tem uma razão, tem uma sequência e nós queremos aprender alguma coisa a respeito disso.
Eu vou aproveitar que esse capítulo 36 está nesse lugar para falar um pouquinho sobre Esaú, porque o capítulo é a genealogia, a descendência de Esaú.
Não vou ficar somente nesse capítulo, mas aproveitando porque está aqui e tem esse objetivo de incluir Esaú na história, é uma inclusão secundária, ele não é personagem principal,
mas é importante saber por que tem essa informação aqui e também para a gente tirar algumas conclusões sobre os caminhos de Deus, os métodos de Deus, nós queremos aprender alguma coisa porque tudo tem realmente um propósito.
Vamos orar, pedir a bênção de Deus. Senhor, nós sabemos que o Senhor deixou algo muito instrutivo para nós em cada parte das escrituras e no todo, principalmente na história como um todo.
E esse capítulo também tem uma parte nessa história, então nós queremos aprender, queremos que o Senhor fale conosco que nós possamos conhecer mais a ti, conhecer mais a respeito do teu plano maravilhoso de redimir, de trazer de volta tudo que foi perdido pelo pecado.
Então, que o Senhor nos ajude, que nós possamos realmente ter a tua graça e a tua iluminação neste momento pedimos em nome de Jesus.
Bom, algumas informações, algumas coisas para nos dar o contexto. A gente tem falado algumas vezes já a respeito da organização, da estrutura do livro de Gênesis.
O livro é dividido em várias partes e geralmente essas partes que seriam, porque os capítulos que nós temos nessa divisão não tinha originalmente.
Então, a divisão do livro de Gênesis, do G que foi compilado, nós vemos principalmente por causa de uma frase introdutória.
Então, aqui em Gênesis 36 tem "são estas as gerações", tem diferentes traduções, essas são as origens ou essa é a história, mas essas são as gerações de Ezaú.
Então, essa palavra gerações, que eu não sei a pronúncia correta, mas em hebraico é "toledote", são dez divisões que tem no livro de Gênesis.
E nesse capítulo 36 tem duas divisões, tem uma no versículo 1, "são estas as gerações de Ezaú" e tem outra igual no versículo 9, "são estas as gerações de Ezaú".
Então, por isso acredita-se que essa parte do versículo 9 em diante seja um segundo documento e talvez tenha sido inserido depois, mas nós vamos explicar isso daqui a pouquinho.
Mas a forma como o livro de Gênesis conta a história é que antes de falar, porque no capítulo 37 que vem depois, o versículo 2 fala, a minha tradução fala "esta é a história de Jacó", mas é a mesma palavra.
As gerações, ou a história, ou as origens. Então, fala assim, esta é a história de Jacó, mas faz capítulos que nós estamos ouvindo a história de Jacó.
Então, geralmente quando falava assim, por exemplo no capítulo 25, falava "estas são as gerações de Isaac", mas na verdade contou a história de Isaac, mas dentro dessa história de Isaac contou a história dos filhos dele, principalmente do filho Jacó.
E agora no capítulo 37 que fala "esta é a história de Jacó", na verdade vai contar sobre os filhos de Jacó, mas principalmente de um filho que é José.
Porque nós já vimos o nascimento dos filhos, já teve até uma história triste de como Simeão e Levi mataram aquele povo de Siquem, mas em geral até agora foi a história do pai Jacó, que está incluído no Toledote na história de Isaac.
Agora ele fala assim "nós vamos começar a história de Jacó", mas na verdade são os descendentes e vai focar em um descendente que é José, que daqui até o final do livro de Gênesis o personagem central, principal, vai ser José, filho de Jacó.
Mas antes de falar sobre essa linha especial que Gênesis está seguindo, e eu vou explicar isso, vem o capítulo 36, porque no capítulo 35 que nós terminamos tem um encerramento da história de Isaac, Isaac morre no final do capítulo 35,
que fazia parte desse capítulo dessa sessão Toledote sobre Isaac, então Isaac começa no capítulo 25 e vem até o capítulo 35, é a história de Isaac mas acaba falando mais sobre Jacó do que sobre Isaac, então é mais ou menos para podermos entender.
E o que acontece antes de falar sobre Isaac e o seu descendente Jacó no capítulo 25, falou sobre Ismael, o outro filho de Abrão, então o que eu quero explicar?
Coloquei até aqui no nosso flipchart aqui a família de Abrão e os descendentes para entendermos um pouco sobre qual a linha da Bíblia, a história da Bíblia que vai falar sobre o plano de Deus para toda a humanidade, para toda a terra,
mas a Bíblia não tem o objetivo, quando nós começamos Gênesis, nós vimos o livro de Gênesis não tem nenhuma pretensão de ser um livro científico,
e a Bíblia também não tem nenhuma pretensão de ser um livro que conte a história de todas as raças, de todas as nações, não, a Bíblia tem o objetivo de contar
o plano de redenção. Por que que precisa de um plano de redenção? Aí começa com a criação do homem, começa com o pecado, então depois vem o dilúvio, então por que que precisa de redenção?
Então Gênesis vai, tem todas essas origens e todas as explicações, mas a história do homem que é contida na Bíblia é a história da redenção.
A Bíblia não tem nenhuma pretensão de contar sobre povos africanos, chineses, asiáticos, outras tribos, não, a Bíblia vai focar no chamado de Deus para Abraão
e a escolha de um povo que é chamado "povo escolhido", então como Esaú ele não faz parte do povo escolhido, então ele é um parente, tem uma aproximação, tem uma importância na história,
mas ele não faz parte dessa linha central e com sempre isso é algo que é sempre, talvez para algumas pessoas não, mas para mim sempre incomoda um pouco,
especialmente porque Esaú era irmão gêmeo de Jacó, eles os dois foram concebidos por um milagre, então de todas as escolhas de Deus, de não escolher Ismael,
de não escolher Ló, os descendentes de Ló ou qualquer outras descendentes, Abraão teve outros filhos também, mas qualquer uma dessas decisões é mais fácil de entender,
mas como nós até já falamos sobre esse assunto, porque Deus escolheu Jacó e não escolheu Esaú e como que aqui nós temos um capítulo dedicado à descendência dele,
mas como que essa história fica dentro da história mais ampla de redenção e do propósito de Deus, então como sempre nós temos que manter a intenção, um aspecto que a gente não sabe
exatamente todos os motivos de Deus, Deus não explica todas as coisas, algumas coisas como eu falei são claras, por exemplo a situação de Ismael fica bem clara na Bíblia,
porque foi algo que Sarah sugeriu, vamos resolver o problema, vamos ter um filho de outro jeito, não foi o filho do milagre, não foi o filho da aliança de Abraão com Sarah,
então tem várias razões que você pode apontar, não, Ismael não foi o escolhido porque ele não nasceu da promessa, não nasceu dentro da aliança do casamento,
então tem razões para isso, agora Esaú não tem essas razões, então são escolhas de Deus que nós não vamos entender plenamente, mas algumas coisas nós podemos investigar
e queremos aproveitar essa história que é colocada aqui antes de passar para a descendência de Jacó, antes de falar sobre José, nós temos esse capítulo aqui que fala sobre os descendentes de Esaú,
então tentaremos fazer um resumo tanto do aspecto de por que que Deus escolhe alguns, por que que a história da redenção segue uma linha e também qual a importância de Esaú dentro desse quadro maior do propósito de Deus.
Então primeiro, só para a gente entender como Deus, a linha de Gênesis vai seguindo, eu coloquei aqui nesse papel, eu coloquei em azul a linha que Deus está seguindo, a linha da escolha de Deus,
então veio de Tera, o pai de Abrão, ele não fez parte desse processo diretamente, mas Tera tinha três filhos, Abrão, Arã e Naor, mas desses três filhos Abrão foi aquele que Deus chamou,
então aqui com essa árvore, mostrando assim os descendentes de Abrão e também alguns parentes dele, nós podemos entender assim que a Bíblia conta um pouco sobre esses outros descendentes,
porque eram parentes, porque fizeram alguma parte da história, fizeram parte de algum momento da história e fizeram parte depois porque se tornaram nações que cercavam Israel mais tarde quando Israel se tornou uma nação,
então essas histórias são importantes, são incluídas na Bíblia porque são mais próximas e fazem parte de alguma maneira, fazem parte da história, mas dentro dessa descendência aqui só a linha azul é que vai formar a nação de Israel.
E o propósito de Deus, talvez eu não consiga falar detalhadamente sobre todos os aspectos, porque esse assunto é bem complexo, mas tem bastante informação no esboço que acompanha essa aula,
então é importante acompanhar também porque algumas informações, posso ter que falar meio rápido, mas o propósito de redenção, a história de redenção, a história que a Bíblia conta é uma história em que de toda a humanidade,
a humanidade que descendeu de Adão, depois teve o dilúvio, então veio dos três filhos de Noé, então muitas nações, muitos descendentes, muitos povos, muitas nações surgiram,
mas dentro de toda a humanidade, principalmente antes da vinda de Jesus, do Messias, Deus trabalhou com uma nação, com um povo escolhido e esse tema de ter dentre os povos, dentre a humanidade,
um pequeno povo escolhido é algo que faz parte do propósito de Deus, nós não vamos entender a redenção, nós não vamos entender como Deus age,
se a gente não entende um pouco sobre essa estratégia, essa maneira de Deus agir e isso causa dificuldades para nós, às vezes nós temos um conceito errado de Deus, Deus só ama alguns, Deus escolhe alguns, o resto Deus não interessa,
durante todos os séculos e milênios antes da vinda de Jesus, Deus trabalhando só com Israel e o resto das nações, o que Deus vai fazer, nós nem sabemos muito como responder essa pergunta,
mas é importante entender a estratégia de Deus, a estratégia de Deus é que Ele está buscando desenvolver um plano para redimir a humanidade,
Deus não se interessa só com o pequeno povo, Ele quer toda a terra, Ele quer toda a humanidade, Ele nunca abriu mão disso, Ele nunca vai abrir mão, Ele criou a terra, Ele criou o universo,
Ele criou o homem, criou todas as coisas com um grande plano, um grande propósito e o pecado atrapalhou esse plano, mas Deus não desistiu, Deus vai continuar e nós precisamos sempre ter nosso olhar
para esse plano e não só para algo parcial, algo temporário, mas o plano de Deus para alcançar toda a humanidade depende de dois fatores muito interligados,
que são a soberania de Deus, é Deus que bolou o plano, é Deus que escolhe quem Ele quer usar, mas Ele vai sempre desenvolver esse plano em parceria com o homem,
mas não com todos os homens ao mesmo tempo, Ele vai começar com um indivíduo e com esse indivíduo Ele vai formar uma coletividade, então Deus usa pessoas,
o chamamento, a escolha de Deus começa com uma pessoa como Noel, como Abraão e principalmente com seu filho Jesus, então tudo sempre tem uma origem, tem um relacionamento,
não é uma coisa geral, vaga, coletiva no sentido assim de que Deus não se relaciona, não, Deus sempre começa com um relacionamento, mas por outro lado,
Deus nunca vai, o plano de Deus nunca se cumprirá com uma pessoa só, o próprio Jesus já começou a trabalhar com doze e assim foram os patriarcas,
Jacob depois com doze filhos, então sempre tem a família, o núcleo da família, então Deus sempre trabalha com um relacionamento individual, mas também através do individual,
formando uma coletividade, uma família, uma nação, uma igreja, sempre é coletividade, porque Deus é assim, a trindade é assim, o reino de Deus, o sistema de Deus não é individualista,
mas tem a importância do indivíduo, então esse é o plano de Deus, ele começa com uma pessoa, começa com uma pequena coletividade, mas o objetivo dele é desenvolver essa coletividade
como uma semente que vai multiplicar, que vai encher a terra, então a pequena coletividade, o pequeno núcleo do reino, a família, a nação, a igreja,
sempre tem o objetivo de não ser exclusivista, mas de alcançar toda a humanidade, então esse é o princípio de Deus e isso percorre todo o plano de redenção desde o início da Bíblia até o final,
agora como Deus trabalhava antes da vinda de Jesus era com uma coletividade que descendia, que era uma linhagem, Deus trabalhou com uma linhagem,
e até hoje Deus tem um plano com essa linhagem que é o povo de Israel, mas com a nova aliança houve mudanças e essa abertura para todas as nações,
mas Deus continua trabalhando com esse plano, com essa estratégia base que é a soberania de Deus, ele escolhe quem ele quer para ser o instrumento,
porque ele deseja começar com um grupo formando esse princípio do reino para expandir esse reino e alcançar toda a terra, com Adão e Eva o primeiro casal,
também era esse plano, começar com um pequeno núcleo e ir multiplicando e expandindo para alcançar toda a terra,
então quando nós olhamos essa história no livro de Gênesis, então veja só, na família de Abraão olha como ficou,
então Deus chamou Abraão, ele no início estava acompanhado pelo pai, tinha mais os dois irmãos, Aran logo morreu,
então Deus chamou Abraão para ir para essa terra, para esse lugar, para ele começar uma história com ele, e tem toda essa história de como depois de 25 anos nasceu o filho da promessa Keisach,
então o que eu queria mostrar aqui é que todas essas, esses parentes que estão, que você pode ver aqui na família de Abraão, formaram outras nações,
mas a linha de Deus, a linha de Deus é essa linha azul que ele vai, que ele começou com Abraão, vai para Isaac, entre Jacó e Isau,
ele escolheu Jacó e depois as 12 tribos e aí começou a seguir a descendência dessa nação de Israel.
Um ponto muito importante para entender sobre essa estratégia de Deus e como Deus segue uma linha, isso é ofensivo num certo sentido,
porque como eu falei assim, tem os outros parentes que talvez não fizeram parte por outras razões, mas Esaú era irmão de Jacó,
então isso é difícil para a gente entender, porque Esaú não poderia ter sido incluído, não temos a resposta para isso,
mas o importante para entender sobre a escolha de Deus é que essa escolha é de ser o instrumento dele para alcançar toda a humanidade,
não significa que você pode seguir a história toda, mesmo aqui no início, você pode seguir a história, a Bíblia não fala quem foi salvo, quem não foi,
será que Loh foi salvo, será que Esaú foi salvo, tem muitas perguntas de tipo assim que não temos resposta para isso na Bíblia,
porque Deus não quis mostrar assim, eu só tenho alguns que eu vou salvar, salvar no nosso sentido de ter vida eterna.
Olha como Deus tratou Agar, essa concubina, essa mulher egípcia que foi a mãe de Ismael, Deus tratou essa mulher com tanto carinho,
ela era uma pessoa que não fez parte depois do povo escolhido, foi rejeitada, não, a Bíblia não mostra isso,
Loh não escolheu ficar junto com Abrão dentro da terra prometida, foi para Sodoma, tem aquela história dele,
mas até no Novo Testamento fala que Jó era um homem justo, então Loh não foi uma pessoa rejeitada por Deus,
é muito importante entender que esse povo escolhido, claro que tem uma aliança, claro que tem uma história,
Deus escolheu a descendência de Abrão para entrar em aliança com ele, mas nós sabemos que nem todos os descendentes de Israel,
do povo de Israel, eles nem sempre foram fiéis, só porque Deus trabalhou com a nação, a coletividade, mas fazer parte do povo de Israel
não era garantia de que estaria com Deus para sempre, nós não sabemos como Deus vai julgar, como Deus vai tratar esses casos,
então em síntese seria, Deus escolheu trabalhar com a nação de Israel para cumprir seu propósito de redenção,
mas não significa necessariamente que todos os de Israel eram realmente pertencentes a Deus, fiéis a Deus,
e não era certeza também de que quem não fazia parte do povo de Deus, desse povo escolhido, não tinha relacionamento com Deus,
por exemplo, nós temos um livro inteiro na Bíblia chamado Jó, Jó talvez muitos acham que ele era contemporâneo de Abrão,
ele não tinha nenhum parentesco, na verdade um dos seus amigos, falsos amigos, pode ter sido descendente de Esaúl,
porque ele tem uma localização na descendença, aqui no capítulo 36, que ele faz era de lá, então eles eram de outros povos,
e Jó era um homem justo, Ruth não era da nação de Israel, assim por diante, então isso nós precisamos entender que Deus escolhe,
e até hoje, Deus trabalha com a igreja, mas não é todo mundo que está dentro da igreja que faz parte,
e não é todo mundo que não faz parte da igreja que está fora dos planos de Deus, então fora de Jesus não há salvação,
mas essas coletividades que Deus usa, Deus usa realmente, Deus quer usar, tem um propósito muito central no plano de Deus,
uma nação como Israel ou a igreja hoje, diferentes denominações ou igrejas ou grupos, Deus usa coletividades,
e Ele quer usar a coletividade, não quer só uma pessoa individual, mas não significa que todo mundo que está dentro daquela nação,
dentro daquele grupo é salvo, e não significa que não pertence a esse grupo não seja salvo, nós vamos falar mais sobre isso depois.
Então isso aqui é só para a gente ter uma visão que, olha só, vamos só identificar os povos que surgiram desses parentes,
são, hoje a gente não sabe distinguir entre um e outro, mas nós temos aqui de Abrão, o filho escolhido era Isaac,
Abrão teve Ismael com H, Ismael seria realmente considerado pai dos árabes, porque os descendentes dele provavelmente habitaram,
ninguém sabe muito detalhadamente, não tem registros históricos de todos os descendentes, mas Ismael se tornou uma nação,
mas nós nunca temos na bíblia uma explicação de quem era a nação de Ismael, ele teve 12 filhos também e ele deve ter,
os descendentes dele foram provavelmente para onde é a Arábia Saudita hoje, mas também outras partes da região,
eles se espalhavam, então não tem como limitar ou identificar exatamente, mas vamos dizer que Ismael,
os descendentes dele habitaram bastante lá no sul de Israel, lá naquela parte da Arábia Saudita.
Conquetura, com quem Abrão teve mais seis filhos, o único que a gente conhece mais, eu coloquei aqui Midian e mais cinco, porque os outros não são tão conhecidos,
mas a gente conhece uma das, os Midianitas que são citados em alguns, em algumas histórias da bíblia.
Depois nós temos Loh, Loh era sobrinho de Abrão, filho do irmão dele, Loh acompanhou Abrão por um tempo
e depois tem aquela história que ele saiu de Sodoma, a mulher dele morreu e ele gerou com as filhas, uma história assim bem estranha,
ele gerou Moab e Amon, que eram dois povos também vizinhos de Israel, os Moabitas e os Amunitas.
E nós temos então Ezaú, que vai contar nesse capítulo 36, que é o pai de Edom, os Edomitas, eles habitaram,
nós vamos ver aqui, eles habitaram uma região para o sul do Mar Morto, numa parte que hoje faz parte da Jordânia.
Moab e Amon também eram mais ao norte. E ainda tem esses descendentes do outro irmão de Abrão, Naor.
Naor, o filho dele chamava Betuel, que nós conhecemos porque ele era o pai de Rebeca e Labão,
Rebeca esposa de Isaac, Labão pai das duas esposas de Jacó, mas Betuel, Naor teve Betuel e mais onze filhos,
ele também teve doze filhos e eles eram chamados de Arameus ou Sirius, eles ficavam ao norte de Israel.
Então, olha assim, esses povos todos são chamados de semitas e é interessante porque hoje a gente usa essa expressão de quem odeia os judeus,
que quem é inimigo dos judeus, a gente chama de anti-semitas, mas na verdade tinha muitos semitas,
porque sem era um dos três filhos de Noé e Abrão, Ter, Abrão não eram os únicos semitas e mesmo só dentro dessa família aqui,
olha quantos semitas surgiram, todos eles eram semitas, os árabes, os ismaelitas, midianitas, moabitas, amunitas,
esses arameus, todos eram, os edumitas, todos eram semitas e hoje tudo misturou, em geral nós consideramos como árabes, em geral, ok?
Então, esse é o contexto, é o contexto, Deus trabalha com um povo escolhido porque ele quer usar, esse é o método dele,
e não significa que ele rejeita quem não faz parte desse povo escolhido, porque na verdade o objetivo dele é alcançar todas as nações.
Agora, existe uma relação muito tensa porque todos esses povos que originaram dessa família grande aqui, todos os povos que descenderam deles,
eles eram parentes, eles poderiam ter sido amigos, poderiam ter sido cooperadores, mas houve muita tensão, muita briga, muitas guerras,
a maioria desses povos, a relação deles com Israel não era uma relação amigável e isso até hoje, até hoje tem essas tensões, esses ódios, essas guerras,
e isso é porque existe um grande, o método de Deus, claro que Deus escolheu a melhor maneira possível para trabalhar conosco, para redimir a humanidade, o plano de Deus é maravilhoso,
mas ele escolheu trabalhar com esse povo escolhido dentro da humanidade caída e tem grandes problemas de ambas as partes.
Existe uma dificuldade, existem desafios e dificuldades para os escolhidos e existem dificuldades e desafios para os não escolhidos.
E eu acho que a primeira história na Bíblia, depois do pecado, que é de Caim e Abel, demonstra isso, porque Deus não falou que ia escolher Abel e não ia escolher Caim,
não tem nenhuma história, nenhuma indicação de que Deus já tinha escolhido, como até falo sobre Esaú e Jacó, mas Abel ofereceu algo a Deus que o agradou
e Caim ofereceu algo a Deus que não o agradou, então já nessa primeira dos primeiros dois irmãos, a primeira história da Bíblia, nós temos uma tensão entre aquele que Deus escolhe e aquele que Deus não escolhe,
porque veja bem, a ideia não era que desde o início Caim seria um rejeitado, Deus não queria, Deus não gostou dele, Deus rejeitou desde quando nasceu, não,
mas foi a dificuldade de Caim aceitar o fato de que o sacrifício dele não foi aceito e resultou nesse homicídio do irmão dele.
Então, essa tensão entre os escolhidos e os não escolhidos é algo que existe e existem grandes dificuldades de ambas as partes,
porque para os escolhidos, olha, não é fácil ser, olha a história de Israel, mesmo desde o início, a história de Jacó, não é fácil ser escolhido,
porque Deus coloca seu caminho, Deus tem um propósito, Deus quer usar a vida individual e coletiva dos escolhidos para o seu plano e ele faz uma aliança
e ele deseja que esse povo viva em aliança com ele, então a história, eu sempre lembro do filme "O violonista no telhado", porque os judeus sofriam tanto
e naquele filme o personagem central ele grita para Deus, não dá para escolher um outro povo para a gente sofrer menos, porque ser povo escolhido envolve muitas responsabilidades,
envolve muito sofrimento porque nosso coração não é fiel a Deus, então ser um povo escolhido não é fácil.
Um dos grandes problemas do escolhido é dele lutar, como Jacó lutou, com as próprias forças, ele quer ser o escolhido, ele quer passar para frente, ser melhor do que os outros,
ele tem essa tendência que é da nossa natureza de ser exclusivista, de ser superior, de ser prepotente, de excluir os outros, então toda essa dificuldade que os judeus enfrentaram,
que a igreja enfrenta, as igrejas enfrentam, tem histórias, muitas histórias, a igreja católica dizia que era a única igreja que tinha que pertencer à igreja católica para ser salvo,
mas muitas igrejas menores, muitas igrejas evangélicas, protestantes, seitas, têm usado a mesma ideia, você tem que fazer parte, a única igreja que tem salvação é a nossa,
então essa tendência de exclusivismo, essa tendência de achar que tem um status melhor do que os outros, um privilégio maior do que os outros,
então ser escolhido é muito difícil e tem grandes problemas, e a própria vida de Jacob mostra isso, que ele fez muita coisa errada e durante a história Israel tem feito e faz até hoje coisas erradas,
a igreja já fez muitas coisas erradas por ter um conceito errado do que é ser escolhido, e tem os grandes desafios dos não escolhidos,
como Caim, ou como Ismael que ficou brigando, se sentindo superior a Isaac, tem muitas histórias de como aqueles que não foram escolhidos também agiram de maneira errada,
porque uma das ilustrações talvez tenha uma melhor, mas uma das maneiras que eu gosto de explicar o escolhido e não escolhido é de pensar num grupo de pessoas presas dentro de uma caverna e vão morrer ali,
que é a situação da humanidade, a humanidade está perdida, está separada de Deus, está presa dentro de uma caverna, então alguém tem que achar uma saída,
e Deus na sua soberania, ele escolheu alguém para abrir o caminho, para mostrar o caminho para que os outros também pudessem ser salvos,
então quando Deus fala com Abrão "eu vou abençoar quem abençoar você, e vou amaldiçoar quem amaldiçoar você",
ele está dizendo quem ajudar, quem cooperar com aquele que vai achar uma saída, ele vai ser abençoado,
mas se alguém quiser atrapalhar, impedir a pessoa que está sendo usada para achar uma saída, isso vai acarretar problemas,
como quando Balak, o rei dos Midianitas, quis amaldiçoar Israel, não, não é para fazer isso, não significa que eles são perfeitos,
não significa que só eles são salvos, mas significa que não pode atrapalhar, não pode impedir quem está sendo usado
para trazer libertação e salvação para os outros, ok? Então isso é só para a gente ter um pouco de contexto e um pouco de entendimento
sobre essa parte da história do plano de redenção, então se vocês acompanharem aqui no esboço, vai ajudar porque eu vou passar
meio rápido agora na letra C do esboço para falar agora um pouco sobre o capítulo 36, Gênesis 36, então estamos procurando explicar
que Ezaú, a história de Ezaú tem várias coisas comoventes de todas essas pessoas aqui, de todas assim, Ismael, os outros filhos de Abrão,
quase não fala nada, Diló muito pouco, Labão muito pouco, dos outros filhos, assim, de todas essas, esses parentes que geraram outras nações,
quem tem a história mais completa, quem faz mais parte da história é realmente Ezaú, e nós temos a história dele, algumas partes muito comoventes,
Ezaú, nós já vimos isso, né, Ezaú, ele não teve uma, ele não deu valor no seu direito de primogenitura, mas ele queria a bênção do pai, e ele ficou muito assim,
a história ali de como ele foi enganado, de como ele perdeu a bênção, é muito comovente, e a outra história muito comovente de Ezaú é quando Jacó tem medo de voltar,
não sabe o que o irmão vai fazer com ele, e quando eles se encontram, Jacó cheio de medo, de estratégias e de preparações, e não se entrega muito,
não quer ficar muito junto, mas Ezaú aberto e abraça e chora, então nós temos essas histórias sobre Ezaú, isso tudo para mostrar que Deus não rejeitou Ezaú nesse sentido,
de não se interessar, a Escritura traz essas histórias para a gente sentir comovido por ele, e como Deus ficou comovido com o sofrimento de H, com Ismael,
Deus sente, e quando nós estudamos essa questão de ser um povo escolhido, nós precisamos levar muito em consideração isso, que o objetivo de Deus é toda a humanidade,
e Deus ama as pessoas que não fazem parte do povo escolhido, como Deus vai lidar com isso, o destino eterno, é um assunto que é muito da nossa linguagem,
mas que muitas vezes não aparece muito na Bíblia exatamente como Deus vai tratar, o que Deus vai fazer com todas as nações que existiram antes, com todas as pessoas, nós não sabemos, mas Deus está desenvolvendo seu plano e ele é justo,
eu não consigo aceitar uma visão de Deus que já cria pessoas e destina essas pessoas para serem separadas dele para sempre, eu não vejo Deus dessa forma, eu não vejo a história de Deus dessa forma,
mesmo olhando para o povo escolhido e os não escolhidos, eu não vejo essa atitude de Deus de não se importar e de não amar e de não ir atrás daqueles que não fizeram parte dessa linha azul da sua escolha.
Então, no capítulo 36, porque eu vou falar rapidamente agora do capítulo 36 de Gênesis e depois eu vou aproveitar aqui, assim como esse capítulo foi colocado aqui, para fazer justiça,
porque os descendentes dele não fizeram parte do povo escolhido, mas eles eram parentes, eram ligados e nós vamos ver que Deus considerava assim também.
Então, eu quero falar um pouquinho sobre a história depois desse capítulo 36, mas só para a gente então ter uma, o que nós podemos extrair desse capítulo?
Eu não vou falar sobre cada uma dessas partes, está no esboço aqui, na letra C, tem assim, quais as informações que nós temos no capítulo 36 de Gênesis, eu não vou falar sobre cada coisa,
é bem complexo, tem muitas coisas que, como eu falei, provavelmente foram dois, a gente chama de documentos, porque Moisés e talvez alguém depois de Moisés,
que compilou, que estruturou o livro de Gênesis, eles usaram informações, eles usaram documentos, então do versículo 1 ao versículo 8 tem uma informação, depois do versículo 9 em diante,
repete um pouco das mesmas informações, porque talvez era de uma outra origem, eles acharam um outro documento, enfim, para colocar aqui, e às vezes fala de vários filhos de Zahú, das três esposas,
os nomes das esposas nesse capítulo, não são os mesmos nomes que falam no relato anterior, então tem vários detalhes sobre a vida de Zahú, sobre os descendentes,
que são interessantes para quem pesquisa, para quem estuda, mas não são nosso foco aqui, então o que eu quero chamar a atenção só para algumas informações que nós temos nesse capítulo 36,
e depois vamos falar rapidamente sobre a história dos Edomitas depois dessa época, então nos primeiros versículos fala uma das coisas que também a gente não entende muito,
é que Abrão fez questão que Zaki se casasse com alguém lá da parentela dele, não com as pessoas ali da Tédicanaã, e a mesma coisa aconteceu com Jacó,
só que depois disso o próprio José, o filho de Jacó, ele se casou com uma egípcia, Moisés se casou com alguém que não era do povo de Deus,
e todos os outros filhos de Jacó devem ter se casado com mulheres de lá mesmo, então essa mesa é uma das coisas que a gente tinha um simbolismo, a história de Zaki e Rebecca tem um simbolismo tremendo,
Jacó foi para buscar as esposas dele também lá, mas Esaú, esse fato de Esaú ter escolhido se casar com pessoas da Tédicanaã, pelo menos nesse momento da história,
parece que foi um fator negativo para ele, porque inclusive fala anteriormente que essas duas esposas do povo de Canaã entristeceram os pais dele, eles não se sentiram bem com isso,
então aqui fala das três esposas de vários filhos, mas a informação, a primeira informação importante que nós temos nesse capítulo 36 é no versículo 6,
Gênesis 36, versículo 6, "Tomou Esaú, suas mulheres, seus filhos, suas filhas", isso você pode ver, eles tinham filhas também, Jacó deve ter tido outras filhas, a lenda de Iná, mas eles não citavam os nomes das filhas,
"Tomou Esaú, suas mulheres, seus filhos, suas filhas e todas as pessoas da sua casa, seu gado, todos seus animais, todos seus bens que havia adquirido na Tédicanaã e foi-se para outra terra, apartando-se de seu irmão Jacó,
os bens deles eram muitos para habitarem juntos, a Tér e suas peregrinações não os podia sustentar por causa do seu gado", que é muito parecido com a história de Abraão e Ló, que eles também tinham muito gado e não conseguiam ficar juntos,
e não fica claro aqui exatamente quando aconteceu isso, porque quando Jacó voltou lá de Labão, já fala que Esaú veio de Seir, que era essa outra região, mas aqui fala que ele resolveu não ficar junto na Tédicanaã,
e isso também tinha um simbolismo grande, porque Ismael não ficou na terra, ele foi para longe, nem foi tanto por escolha dele, ele foi mandado embora.
Ló se separou, foi para Sodoma, e agora Esaú se separa também e vai para uma outra terra que não ficou na terra prometida, então tudo isso também tinha um significado,
porque dentro da escolha de Deus, da promessa de Deus, tinha essa terra que Deus usaria, isso sempre temos citado, isso que é uma grande parte da promessa de Deus,
de que Abraão seria um povo numeroso, uma nação, mas que os descendentes herdariam essa terra, e isso tem muito a ver com o propósito de Deus de formar um reino nesta terra,
e tem esse simbolismo de que para edificar, para formar esse núcleo que Deus queria, e para Deus iniciar seu reinado na terra, precisava desse lugar,
dessa terra específica, que ainda tem um grande significado até hoje para a volta de Jesus, então aqui nós temos essa separação, esse outro caminho que Esaú tomou,
então isso é uma informação importante que tem nesse capítulo, que ele saiu da terra de Canaã, da terra da promessa e foi para essa outra terra.
Para onde que ele foi? No versículo 8 ele foi para o monte Seir, que como eu falei, essa região que seria hoje a parte do sul da Jordânia, na geografia de hoje,
os turistas sempre visitam Petra, que seria essa região montanhosa, onde era esse território que se tornou Edom, que se tornou a nação descendente de Esaú,
e é muito enfatizado isso nesse capítulo, que os descendentes de Esaú formaram a nação de Edom, e isso cumpriu o que Deus falou com Rebeca, a mãe de Esaú Jacó, lembra?
Quando ela estava grávida, quando os dois estavam brigando no ventre dela, foi uma coisa tão forte que ela até perguntou para Deus, o que é isso que está acontecendo?
Deus falou assim, você está gerando duas nações, e o mais velho vai servir o mais novo, eles vão ter brigas, então realmente Deus mostrou para ela que teria essa relação difícil entre os descendentes dos dois filhos.
A outra informação que nós temos aqui, porque aí vai citando os filhos, os netos, mas a partir do versículo 20, aqui no capítulo 36,
ele fala não só dos filhos de Esaú que foram habitar ali nessa região chamada Seir, mas Seir tem esse nome por causa de um outro povo, de uma outra pessoa chamada Seir,
e aí fala dos descendentes, são estes os filhos de Seir, o oreo, moradores da terra, e nós não temos tempo para entrar em todos os textos paralelos,
mas em Deuteronômio 2, nós temos a informação que quando Esaú foi habitar nessa terra, nessa região de Seir, ele lá fala que ele expulsou os descendentes de Seir.
Aqui dá a entender que ele se misturou também, porque aqui tem os filhos de Seir, e eles também se tornaram chefes,
então aqui parece que houve uma mistura entre os descendentes de Seir e os descendentes de Esaú, então essa é a segunda informação que nós temos aqui nesse capítulo.
E depois, a terceira coisa importante que nós encontramos nesse capítulo, é que a partir do versículo 31, falam a respeito de reis,
foram estes os reis que reinaram na Tede Edom, e esse que é o versículo que parece que dá uma pista de que essa parte do capítulo foi acrescentada depois, porque o versículo fala o seguinte, foram estes os reis que reinaram na Tede Edom,
antes que reinasse rei algum sobre os filhos de Israel, então aqui parece que é uma informação que foi acrescentada depois, sabendo que um dia Israel também teve rei e se tornou um reino, teve linhagem de reis,
mas Edom começou a ter reis muito antes, isso também é interessante que eles se organizaram como um reino, eles se organizaram, tiveram reis muito antes de Israel ter rei,
e eles se tornaram uma nação, se tornaram uma nação organizada talvez muito antes dos descendentes de Abrão, Isaac e Jacó, e quando a gente olha os nomes dos reis e filho de quem, parece que não eram reis como uma dinastia,
parece que cada rei era de uma família diferente, então essas são as informações que nós temos nesse capítulo sobre Esaú. E a última coisa, antes de agora falar um pouquinho sobre a história posterior desses descendentes,
é que essa parte aqui termina na verdade no primeiro versículo do capítulo 37, o versículo 37.2, versículo 2 é onde começa esse novo Toledote, essa nova sessão da parte do livro de Gênesis,
essa é a história de Jacó, essas são as gerações de Jacó, mas o primeiro versículo do capítulo 37 então pertence ao capítulo 36, e ele fala assim, Jacó habitou na terra das peregrinações de seu pai na terra de Canaã,
essa frase é para fazer um contraste com Esaú, porque Esaú saiu da terra das peregrinações do pai dele e foi para essa outra terra, e Jacó não, Jacó ficou na terra das peregrinações de seu pai,
então isso aqui é que completa esse relato. Então esse aqui é o panorama da situação, Deus seguindo uma linha, a linha da redenção, a história da redenção,
e como nós podemos aprender algumas coisas sobre como Deus lida com os escolhidos e não escolhidos, agora eu quero mostrar um pouquinho que como de todos esses outros povos e parentes, povos semíticos e outras nações,
realmente a história, tem história com os Moabitas, tem, eles aparecem futuramente, Moabitas, Amonitas, Midianitas, tem várias histórias que envolvem, mas a história de Edom é um pouco diferente,
então realmente Esaú, ele tem uma história, os descendentes dele tem uma história um pouco diferente que eu vou tentar resumir aqui para não tomar muito tempo, mas só quero salientar um aspecto interessante.
Então vamos abrir em Deuteronômio capítulo 2 para ver como que Deus, o próprio Deus queria que houvesse uma relação diferente entre os escolhidos e os não escolhidos.
A gente pensa assim, será que Deus queria que Ismael fosse expulso da casa do pai dele, mas não foi possível e aqui tem, sempre tem aspecto de ambas as partes porque Sarah também teve uma atitude muito ruim em relação a Agar.
Então essa relação entre os escolhidos e os não escolhidos é muito difícil, então olha como Deus, essa parte, essa história de Deuteronômio 2 acontece depois que o povo já tinha ficado no Egito,
Deus libertou do Egito, andaram 40 anos no deserto e aqui eles estão quase prontos para entrar na terra prometida, veja, os outros povos já tinham se estabelecido, tinha os descendentes de Ló, estavam ali Moabitas, Amunita, os descendentes de Ismael, tinha o território deles,
e o povo, os descendentes de Abram não tinham, eles estavam muito mais atrasados, eles não tinham um lugar.
Então quando eles iam entrar na Té de Canaã, que Deus tinha reservado para eles, esses outros povos estavam todos em volta nas regiões, não dentro de Canaã, mas perto.
Então quando eles foram caminhando, Deus falou assim, vou só pegar rapidamente aqui, Deuteronômio 2, versículo 8, assim passamos por nossos irmãos, isso é Moisés falando, passamos por nossos irmãos, os filhos de Isaú, eles consideravam os descendentes de Isaú como irmãos, como parentes,
que habitavam em Seir, desde o caminho de Arabá, do Arabá de Elati e de Ezion, depois nos viramos, seguimos o caminho do deserto de Moab, então Deus falou com, aqui em, desculpe, eu comecei no versículo 8, mas era para falar, começava no versículo 4,
da ordem ao povo dizendo, passareis pela fronteira de vossos irmãos, os filhos de Isaú, que habitam em Seir, eles terão medo de vós, todavia guardai-vos bem, não os ataqueis, pois nada vos darei da sua terra, nem ainda um pé do seu território, a Isaú, dei a montanha de Seir, por herança.
Então, o resumo aqui é que eles iam passar perto do território de Edom, e Deus falou assim, não brigue com eles, eles são seus irmãos, são parentes, eu dei esse lugar para eles, e não é para vocês tomarem deles.
E para Moab, mesma coisa, no versículo 9, não é para molestar a Moab, não contendo-os com eles em combate, pois nada te darei da sua terra. Só que a história foi que, aí tem que juntar, que eu não vou abrir lá agora, mas em números 20, eles pediram, povo de Israel pediu, com educação, pediu permissão, falou que eles iam pagar, se eles fossem usar água, alguma coisa, mas Edom não permitiu que passassem no território deles,
e nem Moab. Então, não houve uma atitude correspondente, Deus queria que eles agissem em amizade, não é para brigar com eles, não é para tomar a terra deles, e é para pedir permissão e passar com honra, mas nem os Edomitas, nem os Moabitas aceitaram.
Então, eles tiveram que dar uma volta maior ainda. Então, esse foi um dos problemas que surgiu, e que demonstra que atitudes de inimizade, atitudes de tensão e de briga, às vezes partia dos dois lados, mas aqui, Deus tinha orientado para que eles tratassem bem, e não houve uma correspondência.
Um outro texto interessante, em Deuteronômio 23, mostra que embora, porque Deus, Deuteronômio 23, versículo 3, Deus não perdoou, Deus não se esqueceu do fato de que os Moabitas e nem os Amunitas permitiram que o povo passasse.
Então, ele falou assim, "Nenhum Amunita nem Moabita entrará na Assembleia do Senhor, nem ainda na décima geração."
Versículo 4, "Pois não foram ao vosso encontro com pão e água no caminho, quando saísteis do Egito, e além disso, subornaram contra ti a Balaão, para te amaldiçoar."
Então, Deus, e outra coisa que eu acabei não mencionando, no capítulo 36, fala que Amaleck também era um dos descendentes de Isaú, mas eles eram considerados separados, tinham os Edomitas e os Amalequitas.
E nós lembramos que os Amalequitas também atacaram o povo de Israel no deserto, quando eles eram fracos e vulneráveis. Então, eu falei assim, tem algumas responsabilidades, algumas coisas sérias que Deus exige dos escolhidos.
E Deus trata muito severamente, como nós sabemos na história de Israel, Deus tratou muito severamente com os escolhidos que não eram fiéis.
Agora, aqueles que não eram do povo escolhido, que agiram de maneira errada, como os Moabitas, como os Amunitas, Deus levou isso muito a sério e é aquela história.
Quem, essa coisa de coletividade, é difícil a gente entender, porque Deus fala que Ele julga as nações, que Deus julga famílias.
Então, quem é dirigente de uma família, quem é dirigente de uma nação, traz consequências terríveis quando age de uma forma errada.
Isso tem em toda a história da humanidade, os reis, os imperadores, os ditadores, aqueles que agem de uma forma errada, trazem sofrimento terrível.
Coreia do Norte sofre muito, Irã sofre muito, Rússia sofre muito, os países sofrem com a maldade de seus líderes, isso traz consequências, mas não significa que todas as pessoas que pertencem a essa nação são rejeitadas ou amaldiçoadas.
Como nós temos o grande exemplo de Ruth, que era Moabita e ela não participou dessa maldição.
Então, isso é para mostrar que Deus trata pessoas individuais de uma forma, mas Ele trata coletividades também.
Tem bênçãos e tem maldições, tem nações que são abençoadas, tem nações que têm sido amaldiçoadas, mas isso não significa que todos que estão na nação abençoadas são abençoados e nem que todos que estão numa nação que está sofrendo consequências terríveis de um líder do mal, sejam também amaldiçoados.
Agora, olha como Deus fala em relação aos Edomitas, Deuteronômio 23,7, "Não abominarás o Edomita, pois é teu irmão; não abominarás o Egípcio, pois fosse estrangeiro em sua terra".
Então, Ele tem um tratamento, isso é interessante porque Deus queria que tivesse um tratamento diferente em relação aos Edomitas, mas não houve nem de um lado nem de outro.
No esboço eu não vou ler esses textos, mas no esboço eu tenho aqui as referências que durante a história, Saúl lutou contra os Edomitas, Davi massacrou, matou muito os Edomitas, eles foram conquistados principalmente no tempo de maior glória de Davi e Salomão e alguns dos reis depois.
Os Edomitas, como Deus falou com Rebeca, durante muito tempo Edom foi conquistado, foi dominado por Israel e aí tem várias histórias, mas depois tem uma época lá com Jeorão que os Edomitas conseguiram se libertar desse domínio.
Então, teve uma história de muitas guerras, de muita matança, de muito ódio, que é muito semelhante àquilo que acontece entre Israel e palestinos e outros povos ao seu redor hoje.
Agora, acho que os dois pontos mais destacados nas escrituras sobre a história de Edom é essa história inicial de como Deus queria que eles se tratassem bem como irmãos.
Deus falou com Moisés e falou com o povo de Israel para considerar os Edomitas seus irmãos, não era para brigar com eles, mas não houve uma atitude correspondente da parte dos Edomitas, e depois houve muitas guerras.
Agora, uma coisa assim que também é marcada em vários textos de profetas e tem no livro o profeta menor, que só tem um capítulo, Obadias, ele fala sobre Edom e a parte lá, principalmente a parte central da profecia dele,
ele fala sobre como os Edomitas se juntaram ao exército, talvez não se juntaram ao exército, mas quando Nabucodonosor, naquela época da destruição de Jerusalém, quando o rei da Babilônia veio e levou o povo para o cativeiro e destruiu a cidade e o templo,
os Edomitas, eles se juntaram, eles aproveitaram para talvez demonstrar seu ódio e ajudaram a matar e saquearam as cidades e eles tiveram uma atitude muito ruim, eles ficaram felizes com a derrota do povo de Israel.
E isso é citado em vários textos, talvez, tem um livro de Obadias que fala bastante sobre isso, eu vou ler talvez um texto em Ezequiel 35, mas isso é citado umas três ou quatro vezes nas escrituras,
Ezequiel 35, versículo 5, "Por que guardaste", está falando que isso é uma profecia contra o monte Seir, contra o Edom, "Por que guardaste inimizade perpétua e abandonaste os filhos de Israel a violência da espada no tempo da extrema iniquidade?"
Então isso é algo que Deus não tolera, Deus não admite atitudes dos amalequitas que atacaram Israel quando eles estavam fracos e ele não aceita isso quando o povo é escolhido, quando a igreja persegue outros, Deus não aceita isso de parte nenhuma.
Vamos ver no Salmo 137, ele cita isso também, essa atitude, está mais detalhado em Obadias que eu não vou ler agora, Salmo 137, versículo 7, fala, "Lembra-te, ó Senhor, do que fizeram os filhos de Edom no dia da queda de Jerusalém.
Diziam, arrasaia, arrasaia até os seus alicerces." Então essa foi a atitude dos Edomitas e foi algo que Deus condenou severamente e é por isso que em Malaquias Deus até fala de uma destruição perpétua,
de Edom, Obadias também fala sobre isso, então há uma condenação severa sobre os Edomitas por causa da atitude que eles tiveram em relação ao povo de Israel.
E isso é para mostrar que Deus sempre, ele sempre condena essa atitude de se vingar, de se aproveitar quando alguém já está apanhando e pisar mais ainda.
Obadias fala deles cercarem, que eles cercaram quando o povo de Israel estava fugindo do rei da Babilônia, então são essas atitudes de falta de misericórdia, de falta de compaixão, são coisas severamente condenadas por Deus.
E só para finalizar um pouco a história, essa região de Edom, que inclusive em Malaquias e outros profetas fala que Deus vai deixar abandonado esse território, que ele vai destruir a nação de Edom por causa disso,
justamente aquela região que é conhecida hoje como turismo, a cidade Petra, era uma das regiões habitadas pelos Edomitas, pelo povo de Edom, e essa região ela foi, parece que tem vários registros históricos,
que um povo chamado Nabateus conquistaram e expulsaram o povo de Edom daquela região, ali inclusive onde fica a cidade Petra, isso já há mais ou menos 300 anos antes de Cristo.
Mas mesmo antes disso, antes deles serem expulsos de lá por esse outro povo e acabou realmente, não existiu mais a terra de Edom, os Edomitas foram migrando para o sul de Israel, parte sul da terra de Israel,
isso talvez até começou durante o cativeiro na Babilônia, e quando Zorubabel e Esas e Neemias estavam ali voltando, com certeza os Edomitas eram alguns daqueles que estavam se opondo à construção da cidade, à construção do templo.
E essa região, ela passou a ser chamada de Idumeia, que é meio derivada da mesma palavra Edom, e é só para, tem vários, assim, os livros dos Macabeus, cita esse povo que vivia nessa região da Idumeia,
e aquele rei Herodes, do tempo de Jesus, que inclusive matou todas as crianças querendo ver se matava o rei, que poderia vir a desafiar a sua posição, esse rei Herodes era um Edomita, ele era da Idumeia.
Então nós temos essa sequência, mas depois, como outros povos, Moabitas, Amunitas, Filisteus, tantos povos que a gente hoje não se sabe quem é quem e foi misturando tudo.
Então só para terminar, agora pensando em como que Deus agiu, isso eu só vou tocar levemente nesse assunto porque seria um grande assunto em si, mas como que a história da redenção até a vinda, a primeira vinda de Jesus, do Messias,
que Deus estava trabalhando com uma nação biológica, física, descendentes de Abraão, essa coletividade, esse povo escolhido, era a nação de Israel.
E as outras nações que tinham essas exceções, algumas pessoas isoladas, que conheciam a Deus e que passaram a fazer parte também, como Ruth e Orab, mas de maneira geral nós não temos Deus trabalhando especificamente com essas outras nações.
E as nações eram consideradas como inimigas de Israel. E quando os profetas falavam a respeito de como Deus restauraria Israel, do reino de Deus, as visões proféticas do futuro de Israel, os profetas conseguiam ver no modelo de Israel sendo superior e dominando as outras nações.
Isso até desde as profecias dadas a Abraão e Jacó, assim, que sua descendência vai possuir a cidade dos seus inimigos.
E para ilustrar como isso mudou na nova aliança, porque nós sabemos que muita coisa mudou, isso é um dos grandes mistérios na Bíblia, e muita gente entende várias coisas erradas sobre o escolhido e não escolhido,
sobre Israel num tempo antigo, Israel hoje, as promessas de Deus, a substituição, a igreja agora tomou o lugar de Israel, tem muitas ideias erradas, muitas coisas confusas,
mas realmente Jesus veio, o próprio João Batista falou assim, não fiquem confiando que vocês são filhos de Abraão, não fiquem achando que vocês são escolhidos só porque vocês pertencem ao povo.
E nós podemos dizer isso da igreja hoje também, é o mesmo princípio, mas quando Jesus veio, ele abriu as portas para as nações,
e o povo escolhido passou a ser pessoas redimidas e resgatadas de todas as nações, mas não tirando as promessas de Deus para Israel, que é um grande assunto em si.
Mas para a gente entender essa mudança de visão de como que Deus hoje vê as nações, será que Deus continua falando como no tempo de Malaquias,
que os Edomitas e os de Babilônia e os do Egito, a maioria das profecias sobre outras nações são profecias de juízo, e que a única nação que Deus vai preservar,
que vai dominar sobre as outras é Israel, mas como que é isso? E nós temos um texto que é citado no Novo Testamento que ajuda a entender isso, que é Amos capítulo 9, que fala assim no versículo 11,
"Naquele dia tornarei a levantar a tenda de Davi, tabernáculo de Davi que está caída, e restaurarei as suas ruínas, edificarei como nos tempos da antiguidade."
Versículo 12 "Para que possuam o restante de Edom e todas as nações que são chamadas pelo meu nome."
As nações são chamadas pelo meu nome, é maravilhoso, mas é para que eles possuam a visão aqui que Deus vai restaurar o trono, a casa de Davi, para governar, para dominar as outras nações.
Mas no capítulo 15 de Atos, quando eles estavam decidindo sobre a inclusão dos gentios no povo de Deus, esse mesmo texto é citado de uma forma diferente.
Atos 15, versículo 14 fala, "Simão relatou", isso é Tiago falando, "Simão relatou como primeiramente Deus visitou os gentios para tomar dentre eles um povo para o seu nome."
E aí ele cita esse texto de Amos 9, "Depois disto voltarei, edificarei o tabernáculo de Davi que está caído, levantá-lo-ei das suas ruínas, tornarei edificá-lo para que o restante dos homens busque ao Senhor."
Não para que Israel domine, mas para que o restante dos homens busque ao Senhor, sim, todos os gentios sobre os quais o meu nome é invocado.
Então, é lógico que não temos tempo para abordar isso com profundidade agora, mas é só para mostrar o final da história.
No tempo antigo, antes da primeira vinda de Jesus, Deus trabalhou com um povo, uma nação física, os descendentes de Abrão.
Ele continua tendo uma promessa, um propósito para Israel até hoje, mas na nova aliança a visão de quem é o povo escolhido ficou ampliada.
Em Efésio os dois falam que nós fazemos parte da comunidade de Israel. Romanos 11 fala que nós fomos "insertados na oliveira".
Então, quando nós chegamos no livro de Apocalipse, capítulo 7, tem uma grande multidão.
Tem as 12 tribos, é interessante, no capítulo 7 de Apocalipse aparecem o remanescente das tribos de Israel, mas aparece também uma grande nação,
é uma grande multidão que vem de todas as nações, tribos, povos, línguas, que Deus incluiu.
Então, a visão do reino de Deus no fim não é que os descendentes Jacó são os amados por Deus e Ezaú, Ismael, Ló, todos esses outros são rejeitados.
Não, Deus quer, o propósito original sempre foi que dessa pequena coletividade, desse pequeno núcleo de pessoas em aliança com Deus,
pudesse alcançar, pudesse ser o instrumento de Deus para alcançar todas as famílias da Terra.
Então, quando Amoz fala que Israel vai possuir Edom, no Novo Testamento nós descobrimos que essa profecia significa que a partir de Israel,
a partir desse núcleo, todos os homens, todos aqueles que tenham o coração para Deus vão ser incluídos e não serão cidadãos de segunda classe ou dominados,
mas o reino de Deus é esse reino de inclusão, esse reino formado de todas as nações.
Então, fizemos um panorama para entender um pouco assim como que Deus estava trabalhando dentro daquele início do livro de Gênesis,
porque que Deus estava seguindo essa linha azul e só aqueles que eram escolhidos, mas tendo em vista aquilo que ele tinha em mente no final.
E a história dos descendentes de Edom, que é uma história triste, mas que no fim Deus quer resgatar, redimir e unir todos no seu reino.
Então, essa é a história de Gênesis, capítulo 36, que é apenas um capítulo de maioria de nomes, mas eu aproveitei esse capítulo para falar um pouco sobre todo esse panorama do plano de Deus
e como ele trabalha com escolhidos e não escolhidos e com o desejo de redimir a todos. Senhor, nós pedimos que nós tenhamos a atitude que o Senhor espera,
que nós possamos ser esse povo escolhido em aliança contigo, mas servindo a Ti e buscando a Ti para que o tabernáculo de Davi seja restaurado e que todos os homens possam ser restaurados a Ti
e para que as nações, como fala no livro do Apocalipse, também façam parte do Teu reino. Esse é o nosso desejo, em nome de Jesus. Amém.
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