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Aula 84 – Gênesis – A história de Esaú e os não escolhidos

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12/08/23 – Gênesis 28 – MP3 – Baixar

 


 

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Transcrição · gerada automaticamente

Estamos em Gênesis, capítulo 28. Como nós sabemos a história, nós estamos no meio de uma sequência de histórias dos patriarcas em Gênesis, no livro de Gênesis.
Então nós temos Abrão, depois tivemos Isaque e agora estamos vendo a história de Jacó.
Tem outros personagens, Abrão teve um filho chamado Ismael, agora também Isaque teve dois filhos, gêmeos, Esaú e Jacó.
Mas como Jacó é aquele que vai dar sequência, que vai ser aquele que foi escolhido para continuar essa linhagem dos patriarcas, para começar a nação escolhida,
então Isaú tem uma importância bem menor, mas hoje nós vamos parar um pouquinho porque a história bíblica traz aqui em Gênesis 28 uma espécie de uma nota.
Gênesis 28 de 6 a 9 fala alguma coisa sobre Isaú e que chamou bastante a minha atenção, geralmente como eu disse que nós lemos essas histórias pensando mais em Jacó,
nós sabemos que ele que tem a importância, ele que vai dar continuidade no plano de Deus, então aquilo que acontece com Isaú teve importância, alguns aspectos que já vimos na benção,
toda aquela história do capítulo 27, mas normalmente essa nota aqui que apareceu, na verdade são quatro versículos, mas essa informação sobre Isaú se casando com uma filha de Ismael não chama muita a atenção,
mas nós vamos parar aqui na história de Jacó, nós vamos seguir a sequência aqui falando sobre Isaú, mas vamos aproveitar e falar um pouco mais não só sobre Isaú,
mas também sobre toda essa questão que o Novo Testamento também trata, Paulo fala sobre isso em Romano 9, então não é um assunto sem importância pensar sobre dois irmãos gêmeos,
não como Isaque e Ismael que não só não eram gêmeos mas tinham mães diferentes, então é uma situação bem diferente porque Isaú e Jacó são gêmeos, filhos dos mesmos pais,
e no entanto um foi escolhido, um foi eleito, um foi escolhido por Deus para dar continuidade e o outro não, então isso levanta várias questões, com a ajuda de Deus nós vamos pelo menos tocar um pouquinho nessas questões,
que são importantes para nós, tem muitas ramificações, muitas implicações, mas hoje queremos só tocar em algumas coisas que podem nos ajudar a entender acima de tudo quem Deus é,
como que ele trata, como que são os caminhos de Deus, e evidentemente já vou colocando isso, isso levanta várias perguntas, todos nós temos perguntas "por que que Deus fez isso?"
então tem perguntas muito famosas, de todas as gerações, as pessoas fazem sempre algumas perguntas muito sérias, até duvidando da natureza de Deus,
e essa questão de Jacó e Isaú, ou Isaú e Jacó, toda essa questão de Deus ter escolhido um, e como nós vimos na história, Deus falou com a mãe, com a Rebeca, antes deles nascerem,
Deus já deu a escolha dele, já mostrou para a Rebeca quem seria o escolhido e quem não seria, então são muitas perguntas que serão suscitadas nesse assunto que vamos tratar,
nós poderíamos ter a tendência de passar por cima, e realmente tem muitas coisas que nós temos que deixar nas mãos de Deus, nós não temos respostas para todas as perguntas,
mas eu costumo dizer que a pergunta, claro, dependendo da atitude da pergunta, ter a pergunta não ofende Deus, pelo contrário, Deus gosta quando nós queremos entender,
não quando nós queremos duvidar, quando nós queremos discutir com Deus, achar que Deus não está sendo justo, mas ter a pergunta, até mesmo para dizer "Deus, como que o Senhor que é justo,
como Abrão orou sobre o que Deus ia fazer em Sodoma, ele falava com Deus, "Deus, mas o Senhor é justo, o Senhor não pode fazer certas coisas, Moisés falou com Deus assim,
o Senhor não quer destruir toda a nação ali no Monte Sinai por causa do bezerro de ouro, o Senhor não quer destruir toda essa nação por causa da Tua natureza, por causa de quem o Senhor é,
então ter as perguntas, até colocar diante de Deus, não é problema, nós temos que só reconhecer que algumas das respostas não serão dadas a nós nesse momento, nesse tempo, dependemos totalmente de Deus.
Vamos orar, Senhor, nós queremos realmente declarar que acreditamos em Ti, acreditamos na revelação que o Senhor nos deu nas Escrituras, nós acreditamos que mesmo naquilo que nós não entendemos,
mesmo naquilo que podemos imaginar que o Senhor não está sendo justo, que isso pode nos ofender, ofender nosso senso de o que seria certo, como é que poderia tratar as pessoas de maneira igual,
nós não temos a compreensão, nós não temos a capacidade de entender tudo que o Senhor é e porque que o Senhor age, e o Senhor não tem obrigação também de falar conosco, de explicar,
mas ao mesmo tempo o Senhor fez questão de revelar muitas coisas nas Escrituras e de conversar com aqueles que alcançavam uma posição de amizade com o Senhor,
então nós queremos ter essa posição de amizade, queremos poder perguntar e se não for o momento de ter a resposta, vamos continuar aguardando e acreditando em Ti.
Ajude-nos nesse momento enquanto nós olhamos essas questões que afetam tantas pessoas, afetam nossa visão do mundo, afetam a nossa visão de quem o Senhor é e ajude-nos, Senhor, a entender porque nós queremos te conhecer,
nós desejamos conhecer quem o Senhor é de verdade e não a imagem ou a descrição ou a imaginação que nós podemos ter de Ti, ajude-nos nesta hora, nós pedimos com corações abertos e humildes em nome de Jesus, amém.
Bom, primeiro então vamos ler esses versículos, essa nota que tem aqui, vou explicando um pouquinho porque essa pequena nota que em si poderia não ter tanta importância,
mas isso eu quero dizer porque isso chamou minha atenção e porque eu achei que eu deveria parar aqui e pensar sobre esse assunto tão extenso e tão profundo que é a escolha de Deus.
Quem Deus escolhe, nós chamamos isso de eleição, a escolha de Deus, a escolha de Abraão, Isaac, Jacó, essas primeiras gerações, Deus foi separando, Deus foi, não é Isaac, não é Ismael, agora nessa geração aqui é Jacó, não é Isaú,
depois todos os doze filhos de Jacó entraram na formação da nação escolhida, mas a questão de escolha, a questão de quem Deus escolhe para usar para seus propósitos continua mesmo dentro da nação escolhida,
então são muitos assuntos e vamos tentar, com a ajuda de Deus, pelo menos tocar em alguma delas.
Então o texto que estamos analisando aqui que faz parte da história de Isaú é Gênesis 28, versículo 6, logo depois vamos lembrar da sequência, teve toda a história do capítulo anterior que Jacó e Rebeca tramaram para enganar Isaac e para pegar a bênção do primogênito para que não fosse dada,
essa bênção não fosse dada a Isaú e aí Isaú ficou com muita raiva, falou de matar Jacó e Rebeca conversou com Isaac dando uma outra desculpa, mas querendo mandar Jacó embora de lá para não ser morto pelo irmão,
a desculpa era que Jacó não era uma desculpa, não era uma falsidade, realmente assim como Isaac, o pai dele mandou buscar uma esposa que não fosse das tribos, dos povos de Canaan,
Rebeca também queria que Jacó e Isaac também que ele se casasse com alguém da família, a gente fala da família de Rebeca mas eram parentes de Abrão, era a família original de onde Abrão saiu e Abrão, Sarah, Isaac e Rebeca todos eles eram da mesma família, mesmo parentesco,
então Isaac chamou Jacó, deu uma bênção e despediu Jacó para ir buscar uma esposa entre os parentes da mãe dele.
Então, versículo 6, vendo pois Isaú que Isaac abençoara Jacó e o enviara a Padã Arã, que era o nome do lugar de onde Abrão tinha saído na última parte da vinda dele para Canaan,
para tomar de lá mulher para si e que abençoando lhe ordenara dizendo não tomes mulher dentre as filhas de Canaan e que Jacó, obedecendo seu pai e a sua mãe fora a Padã Arã,
vendo também Isaú que as filhas de Canaan eram más aos olhos de Isaac seu pai, foi-se Isaú a Ismael e tomou para si por mulher, além das suas mulheres, a Maalati filha de Ismael, filho de Abrão, irmã de Nebaoti.
Bom, aqui também nós precisamos lembrar que no final do capítulo 26, Gênesis 26, conta que Isaú tinha se casado com duas mulheres dos povos de Canaan,
então ele já tinha duas esposas dos povos de Canaan, mas o que está acontecendo com Isaú? Ele acabou de passar por essa situação que foi descrita de uma maneira muito dramática em Gênesis 27,
quando Isaú percebeu que o pai já tinha abençoado o irmão dele, Jacó, e que nem tinha como Isaú, Isaac, abençoá-lo com uma bênção boa a descrição de como Isaú reagiu, como ele chorou,
como isso afetou profundamente para eles a bênção do pai, não era uma coisa qualquer, não era um detalhe, não era uma coisa opcional, para eles era mais importante do que uma herança material,
era mais importante do que qualquer outra coisa, então isso afetou profundamente Isaú e Isaac também, e então nós temos essa cena descrita em bastante detalhe,
bastante mostrando as emoções, mostrando como isso foi algo que tocou profundamente na vida de Isaú, então quando eu li novamente, fiquei meditando nesses versículos aqui do capítulo 28,
nós podemos sentir que Isaú está sofrendo muito e isso é uma coisa que nós podemos nos identificar, qualquer pessoa, a relação que tem com os pais é algo que nos afeta profundamente,
Isaú ele queria a bênção dos pais, ele queria aprovação, porque ele fala no versículo 8 que ele viu, Isaú viu que as esposas, as mulheres que ele tinha,
com quem ele tinha se casado, eram más aos olhos de Isaac seu pai, então Isaú ele não só perdeu a bênção, mas ou ele presenciou, ou ele ficou sabendo,
ele soube dessa cena no início do capítulo 28, ele soube exatamente o que aconteceu aqui, repete, ele viu que Isaac deu, além da bênção que foi dado no capítulo anterior,
como nós vimos na aula passada, essa aqui é a segunda bênção que Isaac dá para Jacó e Isaú viu então que Jacó, agora não por engano, mas o pai realmente está abençoando Jacó,
inclusive com a bênção do avô Abrão, e ele viu que nessa bênção e nessas instruções que Isaac dá para Jacó, que era importante para os pais que Jacó se casasse com alguém que não era de Canã,
então Isaú, será que ele não sabia disso antes? Será que os pais nunca tinham falado que isso era uma tristeza, porque naquele texto onde fala que Isaú tomou as duas mulheres,
em Gênesis 26, 34, 35, fala "Estas foram para Isaac e Rebeca uma amargura de espírito", para os dois, será que Isaú não percebeu isso?
Mas de qualquer forma, esse texto aqui reforça ainda mais o drama que Isaú está vivendo, ele perdeu a bênção, ele viu que os pais agora estão tratando Jacó como sucessores,
como sucessor, que ele é o sucessor da bênção, do legado, e ele ficou de fora, e isso é algo assim, eu tenho ficado muito comovido meditando nisso,
como que Isaú estava se sentindo? Será que nós, e esse é talvez o ponto central que eu quero trazer nesse estudo de hoje, pensando como que nós devemos ler essa história de Isaú,
essa biografia de Isaú, como que deve ser a nossa atitude? Será que nós devemos pensar "não, Deus rejeitou Isaú, Isaú cometeu um grande erro e Deus não quis mais,
Deus rejeitou e não tem que ficar se compadecendo dele, não tem que ficar sentindo o drama dele, agora a história é com Jacó, esqueça Isaú, eu não creio nisso,
eu não creio que devamos simplesmente passar por cima de tudo isso, há algo muito dramático acontecendo aqui e nosso coração deve se conduzir muito por isso que aconteceu com Isaú,
o que acontece com tantas outras pessoas? Em relação aos pais, é muito forte isso, ele pensou "puxa, Jacó está indo embora, ele está fazendo tudo que os pais querem,
que meus pais querem e eu fiz tudo errado", então ele pensou "vou consertar, vamos ver se eu consigo também ganhar ainda aprovação", então o que Isaú fez?
Ele tinha se casado com duas mulheres de Canaã, dos povos lá de Canaã, então assim como Jacó foi lá para a terra onde estavam os parentes da mãe,
ele pensou "olha, Ismael é meio irmão do meu pai, é um tio dele e eu vou então me casar com uma descendência, uma filha, minha prima,
eu vou casar com alguém da família", porque era essa a ideia, não pode se casar com alguém dos povos de Canaã, antes aparentemente ele não tinha se importado,
nós não temos detalhes, será que Isaac e Rebecca ensinaram os filhos, será que Isaú estava consciente de toda a história de Abraão, do avô, do pai dele também?
Como que Isaú conscientemente rejeitou isso, não se importou? Então tudo isso aí são algumas coisas, a gente não sabe ainda dos detalhes,
mas eu coloquei aqui um resumo de alguns dos pontos principais da história de Isaú, só quero relembrar, nós vamos lembrar de algumas coisas que já vimos nessa sequência
e vamos pensar também sobre algumas coisas que vão acontecer depois desse ponto na história, então vamos lembrar, desde quando Rebecca estava grávida dos gêmeos
porque ela sentiu que os dois estavam lutando no ventre dela, ela perguntou para Deus e Deus já falou que o mais novo iria ser mais forte, ia dominar, ia ser o mais abençoado dos dois,
e aqui então sempre é uma das coisas que Deus está mostrando e Deus tem prazer, Deus tem regras, Deus colocou para a nação de Israel primogênito, tem direito,
era um princípio de Deus, Deus não era contra o direito da primogenitura, mas Deus inverte muitas vezes, Ele abençoa aquele que não é o primogênito,
Ele escolhe muitas vezes fora do padrão, Ele não quer uma coisa automática, então Deus falou assim, eu não vou escolher o primogênito desses dois filhos para dar sequência na linhagem,
então isso foi algo que Deus escolheu e que Deus decidiu, Deus sabe o que vai acontecer no futuro, Ele sabe quais são as características de cada um
e como nós vamos mostrar, sempre temos falado, mas vamos lembrar que essa escolha de Deus, essa eleição de quem vai ser o instrumento de Deus para dar sequência nos seus propósitos,
isso não é exatamente a mesma coisa de ser salvo, assim quando Deus escolhe alguém, Deus escolheu, Deus falou, Isaac que vai dar sequência na promessa,
Isaac é o filho da promessa, isso Ele não estava dizendo, Ismael, Yahá e todos os outros irão para o inferno, nós pensamos hoje muito nesses termos,
quem é escolhido, quem é salvo, vai para o céu, os outros vão para o inferno e na Bíblia, nas histórias, nós não temos, Deus não colocou nesses termos,
Deus não estava dizendo esse vai para o céu e esse vai para o inferno, por isso muitas vezes quando nós lemos Romanos 9, nós muitas vezes interpretamos de uma forma errada como se Deus estivesse escolhendo Jacó para ser salvo
e rejeitando já desde o nascimento, rejeitando Isaú como alguém que não seria salvo e não é essa a ideia que, não é isso que a palavra mostra,
então Ele não foi escolhido para ser o instrumento de Deus, para dar sequência no plano de Deus, para formar a nação e para formar o povo que seria usado por Deus para trazer redenção para o mundo inteiro,
isso é muito diferente de dizer todo mundo, Deus escolheu Abraão naquela geração, então todos os outros da humanidade inteira não foram salvos,
a Bíblia nunca nos coloca a situação, nunca descreve a situação nesses termos, então Ele não foi escolhido, Ele era o primogênito,
antes de Ele vender a primogenitura, antes de Ele... assim, agora Deus determinou, Deus fez Isaú não se importar, Deus... isso tudo assim, a gente ia além do que a palavra mostra
e isso também coloca Deus como alguém que não seria justo, que não seria imparcial, então aqui a ideia é que Deus escolheu, Deus tem direito de escolher quem Ele vai usar para um determinado propósito,
Ele tinha um objetivo nessa história, Ele estava mostrando para todas as gerações certos princípios e Ele também estava escolhendo a pessoa com temperamento,
com características adequadas para aquilo que Ele ia fazer, é como um técnico de um time que fala assim, olha, para essa função eu vou colocar esse jogador porque tem as características certas,
ele põe durante o jogo, ele tira um, põe outro, Deus tem essa prerrogativa de escolher quem Ele vai usar, então esse é o primeiro ponto aqui,
e depois na história o que nós descobrimos é que Isaú realmente não se importou com essa possibilidade dele, ele era o primogênito, provavelmente Rebeca não contou o que Deus falou com ela,
é muito provável que não, e Isaú não sabia que ele não ia ser escolhido por Deus para dar continuidade, mas ele não se importou e no momento de fome,
ele trocou algo precioso, algo que era o destino, algo importantíssimo por um prato de comida, então nós conhecemos essa história, sabemos que foi uma escolha muito ruim
e que causou consequências que depois ele se arrependeu muito, Hebreus fala sobre isso que ele buscou reverter essa situação e não conseguiu, mas isso foi,
eu não estou dizendo, não quero dizer que essa escolha de Isaú não foi importante, isso foi uma coisa pequena, mas vamos pensar na nossa vida,
quantas vezes no momento nós trocamos algo super importante, algo com consequências e fizemos no momento de fraqueza, no momento de querer muito mais satisfazer a nossa necessidade,
o nosso desejo naquele momento, se fôssemos nós, se nós dependêssemos das nossas escolhas para sermos escolhidos por Deus,
se tudo girasse em torno desse momento que Isaú trocou o seu direito por um prato de comida, nós todos estaríamos perdidos, porque todo mundo já tomou decisões desse tipo,
então na verdade a escolha de Deus, a decisão de Deus foi antes e envolveu muito mais coisas do que somente aquela decisão.
Eu não coloquei aqui, mas entre o número 2 e o número 3, se você estiver notando, tem essa menção no final de Gênesis 26 que ele se casou com duas mulheres cananeias,
eu não pus aqui, mas seria depois do número 2, e depois então Gênesis 27 ele perdeu a benção, Jacó passou a perna nele, enganou o pai e tomou a benção,
e aí então nós estamos aqui nesse número 4 que ele tentou, com esse casamento da filha de Ismael, ele tentou recuperar alguma coisa ou ganhar aprovação dos pais,
agora só um fato interessante que não está nesse capítulo, mas tem deduções que eu acho que tem bastante sentido, eu não vou explicar isso agora porque tomaria muito tempo,
mas talvez você nunca imaginou a idade, eles eram gêmeos, então eles tinham a mesma idade, qual era a idade de Jacó e Isaú nesse capítulo 28,
quer dizer, no capítulo 27, 28, nesse momento em que Isaú chama o filho e fala assim "meu filho, não se case com mulheres daqui, você vai embora",
que idade você imagina que Jacó tinha nesse momento? Bom, mais de 40 tinha porque quando Isaú casou com as duas mulheres cananeias ele tinha 40 anos,
depois que passou mais tempo veio essa história da benção quando Isaú já estava velho, não estava conseguindo enxergar direito, sabe quantos anos eles tinham nesse capítulo? 77 anos,
imagina o pai falando com o filho de 77 anos que ele não deve se casar com pessoas daqui mandando embora, dando instruções e Isaú com 77 anos ainda tentando conquistar aprovação,
ainda tentando receber aprovação dos pais, então é claro que como eles viviam mais tempo as coisas eram um pouco diferentes de agora,
mas imagina, Jacó vai sair de casa em busca de uma esposa com 77 anos de idade, ok, então essa é a história de Isaú até esse momento,
então lembrando, lembrando então, nós não vamos ter tempo de ler todas essas passagens, mas vamos lembrar que em Malaquias, o último capítulo, o primeiro testamento,
em Malaquias, capítulo 1, os primeiros versículos, capítulo 1, versículo 2, Deus fala com Malaquias, falando com o povo de Israel "eu amo vocês,
mas como você", eles falam assim "mas como que você pode provar que nos ama?" e aí ele fala "olha só, como eu tratei vocês de maneira diferente,
eu amei Jacó, vocês, a nação de Israel e aborreci", a palavra é odiar, "eu amei Jacó e odiei Isaú" e Paulo cita esse texto em Romanos 9,
então meu ponto de partida, minha questão nessa aula é pensar, olha só a vida de Isaú, olha como ele desde o nascimento,
ele não teve chance porque Deus já não tinha escolhido, já tinha definido que ele não seria escolhido, ele podia não saber disso mas Deus já tinha escolhido,
ele nesse momento de fraqueza ele vendeu e Jacó foi bastante maldoso com o irmão dele porque ele se aproveitou daquela situação
e tentou pegar assim como você querer comprar por um preço muito barato, algo que vale muito mais porque você sabe que alguém está apertado e enforcado e tem que vender,
você se aproveitar da necessidade de alguém e forçar isso, então Jacó também foi muito malvado nisso, foi maldoso na atitude dele
e aí ele perde a bênção e agora ele está pensando, puxa, mas então o problema é que eu casei com essas mulheres cananeias,
eu vou casar com alguém que é da linhagem, que é, nós temos a clareza de que Ismael também não era da linhagem escolhida,
mas lá vão aqueles parentes lá, a mãe, o irmão, os pais, o irmão de Rebeca, os parentes de Rebeca também não eram, eles também não eram escolhidos,
eles também não continuaram, não fizeram parte do povo escolhido, qual que é a diferença pelo menos assim, aparentemente, qual seria a diferença entre a família lá de Labão e a família de Ismael?
Para Isaú não tinha diferença, então o que eu quero pintar é um quadro que Deus tem toda razão, Deus conhece os corações,
Deus tomou decisões certas, nós em nenhum momento, eu, em nenhum momento estou querendo questionar a justiça, a sabedoria e a justiça de Deus em fazer o que é certo,
mas a minha pergunta é como nós devemos ler essa história, porque essa história é representativa, ela representa muitas pessoas que não fazem parte de uma maneira ou de outra,
naquela época era da etnia, mas o paralelo que nós devemos pensar hoje é quem é o povo escolhido de Deus hoje, continua, Deus tem, Deus não abandonou na nova aliança os descendentes de Abraão,
eles continuam sendo um povo escolhido para um propósito de Deus, mas Deus abriu as portas e incluiu pela fé aqueles que pela fé aceitam o Messias e aceitam a obra de Jesus,
então hoje quem é o povo escolhido está muito confuso porque a igreja está toda dividida, mas podemos dizer de maneira geral que é a igreja, são os cristãos, são aqueles que creem em Jesus,
então nós também temos uma grande linha divisória como tinha Deus traçando essa linha, não, não é Ismael, porque ele não é filho da promessa,
agora Deus está falando, não, eu amei Jacó, mas Isaú não, Isaú não foi minha escolha, então como nós devemos olhar para Ismael,
como nós devemos olhar para Isaú, como nós devemos olhar para os descendentes deles, como nós devemos olhar para tantas e tantas pessoas que não são do povo escolhido,
essas perguntas são muito profundas, eu sei que eu não tenho nem capacidade nem tempo para explorar isso, nós não podemos sondar o coração de Deus, mas são questões pertinentes,
eu só quero seguir aqui um pouquinho na frente, eu não vou entrar, nós vamos estudar isso futuramente, mas vamos lembrar o que vai acontecer, vamos lembrar aqui um pouquinho da história de Isaú pela frente,
o que vai acontecer com Isaú, o que vai acontecer nos próximos capítulos aqui de Gênesis, Jacó vai embora, vai ficar 20 anos, 20 anos ele vai ficar lá nessa terra de Padã Arã,
trabalhando para as duas esposas porque Labão vai enganá-lo e tem toda aquela história que nós vamos ver, então ele fica 20 anos e aí ele volta, Jacó volta,
mas 20 anos depois Jacó está morrendo de medo, porque ele foi muito enganador, ele fez coisas terríveis com a atitude dele com Isaú, foi reprovável, ele fez coisas erradas,
e ele sabia que Isaú estava a fim de matá-lo, mas 20 anos depois tem toda a história de preparação e como Jacó ora e faz preparações e protege e pensa de todo jeito,
mas quando ele se encontra com Isaú, Isaú nem está pensando em se vingar de Jacó, Isaú é uma pessoa aberta, ele recebe Jacó, ele trata super bem, ele quer ajudá-lo, quer conviver,
então olha só que atitude que Isaú tem, uma atitude excelente, uma atitude muito boa, ele não guardou rancor contra Jacó.
E outra coisa aqui que nós podemos observar na futura história de Isaú é que ele na sua vida, até onde nós temos os relatos bíblicos, lembra que quando Isaac abençoou Jacó pensando que estava abençoando Isaú,
ele falou assim, você que vai dominar sobre seu irmão, você que vai ter as bênçãos, então parece que Isaú vai ser inferior, que ele vai estar sempre por baixo e talvez nem vai ser abençoado.
Na vida de Isaú, durante o tempo da vida dele, o que nós sabemos é que ele também foi abençoado, ele também tinha rebanhos, tinha posses,
quando Jacó voltou eles tiveram até que se separar porque a terra não comportava os rebanhos dos dois, então Isaú foi abençoado e não temos nenhuma notícia durante a vida deles de Jacó dominar sobre Isaú, isso vai acontecer depois com a descendência,
então é só para a gente ter uma visão de que Isaú teve uma vida, assim materialmente falando, ele teve uma vida abençoada.
Eu não estou avaliando aqui o coração de Isaú, Deus conhece o coração, mas de alguma maneira assim o que comoveu muito o meu coração lendo sobre isso é o desejo de Isaú de ter a bênção, ele queria ter a bênção, ele queria fazer o que era certo,
agora provavelmente ele não tinha se importado antes, talvez ele não se importou com o que Deus pensava, essas coisas a gente não sabe,
mas o que nós temos que pensar, o que eu queria chamar para avaliar aqui nessa história é como Deus trata, como vai ser a sequência disso, como a gente não vai ter tempo de ler todos os textos,
mas o último ponto que eu coloquei aqui, então até o final da vida física, da vida na terra de Isaú, o que nós sabemos é isso aqui,
depois até em Gênesis 36 tem o registro das genealogias dele, dos descendentes e etc, mas a descendência de Isaú na história essa descendência ficou muito inimiga de Israel,
mas mesmo no tempo, agora só tem um antes assim de pensar, por exemplo um dos descendentes de Isaú foi a Malek, e a Malek, as Malekitas foram grandes inimigos do povo de Israel,
mas antes de pensar assim, se você for olhar nos profetas, os profetas falavam que Deus ia julgar Edom, mas tem uma outra história importante nas gerações futuras,
foi quando Moisés foi usado por Deus para tirar o povo do Egito, e quando já no fim dos 40 anos no deserto, quando eles estavam chegando perto de entrar na terra prometida,
Deus instruiu Moisés e falou assim, olha Moisés isso você vai encontrar em números 20, eu não vou ter tempo de ler essa passagem toda agora, mas em números 20 e em Deuteronômio 2, tem dois relatos paralelos,
fala sobre o que aconteceu quando eles estavam já caminhando para chegar perto do Rio Jordão e entrar na terra prometida, Deus falou com Moisés,
fala com o povo de Israel para não provocar Edom, para não provocar os descendentes de Isaú, ele falou para não provocar Moab também, que era descendente de Loh,
então ele falou assim, olha vocês vão pedir licença para passar pelo território deles, se for usar alguma coisa vocês vão comprar com dinheiro, vocês vão pedir, vocês não vão provocar guerra com eles,
como aconteceu depois com outros povos, os Amorêus e Ammonitas e os povos de Canaã, Deus mandou conquistar, mas os descendentes de Isaú,
ele até mandou mandar uma mensagem, falou assim, olha vocês são irmãos, isso dentro da instrução de Deus, vocês são nossos irmãos e vocês sabem que nós sofremos muito no Egito,
ele mandou uma mensagem, Deus pediu para eles mandarem uma mensagem como se fosse realmente para irmãos, então Deus não estava considerando os descendentes de Isaú como inimigos,
agora os Edomitas não corresponderam, eles saíram bravos, você não vai passar, nós não vamos te dar água, os descendentes de Isaú, os Edomitas, eles não foram, eles não corresponderam,
e aí nós temos o livro de Obadiás, é um profeta de um capítulo só, Obadiás ele fala porque Deus ficou tão bravo com os descendentes de Isaú,
porque eles não trataram o povo de Israel como irmãos, quando Deus estava julgando, permitindo que Israel fosse vencido, fosse conquistado pelos Babilônios,
eles se aproveitaram, eles não foram, não tiveram compaixão, tiveram uma atitude ruim, então isso é só para a gente ter uma visão do porquê existem tantas profecias falando de juízo sobre os descendentes de Isaú,
nós queremos então começar a falar sobre a questão que nos interessa, então dentro desse assunto a grande pergunta é, então o que significa?
Por que que Deus escolhe um e não escolhe outro? Como é que é essa questão de eleição? Então isso aqui é assunto de livros e tratados, de teologia, tem tantas coisas escritas sobre isso,
não vou entrar em Romanos 9, em toda essa discussão que tem ali, mas são os textos mais importantes, mas só vou colocar alguns princípios aqui para a gente entender um pouco pelo menos,
para a gente procurar entender a atitude de Deus em relação aos não escolhidos, a minha grande pergunta é, qual deve ser, como deve ser nossa atitude?
Quando Deus fala assim "eu amei a Jacó e eu aborreci Isaú", em Malaquias 1 o contexto ali não é porque Deus escolheu Jacó desde nascer e não quis saber, ele odiava Isaú desde o nascimento,
a questão em Malaquias nos profetas era por causa da atitude dos descendentes de Isaú, como de outras nações também, que é aquela história, Deus falou assim "eu vou abençoar quem abençoar vocês",
por quê? Porque Deus vai desenvolver seu plano, Deus sempre escolhe alguém para desenvolver seu plano de redenção, e quem for se opor a esse plano de redenção, Deus não vai abençoar,
Deus vai julgar, porque senão o plano dele não se cumpre, e qual é o plano dele? O plano de Deus é pegar um punhadinho pequeno, só os descendentes de Abraão, só aqueles que fazem parte de alguma igreja cristã,
Deus tem uma intenção de separar da humanidade aqueles que ele já escolheu antes e por um capricho ele ama uns e não ama outros, a questão fundamental é como que nós olhamos para Deus,
que tipo de Deus nós estamos adorando, tem coisas que eu não entendo, sim, eu não entendo, eu não sou capaz de ter a resposta, como Paulo fala em Romanos 9,
Deus não precisa explicar por que ele faz isso, ele é o oleiro, nós somos o barro, ele pode fazer o que ele quer, mas Paulo não estava querendo dizer que Deus faz as coisas por capricho,
ou sem o motivo, ou que Deus simplesmente determina, eu quero que essa pessoa seja para o mal, então eu vou induzir, eu criei essa pessoa para ser má,
esse tipo de entendimento de quem Deus é, é muito prejudicial e isso tem afastado muitas pessoas ao longo da história e até hoje muitas pessoas não conseguem receber o amor de Deus
porque vem em Deus alguém que não ama todo mundo de maneira igual, e eu só para, enquanto estou falando sobre essa questão da atitude de Deus,
porque o próprio Paulo fala em Romanos 9, assim, mas Deus então é injusto, Deus está fazendo alguma coisa injusta com essa escolha,
e ele fala assim, de maneira nenhuma jamais nós aceitaríamos, jamais nós entenderíamos, poderíamos olhar para Deus como Deus que tem direito,
porque ele é o criador e todo mundo peca mesmo, então se Deus mandar para o inferno ele não está fazendo nada injusto,
nós precisamos realmente ter, que Deus nos permita ter uma visão verdadeira de quem é Deus, eu quero ler um versículo em Deuteronômio 10,
versículo 17 que fala assim, "pois o Senhor vosso Deus é o Deus dos deuses, o Senhor dos senhores, o Deus grande, poderoso e terrível", e aí vem essa frase importante,
que não faz acepção de pessoas, ou essa palavra poderia se dizer, ele não é parcial, Deus não aceita suborno, Deus faz justiça ao órfão e à viúva,
ele ama o estrangeiro, então Deus é completamente justo, ele jamais faria algo, assim, a tendência que eu queria levantar é que se eu olhar para a vida de Zahú,
eu vou achar inclusive que Zahú tem um caráter melhor do que o Jacó, ele é uma pessoa muito mais agradável,
agora nós sabemos que não é isso que nos salva e Deus talvez tenha escolhido Jacó justamente porque naquele momento do plano de Deus,
Deus queria mostrar como ele trabalha na vida de uma pessoa com um caráter difícil para transformá-lo, Deus naquele momento queria o Jacó,
ele não queria o Zahú, agora isso não significa, como eu já falei, isso não significa salvação, isso significa Deus escolhendo alguém que é adequado para aquela função,
para aquele momento, bom, então vamos só seguir alguns desses pontos aqui para a gente conversar, para a gente pensar um pouco sobre isso,
toda essa questão de escolha, de eleição, porque que Deus escolhe alguém, é por causa do jeito que Deus trabalha,
Deus não falou assim, eu vou redimir a humanidade, eu vou me revelando a toda a humanidade um por um, eu vou mostrar quem eu sou, não,
Deus escolhe uma pessoa, Deus escolhe um grupo, Deus escolhe sempre uma minoria, uma pequena, ou indivíduo, ou poucas pessoas,
ou depois esses indivíduos se transformaram na nação de Israel, mas era um povo pequeno, então Deus escolhe pessoas,
principalmente no primeiro testamento, Deus trabalhava com linhagens, quer dizer, com gerações,
ele queria que a revelação dele, aquilo que ele plantava nas pessoas, aquilo que ele desenvolvia nas pessoas,
teria que ser multiplicado, organicamente, de um para o outro, Deus trabalha assim em parceria, Deus trabalha como companheiro,
ele chama Abraão para ser amigo, e ele quer que aquilo que ele desenvolveu com Abraão, que aquilo fosse passado para Isaac,
para as próximas gerações, nós podemos dizer que Deus escolheu Jacó sabendo que Jacó era o tipo de personagem,
o tipo de pessoa adequada para aquela função, e nós podemos também dizer que Jacó correspondia,
que Jacó em si não era melhor, talvez a impressão é que ele era pior do que Esaú, uma pessoa mais difícil,
uma pessoa com defeitos piores, mas Paul mostra em Romanos 9, todo o livro de Romanos, é para mostrar que não é por obras,
não é por merecimento, mas isso não significa que não tem nada na pessoa que Deus procura, Deus procura relacionamento,
e é bem possível que Esaú não tivesse essa correspondência a Deus, ele não se interessou aparentemente por isso,
mas isso é uma coisa que nós não sabemos, um dos principais pontos que eu quero fazer nessa aula é que mesmo com esses textos,
Deus falou assim "eu amei a Jacó, aborreci a Esaú", naquele momento eles estavam falando sobre os descendentes de Esaú,
que usaram atitudes muito reprováveis com o povo de Israel, eles não trataram bem, não foram misericordiosos,
Deus não aprova, Deus não trabalha com pessoas que não tenham essa correspondência a Deus,
então isso são vários aspectos que nós precisamos levar em conta, mas Deus trabalha com pessoas para que seja replicado,
para que seja multiplicado de uma pessoa para outra e de uma geração para outra, no primeiro testamento eram linhagens físicas, biológicas,
Deus trabalhou com a descendência de Sete lá no início e não com a descendência de Caim,
Ele chamou Noé e dos filhos de Noé eram os descendentes de Cém e não dos outros dois,
depois com Abraão e a descendência dele, a descendência de Davi, então Deus escolhia pessoas,
mas através daquelas pessoas Ele queria que fosse multiplicado, que passasse para outros, porque Deus trabalha assim,
Ele quer equipe, Ele quer companheirismo, Ele quer gerar alguma coisa junto, Ele quer se casar conosco,
então Deus tem essa maneira de trabalhar que é a razão de Ele escolher, Ele escolhe, mas olha só,
o próximo ponto é que essa escolha de Deus não é uma escolha exclusivista, o que significa isso?
Que Deus não escolheu Jacó para que somente os descendentes de Jacó pudessem pertencer ao reino de Deus,
ao reino do amor de Deus, não, de forma alguma, o objetivo da escolha, o objetivo da eleição
não é assim Deus quer escolher uns para ser salvos e outros não, a escolha de alguns é para levar a salvação aos demais,
nem todos vão ser salvos, sim, mas a escolha de Deus é para que uns sejam instrumento de redenção, de salvação para todos os outros,
então Deus não está dizendo "eu amei só Jacó, eu não quero saber de nada dos descendentes de Isaú",
Ele estava dizendo "eu fiz uma escolha", vamos, antes de continuar, vamos lembrar como Jesus, um ótimo exemplo
para a gente entender essa questão de amar, Deus amou Jacó e aborreceu ou odiou Isaú,
Jesus falou que se alguém seguisse Jesus, acho que está em Lucas 14 talvez,
se alguém seguisse Jesus, se alguém me segue e não aborrecer seus pais, seus irmãos, seus familiares,
ele não é digno de mim, Jesus não estava dizendo que tem que odiar, ele usa essa palavra forte,
mas a ideia é, a escolha é de amar mais, Jesus queria que os discípulos, eles tinham que honrar os pais,
eles tinham que amar os pais, mas o amor por eles seria maior, a escolha, quando nós escolhemos alguém,
o homem que escolhe, a mulher que escolhe, amar alguém como seu cônjude para sempre,
é diferente de outros, mas isso é uma base para ter um relacionamento saudável com todos,
então essa palavra de aborrecer, ela não deve ser interpretada como uma atitude que Deus não ama o resto da humanidade,
isso não significa que Deus não tivesse o mesmo sentimento de pai querendo que Isaú pudesse encontrar a verdade
e um verdadeiro relacionamento com ele. O que eu senti, eu senti esses dias um impulso muito forte do Espírito Santo
me levando a sentir uma profunda dor pela vida de Isaú, de como ele chorou amargamente,
de como ele ficou devastado quando ele perdeu a bênção, como ele queria a aprovação dos pais,
então é alguém que precisa, é alguém que Deus também ama, então a escolha de Deus,
sim, ele escolhe, ele encontra pessoas que correspondem a ele, Deus não ama mais alguns do que outros,
mas o discípulo João, ele falava que ele era o discípulo que Jesus amava, dando a entender que Jesus amava mais a ele do que os outros,
mas por que? Porque João correspondeu, porque João procurava esse lugar de intimidade, mas o amor de Deus é igual para todos,
Deus não é parcial, ele não faz acepção, ele não é injusto, ele não trata as pessoas de forma desigual,
que nós possamos crer plenamente nessa natureza, nessa que é a natureza de Deus, número três aqui,
então já falamos sobre isso, essa escolha, essa eleição, quando Deus escolhe alguém, não é exatamente a mesma coisa de salvação,
ou seja, quando, claro, quando Deus escolheu Abraão, quando Deus caminhou com Abraão, Isaac, Jacó, eles fazem parte do reino de Deus,
mas muitas depois assim, a nação de Israel passou a ser a nação eleita, a nação escolhida, e Paula, muito claro, nós sabemos que é muito claro que nem todos da nação de Israel corresponderam,
então fazer parte de uma nação escolhida até hoje, Deus tem um plano para os descendentes de Abraão, o povo de Israel continua sendo um povo escolhido por Deus,
para desempenhar um papel, mas ser escolhido, fazer parte de um propósito, quantas pessoas fizeram parte do cumprimento das profecias de restaurar Israel como nação,
mas não significa que todos fazem parte do reino de Deus, então a escolha, fazer parte de uma estratégia, ser usado por Deus para cumprir o seu plano, não significa que todos os que são eleitos são salvos,
e nem que todos aqueles que não foram escolhidos para fazer parte daquela escolha serão perdidos, então por isso a escolha, a eleição, nesse sentido,
não é a mesma coisa que nós falamos sempre sobre salvação, sobre a eternidade no reino de Deus.
Número 4, Deus tem liberdade para agir fora dos parâmetros da eleição, eu sei que algumas dessas frases são muito carregadas e podem ser muito mal entendidas, mas eu vou explicar,
durante todo o tempo do antigo testamento, nós sabemos que nem todos que eram da nação santa, no início com Abraão, Ismael não fazia parte da linhagem,
Isaú também passou a não fazer parte da eleição, mas depois nós temos os doze filhos de Jacó e os descendentes deles, tinham muitos que eram a mesma coisa de Ismael,
a mesma coisa de Isaú, Deus sempre trabalhou com um remanescente, com aqueles no meio, todos fazem parte, aqueles que são descendentes de Abraão, fazem parte da eleição,
fazem parte da nação escolhida, mas Deus pode agir fora, os descendentes de Davi nem todos foram reis que temiam a Deus, então nem todos os descendentes de Davi,
nem todos aqueles que até se assentaram no trono eram realmente descendentes abençoados, eles foram eleitos, eles foram escolhidos para dar continuidade numa linhagem, mas isso não significava
que Deus ia usá-los como seria o seu propósito de usar os eleitos para o seu plano, então Deus não é obrigado a usar quem pertence a uma igreja cristã,
mesmo quem tenha uma experiência verdadeira com Deus, que faz parte, é membro do corpo de Cristo, da igreja, mas muitas vezes as pessoas que fazem parte da eleição,
fazem parte da escolha não correspondem e não fazem parte ou não são usados por Deus, não fazem parte do propósito de Deus naquela geração, naquele momento,
e também o inverso, Deus pode não usar aqueles que fazem parte do povo eleito como Ele pode usar alguém que está fora, e Deus mostrou isso com Ruth, por exemplo,
tem o livro de Jó, Jó não fazia parte, talvez ele fosse contemporâneo, diabrão, talvez nem tivesse ainda a nação de Israel no tempo de Jó,
mas Jó era alguém que não fazia parte de nenhuma linhagem, e tem outros exemplos, Raab e assim por diante, então Deus pode usar pessoas que não fazem parte,
ele vê o coração de outras pessoas, daqui a pouco eu vou ler um ou dois textos para mostrar isso, aliás, como estou, eu vou ler aqui em Atos, capítulo 10,
lembra da história de Cornelho, como Pedro teve a maior dificuldade, e lembra que até essa barreira que Paulo menciona em Fésios 2, a divisão entre judeus e gentios,
tinha se tornado uma barreira terrível, porque os eleitos, os que faziam parte do povo escolhido, eles tinham desenvolvido uma tradição,
eles tinham desenvolvido uma atitude muito errada, muito contra o desejo de Deus, ao invés de ser um povo que fosse abençoar todas as famílias da terra,
eles tinham se fechado, não podiam nem comer com outros, então Pedro teve a maior dificuldade para receber uma ordem de Deus e falar com Cornelho,
porque Cornelho não era do povo de Deus, e olha o que Pedro fala quando ele chega na casa de Cornelho, Atos 10,
depois que quando ele chegou na casa, Pedro só foi porque Deus foi muito enfático, mostrou uma visão três vezes, e aí ele aceitou ir,
então aí ele chegou lá, versículo 30, Atos 10, versículo 30, Cornelho fala "a quatro dias estava eu em jejum até esta hora,
orando em minha casa a hora nona, de repente diante de mim se apresentou um homem com vestes resplandescentes, e disse "Cornelho,
a tua oração foi ouvida, e as tuas esmolas estão em memória diante de Deus", e aí ele fala para mandar chamar Pedro,
e aí versículo 34, "abrindo Pedro a boca, disse "na verdade", caiu uma ficha tão difícil para ele, "na verdade reconheço que Deus não faz acepção de pessoas,
mas que lhe é agradável aquele que em qualquer nação o teme e faz o que é justo". Cornelho não era judeu, Cornelho procurava,
ele era humilde, ele queria a verdade, ele buscava Deus, e Deus mandou um anjo para ele, para falar com ele, e Pedro viu que era verdadeiro isso,
e viu que Deus podia, que Deus se agradava, que Deus podia aceitar uma pessoa que não era da nação deles, que não era da religião deles,
que não seguia a lei, a torá, todas aquelas coisas que eles tinham como a nação escolhida por Deus. Então isso é um exemplo,
tem muitos outros, nós podemos lembrar, que vamos ler em Atos 17, como Paulo chegou em Atenas, e ele fala, Atos 17, versículo 23,
ele fala, 22, "homes atenienses em tudo vejo que sois muito religiosos", ele podia falar assim, "olha, vocês estão totalmente perdidos,
vocês têm que...", ele estava trazendo uma mensagem, ele falou com eles que eles tinham que reconhecer quem era o Deus verdadeiro,
mas como que Paulo tratou com aquelas pessoas que estavam adorando, que estavam usando um culto totalmente fora do padrão de Deus?
Ele falou assim, "pois passando eu", no versículo 23, "passando eu e vendo os vossos santuários, achei também o altar em que estava escrito ao Deus desconhecido,
ora, esse que vós honrais sem conhecer, é o que vos anuncio". E aí ele vai continuar falando sobre como Deus se revelou, e ele fala no versículo 30 uma coisa muito importante,
nós não temos a resposta sobre o que Deus viu em Ezaú, Ezaú, apesar de não ter sido escolhido, Deus não viu em Ezaú aquilo que ele queria,
então ele não elegeu Ezaú, mas o que que Deus pensou, o que que Deus quis fazer, ele quis escolher Jacó, mas para que por meio da descendência de Jacó,
por meio desse instrumento, ele pudesse alcançar todas as pessoas, inclusive Ezaú, inclusive os descendentes de Ezaú, mas nesse meio tempo,
vem uma pergunta que não claramente ninguém tem resposta, mas vem a pergunta, pense bem, todo o tempo que Deus estava trabalhando com Abrão,
todo o tempo Isaac, a geração de Abrão, Isaac, Jacó, todo o tempo de Israel, todas aquelas milhares de anos, séculos e séculos,
Deus estava trabalhando só com uma nação, todos os outros estavam indo para o inferno, estavam indo para o inferno, a Bíblia não fala isso, olha o que fala em Atos 17,
fala assim, Paulo explicou que Deus era o criador, que Deus tinha ordenado, que tinha chegado a hora de mostrar quem era Jesus,
e aí ele fala no versículo Atos 17 e 30, mas Deus não levando em conta os tempos da ignorância, manda agora que todos os homens em todos os lugares se arrependam,
então a Bíblia não explica, até hoje nós temos populações enormes, eu não sei se é verdade, mas falam que na China tem 300 milhões,
eu não sei como é que eles calculam isso, como eles estimam isso, mas que tem só na China 300 milhões que nunca ouviram falar de Jesus, e assim tem tribos, povos primitivos, tem nações,
tem lugares onde não é permitido falar nada, só tem o islamismo, só tem o hinduísmo, só tem uma outra cultura, e as pessoas não têm acesso,
o que Deus vai fazer com essas pessoas nós não sabemos, a missão da igreja sim é anunciar, mas o que eu quero dizer é o que será dos não escolhidos,
como Deus vai tratar, são perguntas que nem tem como responder, Deus não vai falar como ele vai julgar, como ele vai lidar com isso, mas aqui está nosso último ponto aqui,
Deus julga escolhidos, aqueles que fazem parte no primeiro testamento da nação de Israel, eles eram nação escolhida, nação eleita, agora Deus continua tendo um propósito com a nação de Israel,
mas Deus está trabalhando por meio da fé em Jesus, Romanos explica isso, mas a nação, o povo escolhido hoje são aqueles que entenderam, que creram em Jesus,
esses são os escolhidos, porque como que alguns aceitam e outros não, mas o que Deus vai julgar, Deus vai julgar escolhidos e não escolhidos de acordo com a situação e o coração e a condição de cada um,
o que Deus quer fazer, Ele quer usar aqueles que chegam ao conhecimento, aqueles que fazem parte agora da linhagem mais pela fé,
embora tenha um propósito de Deus com a nação de Israel, mas o que Deus está fazendo, o reino Dele, aqueles que o conhecem por meio da fé em Jesus, mas qual a atitude,
que tipo de atitude, Deus tem essa estratégia de chamar alguns para poder levar a Sua palavra, levar o Seu conhecimento por meio deles,
mas nós temos dois problemas, o problema dos escolhidos é que eles se tornam, se voltam para si mesmos, essa característica do apóstolo Pedro,
que resistiu ao chamado de Deus para ir falar sobre quem era Jesus para um gentil, que tipo de situação, e Paulo fala que isso era um muro que Jesus morreu para derrubar,
então os escolhidos se tornam arrogantes, se tornam convencidos, se tornam introvertidos e deixam de ter muitas vezes até o próprio relacionamento com Deus que Deus está procurando,
então o grande problema, vamos pensar num exemplo muito claro de como Deus encara a questão dos escolhidos, qual o perigo dos escolhidos,
contra quem Jesus foi mais duro, a respeito de quem Jesus mais falava, a respeito de inferno, Ele falava a respeito disso para os religiosos,
para aqueles que se achavam donos da verdade, leia Mateus 23, o que Jesus falou, palavras duras, palavras fortes contra aqueles que faziam parte dos eleitos,
que eram parte do povo escolhido, então o problema dos escolhidos, que Deus vai julgar, escolhidos e não escolhidos, de acordo com a situação de cada um, então o problema dos escolhidos é que eles se acham melhores do que os outros,
Paulo falou sobre Deus ter escolhido Jacó antes de nascer, não para dar uma superioridade a Jacó, mas para mostrar para os descendentes Jacó,
ele mostrou esse exemplo para dizer que era algo que Deus escolhia para os seus propósitos, não só para salvação, mas também para mostrar que o caminho para o reino de Deus é relacionamento,
e no mesmo livro de Romanos, nos primeiros capítulos de Romanos, Paulo mostra, ele fala assim, os gentios que não têm lei, muitas vezes eles tem, eles cumprem mais o espírito da lei, são mais agradáveis a Deus do que aqueles que têm a lei,
e isso é exatamente a situação até hoje, dentro do povo escolhido, dentro daquele, no meio daqueles que são cristãos, que são do povo escolhido, nós temos a fé,
nós nos tornamos muitas vezes mais distantes do que aqueles que estão de fora, então Deus vai julgar os escolhidos de acordo com a atitude que nós temos, e uma das atitudes principais que Deus quer de nós é como nós encaramos os não escolhidos,
qual é a nossa atitude em relação a eles, por isso eu senti um toque muito forte quando eu li sobre Esaú, eu não sei como Deus julgou, como Deus vai julgar Esaú e tantos outros que não foram escolhidos,
Ele vai julgar os não escolhidos de acordo com a atitude deles em relação aos escolhidos, que tipo de abertura, e uma das ilustrações que eu tenho imaginado, que eu tenho pensado,
pra entender essa questão de escolhidos e não escolhidos, há um tempo atrás, um grupo de jovens, acho que atletas, eu não lembro exatamente a característica, eu sei que um grupo de jovens, eles ficaram presos dentro de uma caverna lá na Tailândia,
e nem sei exatamente como eles conseguiram escapar, eu sei que foi um processo difícil, mas isso me fez pensar numa boa ilustração pra entender o que Deus quer fazer com os escolhidos e não escolhidos,
então vamos imaginar um grupo de dezenas ou centenas de pessoas presas dentro de uma caverna, dentro de um poço, dentro de uma mina de carvão, tem situações que a gente sabe que tem acontecido,
então tem um grupo grande preso lá dentro, eles não sabem como sair, então Deus escolhe um ou um pequeno grupo para encontrar a saída,
então os escolhidos, os eleitos, são aqueles que Deus escolhe para revelar a eles como que aquele grupo preso lá que vai morrer, que não vai sobreviver ali, como que eles podem sair,
porque nós estamos nessa, a humanidade está nessa situação, então Deus usa um pequeno grupo, às vezes uma pessoa ou um pequeno grupo de pessoas, a igreja, uma minoria,
para encontrar a saída, para encontrar a solução e aí o que vai acontecer, o que pode acontecer de ruim com os escolhidos e com os não escolhidos,
os escolhidos são aqueles que descobriram a saída, eles podem pensar que bom, eu achei a saída, eu vou escapar, eu vou sair e não pensar nos outros, não pensar que Deus deu a chave para sair, para chamar os outros para sair também,
então o grande erro dos escolhidos, o grande erro dos descendentes de Abraão, dos descendentes de Acó, dos que fazem parte da igreja, é pensar que bom,
eu vou para o céu, eu sou salvo e não pensar que aquilo que Deus deu é uma chave, é uma bênção para levar aos outros.
Agora o que pode acontecer com os não escolhidos? Os não escolhidos podem não acreditar que aquelas pessoas têm a chave para sair, então eles podem ignorar,
eles podem rejeitar, eles podem atrapalhar, eles podem impedir, então Deus vai julgar os escolhidos diante da situação deles e Deus vai julgar os não escolhidos diante da atitude deles,
então no final, em Romanos 3, Paulo fala, no final de Romanos 3 ele mostra que Deus pode trabalhar fora dos parâmetros, que Deus pode salvar,
que Deus pode usar, que Deus pode alcançar pessoas que não fazem parte, ele fala dos incircuncisos, daqueles que não fazem parte da nação escolhida
e aí ele termina falando em Romanos 3, Deus não é Deus, Deus é Deus só do circunciso, da circuncisão, ele falou assim, não, Deus também é Deus daqueles que não fazem parte,
então como Deus vai lidar com todas as gerações, multidões e multidões de pessoas que nem sabiam de nada a respeito do chamado de Deus,
não sabiam nada a respeito da lei, das alianças durante o tempo do primeiro testamento, como que Deus vai julgar, como que Deus vai tratar essas pessoas,
nós não sabemos, mas nós temos essas dicas de que Deus pode trabalhar fora dos parâmetros dessa separação de escolhidos e não escolhidos,
porque ele tem essa liberdade, agora o jeito que ele quer fazer é que esse grupinho que achou a saída da caverna, que sabe como sair,
que eles até arrisquem a vida para voltar e levar os outros a sair também e que o nosso coração possa ser um coração que sinta dor pelos Isaús, que a gente possa ler a história de Isaú
e não olhar assim "ah, está bem, Isaú só colheu o que ele plantou, Isaú merece isso, Deus aborrece, Deus não quer saber dessas pessoas, as outras nações vão morrer todas",
essa não é a atitude que Deus quer, então pelo menos para mim essa foi a grande lição de ler esse texto em Gênesis 28 e ver isso aí não foi colocado ali por acaso,
Deus não colocou aquilo que Isaú, Isaú errou de novo, ele foi casar com descendente de Ismael, Ismael não era da descendência prometida, mas de Labão também não era,
então agora como que Deus encara isso, o que que Isaú estava querendo, isso cabe para Deus, mas o nosso coração para nós cabe sempre a atitude que nós possamos ser um instrumento para chamar os não escolhidos para chegar perto de Deus,
que nós possamos, se Deus nos deu alguma chave, se Deus nos deu alguma solução, alguma chave, algum segredo para saber como sair desse lugar,
que nós possamos compartilhar com os outros, que nós possamos ter compaixão até mesmo daqueles que inicialmente rejeitam, daqueles que não acreditam naquilo que Deus tem mostrado,
que Deus tenha misericórdia, que nós possamos realmente ter o mesmo coração que Deus quer ter, que nós possamos conhecer melhor quem Deus é e ter a mesma atitude que ele quer, senhor nós sabemos que são muitas questões,
nós sabemos que há muita coisa que o senhor está querendo mostrar, tem todo o teu plano de redenção, estamos lidando com grandes questões, questões que tem ocupado o coração e a busca de muita gente ao longo da história e contemporaneamente,
mas senhor mostra-nos com cada vez mais clareza quem o senhor realmente é, pedimos isso e esperamos na tua misericórdia, em nome de Jesus, amém.

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