Vale muito a pena estudar a vida de José. Quantas verdades, quantos segredos podemos desvendar! O fascinante drama de sua vida e como ele se revelou aos irmãos no momento certo apontam para um drama muito, muito maior, que ainda está no processo de desdobramento. Está há muitos séculos no processo, e ainda não chegou ao seu momento culminante. Será que teremos o indizível privilégio de ver o momento esperado há milênios aparecer com o fulgor de um sol nascente?
Leitura recomendada:
– Apostila “O Sentido Profético das Festas de Israel” – por Harold Walker
– Artigos da Edição 66 da Revista Impacto: Deus Quer Morar na Terra

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Transcrição
Estamos estudando essa história tão dramática da vida de José e estamos no ponto culminante da vida dele, da história dele em Gênesis 45.
Temos visto algumas coisas sobre esse momento e o significado desse momento.
E hoje nós vamos falar sobre como a história e como esse momento da história José aponta para um momento futuro,
para um momento muito dramático na história da humanidade, na história da redenção.
Nós temos falado que a vida de José pode ser, nós podemos aprender, nós podemos estudar a vida de José para pelo menos quatro aspectos diferentes,
para ver o caráter como ele é um exemplo, nem todos os personagens da Bíblia são modelo de caráter, pelo menos em todos os aspectos.
A vida de José é um estudo maravilhoso para a gente ver o caráter, o caráter de uma pessoa realmente irreprensível,
uma pessoa que parece com Jesus, uma pessoa que parece com modelo, com o plano original de Deus.
Então um dos aspectos da vida de José é estudar o caráter dele e tirar lições disso para nós.
Um outro aspecto muito interessante da vida de José, como a vida dele demonstra o que nós chamamos da providência de Deus,
podemos chamar da soberania de Deus, como Deus foi trabalhando, isso não é só na vida de José,
mas a história que é relatada aqui nas Escrituras nos mostra como a providência de Deus, como Deus foi guiando todas as circunstâncias da vida de José,
fazendo com que até aquilo que não era o que Deus queria que acontecesse, como a traição e a maneira que os irmãos José o trataram,
como isso tudo contribuiu, Deus fez tudo realmente cooperar, tudo contribui para o propósito que Deus tinha em mente,
então é um estudo maravilhoso da providência ou da soberania de Deus.
Em terceiro lugar, a gente pode mudar a ordem aqui, mas em terceiro lugar nós também podemos ver como a vida de José, como Abraão, como Moisés, como Davi, como tantos outros,
como é a vida desses homens de Deus, como esses personagens na história bíblica, como que isso contribuiu para o plano maior,
então você vê Noé, você vê Abraão, você vê todos os patriarcas e Moisés, etc, cada um contribuindo para um passo importante,
não era uma vida isolada simplesmente vivendo algo para cumprir um plano de Deus individual para aquela pessoa,
mas como a vida de José, como todos esses outros também, contribuíram para o plano de Deus,
Deus queria levar toda a descendência de José, de Abraão, para o Egito, fazia parte do plano de Deus,
então a vida de José contribuiu para esse plano, para a sequência do plano de Deus na Terra, então esse é o terceiro aspecto.
E o quarto muito importante, muitas pessoas na Bíblia prefiguravam, prenunciaram de alguma maneira Jesus, a vinda de Jesus,
então quando Abraão ofereceu Isaac, ele estava já demonstrando algo que aconteceria na vida de Jesus,
e tantos outros acontecimentos, outras pessoas também contribuíram.
José se destaca em quase todos esses aspectos, ele é muito destacado no caráter, ele é muito destacado na evidência da soberania,
da providência de Deus, e ele é muito destacado nas maneiras em que ele aponta, em que ele prefigurava o que acontecia com Jesus.
Um teólogo bem conhecido, A.W. Pink, eu não vi esse estudo, mas eu li a respeito, que nos livros dele ele aponta 101 paralelos entre a vida de José e a vida de Jesus,
eu quero até uma hora ver isso, nós vamos falar sobre isso mais no final da história de José, mostrar os paralelos entre ele e Jesus,
mas imagina achar 101 paralelos entre José e Jesus é muita coisa, então podemos dizer que ele é,
sem paralelos no primeiro testamento, de aspectos em que ele aponta para Jesus, mas hoje nós não vamos tratar diretamente nenhuma dessas quatro coisas,
talvez um pouco, talvez não, bastante em relação a esse último ponto, como José aponta para Jesus, mas nós queremos falar sobre um aspecto,
esse momento que nós estamos chamando do momento mais dramático da vida de José, é um dos momentos mais dramáticos de toda a história do povo de Deus nas Escrituras,
é claro que tem o momento de Abrão oferecendo Isaac, que é um momento muito dramático, o momento do povo de Israel saindo do Egito,
tem momentos muito dramáticos na história de Deus com o homem, mas a vida de José como tem toda uma sequência de acontecimentos durante anos,
então esse momento é um momento culminante, não só é dramático em si, mas é um momento que vai trazer uma consumação, um clímax de 22 anos da história de José que nós temos até aqui,
então é realmente um dos momentos mais dramáticos em toda a Bíblia, mas aponta para o momento mais dramático da história, de toda a história,
e quando a gente fala isso, claro, essa é uma afirmação muito forte, mas vamos acompanhar hoje para ver se podemos concluir que isso é verdade, vamos orar.
Senhor, nós queremos realmente entender para onde o senhor está nos levando, se nós somos a última geração ou perto da última geração,
mas tudo indiga que nós estamos chegando nesse momento climático, nesse momento de culminância de toda a história,
então pedimos que olhando para essa história de José e fazendo um paralelo com a história do senhor desde o tempo do pecado até o momento da redenção total,
que possamos entender, possamos ter uma expectativa e possamos compreender de uma maneira um pouquinho mais plena o teu propósito e o que o senhor quer fazer,
nós desejamos isso, pedimos que o senhor abra os nossos olhos em nome de Jesus, amém.
A vida de José aqui tem uma sequência, depois de 22 anos ele desejava muito ter esse reencontro com a família,
e desde quando os irmãos dele desceram a primeira vez para o Egito, ele queria muito se revelar, fazer essa conexão, mas ele esperou o momento certo, falamos sobre a espera,
agora nós vamos fazer esse paralelo que eu coloquei aqui nessa folha do maior drama da história,
quando a gente fala isso, a gente pode pensar em várias coisas, é claro que a primeira vinda de Jesus, como ele veio, como ele encarnou,
como ele nasceu como bebê, como ele viveu na terra, como ele chegou à cruz, como ele foi morto, como ele ressuscitou,
tudo isso é um drama tremendo e a gente perde bastante da sensação de drama porque é muito conhecido e já vamos para o final,
e já falamos, nem queremos falar muito sobre a morte porque queremos já falar sobre a ressurreição,
então muitas vezes isso é um aspecto quase inevitável, mas é um aspecto muito triste do Evangelho, da história, do Evangelho, das boas, novas, do que Deus fez,
às vezes nós nem pensamos direito sobre a tragédia do pecado, enfim, nós podemos perder em vários pontos da história,
nós podemos perder a emoção, nós podemos não ser mais tão comovidos, nós podemos não ser tão empolgados, não ficar empolgados com a história,
porque se tornou muito comum e uma grande tragédia do cristianismo, daquilo que aconteceu ao longo dos séculos,
como aquilo que acontecia com o povo de Israel, porque Deus preparou tudo para chegar esse momento da saída do Egito, do êxodo do Egito,
Deus preparou toda aquela história com muito cuidado e envolvendo o sofrimento, porque o povo de Israel sofreu longos anos de opressão, de escravidão,
mas para poder chegar a esse momento dramático do êxodo e Deus queria que o povo, porque isso aconteceu numa geração,
mas depois vieram outras gerações, outras gerações até os dias de hoje, e Deus queria que aquele momento do êxodo nunca fosse esquecido,
Ele queria que o povo se lembrasse, que sentisse aquela emoção, por isso que a celebração da Páscoa até hoje com o povo judeu,
de uma forma muito mais real, muito mais viva do que acontece nos meios cristãos,
Ele queria que essa celebração com drama, com dramatização, que aquilo renovasse, que sempre fosse uma memória viva,
mas isso tudo, quando nós pensamos no maior drama da história, nós podemos olhar para trás e lembrar do êxodo, lembrar de toda a história de Jesus,
e realmente foram momentos muito dramáticos e muito importantes que nunca devem ser esquecidos,
porém o momento maior, o drama maior, o clímax maior não chegou ainda, que já todo mundo já está pensando, naturalmente isso é verdade,
que isso tem a ver com a segunda vinda, quando Jesus voltar vai realmente consumar, Jesus disse "na cruz está consumado",
porque Ele completou a obra, como Ele orou em João 17, "eu completei a obra que o Senhor me deu para fazer",
então Jesus completou a sua obra, mas Ele mesmo disse "eu estou esperando", quando Ele comeu a Páscoa com os discípulos,
Ele falou assim "eu não vou comer essa Páscoa novamente com vocês, essa vai ser a última vez, até aquele dia",
então tem um dia, Ele consumou a sua obra na cruz, Ele consumou a sua vitória, o seu sacrifício, mas Ele fala de uma consumação,
enfim, nós temos todas as escrituras, tanto nos profetas do primeiro testamento, como nas escrituras da nova aliança,
como o Livre de Apocalipse, para mostrar que aguardamos uma grande consumação, mas mesmo a gente sabendo de tudo isso,
e é evidente que eu e nem ninguém sabe exatamente como vai acontecer, tem muitos mistérios, nós não temos a sequência perfeita,
nós não sabemos de muita coisa que vai acontecer, mas nós temos várias visões, nós temos Daniel 7,
que fala sobre Jesus vindo, filho do homem vindo, com as nuvens do céu, então nós temos várias descrições desse momento,
mas para a maioria, para a grande maioria dos cristãos, para a maioria dos judeus, o povo de Israel, para a maioria das pessoas hoje,
tem um aspecto desse drama que a vida de José evidencia e que nós não percebemos, nós perdemos, às vezes, em alguns casos,
as pessoas até acreditam que vai acontecer o que eu vou descrever hoje, mas na maioria, na grande maioria das vezes,
sem perceber o quanto que isso é um drama, quanto que isso é algo que vai, que comove o coração de Deus e deve comover o nosso coração,
então é quase impossível a gente transmitir isso em 60 minutos, em pouco tempo, mas vamos tentar, eu coloquei aqui uma certa sequência aqui
para a gente poder entender e queremos traçar um paralelo com a história de José para mostrar que esse momento dramático
em que José, finalmente, depois de toda essa preparação, de todo esse movimento que o próprio José arquitetou,
certamente com a sabedoria de Deus, mas tudo que ele preparou para exigir a vinda de Benjamin, para colocar a culpa em Benjamin,
para testar os irmãos, todo esse cenário que foi preparado ao longo de meses, talvez mais de um ano, chega a um ponto aqui em que José não se contém,
ele chora em voz alta e ele fala "eu sou José", essas palavras, essas três palavras "eu sou José" é algo tremendo,
a gente só pode imaginar um pouquinho o que os irmãos sentiram, um pouco de incredulidade, como assim José,
como que esse egípcio, o governador do Egito, José a gente achava que estava morto, mas mesmo que ele não tivesse morrido,
como que ele chegou a essa posição, a gente pode imaginar toda a incredulidade que passou pela cabeça deles
e José já tinha dado várias dicas antes, perguntando pelo pai, colocando todos os irmãos na ordem de nascimento,
quando foram comer na casa dele, enfim, ele deu algumas dicas, mas nem passou pela cabeça deles porque esse homem aparentemente,
ele não sabia falar a língua deles, ele era um egípcio, ele era o governador, nada disso se encaixava com quem eles poderiam imaginar que fosse José,
mesmo sendo irmão, claro que passaram 22 anos, ele mudou muito de um garoto de 17 anos, agora ele tinha quase 40 anos de idade,
mas mesmo assim daria para conhecer, mas ele tinha outro corte de cabelo, outras roupas, outros costumes, então tudo isso era um véu que escondia José de seus irmãos,
mas esse momento de revelação, e isso tem muito a ver com várias coisas, não só com essa história do drama, mas quantas vezes Deus se esconde, quantas vezes nós vemos como Deus deseja se revelar,
esse paradoxo é muito forte na vida de José, ele queria muito se revelar aos seus irmãos porque ele queria fazer conexão e queria estar junto com o pai dele e com toda a família, com Benjamin,
ele queria estar junto, ele queria se revelar, mas ele não podia se revelar antes da hora porque ia estragar, então Deus faz isso, Deus tem o momento certo,
e nós não, a gente quer precipitar, a gente quer antecipar as coisas, a gente quer pular na frente, a gente quer fazer as coisas muito rápido, a gente não sabe esperar,
mas Deus não espera por gosto de esperar, não é porque ele tem muito tempo e ele pode esperar,
Deus espera porque é necessário, porque o momento da revelação tem que ser um momento impactante, tem que ser um momento que possa realmente proporcionar algo que Deus deseja,
ele não quer estragar aquilo que poderia acontecer se esperasse o momento certo, então tudo isso nos conduz a entender um drama que está acontecendo há milhares de anos,
se nós achamos que José esperou 22 anos para ter um novo encontro com sua família, nós estamos falando agora de um drama que acontece lá atrás,
eu comecei com Abraão, mas a gente poderia começar com Adão e Eva, a gente poderia começar com todo esse drama que é o drama do propósito de Deus para caminhar junto com o homem,
para ter um reino na terra e eu quero que você pense em tudo que eu vou falar agora para entender o quanto que muitas vezes nós temos perdido no Evangelho, nós temos a essência do Evangelho,
nós temos a mensagem que Jesus morreu e foi o sacrifício perfeito, mas em pinçar só um pedacinho do plano de Deus e isso é a base da nossa fé e graças a Deus é uma base suficiente para nossa salvação,
é uma base suficiente para nós nos religarmos a Deus, mas nós temos perdido esse drama todo que começa lá atrás e não temos entendido o que Deus realmente está preparando para o final,
então quando veio o pecado, já tinha acontecido o dilúvio, já tinha até quase se arrependido de ter feito o homem, então Deus começa esse plano porque o drama que eu quero contar hoje é o drama que começa com Abraão,
porque Deus escolheu resgatar toda a humanidade, todas as famílias da terra, como ele falou com Abraão, todas as famílias, todas as tribos, todos os povos, Deus resolveu que ele ia fazer isso começando com o homem, com uma família e depois uma nação,
então o drama começa a Deus escolhendo, ele poderia ter escolhido qualquer um, mas claro, ele teve suas razões, ele escolheu Abraão, a princípio Abraão não era melhor do que ninguém,
mas ele escolheu alguém que correspondesse a ele, então ele chama Abraão e começa toda essa história de Abraão, Isaac e Jacó, para formar o grande drama é que Deus vai trabalhar com uma célula, com um pequeno núcleo,
Deus vai alcançar, redimir toda a humanidade, mas ele não faz isso por atacado, ele não faz isso de uma forma simplesmente Deus chega e liberta todo mundo,
não, ele começa com um homem, com uma família, para formar ao longo dos anos, de séculos, formar uma nação, não só, eu aprendi quando era garoto estudando um livro muito conhecido no meio cristão,
que é o manual bíblico de Haile, ele fala lá, eu lembro dessa frase, que Deus usou o povo de Israel para produzir as Escrituras, a Bíblia, e para trazer ao Messias,
então essa frase dá a entender que Deus só usou Israel para poder dar as Escrituras para a humanidade e para trazer para a terra o filho de Deus que se tornou homem, o Messias,
e é mais ou menos assim, bom, isso já aconteceu, então Deus não precisa mais de Israel, mas quando a gente entende o plano de redenção que continua com a igreja,
o mesmo princípio é que Deus começa com esse microcosmo, esse núcleo pequeno, uma célula que vai se reproduzir, ele começa pequeno, então ele escolheu, ele escolheu Abrão,
e a sua descendência, mas no número dois, a sequência, aqui estou resumindo todo o primeiro testamento aqui, Deus escolheu Abrão, Deus trabalhou com a descendência,
aqui a vida de José é uma pequena parte dessa história, mas é uma parte dramática porque quando os irmãos de José o traíram e o venderam para o Egito, ainda que Deus tivesse esse propósito de levar José para o Egito,
e de usá-lo ali para salvar a descendência da fome, mas houve uma ruptura, os irmãos quebraram a conexão com José, eles criaram uma divisão,
e na verdade isso poderia ter colocado para perder todo o propósito de Deus com aquela família, porque tinha que ser com a família, tinha que ser com as doze tribos, tinha que ser junto, tinha que ser com união,
Deus não ia formar uma nação separando como já tinha acontecido com Isaú, com Ismael, tinha que ter uma família unida, e se José não tivesse se empenhado e se não tivesse vindo esse momento de restauração,
poderia ter colocado tudo a perder, e em outros momentos a história dividiu, depois de Salomão dividiu em um reino, dois reinos, um reino dividido, os que seguiram Jeroboam, os que seguiram a descendência de Davi,
em quantos momentos na história o plano de Deus estava quase indo água abaixo, estava quase se perdendo, então nós temos uma longa história, e isso tudo está registrado no primeiro testamento,
quantas vezes eles erraram desde sempre no deserto, depois que saíram do Egito, no tempo dos juízes, no tempo do reino dividido, quantas e quantas vezes o exílio na Babilônia, quantas vezes esse plano de Deus que ele tinha com Abrão não era só para produzir a Bíblia,
isso foi importante, as escrituras, e a gente nem pode falar só porque era um objetivo tremendo, Deus preparou a nação desde Abrão até Jesus, em torno de dois mil anos de preparação para na plenitude dos tempos,
Jesus vir, Jesus, o plano de Deus de enviar seu filho, ele precisava da preparação, não podia ter acontecido, Eva já achou que um dos filhos dela pode ter sido o descendente da mulher e trazer a vitória,
e quantas vezes ao longo da história as mulheres pensavam talvez o meu filho vai ser, os pais pensavam, os profetas esperavam, um descendente da Vi, sempre tinha expectativa,
então era lógico era a parte central, era a parte principal, mas uma coisa que nós igreja, cristãos, gentios, uma coisa que nós perdemos é que esse plano de Deus de usar a descendência de Abrão, de escolher uma terra,
Abrão, um único homem no meio de um povo idólatra, a descendência de Abrão, um polvinho, não um grande povo, não gregos, ou babilôneos, ou persas, não um dos grandes povos na história,
não um polvinho, uma terra tão pequenininha, uma faixinha de terra, e Deus escolheu este povo, e Deus escolheu essa terra para ser o núcleo, para ser a base de onde o reino dele seria estabelecido,
e onde a redenção, o plano de Deus para toda a terra seria consumada, então nós perdemos isso, mas Deus durante esse número dois aqui abrange esses dois mil anos entre Abrão e Jesus,
e era um tempo assim de altos e baixos, e de Deus fazer promessas, e Deus levar o povo para lá, e aí eles são infieis, mas Deus não larga, e o povo também volta, e Deus sempre encontra pessoas,
encontra Davi, um homem segundo o seu coração, então nós temos toda essa história, não é uma história temporária, não é uma história que depois Deus vai jogar fora, não é um povo que Deus vai fazer assim, pronto, acabou, agora veio nova aliança, não preciso mais de vocês,
então é uma história que faz parte das nossas escrituras, né, o primeiro testamento, a maior parte, três quartos ou mais, do volume das escrituras, então nós temos isso aqui uma longa preparação,
eu estou enfatizando isso, porque o drama, o drama que vai terminar, precisa da gente entender isso, nós não podemos entender a vinda de Jesus, como é algo que simplesmente passou, e Deus não precisa mais, eu vou dar um outro exemplo,
pensando na vida de José, e pensando nessa ideia de que Deus trabalhou com Abraão, Isaac, Jacó, Jacó teve doze filhos, mas os dez filhos que tiveram ciúme de José, que foram terríveis,
e a história, a única história que a gente tem desses outros dez filhos, é a história de Judá, em Gênesis 38 nós temos uma história de Judá que se não tivesse acontecido alguma coisa,
como nós estamos vendo aqui com José, se Deus não tivesse trazido reconciliação, a história de Judá teria terminado mal, Judá poderia ter sido um outro Isaú, um outro Ismael, tudo bem,
descendente, mas assim, sem dar sequência ao plano de Deus, foi através de José, e Deus não resolveu pensar assim, bom, os outros se desqualificaram, eu vou trabalhar só com José,
e vamos lembrar de uma outra história, quando o povo saiu do Egito, foram lá para o Monte Sinai, Deus deu os dez mandamentos, enquanto Moisés sumiu que eles não sabiam se Moisés ia voltar, que aconteceu com ele, não tinha notícias dele,
começaram a fazer um bezerro de ouro, e Deus fala com Moisés, eu quero destruir esse povo, e Deus falando, não foi Moisés falando, Deus falando, eu vou destruir e vou continuar meu plano com você,
Deus estava testando Moisés, porque Deus não queria, e Moisés falou isso com Deus, então, a mesma história, que Deus não descartou os onze, os dez, onze irmãos de José, Deus não descartou todo o povo de Israel que fez o bezerro de ouro,
Deus não descartou o povo de Israel durante a história antes Jesus, e a história depois Jesus, Deus não descartou,
Deus não disse, tá bom, deixa para lá, eu vou começar com outro povo, sim, Deus fez algo tremendo na vinda de Jesus, mas vamos ver o que aconteceu aqui,
então o número três, chegou o tempo, a plenitude do tempo, que fala em Galatas 4, chegou a plenitude dos tempos, Deus tinha preparado tudo que ele queria preparar,
e a gente olhando para a preparação, se fosse para Jesus vir e já assumir o reino, não estava bem preparado, porque Roma era muito forte,
as coisas não estavam propícias, nem dentro de Israel para Jesus, o Messias, assumir o reino, estabelecer seu reino na terra, mas era o que Deus queria,
Deus tinha um plano, assim como ele tinha um plano para José, em todos aqueles anos de prisão, de ser um escravo no Egito, Deus tinha um plano e Deus estava preparando as coisas,
então chegou o tempo e o Messias veio, e vamos fazer uma paradinha aqui, para lembrar que Jesus veio, eu não tenho tempo para explorar isso,
mas eu vou só dar essa indicação que você pode ver muitos textos, eu vou ler um texto em Marcos capítulo 8, para ilustrar, mas é uma de muitas ocasiões em que Jesus fazia isso,
e o ponto é este, Jesus veio, ele era o Messias, ele veio anunciando o reino, ele veio para se revelar como Messias, ele veio para que as pessoas pudessem crer que ele era o Messias,
mas ao mesmo tempo ele não se revelava como Messias, ele curava as pessoas e o que ele falava? Não conte para ninguém, ele fazia questão de não falar, de não deixar que os outros falassem,
então vamos ver, para os 12 discípulos, a gente conhece essa história mais em Mateus 16, mas eu queria ler em Marcos porque é muito enfático o jeito que Marcos coloca aqui,
então em Marcos 8, versículo 27, aquela história em que Jesus pergunta para os seus discípulos, Jesus estava fazendo milagres, Jesus estava fazendo coisas que nenhum homem poderia fazer,
as multidões seguiam, ele já tinha ficado famoso, e ele pergunta para os discípulos, quem dizem, Marcos 8, 27, quem dizem os homens que eu sou?
Quem que eles estão falando de mim? Qual que é a opinião das pessoas? E aí eles falaram, eles acham que pode ser João Batista que era bem recente, outros Elias ou um dos profetas, então eles achavam que Jesus,
o povo achava que Jesus era um grande profeta, mas eles não tinham chegado à conclusão de quem Jesus realmente era, e Jesus não só não fazia questão, ele fazia questão que ninguém contasse,
porque aí ele perguntou, e vocês? Versículo 29, quem vocês dizem que eu sou? Respondendo Pedro, ele disse, tu és o Cristo, aqui é mais resumido, mas em Mateus aquela declaração tão forte, tu és o Cristo, filho do Deus vivo,
Cristo é Messias, Cristo é ungido, Cristo é aquele que os profetas falavam, é o ungido, o descendente de Davi, o homem, o enviado por Deus que vai cumprir todas as profecias e todas as expectativas,
então Jesus disse, versículo 30, advertiu os Jesus de que a ninguém dissesse tal coisa a respeito dele, então isso é só um exemplo de como esse Jesus, esse Messias, como José não queria se revelar antes do tempo,
e algumas pessoas o conheceram, os discípulos o conheceram como Jesus, a mulher samaritana falou, nós temos a história da mulher samaritana, e temos o cego em João 9 que fala assim, Jesus se revelou a ele,
Jesus falou, eu sou, e ele creu, mas ele não falava isso com muitas pessoas, então isso mostra assim que Jesus, como José, ele não quis se revelar antes do tempo, e isso foi até o fim, isso foi até o fim,
mesmo quando ele entrou, a entrada triunfal em Jerusalém, eles falavam, Osana que significa, salva-nos, salva-nos, o povo estava pensando, às vezes eles falavam, será que não é esse o Cristo, mas ele não, ele não se declarava, ele não se revelava,
e isso foi até o fim, quando ele morreu, até os discípulos começaram a duvidar, será que era ele né, os dois no caminho de Gémaus por exemplo, quando Jesus apareceu a eles, eles estavam duvidando, achando que não era,
e voltando aqui para Marcos 8 ou Mateus 16, quando Pedro falou, tu és o Cristo, o filho do Deus vivo, ele começou a falar assim, bom agora que você sabe quem eu sou, eu vou explicar o meu caminho, o meu caminho não é para o trono agora, o meu caminho é pela cruz,
e Pedro não aceitou, os discípulos não entendiam, então nós temos essa mesma situação, depois que Jesus morreu e ressuscitou, ele apareceu, mas ele não apareceu publicamente,
ele não demonstrou, ele podia ter feito uma grande concentração, uma grande campanha em Jerusalém, ele poderia ter falado, olha gente, eu sou Jesus, eu morri, ressuscitei, não, ele aparecia para poucas pessoas,
como no caminho de Gémaus, como para Maria, como para os 11 discípulos trancados no quarto, ele apareceu, mas também não publicamente, ele não se revelou ao povo, à nação,
então nós temos aqui um grande drama, um grande mistério, e ele foi embora, quando ele foi embora poucas pessoas viram ele subir ao céu, então o drama, percebe, o drama continua,
nós temos um chamado, nós temos Deus planejando alguma coisa, Deus criando um longo relacionamento, os profetas falavam, como Deus ficava irado, como Deus falou de divórcio,
mas ele falava de divórcio, mas falou assim, eu não vou abandonar vocês, eu vou pegar vocês de volta, então Deus nunca abandonou, e Paulo fala isso tão eloquentemente que Deus nunca abandonou o remanescente,
Deus tem algo, mas ele está escondendo isso, ele está ainda reservando isso para o momento exato, será que nós podemos começar a ver um grande drama se ir desenrolando aqui,
diante dos nossos olhos, como isso a gente perde, quando a gente pensa, não, agora Jesus, o povo rejeitou, os judeus rejeitaram, João, capítulo 1 fala, ele veio para os seus e os seus não receberam,
então nós temos esse drama, Jesus contou a parábola dos lavradores, de como Deus deu uma vinha para os servos e eles não foram fiéis, e quando ele mandou por fim o filho,
eles falaram assim, vamos matar o filho, mas Jesus não conta ali naquela parábola o que vai acontecer, ainda é um segredo, é um mistério, Paulo fala que é um mistério, então veja só,
então número 4, o que aconteceu, e olha como isso faz um paralelo com a história de José, por que os irmãos de José fizeram o que fizeram com ele, por que eles queriam matá-lo, por que eles acabaram só vendendo como escravo, pelo menos ele vai sumir, a gente nunca mais vai vê-lo,
por que eles fizeram isso, por ciúme, eles tinham ciúme do amor que o pai tinha por ele e eles tinham raiva dos sonhos em que ele tinha sonhado que eles todos iam se curvar adiante de José, José seria o maioral,
José ia dominar, eles perguntaram assim, você vai dominar sobre nós? E é a mesma pergunta que Jesus coloca nas parábolas, eles falam, parábola dos talentos, por exemplo, ele fala sobre não querer, as pessoas não querem que ele venha para dominar, para reinar,
e temos isso no Salmo 2 e tantos lugares nos profetas em que as pessoas não querem aceitar o reinado, e isso é por causa de Satanás, como Satanás fez com Eva no jardim, induzindo as pessoas a pensar mal de Deus,
Satanás, a serpente, ele induziu Eva a pensar que Deus tinha proibido aquela árvore, o fruto daquela árvore, por maldade, e quando fala do reino de Deus, as pessoas muitas vezes pensam o mal, e foi isso que aconteceu com Jesus,
quantos diálogos, principalmente no Evangelho de João, que os judeus ficavam irados com Jesus, porque ele não falava abertamente, mas ele mostrava o chamado, mostrava que ele tinha vindo de Deus, mostrava quem ele era sem se revelar,
mas eles ficaram com ciúme, e só para provar isso, nós temos em Mateus 27, quando levaram Jesus diante Pilatos, Mateus 27, 18, diz que Pilatos, quando ele falou assim, quem que vocês querem que eu solte para vocês?
Barrabás ou Jesus? Chamado Cristo, quer dizer, chamado Messias, Pilatos estava falando, pois sabia que por inveja, Mateus 27, 18, pois sabia que por inveja o haviam entregado, então aqui nós tivemos aqui uma história paralela,
os irmãos de Jesus, Jesus veio para o povo de Israel, Jesus veio para o povo judeu, Jesus veio para a nação que Deus tinha planejado, o que que Deus tinha planejado?
O plano de Deus não era Jesus vem, morre no sacrifício perfeito pelos pecados da humanidade, não precisa mais dos judeus, não precisa mais de Israel, não precisa mais de terra, o mundo inteiro quem crê em Jesus é salvo e vai embora para o céu,
nós temos perdido o drama, nós temos perdido esse plano mais amplo de Deus, de como Deus está preparando e ele não gastou os dois mil anos trabalhando com a nação de Israel em vão,
ele tem uma conexão, não é que Deus ama mais os judeus, é simplesmente que Deus resolveu fazer algo com um pequeno núcleo, ele incluiu a gente no mesmo núcleo,
mas ele não, naquela ilustração de Romanos 11, ele não começou uma outra oliveira, ele não começou uma outra nação, ele não começou um outro povo, ele nos conectou Efésios 2 na comunidade de Israel,
então o plano de Deus é, como com José, Deus queria a reconciliação com esses irmãos malvados, com esses irmãos que fizeram mal para ele, mal para o pai,
esses irmãos que tiveram intenção terrível, Deus não descartou, Deus queria reconciliação, Deus queria trazê-los de para perto, Deus queria que eles aceitassem o perdão,
Deus queria que eles fossem uma família, ele queria continuar trabalhando com as doze tribos de Israel e esse é o propósito de Deus, então nesse quarto ponto, os irmãos naturais de Jesus,
o povo de Israel, não foram todos, toda a primeira igreja, todos os onze, os doze discípulos, depois de Judas, completaram de novo o número dele, então todos os doze apóstolos,
mais apóstolo Paulo, mais a igreja primitiva, os cento e vinte no cenáculo, os três mil que foram convertidos no dia de Pentecoste, todos eles eram judeus, mas a nação, os responsáveis,
os representantes da nação de Israel, rejeitaram e tiveram ciúmes e mandaram matá-lo, então o número cinco, o que aconteceu, isso é muito interessante esse paralelo e teria outros paralelos,
querendo só fazer mais um paralelo com o drama, eu quero que você perceba que o drama da vida de José fala de um drama maior, fala de um drama mais emocionante, mais comovente, mais tocante do que o drama de José,
tem um drama que está se desdobrando na história, que não chegou ainda ao momento final, e esse drama é o seguinte, que é assim como aconteceu, quando eles venderam José para o Egito,
então ele foi para o Egito, ele foi, ele era um escravo, ele era um hebreu, era conhecido como hebreu, mas quando ele foi tirado da cova das masmorras para ser governante do Egito,
ele assumiu, ele assumiu uma identidade egípcia, que coisa interessante, ele se casou José, ele se casou com uma mulher, não só com uma mulher qualquer, mas com a filha do sacerdote do Egito, da religião do Egito,
mas ele não perdeu sua identidade, mas para todos os efeitos, para ele ser governante do Egito, ele tinha que parecer um egípcio, então quando os irmãos José foram anos depois,
depois de nove anos daquele, dele estar nessa posição de governante, então ele parecia um egípcio, ele não parecia ser um deles, ele não falava como um deles, ele não tinha aparência de um deles, e isso aconteceu com Jesus,
Jesus foi levado para as nações, aquela primeira igreja que era grande parte de judeus, e todo o livro de Atos ainda assim contando esse tema, já iniciando a evangelização de outros povos,
do povo gentil e tal, e principalmente depois do ano 70 com a destruição de Jerusalém, os judeus foram espalhados e foi perdendo, rapidamente a igreja foi perdendo sua característica judaica, suas raízes judaicas,
e o Jesus que os gentios começaram a pregar, não parecia mais o Jesus judeu, e isso começou rápido, mas isso tem se consolidado ao longo dos séculos, e aí nós temos até esse aspecto de que os cristãos perseguiam os judeus,
nas cruzadas, na inquisição, no holocausto eram grupos chamados de cristãos que estavam perseguindo os judeus, então os judeus hoje, quando fala, quando alguém fala, até os judeus messianos quando falam de Jesus, de Yeshua,
os judeus de maneira geral não conseguem ver Jesus como um deles, Jesus é alguém que iniciou uma outra religião, o Jesus que a igreja apresenta para os judeus é um Jesus gentílico,
ele não fala hebraico, ele não parece um judeu, ele não tem a cultura judaica, o Jesus que é apresentado, que foi apresentado, que está sendo apresentado para o povo judeu, não parece mais judeu,
e eles não conseguem reconhecê-lo, eles não conseguem ver nele o Messias deles, então olha que situação interessante que faz um grande paralelo com a história de José.
Então o Messias foi levado para as nações onde foi aceito e onde se tornou irreconhecível para os seus irmãos, quem são os seus irmãos é o povo judeu, os irmãos naturais,
nós somos irmãos, Jesus nós nos tornamos filho de Abrão pela fé, mas houve esse distanciamento, e aqui nós temos então um paralelo interessante porque nesse momento do reencontro entre José representando o Messias
e os seus irmãos tem alimento no Egito e não em Canaã, Canaã é o lugar do reino de Deus, Canaã é para ser uma terra que emana leite e mel, Canaã é para ser a fonte de vida para o resto das nações,
mas nessa história, nesse momento da história não tem alimento em Canaã, como não tinha também nas outras terras em volta, mas não tinha alimento, não tinha pão, o pão é a palavra,
os judeus receberam de Deus o pão verdadeiro que são as escrituras, mas eles perderam, se tornou uma letra, aí eles tem que ir ao Egito, justamente para esse lugar onde eles não conhecem,
esse lugar que até então não era para Abrão ficar no Egito, não era para o Isaac ir para o Egito, não era para, assim lá é o lugar oposto, lá não é o reino,
lá no fim os descendentes de Abrão seriam escravizados, mas nesse momento o povo descendente de Abrão tinha que ir para o Egito para buscar pão e isso mostra que apesar desse erro dos gentios
de cortar as ligações com a fonte, mas é no Egito, nesse contexto, nessa aplicação específica, esse Jesus que se tornou irreconhecível para os judeus, mas é lá que tem pão.
Se você acompanha alguns testemunhos, tem vários testemunhos impressionantes de como judeus, judeus messiânicos tiveram encontros sobrenaturais, alguns judeus apesar de toda essa maneira errada
de apresentar o Messias, mas mesmo assim muitos judeus, inclusive ao longo da história, apesar de ser um Jesus que não parecia, que não falava a língua deles, que não parecia ser o Messias deles,
apesar disso sempre houve alguns judeus que tiveram encontro com Jesus, mas nas últimas décadas, especialmente de uma forma maior, de uma forma mais clara,
tem vários, começou um mover de Deus no meio dos judeus, que são chamados judeus messiânicos, e eles começaram a formar congregações e voltar a ter um Messias parecido,
um Messias que pudesse ser conhecido pelos judeus, mas ainda está muito misturado e ainda não chegou o momento de Jesus se revelar.
Mas os judeus que têm encontrado com Jesus, alguns de uma forma muito sobrenatural, muito direta, mas muitos judeus encontraram com Jesus através dos cristãos,
podemos chamar de egípcios ou das nações, os cristãos que não são do povo dele, então eles têm buscado pão fora do contexto deles e entendendo que realmente o Novo Testamento,
traz vida para o Primeiro Testamento, então eles estão encontrando Jesus, isso já é um processo que está acontecendo para vários, para várias pessoas.
Tem um amigo que tive o prazer de conhecer, que chama Eitan Shishkoff, que nasceu nos Estados Unidos, mas está em Israel, por exemplo, o testemunho dele é que ele teve uma revelação de Jesus na cruz,
a cruz que para eles, para o judeu, é um símbolo de tortura, a inquisição eles usavam a cruz, as cruzadas usavam a cruz para matar judeus,
então para o judeu a cruz, você não chega para um judeu ortodoxo, um judeu que não conhece o Messias, você não usa a palavra cruz, você não começa a falar cruz,
porque para ele é um símbolo de tortura, é um símbolo de alguém que quer acabar com eles, mas esse irmão Eitan, ele teve uma experiência,
eu não lembro exatamente como que começou, mas eu sei que ele viu o Messias Yeshua na cruz, olhando para ele com um olhar de amor,
e isso conquistou o coração, foi para ele, foi o momento de José se revelar, e foi assim, eu sou Jesus, eu sou o seu Messias, eu amo você,
eu não sou um egípcio, eu não sou um Messias estranho, eu não sou alguém que começou uma outra religião que quer destruir vocês,
eu sou Yeshua, eu sou Jesus, e muitos, muitos irmãos judeus, vários irmãos tiveram uma visão muito forte,
a gente conheceu testemunhos do Ashen Traitor, de Benjamin Berger, tem muitos testemunhos de pessoas que tiveram uma experiência sobrenatural,
em que o Messias falou com eles, eu sou Jesus, aí veio, eu lembro muito assim do Asher, contando como ele descobriu que o novo testamento era tudo escrito por judeus,
o que eles pensavam que era uma religião diferente, uma nova religião que rejeitava a base das alianças com Moisés, do povo de Israel, não,
o que Jesus veio trazer foi um cumprimento, foi uma plenitude daquilo, mas isso por enquanto tem sido muito... poucas pessoas, não tem sido uma coisa muito ampla, então tem alimento no Egito.
Número 7, os judeus não conhecem o Messias, mas ele os conhece, porque José, ele conhecia os irmãos dele, e ele começou a trabalhar para trazê-los para perto de si,
e nosso Messias Jesus, o Jesus judeu, o Jesus que é aquele que foi prometido e aquele que vai cumprir, eu não tenho tempo agora, mas você pode olhar no profeta Isaías,
no profeta Joel, no profeta Zacarias, no profeta Geo e tanto, todos falavam, Jeremias, todos eles falavam que Jesus, o Messias, o Messias prometido, ele vai reinar,
ele é o descendente de Davi, ele vai cumprir as promessas de Deus, ele vai, aquilo que Deus prometeu para Abraão, esse drama que Deus não desistiu do seu projeto,
e ele está esperando o momento, ele está esperando o momento em que ele vai se revelar ao seu povo, isso é algo que muitas pessoas perderam, a igreja de maneira geral perdeu,
mas o último ponto aqui é, o maior drama da história. Ah, mas o maior drama da história é Jesus com o judeu só? Não, claro, isso é uma parte, essa é a parte que abre o caminho,
mas eu vou ler alguns textos só para introduzir, é um assunto muito grande, não é tão grande em si, mas às vezes é preciso de enxergar textos bíblicos de uma forma nova,
porque a gente aprendeu que não tem mais plano, Deus, o povo de Israel rejeitou e agora Deus vai fazer tudo com a igreja, a igreja é o novo Israel, e nós fomos incluídos em Israel,
para isso acontecer de verdade, para isso, para o plano de redenção que Deus prometeu desde o início, e que Jesus vai voltar para inaugurar o seu reino, ele vai fazer dentro da promessa,
dentro do projeto original, o projeto original é a descendência de Abraão na terra prometida, naquela terra prometida que voltou a ser o epicentro de atenções mundiais,
que nós estamos vendo nos nossos dias, voltou a ser o epicentro porque Deus tem algo para fazer, é muito misterioso, Paulo chama de um mistério, mas esse mistério vai se consumar,
vai terminar José Jesus, o Messias Jesus, se revelando aos seus irmãos, então isso não é uma coisa exclusiva, Deus não vai formar um povo,
existe uma linha de escatologia que acha que vai ter um reino de Israel separado do reino de Jesus com sua igreja, não, é um povo só, nós fomos incluídos, nós vamos fazer parte desse momento de reencontro,
mas é algo que precisa acontecer para terminar esse maior drama da história, é o maior drama da história porque faz parte do plano de Deus para toda a humanidade,
e o evangelho chegou, não ficou limitado a Israel, Israel passou por esses últimos dois mil anos em grande parte não reconhecendo o Messias e o alimento foi para as nações,
Deus está agindo nas nações, mas ele vai trazer isso para um ponto, um clímax, um ponto culminante com esse momento na história, então eu vou ler, tem vários textos que falam sobre isso,
mas principalmente o grande texto que revela isso é em Romanos 11, eu só vou chamar a atenção e tem uma profecia muito conhecida que descreve esse momento,
em Romanos 9 Paulo fala do clamor do coração dele e é tão forte que ele fala que ele poderia se desejar se fosse possível,
Paulo tinha tanta entrega, tanto amor pela causa de Deus que ele pôde, ele disse o Espírito Santo testificando que ele podia desejar como um exército ter o nome dele riscado do Livro da Vida,
se isso pudesse liberar o plano de Deus para Deus salvar o povo judeu, e Paulo era o apóstolo para os gentios, então por que ele tinha essa preocupação com os judeus,
que ele podia até abrir mão da própria salvação dele para que o povo judeu fosse salvo, porque o povo judeu é a base, é a partir dali que vai cumprir todo o propósito de Deus,
não limitado os judeus, mas é essa base de amizade, de aliança, de história, Deus não vai abrir mão da sua história com o povo de Israel,
o quanto que eles foram infiéis, o quanto que eles foram atrás de outros deuses, mas mesmo assim, Deus foi atrás deles e muitos deles, um remanescente sempre, mas sempre tinha alguns que corriam atrás de Deus,
que amavam a Deus, então porque o povo de Israel é como nós, ele simplesmente usou este povo, mas seria, se ele tivesse começado com qualquer outra nação, teria sido do mesmo jeito,
mas ele começou com essa nação, nós fomos enxertados neste povo e nós fazemos parte, mas a nação, o povo de Israel, esses judeus que não conseguem ver o Messias,
porque o Messias foi colocado outras roupas nele, outra aparência, outra língua, ele foi desvinculado, então precisa haver um reencontro e quando, agora pense comigo,
eu não tenho tempo aqui para ler o capítulo 11 de Romanos, mas ele fala várias vezes, se os judeus, quando eles rejeitaram esse ciúme e aí Jesus foi levado para as nações,
se isso foi bom para nós, muito melhor vai ser a volta deles, essa volta não é uma volta de um ou dois, porque isso já tinha no tempo de Paulo,
Paulo fala assim, eu sou judeu, tenho um remanescente, mas ele está falando sobre algo que vai completar, nunca é todo mundo, todo judeu que existe, não é uma salvação por etnia, mas é o mover de Deus, em que as pessoas que guardaram,
você tem os judeus em quase todas as partes do mundo, mas você tem os judeus lá em Jerusalém que vão adiante, muitas pessoas estiveram lá,
eu tive a oportunidade de ver os judeus naquele movimento diante do Muro das Lamentações, estudando, clamando, recitando, talvez alguns sem entendimento, talvez alguns só por rotina, obrigação,
eu não sei, mas tem, tem pessoas, tem judeus que amam as Escrituras, que mantêm a tradição, mas não conseguem ver em Jesus o Messias deles, então vai chegar o momento da revelação, esse é o momento,
eu não sei, tem muitas dúvidas sobre quando isso vai acontecer, de que maneira isso vai acontecer, mas em Romanos 11 ele fala, versículo 12, por exemplo,
se a sua queda é a riqueza do mundo, a sua diminuição é a riqueza dos gentios, quanto mais a sua plenitude, versículo 15, se a sua rejeição é a reconciliação do mundo, veja a importância da reconciliação,
Deus estava no Messias reconciliando o mundo consigo mesmo, então essa reconciliação é uma reconciliação para o mundo, não vai ser uma reconciliação com os seus irmãos, com o seu povo,
então a reconciliação é o propósito de Deus, com os judeus, e ele fala assim, se até quando eles rejeitaram o Messias abrir o caminho para a nossa reconciliação, o povo das nações,
mas a volta deles vai ser uma reconciliação muito mais perfeita, e é isso que ele fala, vai ser a vida dentre os mortos, a vida dentre os mortos,
e aí você lembra dizer que é o 37, de todos aqueles ossos secos, isso está falando de Deus trazer a vida, a nação, o povo, a separação que causou a morte, eles vão voltar,
e lembra esse momento, a gente não sabe, a Bíblia não descreve isso, mas voltando para o cenário de Gênesis 45 quando os irmãos de José ouviram essa declaração,
"Eu sou José". Gente, que enchente de pensamentos deve ter passado pela cabeça deles, primeiro assim, tudo que tinha acontecido antes, José sendo bravo com eles, José exigindo Benjamin,
José assim, mas pensando também tudo que eles tinham feito, o que nós fizemos, e Deus pegou aquele ato de ódio, de traição, Deus reverteu isso,
quanta coisa que eles devem ter pensado, e eles devem ter imaginado sim, porque nesse momento eles não conheciam a história, como é que esse homem chegou nesse lugar de autoridade, como é que ele chegou nesse lugar?
Então, imagine quando rabinos, quando judeus fervorosos, quando judeus não tão fervorosos, religiosos, praticantes, mas especialmente os praticantes que conhecem a história,
quando eles descobrirem que Jesus, esse homem que eles pensaram que era um homem qualquer e que começou uma religião diferente, separada, errada,
e quando eles entenderem que esse Jesus é realmente o Messias, o que que vai passar pela cabeça deles, o que que eles vão entender a respeito, é um véu, segundo os Coríntios 3, fala a respeito de um véu,
Paulo fala que existe um véu sobre os olhos, não é só dos judeus, mas ele fala sobre os judeus que tinham escrituras e que tinham um véu sobre os olhos deles,
e quando em Jesus o véu é tirado, eles vão poder ver uma glória, uma plenitude muito maior do que eles tinham com a lei,
então tudo isso nos mostra Romanos falando, vai ser muito maior, vai ser uma plenitude, e em Romanos 11, versículo 25, ele fala "não quero irmãos que ignoreis",
nós temos ignorado, a maior parte da igreja até hoje não conhece esse mistério, não quero irmãos que ignoreis esse segredo, esse mistério, é um mistério,
para que não preso mais, nós somos muito presunçosos, arrogantes, nós achamos que não precisa mais dos judeus,
então ele está falando "não quero que vocês ignorem que o endurecimento veio em parte, veio em parte a Israel, até que a plenitude dos gentios haja entrado e assim todo Israel será salvo",
então vai acontecer alguma coisa, nós não sabemos imaginar muito o que é, e agora eu vou ler um texto em Apocalipse e finalizar com Zacharias, ok?
Eu desejo muito que eu consiga ver esse drama, e que eu consiga realmente perceber o que Deus tem em mente, e que eu gostaria muito, quem não gostaria de ter estado, sei lá,
de que a gente pudesse voltar e ver o vídeo, sei lá, de que a gente pudesse ver aquele momento de José com seus irmãos, que momento dramático,
Jesus não se revela de uma forma precipitada, vulgar, "ah sim, chega aqui", não, ele preserva, e quando Jesus fala "eu sou Jesus", essas experiências com os judeus,
se você olhar, se você lembrar de quando Saulo, que depois se tornou apóstolo Paulo, quando ele teve o encontro, e Jesus apareceu para ele e falou assim "eu sou Jesus",
então Jesus podia ter se revelado a ele antes, mas ele se revelou no momento certo, Jesus se revela, Jesus anseia, Jesus deseja se revelar,
Jesus quer se revelar a nós, mas ele tem o momento certo, então isso acontece na nossa vida individual, isso acontece de maneira coletiva, mas isso vai acontecer,
vai ter um momento, vai ter um momento em que ele vai se revelar ao povo, ao povo que não o conheceu e que não conseguiu, não conseguiu ver, e nós os gentios, nós somos dos mais culpados,
do povo judeu não conseguir ver Yechua, porque nós temos apresentado como um Jesus que não é judeu, mas quando isso, isso vai chegar o momento,
tem chegado o momento para alguns, mas vai chegar o momento para todos, e esse é o drama, esse é o drama porque faz parte do drama da redenção da humanidade,
faz parte do drama da segunda vinda, quando Jesus chorou sobre Jerusalém, ele chorou, ele sabia que muitos povos iam reconhecer, iam crer nele,
mas ele falou para o povo de Jerusalém "vocês não me verão mais, até que vocês digam, bendito é o que vem em nome do Senhor".
Então, Jesus está esperando esse tempo, nós estamos esperando esse tempo, e olha um texto no primeiro capítulo de Apocalipse que eu vou fazer a conexão com Zacarias, ok?
Em Apocalipse, capítulo 1, fala a respeito da vinda de Jesus no versículo 7, Apocalipse 1, 7, "Vede, ele vem com as nuvens", isso é uma referência muito clara a Daniel 7,
a visão que Daniel recebeu do filho do homem vindo com as nuvens, e tem muitas implicações nisso, mas é "Vede, ele vem com as nuvens, e todo olho o verá".
A gente pensa muito nessa frase, mas a gente pensa muito pouco na frase que vem depois, "até mesmo os que o trespassaram", "até mesmo os que o trespassaram".
Bom, quem entregou Jesus para ser morto vai ter que ressuscitar para ver o Jesus, a pessoa que eles trespassaram, mas ele está dizendo assim aqui, seriam os filhos, os descendentes, o povo de Israel.
Então, todo olho o verá, mas ele fala especificamente, ele foca aqui, todo olho o verá, mas especialmente aqueles que o trespassaram, e aí vem essa ideia,
os judeus vão ter uma revelação de Jesus somente na hora que Jesus volta, não sei, mas aqui fala algo assim, "até mesmo os que o trespassaram,
e todas as tribos da terra", eu sempre li esse versículo pensando aqui, está falando sobre todos os povos, de todas as nações, todos os povos línguos, povos e nações,
ele está dizendo aqui, "todas as tribos da terra", essa terra aqui é a mesma palavra como em português, você pode falar a terra como a terra toda,
ou você pode falar a terra como a terra prometida, a terra da promessa, e geralmente até hoje, se você vai para Israel, as pessoas que vão para Israel,
eles falam assim, então aqui na terra, eles usam essa expressão terra para se referir àquela terra, eles falam a respeito disso,
então por que ele fala "todas as tribos da terra", porque ele está citando profecias, "todas as tribos da terra se lamentarão sobre ele", ok,
alguns vão receber Jesus com alegria quando Jesus voltar, vão ficar muito alegres ao vê-lo, e outras pessoas vão ficar tristes, mas vamos ver o que fala em Zacarias 12,
acho que a gente conhece bem esse texto, pelo menos assim, é bastante citado o texto, mas é a descrição mais dramática e mais comovente desse momento de José,
olhar para seus irmãos e falar assim "eu sou Yeshua", vai ter esse momento, exatamente como, exatamente em que momento, em que sequência,
eu não sei, mas olha, vamos ler o que ele diz aqui, Zacarias 12, versículo 10, "sobre a casa de Davi, sobre os habitantes de Jerusalém, derramarei o Espírito de graça e de súplicas",
então aqui não especifica quando, e aí tem outras profecias que falam que todas as nações vão cercar Jerusalém, e no meio dessa quase aniquilação do povo judeu,
Jesus vai voltar e vai derrotar os inimigos, então nós temos várias descrições, mas ele está dizendo "sobre a casa de Davi, sobre os habitantes de Jerusalém, derramarei o Espírito de graça e de súplicas,
olharão para mim", olharão para mim, ele vai derramar, isso é um momento de graça, isso é um momento em que Deus soberanamente vai tirar o véu,
José tirou o disfarce de alguma maneira, ele se abriu e falou "eu sou José", e esse momento na história de José,
esse momento dramático fala desse momento em Sacarias 12, ele se refere a toda essa sequência aqui, se nós pudéssemos entender o drama da história,
e não é um drama porque Deus tem um povinho que ele gosta mais do que os outros, não é uma separação, mas é um plano que se completa,
como Romanos 11 explica, eles foram cortados, eles rejeitaram, mas eles serão reenxertados, e a volta deles será o estopim, será o gatilho,
para algo novo, algo tremendo que vai renovar toda a terra, então essa reunião, esse José se revelando aos seus irmãos e unindo a família novamente,
fala sobre esse momento em que Jesus, o Messias, Judeu, ele se volta para o seu povo, eles vão olhar para mim, olha que drama que está aqui nessa visão de Sacarias,
olharão para mim a quem trespassaram e prantearão como quem pranteia por seu filho único, na história de José quem chorou muito foi José,
não fala muito se os... com certeza Benjamin chorou, acho que os irmãos choraram também, mas assim, aqui o foco é sobre o povo,
judeus, irmãos de Jesus, chorando, por que que eles vão prantear, por que que eles vão lamentar, Apocalipse 1 está falando desse momento,
ele está citando, assim como ele citou Daniel, que todo o olho verá, Gary veio com as nuvens do céu, ele está citando Sacarias dizendo,
eles vão olhar porque eles fazem até aqueles que o trespassaram, então ele disse, eles vão prantear como quem pranteia por seu filho único,
pode ter uma dor maior do que os pais de um filho único, perder o único filho tem alguma dor maior, eles vão chorar com essa dor,
por que? Porque eles vão entender que o Messias que Deus enviou para eles a dois mil anos, eles não souberam reconhecer, não souberam aceitar e passaram por tanta coisa ao longo dos séculos,
e eles vão chorar por ter perdido isso, mas ao mesmo tempo vai ser um choro de alegria, porque eles reencontraram,
porque eles viram, eles vão olhar para mim a quem trespassaram, vão prantear como quem pranteia por seu filho único e chorarão amargamente por ele,
como se chora pelo primogênito, e aí fala sobre a terra pranteará e fala sobre a família de Davi, de Natanz, de Levi, cada família parte, Simei,
então é exatamente isso, todas as tribos da terra de Israel, quando Jesus voltar todo o olho verá, vai haver essa união com Jesus por parte de todos aqueles que esperam a sua vinda,
mas vai ter um reencontro, se isso foi preparado algum tempo antes da volta de Jesus, em que momento que vai acontecer isso,
eu só sei que esse é o maior drama da história, esse é o maior drama da história, não porque Deus vai agora ficar só com o povo de Israel,
muito pelo contrário, esse reencontro com a nação de Israel, com a terra de Israel, vai ser o ponto de união, vai ser a liberação do reino de Deus e do amor de Deus por todas as famílias da terra,
porque esse sempre foi o propósito, Deus enviou Jesus, o povo judeu já foi uma bênção para todas as nações da terra por meio das Escrituras e por meio de Jesus,
mas não é esse, esse não é o drama final, o drama final que a Bíblia fala em tantos lugares, Jesus vai voltar para Jerusalém,
ele vai reinar em Sião, ele vai estabelecer paz sobre toda a terra, todas as nações receberão vida através de Jesus reinando sobre toda a terra,
então o maior drama da história é Jesus se revelar a seus irmãos, ele dizer "eu sou Yeshua, eu sou" e como José falou "vocês me traíram, vocês me rejeitaram, vocês me crucificaram, mas eu estou recebendo vocês de volta",
eu quero reconciliação, eu quero união e Deus vai completar a história, como isso vai acontecer, tem tantos detalhes que a gente não conhece, mas que drama,
e eu digo com... só com o desejo do meu coração, como eu gostaria de estar vivo para presenciar isso, como eu gostaria de ver com meus olhos,
de poder ver esse momento maior, culminante de toda a história, para que Jesus venha, para que Jesus estabeleça e para que haja vida para todas as pessoas.
Senhor, nosso coração anseia por isso, nós queremos que esse drama aconteça, que esse momento do drama chegue e que o povo judeu possa ver realmente quem o Senhor é,
e que nós possamos ser um, e que nós possamos realmente ser enxertados nesse povo que o Senhor escolheu, e que nós possamos fazer parte desse momento de redenção, de restauração e de glória para toda a terra,
e que o teu nome seja glorificado, é o que nós pedimos em nome de Jesus.
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